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Conceito de Cidade

O documento discute conceitos de cidades, incluindo sua classificação e hierarquia. Também aborda os principais problemas das cidades, como poluição atmosférica, lixo, violência e falta de espaços verdes, e suas consequências para a população e meio ambiente.
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Conceito de Cidade

O documento discute conceitos de cidades, incluindo sua classificação e hierarquia. Também aborda os principais problemas das cidades, como poluição atmosférica, lixo, violência e falta de espaços verdes, e suas consequências para a população e meio ambiente.
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Índice pág.

Introdução...................................................................................................................................2

Conceito de Cidade.....................................................................................................................3

Classificação das cidades............................................................................................................4

Hierarquia Urbana.......................................................................................................................5

Metrópoles mundiais ou globais.................................................................................................5

Principais problemas das cidades e suas consequências.............................................................6

Poluição atmosférica e poluição sonora......................................................................................7

Resíduos urbanos (lixo)..............................................................................................................8

Violência urbana.........................................................................................................................8

Poluição do meio ambiente.........................................................................................................9

Espaços verdes..........................................................................................................................10

Conclusão..................................................................................................................................11

Referencias bibliográficas.........................................................................................................12
Introdução
No presente trabalho da disciplina de Geografia recomendado pelo docente foi baseado nos
manuais da disciplina e com ajuda de alguns sites da internet. O trabalho abordara aspetos
referentes aos conceitos de cidade, classificação e os principais problemas.

Estou ciente que poderá haver espaços para criticas e elogios, ou seja, acréscimos para o
enriquecimento do tema durante a leitura e apresentação, dado que estamos num campo
académico onde o conhecimento cresce com debate e analise critico.

2
Conceito de Cidade
Cidade é uma área densamente povoada onde se agrupam zonas residenciais, comerciais e
industriais. O significado de cidade (zona urbana, ambiente urbano) opõe-se ao de campo
(zona rural). Cidade é a sede do município (cada divisão administrativa autônoma dentro de
um Estado) a área onde existe concentração de habitantes.

Cada Estado é composto por um conjunto de cidades, sendo que uma delas é a capital de
Estado por abrigar a sede administrativa e ser o principal centro de atividades.

Uma cidade caracteriza-se por um estilo de vida particular dos seus habitantes, pela
urbanização (infraestrutura, organização, serviços de transporte etc), pela concentração de
atividades econômicas dos setores secundário, terciário etc. As atividades primárias
(agricultura, pecuária) são desenvolvidas na zona rural.

Uma cidade consiste em um núcleo populacional caracterizado por um espaço amplo onde
ocorrem relações e fenômenos sociais, culturais e econômicos. Existem vários modelos de
cidade, com grandes diferenças entre eles, e por esse motivo é difícil chegar a uma definição
concreta para cada um desses modelos.

É muito frequente a utilização do conceito de cidade em conjunto com outros termos, por
exemplo:

 Cidade histórica: é uma parte preservada da cidade onde se concentram os edifícios e


monumentos mais antigos;
 Cidade universitária: é um conjunto de prédios destinados ao estudo, esporte e lazer,
residência e outros serviços para os estudantes;
 Cidade digital: significa a implantação de recursos tecnológicos diversos, como por
exemplo, internet sem fio distribuída gratuitamente em diversos pontos da cidade, para
promover o desenvolvimento social e econômico de uma comunidade.

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Classificação das cidades
As cidades podem ser classificadas quanto à origem. Nesses termos, encontram-se duas
categorias:

Cidades Espontâneas ou Naturais: constituem a maioria das cidades do planeta e foram


formadas, através dos tempos, em locais que apresentavam algum tipo de vantagem para seu
primitivo grupo populacional.

É o caso de cidades que se localizam às margens de mares e de rios, que proporcionam


alimentação e facilidade de transporte, por exemplo. Mas é também o caso de cidades que
surgiram em torno de castelos, nos entroncamentos de estradas ou em rotas comerciais, que
ofereciam respetivamente garantia de segurança, facilidade de deslocamento ou oportunidade
de negócios.

Alguns exemplos: Londres (Reino Unido), Moscou (Rússia), Paris (França), Rio de Janeiro e
São Paulo (Brasil).

Cidades planejadas: aquelas que são intencionalmente criadas em locais previamente


escolhidos, implantadas em períodos temporais relativamente breves, com finalidade de
caráter geopolítico.

Em geral, as cidades planejadas têm seu planejamento rapidamente atropelado pelo


crescimento populacional, o que faz o traçado original sucumbir diante da espontaneidade
com que a população se espalha pelo seu entorno ou por seu interior.

As cidades também podem ser classificadas de acordo com seu tamanho, atividade
econômica, importância regional entre outras características.

Municípios: São as menores divisões político-administrativas, todo município possui governo


próprio, sua área de atuação compreende a parte urbana e rural pertencente ao município.

Cidades: É a sede do município, independente do número de habitantes que possa ter, as


atividades econômicas nas cidades diferem das do campo, as atividades principais são
centralizadas nos setor secundário e terciário.

Macrocefalia Urbana: caracteriza-se pelo crescimento acelerado dos centros urbanos,


principalmente nas metrópoles, provocando o processo de marginalização das pessoas que por
falta de oportunidade e baixa renda residem em bairros que não possuem os serviços públicos

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básicos, e com isso enfatiza o desemprego, contribui para a formação de favelas, resultando
na exclusão social de todas as formas.

Metrópoles: São cidades com densidade demográfica superior a 1milhão de habitantes (ex:
Goiânia, São Paulo).

Conurbações: É quando um município ultrapassa seus limites por causa do crescimento e


com isso encontra-se com os municípios vizinhos.

Regiões Metropolitanas: É a união de dois ou mais municípios formando uma grande malha
urbana, é comum nas cidades sedes de estados ([Link]ânia, Aparecida de Goiânia e cidades
do entorno).

Megalópole: É a união de duas ou mais regiões metropolitanas.

Tecnopólos: ou Cidades ciência, são cidades onde estão presentes centros de pesquisas,
universidades, centros de difusão de informações. Geralmente os tecnopólos estão alienados a
universidades e indústrias.

Verticalização: É a transformação arquitetônica de uma cidade, ou seja, a mudança da forma


horizontal das construções (ex: casas), para a verticalização (construção de prédios).

Segregação Espacial: É o foco do poder público as regiões onde a parcela da população


possui melhor poder aquisitivo, e omissão as regiões periféricas desprovidas dos serviços
públicos.

Cidades Formais: São cidades planejadas.

Cidades Informais: São compostas pelas regiões periféricas, regiões onde não possui infra-
estrutura suficiente.

Metrópoles – são cidades com altas densidades demográficas e que concentram variados tipos
de universidades, de estabelecimentos comerciais, alem de bancos, sedes de órgãos públicos,
jornais e emissoras de televisão, entre outros.

Hierarquia Urbana

Metrópoles mundiais ou globais


Influenciam pessoas em todo o planeta, como as cidades de Paris, Nova York, Londres, São
Paulo e Rio de Janeiro. Geralmente são grandes centros econômicos e/ou turísticos.

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Metrópoles nacionais

No Brasil, esse grupo é representado pelas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Exercem
influência sobre todo território nacional, determinando importantes aspectos da vida cultural,
cientifico, social e econômica do País.

Metrópoles estadual

Correspondem às cidades que exercem grandes influências sobre o território dos estados onde
estão localizados e, muitas vezes, sobre extensas áreas de estados vizinhos. Ex: Belo
Horizonte, Curitiba, Porto Alegre.

Metrópoles regionais

São cidades com mais de 1 milhão de habitantes que abrigam atividades econômicas
diversificadas, mas possuem uma área influência menor que a das metrópoles nacionais. Ex:
Belém, Goiânia, Manaus.

Capitais regionais

Correspondem às cidades de grande e médio porte que exercem influência sobre um vasto
número de municípios à sua volta. Apesar do nome, podem não ser capitais de estado. Não
são consideradas metrópoles, mas possuem um número razoável de indústrias, de prestadores
de serviços (hospitais, médicos, universidades, etc.). Ex: Campo Grande, Ribeirão Preto,
Cuiabá.

Centros regionais

São cidades de porte médio que estão sob a influência de capitais regionais, mas que exercem
influência sobre várias cidades menores em seu entorno.

Centros locais

Correspondem aos centros urbanos espalhados por todo o país, que exercem influência apenas
sobre a área de seu município.

Principais problemas das cidades e suas consequências


Em comparação com o meio rural, o meio urbano em geral e as cidades em particular
proporcionam o acesso a um conjunto de infra-estrutura, equipamento, bens e serviços,
valores culturais e estilos de vida, representam contextos de oportunidade e de capacitação
individual.
6
No entanto, a concentração dessas condições, dada a dificuldade em fazer-se o planeamento
do crescimento urbano, tem originado problemas de sustentabilidade, o que tem implicação na
qualidade de vida urbana.

A este propósito, destacam-se três tipos de aspectos:

 Aspectos materiais e imateriais da qualidade de vida. Os primeiros são relativos às


necessidades humanas básicas. Condições de habitação, de abastecimento de água, das
condições de saúde, que dizem respeito à natureza física e infra-estrutura. Já os
segundos estão ligados ao estilo de vida, hábitos e praticas culturais,
 Aspectos individuais e colectivos. Os individuais estão mais relacionados com a
condição económica, a condição pessoal e familiar dos indivíduos e das suas relações.
Os colectivos estão directamente relacionados com a disponibilidade e a acessibilidade
aos serviços básicos e com os serviços públicos,
 aspectos objectivos e subjectivos da qualidade de vida.

Como parecer ser óbvio, quanto maior e mais antiga for uma cidade, mais diversificados e
complexos serão os problemas que se reflectem directa ou indirectamente nas populações
urbanas, afectando-as físicas e psicologicamente.

Os problemas são inúmeros, tornando-se sempre difícil fazer uma abordagem que os inclua na
totalidade, com a agravante de que todos eles estão interligados.

Poluição atmosférica e poluição sonora


A poluição atmosférica e a poluição sonora constituem provavelmente os problemas
ambientais mais sentido pelos residentes das grandes cidades. Tanto uma como outra resultam
da extensão da área urbana e do crescimento do parque automóvel, aliado à insuficiência de
transportes públicos.

A agenda ambiental das cidades que se propõem a mudar a qualidade de vida das pessoas, de
modo geral, propõe destaque à qualidade do ar, sendo esse um dos principais assuntos
tratados nas conferências ambientais.

Consequências diretas à saúde da população são percebidas facilmente quando o ar dos


espaços urbanizados está carregado de toxinas. Problemas respiratórios já fazem parte do
cotidiano nas grandes metrópoles.

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Nesses problemas participam igualmente outras actividades, entre as quais a industrial, com
as suas chaminés a lançarem fumos e poeiras.

Durante a queima de combustíveis fósseis, como hidrocarbonetos e carvão mineral, ocorre a


liberação de gases para a atmosfera, sendo este o principal motivo da sua contaminação.

Os combustíveis dessa natureza estão entre as principais fontes de energia primária no mundo,
movimentando carros, motos, ônibus, caminhões, navios e aviões, e contribuem
significativamente para o Efeito Estufa.

Existem, no ambiente urbano, inúmeros estímulos externos que facilitam o desenvolvimento


do estresse na população. Nas regiões metropolitanas, são comuns os ruídos produzidos por
automóveis, fábricas, pessoas trabalhando, etc.

É verdade que, a poluição sonora não se acumula no espaço, como as outras situações
poluentes, porém, ela é responsável por causar sérios danos à saúde, pois a exposição direta a
barulhos intensos pode comprometer a audição e o bem-estar das pessoas.

Resíduos urbanos (lixo)


As áreas urbanas, pela forte concentração de pessoas e actividades produzem grandes
quantidades de resíduos. Trata-se de resíduos com origens muito diversas. Residências,
hospitais, comercio, escritórios, casas comerciais, fabrica, centros de lazer, etc.

Os resíduos urbanos constituem um duplo problema, retira-los das vias publicas para as
manter limpas. E dar destino adequado às enormes quantidades produzidas diariamente por
uma cidade.

Esgoto

O alto teor de matéria orgânica que os mananciais de água dos centros urbanos recebem,
através do esgoto doméstico e industrial, é a razão da poluição desses corpos d’água.

A deposição de resíduos sólidos, diretamente no solo ou na água, como os vazadouros a céu


aberto, também compromete de maneira significativa a qualidade dos reservatórios hídricos
da cidade.

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Violência urbana
O crescimento desordenado das cidades intensificou o problema da violência urbana. É
correto dizer que essa situação acontece em função de fome, miséria e desemprego,
encontrados, principalmente, em países subdesenvolvidos.

A violência urbana é reflexo de políticas públicas ineficientes, que não resolvem as situações
de risco e não conseguem sanar lacunas do desenvolvimento dos cidadãos, como o acesso aos
direitos fundamentais.

Transporte e transito

Trata-se provavelmente de um dos maiores problemas com que os citadinos se deparam,


principalmente nas áreas mais antigas das grandes cidades, cujas ruas estreias e tortuosas são
incapazes de escoar o trânsito. Este facto torna-se visível sobretudo nas horas de ponta,
originando longas filas. Engarrafamentos, lentidão, cansaço, são as consequências diárias do
transito caótico da maioria das grandes cidades. Ligadas a esta questão, surge o problema do
estacionamento, já que as cidades raramente respondem a estes problemas.

Problemas sociais

Uma das razões do elevado crescimento urbano é a atracção que as cidades exercem sobre as
áreas rurais (ou, se quiserem, a incapacidade de meio rural reter os seus habitantes). Contudo,
as cidades não conseguem absorver todas essas pessoas. Forçados a sobreviverem, surgem
então os bairros de lata, em geral sem condições mínimas de habilidades, o desemprego, a
carência de habitação, a promiscuidade, a criminalidade, a prostituição, a delinquência juvenil
entre outros problemas.

Abastecimento

Como já referiu, as cidades são por excelência centros de consumo, e no seu interior pouco se
produz, pelo que a maioria dos bens e produtos tem de vir do exterior e chegar aos centros
consumidores a tempo e em condições de serem consumidos. Ou seja, todos os citadinos
gostam de consumir produtos frescos, mas como as cidades não os produzem, torna-se
necessário criar condições para que eles cheguem atempadamente aos locais de venda.
Convém ter presente que o problema dos abastecimentos urbanos não diz respeito apenas aos
produtos alimentares, mas também à água potável e à energia.

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Poluição do meio ambiente.
Podemos destacar, ainda, que a ausência de políticas públicas para a melhoria do transporte
público resulta, consequentemente, na procura por um meio de transporte particular.

Isso gera um ciclo vicioso, pois, quanto mais carros há nas ruas, mais difícil se torna a
implementação de uma mobilidade urbana eficiente, além de que acontece o aumento na
emissão de dióxido de carbono.

Existem, porém, algumas propostas de solução desse problema que merecem a atenção de
todos os moradores das grandes cidades. Veículos a trilho, como o metrô, é uma alternativa
eficiente e de energia limpa, por exemplo.

Há, ainda, os ônibus limpos, que usam combustível alternativo para não poluírem. Ciclovias
também são ótimas opções de transporte, além de fazerem bem para a saúde da população.

Infraestruturas

Como o crescente crescimento das populações urbanas, as infra-estruturas rapidamente ficam


ultrapassadas e sem condições de satisfazer as necessidade urbanas. Consideram-se nesta
categoria. Redes de abastecimentos de água e electricidade, redes de escoamento de águas
usadas (esgotos), cabos de comunicações, e até a dimensão das vias de comunicações. As
consequências podem ser, por exemplo. Cortes frequentes de electricidade ou o rompimento
dos canos de esgotos.

Espaços verdes
O crescimento das cidades leva à destruição de vegetação para se criar espaço para a
construção de edifícios e vias de comunicação. Como consequência, assiste-se a uma
cresceste redução de espaços verdes, que constituem um elemento fundamental para ajudar a
renovar purificar o ar, além de se constituem como espaço de descanso e de lazer.

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Conclusão
Chegando ao ponto final do trabalho que acabamos de apresentar concluímos que Como o
crescente crescimento das populações urbanas, as infraestruturas rapidamente ficam
ultrapassadas e sem condições de satisfazer as necessidades urbanas. Consideram-se nesta
categoria. Redes de abastecimentos de água e eletricidade, redes de escoamento de águas
usadas (esgotos), cabos de comunicações, e até a dimensão das vias de comunicações. As
consequências podem ser, por exemplo. Cortes frequentes de eletricidade ou o rompimento
dos canos de esgotos.

É e sempre será um grande prazer fazer trabalhos desta natureza com tema de estrema
importância como o que acabamos de apresentar.

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Referencias bibliográficas
IBGE. Divisão regional do Brasil em mesorregiões e microrregiões geográficas. vol I. Rio de
Janeiro: IBGE, 1990.

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