Índice
Agradecimentos……………………………………………………………………………….vi
Declaração de Honra………………………………………………………………………….vii
Resumo………………………………………………………………………………………viii
Abstract……………………………………………………………………………………….ix
[Link]ção..............................................................................................................................10
CAPITULO I............................................................................................................................11
2. Delimitação do tema.............................................................................................................11
[Link] de estudo.............................................................................................................11
[Link]........................................................................................................................11
[Link] do estudo..............................................................................................................12
[Link] Geral...................................................................................................................12
3.2. Objectivos Específicos.......................................................................................................12
3.3. Hipóteses............................................................................................................................12
CAPITULO II...........................................................................................................................13
[Link]ÃO BIBLIOGRÁFICA..............................................................................................13
[Link] Agro-florestal........................................................................................................13
[Link] e distribuição do feijão Nhemba............................................................................13
[Link]ância nutricional e medicinal...................................................................................14
[Link]ção Sistémica do Feijão Nhemba........................................................................14
[Link] da planta...........................................................................................................14
4.6. Exigências edafo-climáticas da cultura..............................................................................15
4.7. Pragas e Doenças...............................................................................................................17
4.7.2. Doenças...........................................................................................................................19
CAPITULO III..........................................................................................................................22
5. METODOLOGIA.................................................................................................................22
9
5.1. Materiais............................................................................................................................22
5.2. Descrição da área de estudo...............................................................................................22
5.3. Métodos..............................................................................................................................23
5.4. Delineamento Experimental...............................................................................................23
5.5. Tipo de Pesquisa................................................................................................................24
5.5.1. Pesquisa quantitativa.......................................................................................................24
5.6. Variáveis a avaliar..............................................................................................................24
[Link] de colecta de dados................................................................................................25
5.7.1. População e Amostra......................................................................................................25
5.8. As actividades Realizadas durante o CDR.........................................................................26
5.8.1. Preparação do terreno.....................................................................................................26
CAPITULO IV..........................................................................................................................27
6. Apresentação de resultados do nivel ataque da Broca da vagem na cultura feijão nhemba
híbrida e local num sistema agro-florestal................................................................................27
[Link]álise e discussão de resultados.......................................................................................27
[Link]ção dos tratamentos..................................................................................................28
6.4. Análise de variância para efeitos principais e interações...................................................28
[Link]ção de médias Teste de Tukey..............................................................................29
7. Cronograma de actividades...................................................................................................30
8. Conclusão..............................................................................................................................31
9. Referência Bibliográfica.......................................................................................................32
Apendices..................................................................................................................................34
Anexos......................................................................................................................................35
10
[Link]ção
Os sistemas agro-florestais (SAF) proporcionam um manejo dos recursos naturais de
forma dinâmica e ecológica, que através da integração de árvores, fruteiras, cultivos anuais
e/ou animais em pequenas propriedades, grandes fazendas e outros cenários, diversifica e
aumenta a produção, promovendo benefícios económicos e sociais para os usuários dos
recursos naturais.
O feijão nhemba (Vignaunguiculata L) é uma dicotiledonea que pertence a família
leguminosae, subfamília papilionoideae, género Vigna. Esta leguminosa tem sua origem em
África donde se expandiu para Índia, China, América Central e América do Norte. A sua
distribuição no interior do continente africano ocorreu através da migração e para outros
continentes (Libombo, 1990).É uma planta rústica, de ampla variabilidade genética, com
grãos ricos em proteína, minerais e fibras, constituindo-se em componente alimentar básico
em regiões áridas e semiáridas (SINGH et al., 2002)
As Brocas da vagem podem causar danos às plantas no campo, nos grãos e na pós-
colheita Em números, as perdas na produção podem oscilar entre 30% e 90%, dependendo de
factores como, período do ano, idade da cultura, dentre outros factores. (Fazolinetal., 2016).
No entanto, quando as lagartas se alimentam de plantas no início do período reprodutivo, elas
podem induzir o aborto de flores e vagens jovens (Melo e Silveira, 1998).
Segundo Rosolem & Marubayashi (1994), sua incidência vem aumentando nos
últimos anos,ocasionando perdas elevadas em algumas regiões do país. As lagartas
inicialmente são de coloração branca e cabeça escura,tornando-se verdes e, quando prestes a
empupar, rosadas, atingindocerca de 20 mm. Penetram nas vagens, destruindo os grãosem
formação, afetando diretamente a produção.
Em Moçambique, o feijão nhemba é também uma cultura bastante importante. É a
segunda leguminosa mais cultivada depois do amendoim (INE, 2010). O feijão é cultivado
quase exclusivamente pelo sector familiar em condições de sequeiro para obtenção de grão,
vagens verde e folhas para o consumo humano e geração de renda familiar (Heemskerk,
1985).
Neste contexto, optou-se em fazer um estudo com o objectivo de avaliar o nivel de
ataque da Broca da vagem na cultura de feijão nhemba nas condições Agroflorestais do
Murropue, no distrito de Quelimane.
11
CAPITULO I
2. Delimitação do tema
O estudo tem como o centro da realização o Campus da Universidade Licungo,
localizado em Murropue no Distrito de Quelimane e, enquadra-se no meio social no âmbito de
produção agro-pecuaria. No entanto terá como objecto do estudo a cultura de feijão Nhemba.
[Link] de estudo
Segundo FAZOLIN et al., (2016) as Brocas da vagem podem causar danos às plantas
no campo, nos grãos e na pós-colheita. Em números, as perdas na produção podem oscilar
entre 30% e 90%, dependendo de factores como, período do ano, idade da cultura, dentre
outros factores. A produção desta cultura tem enfrentado grandes problemas referentes ao
ataque desta praga que é considerada como uma das mais importantes limitadora dos
rendimentos devido aos seus danos, garantindo deste modo que não haja uma satisfação da
demanda do mercado consumidor do feijão de boa qualidade, facto este levado em
consideração devido a falta de conhecimento na aplicação de maneio adequados para estancar
este problema culminando também para que haja maiores custos na produção devido a falta
de conhecimentos ao longo da aplicação destas práticas.
[Link]
O feijão-caupi (Vignaunguiculata(L.) Walp) é uma importante fonte de proteína
consumida por populações rurais e urbanas. A cultura atua, também, como importante fonte
de emprego e renda nestas regiões (Freire filho etal., 2011). O feijão nhemba é uma
leguminosa que garante a segurança alimentar e nutricional, e a sua produção proporciona o
emprego e auto-emprego as populações, nesta ordem de ideia torna-se como necessário, com
vista a aplicar conhecimentos práticos de maneio adequado para o controlo deste agente a fim
de se obter um bom desenvolvimento das plantas de boa qualidade, com baixos custos e com
rendimentos satisfatório para atender a demanda do mercado consumidor e consumo familiar
em termos de sementes e vagens de boa qualidade.
12
[Link] do estudo
[Link] Geral
Avaliar o nível de ataque da Broca da Vagem na cultura de feijão nhemba
(Vignaunguiculata L) hibrido e local nas condições Agroflorestais de Murropue no
distrito de Quelimane
3.2. Objectivos Específicos
Determinar a incidência da broca da vagem
Determinar a severidade de ataque da praga nas variedades local e hibrido
Verificar em que variável (hibrida ou local) a praga afetou mais o Rendimento
3.3. Hipóteses
H0: O ataque da broca da vagem terá um efeito significativo sobre o rendimento da cultura de
feijão Nhemba variedade híbrida e local.
H1: O ataque da broca da vagem não terá um efeito significativo sobre o rendimento da
cultura de feijão Nhemba variedade híbrida e local.
13
CAPITULO II
[Link]ÃO BIBLIOGRÁFICA
[Link] Agro-florestal
Agrofloresta é um nome coletivo para todos os sistemas e práticas do uso de terras,
onde as perenes lenhosas são deliberadamente plantadas na mesma unidade de manejo de
terra com cultivos agrícolas e/ou animais, tanto em mistura espacial ou sequência temporal,
com interações ecológicas e económicas significativas entre os componentes lenhosos e não
lenhosos” (Torquebiau, 1990). Os Sistema Agroflorestal ajudam a manter ou a melhorar a
capacidade produtiva da terra. As árvores adubam a terra e, com frequência, melhoram a
estrutura física do solo.
Na sombra das árvores acumula-se maior quantidade de matéria orgânica, a camada
superficial do solo resseca menos, pouco endurece e as amplitudes térmicas são menores do
que as observadas em solos descobertos. Graças a essas características, a camada superficial
do solo, na sombra de árvores, é biologicamente mais ativa, ou seja, há presença de minhocas
e outros animais em maior quantidade e diversidade. Muito depende, também das espécies
perenes escolhidas para compor o SAF, já que existem árvores que adubam melhor que
outras. Por exemplo, muitas leguminosas, tais como, ingá cipó, leucena, feijão nhemba
acumulam nitrogénio nas suas folhas. O plantio e o manejo dessas leguminosas, nas roças,
podem substituir a aplicação de fertilizantes nitrogenados que o pequeno agricultor, muitas
vezes, não pode comprar por falta de dinheiro. Muitas espécies produzem mais quando
plantadas em associação com outras do que quando plantadas em monocultivo. Muschler,
1994.
Os Sistema Agro-florestal ajudam a manter, algumas eliminar a presença de algumas
pragas no campo, sendo que no sistema Agro-florestal e união de varias espécies há plantas
com capacidades de liberarem algumas substancias que podem ser tóxicas a alguns,
organismos, e com isso reduzindo a frequência dessas pragas no campo Begon et al,1990.
[Link] e distribuição do feijão Nhemba
O feijão nhemba (Vignaunguiculata L) é uma dicotiledonea que pertence a família
leguminosae, sufamiliapapilionoideae, género Vigna (Libombo, 1990). Esta leguminosa tem
sua origem em África donde se expandiu para Índia, China, América Central e América do
Norte. A sua distribuição no interior do continente africano ocorreu através da migração e
14
para outros continentes a cultura dispersou-se através de estabelecimento de contactos
comerciais (Libombo, 1990).
[Link]ância nutricional e medicinal
O feijão nhemba é uma cultura bastante importante nas regiões tropicais e subtropicais
da África Subsaariana, onde é cultivada para a obtenção de folhas, grão fresco e seco para a
alimentação [Link] mais adaptadas, versáteis e nutritivas entre as espécies cultivadas.
Ele é uma excelente fonte de proteínas (23-25% do peso seco em média) e apresenta
alguns aminoácidos essenciais como a lisina, carbohidratos (62% em média), vitaminas e
minerais, além de possuir grande quantidade de fibras dietéticas, baixa quantidade de gordura,
teor de óleo de 2%, em média. É cultivado, principalmente, nas regiões áridas e semi-áridas
onde é uma das leguminosas mais resistentes à seca (Ehlers e Hall, 1997).
[Link]ção Sistémica do Feijão Nhemba
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Fabales
Família: Fabaceae (Leguminosae)
Subfamilia: Faboideae
Género: Vigna
Espécie: V. unguiculata L
Fonte: (EPAGRI, 1992, 285p).
[Link] da planta
O feijão nhemba é uma leguminosa anual e herbácea, pode ser erecta, semi-recta
prostrada ou trepadeira. O crescimento vária de indeterminado a determinado. As plantas das
variedades determinadas produzem um numero limitado de nos e deixam de crescer após a
emissão das gemas florais. Nas variedades indeterminadas, a planta contínua a crescer e
produz novos ramos e gemas florais por um período relativamente longo. (Rulkens, 1996).
a) Sistema radicular
15
O feijão nhemba apresenta um sistema radicular com uma raiz principal profunda e
raízes laterais numerosas, superficiais e bem noduladas. Os nódulos são grandes e globulares.
(Rulkens, 1996)
b) Folhas
As folhas são trifolioladas, com apêndices (estipulas) na base doam pecíolo, sendo os
dois folíolos laterais oblíquos em relação ao plano do folíolo central. (Rulkens 1996)
c) Flores
As flores dispõem-se em pequenos grupos semelhantes a cachos, com poucas flores
que partem da base do pecíolo das folhas ou seja em pseudocachospaucifloros axilares. As
flores completas tem o cálice bilabiado, formando duas partes que se dispõem como dois
lábios. As flores abrem-se apenas nas primeiras horas da manha, não permitindo que
polinização por parte de insectos ocorra frequentemente. De facto a autopolinizacao é a regra
nesta espécie. Estimativas indicam que menos de 20% das flores produzem vagem,
percentagem que ainda pode ser menor com temperaturas extremamente altas, deficiência
hídrica e ataque de tripés de botão. (Rulkens 1996)
d) Inflorescência
A inflorescencia é uma racema composta de várias racemas simples, inseridos num
pedúnculo sulcado. Cada racema simples tem 6 a 12 botões florais mas, somente o par mais
baixo desenvolve-se, enquanto os restantes se degeneram para formarem néctar. (Rulkens
1996)
e) Sementes/ vagens
As vagens são lisas, lineares e cilíndricas, com sementes numerosas. Estas
apresentam-se de cor branca ou amarelada, geralmente com o hilo (olho de feijão) com uma
orla castanha ou negra, que permite facilmente a sua identificação. Desta forma os grão
variam muito em largura, peso, forma e cor. (Rulkens 1996)
4.6. Exigências edafo-climáticas da cultura
a) Precipitação
16
A cultura do feijão-caupi exige um mínimo de 300 mm de precipitação para que
produza a contento, sem a necessidade de utilização da prática da irrigação. As regiões cujas
cotas pluviométricas oscilem entre 250 e 500 mm anuais são consideradas aptas para a
implantação da cultura. Entretanto, a limitação em termos hídricos encontra-se mais
directamente condicionada à distribuição do que à quantidade total de chuvas ocorridas no
período. A ocorrência de ligeiros deficits hídricos no início do desenvolvimento da cultura
pode concorrer para estimular um maior desenvolvimento radicular das plantas. (Ellisetal.,
1994; Craufurdetal., 1996b).
b) Temperatura
O feijão-caupi é cultivado em uma ampla faixa ambiental desde a latitude 400N até
300S, tanto em terras altas como baixas, tais como: Oeste da África, Ásia, América Latina e
América do Norte (Rachie, 1985). O bom desenvolvimento da cultura ocorre na faixa de
temperatura de 18 a 340C. A temperatura base abaixo da qual cessa o crescimento varia com
o estádio fenológico. Para a germinação, varia de 8 a 110C, enquanto para o estádio de
floração inicial, de 8 a 10 0C (Craufurdetal., 1996a, 1996b).
Elevadas temperaturas prejudicam o crescimento e o desenvolvimento da planta de
feijão-caupi, exercem influência sobre o abortamento de flores, o vigamento e a retenção final
de vagens, afectando também o número de sementes por vagem (Ellisetal., 1994;
Craufurdetal., 1996b).
c) Solos e adubação
O feijão-caupi pode ser cultivado em quase todos os tipos de solos, merecendo
destaque os Latossolos Amarelos, Latossolos Vermelho-Amarelos, Argissolos Vermelho-
Amarelos e NeossolosFlúvicos. De um modo geral, desenvolve-se em solos com regular teor
de matéria orgânica, soltos, leves e profundos, arejados e dotados de média a alta fertilidade.
Entretanto, outros solos como Latossolos e NeossolosQuartzarenicos com baixa fertilidade
podem ser utilizados, mediante aplicações de fertilizantes químicos e/ou orgânicos.(Ellisetal.,
1994; Craufurdetal., 1996b).
d) Irrigação
A deficiência de água é um dos factores mais limitantes para a obtenção de elevadas
produtividades de grãos de feijão-caupi, sendo que a duração e a época de ocorrência do
deficit hídrico afectam em maior ou menor intensidade o rendimento dessa cultura. Com o uso
17
da irrigação é possível suprir a quantidade de água para o adequado crescimento e
desenvolvimento do feijão-caupi. (Ellisetal., 1994; Craufurdetal., 1996b).
e) Época de plantio
A melhor época de plantio para as variedades de feijão-caupi de ciclo médio (71 a 90
dias) é a metade do período chuvoso de cada região. Para as variedades de ciclo super precoce
(55 a 60 dias), o ideal é plantar uns dois meses antes de terminar o período chuvoso. Com isto
evita-se que a colheita seja feita em períodos com maior %probabilidade de ocorrência de
chuvas. (Ellisetal., 1994; Craufurdetal., 1996b).
f) Colheita
Recomenda-se que a colheita do feijao-caupi, seja realizada em duas etapas: a primeira
quando 60% a 70% das vagens apresentarem-se seca e a segunda, quando o restante das
vagens estiver seca. A colheita em duas etapas é justificada pelo facto de que o agricultor
obtém um produto de melhor qualidade, evitando o escurecimento e apodrecimento dos grãos
mais velhos. As vagens podres na devem ser colhidas. (Teresina, 2002
4.7. Pragas e Doenças
Pragas
Descrição e Danos
Broca-Das-Vagens Marucavitrata (Fabr., 1787) (Lepidoptera: Crambidae)
Mariposa de coloração marrom com manchas brancas nas asas posteriores e com
borda irregular marrom. As lagartas são de coloração pardacenta e apresentam a cabeça preta,
possuindo segmentos torácicos e abdominais com manchas marrons e pretas.
As lagartas destroem os brotos apicais, flores abertas e as vagens, que apresentam orifícios
irregulares, com teias e fezes (ODEBIYI, 1981).
a) Broca-do-colo ou lagarta elasmo: Elasmopalpuslignosellus (Zeller, 1848)
(Lepidoptera: Pyralidae)
18
O adulto mede cerca de 15 a 20 mm de envergadura, com asas anteriores acinzentadas.
À medida que crescem, perfuram um orifício na planta ao nível do solo construindo uma
galeria ascendente que vai aumentando de comprimento e largura com o crescimento da
lagarta e o consumo de alimento. As plantinhas atacadas apresentam inicialmente um
murchamento discreto assemelhando-se a um sintoma de estresse hídrico. Posteriormente,
tombam e secam completamente. (Teresina, 2002)
Controlo
Produtos para tratamento de sementes ou aplicados no solo no sulco de semeadura
protegem eficazmente as plantas após a germinação, entretanto, não se recomenda o
tratamento preventivo dessa praga, uma vez que, se as condições climáticas forem favoráveis
à cultura (sem veranico), Contudo, se no decorrer da condução da cultura ocorrer um ataque
que mereça uma medida de controlo, recomenda-se uma pulverização com o jacto dirigido
para o colo da planta. (Teresina, 2002)
b) Lagarta-rosca: Agrotisipsilon (Hufnagel, 1776) (Lepidoptera: Noctuidae).
Ataca as plantas na região do colo, seccionando-as. Permanece enterrada próximo às
plantas atacadas durante o dia e, à noite, sai para se alimentar, atacando outras plantas.
Aquelas totalmente seccionadas tombam e murcham rapidamente. As mais desenvolvidas,
quando atacadas pela lagarta, conseguem recuperar-se, em parte, mas a produção é afectada.
(Teresina, 2002)
Controlo
O tratamento das sementes para o plantio ou a aplicação do produto no sulcode plantio
são medidas preventivas de controle da lagarta-rosca, prática essa que só deverão ser tomadas
caso exista necessidade de controle de outras pragas. Após a cultura instalada, caso exista um
ataque que mereça uma medida de controlo, aconselha-se uma pulverização dirigida para o
colo da planta. (Teresina, 2002)
c) Vaquinhas: as espécies de vaquinhas mais comuns em feijão-caupi são:
Diabroticaspeciosa (Germar, 1824) e Cerotomaarcuata (Olivier, 1791)
(Coleoptera: Chrysomelidae).
19
Os adultos dessas espécies medem aproximadamente 4 mm de comprimento. Os
adultos de D. especiosa são de coloração verde e amarela e os de C. arcuata, preta e amarela.
Os adultos alimentam-se das folhas e esporadicamente das vagens, iniciam essa actividade
logo que as plantas emitam os primeiros folíolos. Uma grande população de vaquinhas pode
ocasionar grandes perdas da área foliar e nesses casos convém uma análise do percentual de
perdas nas folhas e o que essas perdas irão influenciar no rendimento da cultura para, então,
ser tomada uma decisão de controlo. (Teresina, 2002)
Controlo
Controlo visando à diminuição da população devido ao grande consumo de área foliar,
podem-se utilizar produtos em pulverização, dando-se preferência aos produtos menos tóxicos
e mais selectivos. E uso de variedades resistentes. (Teresina, 2002)
d) Cigarrinha-verde:Empoascakraemeri (Ross & Moore, 1957) (Hemiptera;
Cicadelidae).
Trata-se de um pequeno insecto de coloração verde, o adulto mede aproximadamente 3
mm. Adultos e ninfas localizam-se sempre na face inferior das folhas onde se alimentam.
É uma das principais pragas de V. unguiculata no Nordeste, especialmente durante os
meses mais quentes e secos. O ataque dessa praga provoca enfezamento nas plantas, que
ficam com os folíolos enrolados ou arqueados (Teresina, 2002).
Controlo
Os insecticidas de contacto devem ser aplicados de forma a atingirem essa superfície.
Por outro lado, com os produtos sistémicos ou que agem por fumigação ou acção
translaminar, as pulverizações podem ser feitas na superfície superior das folhas que atingirão
os insectos na superfície oposta (Teresina, 2002).
4.7.2. Doenças
a) Morte-das-plântulas (Dampingoff)
Sintomas
Frequentemente, quando o ataque é provocado por Rhizoctonia, os sintomas são logo
perceptíveis no caule, onde se observam lesões deprimidas, alongadas e marrons, circundando
às vezes todo o colo. Quando o ataque é de Pythium a doença avança até acima da linha do
solo e, nesse caso, a lesão assume tonalidade esverdeada de aspecto aquoso. Nessa situação,
20
quando as condições climáticas externam muita umidade e temperaturas amenas, o
desenvolvimento das lesões são muito rápidas, determinando murcha e tombamento das
plantas em um curto espaço de tempo. Assim observa-se falha na germinação e,
consequentemente, redução no estande (Rios, 1988; Ponte, 1996).
Controlo
Os métodos de controlo baseiam-se fundamentalmente no uso de sementes sadias e
certificadas e na protecção das sementes por meio de fungicidas antes do plantio.
b) Podridão-das-raízes
Sintomas
O sintoma primário tem início na raiz principal que, a princípio, apresenta discreta
coloração avermelhada, progredindo em intensidade e extensão. Posteriormente, a coloração
avermelhada assume um tom marrom, época em que os tecidos se rompem em fendas
longitudinais e são verificados apodrecimento do parênquima e desintegração dos feixes
vasculares com a consequente interrupção da circulação de seiva, surgindo um
amarelecimento geral, murcha, seca e morte das plantas (Ponte, 1996).
Controlo
Na ausência de cultivares comprovadamente resistentes, devem ser adoptadas a
remoção e queima das plantas doentes, eliminação dos restos culturais e rotação de cultura
com algodão e/ou gramíneas. A aplicação de calcário, na ordem de 1 t/ha tem sido destacada
por Santos et al. (1996) como eficiente para o controle da enfermidade.
c) Podridão-do-colo
Sintomas
A doença se exprime inicialmente no colo das plantas, ao nível do solo, causando
lesões necróticas deprimidas, de aspecto aquoso que com a rápida evolução atinge todo o
caule e também os primeiros ramos, dando lugar à extensa área necrosada e podre. Em
condições favoráveis à doença, surge, muitas vezes, à superfície das lesões, discreto
21
crescimento branco, correspondendo às estruturas reprodutivas do patógeno. Nessas
condições, as plantas afectadas murcham e fenecem rapidamente.
Controlo
O controlo deve visar ao estabelecimento de condições que sejam desfavoráveis à
doença. Assim, devem-se evitar plantios adensados, solos excessivamente húmidos, e, em
casos muito especiais, promover tratamento com fungicidas específicos, a exemplo de
produtos à base de metalaxyl e tratamento de sementes com produtos à base de captam.
d) Murcha-de-fusarium
Sintomas
Os sintomas se expressam primeiramente na redução do crescimento e clorose
acompanhada de queda prematura de folhas que evolui para murcha e posterior morte das
plantas (Rios, 1988).
Controlo
Para o controle da doença, deve-se considerar um conjunto de medidas: escolha da
área isenta do patógeno; definição adequada da época do plantio para se evitar o plantio sob
condição de encharcamento; estabelecimento de um plano de rotação cultural; uso de
sementes certificadas, produzidas em áreas indenes e realização de tratamento de sementes
com fungicidas à base de benomyl (Oliveira, 1981).
22
CAPITULO III
5. METODOLOGIA
5.1. Materiais
Para a realização deste trabalho foi usado os seguintes materiais mencionados:
Enxada
Fita-metrica
Estacas
Bloco de notas
Esferográfica
Regadores
Catana
1k g de semente de feijão
Etiquetas
Balança de 50 kg
Plásticos
2 Bacias
Faca
Régua
Corda
Computador
Pulverizador
5.2. Descrição da área de estudo
O Distrito de Quelimane fica situado a sul da Província da Zambézia, entre os paralelos 17º e
32’ sul e os meridianos de 37º e 35’ longitude Este e é limitado ao Norte pelo Rio Namacurra,
que o separa do Distritos de Namacurra e o de Nicoadala, a Sul pelo Rio Cuacua (Rio dos
Bons Sinais) que o separa do Distrito de Inhassunge, a Este é limitado pelo Oceano Índico e a
Oeste pelo Distrito de Nicoadala (INE, 2017).
23
Fig : Mapa de Quelimane
O distrito de Quelimane tem uma superfície de 6.285 km2 e com uma densidade
populacional de 392.031 habitantes, A pluviosidade média anual é de 1000 mm, com uma
temperatura media mensal igual a 23°C 27°C. Os solos embora de cores variadas, o
dominante e arenosas com pH entre 5.5 a 6.5. (INE, 2017).
5.3. Métodos
Para a realização do presente trabalho será conduzido um ensaio no campus Murropue,
da Universidade Licungo.
5.4. Delineamento Experimental
O ensaio será realizado usando delineamento experimental de desenho de Blocos
Completos Casualizados (DBCC), com 4 blocos, sendo composta por 24 parcelas das quais só
foram usadas 20 parcelas para o estudo. Tendo sido usada duas variedades de semente de
feijão nhemba (local e o híbrido), onde a sementeira para ambas as variedades foram feitas
nas margens/ bordas das parcelas.
O ensaio ocupara uma área total de 4690 m2, com 70m de comprimento e 67 m de
largura, sendo o espaçamento entre blocos de 50 cm e entre parcelas 20 cm. Tendo um
compasso de 20 cm para as duas variedades (20 x 20).
24
5.5. Tipo de Pesquisa
5.5.1. Pesquisa quantitativa
Segundo Knechtel (2014), a pesquisa quantitativa é uma modalidade de pesquisa que
actua sobre um problema humano ou social, é baseada no teste de uma teoria e composta por
variáveis quantificadas em números, as quais são analisadas de modo estatístico, com o
objectivo de determinar se as generalizações previstas na teoria se sustentam ou não.
Nesse sentido, a pesquisa quantitativa está ligada ao dado imediato. O que isso quer
dizer? Significa que ela se preocupa com a quantificação dos dados, comprovando se uma
teoria é válida ou não a partir de análises estatísticas. A pesquisa quantitativa está ligada
directamente à quantificação dos dados, na experimentação, na mensuração e no controle
rigoroso dos fatos (Knechtel, 2014).
5.6. Variáveis a avaliar
a) Incidência de praga Para responder esta variável será mediante acolheita de dados
em diferentes tratamentos em que a partir da observação directa ira-se identificar o
plantas com a praga que mais foi atacado por esta praga.
b) Nível de Ataque Para responder esta variável será mediante acolheita de dados em
diferentes tratamentos em que a partir da observação directa ira-se identificar o
tratamento que mais foi atacado por esta praga.
Parâmetro de crescimento
Para responder este objectivo, será possível com base nas plantas escolhidas e com
ajuda de uma régua efectuar-se-á a medição das alturas e comprimentos das folhas para os
tratamentos.
Número de vagens por planta em cada tratamento
Para responder este objectivo será feito a partir da contagem das vagens das plantas
amostrais em estudo sendo por tratamento.
O peso das sementes em cada tratamento
Para se alcançar este objectivo, será com base na colheita das vagens das plantas
amostrais, que por sua vez ira se debulhar e pesar-se as suas sementes.
Identificar o tratamento mais atacado
25
Para responder esta variável será mediante acolheita de dados em diferentes
tratamentos em que a partir da observação directa ira-se identificar o tratamento que mais foi
atacado por esta praga.
[Link] de colecta de dados
Pesquisa descritiva: colecta de várias informações com grande número de variáveis,
que serão reduzidas a quantificadores, que representam a dinâmica social, a fim de descrever
o acontecimento dos fenómenos (pesquisa eleitoral e de mercado). (Knechtel 2014).
Pesquisa exploratória: aplica instrumentos para medir e descrever determinado
comportamentosocial, que não possuía grande atenção da comunidade científica (pesquisas
que verificam mudanças de padrões de comportamento social). (Knechtel 2014).
5.7.1. População e Amostra
De acordo com Malhota (1996) a população corresponde ao agregado de todos os
elementos que compartilham um conjunto comum de característica de interesse para o
problema sob investigação.
Existem vários modos por meio dos quais o pesquisador pode seleccionar amostras diferentes.
A técnica amostras usada será (Babbie, 2001; Mattar, 1999; Baggozzi, 1994; Kidder, 1987):
Amostragem probabilística
Onde todos os elementos da população há probabilidade conhecida (diferente de zero)
de serem seleccionados para compor a amostra. Pode ser subdividida em amostragem
probabilística:
Simples: quando todos os elementos tem igual probabilidade de serem seleccionados.
Para o levantamento dos dados amostrais sera usado o metodo de lancamento aleatorio
com base numa pedrinha, em todas as parcelas em estudo, sendo no total 20 parcelas, na qual
foram obtidas 20 plantas amostrais.
26
5.8. As actividades Realizadas durante o CDR
5.8.1. Preparação do terreno
A preparação do terreno foi feita em Fevereiro do ano 2020, tendo em conta a primeira
actividade a ser levada acabo a limpeza, seguindo-se a lavoura mecanizadae por fim a
organização do esquema dos respectivos blocos.
a) Sementeira
A sementeira será directa, no campo definitivo usado o compasso de 20 x20 cm. Numa
dimensão de 1 m de largura e 10 m de comprimento para cada parcela das variedades
estudadas.
b) Sacha
Esta actividade foi feita mediante o objectivo de controlar a existência das ervas
daninhas no campo, com vista a garantir o crescimento destas variedades livre das infestantes.
c) Amontoa
Com o objectivo de assegurar que as variedades em estudo acamem ou tombam, por
um certo factor ou qualquer causa, será feita esta actividade durante a monitoria do estudo.
5.8.2. Recolha de dados
A recolha de dados para a pesquisa foi feita em 2 etapas com vista a obter maior
controlo da incidência de ataque. Não sendo necessário realizar a colheita do produto em
função do rendimento porque isso será feito por um colega com o tema do rendimento, só
compartilharemos os dados desta actividade após a sua recolha.
5.8.3. Resultados Esperados
De acordo com o estudo a ser realizado pode-se esperar que a variedade local tenha
menos índices de ataque da praga a broca da vagem em relação a variedade híbrida que possa
ser afectada com mais índices da broca das vagens, o que resultara com um baixo rendimento.
27
CAPITULO IV
6. Apresentação de resultados do nivel ataque da Broca da vagem na cultura feijão
nhemba híbrida e local num sistema agro-florestal
[Link]álise e discussão de resultados
[Link] da análise
1 2 3 4 5
T1 1,0000 4,0000 3,3300 2,0000 1,0000
T2 3,0000 4,3300 8,3300 3,0000 3,3300
T3 8,6000 1,3300 2,6600 0,0000 2,0000
T4 5,6000 3,6600 3,6600 3,0000 1,6600
6.1. Transformação dos dados
Transformação Box-Cox estimada e aplicada como proposto por Hawkins e Weisberg
(2017)
( 0,5 (X + √ X 2 +2 , 9² ¿ ¿ − 0,3006 − 1
Y=
− 0,3006
6.2.1. Teste de Normalidade dos resíduos
PShapiro-W ilk = 0,8317
Não há evidências para se rejeitar a normalidade dos resíduos pelo teste de Shapiro-Wilk a
5% de probabilidade duas variedade do feijão nhemba híbrida e local resultados similar
aos de (Royston, 1995)
6.2.2. Teste de Homocedasticidade
PLevene = 0,5443
28
Não há evidências para se rejeitar a homogeneidade de variâncias pelo teste de Levene a
5% de probabilidade duas variedade do feijão nhemba híbrida e local resultados similar
aos de (Gastwirth et al., 2009).
[Link]ção dos tratamentos
Média Variância DP EPM
T1 2,2660 0,0684 0,2616 0,1170
T2 4,3980 0,0486 0,2204 0,0986
T3 2,9180 0,2069 0,4548 0,2034
T4 3,5160 0,0439 0,2095 0,0937
[Link]ções gerais do experimento
Média 3,2745
Desvio padrão residual 0,3032
Erro padrão da média 0,0678
Coeficiente de variação (%) 29,345
Os valores das médias estão mantidos na escala original. Já as variâncias, desvios
padrões, coeficientes de variação, DMS, análises de variância e comparações de médias são
calculados com os dados transformados, resultados similar aos de (Teresina, 2002).
6.4. Análise de variância para efeitos principais e interações
Causas de
GL SQ QM F P
variação
1,3150 NS
Tratamento 3 0,3627 0,1209 0,3041
Resíduo 16 1,4710 0,0919 _
-
Total 19 1,8337 _ _ _
29
NS= não-significativo a 5% de probabilidade.
Nesse sistema agro-florestal os resultados da análise de variação (anova) na
verificação do ataque da broca da vagem mostraram que não diferenças significativas de
variação entre os tratamentos resultados similares aos de (ODEBIYI, 1981).
[Link]ção de médias Teste de Tukey
Tratamento Média
T2 4,3980 a
T4 3,5160 a
T3 2,9180 a
T1 2,2660 a
DMS(5%):0,5487
Nesse sistema agro-florestal os resultados da comparação das medias aplicando Teste
de Tukey indica que não houve diferença mínima significativa DMS com (5%) de
probablidade porque foi de 0,5487 do ataque da broca da vagem mostraram que não
diferenças significativas de variação entre as duas variedade do feijão nhemba híbrida e local
resultados similares aos obtidos ´por (Gastwirth et al., 2009).
30
7. Cronograma de actividades
Actividades Meses
Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho
Preparação do X
terreno
Sementeira X
Sacha X X
Recementeira X
Adubação X
Amontoa X X X X
Tratamento X X X
fitossanitário
Recolha de X X X
dados
Colheita X
Avaliação dos X
resultados
31
8. Conclusão
Com base neste estudo que teve uma distribuição normal e os dados foram totalmente
heterogéneos, concluo que nesse sistema agro-florestal os resultados da comparação aplicando
Teste de Tukey indica que não houve diferença mínima significativa DMS com (5%) de
probablidade não houve diferença da variação do Ataque da praga Broca da Vagem, com base
em todas analises feitas na Cultura de Feijão Nhemba duas variedade híbrida e local, nas
Condições Agro-florestais de Murropue em todos tratamentos desse sistema. Como vimos que
uma das causas de não variação de ataque, entre as duas variedades deve ser por causa de
como os Sistema Agro-florestal ajudam a eliminar a presença de algumas pragas no campo,
sendo que no sistema Agro-florestal e união de varias espécies há plantas com capacidades de
liberarem algumas substancias que podem ser tóxicas a alguns, organismos, e com isso
reduzindo a frequência dessas pragas no campo.
32
9. Referência Bibliográfica
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34
Apendices
Esquema do campo 22
11 16 21
10 15 20
24
9 14 19
8 13 18
23
7 12 17
67
Área total: 4690 m2
Comprimento: 70m
Largura: 67 m
Espaçamento entre blocos: 50 cm
Espaçamento entre parcelas: 20 c m
35
Anexos