Universidade Católica de Moçambique
Instituto de Educação à Distância
RESUMO
Manuel Maibeque Belema
Código: 708190298
Curso: Licenciatura Em Ensino de História
Disciplina: Didáctica de História III
Ano de Frequência: 4º
Tutor: Sergio Muchalezeze
Tete, Junho, 2022
Universidade Católica de Moçambique
Instituto de Educação à Distância
RESUMO
Manuel Maibeque Belema
Código: 708190298
Trabalho de campo da cadeira de Didáctica de História
III, a ser submetido no Instituto de Educação à
Distância (UCM), como requisito parcial para
avaliação, sub orientação do dr. Sergio Muchalezeze
Tete, Junho, 2022
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Classificação
Categorias Indicadores Padrões Pontuação Nota do
Subtotal
máxima tutor
Capa 0.5
Índice 0.5
Aspectos Introdução 0.5
Estrutura
organizacionais Discussão 0.5
Conclusão 0.5
Bibliografia 0.5
Contextualização
(Indicação clara do 1.0
problema)
Descrição dos
Introdução 1.0
objectivos
Metodologia
adequada ao objecto 2.0
do trabalho
Articulação e
domínio do discurso
académico
Conteúdo 2.0
(expressão escrita
cuidada, coerência /
coesão textual)
Análise e
Revisão bibliográfica
discussão
nacional e
internacionais 2.0
relevantes na área de
estudo
Exploração dos
2.0
dados
Contributos teóricos
Conclusão 2.0
práticos
Paginação, tipo e
tamanho de letra,
Aspectos
Formatação paragrafo, 1.0
gerais
espaçamento entre
linhas
Normas APA 6ª
Rigor e coerência das
Referências edição em
citações/referências 4.0
Bibliográficas citações e
bibliográficas
bibliografia
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Folha para recomendações de melhoria: A ser preenchida pelo tutor
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Índice
1.0. Introdução ................................................................................................................................. 6
2.0. Resumo ..................................................................................................................................... 7
Unidade XIII: Principais regras de elaboração de testes e provas. .................................................. 7
Unidade XIV A Avaliação da Aprendizagem ................................................................................. 8
Unidade XV: Funções da avaliação ................................................................................................ 9
Unidade XVI A Avaliação e os Objectivos ................................................................................... 10
Unidade XVII A Avaliação diagnóstica ........................................................................................ 12
Unidade XVIII A Avaliação Formativa ........................................................................................ 12
Unidade XIX: A Avaliação formativa informal ............................................................................ 13
Unidade XX A Avaliação Sumativa.............................................................................................. 14
Unidade XXI A Auto avalição ...................................................................................................... 15
Unidade XXII A Auto avalição como processo ............................................................................ 16
Unidade XXIII Análise de Resultados de Testes .......................................................................... 17
Unidade XXIV Registo e informação de resultados ..................................................................... 17
3.0. Cocnclusao ............................................................................................................................. 18
4.0. Referências Bibliográficas ...................................................................................................... 19
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1.0. Introdução
É sabido que, o ensino é uma das actividades que tem como uma das suas
principaiscaracterísticas o facto de ter carácter planificado. Isso faz com que a prática do
professor se oriente por uma adequada planificação, englobando os aspectos fulcrais do plano,
tais como, os conteúdos, os objectivos/competências a desenvolver, os meios deensino-
aprendizagem, etc.
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2.0. Resumo
Unidade XIII: Principais regras de elaboração de testes e provas.
Factores a ter em conta durante a elaboração de um teste
Assim o coodenador pedagógico, pode proceder do seguinte modo:
Marque com os professores um encontro de formação para falar sobre os métodos de
avaliação e o papel da prova escrita. Para que haja exemplos, peça ao grupo um exame
elaborado com base no caderno de um aluno.
Inicie falando sobre a importância de elaborar questões específicas para cada turma e
baseadas nas práticas desenvolvidas em classe. Peça que os professores troquem entre si
as provas e os materiais usados para elaboração.
Os educadores devem ler os exames e analisar se entenderam o enunciado e se as questões
coincidem em forma e conteúdo com as encontradas nos cadernos.
Pergunte: as actividades são parecidas com as realizadas pelos alunos? As perguntas se
justificam diante do que o professor quer saber? As questões estão claras? Há espaço para
as respostas? As orientações estão adequadas?
Cada educador devolve a prova ao colega que a elaborou com observações e sugestões de
pontos a melhorar.
Proponha a reformulação das provas atendendo às solicitações docolega.
Por fim, peça que os participantes troquem novamente as produções e debatam se a nova
versão resulta em um diagnóstico mais preciso do que os alunos aprenderam.
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Elaboraçao de itens de uma prova
Tempo: Nesta questão, há quatro problemas. Será que a prova não ficará muito longa?
Peça ao professor que use a experiência das aulas para analisar se as crianças conseguirão
manter a concentração.
Linguagem: Preste atenção nas palavras. Se o objetivo não é verificar o vocabulário,
questione termos que possamser de compreensão difícil e comprometer o entendimento.
Objetivo: A pergunta corresponde ao que o professor realmente quer avaliar? Uma
questão como esta pode gerar respostas pouco esclarecedoras, como" porque fiz a conta".
Espaço: Para evitar grande número de papéis e anexos, deve-se deixar espaço suficiente
entre as perguntas para rascunho e o desenvolvimento de raciocínios ou contas.
Famaridade: O aluno está habituado ao conteúdo e ao tipo de questão?
Além da resposta: A pergunta objectiva é acompanhada de outra, que pede que os alunos
expliquem como pensaram - uma maneira de o professor saber o que eles já sabem para
ensiná-los com base nisso.
Unidade XIV A Avaliação da Aprendizagem
Conceito de Avaliação
Segundo PROENÇA (1992), a Avaliação pode considerar-se como um processo contínuo e
sistemático que permite detectar em que medida os objectivos educacionais foram atingidos .
Já PILLETI (2002), define a Avaliação como sendo um processo contínuo de pesquisa que visa
interpretar os conhecimentos, habilidades e atitudes dos alunos, tendo em vista mudança
esperadas no comportamento, propostas nos objectivos, a fim de que haja condições de decidir
sobre alternativas do planeamento do trabalho do professor e da escola como um lado.
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Intervenientes do Processo de Avaliação
Os intervenientes do processo de avaliação são:
Os professores;
Os alunos
Os encarregados de educação;
A direcção da escola;
Os membros do conselho de escola;
Técnicos de educação a vários níveis
Importância da avaliação
A avaliação existe para que se conheça o que o aluno aprendeu, o que ele ainda não aprendeu
para que se providenciem os meios para que ele aprenda o necessário para a continuidade dos
estudos. Cada aluno tem o direito de aprender e de continuar seus estudos. A avaliação é vista,
então, como uma grande aliada do aluno e do professor. Não se avalia para atribuir nota, conceito
ou menção. Avalia-se para promover as aprendizagens do aluno. Enquanto o trabalho se
desenvolve, a avaliação também é feita. Aprendizagem e avaliação andam de mãos dadas, a
avaliação sempre ajudando a aprendizagem.
Unidade XV: Funções da avaliação
Bartolomeis (1977) diz que a avaliação da aprendizagem tem três funções principais:
Prognóstico - Por esta função, verifica-se se o aluno possui ou não qualidades e os
conhecimentos necessários para o curso, estimando-se seu desempenho futuro.
Medida - Através dessa função, há: o controlo de aquisições, a avaliação do progresso do
aluno e a análise do desempenho do aluno em certos momentos e em diversas situações.
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Diagnóstico - Verifica-se, graças a esta função, quais as causas que impedem que a
aprendizagem real ocorra.
Requisitos para uma correcta avaliação
Clareza nos objectivos que se pretendem alcançar;
Deduzir os objectivos a partir da matéria a avaliar;
Tempo adequado para a realização;
Guião de correcção;
Objectividade;
Os testes não devem conter erros ortográficos.
Unidade XVI A Avaliação e os Objectivos
A Relação entre os Objectivos e a Avaliação
Como vimos no módulo anterior, os objectivos constituem a meta que pretendemos alcançar. E
estes têm como funções:
Dirigir o desenvolvimento do ensino e do currículo;
Induzir a avaliação;
Facilitar a aprendizagem;
A função da avaliação é interrogarmo-nos sobre se atingimos ou não os objectivos propostos.
Nesta actividade, torna-se fundamental procurar os meios mais adequados para atingir os
objectivos que devem estar claramente definidos.
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Características da avaliação
Integrada: A avaliação faz parte do processo de aprendizagem mpreensiva e significativa,
possibilitando o diálogo crítico dos alunos sobre os problemas que encontram ao realizar
suas tarefas. Apresenta um grande valor informativo sobre a evolução do processo de
aprendizagem.
Holística e globalizadora: Tem em conta não só os aspectos intelectuais da pessoa do
aluno, mas também as dimensões de tipo afectivo, social e ético;
Contínua Centra-se numa perspectiva da avaliação integrada no processo
ensinoaprendizagem; Procura desenvolver um processo de reflexão - acção – reflexão.
Fases da Avaliação
Segundo NÉRICI (1989), a avaliação compreende cinco fases que são:
Determinação do que se pretende avaliar, indicado pelos objectivos;
Indicação das circunstâncias em que o educando possa revelar se alcançou ou não os
objectivos;
Estabelecimento de um padrão de avaliação;
Recolhimento de dados;
Pronunciamento avaliativo
Tipos de Avaliação
Existe três tipos de avaliação:
Avaliação diagnóstica, a avaliação diagnóstica permite verificar os alunos antes de
começar o processo para poder conhecer o estado em que se encontram, seus problemas
(de um aluno ou grupo) de modo a organizar toda à sequência de acções a partir dos
objectivos;
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Avaliação formativa, avaliação formativa é aquela que dá a conhecer ao professor e aos
alunos até que ponto estão a ser alcançados os objectivos bem como identificar os
obstáculos que comprometem a aprendizagem, a razão de ser desses obstáculos
permitindo assim estabelecer as estratégias adequadas aos alunos e professores para a
correcção das falhas detectadas.
Avaliação sumativa, avaliação sumativa é aquela que se implementa ao finalizar o
processo do ensino – aprendizagem quando já não tem possibilidades e planear
actividades de recuperação para reorientar a aprendizagem.
Unidade XVII A Avaliação diagnóstica
A avaliação diagnóstica tem como objectivo ajustar o programa de ensino a cada aluno. A
avaliação diagnóstica permite verificar os alunos antes de começar o processo para poder
conhecer o estado em que se encontram, seus problemas (de um aluno ou grupo) de modo a
organizar toda à sequência de acções a partir dos objectivos, isto é, de acordo com as
necessidades ou requisitos iniciais detalhados.
Aplica-se geralmente este tipo de avaliação no início de uma unidade, semestre ou ano.
Unidade XVIII A Avaliação Formativa
A principal modalidade de avaliação no processo de ensino e aprendizagem é a avaliação
formativa, visto assumir carácter contínuo e sistemático. Visa a regulação de ensino e da
aprendizagem, pois fornece aos intervenientes do processo de avaliação informação sobre o
desenvolvimento das aprendizagens e competências por formas a permitir rever e melhorar os
processos de trabalho.
A avaliação formativa tem como finalidade reconhecer onde e porquê o aluno sente dificuldades
e procurar informa-lo. São os seguintes os propósitos da avaliação formativa:
Informar o professor e o aluno sobre o rendimento da aprendizagem; - Localizar as
deficiências na organização do ensino;
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Determinar se os objectivos propostos para o processo de ensino aprendizagem foram ou
não atingidos.
Ao iniciar um período lectivo ou uma unidade de ensino, o professor estabelece quais são
os conhecimentos que seus alunos devem adquirir, bem como as habilidades e atitudes a
serem desenvolvidos. Esses conhecimentos, habilidades e atitudes devem ser
constantemente avaliados durante a realização das actividades, fornecendo informação
tanto para o professor como para o aluno sobre o que já foi assimilado e o que ainda
precisa de ser dominado.
Adaptação das Actividades Pedagógicas
A adaptação das actividades pedagógicas deverá contrair-se numa modificação das tarefas de
modo a permitir ao aluno ultrapassar as dificuldades encontradas e empenhar-se num processo de
aprendizagem construtivo. De um modo geral a adaptação pedagógica visará ajudar o aluno a
descobrir aspectos pertinentes da tarefa e a empenhar-se na construção de uma estratégia
adequada. Para atingir estes objectivos podemos seguir diversos processos:
Trabalhos individuais com material concebido em função da natureza das dificuldades de
aprendizagem encontradas pelo aluno;
Interacção Professor-Aluno em que o professor procura por um jogo de perguntas,
sugestões favorecer a reestruturação, dos processos mentais de aprendizagem do aluno;
Trabalho em pequenos grupos em que a interacção entre os alunos em estádio de
aprendizagem diferentes pode suscitar uma consolidação dos processos mentais de cada
um.
Unidade XIX: A Avaliação formativa informal
A avaliação informal é importante porque dá chances ao professor de conhecer mais amplamente
cada aluno: suas necessidades, seus interesses, suas capacidades. Quando um aluno mostra ao
professor como está realizando uma tarefa ou lhe pede ajuda, a interação que ocorre nesse
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momento é uma prática avaliativa, isto é, o professor tem a oportunidade de acompanhar e
conhecer o que ele já aprendeu e o que ainda não aprendeu.
Quando circula pela sala deaula observando os alunos trabalharem, o professor também está
analisando, isto é, avaliando o trabalho de cada um. São momentos valiosos para a avaliação.
A avaliação informal nem sempre é prevista e, conseqüentemente, os avaliados, no caso os
alunos, não sabem que estão sendo avaliados. Os seguintes instrumentos da avaliação informal
sao provas, exercícios e actividades escritas, produção de textos, relatórios, pesquisas, resolução
de questões historicas, questionários etc.
Unidade XX A Avaliação Sumativa
A avaliação sumativa é aquela que se implementa ao finalizar o processo do ensino –
aprendizagem quando já não tem possibilidades e planear actividades de recuperação para
reorientar a aprendizagem.
A avaliação sumativa tem como objectivos: Classificar os alunos no fim de um Semestre, Ano,
curso ou unidade segundo níveis de aproveitamento; - Comprovar a aquisição de conhecimentos,
atitudes e habilidades reactivas ao programa total duma disciplina ou estágio.
A avaliação sumativa esta orientada a verificação do grau em que tem sido alcançado os
objectivos.
Com a avaliação sumativa pode-se efectuar um balanço de aproveitamento do aluno para a
apreciação dos resultados face aos quais o aluno obtém uma classificação.
No ensino básico, a informação resultante da avaliarão somativa conduz a atribuição de uma
classificação, numa escala de níveis de não satisfatória, aceitável, satisfatória, bom e muito bom
em todas as disciplinas a qual deve ser acompanhada de uma apreciação descritivas sobre a
evolução do aluno.
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Unidade XXI A Auto avalição
A auto-avaliação ocorre quando um agente lança-se em uma acção que crê ser viável, projetando-
se em direção ao grupo social e assim provoca a instauração de um processo de comparação entre
o estado presente e um padrão de referência por ele identificado e valorizado.
Este processo resulta na produção de conhecimento e no ganho de novos elementos para reflexão
futura, com repercussões para uma maior autonomia do agente. (LASH:1997), Ao processo que
se inicia com o reconhecimento de uma lacuna e pode finalizar com a mobilização pessoal em
busca da realização de uma meta, chamamos auto-avaliação ou mais especificamente no caso do
professor, autoformação.
As práticas de avaliação desenvolvidas no ambito escolar, são de um modo geral, justificadas por
duas ordens de razão, externas e internas. As primeiras têm a ver com facto de a aprendizagem se
desenvolver num contexto sócio cultural e institucional com exigências e constrangimentos
diversos.
O aluno para se inserir de modo satisfatório nessa realidade, tera vantagem em:
Comparar o seu rendimento com o de outros alunos, em identica situacao
Apreciar esses resultados, segundo normas e padrao estabelecidos.
O controlo da aprendizagem justifica-se, ainda, por motivos internos, ja que em relação ao
revestimento feito, o aluno tem de obter informação que lhe permita verificar:
Se o seu desenmpenho esta de acordo co m os objectivos de aprendizagem fixados.
Se o nivel deste resultado satisfaz as metas que ele próprio se impos, se o primeiro tipo de
avaliação não dispensa a intervenção de avaliadores e externos, e, portanto não esta ao
alcance do aluno realiza-lo sozinho, o segundo perfila-se como algo indissociavel do
processo de ensino e aprendizagem.
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E, relativamente a este processo, é fundamental que o aprensendente como protagonista, do
mesmo modo o deve ser quanto ao uso de um instrumento decisivo na construcao e regulação
desse saber, avaliação.
Unidade XXII A Auto avalição como processo
A auto-avaliação e a hetero-avaliação são instrumentos poderosos de avaliação educacional,
permitindo alcançar objectivos pedagógicos diversos. A auto-avaliação é defendida por EDIGER
(1993), que se opõe à utilização maciça de testes. Afirma que os alunos que se avaliam a eles
próprios necessitam de perceber o processo e os resultados a atingir, através de um esquema
dereferência e, nesse contexto, o professor deve constituir um guia que simula e inicia o processo
de auto-avaliação.
Conceitos fundamentais de avaliação
Diferenças entre Medir e Avaliar
A primeira diferença estabelecida pelos estudiosos nesta área é entre “medir” e “avaliar”.
Segundo POPHAM (1983), o processo avaliativo inclui a medida, mas nela não se esgota. A
medida diz o quanto o aluno possui de determinada habilidade; a avaliação informa sobre o valor
dessa habilidade. A medida descreve os fenômenos com dados quantitativos; a avaliação
descreve os fenômenos e os interpreta, utilizando-se também de dados qualitativos. A avaliação,
segundo essa perspectiva, pode ou não ser baseada em medida; quando, porém, se baseia nesta,
vai além de uma descrição quantitativa, acrescendo, à medida, um julgamento de valor.
Propósitos da Avaliação de aprendizagem
Cinco propósitos fundamentais serão lembrados aqui, propostos por MUNICIO (1978):
Coletar informações sobre os desempenhos dos alunos, para que se possa aperfeiçoar o
processo ensino-aprendizagem;
Identificar os interesses de cada estudante para proporcionar orientação educacional e
vocacional;
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Julgar quais as experiências de aprendizagem são mais adequadas para diversos grupos de
estudantes;
Verificar se os programas educacionais estão provocando reais mudanças;
Proporcionar elementos para que o professor possa planejar o nível e o tipo de ensino
adequados.
Unidade XXIII Análise de Resultados de Testes
Toda a prova para ter validade deve ter, um certo grau de fidelidade ou precisão, caso contrário
não serve como instrumento de avaliação. Existem diversos factores que afectam a Fidelidade de
um Teste, dentre os quais destacam-se a extensão do teste; a subjectividade ao classificar; a
instabilidade do indivíduo e ou do grupo; as condições externas.
Na Avaliação do aluno através da Observação Directa, o professor em sua acção didáctica tem
muitas oportunidades de observar os seus alunos de modo a recolher dados importantespara a
orientação da sua aprendizagem, recorrendo à tabelas, listas de verificação ou registo de
ocorrências significativas.
Unidade XXIV Registo e informação de resultados
O registo da informação dos resultdos e da responsabilidade do formador ou professor, com a
colaboração dos membros do conselho pedagógico. Tal procedimento não é feito de forma
aleatória, obedece regras. Utilizam-se vários materiais para o registo dos resultados,
nomeadamente a fiha de avaliação, cadernetas, livros de termos, pautas, mini pautas, livro de
sumário, lápis, esferográficas, borrachas, entre outros.
Estes materiais o professor é facultado logo no inicio do ano academicoescolar pelo director
pedagógico ou outro funcionário encarregue pela area pedagógica.
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3.0. Cocnclusao
Neste contexto, a síntese é utilizada para reduzir as ideias principais de um texto em outro menor.
Nesses termos, a síntese nunca deve ser maior e mais extensa do que o conteúdo original. Por se
tratar de um género técnico, ela é muito utilizada em ambientes formais, como escolas e
universidades. Geralmente, professores pedem para que os alunos possam desenvolver conteúdos
sobre um determinado conteúdo dentro do ambiente educacional
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4.0. Referências Bibliográficas
Libâneo, J. C. (1992). Didáctica. São Paulo
Martinez, C. L. P. Explorando o potencial da avaliação Formativa: Análise de uma
experiência centrada na escola. 2001.
Medeiros, E.B. Provas objectivas: Técnicas de Construção. Rio de Janeiro, 1977.
Universidade Católica de Mocambique, Moduulo de didáctica de história III,
mocambique, Beira
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