0% acharam este documento útil (0 voto)
158 visualizações7 páginas

Estudo Prático da Lei de Ohm

Este documento descreve um experimento realizado no laboratório de engenharia para testar as Leis de Ohm, coletando dados de tensão e corrente em um circuito com resistor de 391 ohms. Os resultados foram plotados em um gráfico para verificar a relação entre tensão e corrente prevista pela Primeira Lei de Ohm.

Enviado por

Kelvin Souza
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
158 visualizações7 páginas

Estudo Prático da Lei de Ohm

Este documento descreve um experimento realizado no laboratório de engenharia para testar as Leis de Ohm, coletando dados de tensão e corrente em um circuito com resistor de 391 ohms. Os resultados foram plotados em um gráfico para verificar a relação entre tensão e corrente prevista pela Primeira Lei de Ohm.

Enviado por

Kelvin Souza
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Lei de Ohm

Laboratório de Práticas I, ENGDM1AB, Segunda-feira

1. Lucas Gonçalves Accioli; 2. Lucas de Paula; 3. Kelvin Souza; 4. André


Martins.

2122082018 (1); 2112081028 (2); 2122082014 (3); 2122081016

Instituto de Educação Superior de Brasília IESB


1. Resumo:
No laboratório de práticas de engenharia do IESB, usando um protoboard,
estudamos um circuito elétrico, constituído por um resistor de 391 Ω e uma
fonte de corrente contínua. Nesse sistema, definimos sua voltagem
manualmente, podendo assim, atingir diferentes valores, em miliamperes,
na corrente elétrica. Com isso, os valores da corrente elétrica e suas
tensões referentes foram colhidos e, com eles, montamos um gráfico e uma
tabela com respeito à primeira lei de Ohm.

2. Introdução:

Constituída em dois conceitos, nomeados de a Primeira Lei de Ohm e a


Segunda Lei de Ohm, a lei de Ohm permite cálculos importantes de
grandezas físicas, como a tensão, corrente e resistência elétrica. Porém, o
direcionamento dessas leis só pode ser aplicado em resistência 0ôhmicas,
ou seja, em corpos com resistências de módulo constante.

2.1 Primeira lei de Ohm

“Para um condutor mantido à temperatura constante, a razão entre a tensão


entre dois pontos e a corrente elétrica é constante. Essa constante é
denominada de resistência elétrica.” Dessa forma, a primeira lei de Ohm
determina que a diferença de potencial entre dois pontos de um resistor é
proporcional à corrente elétrica que é estabelecida nele. Como citado
anteriormente, a razão entre potencial elétrico e a corrente elétrica é sempre
constante em resistores ôhmicos. Na linguagem matemática, a lei pode ser
escrita da seguinte forma:
V=R*I
Onde:
V = tensão elétrica medida em volts (V);
R = resistência elétrica, medida em ohms (Ω);
I = intensidade de corrente elétrica, medida em amperes (A).

Ao trabalhar a álgebra da equação, é possível chegar nestas duas variações:


I=V/R
R=V/I
A tensão elétrica, ou potencial elétrico, também pode ser visto como U.

2.2 Segunda lei de Ohm

A segunda lei de Ohm refere-se às grandezas elétricas que impactam na


resistência de um determinado condutor. A resistência elétrica é uma
propriedade do corpo pelo qual uma corrente elétrica percorre. Essa
propriedade depende de fatores físicos do corpo, como comprimento e a área
transversal, mas, também, depende de uma grandeza chamada de
resistividade. A resistividade diz respeito exclusivamente ao material do qual
um corpo é formado. Em outras palavras, a segunda lei de Ohm relaciona a
resistência que um corpo (de acordo com suas propriedades) faz em uma
corrente elétrica. Dessa forma, a lei pode ser descrita na seguinte equação
matemática:
R=ρ*L/A
Sendo:
R = resistência elétrica, medida em ohms (Ω);
ρ = resistividade, medida em ohms*m (Ω*m);
L = comprimento do condutor, em metros;
A = área de seção transversal, em m².

Com isso, a resistência elétrica é diretamente proporcional ao comprimento,


mas inversamente proporcional à área de seção transversal. Ou seja, quanto
mais comprido um condutor, maior a resistência, porém, quanto mais largo,
menor a resistência. Graficamente podemos representar esta lei como
mostra a figura:
Figura 1. Representação da Lei de Ohm.

Além da lei de Ohm pode ser calculada a potência dissipada por cada uma
das componentes resistivas, a qual é representada por:
P = V * I = R * I²
Sendo:
P = potência elétrica, medida em Watts (W);
V = tensão elétrica, medida em Volts (V);
I = Corrente elétrica, medida em amperes (A);
R = resistência elétrica, medida em Ohms (Ω).

3. Objetivos:
Nesse experimento, testamos em uma protoboard as leis de ohm, que
definem a movimentação dos elétrons de acordo com a diferença de
potencial elétrico entre dois pontos, levando em consideração a resistência
utilizada. A partir disso, colhemos os dados fornecidos pela fonte DC e pelo
multímetro digital para verificar, a partir de um gráfico de corrente, em
amperes, por tensão, em volts, a inclinação da reta a partir desses dados,
resultando na resistência elétrica, dessa forma, analisando com relação à
primeira lei de Ohm.

4. Material utilizado:

Uma resistência de, idealmente, 391 Ω, com taxa de variação de 5%;


Fonte DC;
Protoboard;
Multímetro digital.

5. Procedimento experimental:
1°: Coletamos as componentes necessárias para montagem do circuito;
2°: Montamos o circuito na protoboard desligada;
3°: Conferimos todo circuito;
4º: Ligamos a o circuito à fonte e testamos como a tensão se comportava
em diferentes níveis de corrente;
5º: Anotamos todos os valores obtidos para a parte teórica do trabalho e
encerramos o experimento físico;
6º: A partir dos dados coletados, montamos uma tabela e dois gráficos de
corrente por voltagem e, por fim, calculamos a inclinação da reta.
6. Orçamento:
Protoboard Grande entre R$ 30,00 e R$ 60,00
Resistor entre R$ 00,06 e R$ 00,13
Multímetro digital entre R$ 16,00 e R$ 46,00
Fonte DC entre R$ 87,91 e R$ 352,00
Fios, 400 unidades, entre R$ 15,00 e R$ 20,00

7. Conclusões:

O experimento cumpriu o objetivo proposto, mas os resultados foram


diferentes do ideal proposto pela lei de Ohm. Essas diferenças podem ser
por conta de: variações presentes nos equipamentos, como a fonte e o
multímetro com variações constantes nos valores indicados, no ambiente
não tendendo à constância, tanto em temperatura, quanto ao trafego
desorganizado de pessoas na sala, levando à falta de foco no grupo, nas
pessoas que realizaram a experiência, como mãos com pouco tremor,
afetando o valor mostrado no multímetro e movimentando levemente o
resistor. Com isso, os equipamentos e o ambiente não foram controlados
suficientemente, gerando pontos fora da reta feita no gráfico corrente por
tensão, para que resultasse em uma lei de Ohm ideal, algo talvez
impossível de se conseguir.

8. Referências bibliográficas:

GOUVEIA, Rosimar. Lei de Ohm. Toda Matéria, 2022. Disponível em:


[Link] . Acesso em: 03/04/2022.

MATTEDE, Henrique. Primeira lei de ohm – Conceito e fórmulas. Mundo da


Elétrica, 2022. Disponível em:
[Link]
. Acesso em: 03/04/2022.

CORREA, Domiciano. Primeira lei de Ohm. PrePara Enem, 2022.


Disponível em: [Link] .
Acesso em: 03/04/2022.

Você também pode gostar