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Funções dos Ministros da Eucaristia

1) O documento discute o papel dos ministros extraordinários da sagrada comunhão, que auxiliam os sacerdotes na distribuição da eucaristia durante as missas devido ao grande número de fiéis. 2) Somente os sacerdotes são considerados os verdadeiros ministros da eucaristia. Os leigos que auxiliam são chamados de ministros extraordinários da sagrada comunhão. 3) Os ministros extraordinários também auxiliam os sacerdotes na visita aos enfermos, compartilhando a palavra de Deus
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Funções dos Ministros da Eucaristia

1) O documento discute o papel dos ministros extraordinários da sagrada comunhão, que auxiliam os sacerdotes na distribuição da eucaristia durante as missas devido ao grande número de fiéis. 2) Somente os sacerdotes são considerados os verdadeiros ministros da eucaristia. Os leigos que auxiliam são chamados de ministros extraordinários da sagrada comunhão. 3) Os ministros extraordinários também auxiliam os sacerdotes na visita aos enfermos, compartilhando a palavra de Deus
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MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA SAGRADA COMUNHÃO

Sem. Francisco Gilson de Souza Lima


Diocese de Bragança Paulista

Aqui nos dispusemos a refletir de modo sucinto, mas não sem relevância, sobre o
importante papel que desempenham tantos de nossos irmãos e irmãs em nossas comunidades
paróquias, os Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão.

1. Sobre o Papel dos Leigos na Igreja

A Igreja volta-se com especial atenção, solícita na caridade, aos cristãos leigos que
tem papel fundamental na missão evangelizadora, decorrente de sua vocação cristã batismal.
O Santo Concílio Vaticano II, no Decreto sobre o Apostolado dos Leigos, Apostolicam
Actuositatem, afirma-lhe que é necessário grande zelo pastoral, pois “[...] as circunstâncias
atuais reclamam deles um apostolado mais intenso e mais amplo. [...]” (§ 1b). Também, o
Texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe,
Documento de Aparecida, se manifesta com demasiando carinho quando afirma:

"Os leigos também são chamados a participar na ação pastoral da Igreja, primeiro
com o testemunho de vida e, em segundo lugar, com ações no campo da
evangelização, da vida litúrgica e outras formas de apostolado, segundo as
necessidades locais sob a guia de seus pastores" (§ 211)

Este é um verdadeiro sinal de abertura da Igreja, sob a ação do Espírito Santo, aos fiéis
leigos; por outro lado, espera-se deles atos cônscios e responsáveis na ação pastoral, de modo
a criar vínculos e união com os pastores, sendo-lhes solícitos no desempenho de suas funções
ministeriais.
2. Os Ministérios na Igreja.

A palavra ministério vem do grego diakonia e do latim ministerium que significam


“serviço”, “ofício próprio dos servos”. Deus concede dons a cada pessoa e cada um deve
colocá-lo a serviço da comunidade1.

Portanto, Ministério é um serviço importante, reconhecido pela Igreja, que implica


responsabilidade quanto ao seu exercido na comunidade; o campo de sua atuação é a Palavra
de Deus, a Liturgia, a Caridade, a Comunidade. O ponto de partida para compreendermos
todos os ministérios e serviços na Igreja é Cristo2. Ser ministro e servir a comunidade, em
qualquer situação, será sempre agir como Jesus e em nome d’Ele.

3. Ministro da Eucaristia e Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão (MESC)3.

Costumeiramente ouvimos falar em Ministros da Eucaristia, ou Ministros


Extraordinários da Eucaristia, ou ainda Ministros Extraordinários da Comunhão, ambas as
expressões para se referirem à mesma função, propriamente, e de modo equivocado, àqueles
que auxiliam o presbítero com a distribuição da Sagrada Eucaristia durante as Missas. Não
obstante, aqui se faz necessário esclarecer algumas dúvidas. Vejamos:

A presença real do Senhor, sob as espécies eucarísticas, nos foi confirmada pelo
Concílio Vaticano II e pelo Magistério Eclesiástico4; este mistério se faz presente na
celebração da Santa Missa, que é o Memorial da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo.

Jesus, ao instituir a Santíssima Eucaristia 5, delega este serviço ministerial aos seus
discípulos: “Fazei isto em memória de mim”6. Deste modo, não há dúvidas que o Ministro da
Eucaristia é o próprio sacerdote. Quando aqui se afirma isto, é porque foi ele o escolhido
dentre o povo para este ministério eclesial, como assim nos diz a Sagrada Escritura:

1
Cf. Rm. 12, 4-5
2
Cf. 1 Cor 4,1.
3
Cf. Instrução Redemptionis Sacramentum, n. 154-160.
4
Cf. INTRODUÇÃO GERAL SOBRE O MISSAL ROMANO. Apresentação de Frei Alberto Beckhäuser. 6. ed.
Petrópolis – RJ: Vozes, 2007, p. 17 (Proêmio, §3)
* Doravante IGMR.
5
Cf. Lc. 22, 14-20.
6
Lc. 22, 19
“Convém, pois, que destes homens que tem estado em nossa companhia todo o tempo [...] um
deles se torne conosco testemunha de sua Ressurreição”7; também a IGMR nos exorta:

"A natureza do sacerdócio ministerial, próprio do bispo e do presbítero que


conferem o Sacrifício na pessoa de Cristo e presidem a assembléia do povo santo, se
evidencia no próprio rito, pela eminência do lugar e da função do sacerdote. As
razões desta função são enunciadas e explicadas mais profusamente na ação de
graças da Missa Crismal da Quinta-feira da Semana Santa, dia em que se comemora
a instituição do sacerdócio"8.

Dado que o próprio sacerdote é o Ministro da Eucaristia, então como devemos chamar
àqueles que o auxiliam durantes as celebrações litúrgicas? Estes são, pois, os Ministros
Extraordinários da Sagrada Comunhão: é o que chamamos ministérios particulares.

"O acólito é instituído para o serviço do altar e auxiliar o sacerdote e o diácono.


Compete-lhe principalmente preparar o altar e os vasos sagrados, e, se necessário,
distribuir aos fiéis a Eucaristia, da qual é ministro extraordinário [...].
Não havendo acólito instituído, podem ser delegados ministros leigos para o serviço
do altar e ajuda ao sacerdote e ao diácono, que levem a cruz, as velas, o turíbulo, o
pão, o vinho e a água, ou também sejam delegados como ministros extraordinários
para a distribuição da sagrada Comunhão" 9.

(Veja anexo Redemptionis Sacramentum).

Do mesmo modo, quando se faz presente o Diácono é ele o Ministro da Palavra, isto é,
ele é quem tem a função ministerial de proclamar o Santo Evangelho na Liturgia; porém, se
não houver nenhum diácono, o próprio sacerdote presidente é quem deve proclamá-lo.
Todavia, devido ao grande número de fiéis, não é raro ver paróquias que possuem em seu
território um grande número de comunidades paroquiais (chamadas capelas). Para atender as

7
At. 1, 21-22
8
IGMR, § 4.
9
IGMR, §§ 98. 100.*
* O ministério do acolitato é propriamente reservado aos homens (Cf. Cerimonial dos Bispos, § 790 e Cân. 230,
§ 1 do Código do Direito Canônico).
exigências pastorais e espirituais de cada comunidade, o sacerdote pode instituir 10 ministros
idôneos e devidamente preparados para presidir a Celebração da Palavra com distribuição da
Sagrada Eucaristia (e não Celebração da Palavra e da Eucaristia, como ouvimos
costumeiramente dizer): são os Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão e da Palavra.

4. Ministérios Ordenados e Não Ordenados.

Tomemos, agora, como ponto de reflexão o capítulo XII da Primeira Epístola de São
Paulo aos Coríntios; é-nos claramente apontado pelo apostolo que “há diversidade de dons,
mas um só é o Espírito. Os ministérios são diversos, mas um só é o Senhor” 11. Isso significa
que, de modo particular e variado, todos temos aptidões para serem desempenhadas sob a
ação do Espírito Santo em nossa comunidade.

Com isso, o cristão leigo que se põe a serviço do Reino deve sempre estar em
comunhão com o seu pastor, sempre pronto a auxiliá-lo com reta intenção e sempre
consciente de que ele não é um ministro ordenado, mas alguém que foi convidado para um
serviço próprio, não remunerado, uma doação particular pelo Reino, um ministro leigo.

Sobre isso já nos aponta a Exortação Apostólica sobre a vocação e missão dos leigos
na Igreja e no mundo, Christifideles Laici, de João Paulo II, que, onde as necessidades da
Igreja, por falta de ministros ordenados, os ministros leigos devidamente instituídos podem
suprir algumas necessidades como “[...] distribuir a sagrada Comunhão, segundo as
prescrições do direito. Todavia, o exercício de semelhante tarefa não transforma o leigo em
pastor”12. Assim, o uso constante da palavra ministério não seja confundido entre o sacerdócio
comum de Cristo, conferido a todo fiel por ocasião do Batismo, e o sacerdócio ministerial
ordenado, conferido aos presbíteros por ocasião do sacramento da Ordem.

10
Os ministérios são conferidos pelo Bispo ou por seu delegado, podendo ser o pároco ou reitor da igreja.
11
1Cor. 12, 4-5.
12
CL, § 23.
5. Alguns critérios para escolha do ministro leigo.

5.1 seja escolhido pelo pároco e apresentado a comunidade;

5.2 seja responsável;

5.3 esteja sempre pronto a servir;

5.4 seja idôneo (goze de boa reputação na comunidade);

5.5 participe do curso inicial de formação e sempre das reciclagens;

5.6 mantenha boa convivência conjugal, se for casado;

5.7 não se oponha à Igreja e seus ensinamentos13;

5.8 não tenha sido atingido por nenhuma pena canônica;

5.9 homem de fé;

5.10 homem amigo da Palavra de Deus;

5.11 e outros, conforme a necessidade pastoral.

6. O papel do ministro leigo.

Dado o que tratamos até este ponto, fica claro qual é o verdadeiro papel daqueles que
são instituídos para determinadas funções; cada um desempenhe a sua do melhor modo 14.

Em se tratando dos ministros extraordinários para a sagrada distribuição eucarística,


acima falamos que esta instituição visa auxiliar o sacerdote devido ao grande número de fiéis
e escassez de ministros ordenados; assim, segue-se que os ministros extraordinários devem,
em primeiro lugar, auxiliar os presbíteros na visita aos enfermos. É evidente que não se trata
da unção dos enfermos, que é reservada estritamente aos sacerdotes, como no ensina a

13
Se tiver dúvidas sobre os sábios ensinamentos da Igreja procure o sacerdote e reflita junto com ele sobre tais.
14
Cf. IGMR, § 91.
Epistola de São Tiago15, mas de uma visita pastoral, ocasião em que o ministro extraordinário
partilha do Pão da Palavra e da Eucaristia com o irmão enfermo, que se encontra
impossibilitado de freqüentar a assembléia dominical. Isso se aplica também aos idosos.

Em segundo lugar compete-lhes auxiliar na distribuição da sagrada Eucaristia, quando


não estão presentes outros ministros de ordem superior16; e em terceiro lugar, presidir a
Celebração da Palavra com distribuição da sagrada Eucaristia na ausência do sacerdote e
quando delegados para tal serviço.

Ademais, tanto para a distribuição da Eucaristia quanto para a presidência da


Celebração (da Palavra), na ausência do sacerdote, os ministros precisam de mandato do
bispo; ninguém na Igreja preside ou prega a Palavra por conta própria.

7. A Espiritualidade.

Todo cristão é chamado a fomentar sempre uma vida de oração, fortalecendo-se na fé,
esperança e caridade.

Cada ministro tenha sempre em mente que o serviço que ele presta não é tão somente à
comunidade, claro que este é um aspecto importante, mas ele serve também a Cristo e sua
Igreja; portanto, mantenha sempre contato íntimo com a Palavra de Deus e com a Sagrada
Eucaristia; persevere na prática da oração individual e comunitária.

A vida espiritual verdadeiramente vivida é aquela que se vive em Cristo, a


participação ativa e consciente na Eucaristia é que nos faz entrar no mistério de Deus,
comungar de sua vida, por meio de Jesus Cristo, nosso irmão, e do Espírito Santo. De fato, o
ponto culminante da vida da comunidade é a Eucaristia.

8. Para refletir.

Este nosso estudo nos deixou claro quão bela é a organização que a Igreja nos propõe
quanto aos serviços prestados à comunidade. Refletimos sobre o papel que cada um deve

15
Tg. 5, 13-20.
16
Cf. IGMR, § 93-94.
desempenhar em seu ministério instituído; quando, por exemplo, se faz presente um diácono o
acólito jamais deve preparar o altar para o sacrifício eucarístico, mas sim auxiliá-lo17, para por
em prática o que nos ensina o apóstolo Paulo: “cada qual seja submisso às autoridades
constituídas, porque não há autoridade que não venha de Deus” 18. E junto com ele dizer:
“tenho motivo de gloriar-me em Jesus Cristo, no que diz respeito ao serviço de Deus”19

17
Como prevê a rubrica 98 da IGMR.
18
Rm. 13, 1.
19
Rm. 14, 17.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

APOSTOLICAM ACTUOSITATEM. In.: Compêndio do Vaticano II: constituições, decretos


e declarações. Petrópolis – RJ: Vozes, 1967.

DOCUMENTO DE APARECIDA. 8. ed. São Paulo: Paulus, 2008 (Texto conclusivo da V


Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe/ co-edições: Paulinas e
Edições CNBB).

GOEDERT, Valter M. Orientações para Ministros Extraordinários da Comunhão. São


Paulo: Paulus, 1991 (Coleção Liturgia e Teologia).

INTRODUÇÃO GERAL SOBRE O MISSAL ROMANO. Apresentação de Frei Alberto


Beckhäuser, OFM. 6. ed. Petrópolis – RJ: Vozes, 2007.

MAIMONE, Dom José M. Manual do Ministro Extraordinário da Comunhão Eucarística e


da Palavra. 21. ed. São Paulo: Paulus, 2005.

PAULO II, João. Christifidelis Laici: Vocação e Missão dos Leigos na Igreja e no Mundo. 11.
ed. São Paulo: Paulinas, 2003 (Papa).
ANEXO

CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO E A DISCIPLINA DOS


SACRAMENTOS

INSTRUÇÃO
REDEMPTIONIS SACRAMENTUM

Sobre algumas coisas que se devem observar e evitar acerca da Santíssima Eucaristia

1. O ministro extraordinário da Sagrada Comunhão

[154.] Como já se tem lembrado, «só o sacerdote validamente ordenado é o ministro capaz de
gerar o sacramento da Eucaristia, atuando in persona Christi». Pois o nome de «ministro da
Eucaristia» só se refere, propriamente, ao sacerdote. Também, em razão da sagrada
Ordenação, os ministros ordinários da sagrada Comunhão são: o Bispo, o presbítero e o
diácono, aos que correspondem, portanto, administrar a sagrada Comunhão aos fiéis leigos, na
celebração da santa Missa. Desta forma se manifesta adequada e plenamente sua tarefa
ministerial na Igreja, e se realiza o sinal do sacramento.

[155.] Além dos ministros ordinários, está o acólito instituído ritualmente, como ministro
extraordinário da sagrada Comunhão, inclusive fora da celebração da Missa. Todavia, só o
aconselham em razões de verdadeira necessidade, conforme às normas do direito, o Bispo
diocesano pode delegar também outro fiel leigo como ministro extraordinário, quer seja por
um momento, quer seja por um tempo determinado, recebida na maneira devida a benção.
Sem dúvida, este ato de designação não tem necessariamente uma forma litúrgica, nem de
modo algum e lugar, possa-se imitar a sagrada Ordenação. Só em casos especiais e
imprevistos, o sacerdote que preside a celebração eucarística pode dar um permissão ad
actum.
[156.] Neste ministério, entendendo-se conforme o seu nome em sentido estrito, o ministro é
um extraordinário da sagrada Comunhão, jamais um «ministro especial da sagrada
Comunhão», nem «ministro extraordinário da Eucaristia», nem «ministro especial da
Eucaristia»; com o uso destes nomes, amplia-se indevida e impropriamente o seu significado.

[157.] Se habitualmente há número suficiente de ministros sagrados também para a


distribuição da sagrada Comunhão, não se podem designar ministros extraordinários da
sagrada Comunhão. Em tais circunstâncias, os que têm sido designados para este ministério,
não o exerçam. Reprove-se o costume daqueles sacerdotes que, a pesar de estar presentes na
celebração, abstém-se de distribuir a Comunhão, delegando esta tarefa a leigos.

[158.] O ministro extraordinário da sagrada Comunhão poderá administrar a Comunhão


somente na ausência do sacerdote ou diácono, quando o sacerdote está impedido por
enfermidade, idade avançada, ou por outra verdadeira causa, ou quando é tão grande o
número dos fiéis que se reúnem à Comunhão, que a celebração da Missa se prolongaria
demasiado. Por isso, deve-se entender que uma breve prolongação seria uma causa
absolutamente suportável, de acordo com a cultura e os costumes próprios do lugar.

[159.] Ao ministro extraordinário da sagrada Comunhão nunca lhe está permitido delegar
nenhum outro para administrar a Eucaristia, como, por exemplo, os pais, o esposo ou filho do
enfermo que vai a comungar.

[160.] O Bispo diocesano examine de novo a praxe nesta matéria durante os últimos anos e, se
for conveniente, corrija-a ou a determine com maior clareza. Onde, por uma verdadeira
necessidade, haja difundido a designação deste tipo de ministros extraordinários, é de
responsabilidade do Bispo diocesano, tendo presente a tradição da Igreja, dar as diretrizes
particulares que estabeleçam o exercício desta tarefa, de acordo com as normas do direito.

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