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Psicopatologia e Neuropsicologia: Estudo e Métodos

Este documento discute psicopatologia e neuropsicologia. Apresenta os objetivos geral e específicos da pesquisa, que incluem estudar essas áreas e identificar técnicas de coleta de dados em psicopatologia. Também define neurociência e explica anatomofisiologia.

Enviado por

pedro ayane
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Psicopatologia e Neuropsicologia: Estudo e Métodos

Este documento discute psicopatologia e neuropsicologia. Apresenta os objetivos geral e específicos da pesquisa, que incluem estudar essas áreas e identificar técnicas de coleta de dados em psicopatologia. Também define neurociência e explica anatomofisiologia.

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Índice

1 Introdução .................................................................................................................. 3

1.1 Objectivos .................................................................................................................. 4

1.1.1 Geral ………………………………………………………………………………...4

1.1.2 Específicos ................................................................................................................. 4

1.2 Metodologias .............................................................................................................. 4

2 Fundamentação teórica .............................................................................................. 5

2.1 Psicopatologia ............................................................................................................ 5

2.1.1 O objectivo da psicopatologia .................................................................................... 5

2.1.2 O normal e o patológico ............................................................................................. 5

2.1.3 Método Clínico .......................................................................................................... 6

2.1.4 Técnicas de Recolha de Dados em Psicopatologia .................................................... 7

2.1.5 Entrevista Clínica em Psicopatologia ........................................................................ 7

2.1.6 História clínica ........................................................................................................... 8

3 Neuropsicologia ......................................................................................................... 9

3.1 Neurociência ............................................................................................................ 10

3.1.1 Anatomofisiologia .................................................................................................... 10

3.1.2 Controle do movimento e postura ............................................................................ 10

4 Conclusão ................................................................................................................. 13

5 Referencias bibliográficas ........................................................................................ 14

i
1 Introdução

O presente trabalho tem como tema de abordagem: a psicopatologia e a neuropsicologia.


A patologia humana há muitas décadas fornece informações valiosas sobre a relação cérebro -
comportamento. Observações feitas a partir de disfunções neurológicas contribuíram para a
nossa compreensão de aspectos cognitivos - bem antes do advento da neurociência cognitiva.
Os estudos realizados atualmente contemplam aspectos correlacionais (entre estrutura e
função), e de desenvolvimento (evolução e acompanhamento de casos).

Rao (1996) estabelece uma distinção entre a Neuropsicologia Humana e a


Neuropsicologia Clínica. Segundo ele, a primeira é multidisciplinar, envolvendo especialistas
da Psicologia (experimental, cognitiva e clínica), da Neurologia, da Psiquiatria, da
Linguística, da Fonoaudiologia, das Neurociências em geral; enquanto que a Neuropsicologia
Clínica é tipicamente praticada por psicólogos clínicos, que são encarregados de aplicar o
conhecimento científico derivado da pesquisa para avaliar e tratar indivíduos com suspeita de
disfunção cerebral.

3
1.1 Objectivos

1.1.1 Geral

 Estudar a psicopatologia e a neuropsicologia

1.1.2 Específicos

 Identificar as técnicas de recolha de dados em Psicopatologia,


 Definir a neurociência;
 Explicar anatomofisiologia.

1.2 Metodologias

Segundo Marconi & Lakatos (2000, p. 44), “método é o caminho pelo qual se chega a
determinado resultado, ainda que esse caminho não tenha sido fixado de antemão de modo
reflectido e deliberado”.

Para Lakatos & Marconi (2001, p. 183), a pesquisa bibliográfica,

“[...] abrange toda bibliografia já tornada pública em relação ao tema


estudado, desde publicações avulsas, boletins, jornais, revistas, livros,
pesquisas, monografias, teses, materiais cartográficos, etc. [...]”.

Portanto, para a realização deste trabalho usou-se obras primárias, e alguns artigos baixados
na internet e de que certa forma abordam o tema em questão.

4
2 Fundamentação teórica

2.1 Psicopatologia

Segundo Castel (1987), o espaço da psicopatologia é composto por várias perspectivas


teórico e práticas acerca do psicopatológico. É lícito expressar que a referência ao corpo como
realidade da doença, cujo diagnóstico é pautado pelo grau de oposição ao normal, constitui o
tema crucial sob cujo domínio se posiciona os vários projetos clínicos. Assim, a
psicopatologia, como um terreno circunscrito do saber médico sobre os transtornos psíquicos,
caracteriza-se por uma diversidade de teorias que abordam a problemática da especificidade
do psicopatológico e de suas relações com o normal.

Com efeito, com base na perspectiva epistemológica de Canguilhem (1943/1995) a


propósito da racionalidade clínica da patologia mental, podemos considerar diferentes níveis
de discriminação do normal e do patológico. Apesar das disparidades acerca do objecto
clínico, há um denominador comum a essas abordagens, qual seja, a irredutibilidade do
patológico, quer dizer, a patologia é o critério de intervenção clínica dos problemas mentais.

Então, no campo da psicopatologia, tem-se, por conseguinte, a visão nosológica e


organicista da psiquiatria. Trata-se, de um lado, da descrição e taxonomia das várias formas
de enfermidade mental, herança da medicina classificatória dos séculos XVII e XVIII,
mediante a qual se definem e diferenciam as grandes entidades clínicas, cada uma com seu
conjunto de sintomas, sua evolução, prognóstico; de outra parte, da indagação sobre a
etiologia das doenças, da oposição irredutível entre normal e patológico, que marcou a
atividade clínica no final do século XIX (Castel, 1987).

2.1.1 O objectivo da psicopatologia

O seu campo é mais restrito e se limita ao estudo dos fenômenos anormais da vida mental
e tem como método a fenomenologia, A Karl Jaspers cabe o mérito de ter tornado a
Psicopatologia uma ciência autônoma inteiramente independente da Psiquiatria.

2.1.2 O normal e o patológico

Termo Patologia, cujo sentido é “estudo das doenças”, deriva do grego pathos, que
significa doença, e logos, que significa estudo. Apesar do significado, a Patologia não estuda
todos os aspectos das doenças, pois está mais voltada para a análise das alterações que elas
provocam em células, tecidos e órgãos. Dessa forma, a Patologia é considerada a base

5
científica da Medicina e tem por finalidade explicar os mecanismos que levam ao
desenvolvimento de sinais e sintomas de uma enfermidade.

Para Canguilhem (1995), a delimitação entre comportamentos e formas de sentir normais e


patológicas é bem complicada. essas definições são diferentes a depender da área de saúde
mental, vale citar os critérios mais conhecidos em psicopatologia:
 Normalidade como Ausência de doença: nesse prisma, a saúde é vista como “ausência
de sintomas, sinais ou doenças”.
 Normalidade ideal: nesse ramo, a normalidade é vista de forma utópica. Assim,
estabelece-se a norma ideal.
 Normalidade estatística: o conceito de normalidade é visto como aquilo que se observa
com mais frequência na população geral.
 Normalidade como bem-estar: a OMS definiu a saúde como “completo bem-estar
físico, mental e social,
 Normalidade funcional: esse critério baseia-se na funcionalidade do ser, em que o
fenômeno patológico é disfuncional a ponto de produzir sofrimento à própria pessoa
ou ao seu grupo social.
 Normalidade como processo: nesse sentido, a normalidade é vista de forma dinâmica,
e não estática.

2.1.3 Método Clínico

É um método que conjunto de técnicas e de estratégias que, numa dupla vertente


terapêutica e de investigação, visam compreender de forma global, qualitativa e aprofundada
casos individuais (um individuo ou um pequeno conjunto de indivíduos).

A atenção do método incide na psico-biografia do individuo, na sua história pessoal. A


compreensão de cada comportamento parte da ideia de que este é o resultado de uma
evolução, de um processo. Por isso compreender um determinado comportamento de forma
global e aprofundada exige que se dê atenção ao resultado final (ao comportamento actual) e
também à sua génese e ao modo como se desenvolveu (May, 2004).

6
2.1.4 Técnicas de Recolha de Dados em Psicopatologia

1. A Entrevista
É um instrumento de avaliação psicológica e tem como objectivo obter informação para
diagnóstico e para posterior processo terapêutico.

a) A Entrevista requer:
 Estabelecimento de uma relação entre as pessoas
 Objectivos pré-determinados
 Papeis definidos entrevistador/ entrevistado.
b) História clínica e observação do estado mental
 Sinais e sintomas de perturbação
c) Provas de Avaliação Psicológica
 Testes de eficiência
 Testes de Personalidade
 Questionário e escalas especificas
2. Dimensão da Entrevista
 Recolha de dados
 Técnica
 Estado mental
 Diagnóstico

2.1.5 Entrevista Clínica em Psicopatologia

Em psicologia, a entrevista clínica é um conjunto de técnicas de investigação, de tempo


delimitado, dirigido por um entrevistador treinado, que utiliza conhecimentos psicológicos,
em uma relação profissional, com o objectivo de descrever e avaliar aspectos pessoais,
relacionais ou sistêmicos em um processo que visa a fazer recomendações, encaminhamentos
ou propor algum tipo de intervenções em benefício das pessoas entrevistadas (Richardson,
1999)

Entrevista é um instrumento muito utilizado para a coleta de dados em uma pesquisa. Ela
tem como principal objectivo obter informações sobre um determinado assunto a partir da
interação entre duas pessoas.

A partir da entrevista o pesquisador tem a oportunidade de obter os dados que vão ajudar a
identificar as respostas à problemática identificada.
7
As entrevistas podem ser de dois tipos:

 Estrutura e não estruturada


 Entrevista estruturada

Este tipo de entrevista baseia-se na utilização de um questionário como instrumento de


coleta de informações o que garante que a mesma pergunta será feita da mesma forma a todas
as pessoas que forem pesquisadas.

Gil (1999, p. 121) explica que “a entrevista [...] desenvolve-se a partir de uma relação fixa
de perguntas, cuja ordem e redação permanece invariável para todos os entrevistados, que
geralmente são em grande número”. Sendo assim, esta técnica permite que em sua aplicação,
sejam utilizados entrevistadores auxiliando o pesquisador, ou gestor do projeto de pesquisa
que para May (2004, p. 148) faz “a supervisão do desempenho” após capacitar as pessoas para
que realizem adequadamente a atividade de pesquisa.

 Entrevista não-estruturada

Denominada como não diretiva, por Richardson (1999), a entrevista não-estruturada


caracteriza-se por ser totalmente aberta, pautando-se pela flexibilidade e pela busca do
significado, na concepção do entrevistado, ou como afirma May (2004, p. 149) “permite ao
entrevistado responder perguntas dentro da sua própria estrutura de referências”.

Novamente não se trata de deixar o pesquisado falar livremente, pois o entrevistador tem
um foco, que é o assunto central da pesquisa e que será apresentado ao entrevistado no início,
porém em comparação com as demais técnicas, é a mais informal, mas segundo Gil (1999, p.
119) “se distingue da simples conversação porque tem como objectivo básico a coleta de
dados”.

2.1.6 História clínica

Relação minuciosa e detalhada de todos os elementos, conhecimentos e dados pessoais


e familiares, passados e actuais, relativos a determinado doente, e que tem por finalidade a
avaliação da situação e a formulação das hipóteses diagnósticas sobre a doença actual.

Inicialmente avalia-se o período de atenção do paciente; um paciente desatento não


pode cooperar totalmente e atrasa o exame. Any hint of cognitive decline requires
examination of mental status (Exame do estado mental), que envolve o teste de vários
aspectos da função cognitiva, como o seguinte:
8
 Orientação em relação ao tempo, espaço e pessoa;
 Atenção e concentração;
 Memória;
 Habilidades verbais e matemáticas;
 Julgamento.
 Raciocínio.

A perda de orientação pessoal (não sabe o próprio nome) só ocorre quando o


embotamento, o delirium ou a demência são graves; como sintoma isolado, sugere
fingimento.
A compreensão da doença e o conhecimento em relação ao nível educacional são
avaliados, assim como o afecto e o humor. O vocabulário normalmente se correlaciona com
o nível educational.

3 Neuropsicologia

Luria (1981) definiu a Neuropsicologia como "a ciência da organização cerebral dos
processos mentais humanos", que tem "como objectivo específico e peculiar investigar o
papel dos sistemas cerebrais individuais nas formas complexas de actividades mentais". Em
outras palavras, Neuropsicologia é a ciência que estuda a expressão comportamental das
disfunções cerebrais. Logo, trata-se de uma especialidade que aborda as relações entre
funções cerebrais e comportamento.

É a ciência que estuda as relações entre a neurologia e a psicologia. Ou seja:


Neuropsicologia é a área que busca compreender as relações entre o cérebro físico e o
comportamento das pessoas.

Em seu início, a neuropsicologia era o estudo apenas das associações entre as lesões
cerebrais focais e os defeitos psicológicos. Porém, hoje, esta ciência possui metodologias
refinadas e marcos teóricos para entender como a mente e o cérebro funcionam e como se
influenciam de maneira muito ampla.

9
3.1 Neurociência

Neurociência é o campo científico que se dedica ao estudo do sistema nervoso, esse


aparelho é formado por cérebro, medula espinhal e nervos periféricos que são os objectos de
pesquisa dos neurocientistas.

Por muito tempo, a área ficou mais restrita ao aspecto biológico, ou seja, aos comandos
dados pelo cérebro, transportados e executados por outras partes do organismo, porém, uma
vez que o cérebro se tornou protagonista em eventos e experimentos, ficou clara sua ligação e
correlação com a consciência, provocando uma serie de questionamentos a respeito do seu
papel nas decisões humanas, foi assim que a neurociência ganhou ainda mais relevância, já
que tem potencial para explicar, além de reacções do corpo, os fenómenos da mente.

3.1.1 Anatomofisiologia

A ciência que estuda a estrutura do corpo humano e suas relações é a Anatomia. Em


conjunto com a ciência das funções do corpo humano – a Fisiologia – é denominada
anatomofisiologia. Esta, estuda o corpo humano de modo estrutural e funcional. É notório que
durante os anos escolares aprendemos que o corpo humano segue uma estrutura padrão que
células formam tecidos, tecidos formam órgãos, órgãos formam sistemas, sistemas formam o
organismo.

3.1.2 Controle do movimento e postura

Regiões efectuadoras: Musculos

Ordenadoras: Córtex

Controladoras: Cerebelo

Refinamento do movimento Planejadoras: Núcleos da base

Vias ordenadoras Descendentes Sistema Lateral: parte periférica do H medular 75%


das fibras do núcleo rubro decussam, 25% não. Ou seja, mesmo com lesão nessa área,
ainda haveria capacidade de movimento.

Sistema Medial: parte central do H medular; controla musculatura axial (Postura)

Importante: Feixe, Função e Motoneurônio.

Orientação sensoriomotora da cabeça: associa informações visuais com os vestibulares,


ajustes posturais antecipados: precipitação de movimentos aprendidos (ex.: tocar
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instrumentos). Via modulatória do motoneurónio gama- controle de tônus muscular.
Inibida durante o sono.

Via reticulo espinal: controle voluntario -começar a andar

Via vestíbulo espinal: controle involuntário -continuar andando Fuso muscular: Sensitivo

Fibras extrafusais: contração Fibras intrafusais: Saco nuclear- unidade contrátil na


extremidade do saco, mantendo ele esticado para manter a informação chegando. Fibras
sensitivas tipo 1a (activadas no movimento dinâmico).

Cadeia nuclear - neurônio aferente do tipo 2 (movimento estático). Aumenta a tensão,


aumenta o disparo dos neurônios. Estiramento da fibra, abertura de canais de Ca++,
estimulando despolarização dos receptores, enviando informações aferentes.

Neuronios tipo 2: Está sempre disparando- são tônicas, sempre mandando aferencias.
Disparo mais lento do que dos de tipo 1a.

Órgão tendinoso de golgi: fibras aferentes 1b, enoveladas no meio das fibras de
colágeno.

“Esmagamento” das fibras = deflagração de PA. ARCO REFLEXO- tudo ocorre na


medula. Patelar/ Monos sináptico- aferência e eferencia no mesmo musculo/ Miotático
Auxilia a postura: activando agonista/ inibindo antagonista.

Reflexo miotático - inverso quando o musculo tenta levantar um peso além da


capacidade-aumento da tensão- estimula OTG- aferência com fibras do tipo 1b- estimula a
inibição do musculo que estimulou o órgão (agonista) e inibe a inibição da musculatura
antagonista, para fazer o musculo voltar a sua posição basal.

Reflexo de retirada/ proteção/ polissináptico Estímulo doloroso Nociceptores (fibras


tipo C) - CPME- inibe musculatura antagônica e excita a agonista (e faz o movimento
contrário do lado contraleral para manutenção da postura) (o que diferencia as ações são
os interneurônios inibitórios da medula).

Precisa ocorrer a modulação - células de Renshaw - quando mais vigoroso o estímulo


da contração, maior o estímulo da célula de renshaw (ativação proporcional a do
motoneurônio alfa). Realiza inibição contralateral, protegendo a musculatura da contração
excessiva. Orientação Visuomotora- estabilização do olhar.

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Via vestíbulo ocular: informações do labirinto, e movimentos opto cinéticos. Reflexo
vestíbulo ocular: sacadico Colículo superior

 Músculos oculares. Via tecto espinal

Musculatura cervical Movimentos disjuntivos Convergência: foco proximal

Divergência: foco distal sistema lateral- movimentos voluntários. movimento opto


cinético: estabilização do olhar mesmo em movimento.

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4 Conclusão

De um modo geral, podemos concluir que: o neuropsicólogo é o profissional que “actua


no diagnóstico, no acompanhamento, no tratamento e na pesquisa da cognição, das emoções,
da personalidade e do comportamento sob o enfoque da relação entre estes aspectos e o
funcionamento cerebral. Utiliza-se para isso de conhecimentos teóricos angariados pelas
neurociências e pela prática clínica, com metodologia estabelecida experimental ou
clinicamente. Utiliza instrumentos especificamente padronizados para avaliação das funções
neuropsicológicas envolvendo principalmente habilidades de atenção, percepção, linguagem,
raciocínio, abstração, memória, aprendizagem, habilidades acadêmicas, processamento da
informação, visuoconstrução, afecto, funções motoras e executivas”

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5 Referencias bibliográficas

Canguilhem, G. (1995). O normal e o patológico. Rio de Janeiro: Forense Universitária.

Castel, R. (1987). A gestão do risco: Da antipsiquiatria à pós-psicanálise. Rio de Janeiro:


F. Alves.

Gil, Antonio Carlos. (1999). Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 5 ed. São Paulo:
Atlas.

May, Tim. (2004). Pesquisa social: questões, métodos e processos. Porto Alegre: Artmed.

Luria AR. (1981). Fundamentos de Neuropsicologia. São Paulo: EDUSP.

Rao SM. (1996). Neuropsychological Assessment. In: Fogel BS, Schiffer RB, Rao SM,
editors. Neuropsychiatry. Oxford: Williams & Wilkins; p.29-45.

Richardson, Roberto Jarry. (1999). Pesquisa Social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas.

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