ANTECEDENTES
DA
RENOVAÇÃO
A
CRISE
DO
SÉCULO
XIV
DA
CONSCIÊNCIA
RELIGIOSA
A
Crise
do
século
XIV
• Pestes/fomes/guerras
desencadeiam
a
supers-ção
perante
a
doença
e
a
morte:
• desenvolve-‐se
o
fana-smo
(procissões
de
flagelantes
e
de
penitência);
• aumentam
as
prá-cas
de
fei-çaria;
• divulga-‐se
o
culto
dos
santos
populares
e
o
desenvolvimento
das
confrarias.
• Novas
formas
de
piedade
religiosa,
Procissão
de
flagelantes,
Bruges,
1349.
mais
individual
e
de
ligação
direta
com
Deus,
através
da
oração
individual,
concre-zaram-‐se
no
movimento
Devo%o
Moderna.
ANTECEDENTES
DA
RENOVAÇÃO
A
QUEBRA
DO
PRESTÍGIO
E
DA
AUTORIDADE
DA
IGREJA
DA
CONSCIÊNCIA
RELIGIOSA
• Decadência
dos
costumes
do
alto
clero
secular:
• crí-cas
aos
bispos,
cardeais
e
papas:
devido
à
imoralidade,
ao
absen-smo,
à
falta
de
vocação,
à
compra
e
venda
de
cargos
eclesiás-cos
(simonia).
• Crise
da
Igreja
MonásMca:
• falta
de
austeridade;
venda
de
relíquias;
venda
de
indulgências;
exploração
da
crença
e
da
piedade
dos
fiéis.
ANTECEDENTES
DA
RENOVAÇÃO
A
QUEBRA
DO
PRESTÍGIO
E
DA
AUTORIDADE
DA
IGREJA
DA
CONSCIÊNCIA
RELIGIOSA
O
APARECIMENTO
DE
HERESIAS
Aparecimento
de
heresias
• A
heresia
de
John
Wyclif:
professor
de
Oxford,
que
contestou
a
autoridade
do
papa
e
traduziu
a
Bíblia,
defendeu
também
a
abolição
do
culto
dos
santos
e
das
relíquias.
• Os
seus
seguidores
ficaram
conhecidos
como
lolardos.
• A
heresia
de
Jan
Huss:
clérigo
e
professor
que
ensinava
em
Praga;
defendeu
a
criação
de
uma
Igreja
nacional,
não
dependente
de
Roma,
e
a
comunhão
sob
as
duas
espécies
(pão
e
vinho).
• Ficou
conhecida
como
a
heresia
hussita.
ANTECEDENTES
DA
RENOVAÇÃO
A
QUEBRA
DO
PRESTÍGIO
E
DA
AUTORIDADE
DA
IGREJA
DA
CONSCIÊNCIA
RELIGIOSA
A
cobiça
de
reis
e
príncipes
sobre
os
bens
e
cargos
da
Igreja
• Principais
episódios:
• A
querela
das
invesMduras
dos
bispos
• os
reis
querem
interferir
na
escolha
e
poder
dos
bispos;
• o
papa
quer
interferir
no
poder
temporal.
• O
Grande
Cisma
do
Ocidente
• os
diferendos
entre
o
rei
de
França
e
o
papa,
conduziram
à
eleição
de
dois
papas:
um
em
Avinhão
(França);
o
outro
em
Roma;
• em
1378
começou
o
Grande
Cisma
que
durou
até
1417;
• em
1417,
no
Concílio
de
Constança,
foi
eleito
o
papa
Mar-nho
V
e
Roma
retomou
o
lugar
de
capital
da
Igreja
ocidental.
Avinhão
–
sede
do
papado
a
par-r
de
Clemente
V.
ANTECEDENTES
DA
RENOVAÇÃO
UM
NOVO
AMBIENTE
CULTURAL
E
A
CRITICA
HUMANISTA
DA
CONSCIÊNCIA
RELIGIOSA
Os
humanistas:
•
criMcam
a
hipocrisia
e
a
corrupção
do
clero;
•
defendem
a
necessidade
de
renovação
da
vida
religiosa;
•
procuram
através
da
críMca
e
do
estudo
dos
textos
evangélicos
salientar
o
afastamento
da
mensagem
cristã;
ANTECEDENTES
DA
RENOVAÇÃO
UM
NOVO
AMBIENTE
CULTURAL
E
A
CRITICA
HUMANISTA
DA
CONSCIÊNCIA
RELIGIOSA
Os
humanistas:
• propõem
o
regresso
à
pureza
original
do
crisManismo
e
à
interioridade
da
fé;
• defendem
a
tradução
da
Bíblia
para
as
línguas
nacionais,
de
modo
a
possibilitar
aos
crentes
um
acesso
direto
e
pessoal
ao
texto
sagrado;
• colocam
em
causa
o
papel
exclusivo
dos
sacerdotes
na
leitura
e
interpretação
dos
Evangelhos.
Como
humanistas
cristãos,
apoiavam-‐se
nos
textos
anMgos,
a
fim
de
purificarem
as
Escrituras
Sagradas,
recusando
a
interpretação
con-da
em
citações
e
comentários
feitos
pelas
autoridades
clericais
medievais.
Página
de
rosto
da
edição
da
Bíblia
de
1533
de
Lutero.
ANTECEDENTES
DA
RENOVAÇÃO
UM
NOVO
AMBIENTE
CULTURAL
E
A
CRITICA
HUMANISTA
DA
CONSCIÊNCIA
RELIGIOSA
O
principal
humanista
que
contribuiu
para
esses
apelos
de
Reforma
foi
Erasmo
de
Roterdão:
• cri-cou
a
corrupção
do
clero
e
defendeu
a
reforma
da
Igreja;
• defendeu
o
regresso
aos
valores
da
humildade
e
da
fraternidade
do
cris-anismo
primi-vo;
• cri-cou
a
supers-ção,
o
ritualismo
vazio
das
cerimónias
que
esqueciam
o
verdadeiro
sen-do
do
espírito
religioso;
• Apelou
nos
seus
escritos
para
o
regresso
às
fontes
do
cris-anismo:
os
Evangelhos;
ANTECEDENTES
DA
RENOVAÇÃO
UM
NOVO
AMBIENTE
CULTURAL
E
A
CRITICA
HUMANISTA
DA
CONSCIÊNCIA
RELIGIOSA
O
principal
humanista
que
contribuiu
para
esses
apelos
de
Reforma
foi
Erasmo
de
Roterdão:
• defendeu
uma
teologia
simples,
direta,
consonante
com
a
Bíblia
e
próxima
de
um
crisManismo
mais
primiMvo
e
original;
• propôs
que
todos
pudessem
ler
a
Sagrada
Escritura
nas
línguas
nacionais;
• desvalorizou
as
irracionalidades
da
religiosidade
popular,
das
supers-ções,
o
vazio
de
muitos
atos
da
liturgia
e
os
sacramentos
que
não
correspondiam
às
origens
do
cris-anismo.
ANTECEDENTES
DA
RENOVAÇÃO
O
PROBLEMA
DA
SALVAÇÃO
DO
CRISTÃO
E
A
QUESTÃO
DA
CONSCIÊNCIA
RELIGIOSA
DAS
INDULGÊNCIAS
• O
problema
da
salvação
sempre
preocupou
os
cristãos:
• tornou-‐se
corrente
a
venda
de
indulgências
como
forma
de
redimir
os
pecados
e
obter
a
salvação;
• a
venda
de
indulgências
revelou
que
os
seus
fins
não
eram
exclusivamente
religiosos;
• o
obje-vo
das
indulgências
era
obter
dinheiro
para
o
financiamento
do
papado
(ex:
construção
da
Basílica
de
São
Pedro
pelo
Papa
Leão
X).
ANTECEDENTES
DA
RENOVAÇÃO
LUTERO
E
A
QUESTÃO
DAS
INDULGÊNCIAS
DA
CONSCIÊNCIA
RELIGIOSA
Lutero
era
um
cristão
profundamente
devoto
e
cheio
de
fé
e,
como
qualquer
homem
do
seu
tempo,
vivia
preocupado
com
a
questão
do
julgamento
final
e
da
salvação
eterna.
Entendia
que
nem
as
obras
nem
as
indulgências
influenciavam
a
salvação
dos
homens
e
que
só
a
fé
em
Deus
podia
salvá-‐los.
Mar-nho
Lutero
LUTERO
E
AS
QUESTÕES
A
RUTURA
TEOLÓGICA:
A
REFORMA
PROTESTANTE
DAS
INDULGÊNCIAS
• Para
Lutero,
o
caminho
da
salvação
era
da
responsabilidade
do
cristão
e
da
sua
fé;
as
indulgências
eram,
assim,
contrárias
à
doutrina
cristã.
• Em
31
de
Outubro
de
1517,
MarMnho
Lutero
afixou
na
porta
da
catedral
de
Wilenberga,
as
95
Teses
contra
as
Indulgências.
• Estava
aberta
a
rutura
com
Roma
e
iniciava-‐se
um
novo
cisma
na
cristandade
ocidental;
o
ano
de
1517
assumia-‐se
como
a
data
oficial
do
início
da
Reforma.
Mar-nho
Lutero
LUTERO
E
AS
QUESTÕES
A
RUTURA
TEOLÓGICA:
A
REFORMA
PROTESTANTE
DAS
INDULGÊNCIAS
O
protestanMsmo
viu
a
sua
definição
concreMzada,
em
1530,
na
Confissão
de
Augsburgo:
• Mar-nho
Lutero
recusou
alguns
dos
dogmas
católicos:
• negava
a
hierarquia
e
a
autoridade
do
papa;
• o
celibato
eclesiásMco
foi
recusado.
Todos
os
cristãos
eram
iguais
pelo
Ba-smo;
• o
sacerdócio
era
universal:
todos
os
crentes
eram
pastores;
• a
Bíblia
foi
traduzida
para
as
línguas
nacionais;
• os
Evangelhos
eram
a
única
fonte
de
fé
e
de
toda
a
revelação;
LUTERO
E
AS
QUESTÕES
A
RUTURA
TEOLÓGICA:
A
REFORMA
PROTESTANTE
DAS
INDULGÊNCIAS
O
protestan-smo
viu
a
sua
definição
concre-zada,
em
1530,
na
Confissão
de
Augsburgo:
• negava
o
papel
das
obras
na
salvação:
só
a
fé
em
Deus
era
salvadora;
• quanto
aos
sacramentos:
reconhecia
o
Ba-smo
e
a
Eucaris-a;
adotou
a
comunhão
do
pão
e
do
vinho
ins-tuída
por
Cristo;
• recusou
o
papel
da
Virgem
e
dos
santos;
• não
reconhecia
a
validade
de
determinados
ritos;
• a
missa
era
celebrada
em
língua
vulgar
e
não
em
la-m;
elementos
principais
do
culto:
a
leitura
da
Palavra
do
Evangelho,
o
sermão
e
os
cân-cos.
LUTERO
E
AS
QUESTÕES
A
RUTURA
TEOLÓGICA:
A
REFORMA
PROTESTANTE
DAS
INDULGÊNCIAS
A
par-r
da
Alemanha,
a
Reforma
irradiou
para
outras
zonas
da
Europa:
• para
a
Suíça,
com
destaque
para
Zurique
e
Genebra,
onde
se
destacaram
os
reformadores
Zuínglio
(1484-‐1531)
e
Calvino
(1509-‐1564);
Calvino
LUTERO
E
AS
QUESTÕES
A
RUTURA
TEOLÓGICA:
A
REFORMA
PROTESTANTE
DAS
INDULGÊNCIAS
A
par-r
da
Alemanha,
a
Reforma
irradiou
para
outras
zonas
da
Europa:
• para
a
Suíça,
com
destaque
para
Zurique
e
Genebra,
onde
se
destacaram
os
reformadores
Zuínglio
(1484-‐1531),
e
Calvino
(1509-‐1564);
• para
a
Inglaterra,
com
Henrique
VIII
(1491-‐1547).
As
Igrejas
Protestantes
defendiam
novos
princípios
teológicos
e
uma
nova
organização
eclesiásMca.
Henrique
VIII
LUTERO
E
AS
QUESTÕES
A
RUTURA
TEOLÓGICA:
A
REFORMA
PROTESTANTE
DAS
INDULGÊNCIAS
A
inspiração
das
novas
Igrejas
reformadas
par-u
das
ideias
de
Lutero
e,
sobretudo,
da
sua
teoria
de
jusMficação
pela
fé.
Calvino
defendeu
a
doutrina
da
predesMnação.
Calvino
ANTECEDENTES
DA
RENOVAÇÃO
A
RESPOSTA
DA
IGREJA
CATÓLICA
DA
CONSCIÊNCIA
RELIGIOSA
A
necessidade
de
reforma
moral
e
espiritual
marcava
o
ambiente
religioso
da
cristandade
ocidental
desde
o
século
XIV.
•
A
reflexão
e
críMca
dos
humanistas
defendeu
o
regresso
a
uma
práMca
religiosa
mais
individual
e
humanizada:
• vários
pregadores
lançaram
fortes
crí-cas
à
Igreja,
apesar
da
repressão
a
que
foram
sujeitos;
• as
heresias
voltaram
a
despertar;
• havia
a
necessidade
de
moralizar
os
costumes
da
hierarquia
da
Igreja;
• valorizavam-‐se
novas
formas
de
religiosidade
popular
e
mais
individualizada.
ANTECEDENTES
DA
RENOVAÇÃO
A
RESPOSTA
DA
IGREJA
CATÓLICA
DA
CONSCIÊNCIA
RELIGIOSA
Foi
o
movimento
protestante
e
a
sua
rápida
expansão
que
deu
o
impulso
e
impôs
a
urgência
de
renovação
da
Igreja
Católica.
•
A
Igreja
Católica
respondeu
à
rutura
teológica
do
protestanMsmo
com
duas
linhas
de
atuação:
• a
Contrarreforma:
combateu
o
avanço
do
protestan-smo;
• Reforma
católica:
reafirmou
e
reformulou
a
doutrina
e
a
organização
da
Igreja
mediante
uma
renovação
interna.
ANTECEDENTES
DA
RENOVAÇÃO
REAFIRMAÇÃO
DO
DOGMA
E
DO
CULTO
TRADICIONAL
DA
CONSCIÊNCIA
RELIGIOSA
ObjeMvos
do
Concílio
de
Trento:
• dar
respostas
à
necessidade
de
reforma:
• analisar
as
crí-cas
que
vinham
sendo
feitas
à
Igreja;
• tomar
medidas
para
a
reforma
interna,
disciplinar
e
moral;
• redefinir
e
afirmar
a
sua
doutrina:
• definir
os
dogmas
e
a
tradição
da
Igreja
Romana;
• recusar
os
princípios
defendidos
pelas
Igrejas
cristãs
protestantes;
CONTRARREFORMA
E
REAFIRMAÇÃO
DO
DOGMA
E
DO
CULTO
TRADICIONAL
REFORMA
CATÓLICA
ObjeMvos
do
Concílio
de
Trento:
• reafirmar
o
dogma
e
o
culto:
• adoção
dos
sete
sacramentos;
• reafirmação
do
culto
e
dos
ritos:
culto
dos
santos,
das
relíquias
e
de
outros
gestos
da
devoção
tradicional;
• recusa
da
interpretação
individual
da
Bíblia;
• confirmação
da
hierarquia
da
Igreja
e
do
seu
papel;
•
reagir
à
difusão
do
protestanMsmo
pela
Europa:
• adotar
medidas
de
combate
ideológico
face
às
ideias
protestantes.
CONTRARREFORMA
E
A
REFORMA
DISCIPLINAR;
O
COMBATE
IDEOLÓGICO
REFORMA
CATÓLICA
O
Concílio
de
Trento
debateu
a
reforma
interna
da
Igreja
Católica.
Tomou
decisões
para
reformar
moral
e
disciplinarmente
a
Igreja:
•
promoveu
a
reforma
de
ordens
religiosas
existentes;
•
apoiou
a
criação
de
novas
ordens
religiosas;
•
reforçou
a
evangelização,
a
missionação
e
o
ensino;
•
reforçou
a
formação
do
clero
com
a
criação
de
seminários;
•
estabeleceu
normas
para
a
moralização
dos
costumes
e
forma
de
vida
do
clero.
CONTRARREFORMA
E
A
REFORMA
DISCIPLINAR;
O
COMBATE
IDEOLÓGICO
REFORMA
CATÓLICA
O
Papa
Paulo
III
criou
uma
renovada
e
mais
poderosa
Inquisição:
• em
1542
foi
criada
a
Inquisição
Romana
(também
conhecida
como
Santo
Otcio);
• a
Inquisição
teve
especial
incidência
na
Península
Ibérica
(Espanha
e
Portugal);
• o
inquisidor
geral,
em
1543,
defendeu
o
controlo
dos
livros
e
de
outras
publicações
(o
Index).
CONTRARREFORMA
E
A
REFORMA
DISCIPLINAR;
O
COMBATE
IDEOLÓGICO
REFORMA
CATÓLICA
Novas
ordens
religiosas
foram
criadas
e
outras
foram
reformadas.
•
ObjeMvos:
• promover
a
espiritualidade
católica;
• renovar
o
sen-mento
cristão
e
ganhar
novos
fiéis
para
o
catolicismo;
• promover
a
pregação
e
a
evangelização
(proseliMsmo),
quer
para
refrear
a
adesão
ao
protestan-smo,
quer
para
cris-anizar
novos
povos
das
regiões
recentemente
descobertas;
CONTRARREFORMA
E
A
REFORMA
DISCIPLINAR;
O
COMBATE
IDEOLÓGICO:
REFORMA
CATÓLICA
O
PAPEL
DOS
JESUÍTAS
Novas
ordens
religiosas
foram
criadas
e
outras
foram
reformadas.
Destacaram-‐se
as
ordens
religiosas:
• a
ordem
dos
Capuchinhos
(baseada
na
regra
franciscana)
que,
a
par-r
do
final
do
século
XVI,
foi
uma
das
mais
importantes
ordens
religiosas
da
Contrarreforma;
• a
ordem
feminina
das
Urselinas
fundada
em
1535,
por
Angela
Merici;
• a
Congregação
do
Oratório,
criada
por
S.
Filipe
Nery
(1515-‐1595),
dedicada,
sobretudo,
à
oração,
à
pregação
e
à
administração
dos
sacramentos;
• a
Companhia
de
Jesus
ou
Jesuítas,
fundada
por
Santo
Inácio
de
Loyola,
em
1540.
Inácio
de
Loyola
CONTRARREFORMA
E
A
REFORMA
DISCIPLINAR;
O
COMBATE
IDEOLÓGICO:
REFORMA
CATÓLICA
O
PAPEL
DOS
JESUÍTAS
Os
Jesuítas:
• promoveram
o
proseliMsmo
para
expandir
a
fé
católica,
não
só
para
regiões
que
haviam
aderido
ao
protestan-smo
como
para
novos
territórios
colonizados
na
Ásia
e
na
América;
• destacaram-‐se
São
Francisco
Xavier
(1506-‐
-‐1552)
e
Mapeo
Ricci
(1552-‐1610),
missionários
e
pregadores;
• São
Francisco
Xavier
ficou
conhecido
como
“O
Apóstolo
do
Oriente”;
• Mapeo
Ricci
foi
missionário
da
China
e
aproximou
e
conciliou
as
duas
culturas.
Inácio
de
Loyola
CONTRARREFORMA
E
A
REFORMA
DISCIPLINAR;
O
COMBATE
IDEOLÓGICO:
REFORMA
CATÓLICA
O
PAPEL
DOS
JESUÍTAS
O
papel
dos
Jesuítas:
•
O
ensino
foi
outra
área
fundamental
da
ação
dos
Jesuítas;
•
a
eficácia
e
a
inovação
dos
seus
métodos
de
ensino
tornou-‐os
muito
influentes
não
só
em
termos
religiosos
mas
também
diplomá-cos
e
polí-cos;
Os
Jesuítas
contribuíram
para
o
fortalecimento
da
Contrarreforma
através
de
três
áreas:
-‐
ensino;
-‐
missionação;
-‐
pregação.
A
RUTURA
TEOLÓGICA
ENTRE
AS
IGREJAS
REFORMADAS
E
A
IGREJA
CATÓLICA:
QUADRO
COMPARATIVO
DE
ALGUNS
PRINCÍPIOS
Conceitos/
princípios
da
Católicos
Luteranos
Calvinistas
Anglicanos
doutrina
Um
único
Deus
em
Três
pessoas
iguais
e
dis-ntas:
o
Pai,
o
Filho
(Jesus
Cristo)
e
o
Espírito
Deus
três
pessoas
iguais
e
Santo
dis-ntas
A
Bíblia
A
Bíblia
e
a
conservação
de
As
Sagradas
Escrituras:
Fontes
da
fé
e
a
tradição
fixada
Bíblia
(An-go
e
Novo
Testamento)
algumas
tradições
dos
pela
Igreja
rituais
e
do
culto
Pela
fé
e
pelas
obras
Pela
fé
e
de
acordo
(boas
ações
Apenas
a
fé
pode
com
a
escolha
de
Salvação
recomendadas
pela
salvar
Deus
Salvação
pela
fé
Igreja)
(predes-nação)
A
RUTURA
TEOLÓGICA
ENTRE
AS
IGREJAS
REFORMADAS
E
A
IGREJA
CATÓLICA:
QUADRO
COMPARATIVO
DE
ALGUNS
PRINCÍPIOS
Conceitos/
princípios
da
Católicos
Luteranos
Calvinistas
Anglicanos
doutrina
Culto
da
Culto
dos
Santos
e
de
Virgem
Maria
e
Maria:
intercessores
do
Recusa
do
culto
dos
santos
e
da
Virgem
Maria
dos
santos
crente
junto
de
Deus
Sete
sacramentos:
Ba-smo,
Casamento,
Dois
sacramentos:
Sacramentos
Ordem,
Crisma,
Confissão,
•
Ba-smo
Comunhão,
Extrema-‐ •
Comunhão
(comemoração
da
úl-ma
ceia
de
Cristo)
Unção
A
RUTURA
TEOLÓGICA
ENTRE
AS
IGREJAS
REFORMADAS
E
A
IGREJA
CATÓLICA:
QUADRO
COMPARATIVO
DE
ALGUNS
PRINCÍPIOS
Conceitos/
princípios
da
Católicos
Luteranos
Calvinistas
Anglicanos
doutrina
Obediência
ao
papa
Pastores
ou
reverendos
Pastores
(podem
(que
podem
casar-‐se)
Sacerdotes
Pastores
podem
casar-‐se)
Estrutura
e
mantêm
o
casar-‐se
Hierarquia
de
bispos
Função
da
Igreja
celibato
Um
conselho
com
o
rei
ou
rainha
da
Bispos
e
pastores
coordena
os
Inglaterra
como
chefe
Hierarquia
da
pastores
da
Igreja
Anglicana
Igreja:
papa,
cardeais
e
bispos
Cerimónias
Cerimónias
Cerimónias
sem
Cerimónias
em
que
o
Liturgia
e
Culto
limitadas
à
leitura
faustosas
em
aparato
ou
ritual
se
aproxima
do
(ritos)
da
Bíblia,
sermão
e
la-m
fausto
fausto
da
Igreja
Católica
cân-cos