CURSO DE PILOTAGEM
DE DRONES
SARPAS
QUEM SOMOS
A FUTURISTE É UMA DAS PRINCIPAIS EMPRESAS DE DRONES DO BRASIL.
PIONEIRA NA ÁREA DE TREINAMENTOS, FOI DESTAQUE NAS PRINCIPAIS
MÍDIAS DO PAÍS E VENCEDORA DE PREMIAÇÕES NA CATEGORIA DE
INSTITUIÇÃO DE ENSINO E PESQUISA DE DRONES.
REVENDA OFICIAL DAS PRINCIPAIS MARCAS
REGULAMENTAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DAS AERONAVES
Classe 1: Acima de 150kg Classe 2: Acima de 25kg e Classe 3: Abaixo ou igual a 25kg
abaixo ou igual a 150kg
Os drones com PMD até 250g não precisam ser cadastrados ou registrados, independente
de sua finalidade (uso recreativo ou não).
REGULAMENTAÇÃO
ÓRGÃOS OFICIAIS REGULADORES
Responsável pelo controle Órgão civil, regulamenta a Órgão militar aeronáutico Órgão incumbido de exercer
a direção superior das Forças
de equipamentos que categoria, controla o que controla o espaço
Armadas. É responsável pela
emitem rádio frequência no cadastro das aeronaves e aéreo. É responsável por autorização de voos para
aerolevantamento (AVOMD);
Brasil. O Rádio Controle dos credencia pilotos. analisar as solicitações de
conforme a Portaria
Drones deve ser Responsável por definir as utilização do espaço aéreo, Normativa nº 101/MD
(Dezembro de 2018), o uso
homologado pela agência regras de utilização, normas liberá-las e informar sobre
de RPAs está livre de
obrigatoriamente. e padrões. os eventos aéreos. autorização para voos em
áreas de até 15Km².
REGULAMENTAÇÃO
PASSO A PASSO
1. Certificar-se que o Drone está 2. Cadastrar o Proprietário e a(s) 3. Cadastrar a Empresa ou o Piloto e a(s)
homologado pela ANATEL Aeronave(s) no sistema da ANAC Aeronave(s) no sistema do DECEA e solicitar o voo
https://sistemas.anatel.gov.br/SGCH/ https://sistemas.anac.gov.br/SISANT/ http://servicos.decea.gov.br/SARPAS
REGULAMENTAÇÃO
SARPAS
Área de login
(empresas ou pessoa física)
Cadastro de empresas
(proprietárias de drones)
ou pessoas físicas (piloto
e, opcionalmente,
proprietário de drones).
REGULAMENTAÇÃO
SARPAS
Meus Voos: Solicitações
(operações pendentes), voos
Ativos e Histórico de voos.
Código SARPAS: designação
do DECEA para pilotos, após
aprovação do cadastro de
pessoa física. ABCD
REGULAMENTAÇÃO
SARPAS
Aeronaves: lista de
equipamentos (próprios ou
de terceiros) disponíveis para
uso.
Compartilhamento: nesta
opção empresas e pessoas
físicas disponibilizam seus
equipamentos para o uso de
outros pilotos (através do ABCD
código SARPAS).
REGULAMENTAÇÃO
SARPAS
Minhas aeronaves:
Aeronaves de propriedade do piloto
(usuário do SARPAS).
Aeronaves compartilhadas:
Aeronaves pertencentes a terceiros e
compartilhadas com o piloto usuário
do SARPAS.
Todas as aeronaves
presentes na lista foram
previamente homologadas
na ANAC e posteriormente
incluídas no SARPAS, através
de seus respectivos prefixos.
REGULAMENTAÇÃO
SARPAS
Áreas confinadas: interior de imóveis,
construções fechadas (mesmo que
parcialmente), estádios, arenas,
ginásios, sambódromos; até o limite
vertical da sua estrutura lateral não
são considerados espaço aéreo e não
estão sob jurisdição do DECEA.
Áreas segregadas: áreas de uso
exclusivo (não compartilhado).
O Princípio da Sombra pode ser utilizado em locais com obstáculos que impossibilitem o tráfego de estrutura ou do obstáculo e afastado horizontalmente até 30 m (trinta metros) deste é conhecida como
aviões e helicópteros dentro de um raio de até 30m (por ex.: construções e torres); este cenário é Princípio da Sombra. Sendo respeitados tais parâmetros, as operações realizadas neste volume não
normalmente encontrado em áreas urbanas. demandam análise, principalmente pelo fato de o mesmo espaço não ser utilizado por aeronaves
Na ausência de obstáculos na área de voo, se a operação não é Recreativa ou Aerolevantamento, deve tripuladas em condições normais. Especial atenção deve ser dada às características diferenciadas de
ser solicitado o voo Padrão. Princípio da Sombra na ICA 100-40: aeronaves de asas rotativas dos Órgãos de Segurança Pública e Defesa Civil principalmente.
11.2.3.2 As operações utilizando o Princípio da Sombra deverão ser preferencialmente realizadas em área
2.1.40 PRINCÍPIO DA SOMBRA distante, no mínimo, 2 Km de aeródromos e helipontos cadastrados (Figura 1). Entretanto, a fim de
Para fins de entendimento desta Instrução, o Princípio da Sombra pode ser definido como um volume promover a sustentabilidade do Setor são autorizadas operações que tenham como parâmetro distâncias
existente em torno de qualquer estrutura ou obstáculo, quer seja artificial ou natural, limitado menores, sendo de total responsabilidade do piloto manter- se dentro dos parâmetros previstos, não
verticalmente a 5 m (cinco metros) acima da altura da estrutura ou do obstáculo e afastado devendo em hipótese alguma, colocar em risco a segurança da navegação aérea. A operação a ser
horizontalmente até 30 m (trinta metros) deste. Sendo respeitada tal distância, o voo de aeronaves não realizada nas estruturas envolvidas é de responsabilidade também do proprietário ou locatário da mesma
tripuladas no volume considerado não afeta a segurança de outras aeronaves, pelo fato de não ser e deverão estar autorizadas por estes.
comum sua utilização por aeronaves tripuladas. 11.2.3.3 Em se tratando de locais próximos a helipontos, as operações realizadas utilizando o princípio da
11.2.3 OPERAÇÕES RPAS PRÓXIMAS A OBSTÁCULOS, UTILIZANDO O PRINCÍPIO DA SOMBRA sombra deverão receber especial atenção. Para que sejam realizadas, deverá haver uma coordenação
11.2.3.1 Conforme já citado nas definições, a porção de espaço aéreo em torno de uma estrutura ou antecipada e uma autorização expressa do administrador do heliponto.
obstáculo, quer seja artificial ou natural, limitada verticalmente a 5 m (cinco metros) acima da altura da
REGULAMENTAÇÃO
SARPAS
Nesta área deve ser indicado o
local exato onde ocorrerá a
operação com o drone: através
das coordenadas de
latitude/longitude, ou de
endereço/referência na caixa de
pesquisa ou diretamente no
mapa.
Os círculos vermelhos indicam as
áreas de exclusão aérea (onde
estão instalados aeródromos e
helipontos em funcionamento).
REGULAMENTAÇÃO
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Tipo de operação:
VLOS - voo na linha de visão
EVLOS - VLOS com apoio de observador
BVLOS - voo além da linha de visão (apenas
para aeronaves certificadas pela ANAC)
Regra de voo:
VFR – voo visual
IFR – voo por instrumentos (disponível
apenas em operações BVLOS)
Horário Zulu: termo usado na aviação para o
padrão UTC Zero (fuso horário zero), a partir
do qual são definidos todos os fusos
horários mundiais.
Informalmente é equivalente ao antigo
horário GMT (baseado em Greenwich –
Londres/Inglaterra).
Por exemplo: se a operação ocorrer em São
Paulo (que segue o horário de Brasília), cuja
área é UTC -3, ao horário da operação
deverá ser somado 3; se a operação ocorrer
entre as 15:00 e 17:00 o horário informado
será 18:00 e 20:00. Saiba mais aqui.
REGULAMENTAÇÃO
SARPAS
Confirmação da área que será
sobrevoada (circular, em
formato de polígono ou
corredor), em metros.
Abaixo de 400ft (~122m): Altura; o valor sempre será em pés (ft); 1m = 3,28pés.
Até 30 m: Entre 30 e 120m:
• Estar afastado 5 km de aeródromos cadastrados, quando operando nas zonas • Estar afastado 9 km de aeródromos e/ou rotas conhecidas de helicópteros e
de aproximação/decolagem aeronaves
• Estar afastado 2 km de aeródromos cadastrados, quando fora das zonas de • Estar afastado 3 km de helipontos cadastrados
aproximação/decolagem • Estar afastado 2 km de locais onde sejam previstas operações agrícolas
• Estar afastado 600m de helipontos cadastrados com cota superior a 60m, ou • Velocidade máxima de 120 km/h
2 km no caso de cota inferior a 60m • Prazo para análise do DECEA: até 2 DIAS ÚTEIS (18 dias em distância menor que 5
• Estar afastado 2 km de locais onde sejam previstas operações agrícolas km de aeródromos, com emissão de NOTAM)
• Velocidade máxima de 60 km/h
• Prazo para análise do DECEA: até 45 minutos (2 dias úteis em distância menor que 2 Obs.: a emissão do NOTAM sempre está sujeita a análise do DECEA.
Km de aeródromos/helipontos)
REGULAMENTAÇÃO
SARPAS
Confirmação da área que será
sobrevoada (circular, em
formato de polígono ou
corredor), em metros e altura
de voo, em pés (ft)
(1m = 3,28pés).
Quando mais de uma RPS (ESTAÇÃO
DE PILOTAGEM REMOTA) for
utilizada para um mesmo voo,
procedimentos seguros e efetivos de
transferência entre as estações
(handover) deverão ser adotados de
forma que não haja descontinuidade
na operação da aeronave,
estabelecendo pontualmente o
piloto remoto que está no controle
efetivo e a sua respectiva estação.
REGULAMENTAÇÃO
SARPAS
Espaço para observações que
possam auxiliar a análise da
equipe do DECEA.
É necessário confirmar ciência
para todos os tópicos.
Atenção especial para a distância
do aeródromo/heliponto mais
próximo (que pode ser
consultado através do link ao
final do respectivo parágrafo).
REGULAMENTAÇÃO
SARPAS
Perguntas recorrentes:
1) Quem está nos fiscalizando?
Todos são potenciais “fiscais” de nossas operações. Desde as pessoas em solo (vizinhos, transeuntes, motoristas, turistas, banhistas, agentes de segurança) até pilotos de
aeronaves (helicópteros e aviões). Uma denúncia do primeiro grupo pode resultar em abordagem policial e do segundo grupo em uma investigação federal.
2) Sempre preciso solicitar voo no DECEA?
Sim. O espaço aéreo é compartilhado com outras aeronaves e para evitar acidentes possui regras claras para seu uso. Seguir as regras e solicitar voo no DECEA, além de
obrigatório, é fundamental para garantir a segurança de todos.
3) Posso voar na rua de casa?
Sim, mas considerando que a rua é local público e não é destinada ao aeromodelismo, os pré-requisitos legais para voos não-recreacionais devem ser cumpridos, com
atenção especial à distância de terceiros (mínimo de 30m). Junto ao SARPAS considere utilizar o Princípio de Sombra.
4) Posso voar no quintal de casa?
Sim, mas considerando que o “quintal de casa” não é local destinado ao aeromodelismo, os pré-requisitos legais para voos não-recreacionais devem ser cumpridos. Junto ao
SARPAS considere utilizar o Princípio de Sombra.
5) Posso voar na praia? Posso voar em meu sítio?
Sim, mas considerando que estes locais não são destinados ao aeromodelismo, os pré-requisitos legais para voos não-recreacionais devem ser cumpridos. No caso da praia,
por se tratar de local público, deve ser dada atenção especial à distância de terceiros (mínimo de 30m). Em áreas rurais e litoral as aeronaves tripuladas podem fazer
sobrevoos a 200ft (60m) de altura. Junto ao SARPAS utilize o voo Padrão.
6) Então não posso voar em nenhum lugar?
Pode sim! É fato que em áreas metropolitanas a existência de helipontos e aeroportos restringe (por questões de segurança) o acesso ao espaço aéreo por drones; a cidade
de São Paulo possui um dos maiores contingentes de helicópteros do mundo, e mesmo pelo interior do estado é comum encontrarmos instalações em distritos industriais e
condomínios de alto padrão. Em contrapartida para a maioria dos helipontos é possível obter autorização para voo (consulte este link http://bit.ly/2NpFuce para saber mais
sobre helipontos e aeroportos na sua região). Quando se trata de aeroportos de pequeno porte a negociação também é possível.
REGULAMENTAÇÃO
SARPAS
Penalidades:
Decreto Lei 2.848/1940 – Código Penal
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente.
Art. 261 – Expor a perigo embarcação ou aeronave, própria ou alheia, ou praticar qualquer ato tendente a impedir ou dificultar navegação marítima, fluvial ou aérea.
Lei 7.565 – Código Brasileiro de Aeronáutica – CBA
Art. 289 – Na infração aos preceitos deste Código ou da legislação complementar, a autoridade aeronáutica poderá tomar as seguintes providências administrativas:
I – multa.
Art. 291 – Toda vez que se verifique a ocorrência de infração prevista neste Código ou na legislação complementar, a autoridade aeronáutica lavrará o respectivo
auto, remetendo-o à autoridade ou ao órgão competente para a apuração, julgamento ou providência administrativa cabível.
§ 1° Quando a infração constituir crime, a autoridade levará, imediatamente, o fato ao conhecimento da autoridade policial ou judicial competente
Lei 10.406/2002 – Código Civil
Art. 186 – Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete
ato ilícito.
Decreto Lei 3.688/1941 – Lei das Contravenções Penais
Art. 33 – Dirigir aeronave sem estar devidamente licenciado.
Art. 35 – Entregar-se na prática da aviação, a acrobacias ou a voos baixos, fora da zona em que a lei o permite, ou fazer descer a aeronave fora dos lugares destinados
a esse fim.
A PRÁTICA É ESSENCIAL PARA DESENVOLVER OS
REFLEXOS NECESSÁRIOS PARA PILOTAGEM
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Futuriste Tecnologia Ltda
Rua Costa Aguiar, 897
Ipiranga - São Paulo – SP
Telefones: (11) 2638-1316 / (11) 97435-2237
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