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Libras: Inclusão de Aluna Surda no Ensino Regular

Este documento resume um projeto de estágio que visa demonstrar como a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) pode melhorar o aprendizado de uma aluna surda através de seu uso no Atendimento Educacional Especializado. O projeto tem como objetivos apresentar a LIBRAS como primeira língua da pessoa surda e identificar os direitos garantidos pela lei para a aluna, visando sua inclusão no ensino regular.

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Denilda Pereira
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Libras: Inclusão de Aluna Surda no Ensino Regular

Este documento resume um projeto de estágio que visa demonstrar como a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) pode melhorar o aprendizado de uma aluna surda através de seu uso no Atendimento Educacional Especializado. O projeto tem como objetivos apresentar a LIBRAS como primeira língua da pessoa surda e identificar os direitos garantidos pela lei para a aluna, visando sua inclusão no ensino regular.

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Centro Universitário Leonardo da Vinci

NOME DO(A) ACADÊMICO(A): DENILDA PEREIRA DA MATA SOUZA


CURSO : LICENCIATURA INFORMÁTICA
TUTOR EXTERNO: DEJAIR JOSE PEREIRA JUNIOR

PROJETO DE ESTÁGIO: LIBRAS: INSTRUMENTO DE APRENDIZAGEM NA


INCLUSÃO DE UMA ALUNA SURDA NO ENSINO REGULAR.

RIO BRILHANTE
2021
SUMÁRIO

PARTE I: PESQUISA.....................................................................................................3

1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E


JUSTIFICATIVA..............................................................................................................3

1.2 OBJETIVOS......................................................................................................3

1.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DA PESQUISA..........................................4

PARTE II: PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO..........................................................6

2.1 METODOLOGIA..............................................................................................6

2.2 CRONOGRAMA...............................................................................................7

REFERÊNCIAS..............................................................................................................7

APÊNDICES....................................................................................................................8
3

1 PARTE I: PESQUISA

1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E JUSTIFICATIVA

Área de concentração: Educação Especial


Programa de Extensão: Metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem
Projeto de Extensão: Libras, instrumento de aprendizagem.
Produto Virtual: Informativo
Tema: Libras: Instrumento de Aprendizagem na Inclusão de uma aluna Surda no Ensino
Regular.

O trabalho realizado com observações sistemáticas em uma sala de 2º ano do ensino


fundamental e no Atendimento Educacional Especializado -AEE; no município de Rio
brilhante/MS; a qual esta matriculada nesta escola desde o primeiro ano do ensino fundamental,
uma aluna surda; ela não tem conhecimento da língua de sinais, prejudicando seu desenvolvimento
em sala de aula.
Com sua inserção no AEE, (no 2º ano do ensino fundamental), entre muitos recursos para
melhoria na qualidade do seu aprendizado, a LIBRAS será trabalhada em todas as atividades
proposta, sendo que com conhecimento básico de sinais, espera-se que haja melhorias no seu
rendimento em sala de aula.
Pensando-se na aluna com deficiência auditiva, numa escola que visa valorizar os alunos
em suas especificidades, mas que, não cumpre as leis vigentes da pessoa com surdez, neste
contexto, quais os procedimentos pedagógicos necessários, para viabilizar a educação bilíngüe e o
aprendizado da aluna surda?

1.2 OBJETIVOS

 Demonstrar aos envolvidos no processo escolar, com a inserção da LIBRAS no


Atendimento Educacional Especializado, no aprendizado da aluna surda em sala de aula,
terá significativa melhorias no seu aprendizado. Iniciar os objetivos por verbos no infinitivo;
 Apresentar a LIBRAS, sendo a primeira língua da pessoa com surdez.

 Identificar os direitos garantidos pelas leis vigentes da LIBRAS à aluna surda em sala de
aula.
4

1.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA:UM BREVE PANORAMA DAS LEIS E OS DESAFIOS


DA INCLUSÃO DO SURDO

A educação tem se destacado no processo de inclusão social dos cidadãos, tendo como
mediadora uma escola realmente para todos, como instância sociocultural, denominando-se
Bilingue. A inclusão escolar constitui, portanto, uma proposta politicamente correta que representa
valores simbólicos importantes, condizentes com a igualdade de direitos e de oportunidades
educacionais para todos, em um ambiente educacional favorável.
Esses conceitos são por vezes evidenciados pelos mecanismos de negação das possibilidades
de aceso e aprendizagem dessas pessoas, fortemente arrojados no conceito de limitações e
incapacidade, ainda vigentes em nosso meio, este é o grande desafio que a educação inclusiva se
propõe a romper, entendendo que os surdos tem suas especificidades no modo de se comunicar e a
resistência de algumas pessoas, comunidades ou até mesmo familiares aceitarem a língua de sinais
como a primeira língua de um membro surdo.
Línguas de sinais - São línguas que são utilizadas pelas comunidades surdas. As línguas de
sinais apresentam as propriedades específicas das línguas naturais, sendo, portanto,
reconhecidas enquanto línguas pela Linguística. As línguas de sinais são visuais-espaciais
captando as experiências visuais das pessoas surdas. (QUADROS,2004, p.08)

Pensando-se no aluno com deficiência auditiva ou surdo; matriculado desde a educação


infantil, a escola deve promover as adequações necessárias e contar com serviços de um intérprete
de língua de sinais, viabilizando a educação bilíngue, onde a língua de instrução seja a Libras como
sendo sua primeira língua(L1) e a Língua Portuguesa; segunda língua (L2).
No Brasil, a língua de sinais só foi considerada uma língua, em 24 de abril de 2002 quando o
então Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, sancionou a lei n° 10.436, que
reconheceu a LIBRAS como meio legal de comunicação entre os surdos.

Art.1º - É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de


Sinais – Libras e outros recursos de expressão associadas.
Parágrafo único – Entende-se como Língua Brasileira de Sinais- a forma de comunicação e
expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, como estrutura
gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos,
oriundo de comunidade de pessoas surdas no Brasil. (BRASIL,2002)

Diante do exposto, a escola compromissada com uma educação de qualidade, que se


empenha em ser um espaço adequado para todas as crianças, rico em estímulos visuais, auditivos e
outros e com profissionais devidamente capacitados, que busca garantir a interação para todas as
crianças, estabelecendo metas de integração dos surdos com os demais ouvintes; necessita estar em
consonância com a legislação vigente, propiciando interprete em sala de aula, para que o
aprendizado do aluno surdo seja contextualizado e ocorra de fato a aquisição dos conhecimentos.
5

A conquista dessa lei (BRASIL,2002), representa importância significativa, considerando


todos os movimentos da comunidade surda para que a Libras e assim como interpretes; sejam
reconhecidos em profissionais de língua de sinais, destacando as demais leis vigentes que direta ou
indiretamente respaldam esses desafios de profissionais no sistema educacional:

• Lei 10.098/00 (Lei da acessibilidade)


• Lei 10.172/01 (Lei do Plano Nacional de Educação)
• Resolução MEC/CNE: 02/2001 (Diretrizes Nacionais para a Educação Especial
na Educação Básica)
• Portaria 3284/2003 que substituiu a Portaria 1679/99 (acessibilidade à Educação
Superior). (QUADROS,2004, p.17)

Segundo Barbosa (2010, p.15), “É direito das pessoas surdas o acesso ao aprendizado da
Libras desde a educação infantil para sua apropriação de maneira natural e ao longo das demais
etapas da educação básica, com presença de um profissional habilitado, preferencialmente surdo”.
Desta forma, a formação de interpretes de Libras, concretizou-se com o decreto 5.626/2005,
o qual prevê a formação desse profissional por meio de cursos de extensão, graduação em Letras
Libras ou em cursos de pós-graduação organizados em instituições educacionais.

O Decreto 5.626, de 22 de dezembro de 2005, prevê a inclusão da Libras como disciplina


curricular. Para tanto há a necessidade da formação do professor de Libras, bem como de
tradutores e interpretes de Libras, de professores especializados no ensino da Língua
Portuguesa, como segunda língua para pessoas surdas, do uso e da difusão da Libras e da
Língua Portuguesa (ALBRES, 2013, p. 41).

Considerando ser importante este decreto, o qual vem valorizar a singularidade de cada
aluno e o interprete comprometidos com a construção de conhecimento para sua área de atuação e
com a transformação da realidade de cada aluno.

1.4 A IMPORTÂNCIA DA LIBRAS PARA A INTEGRAÇÃO DA ALUNA SURDA


Nos últimos anos tem sido possível através da Língua de Sinais, que é uma língua completa,
com estrutura independente da Língua Portuguesa oral ou escrita, o desenvolvimento cognitivo do
indivíduo surdo, favorecendo o seu acesso a conceitos e conhecimentos que se fazem necessários
para sua interação com o outro e o meio em que vivem, possibilitando, contudo a comunicação
com os ouvintes, pois a comunicação deles é mais visual.

As pessoas com surdez não podem ser reduzidas ao chamado mundo surdo, com uma
identidade e uma surda cultura. É no descentramento identitário que podemos conceber
cada pessoa com surdez como um ser biopsicossocial, cognitivo, cultural, não somente na
constituição de sua subjetividade, mas também na forma de aquisição e produção de
conhecimentos, capazes de adquirirem e desenvolverem não somente os processos visuais-
gestuais, mas também de leitura e escrita, e de fala se desejarem. (ALVEZ, 2010, p.8)
6

Os alunos com surdez possuem dificuldades assim como os ouvintes, a alfabetização e o


letramento ocorrem através de recursos visuais. Portanto o professor bilíngue dentro da sala de aula
ajudará a criança surda, para a compreensão desses recursos visuais, desenvolvê-lo em todos os
âmbitos, sendo intelectual, físico e social.
Segundo o texto publicado na rede mundial de computadores pela (FENEIS) 1, apresenta a
LIBRAS sendo a língua materna dos surdos, uma proposta que implica na formação e no
atendimento às suas características particulares e no empenho do professor.

A LIBRAS é a língua materna dos surdos brasileiros e, como tal, poderá ser aprendida por
qualquer pessoa interessada pela comunicação com essa comunidade. Como língua, esta é
composta de todos os componentes pertinentes às línguas orais, como gramática, semântica,
pragmática, sintaxe e outros elementos, preenchendo, assim, os requisitos científicos para
ser considerada instrumental linguística de poder e força. Possui todos os elementos
classificatórios identificáveis de uma língua e demanda de prática para seu aprendizado,
como qualquer outra língua. (FENEIS,2010)
Quando iniciaram o uso da LIBRAS, a linguagem era só uma ferramenta para facilitar a
comunicação, depois comprovou-se que ela é uma língua completa que o surdo deve aprender, para
que possa se desenvolver em muitos sentidos, compreendendo que a linguagem de sinais para o
surdo é muito importante. E a escola deve estar preparada com professores que conheçam a libras,
para que esse recurso seja contextualizado em toda sua prática pedagógica.

Reconhecendo que, devido às necessidades específicas dos alunos surdos, é possível que sua
educação possa ser ministrada de forma adequada e que, este aluno não seja matriculado em uma
escola só para os surdos.

Percebemos que os alunos surdos possuem desenvolvimento cognitivo compatível de


aprender como qualquer ouvinte, mas; o aluno surdo que não adquirem a língua de sinais, têm
dificuldade de compreender o contexto das atividades em que estão inseridos, e o seu
desenvolvimento e aprendizagem ficam mais lentos.

2 PARTE II: PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO

2.1 METODOLOGIA

A metodologia aplicada foi pesquisa qualitativa, teve base com observações sistemáticas
na sala de aula do 2º ano do ensino fundamental e no Atendimento Educacional Especializado -
AEE; com leituras bibliográfica, artigos, leis, decretos , pesquisas em sites no referido contexto do
tema abordado, com posteriores interpretações para analisar o desenvolvimento no aprendizado de
uma aluna surda matriculada nesta sala, sem o conhecimento da língua de sinais.
13
FENEIS- Federação Nacional de Educação e Integração de Surdos
7

Os instrumentos utilizados foram observações sistemáticas, com pesquisa qualitativa,


considerando o mundo real e o sujeito pesquisado, no cotidiano escolar da aluna, descrevendo as
observações, remetendo as interpretações das coletadas obtidas, com levantamentos realizados em
bases de leituras bibliográficas.

2.2 CRONOGRAMA

DATA PARA POSTAGEM (Flex) ou


ETAPA AÇÃO A SER REALIZADA
ENTREGA (Semipresencial)
Escrita do Projeto de Estágio.
Etapa 1 31/07/2021
Postar/Entregar o Projeto de Estágio.
Observação virtual e preenchimento
do Roteiro de Observação
Etapa 2 Postar/Entregar o Roteiro de 31/07/2021.
Observação Virtual.

Escrita do Papear de Estágio e


elaboração do projeto de extensão de
acordo com o Programa de Extensão
Etapa 3 31/07/2021.
escolhido.

Postagem do produto virtual.


Realização da Socialização de
Etapa 4 31/07/2021.
Estágio.

REFERÊNCIAS

ALBRES, Neiva de Aquino, Sylvia Lia Crespam (org.). Libras em estudo: política educacional.
São Paulo: FENEIS, 2013.

ALVEZ, Carla Barbosa. A educação especial na perspectiva da inclusão escolar: abordagem


bilíngue na escolarização de pessoa com surdez. Brasília: MEC/SEE: Fortaleza: Universidade
Federal do Ceará, 2010.

BRASIL. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Secretaria


de Educação Especial; Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos – Brasília: MEC;
SEESP, 2004.

________. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educacionais especiais.


Brasília: CORDE,1994.

_____. Decreto nº5.626, 22 dezembros de 2005. Disponível em:


http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm Acesso em:
16/jan./2021.
8

____.LEI N.º 10.436 de 24 de abril de 2002. Disponível em:


http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei10436.pdf . Acesso em: 16/jan./2018
____. Lei nº 12.319 de 1 de setembro de 2010. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12319.htm. Acesso em:17/jun./2021.

DAMÁZIO, Mirlene F. Macedo. Formação Continuada a Distancia de professores para o


Atendimento Educacional Especializado. SEESP/SEED/MEC-Brasilia:2007. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_da.pdf . Acesso em: 17/01/2012.
 
QUADROS. Ronice Müller . Situando as diferenças implicadas na educação de surdos:
inclusão/exclusão.Ponto de Vista , Florianópolis, n.05, p. 81-111, 2003. Disponível em:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/pontodevista/article/viewFile/1246/3850 .Acesso em:
15/06/2121.
9

APÊNDICES

PLANO DE AULA
PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA
Nome da escola Centro Educacional criança Esperança I
Diretor(a) Reginaldo Morraes corrêa
Turma 2° ano
Disciplinas/Campo de
Língua Portuguesa
Experiência
Tema A importância da Libras
A inserção do aluno surdo na escola é muito importante, para sua
Objetivos/Habilidades
formação em todos os seus aspectos.
Recursos/Materiais Caixa surpresa, letras em E.V.A, alfabeto em libras.
Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos

A prática de intervenção para favorecer um aprendizado integral ao aluno com surdez, será
possivelmente exposto um painel com as letras do alfabeto em LIBRAS, anexada na parede da sala
de aula, a qual estará inserido aluno surdo. Em uma caixa surpresa, serão colocadas letras do
alfabeto em E.V.A, e cada aluno ao pegar a letra em E.V.A, fará o referido sinal da letra em
LIBRAS, e depois sinal que os demais alunos terão que adivinhar de alguns objetos, nomes
próprios, etc; enquanto que o aluno surdo auxiliará os que apresentarem dificuldades tanto na
realização do sinal, quanto na interpretação ou datilologia. Exemplo; se retirou da caixa a letra “M”,
os sinais poderá ser: meia, macaco, melancia, mesa, milho, mala, Manaus, mão, etc.

Avaliação

Avaliação será através de observação da atividade realizada, onde será observado a concentração da
criança em busca da aprendizagem da letra M.

Referências

LACERDA, Cristina B. Feitosa de. A inclusão escolar de alunos surdos: o que dizem alunos,
professores e interpretes sobre esta experiência. Cad. Cedes, Campinas, vol. 26, n. 69, p. 163-184,
maio/ago. 2006. Disponível em: Acesso em 17/06/2021.

Anexos

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