POLÍCIA MILITAR
DA BAHIA
Subcomando-Geral - n.º 007 - 30 de julho de 2012
LEGISLAÇÃO, JURISPRUDÊNCIA
E NORMAS GERAIS
LJNG
o
SUPL/LJNG 30 de julho de 2012 n. 007
SUMÁRIO
SUPLEMENTO LJNG N.º 007
30 DE JULHO DE 2012
SEGUNDA- FEIRA
1 - DIRETRIZ GERAL DE ENSINO 2012-2015, DE 30 DE JULHO
DE 2012 (DGE 2012-2015).
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a. DIRETRIZ GERAL DE ENSINO 2012-2015, DE 30 DE
JULHO DE 2012 (DGE 2012-2015)
CAPÍTULO I
Política de Ensino
Artigo 1º - A Política de Ensino da PMBA consiste no conjunto de ações
sistematizadas à organização da educação nos níveis infantil, fundamental, médio,
técnico profissional de nível médio e técnico profissional de nível superior
(graduação e especialização), visando à formação do homem e do profissional
de polícia nos seus aspectos físico, intelectual, afetivo e moral, com a finalidade
de desenvolver as qualidades necessárias para o desempenho de suas atividades
na sociedade.
SEÇÃO I
Das Fontes
Artigo 2º - Constitui fontes da Política de Ensino da PMBA:
I – de forma geral, as normas que regem a educação nacional e estadual:
a) Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB);
b) Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN);
c) Matriz Curricular Nacional para Ações Formativas em Segurança Pública
(MCN), organizada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública / Ministério
da Justiça – SENASP/MJ.
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II – de maneira específica, as normas que disciplinam o ensino na PMBA:
a) Decreto n° 17.652, de 12 de fevereiro de 1960, que “Aprova o
Regulamento do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças”;
b) Decreto nº 1.331, de 07 de julho de 1992, que “Aprova o Regulamento
da Academia de Polícia Militar”;
c) Decreto nº 7.427, de 31 de agosto de 1998, que “Dispõe sobre o
exercício das atividades de regência de classe nos estabelecimentos de ensino da
Polícia Militar do Estado da Bahia e dá outras providências”;
d) Lei nº 9.848, de 29 de dezembro de 2005, que “Reorganiza a Polícia
Militar da Bahia, dispõe sobre o seu efetivo e dá outras providências”;
e) Decreto nº 10.152, de 09 de novembro de 2006, que “Aprova a
Organização Estrutural e Funcional da Polícia Militar da Bahia – PM/BA;
f) Portaria n° 080 – CG/06, de 12 de dezembro de 2006, que “Regulamenta
a Organização Estrutural e Funcional da Polícia Militar da Bahia”;
g) Portaria n° 007 – CG/08, de 11 de fevereiro de 2008, que “Estabelece
critérios referentes ao planejamento, controle e fiscalização das atividades de
ensino da Corporação, a cargo do Departamento de Ensino da PMBA, na sua
atuação como instância superior na regulamentação e elaboração de diretrizes da
política institucional de educação para as organizações a ele tecnicamente
subordinadas”;
h) Portaria nº 040 – CG/08, de 23 de outubro de 2008, que “Estabelece
procedimentos referentes à indicação de policiais militares candidatos aos cursos,
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estágios ou treinamentos promovidos pela PMBA ou por outras Instituições e dá
outras providências”;
i) Portaria nº 050 – CG/08, de 31 de outubro de 2008, que “Estabelece
critérios para a realização dos exames pré-admissionais com vistas ao ingresso de
candidatos no Curso de Formação de Soldado da Polícia Militar da Bahia”;
j) Lei nº 11.356, de 06 de janeiro de 2009, que “Cria o Prêmio por
Desempenho Policial, altera a estrutura organizacional e de cargos em comissão
da Polícia Militar da Bahia e dispositivos das Leis nº 7.990, de 27.12.2001, nº
8.626, de 09.05.2003, nº 9.002, de 29.01.2004, e nº 9.848, de 29.12.2005, e
dá outras providências”;
k) Portaria nº 051 – CG/11, de 19 de agosto de 2011, que “Estabelece
critérios especiais referentes ao planejamento, organização, direção e controle
das atividades de ensino de capacitação e qualificação profissionais voltados para
a Copa do Mundo de Futebol 2014”;
l) Portaria nº 02 – CG/12, de 12 de janeiro 2012, que “Dispõe sobre a
reorganização do Grupo de Trabalho da Polícia Militar da Bahia para assuntos da
Copa do Mundo FIFA Brasil 2014 e eventos afins – GT PMBA COPA – e seu
Regimento Interno, e dá outras providências”.
SEÇÃO II
Da Política de Ensino e seus Fundamentos
Artigo 3º - São fundamentos da Política de Ensino da PMBA:
I – a sistematização do conhecimento por parte das unidades de ensino da
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Corporação para a formação educacional e profissional dos indivíduos com vista:
a) ao desenvolvimento da educação escolar no nível básico (infantil,
fundamental, médio, profissional) para garantir uma formação comum
imprescindível à cidadania e à inserção no nível de educação superior (graduação
e especialização);
b) à profissionalização para ingresso na Corporação de praças e oficias
para o exercício dos cargos e funções inerentes à profissão policial militar e
bombeiro militar;
c) à habilitação, através do aperfeiçoamento e da especialização, para galgar,
respectivamente, as graduações e os postos dentro da Corporação, segundo o
princípio da capacitação hierárquica;
d) à capacitação contínua dos integrantes da Corporação com o intuito de
acompanhar o desenvolvimento técnico-científico e tecnológico no campo da
segurança pública e, em especial, no campo da ordem pública;
e) à internalização dos valores e princípios morais que norteiam a condição
de cidadão e de profissional policial militar e bombeiro militar;
f) ao desenvolvimento das competências cognitivas, operativas e atitudinais
para o desempenho da profissão policial militar e bombeiro militar nos âmbitos
operacional e administrativo;
II – o incentivo às atividades de ensino e pesquisa para o desenvolvimento
intelectual dos policiais militares que compõem o corpo docente das unidades de
ensino da Corporação, bem como para criar uma cultura organizacional sempre
em consonância com os anseios e as necessidades do publico interno e da
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sociedade;
III – o desenvolvimento de um sistema educacional integrado com as
políticas nacional e estadual de ensino, observando as finalidades previstas no
inciso I deste artigo;
IV – a gestão dos processos de seleção para ingresso na Corporação,
bem como para os cursos internos e externos, estes oferecidos por outras
organizações policiais, ou organizações públicas e/ou privadas, que atendam as
necessidades educacionais para o aprimoramento profissional do policial militar
e bombeiro militar;
V - a avaliação do ensino, de forma continuada e cumulativa, com o fim de
corrigir os problemas ocasionais que são comuns aos contextos de
hipercomplexidade engendrados pela sucessiva e ampla divisão funcional do
trabalho;
VI – a solidificação dos princípios democráticos e do respeito aos direitos
humanos previstos na Constituição Federal e na legislação correlata através:
a) da valorização do conceito de proteção e promoção dos Direitos
Humanos doscidadãos, em especial aqueles que são garantidores à vida, à
integridade física, à liberdade e à dignidade humana;
b) da profissionalização e da especialização dos integrantes da Corporação
nas áreas temáticas de policiamento comunitário, segurança cidadão, segurança
humana;
c) da desconstrução de valores, hábitos, costumes e crenças enraizadas
que fomentam ações repressivas e reativas em detrimento das ações preventivas
e proativas;
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d) da adoção de protocolos internacionais, nacionais e corporativos que
regulem o uso da força e da arma de fogo nas atividades de policiamento, bem
como a preparação ética, técnica e legal necessária às atividades de repressão
qualificada da criminalidade;
e) do estímulo das técnicas de negociação e mediação de conflitos nas e)
do estímulo das técnicas de negociação e mediação de conflitos nas resoluções
de litígios.
§ 1º - Os fundamentos referendados neste artigo devem nortear os
componentes curriculares do sistema de ensino da Corporação, inserindo também,
de forma transversal, conteúdos temáticos que versam sobre racismo, xenofobia,
homofobia, sexismo, relacionamento interpessoal, resolução pacífica de conflitos.
§2º - Os docentes deverão privilegiar a prática pedagógica através de
instrumentos metodológicos de ensino/aprendizagem e de avaliação criteriosos
que premiem os mais competentes e talentosos de forma a atender os princípios
da meritocracia.
§3º - Os valores deontológicos e a reflexão ética devem ser desenvolvidos
em todas as atividades de ensino realizadas dentro do sistema educacional da
Corporação.
CAPÍTULO II
Aspectos Pedagógicos da Educação e da Pesquisa
SEÇÃO I
Do Ensino e da Pesquisa
Artigo 4º - Considera-se pedagogia o campo do conhecimento científico
que tem como objeto as teorias e práticas educativas, estabelecendo, neste caso,
como atividade pedagógica nas unidades de ensino da PMBA, o conjunto de
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ações que se direciona para o desenvolvimento da educação nos níveis básico
(infantil, fundamental, médio e profissional) e superior (graduação e especialização).
Artigo 5º - Considera-se educação o conjunto de ações que agem sobre o
homem com a finalidade de prepará-lo para a vida social, ou seja, a educação
visa ampliar as capacidades humanas para alcançar o bem-estar social. No âmbito
da educação policial militar, a finalidade é preparar o indivíduo para ingressar na
Corporação ou, para aqueles que já são integrantes, qualifica-los de forma a prestar
um melhor serviço à sociedade.
Artigo 6º - Considera-se pesquisa toda atividade destinada a analisar,
descrever, verificar, observar e experimentar, através de um aparato teórico dos
campos do conhecimento e de instrumentos metodológicos, um fenômeno social
que contribua para o melhoramento dos recursos humano e material.
Artigo 7º - As atividades de ensino realizadas para o desenvolvimento da
educação na PMBA, para fins de construção dos componentes curriculares, devem
atender os seguintes perfis de conhecimento:
I – geral: os componentes curriculares devem constar de conhecimentos
fundamentais nas áreas das ciências naturais, sociais, humanas e tecnológicas como
forma de atender as necessidades educacionais básicas para a formação do
indivíduo enquanto ser biopsicossocial;
II – específico: os componentes curriculares devem constar de conhecimentos
técnico-profissionais para atender as especificidades da atividade policial nas
dimensões institucional, organizacional e profissional como forma de suprir as
necessidades educacionais próprias para o desempenho dos cargos e o
desenvolvimento das funções nos âmbitos da segurança pública e da ordem pública:
a) institucional: destina-se ao conhecimento do mandato policial, da polícia
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como instrumento de poder, como operadora da lei e administradora de conflitos;
b) organizacional: destina-se ao conhecimento dos aspectos organizacionais
da administração policial, dos princípios burocráticos que regem a organização
policial, da cultura organizacional construída dentro dos mais variados processos
de socialização.
c) profissional: destina-se ao conhecimento dos interesses profissionais nos
seus aspectos materiais, que estão relacionados às condições de emprego e de
trabalho de forma geral, nos seus aspectos corporativos, que estão relacionados
à questões particulares da atividade policial, e nos seus aspectos profissionais
propriamente dito, que estão relacionados às questões que despertam a atenção,
o que motiva, o que valoriza a atividade policial.
SEÇÃO II
Das Modalidades de Ensino
Artigo 8º - São modalidades de ensino na PMBA:
I – curso: é a modalidade de ensino que tem como finalidade preparar o
indivíduo para a vida em sociedade, para habilitar pessoas para o exercício do
cargo e das funções de policial militar e bombeiro militar, bem como capacitar e
qualificar policiais militares e bombeiros militares para desempenhar, de forma
eficaz e eficiente, as técnicas e utilizar as tecnologias inerentes as profissões;
II – treinamento: é a modalidade de ensino que tem como finalidade aferir
as habilidades adquiridas através da modalidade de ensino citada no item anterior
como forma de melhor preparar fisicamente, psicologicamente e tecnicamente o
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policial militar e o bombeiro militar;
III – estágio: é a modalidade de ensino que tem como finalidade inserir o
policial militar e o bombeiro militar em cenários reais não só para avaliar a atitude
e a capacidade intelectual de administrar as situações em tempo real e avaliar o
condicionamento físico, psicológico e técnico em situações concretas, mas também
proporcionar novas experiências que possibilitem contrastar as diversas realidades.
Artigo 9º - Quanto à finalidade, as modalidades de ensino classificam-se
em:
I – cursos:
a) de formação;
b) de aperfeiçoamento;
c) de especialização;
d) de capacitação;
e) de qualificação;
II – treinamento:
a) adaptação;
III – estágios:
a) supervisionados;
b) de especialização profissional;
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c) de capacitação profissional.
Parágrafo único: Os estágios supervisionados referem-se à modalidade de
ensino destinada a mostrar na prática os componentes curriculares desenvolvidos
teoricamente nos cursos de formação e aperfeiçoamento; os estágios de
especialização profissional referem-se à modalidade de ensino destinada a mostrar
na prática os componentes curriculares desenvolvidos teoricamente nos cursos
de especialização; e, os estágios de capacitação profissional referem-se à
modalidade de ensino destinada a mostrar na prática os componentes curriculares
desenvolvidos teoricamente nos cursos de capacitação.
Artigo 10 - O sistema de Ensino da PMBA manterá os seguintes cursos:
I – de formação:
a) Curso de Formação de Soldado PM e BM (CFSd);
b) Cursos de Formação de Cabo PM e BM (CFC);
c) Curso de Formação Especial de Sargento (CFES);
d) Curso de Formação de Sargento PM e BM (CFS);
e) Curso de Formação de Oficiais Auxiliares (CFOA);
f) Curso de Formação de Oficial PM (CFO);
g) Curso de Educação Básica.
II – de aperfeiçoamento:
a) Curso de Aperfeiçoamento de Sargento (CAS);
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III – de especialização:
a) Curso de Especialização em Segurança Pública (CESP);
b) Curso de Especialização em Gestão Estratégica em Segurança Pública
(CEGESP);
IV – de Capacitação e Qualificação.
§ 1º – Os cursos de capacitação e qualificação para policiais e bombeiros
militares, bem com os respectivos treinamentos devem ser precedidos de projetos
e devem seguir a fundamentação teleológica constada na Portaria 007 – CG/08,
da Separata nº 024, de 11 de fevereiro de 2008.
§ 2º - Os cursos de capacitação e qualificação para policiais e bombeiros
militares, bem com os respectivos treinamentos, destinados à Copa do Mundo
de Futebol de 2014, devem ser precedidos de projetos e devem seguir a
fundamentação teleológica constada na Portaria 051 – CG/11, publicada no
BGO nº 159, de 19 de agosto de 2011.
§ 3º - Os cursos de capacitação, qualificação e treinamentos, após
reconhecimento e autorização pelo DE, devem ser inseridos na NPCE do ano
subsequente para a sua realização, podendo ser realizado no mesmo ano de
aprovação e, por conseguinte, sem constar na NPCE em situações excepcionais
por determinação do Comando Geral da Corporação.
Artigo 11- As modalidades de ensino valer-se-ão, isolada ou
cumulativamente, dos referidos processos educacionais:
I – ensino presencial: o processo educacional ocorre através da interação
entre discentes e docentes em um mesmo espaço físico e temporal;
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II – ensino a distância: o processo educacional ocorre através da utilização
de ferramentas tecnológicas onde discentes e docentes interagem em espaços
físicos diferentes dentro de um mesmo lapso temporal ou em tempos distintos
com o uso de recursos audiovisuais.
Artigo 12 - As modalidades de ensino realizadas em outras organizações
policiais e organizações militares, ou em organizações de ensino não militares,
através dos processos de parceria, dependerão da autorização do Comando
Geral, tendo como fulcro os fundamentos de ensino da PMBA referendados no
artigo 3º desta diretriz.
SEÇÃO III
Das Atividades Pedagógicas
Artigo 13 - O Sistema de Ensino da PMBA estabelece ainda atividades
pedagógicas com a finalidade de discutir temas de relevância para a formação
policial militar através de:
I- Encontro;
II- Conferência;
III- Palestra;
IV- Simpósio;
V- Painel;
VI- Mesa-Redonda;
VII- Convenção;
VIII- Congresso;
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IX- Seminário;
X- Fórum;
XI- Debate;
XII- Brainstorming;
XIII- Semana;
XIV- Entrevista coletiva;
XV- Jornada;
XVI- Workshop;
XVII-Oficina;
XVIII- Colóquio;
§ 1º - As atividades pedagógicas poderão ser desenvolvidas de maneira
isolada ou integrada a uma das modalidades de ensino citada no artigo 8º desta
diretriz.
§ 2º - As atividades pedagógicas devem seguir a fundamentação teleológica
constada na Portaria 007 – CG/08, da Separata nº 024, de 11 de fevereiro de
2008.
SEÇÃO IV
Do Relatório das Atividades Educacionais
Artigo 14 - São atividades educacionais aquelas desenvolvidas pelas
modalidades de ensino e pelas atividades pedagógicas realizadas dentro do
Sistema de Ensino da PMBA (SEPM).
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Artigo 15 - Ao final de cada atividade educacional deverá ser confeccionado
relatório que será enviado, se for para praças, ao CFAP e, se for para oficiais, à
APM para avaliação.
Artigo 16 – O relatório das atividades educacionais deve constar:
- Nome da Unidade de Ensino que realizou a atividade educacional;
- Nome do Coordenador ou Coordenadores do Evento Educacional;
- Nome da atividade de ensino (modalidade de ensino ou atividade
pedagógica);
- Tipo de atividade (curso, treinamento, estágio, palestra, simpósio etc.);
- Período de realização;
- Local da atividade;
- Desenvolvimento da atividade de ensino;
- Análise crítica do evento;
- Conclusão.
SEÇÃO V
Dos Custos das Atividades Educacionais
Artigo 17 - São custos das atividades educacionais aqueles destinados à
realização das modalidades de ensino e atividades pedagógicas.
Artigo 18 - Os custos das atividades pedagógicas serão contabilizados da
seguinte forma:
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I – remuneração aos docentes através de honorário de ensino pelas aulas
ministradas;
II – remuneração dos docentes pelas orientações e participações em bancas
de defesa de trabalho científico;
III – material didático destinado aos discentes;
Parágrafo Único – Considera-se material didático todos os recursos materiais
usados nas atividades pedagógicas, incluindo equipamentos, armamentos e
apetrechos policiais, bem como alimentação, transporte e estadia.
SEÇÃO VI
Do Currículo
Artigo 19 - O currículo é o documento que normatiza e orienta as atividades
pedagógicas e educacionais dos cursos, buscando articular os fundamentos de
ensino, os perfis de conhecimento e os processos de avaliação como forma de
atingir as finalidades referendadas no artigo 9º desta diretriz.
§ 1º - Os currículos vigentes nas unidades de ensino da Corporação passarão
por processos avaliativos para atualização a cada dois anos ou, antes deste período,
se for de interesse do Comando Geral ou do Diretor de Ensino.
§ 2º - As avaliações dos currículos serão realizadas por cada unidade de
ensino, sob a coordenação do Departamento de Ensino (DE), mediante Comissão
de Avaliação Curricular, instituída através de ato administrativo, pelas respectivas
unidades de ensino, que após conclusão da avaliação encaminhará ao DE para
apreciação e validação.
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§ 3º - Os currículos para cursos de capacitação e qualificação deverão ser
precedidos por projetos de ensino que deverão ser encaminhados ao Centro de
Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), se for para praças, ou à
Academia de Polícia Militar (APM), se for para Oficias, para análise e parecer,
após o que, deverá ser encaminhado ao DE para deliberação, ou, mediante
recomendação por parte do Comandante Geral, ser elaborados por Comissão
Especial para Elaboração de Currículo, instituída através de ato administrativo,
sendo encaminhados ao Comando Geral para reconhecimento e autorização.
Artigo 20 - O Currículo deve ser composto de:
I – Apresentação, contendo:
a) Nome da Unidade de Ensino responsável pela elaboração;
b) A finalidade do curso (formação, aperfeiçoamento, especialização,
capacitação ou qualificação);
c) As competências que se almeja alcançar (cognitivas, operativas,
atitudinais);
d) Os princípios (ético, educacional e didático-pedagógico);
e) Objetivos, geral e específico;
f) Dinâmica curricular (eixos articuladores e áreas temáticas);
g) Orientações teórico-metodológicas;
h) Carga horária total.
II – Corpo Textual:
a) Malha curricular (numerada por áreas temáticas, componentes curriculares
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e percentual da carga horária proposta);
b) Ementas dos Componentes Curriculares (composição e descrição das
ementas de cada disciplina);
c) Referências bibliográficas.
Parágrafo Único - Os currículos vigentes e os novos currículos deverão,
respectivamente, ser atualizados e construídos em conformidade com a Matriz
Curricular Nacional para Ações Formativas em Segurança Pública (MCN),
organizada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública / Ministério da Justiça
– SENASP/MJ.
Artigo 21 - Os componentes curriculares são divididos em:
I – Disciplina: ciência ou técnica que direciona o discente para uma determinada
área do conhecimento, cujo conteúdo é indispensável para a formação técnico-
profissional.
II – Atividade: exercícios práticos dos conteúdos disciplinares ministrados.
CAPÍTULO III
Sistema de Ensino da PMBA
SEÇÃO I
Da Organização
Artigo 22 - O Sistema de Ensino da Polícia Militar (SEPM) é a integração
funcional das unidades de ensino, sob a direção do Departamento de Ensino, cuja
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finalidade é proporcionar de forma eficaz e eficiente o bom funcionamento das
modalidades de ensino e das atividades pedagógicas para formação do ser humano,
do ser social e do ser profissional.
Artigo 23 – Utilizar-se-á nesta diretriz, para efeito de nomenclatura de
enquadramento e organização dos cursos oferecidos pela PMBA, citados no art.
10 desta diretriz, os designativos seguintes:
I – Educação básica;
II – Educação Profissional Técnica de Nível Médio;
III – Educação Profissional Técnica de Nível Superior;
IV – Educação Profissional Técnica de Extensão.
§ 1º - A Educação Básica é definida, a partir da LDB, como sendo aquela
destinada à “formação comum indispensável para o exercício da cidadania e
fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores”, destinada
às crianças e aos adolescentes em idade escolar nos níveis da educação infantil,
fundamental e médio, sendo realizada pelos Colégios da Polícia Militar (CPM).
§ 2º - A Educação Profissional Técnica de Nível Médio é aquela destinada
à formação e o aperfeiçoamento de policiais militares e bombeiros militares para
a ocupação de cargos e desempenho de funções profissionais correlatas aos
quadros de praças, cuja responsabilidade para a realização é do Centro de
Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), com exceção do Curso de
Formação de Oficiais Auxiliares cuja responsabilidade é da Academia de Polícia
Militar (APM).
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§ 3º - A Educação Profissional Técnica de Nível Superior é aquela destinada
à formação e espacialização de policiais militares e bombeiros militares para a
ocupação de cargos e desempenho das funções profissionais correlatas aos quadros
de oficiais, cuja responsabilidade para a realização é da Academia de Polícia
Militar (APM).
§ 4º - A Educação Profissional Técnica de Extensão é aquela destinada a
capacitar policiais militares e bombeiros militares para adquirir novos conhecimentos
necessários para o desenvolvimento técnico-profissional, bem como qualificar para
a introdução de novas tecnologias ao conhecimento adquirido em processos
educacionais de formação, cuja responsabilidade para a realização é da Unidade
de Ensino promotora do curso, conforme o que prescreve a Portaria 007- CG/
08, publicada na Separata nº 024, de 11 de fevereiro de 2008.
§ 5º - As Unidades Operacionais Especializadas poderão promover cursos
de capacitação e qualificação, bem como treinamento para oficiais e praças,
mediante aprovação do DE, conforme Portaria nº 007 – CG/08, publicada na
Separata nº 024, de 11 de fevereiro de 2008.
§ 6º - Os cursos de capacitação, qualificação e treinamento devem ser
precedidos de um projeto elaborado, conforme as normas para elaboração de
projetos e treinamentos profissionais publicadas nos anexos da Portaria 007 –
CG/08, e, depois de aprovado pelo DE, deverá integrar o calendário das Normas
para o Planejamento e Conduta da Educação (NPCE) para as referidas execuções.
Artigo 24 - A Educação Básica compreende os seguintes cursos:
I – Curso de educação do ensino infantil;
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II – Curso de educação do ensino fundamental;
III – Curso de educação do ensino médio.
Artigo 25 - A Educação Profissional Técnica de Nível Médio compreende
os seguintes cursos:
I – Curso de Formação de Soldado PM e BM;
II – Curso de Formação de Cabo PM e BM;
III – Curso de Formação de Sargento PM e BM;
IV – Curso de Aperfeiçoamento de Sargento PM e BM;
V - Curso de Formação de Oficiais Auxiliares.
Artigo 26 - A Educação Profissional Técnica de Nível Superior compreende
os seguintes cursos:
I – Curso de Formação de Oficiais;
II – Curso de Especialização em Segurança Pública;
III – Curso de Especialização em Gestão Estratégica em Segurança Pública.
Artigo 27 - A Educação Profissional Técnica de Extensão compreende os
cursos de capacitação, qualificação e treinamento aprovados e incluídos nas
NPCE.
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SEÇÃO II
Da Estrutura do SEPM
Artigo 28 - O SEPM, previsto em legislação específica, é estruturado da
seguinte forma:
I – Órgão coordenador, consultivo e deliberativo do Sistema de Ensino da
PMBA:
a) Departamento de Ensino (DE).
II – Órgão de Ensino (OE) para a Educação Profissional Técnica de Nível
Superior:
a) Academia de Polícia Militar (APM).
III – Órgão de Ensino (OE) para a Educação Profissional Técnica de Nível
Médio:
a) Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP).
Artigo 29 – Os órgãos de ensino, que são subsistemas do SEPM, têm sob
sua subordinação os Batalhões de Polícia Militar - de Ensino, Instrução e
Capacitação (1º, 2º, 3º e 9º BPM), os Núcleos de Ensino (NE) e os Núcleos de
Ensino Especializados (NEE) que são estruturados da seguinte forma:
I – Batalhões de Polícia Militar para a Educação Profissional Técnica de
Extensão:
a) Batalhões de Polícia Militar - de Ensino, Instrução e Capacitação (1º, 2º,
3º e 9º BPM) das regiões do Estado;
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II – Núcleos de Ensino para a Educação Profissional Técnica de Nível
Médio:
a) Núcleos de Ensino das Unidades Operacionais.
III – Núcleos de Ensino para a Educação Profissional Técnica de Extensão:
a) Núcleos de Ensino Especializados das Unidades Especializadas.
§ 1º - Os Batalhões de Polícia Militar - de Ensino, Instrução e Capacitação
(1º, 2º, 3º e 9º BPM), quando realizarem cursos de Educação Profissional Técnica
de Extensão (capacitação e qualificação) para praças, ficarão sob coordenação
do CFAP, se for para oficiais, ou misto, ficarão sob a coordenação da APM.
§ 2º - Os Batalhões de Polícia Militar - de Ensino, Instrução e Capacitação
(1º, 2º, 3º e 9º BPM) podem ser utilizados para a realização de cursos de Educação
Profissional Técnica de Nível Médio, ficando, assim, sob a coordenação do CFAP.
§ 3º - As Unidades Operacionais poderão constituir Núcleos de Ensino
(NE) para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio quando apresentarem
estrutura adequada para este fim, conforme parecer favorável do DE, ficando
sob a coordenação do CFAP.
§ 4º – As Unidades Operacionais Especializadas poderão constituir Núcleos
de Ensino Especializados para a Educação Profissional Técnica de Extensão
quando apresentarem estrutura adequada para este fim, conforme parecer favorável
do DE, ficando sob a coordenação do CFAP quando os cursos se direcionarem
para praças e sob a coordenação da APM se foram direcionados para oficiais ou
forem mistos.
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§ 5º – As Unidades Operacionais Especializadas poderão se constituir
Núcleos de Ensino para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio quando
apresentarem estrutura adequada para este fim, conforme parecer favorável do
DE, ficando sob a coordenação do CFAP.
Artigo 30 – Os Colégios da Polícia Militar (CPM) e a Creche da Polícia
Militar, que desenvolvem a Educação Básica, estão sob a coordenação do DE,
através da Coordenadoria dos Colégios da Polícia Militar.
SEÇÃO III
Das Atribuições dos Órgãos do SEPM
SUBSEÇÃO I
Do Departamento de Ensino
Artigo 31 - As atribuições do Departamento de Ensino de forma geral,
prevista em legislação específica, são planejar, controlar e fiscalizar as atividades
de ensino da Corporação, atuando como instância superior na regulamentação e
elaboração de diretrizes educacionais para os órgãos de ensino.
Artigo 32 - O Departamento de Ensino, através da Coordenação de
Planejamento e Controle Pedagógico (CPCP) tem as seguintes atribuições:
I – Planejar anualmente as atividades pedagógicas da Corporação;
II – Acompanhar e avaliar o processo de ensino-aprendizagem nas unidades
de ensino da Corporação, em consonância com as diretrizes educacionais;
III – Presidir comissão de revisão das Normas para o Planejamento e
Conduta da Educação (NPCE);
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IV – Planejar a realização das atividades pedagógicas anuais;
V – Presidir comissão para revisão, a cada dois anos, dos currículos dos
cursos em desenvolvimento no âmbito da PMBA;
VI – Emitir parecer sobre os currículos dos eventos pedagógicos sugeridos
pelos Órgãos de Ensino da PMBA;
VII – Reconhecer os cursos realizados em outras instituições de ensino,
públicas ou privadas, no Estado ou fora dele, que sejam de interesse da PMBA;
VIII – Planejar e controlar os cursos de formação de Oficiais, Sargentos e
Soldados, juntamente com o órgão de ensino responsável pela execução;
XIX – Planejar e controlar a realização dos cursos de aperfeiçoamento,
habilitação e especialização, juntamente com as unidades de ensino responsáveis
pela execução;
X – Planejar estudos técnicos e pesquisas científicas de interesse corporativo,
observando a sua pertinência, validade, utilidade, formalística, aplicabilidade e
ineditismo, bem como difundir o conhecimento produzido para a comunidade,
buscando sua aplicação no exercício do policiamento preventivo, repressivo,
proativo e reativo;
XI – Acompanhar e avaliar os projetos de pesquisas, estudos técnicos e
obras de caráter científico, bem como elaborar projetos e desenvolver pesquisas
encomendadas pelo escalão superior ou para atender demandas do serviço.
Parágrafo único - Além dessas atribuições referendadas neste artigo, a
CPCP, através de suas seções, desenvolve outras atribuições que estão contidas
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na Portaria 080 – CG/06, publicada no Suplemento LJNG, nº 029, de dezembro
de 2006, que “Regulamenta a Organização Estrutural e Funcional da PMBA”.
Artigo 33 - O Departamento de Ensino, através do Centro de Educação
Física e Desporto (CEFD), prevista em legislação específica, tem as seguintes
atribuições:
I – Planejar estudos técnicos e pesquisas científicas de interesse corporativo
na área da educação física ou do desporto, observada a sua pertinência, validade,
utilidade, formalística, aplicabilidade e ineditismo;
II – Planejar, implementar e controlar a educação física, o esporte e a defesa
pessoal na Corporação;
III – Aplicar avaliações físicas, funcionais e diagnósticas, para os diversos
processos seletivos dos cursos oferecidos pelas PMBA e outras organizações
estadual, federal e internacional;
IV – Planejar e executar projetos voltados para o incentivo da prática regular
de atividade física e de promoção da saúde para policiais militares e para a
comunidade em geral;
V – Criar mecanismos de incentivo ao esporte no seio da Corporação;
VI – Elaborar, aplicar e acompanhar programas de treinamento físico para
as OPM, grupos de policiais militares ou policiais militares individualmente;
VII – Promover atividades, cursos, palestras e treinamentos sobre temas
relacionados aos objetos do serviço, tendo como público-alvo os policiais militares,
outras instituições e a comunidade.
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Parágrafo Único - Além dessas atribuições referendadas neste artigo, o
CEFD, através das suas seções, desenvolve outras atribuições que estão constadas
na Portaria 080 – CG/06, publicada no Suplemento LJNG, nº 029, de dezembro
de 2006, que “Regulamenta a Organização Estrutural e Funcional da PMBA”.
Artigo 34 - O Departamento de Ensino, através da Coordenação dos
Colégios da Polícia Militar (CCPM), tem as seguintes atribuições:
I – Organizar, orientar, coordenar e controlar as atividades educacionais
desenvolvidas pela Creche e Colégios da PMBA;
II – Coordenar a elaboração do PGE dos Colégios da Polícia Militar e
dos assuntos pertinentes ao processo pedagógico, bem como promover a sua
fiscalização;
III – Estabelecer diretrizes para o desenvolvimento da Educação Básica
implementada pela Creche e Colégios da Corporação;
IV – Coordenar o processo seletivo de crianças e adolescentes inscritos
para ingressar na Creche e nos Colégios da Polícia Militar.
SUBSEÇÃO II
Da Academia de Polícia Militar
Artigo 35 - As atribuições da Academia de Polícia Militar, prevista em
legislação específica, são:
I - De forma geral:
a) promover a formação, a capacitação e a especialização de Oficiais da
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Polícia Militar da Bahia e coirmãs, bem como de outras instituições da área da
Segurança Pública, em convênio de cooperação técnica.
II - De forma específica:
a) organizar, orientar, coordenar e controlar os cursos e outras modalidades
de ensino referentes à formação e especialização de oficiais;
b) promover o desenvolvimento do Ensino pertinente aos conhecimentos
técnico- profissionais com relação à ocupação do cargo e ao desempenho das
funções do quadro de oficiais da PMBA;
c) disponibilizar meios e participar da realização de estudos e pesquisas
para o aprimoramento da Educação Profissional Técnica de Nível Superior;
d) elaborar o registro das atividades escolares desenvolvidas por cursos e
por alunos, bem como o registro das atividades relativas ao exercício do magistério
pelo corpo docente;
e) elaborar o Plano Geral de Ensino – PGE;
f) confeccionar o Calendário Anual das atividades;
g) controlar toda a atividade pedagógica prevista no PGE como forma de
garantir a sua efetividade;
h) realizar pesquisas para avaliar as atividades pedagógicas dos cursos em
funcionamento para conferir a aplicação do PGE e possíveis modificações
necessárias para o melhoramento dos cursos no ano letivo seguinte;
i) planejar e estabelecer diretrizes para o emprego do corpo discente nas
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atividades de estágios supervisionados, treinamentos, viagens de instrução e outras
modalidades pedagógicas, previstas no PGE;
j) avaliar, a cada dois anos, ou quando requerido pelo Comandante Geral
da Corporação ou pelo Diretor de Ensino, as matrizes curriculares dos cursos
de formação e especialização de oficiais;
k) propor ao Departamento de Ensino estudos e pesquisas que viabilizem
a melhoria da qualidade da Educação Profissional Técnica de Nível Superior;
l) propor ao Departamento de Ensino políticas e diretrizes para a melhoria
da Educação Profissional Técnica de Nível Superior;
m) subsidiar o Departamento de Ensino na realização de pesquisas para
verificar possíveis causas de anormalidades na aprendizagem.
Parágrafo Único - Além dessas atribuições referendadas neste artigo, a
Academia de Polícia Militar, através das suas unidades e seções, desenvolve
outras atribuições que estão constadas na Portaria 080 – CG/06, publicada no
Suplemento LJNG, nº 029, de dezembro de 2006, que “Regulamenta a
Organização Estrutural e Funcional da PMBA” e no Decreto 1.331/92
“Regulamento da Academia Militar”.
SUBSEÇÃO III
Do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças
Artigo 36 - As atribuições do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de
Praças, prevista em legislação específica, são:
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I - De forma geral:
a) promover a formação, aperfeiçoamento e educação continuada dos
quadros de praças.
II - De forma específica:
a) organizar, orientar, coordenar e controlar os cursos e outras modalidades
de ensino referentes à formação e ao aperfeiçoamento de praças;
b) promover o desenvolvimento do ensino pertinente aos conhecimentos
técnico- profissionais com relação à ocupação do cargo e ao desempenho das
funções do quadro de praças da PMBA;
c) disponibilizar meios e participar da realização de estudos e pesquisas
para o aprimoramento da Educação Profissional Técnica de Nível Médio ;
d) elaborar o registro das atividades escolares desenvolvidas por cursos e
por alunos, bem como o registro das atividades relativas ao exercício do magistério
pelo corpo docente;
e) elaborar o Plano Geral de Ensino – PGE;
f) confeccionar o Calendário Anual das atividades;
g) controlar toda a atividade pedagógica prevista no PGE como forma de
garantir a sua efetividade;
h) realizar pesquisas para avaliar as atividades pedagógicas dos cursos em
funcionamento para conferir a aplicação do PGE e possíveis modificações
necessárias para o melhoramento dos cursos no ano letivo seguinte;
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i) planejar e estabelecer diretrizes para o emprego do corpo discente nas
atividades de estágios supervisionados, treinamentos, viagens de instrução e outras
modalidades pedagógicas, previstas no PGE;
j) coordenar, estabelecer diretrizes de ensino/avaliação e controlar os cursos
de formação e aperfeiçoamento técnico profissional para praças desenvolvidos
nos Núcleos de Ensino e nos Batalhões de Polícia Militar - de Ensino, Instrução
e Capacitação (1º, 2º, 3º e 9º BPM);
k) avaliar, a cada dois anos, ou quando requerido pelo Comandante Geral
da Corporação ou pelo Diretor de Ensino, os currículos dos cursos de formação
e aperfeiçoamento de praças;
l) propor ao Departamento de Ensino estudos e pesquisas que viabilizem
a melhoria da qualidade da Educação Profissional Técnica de Nível Médio;
m) propor ao Departamento de Ensino políticas e diretrizes para a melhoria
da Educação Profissional Técnica de Nível Médio;
n) subsidiar o Departamento de Ensino na realização de pesquisas para
verificar possíveis causas de anormalidades na aprendizagem.
Parágrafo único - Além dessas atribuições referendadas neste artigo, a
Academia de Polícia Militar, através das suas unidades e seções, desenvolve
outras atribuições que estão constadas na Portaria 080 – CG/06, publicada no
Suplemento LJNG, nº 029, de dezembro de 2006, que “Regulamenta a
Organização Estrutural e Funcional da PMBA” e no Decreto 17.652/60
“Regulamento da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças”.
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SUBSEÇÃO IV
Do Batalhão de Polícia Militar - de Ensino, Instrução e Capacitação
Artigo 37 - As atribuições do Batalhão de Polícia Militar - de Ensino,
Instrução e Capacitação (1º, 2º, 3º e 9º BPM) são:
I - De forma geral:
a) promover a capacitação e a qualificação de policiais militares na PMBA.
II - De forma específica:
a) promover o desenvolvimento do ensino pertinente aos conhecimentos
técnico de extensão profissional para o aumento da eficiência e da eficácia para o
exercício da ocupação dos cargos e desempenho das funções do quadro de oficiais
e praças da PMBA;
b) elaborar o registro das atividades escolares desenvolvidas por cursos e
por alunos, bem como o registro das atividades relativas ao exercício das instruções
pelo corpo docente;
c) propor ao Departamento de Ensino estudos e pesquisas que viabilizem a
melhoria da qualidade da Educação Profissional Técnica de Extensão;
d) propor ao Departamento de Ensino políticas e diretrizes para a melhoria
da Educação Profissional Técnica de Extensão;
e) subsidiar o Departamento de Ensino na realização de pesquisas para
verificar possíveis necessidades no campo da capacitação, qualificação e
treinamento.
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SUBSEÇÃO V
Do Núcleo de Ensino
Artigo 38 - As atribuições do Núcleo de Ensino são:
I - De forma geral:
a) promover a formação e o aperfeiçoamento das praças na PMBA em
apoio ao CFAP;
Parágrafo único – Os Núcleos de Ensino, de forma específica, seguem as
mesmas atribuições operacionais, no que lhe compete, contidas no Decreto
17.652/60 “Regulamento da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças”
e os procedimentos contidos nas diretrizes de ensino.
SUBSEÇÃO VI
Do Colégio da Polícia Militar
Artigo 39 - As atribuições do Colégio da Polícia Militar são:
I - De forma geral:
a) promover a Educação Básica na PMBA.
II - De forma específica:
a) estabelecer e executar normas e diretrizes administrativas no âmbito da
unidade de ensino escolar;
b) administrar o funcionamento dos Colégios da Polícia Militar, em
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cumprimento às diretrizes do Departamento de Ensino através da Coordenação;
c) formular estratégias e conteúdos que venham a conduzir o corpo discente
à observância e cumprimento da disciplina, bem como estruturação de atividades
específicas e inerentes a uma escola militar.
CAPÍTULO IV
Normas para Ingresso nas Modalidades de Ensino da PMBA
Artigo 40 - O ingresso nas Modalidades de Ensino da PMBA ocorre através
de:
I - concurso externo: que é a seleção do público externo para o Curso de
Formação de Oficiais e o Curso de Formação de Soldados;
II - concurso interno: que é a seleção do público interno para o Curso de
Especialização em Gestão Estratégia em Segurança Pública, Curso de
Especialização em Segurança pública, Curso de Formação de Oficiais Auxiliares,
Curso de Formação de Sargento PM e BM e Cursos de Capacitação e
Treinamento;
III - convocação: que é o chamamento do público interno para o Curso de
Aperfeiçoamento de Sargento, Curso Especial de Sargento e Curso de Formação
de Cabo;
IV - sorteio público: que é a seleção de crianças e adolescentes para a
Creche e o Colégio da Polícia Militar.
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SEÇÃO I
Dos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Superior
Artigo 41 - Os cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Superior
são aqueles destinados à formação superior e à especialização lato sensu em
Segurança Pública e Gestão Estratégica em Segurança Pública cujas realizações
são condições sine qua non para, respectivamente, ingressar no oficialato, tornar-
se habilitado para galgar o oficialato superior até o posto de tenente coronel e
galgar o posto de coronel.
Artigo 42 - O ingresso no Curso de Formação de Oficias se dá através de
concurso externo, via vestibular da Universidade do Estado da Bahia (UNEB),
após autorização do Governo do Estado, conforme requisição do Comando
Geral da Corporação, onde o processo seletivo é regido por Edital específico,
confeccionado pela PMBA-DP/CRS, juntamente com o setor de concurso da
UNEB, composto das seguintes etapas:
a) Inscrição: que é realizada através da UNEB;
b) Prova de conhecimento: que é a avalição dos conhecimentos gerais,
onde os classificados seguirão, conforme o número de vagas estabelecido em
Edital, para a etapa do exame psicológico;
c) Exame psicológico: que se constitui em uma série de avaliações
psicológicas, estabelecidas no Edital, dos candidatos selecionados na etapa anterior
realizada pela UNEB;
d) Exame médico e odontológico: que é a entrega dos exames exigidos no
Edital, por parte dos candidatos aprovados no exame psicológico e convocados,
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ao Departamento de Saúde para emissão de parecer constando a aptidão, aptidão
com restrição ou a não-aptidão, enviado em seguida ao DE para a realização do
Teste de Avaliação Física (TAF);
e) Exame Físico: que é o teste de avaliação das condições físicas dos
candidatos exigidas para a ocupação do cargo e o desempenho das funções de
aluno oficial, seguindo os critérios estabelecidos no Manual de Avaliação Física,
publicada na Separata ao BGO nº 166, de 05 de setembro de 2006, realizado
pelo Centro de Educação Física e Desporto do DE, que emitirá perecer contanto
a aptidão ou não-aptidão.
f) Resultado final, que é a apresentação dos candidatos aprovados, por
ordem de classificação, nas etapas acima referendadas à Academia de Polícia
Militar para a realização do curso.
Artigo 43 - O ingresso no Curso de Especialização em Segurança Pública
se dá através de concurso interno, após autorização do Comando Geral da
Corporação, onde o processo seletivo é regido por Edital específico,
confeccionado pelo DE, composto das seguintes etapas:
a) inscrição, que é procedida conforme critérios estabelecidos no Edital e
na Lei 7.990, de 27 de dezembro de 2001 (Estatuto dos Policiais Militares da
Bahia);
b) aferição da antiguidade, que é a verificação do tempo de promoção dos
oficiais intermediários inscritos para a seleção, dentro dos seus respectivos quadros,
por parte da Comissão de seleção estabelecida pelo DE através de ato
administrativo, dentro do número vagas estabelecido pelo Edital, onde os critérios
estabelecidos para essa aferição encontra-se no art. 20 da Portaria nº 040 CG/
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08, publicada no BGO nº 198, de 23 de outubro de 2008, bem como na lei nº
7.990, de 27 de dezembro de 2001 (Estatuto dos Policiais Militares da Bahia);
c) avaliação médica, que é a entrega dos exames exigidos no Edital por
parte dos oficiais intermediários inscritos e selecionados pelo critério de antiguidade
ao Departamento de Saúde para emissão de parecer constando a aptidão, aptidão
com restrição, ou a não aptidão, enviado a relação dos candidatos aptos ao DE
para a realização do Teste de Avaliação Física (TAF);
d) avaliação física, que o teste de avaliação das condições físicas exigidas
para a ocupação do cargo e desempenho das funções de oficial superior até o
posto de Ten Cel PM, seguindo os critérios estabelecidos no Manual de Avaliação
Física, publicada na Separata ao BGO nº 166, de 05 de setembro de 2006,
realizado pelo Centro de Educação Física e Desporto do DE, que emitirá perecer
contanto a aptidão ou não-aptidão.
e) resultado final, que é a apresentação dos candidatos aprovados nas
etapas acima referendadas à Academia de Polícia Militar para a realização do
curso.
§ 1º - Todos os resultados das etapas citadas acima são publicados, através
de Notas para Boletim Geral Ostensivo (NBGO), pelo DE para conhecimento
público através da Intranet.
§ 2º – O ingresso ao CESP só é permitido aos oficiais intermediários da
Corporação e das Polícias Militares de outros Estados, podendo ser facultado
aos oficiais superiores no posto de Major PM de outros Estados, conforme
autorização do Comandante Geral.
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§ 3º - O CESP também poderá ser cursado por integrantes da polícia civil
e da polícia técnica do Estado da Bahia, podendo ser possibilitado o ingresso
para outros funcionários públicos com nível superior pertencentes à Secretaria de
Segurança Pública, conforme autorização do Comandante Geral.
§ 4º - Os recursos interpostos seguem os prazos estabelecidos no Edital.
Artigo 44 - O ingresso no Curso de Especialização em Gestão Estratégica
em Segurança Pública se dá através de concurso interno, após autorização do
Comando Geral da Corporação, onde o processo seletivo é regido por Edital
específico, confeccionado pelo DE, composto das seguintes etapas:
a) inscrição, que é procedida conforme critérios estabelecidos no Edital e
na Lei 7.990, de 27 de dezembro de 2001 (Estatuto dos Policiais Militares da
Bahia);
b) aferição da antiguidade, que é a verificação do tempo de promoção e do
posto dos oficiais superiores inscritos para a seleção, dentro dos seus respectivos
quadros, por parte da Comissão de seleção estabelecida pelo DE através de ato
administrativo, dentro do número vagas estabelecido pelo Edital, onde os critérios
estabelecidos para essa aferição encontra-se no art. 20 da Portaria nº 040 CG/
08, publicada no BGO nº 198, de 23 de outubro de 2008, bem como na lei nº
7.990, de 27 de dezembro de 2001 (Estatuto dos Policiais Militares da Bahia);
c) avaliação médica, que é a entrega dos exames exigidos no Edital por
parte dos oficiais inscritos e selecionados pelo critério de antiguidade à Unidade
de Perícias Médicas (UPM) para emissão de parecer constando a aptidão, a
aptidão com restrição ou a não aptidão, enviado em seguida ao DE para a realização
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do Teste de Avaliação Física (TAF);
d) teste de aptidão física, que é a avaliação física dos candidatos, aptos e
aptos com restrição, pelo Centro de Educação Física e Desporto (CFED) do
DE;
e) resultado final, que é a apresentação dos candidatos aprovados nas
etapas acima referendadas à Academia de Polícia Militar para a realização do
curso.
§ 1º - Todos os resultados das etapas citadas acima são publicados, através
de Notas para Boletim Geral Ostensivo (NBGO), pelo DE para conhecimento
público.
§ 2º – O ingresso ao CEGESP só é permitido aos oficiais superiores da
Corporação e das Polícias Militares de outros Estados.
§ 3º - O CEGESP também poderá ser cursado por delegados da polícia
civil e por peritos da polícia técnica do Estado da Bahia, podendo ser possibilitado
o ingresso para outros servidores com nível superior de instituições do Estado,
conforme autorização do Comandante Geral.
§ 4º - Os recursos interpostos seguem os prazos estabelecidos no Edital.
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SEÇÃO II
Dos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio
Artigo 45 - Os cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio
são aqueles destinados à formação e aperfeiçoamento de praças para ocupar os
cargos e funções inerentes às graduações de Soldado, Cabo, Sargento e Subtenente
e Oficial Auxiliar.
Artigo 46 - O ingresso no Curso de Formação de Soldado se dá através do
concurso externo, após autorização do Governo do Estado, conforme requisição
do Comando Geral da Corporação, onde o processo seletivo é regido por Edital
específico, confeccionado pela SAEB e PMBA em conjunto, composto das
seguintes fases e etapas:
I – Fase de Habilitação:
a) inscrição, que é procedida conforme critérios estabelecidos no Edital;
b) Exame intelectual: que é a avaliação dos conhecimentos gerais através de
provas, objetivas e discursiva, elaboradas por empresa contratada.
II – Fase Pré-admissional:
a) Convocação dos candidatos aprovados e classificados dentro do número
de vagas estabelecido em edital de abertura de inscrições;
b) Exame médico e odontológico: que é a entrega dos exames exigidos no
Edital e na Portaria 050 – CG/08, publicada na Separata ao BGO nº 203 de 31
de outubro de 2008, por parte dos candidatos convocados ao Departamento de
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Saúde para emissão de parecer constando a aptidão, a aptidão com restrição ou
a não-aptidão;
c) Exame psicológico: que se constitui em uma série de avaliações
psicológicas, estabelecidas no Edital e na Portaria 050 – CG/08, publicada na
Separata ao BGO nº 203, de 31 de outubro de 2008;
d) Exame Físico: que é o teste de avaliação das condições físicas dos
candidatos exigidas para a ocupação do cargo e o desempenho das funções de
aluno a soldado, seguindo os critérios estabelecidos no Manual de Avaliação
Física, publicada na Separata ao BGO nº 166, de 05 de setembro de 2006, e na
Portaria 050 – CG/08, publicada na Separata ao BGO nº 203 de 31 de outubro
de 2008, realizado pelo Centro de Educação Física e Desporto do DE, que
emitirá perecer constando a aptidão ou não-aptidão;
e) Investigação social: que consiste em verificar a conduta social dos
candidatos, realizada pela Coordenação de Missão Especial (CME), para indicar
ou contra-indicá-los;
f) Exame de documentação: que consiste na análise da documentação dos
candidatos, exigida na Portaria 050 – CG/08, publicada na Separata ao BGO nº
203, de 31 de outubro de 2008, realizado pela Coordenação de Recrutamento,
e Seleção Centro de Educação Física e Desporto do DE, que emitirá perecer
constando a aptidão ou não-aptidão;
g) Resultado final, que é a apresentação dos candidatos aprovados, por
ordem de classificação, nas etapas acima referendadas, ao Centro de Formação
e Aperfeiçoamento de Praças para a realização do curso.
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Artigo 47 - O ingresso no Curso de Formação de Cabo se dá através de
convocação, após autorização do Comando Geral da Corporação, onde o processo
seletivo é regido por Edital específico, confeccionado pelo DE, composto das
seguintes etapas:
a) convocação por aferição de antiguidade realizada pelo Departamento de
Pessoal, dentro do número vagas estabelecido pelo Edital, onde os critérios
estabelecidos para essa aferição encontra-se no artigo 134, da lei nº 7.990, de 27
de dezembro de 2001 (Estatuto dos Policiais Militares do Estado da Bahia);
b) avaliação médica, que é a entrega dos exames exigidos no Edital por
parte dos soldados convocados ao Departamento de Saúde para emissão de
parecer constando a aptidão, a aptidão com restrição ou a não-aptidão, enviado
em seguida ao DE para a realização do Teste de Avaliação Física (TAF) dos aptos
e aptos com restrição;
c) avaliação física, que é o teste de avaliação das condições físicas exigidas
para a ocupação do cargo e desempenho das funções de Cabo, seguindo os critérios
estabelecidos no Manual de Avaliação Física, publicada na Separata ao BGO nº
166, de 05 de setembro de 2006, realizado pelo Centro de Educação Física e
Desporto do DE, que emitirá perecer contanto a aptidão ou não-aptidão;
d) resultado final, que é a apresentação dos candidatos aprovados nas etapas
acima referendadas ao Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças para a
realização do curso.
§ 1º - Todos os resultados das etapas citadas acima são publicados, através
de Notas para Boletim Geral Ostensivo (NBGO), pelo DE para conhecimento
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público através da Intranet.
§ 2º - Os recursos interpostos seguem os prazos estabelecidos no Edital.
Artigo 48 - O ingresso no Curso de Formação de Sargento se dá através
de concurso interno, após autorização do Comando Geral da Corporação, onde
o processo seletivo é regido por Edital específico, confeccionado pelo DE,
composto das seguintes etapas:
a) inscrição, que é procedida conforme critérios estabelecidos no Edital e
na Lei 7.990, de 27 de dezembro de 2001 (Estatuto dos Policiais Militares do
Estado da Bahia);
b) avaliação intelectual, que é a verificação dos conhecimentos gerais e
específicos para a ocupação do cargo e o desempenho das funções de Sargento,
onde os classificados, conforme o número de vagas estabelecido em Edital,
seguirão para a etapa de avaliação médica;
c) avaliação médica, que é a entrega dos exames exigidos no Edital por
parte dos soldados classificados ao Departamento de Saúde para emissão de
parecer constando a aptidão, a aptidão com restrição ou a não-aptidão, enviado
em seguida ao DE para a realização do Teste de Avaliação Física (TAF) dos
aptos e aptos com restrição;
d) avaliação física, que é o teste de avaliação das condições físicas exigidas
para a ocupação do cargo e desempenho das funções de Sargento, seguindo os
critérios estabelecidos no Manual de Avaliação Física, publicada na Separata ao
BGO nº 166, de 05 de setembro de 2006, realizado pelo Centro de Educação
Física e Desporto do DE, que emitirá perecer contanto a aptidão ou não-aptidão;
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e) resultado final, que é a apresentação dos candidatos aprovados nas etapas
acima referendadas ao Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças para a
realização do curso.
§ 1º - Todos os resultados das etapas citadas acima são publicados, através
de Notas para Boletim Geral Ostensivo (NBGO), pelo DE para conhecimento
público através da Intranet.
§ 2º - Os recursos interpostos seguem os prazos estabelecidos no Edital.
Artigo 49 - O ingresso no Curso de Aperfeiçoamento de Sargento se dá
através de convocação pelo critério de antiguidade, após autorização do Comando
Geral da Corporação, onde o processo seletivo é regido por Edital específico,
confeccionado pelo DE, composto das seguintes etapas:
a) inscrição, que é procedida conforme critérios estabelecidos no Edital e
na Lei 7.990, de 27 de dezembro de 2001 (Estatuto dos Policiais Militares do
Estado da Bahia);
b) avaliação médica, que é a entrega dos exames exigidos no Edital por
parte dos Sargentos convocados ao Departamento de Saúde para emissão de
parecer constando a aptidão, a aptidão com restrição ou a não-aptidão, enviado
em seguida ao DE para a realização do Teste de Avaliação Física (TAF) dos
aptos e aptos com restrição;
c) avaliação física, que é o teste de avaliação das condições físicas, seguindo
os critérios estabelecidos no Manual de Avaliação Física, publicada na Separata
ao BGO nº 166, de 05 de setembro de 2006, realizado pelo Centro de Educação
Física e Desporto do DE, que emitirá perecer contanto a aptidão ou não-aptidão;
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d) resultado final, que é a apresentação dos candidatos aprovados nas
etapas acima referendadas ao Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças
para a realização do curso.
§ 1º - Todos os resultados das etapas citadas acima são publicados, através
de Notas para Boletim Geral Ostensivo (NBGO), pelo DE para conhecimento
público através da Intranet.
§ 2º - Os recursos interpostos seguem os prazos estabelecidos no Edital.
Artigo 50 - O ingresso no Curso de Formação de Oficial Auxiliar se dá
através de concurso interno e convocação por antiguidade na proporção de 50%
das vagas disponibilizadas, após autorização do Comando Geral da Corporação,
onde o processo seletivo é regido por Edital específico, confeccionado pelo DE,
composto das seguintes etapas:
I – concurso interno:
a) inscrição, que é procedida conforme critérios estabelecidos no Edital e
na Lei 7.990, de 27 de dezembro de 2001 (Estatuto dos Policiais Militares do
Estado da Bahia);
b) avaliação intelectual, que é a verificação dos conhecimentos gerais e
específicos para a ocupação do cargo e o desempenho das funções de Oficial
subalterno e intermediário no Quadro de Oficias Auxiliares (QOAPM), onde os
classificados, conforme o número de vagas estabelecido em Edital, seguirão para
a etapa de avaliação médica;
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c) avaliação médica, que é a entrega dos exames exigidos no Edital por
parte dos Subtenentes aprovados na etapa acima ao Departamento de Saúde
para emissão de parecer constando a aptidão, a aptidão com restrição ou a não-
aptidão, enviado em seguida ao DE para a realização do Teste de Avaliação Física
(TAF) dos aptos e aptos com restrição;
d) avaliação física, que o teste de avaliação das condições físicas, seguindo
os critérios estabelecidos no Manual de Avaliação Física, publicada na Separata
ao BGO nº 166, de 05 de setembro de 2006, realizado pelo Centro de Educação
Física e Desporto do DE, que emitirá perecer constando a aptidão ou não-aptidão;
e) resultado final, que é a apresentação dos candidatos aprovados nas etapas
acima referendadas à Academia de Polícia Militar para a realização do curso.
II– convocação:
a) inscrição, que é procedida conforme critérios estabelecidos no Edital e
na Lei 7.990, de 27 de dezembro de 2001 (Estatuto dos Policiais Militares do
Estado da Bahia);
b) avaliação médica, que é a entrega dos exames exigidos no Edital por
parte dos Subtenentes convocados ao Departamento de Saúde para emissão de
parecer constando a aptidão, a aptidão com restrição ou a não-aptidão, enviado
em seguida ao DE para a realização do Teste de Avaliação Física (TAF) dos aptos
e aptos com restrição;
c) avaliação física, que o teste de avaliação das condições físicas, seguindo
os critérios estabelecidos no Manual de Avaliação Física, publicada na Separata
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ao BGO nº 166, de 05 de setembro de 2006, realizado pelo Centro de Educação
Física e Desporto do DE, que emitirá perecer constando a aptidão ou não-aptidão;
d) resultado final, que é a apresentação dos candidatos aprovados nas
etapas acima referendadas à Academia de Polícia Militar para a realização do
curso.
§ 1º - Todos os resultados das etapas citadas acima são publicados, através
de Notas para Boletim Geral Ostensivo (NBGO), pelo DE para conhecimento
público através da Intranet.
§ 2º - Os recursos interpostos seguem os prazos estabelecidos no Edital.
Artigo 51 - O ingresso no Curso Especial de Sargento se dá através de
convocação, após autorização do Comando Geral da Corporação, onde o
processo seletivo é regido por Edital específico, confeccionado pelo DE, composto
das seguintes etapas:
a) convocação por aferição de antiguidade realizada pelo Departamento
de Pessoal, dentro do número vagas estabelecido pelo Edital, onde os critérios
estabelecidos para essa aferição encontra-se no artigo 134, da lei nº 7.990, de
27 de dezembro de 2001 (Estatuto dos Policiais Militares do Estado da Bahia);
b) avaliação médica, que é a entrega dos exames exigidos no Edital por
parte dos cabos convocados ao Departamento de Saúde para emissão de parecer
constando a aptidão, a aptidão com restrição ou a não-aptidão, enviado em
seguida ao DE para a realização do Teste de Avaliação Física (TAF) dos aptos e
aptos com restrição;
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c) avaliação física, que o teste de avaliação das condições físicas exigidas
para a ocupação do cargo e desempenho das funções de Sargento, seguindo os
critérios estabelecidos no Manual de Avaliação Física, publicada na Separata ao
BGO nº 166, de 05 de setembro de 2006, realizado pelo Centro de Educação
Física e Desporto do DE, que emitirá perecer contanto a aptidão ou não-aptidão;
d) resultado final, que é a apresentação dos candidatos aprovados nas etapas
acima referendadas ao Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças para a
realização do curso.
§ 1º - Todos os resultados das etapas citadas acima são publicados, através
de Notas para Boletim Geral Ostensivo (NBGO), pelo DE para conhecimento
público através da Intranet.
§ 2º - Os recursos interpostos seguem os prazos estabelecidos no Edital.
SEÇÃO III
Dos Cursos de Educação Profissional Técnica de Extensão
Artigo 52 - Os cursos de Educação Profissional Técnica de Extensão são
aqueles destinados à capacitação, qualificação e treinamento de praças e oficiais
para elevar o grau de eficácia e eficiência para ocupar os cargos e desempenhar
as funções inerentes às graduações e postos da Corporação.
Artigo 53 - O ingresso nos cursos de Educação Profissional Técnica de
Extensão, se aberto ao efetivo geral da Corporação, quer dentro dos quadros,
quer dentro dos ciclos (praças ou oficiais), se dará através de concurso interno,
após autorização do Comando Geral da Corporação, onde o processo seletivo é
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regido por Edital específico, confeccionado pelo DE, composto das seguintes
etapas:
a) inscrição, que é a entrega de documentação requerida para o Processo
Seletivo pelos candidatos ao DE;
b) avaliação médica, que é a entrega dos exames exigidos no Edital por
parte dos candidatos inscritos à Unidade de Perícias Médicas (UPM) para emissão
de parecer constando a aptidão ou a aptidão com restrição ou a não aptidão,
enviado em seguida ao DE para a realização do Teste de Avaliação Física (TAF);
c) teste de aptidão física, que é a avaliação física dos candidatos, aptos e
aptos com restrição, pelo Centro de Educação Física e Desporto (CFED) do
DE;
d) aferição da antiguidade, que é a verificação do tempo na graduação ou
verificação da maior graduação, se for destinado às praças, e do tempo no
posto ou do maior posto, se for destinado aos oficiais, inscritos para a seleção,
por parte da Comissão de seleção estabelecida pelo DE através de ato
administrativo, dentro do número vagas estabelecido pelo Edital, onde os critérios
estabelecidos para essa aferição encontra-se no próprio Edital como prescreve o
art. 20, da Portaria nº 040 CG/08, publicada no BGO nº 198, de 23 de outubro
de 2008;
e) teste de habilidade específica, que é a avaliação das habilidades exigidas
para a realização do curso;
f) resultado final, que é a indicação dos candidatos para a realização do
curso.
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§ 1º - Todos os resultados das etapas citadas acima são publicados, através
de Notas para Boletim Geral Ostensivo (NBGO), pelo DE para conhecimento
público.
§ 2º - O Teste de Habilidade Específica (THE) só será realizado quando os
cursos de capacitação, qualificação ou treinamento exigirem.
SEÇÃO IV
Dos Cursos de Educação Básica
Artigo 54 - Os cursos de Educação Básica são aqueles destinados à
educação infantil, ao ensino fundamental e ao ensino médio para a formação da
cidadania e para habilitar ao ingresso na educação superior.
Artigo 55 - O ingresso nos cursos de Educação Básica se dá através de
processo seletivo regido por Edital específico, confeccionado pelo DE, e segue as
seguintes etapas:
a) inscrições: que consiste na inscrição eletrônica através dos portais da
Polícia Militar e da Secretaria de Educação;
b) sorteio dos inscritos: que consiste na seleção dos inscritos conforme o
número de vagas e local estabelecidos em Edital;
c) convocação, através de publicação: que consiste no chamamento dos
candidatos sorteados, por ordem classificatório, para entrega de documentação;
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d) exame de documentação: que consiste na verificação dos documentos
necessários para a matrícula;
e) matrícula: que consiste no ato de formalizar a passagem do candidato
para a condição de aluno do Colégio da Polícia Militar e Creche da Polícia
Militar.
CAPÍTULO V
Do Docente e Discente dos Órgãos do SEPM
SEÇÃO I
Do Docente
Artigo 56 - A atividade de docência nas unidades de ensino da PMBA
compreende, conforme lei específica, o desempenho das funções de professor,
instrutor e monitor nas modalidades de ensino referendadas no artigo 8º desta
diretriz.
§ 1º - Incluem-se nas atividades de docência aquelas destinadas ao exame,
à fiscalização, à coordenação e à supervisão de aplicação e correção de provas
de admissão ou seleção de pessoal para ingresso na Corporação.
§ 2º - O Comandante Geral da Corporação, ou quem ele delegar dentro
do SEPM, estabelecerá os requisitos necessários para o exercício da atividade
de docência, levando em consideração os títulos e currículos para tal função.
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Artigo 57 - Os policiais militares que almejarem desenvolver a atividade de
docência nas unidades de ensino da Corporação para ministrar os conteúdos
referentes aos perfis de conhecimento citados no artigo 7º desta diretriz deverão:
I – para o conhecimento geral: apresentar no ato da solicitação do
credenciamento, cópias do título de graduação e dos certificados de especialização
lato senso correspondentes à área de conhecimento científico requerida ou ciências
afins, ou aos títulos de mestrado e doutorado na área de conhecimento ou em
ciências afins;
II – para o conhecimento específico: apresentar no ato da solicitação do
credenciamento cópias dos certificados dos cursos de especialização, capacitação,
qualificação e/ou treinamento correspondente à área de conhecimento técnico
requerida.
Artigo 58 - Os professores civis que almejarem desenvolver a atividade de
docência nas unidades de ensino da Corporação para ministrar os conteúdos
referentes às modalidades de ensino citadas no artigo 7º desta diretriz deverão
encaminhar suas solicitações de credenciamento às referidas unidades, devendo
apresentar no ato da solicitação o que está prescrito no inciso I do parágrafo
anterior.
Artigo 59 - O ato de nomeação dos docentes se dará por ato administrativo
do DE que publicará Nota para Boletim Geral Ostensivo após envio de relação
nominal confeccionada pelas unidades de ensino, constando o período e a disciplina
ministrada por docente.
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Artigo 60 - O ato de exoneração dos docentes se dará por ato
administrativo do DE que publicará Nota para Boletim Geral Ostensivo após
envio da ata de conclusão do curso confeccionada pelas unidades de ensino.
Artigo 61 - A remuneração da docência na Corporação obedece aos
dispositivos legais existentes, conforme estabelecido no capítulo XIX.
§ 1º - Os oficiais e praças que desenvolverem em suas organizações,
cumulativamente com as funções desempenhadas, as atividades de ensino,
instrução e monitoramento, farão jus à remuneração de docência, de acordo
com o projeto de instrução enviado ao DE, conforme decreto referendado neste
artigo.
§ 2º - Os integrantes de Bancas Examinadoras, designadas pelas unidades
de ensino, para avaliação de trabalhos técnicos científicos farão jus à remuneração
de docência, não podendo exceder o limite de 80 (oitenta) horas/aula mensais,
conforme decreto referendado neste artigo.
§ 3º - Os policiais militares que exercerem atividades complementar de
docência, entendida como aquelas destinadas à elaboração, aplicação e correção
de provas, bem como à avaliação de trabalhos intelectuais programados, farão
jus à remuneração de docência no valor de 20% da carga horária total do curso,
conforme decreto referendado neste artigo.
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SEÇÃO II
Do Discente
Artigo 62 - O discente, dentro do SEPM, é toda pessoa que, através do
ingresso referendado no artigo 40 desta diretriz, está matriculada em uma das
modalidades de ensino da Corporação.
Artigo 63 - O discente não poderá está matriculado em mais de um curso
por vez, dentre os cursos constados no artigo 10 desta diretriz.
Artigo 64 - A conduta do discente será regulada, se for praça, pelo
Regulamento de Ensino do CFAP, e se for oficial, pelo Regulamento de Ensino da
APM, bem como pelos demais regulamentos da Corporação.
Artigo 65 - Aos discentes dos cursos de formação, com exceção do Curso
de Formação de Oficias, os cursos de especialização, aperfeiçoamento, capacitação
e qualificação serão fornecidos certificados de conclusão de curso, constando as
disciplinas e as respectivas cargas horárias, sendo que se tiver avaliação deverá
constar a também as notas.
Parágrafo único – No caso do Curso de Formação de Oficiais, por ser de
graduação em Bacharelado em Segurança Pública, deverá ser expedido um
diploma.
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CAPÍTULO VI
Do Aproveitamento e da Conclusão das Modalidades de Ensino da PMBA
SEÇÃO I
Do Aproveitamento
Artigo 66 - O aproveitamento educacional das modalidades de ensino na
PMBA ser avaliado observando os seguintes critérios:
I – avaliação da aprendizagem;
II – aferição da frequência escolar;
III – acompanhamento da conduta disciplinar, conforme o que prescreve
os Regulamentos de Ensino das unidades de ensino, citadas no artigo 64 desta
diretriz.
SUBSEÇÃO I
Da Avaliação da Aprendizagem
Artigo 67 - A avaliação é o processo de verificação do ensino-aprendizagem
com relação aos objetivos prescritos na atividade educacional que será realizada
de maneira integral, contínua e cumulativa, dentro dos parâmetros fixados pelas
normas educacionais.
Artigo 68 - O tipo de avaliação será estabelecido pelos Regulamentos das
unidades de ensino para os cursos de formação, especialização e aperfeiçoamento,
podendo ser escrita, oral e/ou prática, seguindo os seguintes modelos:
I – verificação corrente: é a avaliação regular aplicada nas disciplinas dos
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cursos de formação, aperfeiçoamento e especialização, variando de 1 (uma) a
3 (três) verificações, conforme carga horária fixada:
a) disciplinas com carga horária até 36 horas: 1 (uma) verificação corrente;
b) disciplinas com carga horária entre 36 e 72 horas: 2 (duas) verificações
correntes;
c) disciplinas com carga horária acima de 72 horas: 3 (três) verificações
correntes.
II – verificação específica: é a avaliação regular aplicada nas disciplinas e
atividades dos cursos de capacitação, qualificação e treinamento, variando de
1 (uma) a 2 (três) verificações, conforme projeto de curso reconhecido e
autorizado pelo DE;
III – verificação imediata: é a avaliação não regular e opcional aplicada
por disciplina, a qualquer tempo e sem aviso prévio, nos cursos de formação,
aperfeiçoamento e especialização não podendo exceder o total de duas por
módulo ou unidade;
IV – verificação de recuperação: é a avaliação única aplicada em caso
de não obtenção da média nas avaliações correntes e imediatas;
V – verificação substitutiva ou 2º Chamada: é a avaliação realizada quando
o discente faltou de forma justificada uma das avaliações correntes ou todas as
avaliações correntes;
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VI – verificação única ou provão: é a avaliação realizada para nivelamento
dos discentes que estão realizando o mesmo curso de formação, no mesmo
período, mas em espaços distintos e com instrutores distintos;
VII – trabalho técnico-científico: é a avaliação realizada nos cursos de
formação e especialização em substituição, parcial ou total, à verificação corrente,
bem como para conclusão dos referidos cursos quando previsto em Regulamento,
podendo ser:
a) artigo científico; ou
b) monografia.
§ 1º - Para obtenção da nota final da disciplina será considerada a média
obtida pela soma total das verificações realizadas, cujo resultado será dividido
pelo número de verificações aplicadas e o peso das diferentes verificações deve
estar previamente definido no currículo ou Regulamento da unidade de ensino, se
for oficial.
§ 2º - Caso o discente não obtenha a média mínima, estabelecida em
Regulamento pela unidade de ensino, será submetido à recuperação e a uma
verificação de recuperação cujo conteúdo será definido pelo docente.
§ 3º - Se o discente, durante a recuperação, não alcançar a média
estabelecida pelo Regulamento da unidade de ensino será declarado reprovado
naquela disciplina, podendo ser desligado ou ficar com a disciplina pendente.
§ 4º - Os cursos de capacitação, qualificação e treinamento deverão incluir
no currículo a forma de verificação de ensino.
Artigo 69 - Após o termino do curso, a coordenação de ensino da unidade
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promotora deverá encaminhar a ata de conclusão de curso, classificando os
concluintes em ordem decrescente, a partir da média final mais elevada, indicando
o conceito individual.
Artigo 70 - Durante o exercício de qualquer modalidade de ensino na
Corporação, o discente que se considerar prejudicado em uma das verificações
citadas no artigo 65º poderá apresentar recurso administrativo, devidamente
fundamentado, à coordenação do curso da unidade de ensino que repassará ao
docente responsável pela disciplina.
Parágrafo Único – Se o docente não reconsiderar a verificação alvo do
recurso, o discente poderá requerer à coordenação outro docente da disciplina,
da estrutura de ensino da PMBA, para que faça uma nova revisão.
SUBSEÇÃO II
Da Frequência e Assiduidade
Artigo 71 - A frequência escolar é requisito necessário para a conclusão
das modalidades de ensino presenciais.
§ 1º - A aferição da frequência se dará por meio de chamada diária, através
de caderneta escolar ou relação de frequência, por disciplina, como forma de
controle da assiduidade dos discentes.
§ 2º - A frequência mínima para aprovação em qualquer modalidade de
ensino é de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária por disciplina.
§ 3º - A ausência do discente da atividade de ensino será justificada apenas
nos seguintes casos:
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I – motivo de doença, com comprovação de atestado médico indicando a
necessidade de afastamento das atividades de ensino;
II – caso fortuito, plenamente comprovado;
III – luto;
IV – licença paternidade ou maternidade;
V – convocação superior comunicada formalmente à autoridade responsável
pela unidade de ensino cujo discente encontra-se matriculado.
§ 4º - A ausência justificada do discente deverá ser publicada em Boletim
Interno da unidade de ensino em que ele está matriculado.
SEÇÃO II
Do Desligamento
Artigo 72 - O desligamento do discente das modalidades de ensino da
PMBA se dá nas seguintes situações:
I – quando o discente solicita o desligamento do curso;
II – quando for reprovado nas verificações de ensino definitivamente;
III – quando for condenado por crime doloso com a pena privativa de
liberdade;
IV – quando ingressar a praça no mau comportamento;
V – se for submetido ao conselho de ética e ser declarado como indigno
para permanecer na Corporação.
§ 1º - A solicitação de desligamento deverá, de forma obrigatória, ser
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formalizada por escrito, sendo irreversível o ato após entrega à coordenação do
curso.
§ 2º - Se o discente for desligado em decorrência de enfermidade ou
incapacidade física ocasionada em algumas das atividades de ensino, terá a
matrícula garantida no curso seguinte, assim que a situação de enfermidade ou
incapacidade cessar.
§ 3º - Se o discente desligado for policial militar deverá ser apresentado à
sua Unidade Policial Militar de origem após cumprimento de prazo de solicitação
de recurso.
§ 4º - As decisões referentes aos parágrafos acima deste artigo serão
publicadas em BGO.
Artigo 73 - O ato de desligamento será realizado pelo Diretor do órgão de
Ensino onde o discente está matriculado.
Parágrafo único – Será dado o conhecimento, por parte da autoridade, do
ato de desligamento diretamente ao discente desligado, através de documentação
que indica:
I – os motivos que deram motivo ao desligamento;
II – o prazo para recurso do ato de desligamento será conforme prescrição
estabelecida no Regulamento da unidade de ensino;
Artigo 74 – Após receber o comunicado do ato de desligamento, o discente
deverá manifestar imediatamente sua pretensão de interpor recurso, onde em caso
positivo, deverá ser mantido nas atividades de ensino, somente sendo concretizado
o ato quando for o recurso indeferido em definitivo.
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§ 1º - O recurso deverá versar sobre as questões referentes ao ato
questionado, sendo vedado qualquer pronunciamento de fatos estranhos.
§ 2º - Após receber o recurso, a autoridade deverá emitir parecer no prazo
estabelecido em Regulamento da unidade de ensino de matrícula do discente.
Artigo 75 – A indenização pelos custos com a educação do discente
desligado da unidade de ensino da PMBA será calculada conforme legislação
específica.
SEÇÃO III
Da Conclusão do Curso
Artigo 76 – A conclusão do curso de dará após cumprimento da carga
horária mínima por disciplina, como prescreve o parágrafo 2º, do artigo 71, e de
alcançar a média de aprovação das verificações aplicadas.
Parágrafo único – Nos cursos organizados com mais de um período letivo,
a classificação final do curso será computada a partir da média aritmética simples
das médias finais de cada período.
Artigo 77 – Nos casos em que os discentes apresentarem médias finais
iguais, terá como critério de desempate a antiguidade.
Artigo 78 – O discente concluinte fará jus a diploma, se for concluinte do
Curso de Formação de Oficiais, e a certificado se for concluinte dos demais
cursos.
Artigo 79 – Será conferida a medalha Dionísio Cerqueira e o respectivo
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certificado ao primeiro colocado dos cursos oferecidos pela PMBA, conforme
previsto em legislação específica.
Artigo 80 – O encerramento dos cursos se dará por meio de solenidade,
regulada por norma específica.
SEÇÃO IV
Do Apostilamento e Reconhecimento
Artigo 81 – O Diretor da APM é responsável pelo apostilamento dos
diplomas do Curso de Formação de Oficiais realizada nesta unidade de ensino
superior.
Parágrafo único – A APM foi reconhecida como Escola Superior de
Segurança Pública pelo Parecer normativo do então Conselho Federal de
Educação, homologado pelo Ministério da Educação e Cultura, em data de 11
de novembro de 1982 (DOU de 16 de novembro de 1982).
Artigo 82 – A APM é responsável pelos registros dos diplomas, em banco
de dados próprio.
Artigo 83 – Ao Departamento de Ensino cabe reconhecer os cursos
realizados em outras Instituições de ensino, públicas ou privadas, no Estado ou
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fora dele, que sejam de interesse da PMBA, publicando lista dos cursos
reconhecidos no BGO.
CAPÍTULO VII
Dos Regimes Escolares
SEÇÃO I
Da Estrutura e Documentação
Artigo 84 – A atividade educacional tem como elemento básico a aula
ministrada pelo docente para os discentes, através do regime de hora-aula, seguindo
os componentes curriculares da unidade de ensino.
Parágrafo único – A hora-aula terá a duração de 50 (cinquenta) minutos.
Artigo 85 – O intervalo entre as aulas destinam-se à preparação, substituição
de docente ou descanso entre horas-aula e terá a duração máxima de 20 (vinte)
minutos.
Artigo 86 – O período diário de aulas é o dia letivo, devendo conter, no
máximo, 10 (dez) horas-aula por dia, divididos nos turnos matutino e vespertino,
sendo agrupados conforme planejamento, de forma integral ou parcial.
§1º – O turno noturno deverá ser utilizado em situações de estágios ou
treinamentos que exijam aplicabilidades de técnicas e tecnologias correspondentes
ao período, sendo usado excepcionalmente para reposição de aulas devidamente
justificada.
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§ 2º – O dia letivo integral consiste na dedicação total dos discentes à
atividade de ensino.
§ 3º – O dia letivo parcial consiste na realização de um único turno de
aulas.
§ 4º - Os intervalos para refeição no dia letivo integral não poderá ser
inferior a 60 (sessenta) minutos.
Artigo 87 – O período semanal de desenvolvimento dos dias letivos é a
semana letiva que deve conter 5 (cinco) dias letivos.
§ 1º - A semana letiva integral é composta de 3 (três) dias letivos integrais
e 2 (dois) dias letivos parciais, distribuídos preferencialmente de segunda a sexta-
feira.
§ 2º - Quando for necessário o desenvolvimento de atividades práticas ou
treinamentos, poderá ser ultrapassado o limite diário de horas-aulas e, por
conseguinte, o limite da semana letiva, mediante solicitação de autorização formal
ao Diretor da organização de ensino.
Artigo 88 – O período de tempo de distribuição das semanas letivas,
compreendido entre 01 Jan a 31 Dez de cada ano, pode ser dividido em bimestres
e semestres e é denominado de ano letivo que serve como base para o
planejamento geral das atividades educacionais da Corporação.
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Artigo 89 – Os exercícios simulados de operações policiais desenvolvidos
durante ano letivo serão denominados de jornada de instrução.
Parágrafo único – As jornadas de instrução são somadas à carga horária da
semana letiva somente para efeitos curriculares, sem influenciar na limitação diária
e semanal de hora-aula.
Artigo 90 – Os exercícios simulados de operações policiais desenvolvidos
durante ano letivo serão denominados de jornada de instrução.
Artigo 91 – O conjunto de atividades educacionais desenvolvidas pelos
discentes divide-se da seguinte forma:
I – curricular: aquela que se encontra inserida nos componentes curriculares
da atividade educacional do curso com carga horária e avaliação pré-estabelecidas;
II – extracurricular: agrega todas as atividades individuais e coletivas não
previstas em currículos e não sujeitas a verificação de aprendizagem tais como as
atividades operacionais, administrativas, culturais, sociais, desportivas, cívicas,
militares, cuja participação do discente é determinada por decisão da autoridade
de ensino da organização educacional.
Parágrafo único – Toda atividade extracurricular deverá será ser realizada
mediante Nota de Instrução ou Nota de Serviço previamente autorizada pela
autoridade de ensino, observando os preceitos que normatiza o emprego de alunos
nessas atividades.
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Artigo 92 – A atividade educacional é, obrigatoriamente, planejada pelo
Coordenador em quadros de atividades:
I – Quadro de Atividades Diário (QAD);
II – Quadro de Atividades Semanal (QAS);
III – Quadro de Atividade Mensal (QAM).
SEÇÃO II
Do Internato e Externato
Artigo 93 – O regime escolar da PMBA poderá ser de:
I – Internato: regime escolar caracterizado pela permanência diurna do
discente nas dependências da unidade de ensino, com limitação de saída apenas a
título de licença concedida pela autoridade de ensino conforme Regulamento
interno;
II – Externato: regime escolar caracterizado pela liberação após o
cumprimento das atividades curriculares, ou das atividades extracurriculares quando
programada, sem a obrigatoriedade do discente permanecer nas dependências da
unidade de ensino.
§ 1º - O regime de externato impede a saída do discente nos casos de
serviços internos e sanções escolares, conforme Regulamento interno.
§ 2º - O regime de internato é previsto para os cursos de formação, com
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exceção os cursos de formação básica, e aperfeiçoamento, podendo ocorrer nos
cursos de capacitação e qualificação quando previsto em projeto.
SEÇÃO III
Da Sanção Escolar
Artigo 94 – A sanção escolar é aquela prevista em Regulamento Escolar do
órgão de ensino que visa orientar, advertir ou cancelar licença de gozo previsto
por transgressão disciplinar escolar cometida pelo discente no interior da
organização ou fora dela quando em estágio, viagem de instrução ou similar.
§ 1º - Nos cursos de formação que sejam previstos o regime de internato,
haverá o instituto da Licença Cassada, que consiste no cancelamento do período
de liberação em quantidade de horas que varia de acordo com a gravidade da
falta, tendo o mínimo de 12 (doze) horas e o máximo 96 (noventa e seis).
§ 2º - Para os cursos de formação básica, realizados pelos Colégios da
Polícia Militar, mais especificamente para os cursos de nível fundamental e médio,
poderão ser aplicadas as sanções escolares de advertência e repreensão, sem
prejuízo das prescrições contidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional e nas normas da Secretaria Estadual da Educação, conforme convênio.
§ 3º - As sanções escolares são aplicadas sem prejuízo dos procedimentos
administrativos regulares, previstos na Lei 7.990 (Estatuto dos Policiais Militares
da Bahia), para transgressões disciplinares de policiais militares.
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CAPÍTULO VIII
Qualidade do Ensino
Artigo 95 – Os órgãos de ensino deverão zelar pela qualidade de ensino
através do uso de métodos avaliativos para aferir o processo de ensino-
aprendizagem, por meio da Seção de Qualidade da Seção Técnica de Ensino e
da Seção de Avaliação e Estatística, de forma seguinte:
I – avaliação da satisfação do discente: deverá ser realizada no final do
curso constando dados relativos às expectativas positivas e negativas dos discentes
com relação ao curso;
II – avaliação da aplicação do conhecimento adquirido: deverá ser realizada
no final do curso constando quesitos relativos à aplicação práticas das disciplinas
ministradas;
III – avaliação de docente: deverá ser realizada imediatamente após o final
da disciplina constando quesitos que avaliem o conhecimento, a metodologia e o
comportamento ético-profissional;
IV – avaliação da satisfação do docente: deverá ser realizada no final do
curso ou do módulo constando quesitos relativos à estrutura, ao apoio material e
humano para o bom desenvolvimento da aula.
§1º - As avaliações citadas nos incisos acima serão aplicadas prioritariamente
nos cursos de formação, aperfeiçoamento e especialização.
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§2º - A avaliação citada no inciso II poderá ser aplicada através de
verificação final global (VFG), de caráter teórico ou prático, para aferir de forma
transversal as competências específicas (conhecimentos, habilidades e atitudes)
para as resoluções dos problemas levantados nos quesitos formulados.
Artigo 96 – Fica instituído o Conselho Integrado de Desenvolvimento
Humano, que é o instrumento pelo qual o Comando Geral se valerá para agregar
aos seus programas e projetos a trilogia: ser humano, ser social, ser profissional,
e tem como função o assessoramento, de forma integrada, na formulação das
políticas de Educação.
I – O Conselho Integrado tem como principal objetivo a elevação do padrão
de qualidade de vida do policial militar e do bombeiro militar.
II – As reuniões do Conselho Integrado serão registradas em atas e as
deliberações publicadas em BGO, após análise do Comandante Geral.
III – Sua formação estrutural é a seguinte:
a) Subcomandante Geral – Presidente;
b) Diretor do Departamento de Ensino – Membro;
c) Diretor do Departamento de Pessoal – Membro;
d) Diretor do Departamento de Planejamento – Membro;
e) Diretor do Departamento de Saúde – Membro;
f) Coordenador de Planejamento e Controle Pedagógico do DE –
Secretário;
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g) Coordenador do Centro de Educação Física e Desportos do DE-
Membro.
CAPÍTULO XIX
Da Remuneração Escolar
Artigo 97 – A remuneração escolar será pago aos policiais e bombeiros
militares que exercerem a atividade de regência de classe nos estabelecimentos
de ensino da PMBA desempenhando as funções de professor, instrutor ou monitor
nas modalidades de ensino citadas no artigo 8º desta diretriz.
Artigo 98 – Os professores civis também farão jus à remuneração escolar
quando desempenharem atividades nos cursos oferecidos pelos estabelecimentos
de ensino da PMBA.
Artigo 99 – A remuneração escolar se dá por hora/aula ministrada,
respeitando os limites estabelecidos nos dispositivos legais existentes.
CAPÍTULO XX
Disposições Finais
Artigo 100 – Os distintivos, as insígnias ou brevês de cursos ministrados na
PMBA deverão ser previamente aprovados pelo Comandante Geral da
Corporação e deverão está em conformidade com as normas específicas.
Artigo 101 – A Academia de Polícia Militar e o Centro de Formação e
Aperfeiçoamento de Praça deverão providenciar a atualização dos seus
regulamentos escolares em conformidade com os conceitos e definições contidos
nesta diretriz e demais normas que regularizam a atividade educacional da
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Corporação constadas no artigo 2º, bem como observando os fundamentos da
política educacional referendados no artigo 3º desta diretriz, em consonância com
a legislação de ensino nacional, no prazo máximo de 120 (cento e vinte) dias a
contar da publicação desta Diretriz.
Artigo 102 – Os Batalhões de Polícia Militar - de Ensino, Instrução e
Capacitação (1º, 2º, 3º e 9º BPM) deverão formar em conjunto, uma Comissão
para Elaboração do Regulamento dessas unidades, a partir dos conceitos e
definições contidos nesta diretriz e demais normas que regularizam a atividade
educacional da Corporação constadas no artigo 2º, bem como observando os
fundamentos da política educacional referendados no artigo 3º desta diretriz, em
consonância com a legislação de ensino nacional, no prazo máximo de 120 (cento
e vinte) dias a contar da publicação desta Diretriz.
Artigo 103 – Os Colégios da Polícia Militar deverão formar em conjunto,
uma Comissão para Elaboração do Regulamento dos CPMs, a partir dos conceitos
e definições contidos nesta diretriz e demais normas que regularizam a atividade
educacional da Corporação constadas no artigo 2º, bem como observando os
fundamentos da política educacional referendados no artigo 3º desta diretriz, em
consonância com a legislação de ensino nacional e com as normas da Secretaria
Estadual da Educação, conforme convênio, no prazo máximo de 120 (cento e
vinte) dias a contar da publicação desta Diretriz.
Artigo 104 – Os órgãos e unidades de ensino deverão submeter os
regulamentos de ensino, no prazo determinado, ao Departamento de Ensino para
apreciação e posterior remessa ao Comando Geral da Corporação para
aprovação.
Artigo 105 – Esta diretriz entre em vigor na data de sua publicação.
DGE 2012-2015
ALFREDO BRAGA DE CASTRO - CEL PM
COMANDANTE-GERAL
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