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COMUNICAÇÃO
RADIOCOMUNICAÇÃO
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Comunicação: palavra derivada do termo latino
"communicare“;
Significa: "partilhar, participar algo, tornar comum".
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HISTÓRIA DAS COMUNICAÇÕES
As mensagens gravadas nas rochas, representa animais,
rios, árvores e outras figuras que formavam a notícia que os
homens na pré- história desejavam transmitir.
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HISTÓRIA DAS COMUNICAÇÕES
No ano 490 a. C., na Grécia, o soldado Felípides foi
encarregado de anunciar a vitória dos gregos sobre os
persas;
Correu 37 quilômetros, desde o campo de batalha de
Maratona até a cidade de Atenas.
Comunicou a vitória e morreu.
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Muitos métodos e instrumentos foram inventados, buscando
reduzir o tempo de transmissão das mensagens e dar a
segurança do recebimento, sem haver quebra do sigilo.
Em 1667 o físico inglês Robert Hooke sugeriu o emprego do
fio esticado para transmitir o som.
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Em 1876, Alexander Graham Bell, um escocês que vivia
nos Estados Unidos, patenteou o desenho de um
aparelho chamado telefone, que viria alterar as
comunicações de forma tão substancial que em seu
abono pode-se afirmar ter sido aquele dia o início de uma
nova era.
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HERTZ DÁ INÍCIO AO "SEM FIO"
Em 1887, outra descoberta viria abrir caminho para as
comunicações hoje chamadas "sem fio".
O físico alemão Heinrich Rudolph Hertz, desenvolveu a
teoria formulada por James Maxwell e descobriu as ondas
eletromagnéticas (hoje denominadas ondas hertzianas).
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O INÍCIO DAS TELECOMUNICAÇÕES NO BRASIL
Em 1894, o padre Roberto Landell de Moura, utilizando uma válvula
amplificadora com três eletrodos, fabricada por ele mesmo, realizou
a transmissão de sons do alto da Avenida Paulista para o alto de
Santana, em São Paulo, cobrindo uma distância de 8 km em linha
reta, inaugurando a era do rádio entre os brasileiros.
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A RADIOCOMUNICAÇÃO EM MINAS GERAIS
Originalmente o uso da tecnologia de comunicação via rádio voltada
para operacionalizar as atividades de segurança pública, no Estado
de Minas Gerais, foi com a Polícia Militar que delimitava as áreas de
atuação de cada companhia até o limite máximo do alcance dos
sistemas de rádio da época, ainda sistemas básicos/analógicos.
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COMUNICAÇÃO BÁSICA
Objetividade na Comunicação
A rede de radiocomunicação tem seus pontos (rádios
portáteis “HT” - Hand Talk, rádios moveis “de viaturas”, rádios
fixos “de uma central”) integrados, ou seja:
Quando um locutor transmite uma modulação, todos os
outros interlocutores escutam ao mesmo tempo.
Os usuários devem se ater para a necessidade de otimização
do tráfego na rede de rádio, a fim de manter o canal
disponível para eventuais ocorrências de prioridade.
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CÓDIGO FONÉTICO INTERNACIONAL
O Alfabeto Fonético Internacional é um código utilizado
internacionalmente para facilitar as comunicações entre
operadores, principalmente em radiocomunicação ou em
transmissões onde exista interferência de ruídos.
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ALFABETO INTERNACIONAL
A – ALFA J – JULIET S - SIERRA
B – BRAVO K – KILO T- TANGO
C – CHARLIE L – LIMA U – UNIFORM
D – DELTA M – MIKE V – VICTOR
E – ECHO N – NOVEMBER W – WHISKY
F – FOXTROT O – OSCAR X – X-RAY
G – GOLF P – PAPA Y – YANKEE
H – HOTEL Q – QUEBEC Z – ZULU
I – INDIA R - ROMEU
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CÓDIGO “Q”
O código fonético internacional “Q”, foi aprovado em 21 de
dezembro do ano de 1959, em Genebra, na convenção
Internacional de Telecomunicações, da qual o Brasil é país
signatário.
O código “Q” é uma combinação de três letras começando
com a letra “Q” e que são muito utilizadas em
radiocomunicação. Inicialmente foram adotadas em código
Morse como forma de acelerar as transmissões de
informações de um para outro local.
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NIL - Nada nenhuma.
QAP - Na escuta.
QAR - Abandonar escuta.
QRA - Nome da estação ou operador.
QRB - A que distancia aproximada esta da minha estação.
QRD - Onde vai e de onde vem?
QRE - Qual a hora estimada de chegada.
QRF - Está regressando a.. (lugar) ?
QRG - Frequência exata.
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QRH - Está havendo variação de freq. na estação.
QRK - Legibilidade dos sinais: 1. Legível, 2. Legível com intermitência, 3.
Legível com Dificuldade, 4. Legível.
QRL - Canal ocupado.
QRM- Interferência de outra estação ou efeitos atmosféricos.
QRS - Transmitir mais lentamente.
QRT - Fora do ar.
QRU - Mensagem urgente.
QRV - As suas ordens/ prossiga
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QRW - Devo avisar a?
QRX - Aguarde na frequência.
QRZ - Fala quem chamou.
QSA - Valor da transmissão :1 muito fraca, 2 fraca, 3 regular, 4 forte, 5
ótima.
QSB - Seus sinais estão sumindo.
QSD - Minha manipulação é defeituosa?
QSG - Devo transmitir mensagens de uma vez?
QSI - Consegue interromper minha transmissão.
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QSJ – Dinheiro
QSL - Compreendido.
QSM - Devo repetir a mensagem?
QSN - Você me ouviu.
QSO - Contato.
QSP - Retransmissão da mensagem (Ponte).
QSQ - Tem médico abordo?
QSW - Vai transmitir nesta frequência?
QSY - Mudar para outra frequência.
QSZ - Tenho que transmitir cada palavra ou grupo, duas vezes.
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QTA - Cancelar a mensagem.
TKS - Obrigado.
QTC - Mensagem.
QTE - Qual a minha marcação verdadeira em relação a você?
QTF - Recebeu sinal de perigo transmitido por estação móvel
QTH - Localização fixa ou de momento.
QTI - Destino rumo.
QTJ - Qual a sua velocidade?
QTN - A que horas saiu de... (lugar).
QTO - Sanitário
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QTP - Vai parar em?
QTR - Horário.
QTS - Queira transmitir seu indicativo de chamada.
QTU - Qual o horário de funcionamento da estação?
QTV - Devo fazer a escuta por você na frequência horas?
QTX - Quer manter sua estação no ar até que eu avise.
QTY - A caminho do local do acidente.
QUA - Notícias.
QUB - Informar sua visibilidade.
QUD - Receber sinal de urgência.
QUG - Será forçado a parar?
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NUMERAIS
ORDINAL CARDINAL
0 – NEGATIVO 5 – QUINTO 0 – ZERO 5 – CINCO
1 – PRIMEIRO 6 – SEXTO 1 – UNO 6 – MEIA
2 – SEGUNDO 7 – SÉTIMO 2 – DOIS 7 – SETE
3 – TERCEIRO 8 – OITAVO 3 – TRES 8 – OITO
4 – QUARTO 9 – NONO 4 – QUATRO 9 – NOVE
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COMUNICAÇÃO SEGURA
Para a efetividade de uma comunicação segura é necessário o
investimento em tecnologia de criptografia de rede com
software embarcado que possibilite o mínimo de requisito de
segurança técnica e operacional nas transmissões via
radiocomunicação.
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. MANUSEIO DE EQUIPAMENTO
Conferir a fixação da antena e bateria dos transceptores
portáteis “HT”;
Manter o “PTT” – Push To Talk (tecla lateral ao microfone)
durante doto período da transmissão;
Evitar sempre que possível o uso dos transceptores portáteis
“HT” próximos ao rosto.
Não morder, dobrar, forçar a fixação da antena ou qualquer
outra parte dos parelho de radiocomunicação.
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CUIDADO NA RECEPÇÃO POR RÁDIO
Manter os rádios ligados e com o volume ajustado para o
ambiente;
Selecionar o canal da operacionalidade, não trocar de canal
para tratar assunto diverso da atividade;
Manter sempre atendo a possíveis chamadas para seu
ponto ou de prioridade;
Conferir com frequência o nível de bateria.
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CUIDADO NA TRANSMISSÃO POR RÁDIO
Os transceptores portáteis, móvel e fixo necessitam de um
intervalo de transmissão de 3 (três) segundos para
transmitir o áudio.
É preciso apertar o PTT e aguardar 3 (três) segundos para
começar a passar as informações, garantindo-se que o
interlocutor receba efetivamente toda mensagem.
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CONDUTA NA TRANSMISSÃO
Utilizar o rádio não é como falar ao telefone, é um diálogo em
duas vias;
você não pode falar e ouvir ao mesmo tempo.
Para que a comunicação flua de forma efetiva é necessário
que o operador se atente para as seguintes observações:
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Toda comunicação deverá obrigatoriamente ser iniciada
com uma chamada de identificação de um interlocutor
seguida de identificação do solicitante.
Ex.: A CECOM iniciará uma comunicação de chamada
para uma equipe de escolta da seguinte forma:
“GETAP HMH3738 – CERESP BH, AQUI É A
CECOM”.
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COMUNICAÇÃO AVANÇADA OU MISSÃO CRÍTICA
A que se destina a operacionalizar uma atividade que exija
o uso de um sistema robusto, troncalizado com
características diretamente ligadas ao sigilo das
informações e garantia técnica de operação, através de
subsistema de redundância.
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COMUNICAÇÃO TÁTICA
É aquela adotada pelos grupos de operações especializadas
e com características diversas de um determinado grupo
para outro.
Utiliza-se de componentes e acessórios de maior
complexidade de uso, exigindo maior destreza na utilização.
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COMUNICAÇÃO INTERNA
Executada através de um sistema ou componente de um
sistema de radiocomunicação, principalmente as atividades
de segurança.
Ex: Rede Interna.
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REDE INTERNA
Destinada a operacionalidade de custódia no interior dos
estabelecimentos penais.
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COMUNIÇÃO EXTERNA
Composta de 04 torres de comunicação, alocadas em
pontos estratégicos para garantir uma maior cobertura;
com link para configuração de uma rede única destinada
a cobertura de radiocomunicação da Região
Metropolitana de Belo Horizonte - RMBH.
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REDE EXTERNA
Gerenciada operacionalmente e tecnicamente pela CECOM;
Executa a atividade de CONTROLE e APOIO;
Confecciona Ordens de Serviço de Escolta Externa para as
equipes do GETAP, Escolta Hospitalar e despacho sistemático
dos apoios.
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TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO
O Sistema Prisional Mineiro utiliza atualmente duas
tecnologias de comunicação:
Analógica
Digital.
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MODALIDADE DE TRANSMISSÃO
Essa Modalidade pode ser Analógica e Digital.
SINAL ANALÓGICO
Tipo de sinal contínuo, que varia em função do tempo. O sinal
analógico é representado por uma curva, como mostra a
imagem abaixo.
Sinal Analógico
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SINAL DIGITAL
Sinal com valores discretos, ou seja, descontínuos no
tempo e na amplitude.
Sinal Digital
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FAIXA DE FREQUÊNCIA E CANALIZAÇÃO
Em razão da topografia da região do Estado de Minas
Gerais, foi estudado diferentes faixa de frequência para os
equipamentos de rádio comunicação
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SISTEMA DE TELEFONIA FIXA
Manuseio/ Códigos de Ramais;
Desvio de Chamada: retire o monofone do gancho,
tecle *11+ número do ramal desejado e espere o tom de
aceite.
Desativar Desvio: retire o monofone do gancho, tecle
#11 e espere o tom de aceite.
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Capturando Uma Chamada Seletiva: ao ouvir um outro
ramal tocando, retire o monofone do gancho, tecle *59 + o
número do ramal que está tocando.
Bloquear Aparelho: retire o monofone do gancho, tecle *66
+ a senha (*);
Desbloquear Aparelho: retire o monofone do gancho, tecle
#66 + senha (*);
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Atendendo Bip Na Conversação: quando estiver ouvindo
um bip na conversa, significa que há uma outra ligação
sendo encaminhada para você. Para atendê-la, basta
teclar flash *55, e efetuar a conversação.
Para retomar a primeira conversa, tecle flash *2.
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MÁQUINA DE FAX
Enviar e recebimento de documentos através da rede telefónica
em tempo real;
Pode funcionar como uma máquina de copiar, mas não para
cópias em massa;
Rastrear a transmissão de documentos do dia anterior;
Pode enviar para computadores;
O material utilizado é geralmente papel térmico, mas também
existem máquinas de fax que usam tinta para impressora.
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ENVIO DE UM DOCUMENTO ATRAVÉS DO FAX
Preencha o formulário para transmissão de fax, que servirá
como página de rosto ao documento, e que contém o NOME da
pessoa a quem o fax se destina, o ASSUNTO do documento, o
nome do REMETENTE e o número de contato;
Insira o formulário de transmissão na máquina de fax, disque o
número e espere pelo sinal de fax. Se alguém atender, peça
pelo sinal de fax;
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Aperte o botão enviar quando ouvir o sinal de fax, que é um
bip longo e alto.
Você pode colocar o fone no gancho quando a transmissão
começar.
Depois que o documento for enviado, o fax vai dar um sinal
sonoro.
Você tem opção de imprimir um registro
de transmissão como prova de que você
enviou o documento com êxito.
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RECEBER UM DOCUMENTO ATRAVÉS DO FAX
Ao receber uma transmissão de fax, você ouvirá um sinal
específico, e então você pode apertar o botão de enviar/receber
e colocar o fone no gancho quando a transmissão começar;
Se estiver usando um fone/fax, o operador do aparelho irá pedir
pelo sinal de fax. Para transmitir um sinal de fax, você precisará
pressionar o botão enviar/receber, e recolocar o fone no gancho
quando ouvir o sinal;
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REALIZAR, RECEBER E TRANSFERIR CHAMADAS INTERNAS E
EXTERNAS
Ligação interna: retire o monofone do gancho e disque o ramal
desejado.
Atendimento de ligações: ao receber o sinal de chamada, retire o
monofone do gancho e proceda a conversa normalmente.
Ligações externas: retire o monofone do gancho, tecle “0”, espere
o tom de linha contínuo, e disque o número telefônico desejado.
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Transferência De Ligações: estando em conversação, tecle
flash, espere o tom de linha da central e disque o número do
ramal desejado. Caso estiver ocupado e desejar a chamada de
volta, tecle flash * 0, e a primeira pessoa estará novamente na
linha. Caso queira efetuar a transferência, coloque o monofone
no gancho.
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POSTURA E VERBALIZAÇÃO NO ATENDIMENTO
No atendimento telefônico, a linguagem é o fator principal para
garantir a qualidade da comunicação.
O uso correto da língua portuguesa e a qualidade da dicção
também são fatores importantes para assegurar uma boa
comunicação telefônica.
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É fundamental que o atendente transmita a seu interlocutor
segurança, compromisso e credibilidade.
Deve-se reforçar a necessidade de se evitar ruído na
comunicação telefônica, buscando a mais correta e adequada
interação ao telefone, que é o instrumento responsável pela
maior parte da comunicação entre uma instituição pública e
seus usuários.
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PRONTO ATENDIMENTO DA INFORMAÇÃO
Ao receber uma ligação, o atendente assume a
responsabilidade pelas informações prestadas a quem está do
outro lado da linha.
50
AS COMUNICAÇÕES NO SISTEMA PRISIONAL
A Subsecretaria de Administração Prisional (SUAPI) vem
intensificando seus esforços a fim de garantir melhorias nas
condições de segurança de seus servidores e em oferecer
melhor serviço à sociedade.
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CENTRAL DE COMUNICAÇÃO – CECOM
Responsável por toda comunicação via rádio da SUAPI,
oferecendo aos servidores um canal de comunicação direta
para integrar efetivamente no apoio operacional dos diversos
tipos de escoltas.
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CENTRAL DE COMUNICAÇÃO – CECOM
Através da CECOM o Agente de Segurança Penitenciário em
serviço de escolta poderá contar com a possibilidade de
consultar informações de INDIVÍDUOS, VEÍCULOS,
CONDUTORES e PRESOS, em razão de uma iminente
necessidade no deslocamento dos veículos, bem como na
segurança do sentenciado e do próprio cidadão.
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ESCOLTA EXTERNA
A equipe de escolta iniciará o contato com a CECOM através do
sistema de radiocomunicação para informar o inicio de uma
Ordem de Serviço, que deverá constar o seguinte:
Tipo de escolta;
Data, hora, quilometragem (início e fim);
Local de destino;
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Identificação do veículo/unidade;
Identificação dos integrantes (MASP), identificação do
condutor (MASP e nome);
Identificação de preso(s) (nº INFOPEN);
Em escoltas de dignitário, deverá ser informado o MASP deste
para a CECOM.
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Deverá ainda comunicar a CECOM qualquer tipo de
ocorrência ou mudança do percurso de deslocamento
durante todo o período da Ordem de Serviço.
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A Ordem de Serviço estará diretamente condicionada a saída
e retorno da viatura da Unidade Prisional. Porém, a equipe de
escolta deverá comunicar imediatamente a CECOM a
mudança de custódia do sentenciado para fins de registro da
“O.S.”- CECOM, e para garantir a transparência quanto a
custódia do preso e resguardar a equipe de escolta em
eventuais ocorrências.
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- GETAP - “QAP CECOM AQUI É O GETAP NELSON HUNGRIA...”
aguardar a CECOM confirmar com o “QSL” para prosseguir com a abertura da
O.S.
- CECOM - “QSL GETAP NELSON HUNGRIA, PROSSIGA!”
- GETAP - ”AQUI É A VIATURA MHM-7900, QSL?”
- CECOM - ”QSL, PROSSIGA!”
- GETAP - “ MOTORISTA, “FULANO” MASP-000000000, QSL?”
- CECOM - ”QSL, PROSSIGA!”
- GETAP - “ KM- KILO-MAIKE 123456, QSL?
- CECOM - ” QSL, PROSSIGA!”
- GETAP - “ INTEGRANTES, MASP-123456789, QSL?
- CECOM - ”QSL, PROSSIGA!”
- GETAP - “INTEGRANTE MASP-987654321,QSL CECOM?”
- CECOM - ” QSL, PROSSIGA!”
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ESCOLTA HOSPITALAR
Deverá obrigatoriamente empenhar/registrar a custódia do
preso na CECOM, através do sistema de radiocomunicação;
Ordem de Serviço de Escolta Hospitalar;
Data início/fim, local da custódia (hospital);
Unidade de lotação do preso (INFOPEN ou registro de
prisão).
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Unidade de lotação/exercício dos integrantes da guarnição
(agentes com MASP e nome)
Deverá ainda, obrigatoriamente comunicar ao CECOM
eventuais mudanças de local de custódia (hospital),
Bem como qualquer tipo de ocorrência ou mudança de
quaisquer informações durante todo o período da ordem de
serviço de escolta hospitalar.
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EXEMPLO:
QUIPE DE ESCOLTA HOSPITALAR - “QAP CECOM AQUI É O HT Nº 01 – HOSPITAL
JOÃO XXIII...” - aguardar a CECOM confirmar com o “QSL” para prosseguir com a
abertura da O.S.
CECOM - “QSL HT Nº 01 – HOSPITAL JOÃO XXIII, PROSSIGA!”
EQUIPE DE ESCOLTA HOSPITALAR - “O INFOPEN DO PRESO É: PRIMEIRO
SEGUNDO, TERCEIRO E QUARTO, QSL?”
CECOM - “QSL, PROSSIGA!”
EQUIPE DE ESCOLTA HOSPITALAR - “OS INTEGRANTES DA GUARNIÇÃO É O ASP
JOSÉ DE MASP. PRIMEIRO, SEGUNDO E TERCEIRO e ASP JOÃO DE MASP
QUARTO, QUINTO E SEXTO, QSL?”
CECOM - “QSL E TKS”
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DESTINATÁRIO: NOME LEGÍVEL E MASP DO SERVIDOR QUE ENTREGA O EQUIPAMENTO
NOME DO HOSPITAL DE INTERNAÇÃO DO PRESO:_____________________________
ENDEREÇO:______________________________________________________________
N.º OS:___________________________________________________________________
DESCRIMINAÇÃO RECIBO
Rádio HT Nº_____, PATRIMÔNIO:_________, com uma bateria, uma antena, uma
EM___/_____/___
capa de couro e um PTT externo. NOME LEGÍVEL E MASP. DO SERVIDOR QUE
RECEBER O RADIO
REMETIDO EM______ DE _____________________DE___________ ASS:__________
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DECLARAÇÃO
Eu, __________________________________________, Agente de Segurança Penitenciário, Masp:
____________________, declaro ter recebido da CECOM um Rádio HT Nº ________, PATRIMÔNIO: ___________________,
com uma bateria, uma antena, uma capa de couro, um PTT externo e um livro de registro e declaro, ainda, ter conhecimento
de todas as instruções contidas nesta normativa. Tais como:
___________________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________________
- EMPENHAR/REGISTRAR OBRIGATORIAMENTE CUSTÓDIA DO PRESO NA CECOM, PARA OS CASOS DE INTERNAÇÃO;
- COMUNICAR OBRIGATORIAMENTE A CECOM A MUDANÇA DE CUSTÓDIA DO PRESO NAS TROCAS DE PLANTÕES;
- INFORMADA OBRIGATORIAMENTE AO CECOM EVENTUAIS MUDANÇAS DE LOCAL DE CUSTÓDIA (HOSPITAL);
- ADOTAREM OBRIGATORIAMENTE CODIFICAÇÃO FONÉTICA INTERNACIONAL, CÓDIGO “Q” e o CÓDIGO NUMERADO NAS
COMUNICAÇÕES VIA RÁDIO;
- INFORMAR OBRIGATORIAMENTE QUALQUER TIPO DE OCORRÊNCIA OU MUDANÇA DE QUAISQUER INFORMAÇÕES DURANTE TODO
O PERÍODO DA ORDEM DE SERVIÇO DE ESCOLTA HOSPITALAR;
- DESPACHAR OBRIGATORIAMENTE JUNTO A CECOM A ENTREGA E RECOLIMENTO DO APARELHO DE RADIOCOMUNICAÇÃO, SOB
PENA DE ESTRAVIO DE PATRIMÔNIO PÚBLICO.
_________________________ , _________/________________________________/_________
LOCAL DATA
Ass.:__________________________________________________
63
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ACETATOS DA CADEIRA DE COMUNICAÇÃO TÉCNICA E PROFISSIONAL, 2002/2003.
Coletânea de Manuais Técnicos de Bombeiros 13. Manual de Comunicações Operacionais. PMESP – CCB. 1ª
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ELETRÔNICA TELECOMUNICAÇÕES de Álvaro Gomes de Carvalho Luiz Fernando da Costa Badinhan.
64
HELLER, Robert. Como Comunicar com Clareza. Porto: Livraria Civilização Editora, 1999.
História das comunicações e das telecomunicações, Prof. Pedro de Alcântara Neto Universidade de
Pernambuco – UPE
MAESTRO, G. G. Como Falar em Público. Lisboa: Editorial Estampa, 2000.
NORMATIVA ESCOLTA EXTERNA 01/2014 – GETAP CECOM/DSE/SSPI/SUAPI/SEDS;
NORMATIVA ESCOLTA EXTERNA 02/2015 – HOSPITALAR CECOM/DSE/SSPI/SUAPI/SEDS;
Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita. Resolução nº 506 de
01/07/2008 / ANATEL - Agência Nacional de Telecomunicações (D.O.U. 07/07/2008)
REVISTA FENAPEF. Distrito Federal, ano 1, n, 1, nov. 2005.