0% acharam este documento útil (0 voto)
568 visualizações64 páginas

Comunicação Operacional Slide

O documento descreve a história da comunicação e da radiocomunicação, desde as mensagens nas rochas na pré-história até o desenvolvimento do telégrafo, telefone e rádio. O texto também apresenta o código fonético internacional e termos usados em radiocomunicação.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
568 visualizações64 páginas

Comunicação Operacional Slide

O documento descreve a história da comunicação e da radiocomunicação, desde as mensagens nas rochas na pré-história até o desenvolvimento do telégrafo, telefone e rádio. O texto também apresenta o código fonético internacional e termos usados em radiocomunicação.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

1

COMUNICAÇÃO

RADIOCOMUNICAÇÃO
2
3

 Comunicação: palavra derivada do termo latino


"communicare“;

 Significa: "partilhar, participar algo, tornar comum".


4

HISTÓRIA DAS COMUNICAÇÕES

 As mensagens gravadas nas rochas, representa animais,


rios, árvores e outras figuras que formavam a notícia que os
homens na pré- história desejavam transmitir.
5

HISTÓRIA DAS COMUNICAÇÕES

 No ano 490 a. C., na Grécia, o soldado Felípides foi


encarregado de anunciar a vitória dos gregos sobre os
persas;

 Correu 37 quilômetros, desde o campo de batalha de


Maratona até a cidade de Atenas.

 Comunicou a vitória e morreu.


6

 Muitos métodos e instrumentos foram inventados, buscando


reduzir o tempo de transmissão das mensagens e dar a
segurança do recebimento, sem haver quebra do sigilo.

 Em 1667 o físico inglês Robert Hooke sugeriu o emprego do


fio esticado para transmitir o som.
7

 Em 1876, Alexander Graham Bell, um escocês que vivia


nos Estados Unidos, patenteou o desenho de um
aparelho chamado telefone, que viria alterar as
comunicações de forma tão substancial que em seu
abono pode-se afirmar ter sido aquele dia o início de uma
nova era.
8

HERTZ DÁ INÍCIO AO "SEM FIO"

 Em 1887, outra descoberta viria abrir caminho para as


comunicações hoje chamadas "sem fio".

 O físico alemão Heinrich Rudolph Hertz, desenvolveu a


teoria formulada por James Maxwell e descobriu as ondas
eletromagnéticas (hoje denominadas ondas hertzianas).
9

O INÍCIO DAS TELECOMUNICAÇÕES NO BRASIL

 Em 1894, o padre Roberto Landell de Moura, utilizando uma válvula


amplificadora com três eletrodos, fabricada por ele mesmo, realizou
a transmissão de sons do alto da Avenida Paulista para o alto de
Santana, em São Paulo, cobrindo uma distância de 8 km em linha
reta, inaugurando a era do rádio entre os brasileiros.
10

A RADIOCOMUNICAÇÃO EM MINAS GERAIS

 Originalmente o uso da tecnologia de comunicação via rádio voltada


para operacionalizar as atividades de segurança pública, no Estado
de Minas Gerais, foi com a Polícia Militar que delimitava as áreas de
atuação de cada companhia até o limite máximo do alcance dos
sistemas de rádio da época, ainda sistemas básicos/analógicos.
11

COMUNICAÇÃO BÁSICA
Objetividade na Comunicação

 A rede de radiocomunicação tem seus pontos (rádios


portáteis “HT” - Hand Talk, rádios moveis “de viaturas”, rádios
fixos “de uma central”) integrados, ou seja:

 Quando um locutor transmite uma modulação, todos os


outros interlocutores escutam ao mesmo tempo.

 Os usuários devem se ater para a necessidade de otimização


do tráfego na rede de rádio, a fim de manter o canal
disponível para eventuais ocorrências de prioridade.
12

CÓDIGO FONÉTICO INTERNACIONAL

 O Alfabeto Fonético Internacional é um código utilizado


internacionalmente para facilitar as comunicações entre
operadores, principalmente em radiocomunicação ou em
transmissões onde exista interferência de ruídos.
13

ALFABETO INTERNACIONAL

A – ALFA J – JULIET S - SIERRA


B – BRAVO K – KILO T- TANGO
C – CHARLIE L – LIMA U – UNIFORM
D – DELTA M – MIKE V – VICTOR
E – ECHO N – NOVEMBER W – WHISKY
F – FOXTROT O – OSCAR X – X-RAY
G – GOLF P – PAPA Y – YANKEE
H – HOTEL Q – QUEBEC Z – ZULU
I – INDIA R - ROMEU
14

CÓDIGO “Q”

 O código fonético internacional “Q”, foi aprovado em 21 de


dezembro do ano de 1959, em Genebra, na convenção
Internacional de Telecomunicações, da qual o Brasil é país
signatário.

 O código “Q” é uma combinação de três letras começando


com a letra “Q” e que são muito utilizadas em
radiocomunicação. Inicialmente foram adotadas em código
Morse como forma de acelerar as transmissões de
informações de um para outro local.
15

NIL - Nada nenhuma.

QAP - Na escuta.

QAR - Abandonar escuta.

QRA - Nome da estação ou operador.

QRB - A que distancia aproximada esta da minha estação.

QRD - Onde vai e de onde vem?

QRE - Qual a hora estimada de chegada.

QRF - Está regressando a.. (lugar) ?

QRG - Frequência exata.


16

QRH - Está havendo variação de freq. na estação.

QRK - Legibilidade dos sinais: 1. Legível, 2. Legível com intermitência, 3.


Legível com Dificuldade, 4. Legível.

QRL - Canal ocupado.

QRM- Interferência de outra estação ou efeitos atmosféricos.

QRS - Transmitir mais lentamente.

QRT - Fora do ar.

QRU - Mensagem urgente.

QRV - As suas ordens/ prossiga


17

QRW - Devo avisar a?

QRX - Aguarde na frequência.

QRZ - Fala quem chamou.

QSA - Valor da transmissão :1 muito fraca, 2 fraca, 3 regular, 4 forte, 5


ótima.

QSB - Seus sinais estão sumindo.

QSD - Minha manipulação é defeituosa?

QSG - Devo transmitir mensagens de uma vez?

QSI - Consegue interromper minha transmissão.


18

QSJ – Dinheiro

QSL - Compreendido.

QSM - Devo repetir a mensagem?

QSN - Você me ouviu.

QSO - Contato.

QSP - Retransmissão da mensagem (Ponte).

QSQ - Tem médico abordo?

QSW - Vai transmitir nesta frequência?

QSY - Mudar para outra frequência.

QSZ - Tenho que transmitir cada palavra ou grupo, duas vezes.


19

QTA - Cancelar a mensagem.

TKS - Obrigado.

QTC - Mensagem.

QTE - Qual a minha marcação verdadeira em relação a você?

QTF - Recebeu sinal de perigo transmitido por estação móvel

QTH - Localização fixa ou de momento.

QTI - Destino rumo.

QTJ - Qual a sua velocidade?

QTN - A que horas saiu de... (lugar).

QTO - Sanitário
20

QTP - Vai parar em?

QTR - Horário.

QTS - Queira transmitir seu indicativo de chamada.

QTU - Qual o horário de funcionamento da estação?

QTV - Devo fazer a escuta por você na frequência horas?

QTX - Quer manter sua estação no ar até que eu avise.

QTY - A caminho do local do acidente.

QUA - Notícias.

QUB - Informar sua visibilidade.

QUD - Receber sinal de urgência.

QUG - Será forçado a parar?


21

NUMERAIS

ORDINAL CARDINAL

0 – NEGATIVO 5 – QUINTO 0 – ZERO 5 – CINCO

1 – PRIMEIRO 6 – SEXTO 1 – UNO 6 – MEIA

2 – SEGUNDO 7 – SÉTIMO 2 – DOIS 7 – SETE

3 – TERCEIRO 8 – OITAVO 3 – TRES 8 – OITO

4 – QUARTO 9 – NONO 4 – QUATRO 9 – NOVE


22

COMUNICAÇÃO SEGURA

 Para a efetividade de uma comunicação segura é necessário o


investimento em tecnologia de criptografia de rede com
software embarcado que possibilite o mínimo de requisito de
segurança técnica e operacional nas transmissões via
radiocomunicação.
23

. MANUSEIO DE EQUIPAMENTO
 Conferir a fixação da antena e bateria dos transceptores
portáteis “HT”;
 Manter o “PTT” – Push To Talk (tecla lateral ao microfone)
durante doto período da transmissão;
 Evitar sempre que possível o uso dos transceptores portáteis
“HT” próximos ao rosto.
 Não morder, dobrar, forçar a fixação da antena ou qualquer
outra parte dos parelho de radiocomunicação.
24

CUIDADO NA RECEPÇÃO POR RÁDIO

 Manter os rádios ligados e com o volume ajustado para o


ambiente;

 Selecionar o canal da operacionalidade, não trocar de canal


para tratar assunto diverso da atividade;

 Manter sempre atendo a possíveis chamadas para seu


ponto ou de prioridade;

 Conferir com frequência o nível de bateria.


25

CUIDADO NA TRANSMISSÃO POR RÁDIO

 Os transceptores portáteis, móvel e fixo necessitam de um


intervalo de transmissão de 3 (três) segundos para
transmitir o áudio.

 É preciso apertar o PTT e aguardar 3 (três) segundos para


começar a passar as informações, garantindo-se que o
interlocutor receba efetivamente toda mensagem.
26

CONDUTA NA TRANSMISSÃO

 Utilizar o rádio não é como falar ao telefone, é um diálogo em


duas vias;

 você não pode falar e ouvir ao mesmo tempo.

 Para que a comunicação flua de forma efetiva é necessário


que o operador se atente para as seguintes observações:
27

 Toda comunicação deverá obrigatoriamente ser iniciada


com uma chamada de identificação de um interlocutor
seguida de identificação do solicitante.

 Ex.: A CECOM iniciará uma comunicação de chamada


para uma equipe de escolta da seguinte forma:

 “GETAP HMH3738 – CERESP BH, AQUI É A


CECOM”.
28

COMUNICAÇÃO AVANÇADA OU MISSÃO CRÍTICA

 A que se destina a operacionalizar uma atividade que exija


o uso de um sistema robusto, troncalizado com
características diretamente ligadas ao sigilo das
informações e garantia técnica de operação, através de
subsistema de redundância.
29

COMUNICAÇÃO TÁTICA

 É aquela adotada pelos grupos de operações especializadas


e com características diversas de um determinado grupo
para outro.

 Utiliza-se de componentes e acessórios de maior


complexidade de uso, exigindo maior destreza na utilização.
30

COMUNICAÇÃO INTERNA

 Executada através de um sistema ou componente de um


sistema de radiocomunicação, principalmente as atividades
de segurança.

 Ex: Rede Interna.


31

REDE INTERNA

 Destinada a operacionalidade de custódia no interior dos


estabelecimentos penais.
32

COMUNIÇÃO EXTERNA

 Composta de 04 torres de comunicação, alocadas em


pontos estratégicos para garantir uma maior cobertura;

 com link para configuração de uma rede única destinada


a cobertura de radiocomunicação da Região
Metropolitana de Belo Horizonte - RMBH.
33

REDE EXTERNA

 Gerenciada operacionalmente e tecnicamente pela CECOM;

 Executa a atividade de CONTROLE e APOIO;

 Confecciona Ordens de Serviço de Escolta Externa para as


equipes do GETAP, Escolta Hospitalar e despacho sistemático
dos apoios.
34

TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO

O Sistema Prisional Mineiro utiliza atualmente duas


tecnologias de comunicação:

 Analógica

 Digital.
35

MODALIDADE DE TRANSMISSÃO

 Essa Modalidade pode ser Analógica e Digital.

SINAL ANALÓGICO

 Tipo de sinal contínuo, que varia em função do tempo. O sinal


analógico é representado por uma curva, como mostra a
imagem abaixo.

Sinal Analógico
36

SINAL DIGITAL

 Sinal com valores discretos, ou seja, descontínuos no


tempo e na amplitude.

Sinal Digital
37

FAIXA DE FREQUÊNCIA E CANALIZAÇÃO

 Em razão da topografia da região do Estado de Minas


Gerais, foi estudado diferentes faixa de frequência para os
equipamentos de rádio comunicação
38

SISTEMA DE TELEFONIA FIXA

 Manuseio/ Códigos de Ramais;

 Desvio de Chamada: retire o monofone do gancho,


tecle *11+ número do ramal desejado e espere o tom de
aceite.

 Desativar Desvio: retire o monofone do gancho, tecle


#11 e espere o tom de aceite.
39

 Capturando Uma Chamada Seletiva: ao ouvir um outro


ramal tocando, retire o monofone do gancho, tecle *59 + o
número do ramal que está tocando.

 Bloquear Aparelho: retire o monofone do gancho, tecle *66


+ a senha (*);

 Desbloquear Aparelho: retire o monofone do gancho, tecle


#66 + senha (*);
40

 Atendendo Bip Na Conversação: quando estiver ouvindo


um bip na conversa, significa que há uma outra ligação
sendo encaminhada para você. Para atendê-la, basta
teclar flash *55, e efetuar a conversação.

 Para retomar a primeira conversa, tecle flash *2.


41

MÁQUINA DE FAX

 Enviar e recebimento de documentos através da rede telefónica


em tempo real;

 Pode funcionar como uma máquina de copiar, mas não para


cópias em massa;

 Rastrear a transmissão de documentos do dia anterior;

 Pode enviar para computadores;

 O material utilizado é geralmente papel térmico, mas também


existem máquinas de fax que usam tinta para impressora.
42

ENVIO DE UM DOCUMENTO ATRAVÉS DO FAX

 Preencha o formulário para transmissão de fax, que servirá


como página de rosto ao documento, e que contém o NOME da
pessoa a quem o fax se destina, o ASSUNTO do documento, o
nome do REMETENTE e o número de contato;

 Insira o formulário de transmissão na máquina de fax, disque o


número e espere pelo sinal de fax. Se alguém atender, peça
pelo sinal de fax;
43

 Aperte o botão enviar quando ouvir o sinal de fax, que é um


bip longo e alto.

 Você pode colocar o fone no gancho quando a transmissão


começar.

 Depois que o documento for enviado, o fax vai dar um sinal


sonoro.

 Você tem opção de imprimir um registro


de transmissão como prova de que você
enviou o documento com êxito.
44

RECEBER UM DOCUMENTO ATRAVÉS DO FAX

 Ao receber uma transmissão de fax, você ouvirá um sinal


específico, e então você pode apertar o botão de enviar/receber
e colocar o fone no gancho quando a transmissão começar;

 Se estiver usando um fone/fax, o operador do aparelho irá pedir


pelo sinal de fax. Para transmitir um sinal de fax, você precisará
pressionar o botão enviar/receber, e recolocar o fone no gancho
quando ouvir o sinal;
45

REALIZAR, RECEBER E TRANSFERIR CHAMADAS INTERNAS E


EXTERNAS

 Ligação interna: retire o monofone do gancho e disque o ramal


desejado.

 Atendimento de ligações: ao receber o sinal de chamada, retire o


monofone do gancho e proceda a conversa normalmente.

 Ligações externas: retire o monofone do gancho, tecle “0”, espere


o tom de linha contínuo, e disque o número telefônico desejado.
46

 Transferência De Ligações: estando em conversação, tecle


flash, espere o tom de linha da central e disque o número do
ramal desejado. Caso estiver ocupado e desejar a chamada de
volta, tecle flash * 0, e a primeira pessoa estará novamente na
linha. Caso queira efetuar a transferência, coloque o monofone
no gancho.
47

POSTURA E VERBALIZAÇÃO NO ATENDIMENTO

 No atendimento telefônico, a linguagem é o fator principal para


garantir a qualidade da comunicação.

 O uso correto da língua portuguesa e a qualidade da dicção


também são fatores importantes para assegurar uma boa
comunicação telefônica.
48

 É fundamental que o atendente transmita a seu interlocutor


segurança, compromisso e credibilidade.

 Deve-se reforçar a necessidade de se evitar ruído na


comunicação telefônica, buscando a mais correta e adequada
interação ao telefone, que é o instrumento responsável pela
maior parte da comunicação entre uma instituição pública e
seus usuários.
49

PRONTO ATENDIMENTO DA INFORMAÇÃO

 Ao receber uma ligação, o atendente assume a


responsabilidade pelas informações prestadas a quem está do
outro lado da linha.
50

AS COMUNICAÇÕES NO SISTEMA PRISIONAL

 A Subsecretaria de Administração Prisional (SUAPI) vem


intensificando seus esforços a fim de garantir melhorias nas
condições de segurança de seus servidores e em oferecer
melhor serviço à sociedade.
51

CENTRAL DE COMUNICAÇÃO – CECOM

 Responsável por toda comunicação via rádio da SUAPI,


oferecendo aos servidores um canal de comunicação direta
para integrar efetivamente no apoio operacional dos diversos
tipos de escoltas.
52

CENTRAL DE COMUNICAÇÃO – CECOM

 Através da CECOM o Agente de Segurança Penitenciário em


serviço de escolta poderá contar com a possibilidade de
consultar informações de INDIVÍDUOS, VEÍCULOS,
CONDUTORES e PRESOS, em razão de uma iminente
necessidade no deslocamento dos veículos, bem como na
segurança do sentenciado e do próprio cidadão.
53

ESCOLTA EXTERNA

 A equipe de escolta iniciará o contato com a CECOM através do


sistema de radiocomunicação para informar o inicio de uma
Ordem de Serviço, que deverá constar o seguinte:

 Tipo de escolta;

 Data, hora, quilometragem (início e fim);

 Local de destino;
54

 Identificação do veículo/unidade;

 Identificação dos integrantes (MASP), identificação do


condutor (MASP e nome);

 Identificação de preso(s) (nº INFOPEN);

 Em escoltas de dignitário, deverá ser informado o MASP deste


para a CECOM.
55

 Deverá ainda comunicar a CECOM qualquer tipo de


ocorrência ou mudança do percurso de deslocamento
durante todo o período da Ordem de Serviço.
56

 A Ordem de Serviço estará diretamente condicionada a saída


e retorno da viatura da Unidade Prisional. Porém, a equipe de
escolta deverá comunicar imediatamente a CECOM a
mudança de custódia do sentenciado para fins de registro da
“O.S.”- CECOM, e para garantir a transparência quanto a
custódia do preso e resguardar a equipe de escolta em
eventuais ocorrências.
57

- GETAP - “QAP CECOM AQUI É O GETAP NELSON HUNGRIA...”

aguardar a CECOM confirmar com o “QSL” para prosseguir com a abertura da


O.S.

- CECOM - “QSL GETAP NELSON HUNGRIA, PROSSIGA!”

- GETAP - ”AQUI É A VIATURA MHM-7900, QSL?”

- CECOM - ”QSL, PROSSIGA!”

- GETAP - “ MOTORISTA, “FULANO” MASP-000000000, QSL?”

- CECOM - ”QSL, PROSSIGA!”

- GETAP - “ KM- KILO-MAIKE 123456, QSL?

- CECOM - ” QSL, PROSSIGA!”

- GETAP - “ INTEGRANTES, MASP-123456789, QSL?

- CECOM - ”QSL, PROSSIGA!”

- GETAP - “INTEGRANTE MASP-987654321,QSL CECOM?”

- CECOM - ” QSL, PROSSIGA!”


58

ESCOLTA HOSPITALAR

 Deverá obrigatoriamente empenhar/registrar a custódia do


preso na CECOM, através do sistema de radiocomunicação;

 Ordem de Serviço de Escolta Hospitalar;

 Data início/fim, local da custódia (hospital);

 Unidade de lotação do preso (INFOPEN ou registro de


prisão).
59

 Unidade de lotação/exercício dos integrantes da guarnição


(agentes com MASP e nome)

 Deverá ainda, obrigatoriamente comunicar ao CECOM


eventuais mudanças de local de custódia (hospital),

 Bem como qualquer tipo de ocorrência ou mudança de


quaisquer informações durante todo o período da ordem de
serviço de escolta hospitalar.
60

EXEMPLO:

QUIPE DE ESCOLTA HOSPITALAR - “QAP CECOM AQUI É O HT Nº 01 – HOSPITAL


JOÃO XXIII...” - aguardar a CECOM confirmar com o “QSL” para prosseguir com a
abertura da O.S.

CECOM - “QSL HT Nº 01 – HOSPITAL JOÃO XXIII, PROSSIGA!”

EQUIPE DE ESCOLTA HOSPITALAR - “O INFOPEN DO PRESO É: PRIMEIRO


SEGUNDO, TERCEIRO E QUARTO, QSL?”

CECOM - “QSL, PROSSIGA!”

EQUIPE DE ESCOLTA HOSPITALAR - “OS INTEGRANTES DA GUARNIÇÃO É O ASP


JOSÉ DE MASP. PRIMEIRO, SEGUNDO E TERCEIRO e ASP JOÃO DE MASP
QUARTO, QUINTO E SEXTO, QSL?”

CECOM - “QSL E TKS”


61

DESTINATÁRIO: NOME LEGÍVEL E MASP DO SERVIDOR QUE ENTREGA O EQUIPAMENTO

NOME DO HOSPITAL DE INTERNAÇÃO DO PRESO:_____________________________


ENDEREÇO:______________________________________________________________
N.º OS:___________________________________________________________________

DESCRIMINAÇÃO RECIBO

Rádio HT Nº_____, PATRIMÔNIO:_________, com uma bateria, uma antena, uma


EM___/_____/___
capa de couro e um PTT externo. NOME LEGÍVEL E MASP. DO SERVIDOR QUE
RECEBER O RADIO

REMETIDO EM______ DE _____________________DE___________ ASS:__________


62

DECLARAÇÃO

Eu, __________________________________________, Agente de Segurança Penitenciário, Masp:


____________________, declaro ter recebido da CECOM um Rádio HT Nº ________, PATRIMÔNIO: ___________________,
com uma bateria, uma antena, uma capa de couro, um PTT externo e um livro de registro e declaro, ainda, ter conhecimento
de todas as instruções contidas nesta normativa. Tais como:
___________________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________________

- EMPENHAR/REGISTRAR OBRIGATORIAMENTE CUSTÓDIA DO PRESO NA CECOM, PARA OS CASOS DE INTERNAÇÃO;

- COMUNICAR OBRIGATORIAMENTE A CECOM A MUDANÇA DE CUSTÓDIA DO PRESO NAS TROCAS DE PLANTÕES;

- INFORMADA OBRIGATORIAMENTE AO CECOM EVENTUAIS MUDANÇAS DE LOCAL DE CUSTÓDIA (HOSPITAL);

- ADOTAREM OBRIGATORIAMENTE CODIFICAÇÃO FONÉTICA INTERNACIONAL, CÓDIGO “Q” e o CÓDIGO NUMERADO NAS
COMUNICAÇÕES VIA RÁDIO;

- INFORMAR OBRIGATORIAMENTE QUALQUER TIPO DE OCORRÊNCIA OU MUDANÇA DE QUAISQUER INFORMAÇÕES DURANTE TODO
O PERÍODO DA ORDEM DE SERVIÇO DE ESCOLTA HOSPITALAR;

- DESPACHAR OBRIGATORIAMENTE JUNTO A CECOM A ENTREGA E RECOLIMENTO DO APARELHO DE RADIOCOMUNICAÇÃO, SOB


PENA DE ESTRAVIO DE PATRIMÔNIO PÚBLICO.

_________________________ , _________/________________________________/_________

LOCAL DATA

Ass.:__________________________________________________
63

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ACETATOS DA CADEIRA DE COMUNICAÇÃO TÉCNICA E PROFISSIONAL, 2002/2003.

Coletânea de Manuais Técnicos de Bombeiros 13. Manual de Comunicações Operacionais. PMESP – CCB. 1ª
Ed., Volume 13. São Paulo, 2006.

COMUNICAÇÃO. In: Enciclopédia Abril. São Paulo: Editora Abril, [19--].

Disponível em: <http://www.agu.gov.br/page/download/index/id/9317064>.

Disponível em: <http://www.aerbras.com.br/historia-da-radiocomunicacao/>.

Disponível em: <http://www.mtiservice.com.br/site/noticias/motorola-solutions/73-historia-da-radiocomunicacao-


.html>.

Disponível em: <http://brasilescola.uol.com.br/geografia/codigo-morse.htm>.

Disponível em: < http://www.anatel.gov.br/Portal/verificaDocumentos/documento.asp?numeroPublicacao=46927&

assuntoPublicacao=null&caminhoRel=null&filtro=1&documentoPath=biblioteca/releases/2002/release_04_11_200
2(6).pdf>.

ELETRÔNICA TELECOMUNICAÇÕES de Álvaro Gomes de Carvalho Luiz Fernando da Costa Badinhan.


64

HELLER, Robert. Como Comunicar com Clareza. Porto: Livraria Civilização Editora, 1999.

História das comunicações e das telecomunicações, Prof. Pedro de Alcântara Neto Universidade de
Pernambuco – UPE

MAESTRO, G. G. Como Falar em Público. Lisboa: Editorial Estampa, 2000.

NORMATIVA ESCOLTA EXTERNA 01/2014 – GETAP CECOM/DSE/SSPI/SUAPI/SEDS;

NORMATIVA ESCOLTA EXTERNA 02/2015 – HOSPITALAR CECOM/DSE/SSPI/SUAPI/SEDS;

Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita. Resolução nº 506 de


01/07/2008 / ANATEL - Agência Nacional de Telecomunicações (D.O.U. 07/07/2008)

REVISTA FENAPEF. Distrito Federal, ano 1, n, 1, nov. 2005.

Você também pode gostar