Fiscalidade
CIVA
PROGRAMA
• Introdução
• Caracterização do Imposto
• Incidência
• Localização das Operações
• Regimes Especiais
• Tributação em sede de IVA
• Obrigações
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 2
•Introdução
1
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 3
LEGISLAÇÃO APLICÁVEL
• Lei nº 15/2002 de 26 de Junho - Lei de Bases do Sistema Tributário Moçambicano
• Lei nº 2/2006, de 22 de Março - Lei do Ordenamento Jurídico Tributário Tributária
• Lei n.º 32/2007, de 31 de Dezembro - Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado
• Decreto n.º 7/2008 de 16 de Abril - Regulamento do Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado
• Lei n.º 3/2012, de 23 de Janeiro – aprova alterações ao Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado
• Decreto n.º 4/2012, de 24 de Fevereiro – aprova alterações ao Regulamento do Código do IVA – Decreto
n.º 7/2008, de 16 de Janeiro
• Lei 13/2016, de 31 de Dezembro – altera o Código do IVA e republica o respectivo Código de IVA;
• Decreto 8/2017, de 30 de Março - aprova alterações ao Regulamento do Código do Imposto sobre o Valor
Acrescentado
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 4
ESTRUTURA DO CÓDIGO IVA (CIVA)
• Incidência (Artigos 1 a 8 do CIVA) – conjugado com artigo 1 a 2 do RCIVA
• Isenções (Artigos 9 a 14 do CIVA) – conjugado com artigo 1 a 2 do RCIVA
• Valor Tributável (Artigos 15 a 16 do CIVA) – conjugado com artigo 4 do RCIVA
• Taxa (Artigos 17 do CIVA) – conjugado com artigo 3 do RCIVA
• Liquidação e Pagamento do Imposto (Artigos 18 a 24 do CIVA) – conjugado com artigo 5 a 18 e 31
a 35 do RCIVA
• Outras Obrigações dos Contribuintes (Artigos 25 a 34 do CIVA) – conjugado com artigo 19 a 30 do
RCIVA
• Regimes Especiais (Artigos 35 a 50 do CIVA) – conjugado com artigo 36 a 49 do RCIVA
• Disposições Comuns (Artigos 51 a 52 do CIVA) – conjugado com artigo 50 a 57 do RCIVA
• Anexo I (Lista de Bens Isentos)
• Anexo II (Lista de Bens Isentos)
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 5
Características do IVA
• Um imposto Plurifásico, que opera
através do método subtractivo
indirecto;
• Um imposto geral sobre o
consumo;
• Um imposto que pretende ser
neutro;
• Um imposto reditício;
• Um imposto de matriz comunitária
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 6
Um Imposto Plurifásico, Que Opera Através Do Método
Subtractivo Indirecto
• O IVA é um imposto que incide sobre todas as fases do processo
produtivo, do produtor ao retalhista, através do chamado método
subtractivo indirecto.
• O Método Subtractivo Indirecto consiste na técnica de liquidação
e dedução do imposto em cada uma das fases do circuito
económico e assim sendo este vai apenas incidir sobre o valor
acrescentado
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 7
Método Subtractivo Indirecto
Circuito Compras Vendas Taxas IVA Liquidado IVA IVA a entregar
económico (1) (2) (3) (4)=(3)x(2) Suportado Ao Estado
(5)=(3)x(1) (6)=(4)-(5)
Fornecedor ------- 100 17% 17 ------- 17
de matérias
primas
Produtor 100 200 17% 34 17 17
Grossista 200 400 17% 64 34 30
Retalhista 400 500 17% 85 64 21
Consumidor Final 500 ---- 17% ------ 85 85
IVA suportado Total do imposto a
Pelo Consumidor F pagar ao Estado
11/23/2017 Conceido pelo OCAM 8
Um Imposto Geral Sobre o Consumo
• O IVA, como atrás foi demonstrado, incide em todas as fases do
circuito económico e tributa, tendencialmente todo o acto do
consumo.
• O IVA incide, em regra, sobre todas as transacções económicas
efectuadas a título oneroso.
• Como operações tributáveis em sede de IVA temos: Transmissões
de bens, prestações de serviço, importações e aquisições
intracomunitárias de bens
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 9
Um Imposto Que Pretende ser Neutro
• O IVA ao operar com base no método subtractivo indirecto nas
diversas fases do processo produtivo, é um modelo de imposto sobre
as transacções que pretende garantir de forma razoável, o requisito da
neutralidade.
• Diz-se que existir neutralidade relativamente ao consumo, quando o
imposto não influi nas escolhas dos diversos bens ou serviços por
parte dos consumidores.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 10
Um Imposto Reditício
• Diz-se que o IVA é um imposto
reditício em virtude de ser de entre
os impostos indirectos o que mais
contribui para o financiamento do
Orçamento Geral do Estado.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 11
Caracterização do IVA
Princípio de tributação no país de destino
• Importações Tributam-se
• Exportações Isenção completa
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 12
Incidência Pessoal ou Subjectiva
Pessoas singulares ou colectivas que exercem uma actividade económica de forma
independente c/carácter de habitualidade
Pessoas que do mesmo modo independente realizem uma só operação tributável - acto isolado
SUJEITOS
PASSIVOS
art. 2º
Importadores
Sujeitos que liquidem indevidamente imposto
Adquirentes de certos serviços prestados por não residentes (nºs 6, alínea a) - art. 6º
Estado e outras pessoas colectivas de direito público quando realizam de forma significativa
operações não integradas nos poderes de autoridade
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 13
Incidência Real
Transmissões de bens
Operações Operações assimiladas
sujeitas a
imposto Prestações de serviços
Art. 1º Operações assimiladas
Importações de bens
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 14
Operações que não representam reais transmissões de bens, de acordo com o art
3 n.º 3 do CIVA – operações assimiladas
–. Transmissões de bens gratuitas;
– Autoconsumos internos e externos;
- Bens à consignação , não devolvidos(180 dias );
- Contratos de Locação ;
- Contrato de Comissão;
– Afectação de bens a um sector isento.
• Consideram-se transmissões de bens, quando relativamente a esses bens ou
aos elementos que os constituem, tenham havido dedução total ou parcial do
imposto.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 15
Transmissão de Bens – Art 3 CIVA
Considera-se transmissão de bens: (n.4 do artigo 3 do CIVA)
Os bens adquiridos, importados ou produzidos que não se encontrarem nos
estabelecimentos do sujeito passivo; AINDA QUE NÃO TENHAM SIDO VENDIDOS;
Os bens consumidos em quantidades consideradas excessivas, tendo em conta o
volume de produção;
Os bens que se encontrarem em qualquer dos referidos locais (armazens), são
também considerados como tendo sido adquiridos pelo sujeito passivo, AINDA
QUE NÃO O SEJAM DE FACTO;
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 16
.
.
• Há determinados bens (energia
eléctrica, gás, calor, frio e similares)
que, nos termos da Lei Civil, são
incorpóreos, mas que para efeitos do IVA
são considerados corpóreos - art 3 n.º 2
CIVA. A transmissão destes é
considerada transmissão de bens;
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 17
Transmissão de Bens – n.º5 Art 3 CIVA
Embora sejam consideradas transmissões de bens, o imposto não é
devido nem exigível nas cessões a título oneroso ou gratuito de um
estabelecimento comercial, da totalidade de um património ou de uma
parte dele, que seja susceptível de constituir um ramo de actividade
independente, quando, em qualquer dos casos, o adquirente seja, ou
venha a ser, pelo facto de aquisição, um sujeito passivo de entre os
referidos na alínea a), do n.º 1, do artigo 2 que pratique apenas
operações que concedam direito a dedução.
Como exemplo desta situação, temos o Trespasse
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 18
Operações que não representam reais prestações de serviços, de acordo com o
art 4 n.º 1 do CIVA – operações assimiladas – art 4 n.º 2 CIVA
.
– Prestações de serviços gratuitas;
– autoconsumos internos e externos;
– afectação de bens a um sector isento.
• Consideram-se prestações de serviço, quando relativamente a esses bens
ou aos elementos que os constituem, tenham havido dedução total ou
parcial do imposto.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 19
IMPORTAÇÃO DE BENS – Art 5 CIVA
Considera-se importação de bens a entrada destes no território nacional.
O IVA acompanha os regimes de suspensão de direitos aduaneiros na importação
(vide nº 2 do art.15 conjugado com o art 14 do CIVA);
Condição: Há isenção, desde que os bens a que se referem não tenham
utilização nem consumo finais nas áreas mencionadas:
Exemplo: As importações de bens que, sob controlo alfandegário e com
sujeição às disposições especificamente aplicáveis, sejam postos nos regimes
de zona económica especial, zona franca, depósito franco e depósitos gerais
francos ou que sejam introduzidos em depósitos de regime aduaneiro ou lojas
francas, enquanto permanecerem sob tais regimes;
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 20
São ainda tributáveis as prestações de serviços a seguir
enumeradas, cujo prestador não tenha no território nacional
sede, estabelecimento estável ou domicílio a partir do qual o
serviço seja prestado, sempre que o adquirente seja um sujeito
passivo do imposto de referidos nas alíneas a) e b) do nº 1 do artigo 2,
ainda que pratiquem exclusivamente operações isentas sem direito a
dedução, cuja sede, estabelecimento estável ou domicílio se situe no
território nacional;
Cessão ou autorização para utilização de direitos de autor, licenças, marcas de fabrico
e de comércio e outros direitos análogos;
Serviços de publicidade;
Serviços de telecomunicações;
Serviços de consultores, engenheiros, advogados, economistas e contabilistas,
gabinetes de estudo em todos os domínios, compreendo os de organização
investigação e desenvolvimento;
Tratamento de dados e fornecimento de informações;
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 21
Operações bancárias, financeiras e de seguro e resseguro
Colocação de pessoal à disposição;
Serviços de intermédios que intervenham em nome e por
conta de outrem no fornecimento das prestações de
serviços enumeradas nas alíneas deste número;
Obrigação de não exceder, mesmo a título parcial, uma
actividade profissional ou um direito mencionado nas
alíneas deste número;
Locação de bens móveis corpóreos, bem como a locação
financeira dos mesmos bens.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 22
São ainda tributáveis as prestações de serviços a seguir
Serviços efectuados por via electrónica:
i. Fornecimento de sítios informáticos, domiciliação de página Web, manutenção à
distância de programas e equipamentos;
ii. Fornecimento de programas e respectiva actualização;
iii. Fornecimento de imagens, textos e informações e disponibilização de bases de
dados;
iv. Fornecimento de música, filmes e jogos, incluindo jogos de azar e a dinheiro, e de
emissões ou manifestações políticas, culturais, artísticas, desportivas, científicas
ou de lazer.
v. Prestação de serviços de ensino à distância.
vi. Outros serviços análogos.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 23
O reverse charge consiste na reversão da dívida tributária ou seja
passando o adquirente dos serviços a qualificar-se como sujeito
passivo do imposto (Liquida e Deduz)
Em termos de obrigações acessórias, o sujeito passivo adquirente deve:
Autoliquidação ( art.º 80.º da LOJT) a operação (através da emissão de uma Nota
de Débito ou Nota de Lançamento que deve conter os elementos exigidos pelo
artigo 27 do CIVA, indicando que se trata de serviços adquiridos ao abrigo do n.º
7 do artigo 6 do CIVA, devendo anexar a este documento a factura proveniente do
estrangeiro);
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 24
Em termos de obrigações acessórias, o sujeito passivo adquirente deve
(cont.):
Se for sujeito passivo que pratique operações isentas sem direito a dedução,
tem a responsabilidade de entregar o IVA liquidado por conta do prestador do
serviço – artigo 25 n.º 4 do CIVA;
Declarar o IVA ao Estado, ainda que pratique operações isentas sem direito a
dedução - artigo 25 n.º 4 do CIVA;
Registar a operação efectuada - artigo 25 n.º 4 do CIVA. Caso esteja
dispensado da obrigação de organizar a contabilidade, ainda assim está
obrigado a efectuar o registo.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 25
As prestações de serviços referidas
anteriormente ( N.º7 do artigo 6 do CIVA) não
são tributáveis ainda que o prestador tenha
no território nacional sede, estabelecimento
estável ou domicílio, sempre que o
adquirente seja pessoa estabelecida ou
domiciliada no estrangeiro.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 26
Caso notável de serviços de transporte transfronteiriço:
Pelas complexidades administrativas relativas à determinação do valor do IVA
correspondente à parte percorrida no território nacional, o transporte internacional
está isento do IVA, nos seguintes termos:
a) Importação de mercadorias – artigo 12 n.º 1 al. e) do CIVA – prestações de
serviços cujo valor esteja incluído na base tributável da importação, nos termos
do artigo 16 do CIVA;
b) Exportação de mercadorias – artigo 13 n.º 1 al. m) do CIVA – transporte de
mercadorias expedidas para o estrangeiro;
c) Transporte internacional de passageiros – artigo 13 n.º 1 al. p) do CIVA –
transporte de pessoas provenientes e com destino ao estrangeiro.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 27
1. Um advogado Moçambicano SP de imposto,
presta um serviço de advocacia a uma SP
Italiano
Operação localizada em Itália, por força do art.º 6.º
n.º 8
2. Um economista Francês, presta um serviço
de consultadoria a uma empresa
moçambicana
Operação localizada em Moçambique, por força do
art.º 6.º n.º 7
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 28
• Uma companhia de dança Alemã faz uma actuação
em Moçambique o promotor do espectáculo é uma
empresa Sul Africana que está registada em IVA em
Moçambique
Pode-se considerar esta operação localizada em
Moçambique pois as prestações de serviço de
carácter artístico que tenham lugar em território
nacional são aqui localizadas para efeitos de IVA,
independentemente do lugar da sede do prestador
ou da qualidade do adquirente do serviço. A regra é,
assim, para este serviço, o local da execução (n.º4.º
alínea c) do art., 6.º do CIVA).
Para os espectadores é tributada nos termos gerais
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 29
• Uma empresa de Reparação de imóveis sedeada
em Maputo efectuou trabalhos de recuperação
de um imóvel situado em Joanesburgo, por
conta de uma empresa Portuguesa, sua
proprietária.
Esta prestação de serviços não é localizada em
Moçambique porque os serviços relacionados
com imóveis situados fora do território nacional
não são localizados em território nacional. Neste
caso a regra é a da localização do imóvel (alínea
a) do n.º 4 e 5 do art. 6.º do CIVA)
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 30
Exemplo
• Uma empresa Portuguesa vem a Moçambique dar formação profissional ao
pessoal técnico de uma empresa moçambicana sedeada em Tete, a empresa
Portuguesa não se encontra estabelecida em Moçambique e nem é
reconhecida pelo Estado moçambicano com tendo competências na área de
formação profissional.
O serviço é localizado em Moçambique (línea c) n.º4 e 5 do art. 6.º do CIVA)
Não é isento ao abrigo do n.º 3 do art. 9.º do CIVA
Como a empresa portuguesa não tem representação em Moçambique, a
empresa nacional adquirente passa a ser o sujeito passivo do serviço
através de reverse charge (autoliquidação, liquida e deduz).
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 31
Facto Gerador e Exigibilidade
O IVA é devido e exigível
art. 7º nº 1
Transmissões de bens Bens postos à disposição do
adquirente
Prestações de serviços Momento da realização
Momento definido nas
Importações disposições aduaneiras
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 32
Facto Gerador e Exigibilidade
Casos especiais
art. 7º e 8º
Bens c/ instalação ou montagem Conclusão dos trabalhos
Transmissões / Serviços Termo do prazo para
continuados c/pagamento
Autoconsumos Momento da afectação
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 33
Facto Gerador e Exigibilidade
Casos especiais
art. 7º e 8º
Diferimento
Data da emissão da factura
Emissão de factura art. 25
ou documento
equivalente Pagamentos antecipados
Data do recebimento
Facto gerador = Exigibilidade
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 34
1. Venda de bens – 25 de Julho (sem emissão de factura)
Facto gerador e Exigibilidade – 01 de Agosto
presa remete
S bens
T a cliente
Q Q em 25/07/2016
S S De processa
S a
fatura a2501/8/16
26 27 28 29 30 1 2
Factor Gerador Exigibilidade
2. Venda de bens – 25 de Julho (no dia de envio dos bens emite a factura)
S T Q Q S S D S
25 26 27 28 29 30 1 2
Conceido pelo OCAM
Factor Gerador e 11/23/2017 35
exigibilidade
.REGIMES REQUISITOS DE ENQUADRAMENTO
(Aplicação alternativa)
.
Volume de Negócios igual ou superior a 2.500.000 MT;
NORMAL Com contabilidade organizada ou obrigados a possuí-la,
(por exclusão para efeitos dos Impostos sobre o Rendimento (IRPS ou
dos artigos 35 IRPC);
a 50 do CIVA)
Realizem Importação/Exportação ou Actividades Conexas.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 36
Regimes Requisitos Cumulativos
. Volume de Negócios anual superior a 750.000 e inferior a
Tributação 2.500.000 MT;
. Simplificada Não possuir nem ser obrigado a possuir contabilidade
(Artigos 42 a 50 CIVA) organizada para efeitos dos Impostos sobre o Rendimento;
(requisitos cumulativos) Não realizar importação ou exportação nem actividade
conexas.
Volume de Negócios igual ou inferior a 750.000 MT;
Isenção
REGIMES Não possuir nem ser obrigado a possuir contabilidade
(Artigos 35 a 41 CIVA) organizada para efeitos dos Impostos sobre o Rendimento;
ESPECIAIS (requisitos cumulativos)
Não realiza importação ou exportação nem actividade
conexas.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 37
(1) ISENÇÕES QUE NÃO CONFEREM DIREITO A DEDUÇÃO (incompletas, limitadas,
parciais ou simples):
• Não há Liquidação do IVA (nas operações activas);
• Vedado o exercício do direito à dedução (nas aquisições)
(2) ISENÇÕES QUE CONFEREM DIREITO A DEDUÇÃO (Completas, Totais, Plenas
ou “à Taxa Zero”):
Não há liquidação do IVA (nas operações activas);
Conferem direito à dedução(do IVA suportado nas aquisições).
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 38
• É a partir da norma do artigo 19 n.º 1 do CIVA que se distinguem as
operações isentas com direito a dedução das que não conferem esse direito:
. a) Operações isentas com direito a dedução – Artigo 19 n.º 1 al. b) – (i)
Exportações e outras operações isentas pelo artigo 13; (ii) operações
abrangidas pelo artigo 9 (n.º 10, al. f) do n.º 12 e als d) e f) do n.º 13) e
artigo 14 (als b), c) e d) do n.º 1 e n.º 2); Nos termos da al. a) do n.º7, da
Lei n.º13/2016
b) As restantes operações isentas do artigo 9 não conferem direito a
dedução;
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 39
Valor da contraprestação obtida ou a obter do adquirente, destinatário ou terceiro (preço
Base pago ou a pagar pelo bem vendido ou serviço prestado)
+ Impostos, direitos, taxas e outras imposições, com excepção do IVA (liquidado na
(n.º 5) correspondente transacção);
Despesas acessórias debitadas (comissões, embalagens, transporte e seguros), por conta
do cliente.
Indemnização declarada judicialmente por incumprimento de contratos.
_ Descontos, abatimentos ou bónus concedidos.
(n.º 6) Quantias pagas em nome e por conta do adquirente (registada em adequadas contas de
terceiros).
Embalagens a devolver (desde que não tenham sido efectivamente transaccionadas).
= Valor tributável nas operações internas – artigo 15 CIVA
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 40
Artigo 15 Operação Valor tributável
n.º 2 al. a) Consignação Valor constante da factura emitida aquando da
remessa das mercadorias à consignação (não tem
relevância o valor de venda pelo consignatário)
n.º 2 al. b) Autoconsumos (al. e) e f) Preço de aquisição ou, na sua falta, o preço de
do n.º 3 do art 3) custo, reportados ao momento de realização das
operações.
n.º 2 al. c) Prestações de serviços O valor normal do serviço (definido nos termos do
gratuitas n.º 2 do art 4 n.º 4 do art 15)
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 41
Art 15 Operação Valor tributável
n.º 2 al. d) Operações resultantes de Indemnização ou outra forma de
actos de autoridade pública compensação
n.º 2 al. e) Transmissões entre O preço de venda acordado pelo comissário
comitente e comissário ou diminuído da comissão e o preço de compra
entre comissário e acordado pelo comissário diminuído da
comitente comissão
n.º 2 al. f) Transmissões de bens em A diferença devidamente justificada entre o
segunda mão, efectuadas preço de venda e o preço de compra.
por sujeitos passivos que Pode-se optar pela aplicação do n.º 1 do
hajam adquirido para artigo 15.
revenda
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 42
Art 15 Operação Valor tributável
n.º 2 al. g) Transmissões de bens em Montante facturado ao comprador, deduzido de:
segunda mão, efectuadas por (i) montante ilíquido pago ou a pagar pelo
organizadores de vendas em organizador ao seu comitente (diferença entre
leilão em nome próprio ao preço de adjudicação do bem em leilão e o
abrigo de contrato de comissão montante da comissão obtida ou a obter pelo
organizador do respectivo comitente, de acordo
com o estabelecido no contrato de comissão); (ii)
montante do imposto devido pelo organizador
relativo à transmissão de bens.
n.º 2 al. h) Transmissões resultantes de Preço de arrematação, venda judicial ou
actos de arrematação, venda administrativa.
judicial ou administrativa Se não houver, o valor normal de venda.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 43
Art 15 Operação Valor tributável
n.º 2 als i), j) Transmissões cujo preço é 1. Combustíveis – não inclui no valor tributável a
e k) fixado por autoridade Taxa de Combustível;
pública 2. Energia Eléctrica – 62% do total da factura;
3. Serviços cujo preço é fixado através de taxas
aeronáuticas – 85% do total da factura.
4. Transporte rodoviário de passageiros – 62% do
total da factura;
5. Água - 75% do total da factura.
n.º 2 al l) (construção e reabilitação de Ao valor tributável, deduz-se 60% do mesmo.
estradas, pontes,
abastecimento de água e Serviços de obras públicas, cujo destinatário é o
saneamento, electrificação rural
Estado
e de hidráulica agrícola,
dragagem, bem como estudos e
fiscalização dos mesmos)
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 44
Base Valor aduaneiro
Impostos, direitos, taxas e demais encargos devidos na importação, com
excepção do IVA.
+ Despesas acessórias (embalagens, transporte e seguros, e outros encargos) que
se verifiquem até ao primeiro lugar do destino dos bens no interior do País (n.º 2 –
o que figura no documento de transporte ou, na sua falta, o lugar em que efectua
a primeira ruptura de carga no País).
_ Descontos por pronto pagamento e os que figurem separadamente na factura.
= Valor Tributável na Importação – Artigo 16
n.º 4 Na reimportação de bens exportados temporariamente e que fora do País tenham
sido reparados ou transformados – o valor correspondente à operação efectuada
no estrangeiro
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 45
• Taxa IVA = 17%;
• Taxa aplicável é a que se encontra
em vigor no momento da
exigibilidade.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 46
Apuramento do imposto
Imposto liquidado pelo s. passivo
-
Imposto suportado pelo s. passivo e dedutível
+ ou -
Regularizações de imposto
=
Imposto apurado
>0
<0
Imposto a pagar
Crédito a reportar
(Período seguinte) 11/23/2017
Reembolso
Conceido pelo OCAM 47
Apuramento do imposto
Regularizações de imposto
• De imposto liquidado
Erros e omissões
Devoluções e descontos
Anulações de recebimentos antecipados
art. 51º Créditos incobráveis
• De imposto deduzido
Devoluções, descontos, etc.
Pagamentos antecipados
Conceido pelo OCAM
art. 22 nº 6 • Correcções do pro-rata ou percentagem
11/23/2017 48
Direito à dedução
art. 18º a 22º
• Condições formais - art. 18º nº 2 e
• art. 25.º do CIVA
• Natureza das operações - art. 19º
• Exclusões (certas despesas) - art.20º
Total
• Condições temporais - art. 21º:
– Imputação - nº 1
– Reporte - nº 5
– Reembolso - nºs 6 a 14
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 49
Direito à dedução
art. 18º a 22º
• Princípio base - art. 22º nº 1:
•bens afectos à actividade económica - método de
afectação real.
•bens parcialmente afectos – método da
percentagem de dedução
• Determinação da % - art. 22º nºs 4 e 5
Parcial • Alternativa – Utilização de critérios objectivos /
Grau de utilização de bens e serviços - art.22º
nºs 2 e 3 Afetação Real
• Regularização das deduções:
– Geral - art.22º nº 6
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 50
Direito à dedução
art. 18º a 22º
• Sujeitos Passivos Isentos -
art.9º
Excluído • Não sujeitos passivos - entidades que
realizem operações fora do campo da
incidência do IVA
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 51
Apuramento do IVA
Sujeitos passivos do regime normal
. MÉTODO PRO-RATA – Esquematicamente temos – Art.22 n.º 4:
Percentagem de Dedução
. =
Montante anual das operações que dão direito a dedução
_____________________________________________________________________
Montante anual de todas as operações incluindo as que não dão direito a dedução e
as que estão fora do âmbito de aplicação do IVA
• O valor do IVA que incidiu sobre as operações é excluído;
• Também são excluídas as transmissões de bens do activo imobilizado utilizados na
actividade da empresa e as operações imobiliárias e financeiras que tenham carácter
acessório à actividade exercida pelo sujeito passivo – art 18 n.º 5;
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 52
Exemplo:
Supondo que a empresa Farmalegre, Lda que se dedica à industria farmacêutica, No mês de
Janeiro de 2017, efectuou compras, tendo suportado IVA nos montantes da coluna (1).
.
Considerando que:
1. Vendeu 15.000.000Mt de medicamentos e 35.000.000Mt de produtos cosméticos;
2. Comprou mercadorias com IVA suportado de 1.200.000Mt;
3. Comprou serviços localmente com IVA suportado de 900.000Mt;
4. Comprou imobilizado com IVA suportado de 600.000Mt;
5. Importou mercadorias com IVA suportado de 1.400.000Mt;
NOTA: Em 2016, o total de rendimentos de 45.000.000Mt, dos quais 3.000.000Mt de venda
de imobilizado, 1.500.000Mt de juros de depósito, 500.000Mt de ganhos cambiais e
10.000.000Mt de cosméticos.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 53
Exemplo:
Calculo da % definitiva de 2016 e provisória de 2017
% de dedução = 10.000/(45.000-3.000-1.500-500)
.
= 10.000/40.000
=25%
Descricao IVA suportado (1) IVA a deduzir (2) IVA como custo (3) Campo
25%
Imobilizado 600,000.00 150,000.00 450,000.00 5
Existencias 1,200,000.00 300,000.00 900,000.00 6
[Link] 900,000.00 225,000.00 675,000.00 7
Importacoes 1,400,000.00 350,000.00 1,050,000.00 8
4,100,000.00 1,025,000.00 3,075,000.00
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 54
Procedimento contabilístico
.
1. Registam-se normalmente nas contas do IVA suportado, os valores
efectivamente suportados nas compras e despesas;
2. Transfere-se o valor das contas do IVA suportado para as contas de IVA
dedutível relativamente à % de dedução;
3. No final do ano o saldo do IVA suportado é transferido para gastos.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 55
Obrigações do S. Passivo
Regime normal
De
Pagameno
De
Declarativas Obrigações facturação
De
Escrituração
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 56
Obrigações do s. passivo
Declarativa e pagamento
Regra Geral
Em simultâneo com a declaração periódica - art. 23 nº 1
Sujeitos passivos não obrigados a entrega de declaração periódica do art. 32º: até ao décimo
quinto dia do mês seguinte se se reate de declaração com crédito ou até ao final do mês seguinte
nos restantes casos.
Actos isolados
até ao fim do mês seguinte ao da conclusão da operação junto à entidade competente- art. 33.º
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 57
Não há lugar à liquidação do IVA sobre os bens ou serviços prestados
(retira-se do artigo 45 que estabelece que as suas facturas devem fazer
constar “IVA-não confere direito a dedução’’);
Não têm direito a dedução do IVA suportado na aquisição de bens e
serviços para o exercício da sua actividade – artigo 42 n.º 3 CIVA.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 58
Não há lugar à liquidação do IVA sobre os bens ou serviços
prestados (retira-se do artigo 39 que estabelece que as suas
facturas devem fazer constar “IVA- Regime de Isenção’’;
Não beneficiam do exercício do direito a dedução do IVA
suportado nas aquisições de bens e serviços – artigo 36 do
CIVA.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 59
Acessórias – Declarativas, Facturação, Contabilísticas e de Arquivo.
Declarativas:
• Entrega de declaração de início, de alteração ou de cessação da sua
actividade. As declarações podem ser verbais, desde que que a DAF disponha
de meios informáticos adequados para registar os elementos declarados (art
38 do CIRPC);
Facturação:
• Emissão de factura ou documento equivalente por cada transmissão de bens e
prestações de serviços;
Contabilísticas:
• Dispôr de contabilidade organizada adequada ao apuramento e fiscalização do
IVA.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 60
Obrigações de Facturação
• Obrigatória a emissão de factura ou documento equivalente por cada
transmissão de bens e prestações de serviços efectuada – artigo 25
n.º 1 al. b) CIVA;
• Para efeitos do IVA, a factura será o documento que contenha todos
os elementos referidos no número 5 do artigo 27 do CIVA;
• Os documentos equivalentes serão todos os que forem emitidos, em
substituição das facturas e que devem conter todos os elementos
inerentes às mesmas, como sejam os recibos, facturas-recibos, notas
de crédito e de débito.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 61
• Dispensa de emissão de factura:
Sujeitos passivos que pratiquem exclusivamente operações isentas que não
conferem direito a dedução – artigo 25 n.º 3 CIVA;
– Mas se num período determinado tenha que liquidar IVA por aquisição a entidades
não residentes não residentes, é obrigatória a emissão de factura ou documento
equivalente relativa àquela operação – artigo 25 n.º 4 do CIVA.
• A factura ou documento deve ser emitida até ao quinto dia útil seguinte ao da
verificação do facto gerador do imposto;
• Possibilidade emissão de facturas globais. O prazo de emissão é até ao quinto dia útil
posterior ao termo do período;
• No caso de consignação, o prazo conta-se (i) do envio das mercadorias à consignação e
(ii) do momento em relativamente às mesmas o IVA é devido e exigível (cfr art 7 n.ºs 5
e 6);
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 62
Obrigações de Conservação e
Arquivo
Obrigação de manter em boa
ordem, durante o prazo de 10 anos
o processo de documentação fiscal
relativo a cada exercício e de exibir
sempre que lhes seja exigido (com
excepção dos que estão isentos em
sede do IRPC e IRPS)
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 63
Há possibilidade de entrega da declaração sem o meio de pagamento – artigo 10
RCIVA. Se a declaração tiver sido entregue dentro do prazo, o pagamento pode
ainda ser efectuado durante os 15 dias seguintes ao da apresentação da
declaração, acrescendo à quantia a pagar os correspondentes juros (calculados de
acordo com o artigo 25 n.º 1 do RCIRPC), mas com redução da multa à metade);
Para o Regime de Tributação Simplificada, o pagamento é trimestral, por meio de
declaração específica, nos meses de Abril, Julho, Outubro e Janeiro do ano
seguinte (valor correspondente a 5% sobre o valor das vendas ou serviços
transmitidos, com excepção dos bens de investimento utilizados na actividade –
artigos 49 n.º 1 al. b) CIVA.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 64
Regime Especial de Exigibilidade
Nas Empreitadas e Subempreitadas de Obras Públicas
• Aplica-se às empreitadas e subempreitadas de obras públicas em que o dono
da obra é o Estado (administração central e seus serviços locais) – artigo 2;
• Principal alteração em relação ao regime geral do IVA é referente ao momento
em que ocorre a exigibilidade do IVA;
• Regime aprovado pelo Decreto n.º 27/2000, de 10 de Outubro.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 66
• O IVA torna-se exigível no momento do recebimento total ou parcial do preço,
pelo montante recebido, com IVA incluído na factura ou documento equivalente
emitida pelo transmitente do bem ou dos serviços – artigo 3 n.º 1;
• Nas subempreitadas, presume-se que o momento do recebimento do preço
ocorre no último dia do mês seguinte àquele em que for efectuado o pagamento
total da empreitada, o que se tem por verificado ainda que existam montantes
retidos a título de garantia. Para o efeito, o empreiteiro deve comunicar ao
subempreiteiro a data do recebimento total do preço da empreitada, não ficando
contudo a exigibilidade dependente daquela comunicação - artigo 3 n.º 2;
• O IVA é ainda exigível quando o recebimento total ou parcial preceda o momento
da realização das operações (adiantamentos) – artigo 3 n.º 4.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 67
Quem aplica este regime? – artigos 1 e 4:
• Os empreiteiros e subempreiteiros de obras públicas cujo dono é o Estado –
artigo 1;
• Mas estes podem optar pela aplicação do regime geral do CIVA, desde que o
requeiram ao Director de Área Fiscal competente, produzindo efeitos a partir do
mês seguinte ao do deferimento do pedido – artigo 4 n.ºs 1 e 2;
• Deferimento tácito para os casos em que o sujeito passivo não é notificado da
resposta nos 30 dias seguintes ao do pedido – artigo 4 n.º 3;
• O sujeito passivo pode retornar ás regras deste regime, mediante novo
requerimento – artigo 4 n.º 4.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 68
Dedução do IVA pelos sujeitos abrangidos – artigos 5 e 6:
• Considerando a regra de exigibilidade especial, o IVA suportado
pelos sujeitos passivos abrangidos por este regime só pode ser
deduzido quando o sujeito passivo tiver na sua posse os recibos
dos pagamentos (das empreitadas e subempreitadas) e na
declaração do período em que se tiver verificado a recepção
desses recibos;
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 69
Facturação – artigo 7 (cont.):
• O recibo deve ser emitido em duplicado, destinando-se o original ao
cliente e a cópia ao arquivo do prestador do serviço;
• Nas subempreitadas, é também obrigatória a emissão de recibo
relativamente às importâncias recebidas em data posterior à verificação
da exigibilidade do IVA, devendo nestes casos, ser mencionada no
recibo a data em que ocorreu a exigibilidade (último do mês seguinte
àquele em for efectuado o pagamento total da empreitada);
• No pagamento a prestações, e na situação acima, o IVA considera-se
incluído no recibo, para efeitos de sua exigência ao adquirente – artigo
8.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 70
Escrituração – artigo 9
• As operações abrangidas por este regime devem ser registadas
de modo a evidenciar:
– O valor das empreitadas e subempreitadas líquidas de IVA;
– O valor do IVA com relevação distinta do montante ainda
não exigível.
• O registo deve ser efectuado de modo a permitir o cálculo do
IVA em cada período respeitante aos montantes recebidos.
Conceido pelo OCAM 11/23/2017 71
OBRIGADO PELA
ATENÇÃO