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Módulo de (Título Do Módulo) : Curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores

Este projeto de intervenção pedagógica descreve um módulo de formação sobre métodos cromatográficos. O módulo tem como objetivo capacitar técnicos de análise laboratorial com conhecimentos sobre várias técnicas cromatográficas e suas aplicações em diversas indústrias e áreas de pesquisa. O projeto detalha os objetivos, conteúdos, metodologias, recursos, avaliação e plano do módulo de formação.

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Xana Correia
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Módulo de (Título Do Módulo) : Curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores

Este projeto de intervenção pedagógica descreve um módulo de formação sobre métodos cromatográficos. O módulo tem como objetivo capacitar técnicos de análise laboratorial com conhecimentos sobre várias técnicas cromatográficas e suas aplicações em diversas indústrias e áreas de pesquisa. O projeto detalha os objetivos, conteúdos, metodologias, recursos, avaliação e plano do módulo de formação.

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Curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores

Módulo de (título do módulo)

Projeto de Intervenção Pedagógica

de

Chaves, Abril de 2015


Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

Índice
1 Reflexão Pessoal: formação profissional, uma perspetiva crítica........................3

2 Designação do Módulo...........................................................................4

3 Enquadramento...................................................................................5

4 Duração do módulo..............................................................................7

5 Público-alvo.......................................................................................7

6 Objetivos pedagógicos..........................................................................8

7 Conteúdos de Aprendizagem...................................................................9

8 Metodologias e Estratégias.....................................................................9

9 Recursos didáticos..............................................................................11

10 Avaliação.......................................................................................13

11 Plano de Módulo...............................................................................15

12 Plano de Sessão................................................................................19

13 Material Pedagógico..........................................................................21

14 Instrumentos de Avaliação de Aprendizagem.............................................22

15 Instrumentos de Avaliação da Formação..................................................23

Referências........................................................................................29

Anexo 1 Propostas de Trabalho................................................................31

Anexo 2 Fichas de Avaliação....................................................................44

2
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

1 Reflexão Pessoal: formação profissional, uma perspetiva crítica


A formação profissional, nos dias de hoje, tem um papel fundamental e de
crescente importância, tanto quanto a educação regular, tendo em conta os novos
desafios que surgem no país e também na União Europeia, tais como a globalização,
alfabetização, necessidade de utilização de novas tecnologias e a consequente
necessidade da atualização de competências, o abandono escolar e a não esquecer o
envelhecimento da população.

Desta forma, a formação profissional surge para colmatar algumas falhas do


sistema educativo, havendo assim a necessidade de haver um investimento no capital
humano: “Ao apostar na formação profissional irá haver uma estruturação e
competitividade dos mercados de trabalho e do tecido económico no seu todo” (IESE,
2012).

De modo a integrar este núcleo de formação profissional, deve-se apostar na


formação pedagógica dos formadores. O Decreto de Lei nº 26/97 de 18 de Junho
publicado pelo Ministério para a Qualificação e o Emprego dão a última versão da
definição legal do conceito de formador, tipos de formadores, requisitos, direitos e
deveres entre outros. Legalmente, entende-se por formador “o profissional que, na
realização pedagógica com os formandos, favorecendo a aquisição de conhecimentos
e competências, bem como o desenvolvimento de atitudes e formas de
comportamento, adequados ao desempenho profissional”. Também é especificado
que “O formador deve reunir o domínio técnico atualizado relativo à área de
formação em que é especialista, o domínio dos métodos e das técnicas pedagógicas
adequados ao tipo e ao nível de formação que desenvolve, bem como competências
na área da comunicação que proporcionem ambiente facilitador do processo de
ensino/aprendizagem”(Decreto-Lei 26/97).

Relativamente ao perfil do formador para a formação profissional, a seguinte


citação explica o meu ponto de vista: “Longo é o caminho do ensino por meio de
teorias; breve e eficaz por meio de exemplos”,de Sêneca Muitas vezes vamos ter de
adaptar o tipo de formação ao perfil dos formandos que procuram a formação
profissional. Muitas vezes, são crianças que perderam o interesse pelo estudo, ou
pessoas mais velhas que pretendem continuar a sua formação. Nos dois casos, o
formador não pode apenas debitar os conteúdos do módulo que está a lecionar, terá
que os relacionar com o quotidiano dos formandos, com coisas que eles conheçam,

3
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

de modo a que os consiga cativar e também é uma boa estratégia pra os levar a fixar
a matéria.

Durante as várias etapas da interação entre o formador e os formandos:


comunicar, relacionar-se, animar, perceber e compreender, o formador deverá
procurar compreender as pessoas e o grupo naquela situação, desenvolvendo em
todas a sua função específica: a de animador pedagógico. Para isso necessita de um
conjunto de ferramentas: saber observar/saber escutar, desenvolver uma boa
comunicação, a assertividade, ou seja, saber relacionar-se e saber animar (Pinto, A.,
1992).

O objetivo do formador deverá ser capaz de chegar à personalidade de cada


um (como pessoa e como profissional) e ao mesmo tempo ao grupo, no seu conjunto.
Esta capacidade irá adquirir-se com o tempo e com a experiência. O formador
também deverá ser um coordenador do grupo ao contrário do ‘demagogo todo-
poderoso’, incentivando os formandos a procurarem o conhecimento, propondo ao
grupo a encontrar soluções para os problemas, ajudar a perceber causas e vencer
obstáculos, conduzir o grupo através da verificação e ordenação de factos e conduzir
o grupo à tomada de decisões concretas e às soluções possíveis (Pinto, A., 1992).

Pessoalmente, resolvi tirar o Curso de Formação Pedagógica de Formadores


devido a uma necessidade do mercado de trabalho e não propriamente para
dinamizar formação. Hoje em dia, esta formação não só é indispensável ao futuro
formador como a outros profissionais pois para além de conferir competências
pedagógicas também leva a uma melhor postura a falar em público, preparar
apresentações, entre outros - aspetos que muitas empresas têm levado em
consideração para efeitos de recrutamento e ascensão profissional

2 Designação do Módulo
Este módulo designa-se ‘Métodos Cromatográficos’ e tem o Código 4509 no
Catálogo Nacional das Qualificações (CNQ, web), aprovado no Despacho
n.º13456/2008, de 14 de Maio. Este módulo está inserido no curso de ‘Técnico/a de
Análise Laboratorial’, com o código 524082, dentro da área de Formação
Tecnológica.

4
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

3 Enquadramento
O técnico de análise laboratorial é o profissional qualificado para que, de forma
autónoma ou sob orientação, no domínio dos princípios e das técnicas de análise
qualitativa, quantitativa e instrumental, seja capaz de executar amostragens,
realizar ensaios, registar e interpretar os resultados, selecionando os métodos e as
técnicas mais adequadas, para aplicação em contexto laboratorial e ou em processos
químicos, elaborando sempre os respetivos relatórios. Deverá ter competência
também para implementar sistemas de qualidade e segurança laboratorial (CET- IPV,
web).

Os formandos do curso de Técnico/a de Análise Laboratorial poderão ingressar a


nível profissional em empresas nos diversos setores da indústria química, laboratórios
de qualidade de vários ramos da indústria, empresas de comercialização de produtos
químicos ou então dar seguimento para outros cursos de nível mais avançado.

Controlo Qualidade de
Poluição Análise de águas
Produtos

Química, Medicina,
Biologia, Antropologia,
Controlo Anti-Doping Investigação Farmácia, Agronomia,
Ciências Florestais, etc...

Figura 1 - Aplicações das Técnicas de Cromatografia no mundo atual

O uso da cromatografia abrange muitas áreas do conhecimento científico, e as


suas funções são imensas como é possível ver na Error: Reference source not found.
Os trabalhos que envolvem essas técnicas multiplicam-se de dia para dia, o que torna
difícil acompanhar a sua evolução nas diferentes áreas. A grande sensibilidade das
técnicas cromatográficas possibilitou o seu uso de forma rotineira em análise de
substâncias em baixa concentração, como no caso do controlo do doping, controlo de

5
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

qualidade de alimentos e medicamentos, contaminação ambiental, na toxicologia


entre outras muitas aplicações (Brunelli, C., et al, 2006; Hansen, T., et al, 2005;
Ratola, N., et al, 2009; Valentine, J.L., Middleton, R., 2000).

A área na qual as técnicas cromatográficas são mais utilizadas é a química, na


qual são publicados trabalhos constantemente que empregam esta técnica. Pode ser
utilizada para quantificar compostos em alimentos (Hansen, T., et al, 2005), na
monitorização de componentes tóxicos no meio ambiente (Ratola, N., et al, 2009) ou
mesmo na indústria petroquímica (Zhao, L.-J., et al, 2009). Dessa forma é difícil
definir em qual área dentro dessa ciência que mais se utiliza das técnicas
cromatográficas.

Na área farmacêutica, a cromatografia também tem vasto campo de utilização.


Pode ser empregada para quantificar princípios ativos de drogas em medicamentos
(Ripani, L., et al, 1996), identificar e isolar componentes medicinais de plantas com
interesse farmacêutico (Correia, L.P., et al, 2013), auxiliar em estudos de
farmacocinética (Zhao, H., et al, 2014), entre inúmeros outros usos.

Na medicina, a cromatografia é utilizada para a realização de exames anti-doping


(Brunelli, C., et al, 2006), fazer o monitoramento de níveis de drogas em pacientes
que estejam em tratamento (Meyer, M.R., et al, 2011), fazer diagnóstico de doenças
(Maurer, H.H., 2012), em estudos forenses e na toxicologia (Valentine, J.L.,
Middleton, R., 2000).

O elenco modular de Técnico/a de Análise Laboratorial contempla a segurança e


a correta postura de um técnico, a apresentação das diversas operações unitárias que
podem ser executadas num qualquer Laboratório, a correta preparação de soluções,
a análise quantitativa de uma determinada espécie química, a compreensão e
execução das mais variadas formas de volumetria, a análise gravimétrica de uma
determinada amostra e por fim os métodos instrumentais de análise, sendo
abordados a potenciometria, os diversos métodos ópticos e cromatográficos, do qual
o módulo Métodos Cromatográficos é essencial.

O módulo de Métodos Cromatográficos integra a componente de Formação


Técnica do Curso de Técnico/a de Análise Laboratorial e tem como finalidade
introduzir e desmistificar o tema da cromatografia em linhas gerais, abordar os
princípios básicos dos métodos cromatográficos e apresentar os vários tipos de
métodos cromatográficos em todas as suas componentes e variantes, relativamente
aos parâmetros, técnicas, amostras, metodologias e equipamentos/material
relevante para a técnica.

6
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

Este módulo é muito importante, pois para além dos conteúdos de Métodos
Cromatográficos, de forma específica, devem ser desenvolvidos os conhecimentos,
procedimentos e atitudes necessários a um correto e rigoroso desempenho, nos
aspetos científico e laboratorial, relativamente a um problema, análise ou
metodologia analítica, face a uma determinada proposta de trabalho, isto é, as
competências essenciais associadas ao perfil profissional deste técnico.

4 Duração do módulo
O módulo de Métodos Cromatográficos terá a duração de 25 horas. Este módulo
será dividido em 10 sessões de 2, 2,5 e 3 horas.

5 Público-alvo
O módulo de Métodos Cromatográficos é dirigido a indivíduos que pretendam
obter uma qualificação nível IV do Sistema Nacional de Qualificações (SNQ), através
do Curso de Técnico/a de Análise Laboratorial. Enquadra-se na Educação e Formação
de Adultos.

Não existem pré-requisitos para este módulo.

7
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

6 Objetivos pedagógicos

Para esta formação os objetivos gerais são:

- Identificar, caracterizar, executar e interpretar os resultados da aplicação de


diferentes técnicas cromatográficas, simples, acopladas e hifenadas.

- Expressar os resultados obtidos nos ensaios de acordo com as normas.

- Identificar, selecionar e aplicar métodos cromatográficos a diferentes amostras.

- Desenvolver as capacidades de comunicação, em particular, de resultados técnicos


e as capacidades de cooperação em grupo;

- Estimular o uso de bases da teoria científica para resolver problemas do mundo real
e desenvolver capacidades de pensamento crítico.

Para atingir estes objetivos, os formandos devem ser capazes de:

- Explicar corretamente os princípios e modo de funcionamento dos equipamentos


analíticos mais usados na área cromatográfica;

- Projetar uma experiência analítica para resolver assertivamente um problema real;

- Executar, sem cometer erros, técnicas cromatográficos, simples, acopladas e


hifenadas;

- Conduzir uma análise laboratorial, de acordo com as Boas Práticas de Laboratório,


em condições de higiene e segurança, que envolva manipulação da amostra,
extração, pré-concentração e medição instrumental e calcular o resultado analítico e
respetiva incerteza;

- Interpretar corretamente um resultado analítico produzindo relatórios técnicos;

- Funcionar eficientemente em equipa.

8
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

7 Conteúdos de Aprendizagem
1. Introdução
1.1 Introdução aos Métodos Instrumentais de Análise
2. Cromatografia – noções básicas
2.1 Princípios da cromatografia
2.2 Teoria da cromatografia
3 Tipos de cromatografia
3.1 Cromatografia de coluna
3.2 Cromatografia em papel
3.3 Cromatografia de placa
3.4 Cromatografia gasosa
3.5 Cromatografia gás-líquido (G.L.C.)
3.6 Cromatografia líquida de alta performance (HPLC)
3.7 Cromatografia Gasosa Acoplada à Espectrometria de Massa (GC-MS)
– noções base

8 Metodologias e Estratégias
Para este módulo serão utilizadas várias metodologias pedagógicas de ensino
de modo a que a interação formador-formando seja maior e a apreensão dos
conteúdos seja melhor, levando assim a um melhor desenvolvimento das
competências pretendias. Os métodos que irão ser utilizados são:

1.Método Expositivo: este é o método que irá ser utilizado para as sessões teórico-
práticas, onde irão ser efetuadas exposições suportadas por meios audiovisuais,
dando ênfase à aplicação do conhecimento a questões do quotidiano e a fenómenos
relacionados com os Métodos Cromatográficos. Pretende-se que este método seja a
linha de partida para a consolidação dos conhecimentos numa primeira abordagem
teórica oral.

2.Método Interrogativo: este método irá ser utilizado para levar os formandos a
procurar respostas, estimulando assim o processo de aprendizagem e a dinâmica do
grupo. Este método irá ser utilizado no início das sessões e no final para consolidar
conhecimentos.

3.Método Demonstrativo: este método irá ser utilizado na sessão laboratorial e


também durante as sessões teórico-práticas para que o formando entenda o

9
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

funcionamento de determinado procedimento, de modo a que o possa repetir de


seguida.

4.Método Ativo: Este método irá ser muito utilizado no decorrer do módulo onde irá
ser parte integral a motivação ao raciocínio dedutivo e à participação dos formandos,
a resolução de problemas-exemplo, a aula prática/laboratorial, e devolver um
relatório individual. Este método leva à construção do saber por parte do próprio
formando, de forma crítica, procurando o conhecimento necessário para o seu
percurso, tomando assim conta das suas qualidades e as suas limitações permitindo-o
evoluir.

10
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

9 Recursos didáticos
Os recursos didáticos são muito importantes numa sessão de formação pois
auxiliam na transmissão dos conhecimentos e quando usados corretamente, este
processo torna-se mais simples e claro para os formandos, mantendo assim uma
sessão mais dinâmica e produtiva.

Ao longo do módulo vão ser utilizados vários recursos didáticos de acordo com
a estratégia pedagógica adotada. Assim sendo:

1. O videoprojector vai ser o principal recurso a utilizar, pois o método


expositivo vai ser utilizado em todas em sessões de modo a que os
conceitos sejam transmitidos para todos os formandos de forma clara e
visível através de um powerpoint. O método interrogativo também
poderá beneficiar deste recurso uma vez que este pode ser a base para
levantar questões.
2. O quadro branco irá ser um recurso bastante importante nos métodos
demonstrativo e experiencial, uma vez que irá auxiliar em cálculos não
previstos nos diapositivos das apresentações e na formulação de
esquemas que permitam um melhor raciocínio para a resolução de
problemas.

Para este módulo foi preparado um powerpoint no qual constam apenas parte
dos conteúdos da sessão 4. Esta apresentação cumpre as regras de organização de
modo a facilitar a sua leitura e compreensão. Estão incorporadas algumas imagens e
um vídeo de modo a que a perceção dos conteúdos por parte dos formandos seja
facilitada. O vídeo incorporado na apresentação encontra-se disponível no seguinte
endereço da web: [Link]

Também foi preparado um manual segundo as regras da Consultua e DGERT


de modo a disponibilizar um conjunto de informação teórica para uma melhor
aquisição e compreensão de conhecimentos sobre os métodos cromatográficos e
apoiar o Formando na atividade de Autoestudo, na preparação para o teste final de
avaliação de conhecimentos (avaliação sumativa).

Foi também preparada uma plataforma colaborativa na wikispaces com o


seguinte endereço: [Link] Esta
plataforma irá servir para partilhar todo o material relativo ao projeto de
intervenção pedagógica, nomeadamente, planos de sessão, plano de módulo,

11
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

apresentações e manual. No futuro, esta plataforma servirá para partilhar este


mesmo material com os formandos.

A partir do Google drive foi criado um formulário online, que poderá servir
de avaliação formativa para a sessão 4 deste módulo. Esse formulário encontra-se no
seguinte endereço da web:
[Link]
NZ2hzjA/viewform.

Também foi criada uma conta no facebook, de modo a ser criada uma página
para a divulgação do trabalho. Essa página pode ser consultada em:
[Link]
874368.

12
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

10 Avaliação
A avaliação para módulo está sumariada na Tabela 1, onde estão descritos os
tipos, momentos de avaliação e peso na avaliação final.

Tabela 1 – Tipos, momentos de avaliação e peso na avaliação final.

Tipo Momentos de Avaliação Peso

Diagnóstica Inicio 1ª sessão - Avaliação por observação 0

1) Final da 1ª sessão 5
2)Final da 2ª sessão 5
3)Final da 3ª sessão 5
4)Final da 4ª sessão 5
Formativa 5)Relatório laboratorial 10
6)Final da 6ª sessão 5
7)Final da 7ª sessão 5
8) Final da 8ª sessão 5
9) Final da 9ª sessão 5
Última sessão: Ficha de avaliação 50
Sumativa Formandos avaliam formadores
0
Formandos avaliam ação de formação
Total 100

A avaliação diagnóstica apenas irá servir como base para moldar os objetivos
gerais e os objetivos específicos para o módulo, construindo a partir daqui a
estratégia formativa e a planificação da ação. Irão ser utilizadas grelhas de
observação para traçar o perfil dos formandos nesta fase.

A avaliação formativa acompanha todo o processo formativo e é da exclusiva


responsabilidade do formador. A avaliação da aprendizagem realizada permite ao
formador obter feedback imediato em relação aos níveis de atenção e de
participação dos formandos bem como do seu grau de adesão. Permite igualmente o
feedback imediato da eficácia dos métodos e técnicas utilizados, da adequação dos
conteúdos e da distribuição dos tempos. Deste modo, vão ser utilizadas fichas de
atividades ao longo das várias sessões, trabalhos de grupo, e uma proposta de um
relatório laboratorial de modo a consolidar os conhecimentos da aula laboratorial.
A avaliação sumativa destina-se a recolher a opinião dos formandos (a
quente) acerca da experiência formativa que acabaram de ter, sendo que os
formandos são os verdadeiros avaliados, contudo há uma reduzida fiabilidade das

13
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

respostas obtidas. É por esse motivo que os restantes momentos de avaliação são
muito importantes. Neste tipo de avaliação, composto por dois momentos os
formandos irão ser sujeitos a um teste de avaliação, cujo peso na avaliação final é de
50%, e outro momento, onde os formandos avaliam o formador e a formação, que
obviamente não tem qualquer peso na avaliação. Este último momento de avaliação
tem ou o efeito de benevolência, a tendência natural para não prejudicarem os
formadores ou então para projetarem sobre os formadores situações marginais à
formação.

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Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

11 Plano de Módulo

PLANOS DE SESSÃO DE MÓDULO

Curso: Técnico/a de Análise Laboratorial Nº total de Sessões: 10

Ação: 001/2014 Código da área de Educação e Formação: 524 Duração da UFCD: 25 horas

Público-Alvo: Educação e Formação de Adultos Módulo/UFCD: Métodos Cromatográficos

Se sim,
Pré-requisitos: Sim Não
Quais:

Objetivo(s) Geral(ais) No final do módulo os formandos deverão ser capazes de aplicar os métodos cromatográficos

Conteúdos Recursos e Tempos


sessão
Nº da

Objetivos específicos da sessão Atividades Didáticas


Programáticos Equipamentos Previstos

 Identificar o programa do módulo


 Explicar a importância dos métodos
instrumentais de Análise nos dias de hoje, de 1. Introdução à temática

forma sucinta e coerente 2. Cromatografia – noções Plenário


Computador e
1  Localizar a Cromatografia nos MIA, básicas 2h30
(Trabalho de grupo –
videoprojector
fundamentando a sua escolha para essa
2.1 Principios da brainstorming)
categoria;
cromatografia
 Enumerar, todos, os principais tipos de
cromatografia;

15
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

 Descrever os parâmetros que avaliam ou


2. Cromatografia – noções
preveem uma separação cromatográfica,
básicas Computador e
2 corretamente; Plenário 2h30
2.2 Teoria da videoprojector
 Resolver exercícios de cromatografia, com
cromatografia
precisão, utilizando os parâmetros corretos.

 Explicar o funcionamento de uma cromatografia


em coluna, utilizando os conceitos corretos;
 Enumerar os possíveis tipos de enchimentos de
coluna, corretamente;
3. Tipos de cromatografia
 Indicar o procedimento geral de uma Plenário Computador e
3 3.1 Cromatografia de 2h
cromatografia em coluna, de acordo com a teoria Trabalho de grupo videoprojector
coluna
geral de quatro interações, sem cometer erros;
 Descrever o princípio da cromatografia de
permeação em gel, como caso especifico da
cromatografia em coluna; corretamente.

 Indicar em que situações a CP é utilizada, com


clareza, e sucintamente;
Computador,
 Enumerar vantagens do método de CP
3. Tipos de cromatografia videoprojector e
corretamente;
4 3.2 Cromatografia em Plenário Material laboratorial 2h
 Resolver problemas de CP aplicando o fator de
papel (descriminado no
retenção, sem cometer erros;
protocolo)
 Interpretar resultados de problemas de CP, com
clareza.

16
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

 Aplicar a CP a casos reais, com precisão;


3. Tipos de cromatografia Material laboratorial
 Aplicar a CP a casos reais, com facilidade;
5 3.2 Cromatografia em
Plenário (descriminado no 2h30
 Resolução de relatórios laboratoriais, bem
papel (sessão laboratorial) protocolo)
estruturados, sem erros.

 Explicar o funcionamento da cromatografia de


placa corretamente; 3. Tipos de cromatografia Plenário Computador e
6 2h
 Enumerar os princípios básicos da CP, 3.3 Cromatografia de placa Trabalho de grupo videoprojector
sucintamente.

 Explicar o funcionamento da cromatografia


gasosa, sem erros;
3. Tipos de cromatografia
 Enumerar as aplicações da cromatografia gasosa;
3.4 Cromatografia gasosa Computador e
7  Indicar o funcionamento da cromatografia gás- Plenário 2h30
videoprojector
líquido, corretamente; 3.5 Cromatografia gás-
líquido
 Relacionar a cromatografia gasosa com a
cromatografia gás-líquido;

 Descrever o funcionamento do HPLC, com 3. Tipos de cromatografia


Computador e
8 coerência; Plenário 3h
3.6 Cromatografia líquida
videoprojector
 Indicar os componentes do HPLC, corretamente.
de alta eficiência (HPLC)

 Diferenciar o HPLC do GC-MS, corretamente; 3. Tipos de cromatografia


 Explicar o funcionamento do equipamento, 3.7 Cromatografia Gasosa Computador e
9 acoplada à Espectrometria Plenário 3h
utilizando os principais componentes que o videoprojector
de Massa (GC-MS) –
compõe, corretamente.
noções básicas

17
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

 Sintetizar os principais aspetos abordados no


Ficha de
decorrer das sessões;
10 Avaliação Individual avaliação 3h
 Praticar a transferência das aprendizagens
sumativa
adquiridas

O método ativo configura a metodologia base das sessões, assumindo variações de acordo com as
técnicas utilizadas. Assim, as técnicas associadas ao método ativo experiencial são as que
assumem maior relevância e colocam o formando no centro das atividades, entre elas destacam-
se o trabalho de projeto, trabalho de pesquisa individual ou em grupo, brainstorming, estudo de
casos, trabalho de grupo, debate,…; a par, o método ativo interrogativo, em forma de
questionários orais e/ou escritos, argumentação, diálogo, leitura dialogada, permite que o
*Métodos e Técnicas formando progrida pelo estimular do processo de pensamento ativo e de descoberta.

Como complemento, o método passivo, na sua forma expositiva, surge para potenciar momentos
de sistematização, consolidação de saberes, essencialmente utilizado na transmissão oral de
conhecimentos e/ou informações de carácter essencialmente teórico.

Em suma, a centralidade do formando é a linha metodológica que orienta a ação do formador ao


longo deste conjunto de sessões e que estimula o formando na aquisição e desenvolvimento de
aprendizagens significativas, na atitude reflexiva, na responsabilização e no compromisso.

Avaliação diagnóstica: levantamento de saberes, experiências dos formandos sobre os conteúdos


a abordar;

Avaliação da formativa: observação direta dos desempenhos e comportamentos dos formandos


**Avaliação da Aprendizagem nas diferentes atividades desenvolvidas ao longo das sessões; realização de questionários dirigidos
(escritos e/ou orais) para sistematização e revisão de conhecimentos;

Avaliação sumativa: realização da avaliação de competências desenvolvidas ao longo do módulo a


para da avaliação das competências transversais do formando.
*/** A adequar pelo formador sempre que necessário

18
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

12 Plano de Sessão

Curso: Técnico/a de Análise Laboratorial Acção nº 001/2014


Módulo: Métodos Cromatográficos Formador: Sara Ramos
Público-Alvo: Educação e Formação de Adultos Sessão nº 4
Local: Vila Real Duração da Sessão: 15 min Data: 11/04/2014

PRÉ-REQUISITOS: SIM NÃO


x
Objetivo(s) Geral(ais) No final da sessão os formandos deverão ser capazes de aplicar os métodos de cromatografia em papel.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA MÉTODOS E MATERIAIS E ATIVIDADES TEMPOS AVALIAÇÃO DA


ETAPAS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
SESSÃO TÉCNICAS EQUIPAMENTOS DIDÁTICAS PREVISTOS APRENDIZAGEM

No final da sessão os
formandos deverão ser  Apresentação dos objetivos
Avaliação
capazes de: Expositivo:
específicos da sessão;
Apresentação Diagnóstica
Introdução

Exposição Oral
 Analisar os objetivos  Aferição dos Computador e
em Plenário 3 min Formulação de
específicos da sessão; conhecimentos; Interrogativo: videoprojector
Debate inicial perguntas-
 Identificar o tipo de  Interligação entre matérias
Interrogação
questões orais
método em que a CP programáticas.

se insere.

19
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

 Indicar em que
situações a CP é
utilizada, com clareza,  Noções de Cromatografia
Expositivo:
e sucintamente; de Papel (CP);
Apresentação Avaliação
 Enumerar vantagens  Vantagens da CP;

Desenvolvimento
de diapositivos; formativa
deste método;  A utilização do fator de
Computador e Apresentação
 Resolver problemas retenção para a Demonstrativo: 5 Observação –
videoprojector em Plenário
de CP aplicando o interpretação de Ficha de
Apresentação
fator de retenção; resultados; observação
de um vídeo.
 Interpretar resultados  Procedimento da CP –
de problemas de CP. explicação.
 Aplicar a CP a casos
reais, com precisão.

Avaliação
Sumativa
 Sintetizar os principais Ativo: Computador,
Síntese da
aspetos abordados no  Consolidação dos videoprojector e Observação –
Trabalho Sessão em
Conclusão

decorrer da sessão; conhecimentos; material de Ficha de


prático Plenário 7
 Aplicar a CP, durante  Trabalho prático de CP; laboratório observação
Interrogativo: Avaliação
sessão, no caso  Ficha de trabalho. referido no
Formulação de
Individual
prático fornecido. Interrogação trabalho prático.
perguntas -
Questionário

20
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

Prever Alternativas: No decorrer do trabalho prático, se necessário, poder-se-á recorrer ao quadro branco para ajudar a esclarecer algumas dúvidas;
No caso de o trabalho prático demorar mais do que o previsto, a ficha de trabalho pode ser realizada em casa e entregue na sessão seguinte ou enviada por
email.

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Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

13 Material Pedagógico
De modo a melhor dinamizar as sessões de formação vão ser realizadas algumas
fichas de trabalho em cada sessão. Estas fichas encontram-se disponíveis para
consulta em anexo (Anexo 1), sendo que na Tabela 2 estão discriminadas as Propostas
de trabalho para cada sessão do módulo de Métodos Cromatográficos.

Tabela 2 - Descrição das Propostas de trabalhos para o Módulo de Métodos Cromatográficos

Sessão Temática Tipo de trabalho

Métodos Instrumentais de Grupo


1
Análise Brainstorming

Individual
2 Teoria da Cromatografia
Verdadeiro e Falso

Grupo
3 Cromatografia de Coluna
Desenho

Grupo
4 Cromatografia em papel
Laboratorial

Grupo
5 Cromatografia em papel
Laboratorial

Grupo
6 Cromatografia de Placa
Brainstorming

Cromatografia gasosa e Individual


7
Cromatografia gás-líquido Preenchimento de espaços

Cromatografia líquida de Individual


8
alta eficiência (HPLC Questões

Cromatografia Gasosa
acoplada à Espectrometria Individual
9
de Massa (GC-MS) – noções Preenchimento de uma tabela
básicas

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Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

14 Instrumentos de Avaliação de Aprendizagem


Para a avaliação da aprendizagem, os instrumentos de avaliação encontram-se
no Anexo 2. Aqui é possível encontrar a ficha de avaliação sumativa, que será
entregue no final do módulo e a ficha de avaliação formativa para a sessão 4. Com os
enunciados destas fichas estão também as grelhas de correção e respetivas cotações.

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Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

15 Instrumentos de Avaliação da Formação


Avaliação da Ação de Formação

1. Designação da Ação: Métodos Cromatográficos, 001/2014


Início / / Fim / / Duração: 25 Horas
Para o preenchimento correto do questionário propõe-se a utilização da escala de 1 a
4 em que:
1- Insuficiente 2- Suficiente 3- Bom 4- Muito Bom

2. Apreciação da Ação
2.1 Programa da Ação 1 2 3 4
Objetivos da Ação
Conteúdos da Ação
Utilidade dos Temas Tratados
2.2 Funcionamento da Acção 1 2 3 4
Motivação e Participação
Trabalhos/Exercícios/Atividades
Relacionamento entre participantes
Instalações
Utilização de meios audiovisuais
Documentação
Apoio técnico/Administrativo/Pedagógico

3. Atuação de Formadores
Indicadores Domínio do Metodologias Clareza na Empenhamento Relação com
Assunto pedagógicas Exposição os
participantes
Formadores 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4

4. Sugestões / Críticas
Temas considerados mais importantes
Temas a desenvolver mais profundamente
Outros temas a incluir em acções deste
género
Aspectos mais positivos na acção de
formação
Aspectos a melhorar
Sugestões
Observações

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Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

Nome
(facultativo):___________________________________________________________

Data:__/__/_____

Avaliação do Processo Formativo


Apreciação dos Formandos sobre o desenvolvimento da acção/Curso
Entidade Formadora Consultua
Programa
Curso Técnico/a de Análise Laboratorial
Módulo Métodos Cromatográficos Acção 001/2014
Este documento tem por objectivo recolher informações sobre o desempenho dos formadores que participaram nesta acção de formação. A equipa
técnica assegura a confidencialidade das informações prestadas e agradece uma colaboração sincera pois deste processo depende a melhoria
contínua do processo formativo.
O questionário baseia-se na seguinte escala: 1-Mau, 2-Insuficiente, 3-Suficiente, 4-Bom, 5-Muito Bom
Caso surja qualquer situação não aplicável, indique 0 na sua resposta
Marque X no quadrado que melhor exprime a sua opinião
1. Avaliação dos Objectivos / Conteúdos Programáticos 1 2 3 4 5
a) Definição dos Objectivos Programáticos da Acção de Formação
b) Adequação dos Conteúdos aos Objectivos da Acção de Formação
c) Utilidade prática dos Temas
d) Adequação da Carga Horário da Acção de Formação
e) Composição da Carga Horária – Horas Teóricas
f) Composição da Carga Horária – Horas Práticas
2. Avaliação dos Meios Audiovisuais 1 2 3 4 5
g) Adequação dos meios audiovisuais disponibilizados
h) Qualidade dos equipamentos tecnológicos de apoio –
Computador
i) Qualidade dos equipamentos tecnológicos de apoio – Impressora
j) Qualidade dos equipamentos tecnológicos de apoio –
Televisão/Vídeo
k) Qualidade dos equipamentos tecnológicos de apoio – Câmara
digital
l) Qualidade dos equipamentos tecnológicos de apoio –
Videoprojector
m) Qualidade dos equipamentos tecnológicos de apoio – Quadro
n) Qualidade dos equipamentos tecnológicos de apoio –
Retroprojector
3. Avaliação das Instalações 1 2 3 4 5
o) Dimensão física da Sala de Formação
p) Disposição da Sala de Formação
q) Estado de Conservação
r) Luminosidade
s) Acústica
t) Ventilação
4. Avaliação de Aspectos Administrativos 1 2 3 4 5
u) Divulgação da Acção de Formação
v) Eficácia da Organização
w) Apoio Técnico-Administrativo
x) Apoio da Coordenação
Sugestões (aspectos melhor conseguidos e a melhorar, sugestões e outras observações)

25
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

Data: Assinatura (facultativo):


____/___/_______
Avaliação do Processo Formativo
Apreciação dos Formandos sobre o desenvolvimento da acção/Curso
Entidade Formadora Consultua
Programa
Curso Técnico/a de Análise Laboratorial
Módulo Métodos Cromatográficos Acção 001/2014
Este documento tem por objectivo recolher informações sobre o desempenho dos formadores que participaram nesta acção de formação. A equipa técnica assegura
a confidencialidade das informações prestadas e agradece uma colaboração sincera pois deste processo depende a melhoria contínua do processo formativo.

O questionário baseia-se na seguinte escala: 1-Mau, 2-Insuficiente, 3-Suficiente, 4-Bom, 5-Muito Bom
Caso surja qualquer situação não aplicável, indique 0 na sua resposta
Marque X no quadrado que melhor exprime a sua opinião

1. Apreciação do Formador e do Desenvolvimento da Acção/Módulo 1 2 3 4 5


y) Capacidade para apresentar/expor objectivos e conteúdos
z) Capacidade para estimular a aprendizagem
aa) Capacidade para explicar/resolver questões
bb) Capacidade para motivar os alunos
cc) Utilidade da documentação e dos textos de apoio
dd) Qualidade da documentação e dos textos de apoio
ee) Utilização de meios audiovisuais (computador, vídeoprojector, quadro, tv/vídeo…)
ff) Pontualidade / assiduidade do formador
gg) Capacidade para estimular a inter-relação entre formandos nesta acção / módulo
2. Avaliação genérica do(a) formador(a)
Considerando uma escala de 10 a 20 valores, que classificação atribui ao(à) formador(a)?
3. Avaliação genérica da acção / módulo
Considera que esta acção / módulo correspondeu às suas expectativas? Sim Não
Porquê?

Sugestões (aspectos melhor conseguidos e a melhorar, sugestões e outras observações)

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Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

Data: ____/___/_______ Assinatura (facultativo):

Avaliação Formativa do Processo - (Formandos)


Pretendemos melhorar continuamente. A sua colaboração é fundamental, por favor preencha este formulário e devolva-o por e-mail.

Curso: Técnico/a de Análise Laboratorial


Data de Inicio ___ / ____ / ____ Data de Fim ___ / ____ / ____
Nome:
Responda a todas as questões que lhe são colocadas, indicando com um X o parâmetro que mais se aproxima da sua opinião (sempre que
“Discordar Plenamente”, por favor faça os seus comentários).
ESCALA 1. Discordo Plenamente 2. Discordo 3. Concordo 4. Concordo Plenamente
Questões
1. Conteúdos didácticos 1 2 3 4
Os conteúdos foram disponibilizados atempadamente
Os conteúdos têm uma boa apresentação
Os conteúdos têm as temáticas organizadas numa sequência lógica
Os conteúdos abrangem todos os itens do programa dos módulos
As temáticas são pertinentes
Comentários:

2. Auto-avaliação 1 2 3 4
Uma proposta de auto-avaliação por módulo é suficiente
As propostas de auto-avaliação estão enquadradas nos objectivos dos módulos
Comentários:

3. Apoio pedagógico 1 2 3 4
O apoio dos tutores, quando solicitado, foi oportuno
A qualidade do apoio dos tutores foi satisfatória
Os comentários dos tutores contribuíram para a aprendizagem
Comentários:

4. Apoio administrativo e técnico 1 2 3 4


O apoio do coordenador foi oportuno
A qualidade do apoio do coordenador, quando solicitado, foi satisfatória
Comentários:

5. Opinião global sobre a auto-aprendizagem 1 2 3 4


Na globalidade a experiência de auto-aprendizagem está a ser boa
Comentários:

Opinião global sobre a utilização da plataforma


A utilização da plataforma é fácil e intuitiva Sim Não
Comentários:

Que informação deveria estar disponível na plataforma de e-learning para melhor facilitar ou completar a sua
aprendizagem?

7. Comentários complementares

27
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

Por favor utilize este espaço para mais comentários que queira fazer (por exemplo: para informação que queira
individualizar; indicação de como se poderá melhorar o curso; ... . )

Obrigado pelo tempo que despendeu a preencher este formulário e pela colaboração prestada.
AVALIAÇÃO DO PROCESSO FORMATIVO

Apreciação do Formador sobre o desenvolvimento da Acção/Módulo e Desempenho dos


Formandos

Entidade Formadora Consultua:


Curso: Acção nº: 001/2014 Data de Inicio: Data de fim:
Nome do formador (facultativo):

A Entidade organizadora da formação gostaria de obter a sua opinião relativamente ao curso que ministrou.
Solicitamos que preencha este instrumento de avaliação, que tem por objectivo recolher informações sobre todo o
processo formativo. Asseguramos a confidencialidade das informações aqui prestadas, já que estas serão
exclusivamente do conhecimento dos responsáveis pela avaliação e planeamento da formação.
Agradecemos uma colaboração sincera, pois das suas respostas depende a melhoria contínua do processo formativo.

I - AVALIAÇÃO GLOBAL DA ACÇÃO/MÓDULO


Responda a todas as questões que lhe são colocadas, indicando com um X o parâmetro que mais se
aproxima da sua opinião.
1. Desenvolvimento do Programa 1 2 3 4
Motivação e Participação Nula Plena
Actividade dos Participantes Insuficientes Muito Adequada
Relacionamento entre os participantes Negativo Muito positivo
Instalações e equipamentos Deficientes Totalmente adequados
Meios audiovisuais Escassos Totalmente adequados
Utilização dos recursos didácticos Inadequada Totalmente adequada
Apoio do coordenador Inexistente Muito eficaz
Apoio Técnico Administrativo Inexistente Muito eficaz
2. No que se refere a esta unidade temática, pensa que os objectivos definidos no programa:
(assinale apenas uma resposta)
Não foram conseguidos Passe para a questão 2.1
Foram conseguidos em 2.1. Na sua opinião, qual foi a principal razão que dificultou a
parte concretização desses objectivos? (assinale apenas uma resposta)
Foram totalmente Programa muito longo em relação à duração da acção/módulo
conseguidos Desinteresse dos formandos face a alguns temas e procedimentos
Outra razão? Qual? ________________________________________
3. Qual o tipo de abordagem que procurou privilegiar na condução das suas sessões?
(assinale apenas uma resposta)
Abordagem teórica
Abordagem teórica/prática
Abordagem prática
4. Que Métodos e Técnicas utilizou nas sessões?
(assinale apenas uma resposta)
Métodos Técnicas

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Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

Método Expositivo Trabalhos individuais


Método Interrogativo Trabalhos de grupo
(estudo de caso, brainstorming, discussão…)
Método Demonstrativo Jogos Pedagógicos
(simulação, role-playing, jogos de relacionamento …)
Método Activo Outras?
Quais?

II – AVALIAÇÃO GLOBAL DOS FORMANDOS


Assinale com um X o quadrado que exprime melhor a sua opinião, considerando a seguinte escala:
1 = Mau; 2 = Insuficiente; 3 = Suficiente; 4 = Bom
5. Em termos globais, como avalia os formandos no que 1 2 3 4
se refere a: Mau Insuficiente Suficiente Bom
Conhecimentos de base
Aproveitamento final
6. Como avalia a participação dos formandos no que se 1 2 3 4
refere a: Mau Insuficiente Suficiente Bom
Interesse pelas temáticas
Facilidade de compreensão
Receptividade dos conteúdos
Criatividade
Participação
Pontualidade/Assiduidade

III – AVALIAÇÃO DE CONDIÇÕES E MEIOS MATERIAIS


Assinale com um X o quadrado que exprime melhor a sua opinião, considerando a seguinte escala:
0 = Não se aplica; 1 = Mau; 2 = Insuficiente; 3 = Suficiente; 4 = Bom
7. Avaliação da qualidade dos equipamentos de 0
1 2 3 4
apoio (vídeo-projector, computador…) Não se
Mau Insuficiente Suficiente Bom
disponibilizados: aplica
Computador
Impressora
Televisão/vídeo
Câmara digital (vídeo/fotografia)
Videoprojector
Quadro
Retroprojector
0
1 2 3 4
8. Avaliação das instalações: Não se
Mau Insuficiente Suficiente Bom
aplica
Dimensão física da sala de aula
Disposição da sala
Estado de conservação
Luminosidade
Acústica
Ventilação
1 2 3 4
9. Opinião global sobre a utilização da Discordo Concordo
Discordo Concordo
plataforma: Plenamente Plenamente

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Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

A utilização da plataforma é fácil


A utilização da plataforma é intuitiva

IV – COMENTÁRIOS COMPLEMENTARES
Por favor utilize este espaço para mais comentários que queira fazer (por exemplo: para informação que
queira individualizar; indicação de como se poderá melhorar o curso;...)

Obrigado pelo tempo que despendeu a preencher este formulário e pela colaboração prestada.

Referências

Brunelli, C., Bicchi, C., Stilo, A.D., Salomone, A., Vincenti, M., 2006, High-speed gas
chromatography in doping control: Fast-GC and fast-GC/MS determination of b-
adrenoceptor ligands and diuretics, J. Sep. Sci., Vol. 29, pp. 2765 – 2771.

Correia, L.P., Procópio, J.V.V., Santana, C.P., Santos, A.F.O., Cavalcante, H.M.M.,
Macêdo, R.O., 2013, Characterization of herbal medicine with different particle sizes
using pyrolysis GC/MS, SEM, and thermal techniques, Journal of Thermal Analysis and
Calorimetry, Vol. 111, Issue 3, pp. 1691-1698.

Decreto-Lei nº 26/97 de 18 de Junho. Diário da República nº 138/97 – I Série B.


Ministério para a Qualificação e o Emprego. Lisboa.

Hansen, T., Petersen, M.A., Byrne, D.V., 2005, Sensory based quality control utilising
an electronic nose and GC-MS analyses to predict end-product quality from raw
materials, Meat Science, Vol. 69, Issue 4, pp. 621–634.

Maurer, H.H., 2012, How Can Analytical Diagnostics in Clinical Toxicology Be


Successfully Performed Today?, Therapeutic Drug Monitoring, Vol. 34, Issue 5, pp.
561–564.

Meyer, M.R., Welter, J. Weber, A.A, Maurer, H.H., 2011, Development, Validation,
and Application of a Fast and Simple GC–MS Method for Determination of Some
Therapeutic Drugs Relevant in Emergency Toxicology, Therapeutic Drug Monitoring,
Vol. 33, Issue 5, pp. 649-653.
Pinto, A., 1992, A dinâmica do Relacionamento Interpessoal, IEFP, Coleção Formar
Pedagogicamente nº 12, 2ª Edição.

30
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

Ratola, N., Lacorte, S., Barceló, D., Alves, A., 2009, Microwave-assisted extraction
and ultrasonic extraction to determine polycyclic aromatic hydrocarbons in needles
and bark of Pinus pinaster Ait. and Pinus pinea L. by GC–MS, Talanta, Vol. 77, Issue 3,
pp. 1120–1128.

Ripani, L., Schiavone, S., Garofano, L., 1996, GC/MS identification of Catha edulis
stimulant-active principles, Forensic Science International, Vol. 78, Issue 1, pp. 39–
46.

Valentine, J.L., Middleton, R., 2000, GC-MS Identification of Sympathomimetic Amine


Drugs in Urine: Rapid Methodology Applicable for Emergency Clinical Toxicology,
Journal of Analytical Toxicology, Vol. 24, Issue 3, pp. 211-222.

Zhao, H., Xie, Y., Yang, Q., Cao, Y., Tu, H., Cao, W., Siwang Wang, S., 2014,
Pharmacokinetic study of cinnamaldehyde in rats by GC–MS after oral and intravenous
administration, Journal of Pharmaceutical and Biomedical Analysis, Vol., 15, pp. 150–
157.

Zhao, L.-J., Ma, F., Guo, J.-B., 2009, Applicability of anoxic-oxic process in treating
petrochemical wastewater, Journal of Zhejiang University SCIENCE A, Vol. 10, Issue
1, pp. 133-141.

Referências da web:

(CET- IPV, web)- [Link]/dep/amb/C%20E%[Link]

(CNQ, web) [Link]

31
Projeto de Intervenção Pedagógica – Módulo de Métodos Cromatográficos

Anexo 1 Propostas de Trabalho

32
PROPOSTA DE TRABALHO N.º 1
CURSO: Técnico/a de Análise Laboratorial AÇÃO: 001/2014
UNIDADE/MÓDULO: 4509 – Métodos Cromatográficos LOCAL: Vila Real
MODALIDADE:
HOMOLOGAÇÃO: Não se aplica PROJETO Nº: 073905/2014/23

DATA DE
FORMADOR: SARA FERNANDES RAMOS
REALIZAÇÃO:
FORMANDO:
TEMÁTICA: Métodos Instrumentais de Análise
MATERIAL A UTILIZAR: Marcadores, lápis, folhas brancas, acesso à web.
PROPOSTA DE TRABALHO: Individual Em grupo x Nº de elementos 3 DURAÇÃO: 2h30m Sessão nº: 1
OBJETIVO(S) DE APRENDIZAGEM: Explicar a importância dos métodos instrumentais de Análise nos dias de hoje, com clareza.

MÉTODOS INSTRUMENTAIS DE A NÁLISE

Em grupo, os alunos deverão fazer um esquema tipo brainstorming que responda às seguintes
questões:
O porquê...........Porquê analisar?
O quê........O que analisar?
Como.....Como analisar?
Análise instrumental vs análise laboratorial clássica?

PROPOSTA DE TRABALHO N.º 2


CURSO: Técnico/a de Análise Laboratorial AÇÃO: 001/2014
UNIDADE/MÓDULO: 4509 – Métodos Cromatográficos LOCAL: Vila Real

[Link].057/02
MODALIDADE:
HOMOLOGAÇÃO: Não se aplica PROJETO Nº: 073905/2014/23

DATA DE
FORMADOR: SARA FERNANDES RAMOS
REALIZAÇÃO:
FORMANDO:
TEMÁTICA: Teoria da Cromatografia
MATERIAL A UTILIZAR:
PROPOSTA DE TRABALHO: Individual x Em grupo Nº de elementos DURAÇÃO: 2h30m Sessão nº: 2
• Descrever os parâmetros que avaliam ou preveem uma separação cromatográfica, corretamente;
OBJETIVO(S) DE APRENDIZAGEM: • Resolver exercícios de cromatografia, com precisão, utilizando os parâmetros corretos

TEORIA DA CROMATOGRAFIA

1. Como uma forma de recapitular os principais conteúdos analisados, leia as frases que se seguem e
assinale com V as afirmações que considera verdadeiras e com um F as que considera falsas. Justifique as
respostas que considera falsas.

a) O fator de capacidade é a medida da retenção de um componente na fase móvel. F


O fator de capacidade é a medida da retenção de um componente na fase estacionária.

b) A seletividade é a razão entre os fatores de capacidade de 2 componentes numa mistura. V

c) A resolução é a medida da separação entre 2 componentes de uma mistura. V

d) A eficiência é medida da quantidade de uma separação cromatográfica.


A eficiência é medida da qualidade de uma separação cromatográfica. F

[Link].057/02
PROPOSTA DE TRABALHO N.º 3
CURSO: Técnico/a de Análise Laboratorial AÇÃO: 001/2014
UNIDADE/MÓDULO: 4509 – Métodos Cromatográficos LOCAL: Vila Real
MODALIDADE:
HOMOLOGAÇÃO: Não se aplica PROJETO Nº: 073905/2014/23

DATA DE
FORMADOR: SARA FERNANDES RAMOS
REALIZAÇÃO:
FORMANDO:
TEMÁTICA: Cromatografia de Coluna
MATERIAL A UTILIZAR: Folha de papel A3, marcadores e lápis
PROPOSTA DE TRABALHO: Individual Em grupo x Nº de elementos 3 DURAÇÃO: 2h30m Sessão nº: 3
OBJETIVO(S) DE APRENDIZAGEM: • Explicar o funcionamento de uma cromatografia em coluna, utilizando os conceitos corretos.

CROMATOGRAFIA DE COLUNA

Num breve esquema, descreva o funcionamento geral da cromatografia de coluna.

[Link].057/02
PROPOSTA DE TRABALHO N.º 4
CURSO: Técnico/a de Análise Laboratorial AÇÃO: 001/2014
UNIDADE/MÓDULO: 4509 – Métodos Cromatográficos LOCAL: Vila Real
MODALIDADE:
HOMOLOGAÇÃO: Não se aplica PROJETO Nº: 073905/2012/23

DATA DE
FORMADOR: SARA FERNANDES RAMOS
REALIZAÇÃO:
FORMANDO:
TEMÁTICA: Cromatografia em Papel
MATERIAL A UTILIZAR: Descriminado no protocolo
PROPOSTA DE TRABALHO: Individual Em grupo x Nº de elementos 3 DURAÇÃO: 2h30m Sessão nº: 4
OBJETIVO(S) DE APRENDIZAGEM: Interpretar resultados de problemas de CP, com clareza.

EXPERIÊNCIA DE CROMATOGRAFIA EM PAPEL

INTRODUÇÃO

A cromatografia é um método físico-químico de separação de sólidos dissolvidos em uma solução por meio da migração
diferencial de seus componentes em duas fases imiscíveis (fase móvel e fase estacionária). A fase estacionária é a parte
onde o componente é arrastado e se fixa. No caso deste experimento será o papel conseguido a partir do coador de
café. A fase móvel é um líquido ou gás que arrasta os componentes da mistura pela fase estacionária. No experimento
em questão será a água e, posteriormente, o álcool. Esta técnica é utilizada para determinar o número de componentes
de uma mistura, bem como identificar quais são estas substâncias. O primeiro tipo de cromatografia utilizado foi em
papel. Este é o tipo que será apresentado neste trabalho.

OBJETIVO

Ver na prática como ocorre a separação dos componentes de uma mistura por meio da técnica de cromatografia em
papel.

MATERIAIS E REAGENTES

[Link].057/02
 Coador de café;
 Um lápis, caneta ou pregador;
 Canetas coloridas hidrográficas (preferencialmente nas cores vermelho, azul, preta, verde, amarela e vinho);
 Clipes ou fita adesiva;
 Acetona;
 Álcool;
 Copo ou goblé.

PROCEDIMENTO E XPERIMENTAL
1. Recorte o coador de papel em tiras de cerca de 4,0 cm de largura e 13 cm de comprimento;
2. Coloque pingos da tinta de cada caneta na parte inferior da tira de papel. Tome o cuidado para não colocar
muito na extremidade, deixe cerca de 2,0 cm de base. A distância entre os pontos também não deve ser muito
pequena; deve ser cerca de 1,0 cm. Experimente colocar todas as cores ou pode colocar uma a uma. Uma
sugestão boa é colocar em uma mesma tira as cores azul, amarelo e verde.
3. Prenda esta tira na vertical em um lápis, caneta ou pregador que ficará sobre o copo na horizontal. Pode
prender com o clipe ou com a fita adesiva.
4. Coloque acetona no copo. Atenção: Não encha o copo, coloque apenas uma quantidade suficiente para molhar
a ponta da tira de papel sem alcançar a tinta (aproximadamente 1,5 cm).
5. Coloque a tira no copo conforme a ilustração acima.
6. Observe o que ocorre com o tempo.
7. Quando o líquido subir por todo o papel, retire-o e deixe-o secar.
8. Anote os fatos observados.
9. Repita o processo, colocando álcool ao invés de acetona.

RESULTADOS E D ISCUSSÃO
1. Num relatório o formando deverá responder às seguintes questões:
2. O que ocorreu com as tintas das canetas com o tempo?
3. Quais tinham mais de um componente e quais possuíam apenas um?
4. Quais foram as cores observadas na separação de cada tinta?
5. Por que cada componente das tintas percorre uma distância diferente?
6. Quais tintas tinham os mesmos componentes?
7. Qual a diferença observada ao se colocar álcool ao invés de água? Por que houve esta diferença?

[Link].057/02
PROPOSTA DE TRABALHO N.º 5
CURSO: Técnico/a de Análise Laboratorial AÇÃO: 001/2014
UNIDADE/MÓDULO: 4509 – Métodos Cromatográficos LOCAL: Vila Real
MODALIDADE:
HOMOLOGAÇÃO: Não se aplica PROJETO Nº: 073905/2014/23

DATA DE
FORMADOR: SARA FERNANDES RAMOS
REALIZAÇÃO:
FORMANDO:
TEMÁTICA: Cromatografia em papel
MATERIAL A UTILIZAR: No protocolo
PROPOSTA DE TRABALHO: Individual Em grupo x Nº de elementos 3 DURAÇÃO: 2h30m Sessão nº: 5
Aplicar a CP a casos reais, com precisão;
OBJETIVO(S) DE APRENDIZAGEM: Aplicar a CP a casos reais, com facilidade;
Resolução de relatórios laboratoriais, bem estruturados, sem erros.

PROTOCOLO LABORATORIAL

INTRODUÇÃO
O objetivo deste trabalho é utilizar a cromatografia em papel para separar os pigmentos de pimentões
verdes, amarelos e vermelhos e, com base no resultado dos cromatogramas, nos conceitos de interações
intermoleculares e nas propriedades de funções orgânicas, identificar os pigmentos correspondentes às diferentes
zonas cromatográficas.

O pimentão (Capsicum annuum L.) é uma planta da família Solanaceae, cuja cor depende da capacidade de
sintetizar carotenóides e de reter pigmentos de clorofilas (Collera-Zuniga e cols., 2005). Os pimentões verdes e
amarelos devem sua coloração principalmente à presença de carotenos e de carotenóides oxigenados, tais como as
criptoxantinas (Bianchini e Penteado, 1998). Nos pimentões vermelhos, há também carotenóides polioxigenados, tais
como as capsantinas e capsorubina (Curl, 1962). São encontrados na natureza vários derivados da capsantina,
sobretudo derivados epoxidados, e os carotenóides hidroxilados ocorrem na natureza sob a forma de ésteres (Davies e
cols., 1970). Cabe destacar que o pimentão seco e moído é utilizado como condimento denominado “páprica”. Silva et
al (2006) empregaram a cromatografia em coluna para isolar os pigmentos do extrato da páprica.

Os carotenóides são pigmentos encontrados na natureza e trazem benefícios para a saúde por sua atividade
antioxidante e anticancerígena. Alguns desses compostos apresentam também atividade pró-vitamínica A (Bianchini e
Penteado, 1998). A maioria deles é estável à temperatura ambiente, porém devido ao elevado número de ligações
duplas, quando purificados, devem ser mantidos na ausência de luz e oxigênio e em ambiente refrigerado. A coloração
dos carotenóides varia do amarelo, passando pelo laranja, até o vermelho intenso e resulta da multiplicidade de duplas
ligações conjugadas.

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

Obtenção dos extratos


Pimentões verdes, amarelos e vermelhos (Figura 1, a) foram picados em pedaços pequenos. Foram pesados
cerca de 30 g dos pedaços de cada pimentão, aos quais foram adicionados 10 mL de acetona e 50 mL de hexano (Figura
1, b). As misturas foram maceradas separadamente, num almofariz e pilão, e deixadas em repouso por 1 hora (Figura 1,
c). Após esse período, as misturas são filtradas num funil comum, com papel de filtro pregueado Whatmann nº 1 e, em
seguida, as fases aquosas dos filtrados são separadas em funil de separação, resultando cerca de 30 mL de cada uma

[Link].057/02
das fases hexânicas (Figura 1, d). É adicionado sulfato de sódio anidro a essas fases orgânicas que, após filtração, são
concentradas até o volume de 1 mL, com aquecimento em banho-maria mantido a 70 ºC e sob agitação.

Figura 1: Etapas de obtenção dos extratos: a) alguns dos pimentões utilizados; b) pimentões picados e imersos em
hexano:acetona (5:1); c) maceração dos pimentões verdes; d) extratos obtidos; e) “corrida” cromatográfica.

Aplicação da amostra e preparação da cuba cromatográfica


O concentrado resultante de cada extrato é aplicado em fita de papel preparada com papel de filtro
Whatmann nº 1, com dimensões de 3,0 por 8,5 cm. Uma gota de cada amostra é aplicada, com um capilar, próxima à
base do papel (cerca de 1 cm acima da borda), tendo cuidado para que o diâmetro da mancha não ultrapassasse 0,5
cm.

A cuba cromatográfica é preparada com um recipiente cilíndrico de vidro com tampa e contendo um pedaço
de papel de filtro embebido com fase móvel, deixando a atmosfera interna do recipiente saturada com vapores da fase
móvel para facilitar a “corrida” cromatográfica (desenvolvimento do cromatograma).

Realização da cromatografia
Após a evaporação do solvente no qual a amostra está diluída para aplicação, a fita de papel é posicionada na
cuba cromatográfica de modo que o nível da fase móvel fique abaixo do ponto onde a amostra tenha sido aplicada. Os
extratos aplicados são eluídos com hexano com 5% de acetona (Figura 1, e) e são obtidos os cromatogramas 1, 2 e 3,
mostrados na Figura 2.

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.

Figura 4: Cromatogramas dos extratos de pimentões amarelos (1), verdes (2) e vermelhos (3).

RESULTADOS E D ISCUSSÃO
Num relatório individual o formando deverá responder às seguintes questões, tendo em atenção que o
cromatograma deverá fazer parte do mesmo:
1. Quais são os principais constituintes dos pimentões? Justifique.
2. Que cores estavam presentes no papel de filtro e que cores faltavam? Justifique?
3. Que outros solventes poderia ter utilizado neste procedimento?
4. Calcule o fator de retenção para todos os compostos e interprete os resultados.

[Link].057/02
PROPOSTA DE TRABALHO N.º 6
CURSO: Técnico/a de Análise Laboratorial AÇÃO: 001/2014
UNIDADE/MÓDULO: 4509 – Métodos Cromatográficos LOCAL: Vila Real
MODALIDADE:
HOMOLOGAÇÃO: Não se aplica PROJETO Nº: 073905/2014/23

DATA DE
FORMADOR: SARA FERNANDES RAMOS
REALIZAÇÃO:
FORMANDO:
TEMÁTICA: Cromatografia de Placa
MATERIAL A UTILIZAR:
PROPOSTA DE TRABALHO: Individual Em grupo x Nº de elementos 3 DURAÇÃO: 2h Sessão nº: 6
Explicar o funcionamento da cromatografia de placa corretamente;
OBJETIVO(S) DE APRENDIZAGEM: Enumerar os princípios básicos da CP, sucintamente.

CROMATOGRAFIA DE PLACA

Enumere os princípios básicos da Cromatografia de Placa fazendo uma comparação com a


Cromatografia de Papel.

[Link].057/02
PROPOSTA DE TRABALHO N.º 7
CURSO: Técnico/a de Análise Laboratorial AÇÃO: 001/2014
UNIDADE/MÓDULO: 4509 – Métodos Cromatográficos LOCAL: Vila Real
MODALIDADE:
HOMOLOGAÇÃO: Não se aplica PROJETO Nº: 073905/2014/23

DATA DE
FORMADOR: SARA FERNANDES RAMOS
REALIZAÇÃO:
FORMANDO:
TEMÁTICA: Cromatografia gasosa e Cromatografia gás-líquido
MATERIAL A UTILIZAR:
PROPOSTA DE TRABALHO: Individual x Em grupo Nº de elementos DURAÇÃO: 2h30 Sessão nº: 7
• Explicar o funcionamento da cromatografia gasosa, sem erros;
• Enumerar as aplicações da cromatografia gasosa;
OBJETIVO(S) DE APRENDIZAGEM: • Indicar o funcionamento da cromatografia gás-líquido, corretamente;
• Relacionar a cromatografia gasosa com a cromatografia gás-líquido.

CROMATOGRAFIA GASOSA E CROMATOGRAFIA GÁS-LÍQUIDO

Identifique os vários componentes do seguinte equipamento:

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PROPOSTA DE TRABALHO N.º 8
CURSO: Técnico/a de Análise Laboratorial AÇÃO: 001/2014
UNIDADE/MÓDULO: 4509 – Métodos Cromatográficos LOCAL: Vila Real
MODALIDADE:
HOMOLOGAÇÃO: Não se aplica PROJETO Nº: 073905/2014/23

DATA DE
FORMADOR: SARA FERNANDES RAMOS
REALIZAÇÃO:
FORMANDO:
TEMÁTICA: Cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC)
MATERIAL A UTILIZAR:
PROPOSTA DE TRABALHO: Individual x Em grupo Nº de elementos DURAÇÃO: 3h Sessão nº: 8
• Descrever o funcionamento do HPLC, com coerência;
OBJETIVO(S) DE APRENDIZAGEM: • Indicar os componentes do HPLC, corretamente

CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA (HPLC)

1. Como uma forma de recapitular os principais conteúdos analisados, sucintamente, responda às seguintes
questões:
a. Quais são os componentes básicos de um sistema de HPLC?

b. Quantos tipos de detetores estão disponíveis para um HPLC?

c. Que especificações são importantes para uma coluna de um HPLC?

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PROPOSTA DE TRABALHO N.º 9
CURSO: Técnico/a de Análise Laboratorial AÇÃO: 001/2014
UNIDADE/MÓDULO: 4509 – Métodos Cromatográficos LOCAL: Vila Real
MODALIDADE:
HOMOLOGAÇÃO: Não se aplica PROJETO Nº: 073905/2014/23

DATA DE
FORMADOR: SARA FERNANDES RAMOS
REALIZAÇÃO:
FORMANDO:
TEMÁTICA: Cromatografia Gasosa acoplada à Espectrometria de Massa (GC-MS) – noções básicas
MATERIAL A UTILIZAR:
PROPOSTA DE TRABALHO: Individual x Em grupo Nº de elementos DURAÇÃO: 3h Sessão nº: 9
• Diferenciar o HPLC do GC-MS, corretamente;
OBJETIVO(S) DE APRENDIZAGEM: • Explicar o funcionamento do equipamento, utilizando os principais componentes que o compõe,
corretamente

CROMATOGRAFIA GASOSA ACOPLADA À E SPECTROMETRIA DE MASSA (GC-MS) – NOÇÕES BÁSICAS

Enumere as principais vantagens e desvantagens deste método:

Vantagens Desvantagens

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Anexo 2 Fichas de Avaliação

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ENUNCIADO DA AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS

Curso: Técnico/a de Análise Laboratorial Ação Nº: 001/2014


Módulo/Unidade: 4509 – Métodos Cromatográficos Duração: 120 minutos
Homologações:
Formador/es: Sara Fernandes Ramos
Formando: Data de Realização:17/02/2014

Avaliação: Formativa Sumativa x Teórica x Prática Prática Simulada

Face às aprendizagens que desenvolveu ao longo desta Unidade/Módulo, apresentam-se aqui alguns
desafios/questões que carecem de resolução. Faça uso das suas competências e proponha soluções.

Objetivo de Aprendizagem 1:
- Explicar corretamente os princípios e modo de funcionamento dos equipamentos analíticos mais usados na área
cromatográfica;

Cotação: 4Valores

Desafios / Questões:

Classifique os itens seguintes como Verdadeiros ou Falsos:

Questões V F

a) A cromatografia é um método analítico espectral.

b) A cromatografia Gás-Líquido é do tipo onde existe partição do soluto entre duas


fases.

c) O gráfico da resposta do detector em função do tempo de retenção ou da


distância percorrida tem o nome de cromatógrafo.

d) Em todos os tipos de cromatografia existe apenas uma fase, a fase móvel.

Objetivo de Aprendizagem 2:
- Explicar corretamente os princípios e modo de funcionamento dos equipamentos analíticos mais usados na área
cromatográfica;
Cotação: 4Valores

Desafios / Questões:

Estabeleça a relação entre os nomes e a descrição dos parâmetros que avaliam ou preveem o desempenho
de uma separação cromatográfica:

É a medida da qualidade de uma separação


Fator de capacidade
cromatográfica
É a medida da separação entre 2 componentes de
Seletividade
uma mistura
É a razão entre os fatores de capacidade de 2
Resolução

[Link].057/02
componentes numa mistura
É a medida da retenção de um componente na fase
Eficiência
estacionária

Objetivo de Aprendizagem 3:
- Projetar uma experiência analítica para resolver assertivamente um problema real;
Cotação: 8Valores

Desafios / Questões:
Preencha os espaços em branco:

Numa cromatografia em , considerando que a amostra(Letra ) percorreu 5 cm na fase


e a frente de solvente 8 cm (Letra ) , o fator de resolução é de .

Objetivo de Aprendizagem 4:
Executar, sem cometer erros, técnicas cromatográficos, simples, acopladas e hifenadas;
Cotação: 2Valores

Desafios / Questões:
Desenhe o processo da cromatografia em coluna, desde o momento da preparação da coluna até à
eluição do extrato.

[Link].057/02
Objetivo de Aprendizagem 5:
- Projetar uma experiência analítica para resolver assertivamente um problema real;
Cotação: 2Valores

Desafios / Questões:
Descreva o procedimento experimental para a coluna em papel, indicando o material necessário e por tópicos
os vários passos do procedimento.

Nota: os objetivos de aprendizagem e respetivos desafios/questões devem ser tantos quantos os exigidos pelas diferentes tipologias

Assinatura do/s Formador/es: Data


Escala de Avaliação *
Qualitativa Quantitativa
I;S;B;MB e E 0-20
[Link].057/02
Assinatura do Coordenador Data

*
Adequar à tipologia

[Link].057/02
GRELHA DE CORREÇÃO DA AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS

Objetivo de Aprendizagem 1:
- Explicar corretamente os princípios e modo de funcionamento dos equipamentos analíticos mais usados na área
cromatográfica;

Cotação: 4Valores

Desafios / Questões:

Classifique os itens seguintes como Verdadeiros ou Falsos:

Questões V F

a) A cromatografia é um método analítico espectral. x

b) A cromatografia Gás-Líquido é do tipo onde existe partição do soluto entre duas


x
fases.

c) O gráfico da resposta do detector em função do tempo de retenção ou da


x
distância percorrida tem o nome de cromatógrafo.

d) Em todos os tipos de cromatografia existe apenas uma fase, a fase móvel. x

Objetivo de Aprendizagem 2:
- Explicar corretamente os princípios e modo de funcionamento dos equipamentos analíticos mais usados na área
cromatográfica;
Cotação: 4Valores

Desafios / Questões:

Estabeleça a relação entre os nomes e a descrição dos parâmetros que avaliam ou preveem o desempenho
de uma separação cromatográfica:

É a medida da retenção de um componente na fase


Fator de capacidade
estacionária
É a razão entre os fatores de capacidade de 2
Seletividade
componentes numa mistura
É a medida da separação entre 2 componentes de
Resolução
uma mistura
É a medida da qualidade de uma separação
Eficiência
cromatográfica

[Link].057/02
Objetivo de Aprendizagem 3:
- Projetar uma experiência analítica para resolver assertivamente um problema real;
Cotação: 8Valores

Desafios / Questões:
Preencha os espaços em branco:

Numa cromatografia em PAPEL , considerando que a amostra(Letra X ) percorreu 5 cm na fase


e a frente de solvente 8 cm (Letra Y ) , o fator de resolução é de 0,625 .

Objetivo de Aprendizagem 4:
Executar, sem cometer erros, técnicas cromatográficos, simples, acopladas e hifenadas;
Cotação: 2Valores

Desafios / Questões:
Desenhe o processo da cromatografia em coluna, desde o momento da preparação da coluna até à
eluição do extrato.

[Link].057/02
Objetivo de Aprendizagem 5:
- Projetar uma experiência analítica para resolver assertivamente um problema real;
Cotação: 2Valores

Desafios / Questões:
Descreva o procedimento experimental para a coluna em papel, indicando o material necessário e por tópicos
os vários passos do procedimento.
Materiais e Reagentes:
• Coador de café;
• Um lápis, caneta ou pregador;
• Canetas coloridas hidrográficas (preferencialmente nas cores vermelho, azul, preta, verde, amarela e
vinho);
• Clipes ou fita adesiva;
• Acetona;
• Álcool;
• Copo ou goblé.

Procedimento Experimental
1. Recorte o coador de papel em tiras de cerca de 4,0 cm de largura e 13 cm de comprimento;
2. Coloque pingos da tinta de cada caneta na parte inferior da tira de papel. Tome o cuidado para não colocar
muito na extremidade, deixe cerca de 2,0 cm de base. A distância entre os pontos também não deve ser muito
pequena; deve ser cerca de 1,0 cm. Experimente colocar todas as cores ou pode colocar uma a uma. Uma
sugestão boa é colocar em uma mesma tira as cores azul, amarelo e verde.
3. Prenda esta tira na vertical em um lápis, caneta ou pregador que ficará sobre o copo na horizontal. Pode
prender com o clipe ou com a fita adesiva.
4. Coloque acetona no copo. Atenção: Não encha o copo, coloque apenas uma quantidade suficiente para
molhar a ponta da tira de papel sem alcançar a tinta (aproximadamente 1,5 cm).
5. Coloque a tira no copo conforme a ilustração acima.
6. Observe o que ocorre com o tempo.
7. Quando o líquido subir por todo o papel, retire-o e deixe-o secar.
8. Anote os fatos observados.

Nota: os objetivos de aprendizagem e respetivos desafios/questões devem ser tantos quantos os exigidos pelas diferentes tipologias

Assinatura do/s Formador/es: Data


Escala de Avaliação *
Qualitativa Quantitativa
Assinatura do Coordenador Data I;S;B;MB e E 0-20

*
Adequar à tipologia

[Link].057/02
ENUNCIADO DA AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS

Curso: Técnico/a de Análise Laboratorial Ação Nº: 001/2014


Módulo/Unidade: 4509 – Métodos Cromatográficos Duração: 120 minutos
Homologações:
Formador/es: Sara Fernandes Ramos
Formando: Data de Realização:17/02/2014

Avaliação: Formativa X Sumativa Teórica x Prática Prática Simulada


Face às aprendizagens que desenvolveu ao longo desta Unidade/Módulo, apresentam-se aqui alguns
desafios/questões que carecem de resolução. Faça uso das suas competências e proponha soluções.

Objetivo de Aprendizagem 1:
• Indicar em que situações a CP é utilizada, com clareza, e sucintamente;
• Enumerar vantagens do método de CP corretamente;
• Resolver problemas de CP aplicando o fator de retenção, sem cometer erros;
• Interpretar resultados de problemas de CP, com clareza.
Cotação: 20Valores

Desafios / Questões:
Para cada questão selecione a opção correta:
1. A cromatografia é um método de:

Adsorção
Partição
Troca Iónica
Exclusão Molecular
2. Este método utiliza:

Muita amostra
Pouca amostra
Nenhuma amostra
3. O fator de retenção depende de:

Distância do soluto e do solvente


Quantidade de solvente no copo
Quantidade de solvente no copo
Nota: os objetivos de aprendizagem e respetivos desafios/questões devem ser tantos quantos os exigidos pelas diferentes tipologias

Assinatura do/s Formador/es: Data


Escala de Avaliação *
Qualitativa Quantitativa
Assinatura do Coordenador Data I;S;B;MB e E 0-20

[Link].057/02
*
Adequar à tipologia

GRELHA DE CORREÇÃO DA AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS

Curso: Técnico/a de Análise Laboratorial Ação Nº: 001/2014


Módulo/Unidade: 4509 – Métodos Cromatográficos Duração: 120 minutos
Homologações:
Formador/es: Sara Fernandes Ramos
Formando: Data de Realização:17/02/2014

Avaliação: Formativa X Sumativa Teórica x Prática Prática Simulada


Cotação: 20Valores

Desafios / Questões:
Para cada questão selecione a opção correta:
4. A cromatografia é um método de:

Adsorção
Partição X
Troca Iónica
Exclusão Molecular
5. Este método utiliza:

Muita amostra
Pouca amostra X
Nenhuma amostra
6. O fator de retenção depende de:

Distância do soluto e do solvente X


Quantidade de solvente no copo
Quantidade de solvente no copo
Nota: os objetivos de aprendizagem e respetivos desafios/questões devem ser tantos quantos os exigidos pelas diferentes tipologias

Assinatura do/s Formador/es: Data


Escala de Avaliação *
Qualitativa Quantitativa
Assinatura do Coordenador Data I;S;B;MB e E 0-20

*
Adequar à tipologia

[Link].057/02

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