Reis de Portugal
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D. Afonso Henriques D. Sancho I D. Afonso II D. Sancho II D. Afonso III D. Dinis
(o Conquistador) (o Povoador) (o Gordo) (o Capelo) (o Bolonhês) (o Lavrador)
D. Afonso IV D. Pedro I D. Fernando D. João I D. Duarte D. Afonso V
(o Bravo) (o Justiceiro) (o Formoso) (o de Boa Memória) (o Eloquente) (o Africano)
D. João II D. Manuel I D. João III D. Sebastião D. Henrique D. Filipe I
(o Príncipe Perfeito) (o Venturoso) (o Piedoso) (o Desejado) (o Casto) (o Prudente)
D. Filipe II D. Filipe III D. João IV D. Afonso VI D. Pedro II D. João V
(o Pio) (o Grande) (o Restaurador) (o Vitorioso) (o Pacífico) (o Magnânimo)
D. José D. Maria I D. João VI D. Pedro IV D. Miguel D. Maria II
(o Reformador) (a Piedosa) (o Clemente) (o Libertador) (o Usurpador) (a Educadora)
Primeira dinastia – Dinastia Afonsina
Segunda dinastia – Dinastia Joanina
Terceira dinastia – Dinastia Filipina
D. Pedro V D. Luís I D. Carlos D. Manuel II Quarta dinastia – Dinastia Brigantina
(o Esperançoso) (o Popular) (o Martirizado) (o Desventuroso)
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1 Descobre o nome de alguns reis, seguindo as pistas que te são dadas.
Faz parte da primeira dinastia e as suas ações foram muito importantes
para a formação de Portugal. Conquistou muitas terras aos Muçulmanos,
estando esse facto relacionado com o seu cognome.
Faz parte da primeira dinastia e deu especial atenção ao desenvolvimento
das atividades agrícolas, facto que influenciou a atribuição do seu
cognome.
A sua morte provocou uma crise de sucessão e o rei que lhe sucedeu deu
origem a uma nova dinastia.
Subiu ao trono depois de lutar contra os Castelhanos. Iniciou uma nova
dinastia, durante a qual se deu o início e o prosseguimento da expansão
marítima.
Morreu numa batalha no Norte de África. Após a morte do seu sucessor
Portugal perdeu a independência.
Inaugurou uma nova dinastia e livrou os Portugueses do domínio caste-
lhano, restaurando a nossa independência.
Foi assassinado em 1908, sucedendo-lhe o seu filho, último rei
de Portugal.
Resumo
Desde a fundação de Portugal, no século XII, até 1910, Portugal viveu sob um regime político
chamado Monarquia.
Na Monarquia, o chefe de Estado é o rei e ocupa esse cargo vitaliciamente, ou seja, até à sua
morte, sucedendo-lhe o filho mais velho. Porém, quando o rei não deixa nenhum filho, pro-
cura-se o descendente direto mais próximo, por exemplo, um irmão, um tio, um primo ou
outro familiar. A monarquia é, portanto, um sistema hereditário, ou seja, à morte do pai sucede-
-lhe um filho ou outro familiar que herda esse cargo.
Na História de Portugal, separa-se a Monarquia em dois períodos: o primeiro ocorreu entre
a fundação de Portugal e o século XIX, até cerca de 1834; o segundo, desta data até 5 de outubro
de 1910, ano em que a Monarquia deixou de vigorar no nosso país.
Durante o primeiro período, o rei detinha mais poderes do que no segundo. Embora reunisse
as Cortes, ou seja, o conjunto dos representantes dos diversos grupos sociais, era ele quem
tomava as decisões. No entanto, a partir de D. João V, as Cortes deixaram de ser convocadas e o
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poder dependia apenas do rei. Por isso, dizemos que era um rei absoluto.
A partir de 1834 instaurou-se em Portugal uma monarquia liberal, ou seja, o rei dividia os
poderes com os Tribunais, com o Governo e com as Cortes.
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