N-2282 Segurança em Teste de Formação E de Produção Na Presença de Gás Sulfídrico (H S)
N-2282 Segurança em Teste de Formação E de Produção Na Presença de Gás Sulfídrico (H S)
A JUL / 98
SEGURANÇA EM TESTE DE
FORMAÇÃO E DE PRODUÇÃO NA
PRESENÇA DE GÁS SULFÍDRICO
(H2S)
Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.
Apresentação
PÁGINA EM BRANCO
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PREFÁCIO
1 OBJETIVO
2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas para a
presente Norma.
3 DEFINIÇÕES
É a área onde não pode haver presença de terceiros, nem fontes de ignição estranhas às
operações de controle.
a) Aparelho de Adução de Ar
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4 PROPRIEDADES DO H 2 S
4.2.2 O H2S (gás sulfídrico ou sulfeto de hidrogênio) é extremamente tóxico e, por ser mais
pesado que o ar, se acumula nas regiões mais baixas.
4.2.4 O limite de tolerância de exposição ao gás sulfídrico é de 8 ppm para uma jornada de 8
horas diárias, conforme NR-15 da Portaria nº 3214 do Ministério do Trabalho.
4.2.5 É um gás hipersensibilizante, isto é, a exposição freqüente torna o organismo cada vez
mais vulnerável.
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4.2.6 Em baixas concentrações tem odor forte e desagradável, semelhante ao de ovo podre.
Para concentrações entre 8 e 50 ppm, provoca perda de olfato em até 1 hora e problemas nos
olhos e garganta a seguir; entre 100 e 150 ppm na atmosfera provoca perda de olfato em até
15 min., podendo causar a morte a partir de 8 horas de exposição; 200 ppm podem causar
morte do indivíduo a partir de 4 horas de exposição. A concentração letal é de 600 ppm; neste
teor o H2S mata em instantes.
4.2.7 O H2S age da seguinte forma sobre o organismo: quando se respira, o H2S, através dos
pulmões, entra na corrente sanguínea. Para se proteger, o organismo oxida (queima) o H2S o
mais rápido possível, formando um composto não prejudicial. Quando a concentração
aumenta, o organismo não consegue oxidá-lo totalmente e o excesso de H2S age no centro
nervoso do cérebro que comanda a respiração, resultando na paralisação total do sistema
respiratório. Como conseqüência, os pulmões param de funcionar e a pessoa se asfixia.
4.2.8 O H2S queima como uma chama de coloração azulada, produzindo o SO2, que também é
venoso, apresentando com concentração letal de 1000 ppm. Entretanto, sua presença na
atmosfera é mais facilmente perceptível do que no caso do H2S, na medida em que o SO2 não
atua inibindo o olfato, mas sim provocando sufocação do homem ao abandono imediato do
local de trabalho.
5.1 Devem-se utilizar detectores de H2S a partir da abertura do poço para fluxo.
5.2 Para determinação do teor de H2S do fluido produzido devem ser seguidos os
procedimentos descritos no ANEXO A.
5.3 Uma vez comprovada a existência de H2S no fluido produzido, deve ser instalado um
sistema de detecção fixo com sensores distribuídos nos seguintes locais:
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Os sensores fixos devem ser posicionados o mais próximo possível dos pontos vulneráveis a
vazamento, nos locais acima citados. Nos casos em que o teor de H2S do fluido produzido for
menor que 50 ppm, a monitoração do H2S na atmosfera pode ser feita apenas por detectores
portáteis.
5.4 O sistema de detecção fixo deve possuir 2 níveis de alarme, em função da concentração de
H2S na atmosfera, a saber:
No ANEXO B consta um Plano de Emergência Básica, para cada um dos níveis de alarme
citados.
5.5 Durante todo o transcorrer do teste deve ser feita monitoração constante com detectores
portáteis em toda a área da sonda.
6.2 Deve haver máscaras de fuga e óculos de proteção contra gases em quantidade suficiente
para todo o pessoal da plataforma/locação. Para testes em plataformas com fluidos com teores
maiores que 9500 ppm, estas máscaras devem ser do tipo máscara de fuga autônoma.
6.3 Para teores de H2S no fluido produzido maiores que 50 ppm, o pessoal envolvido na
operação deve utilizar durante todo o teste proteção respiratória conforme itens 3.3 a) e 3.3 b)
e transceptores portáteis do tipo à prova de explosão ou intrinsecamente seguros.
6.4 Para teores de H2S no fluido produzido menores que 50 ppm, o pessoal envolvido na
operação deve portar máscaras de fuga e óculos de proteção contra gases.
6.5 Em zonas em que não se conhece previamente o teor de H2S, o pessoal da operação deve
utilizar proteção respiratória conforme itens 3.3 a) e 3.3 b) desde a abertura do poço para
fluxo, até que se tenham dados confiáveis do teor de H2S do fluido produzido, para que os
procedimentos previstos nesta Norma sejam então adotados.
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6.6 O sistema de proteção respiratória conforme itens 3.3 a) e 3.3 b) utilizado deve ser
obrigatoriamente de pressão positiva.
6.7 Não podem tomar parte na execução dos testes pessoas que usem barba ou que estejam
em desacordo com o ANEXO D (FOLHA 4), item Medidas de Proteção.
6.8 Antes da execução do teste deve ser feito teste de estanqueidade das máscaras com o
pessoal envolvido na operação.
7.1.1 O processo de seleção de materiais para trabalhos em ambientes com H2S deve seguir os
critérios adotados pela NACE MR-01-75.
7.1.4 Os materiais dos equipamentos utilizados, podem ser de aço-carbono comum, com
dureza máxima de HRC 22, ou de aço liga da série (41XX), com dureza de até HRC 26, desde
que temperado e revenido. Existem outros materiais, como os aços inoxidáveis, que também
podem ser utilizados com H2S, desde que sob determinadas condições, conforme NACE MR-
01-75.
7.1.5 Os materiais com dureza maior que HRC 26 só podem ser utilizados em casos
excepcionais, e mesmo assim, após prévia aceitação dos órgãos operacionais envolvidos.
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7.1.6 Altas temperaturas inibem o processo da SSC. Ver TABELA item 7.2.2.1
No processo de escolha do tipo de tubos a serem utilizados para descida da ferramenta de teste
devem ser considerados os seguintes fatores: material e tipo de conexão. A conexão deve ter
vedação na rosca ou vedação de anéis “o Ring”. Existe uma grande variedade de tipos de aço
próprios para estes trabalhos. A seguir estão listados alguns dos principais materiais utilizados,
conforme API SPEC 5CT, assim como a influência da temperatura sobre estes.
7.2.2.1 Aços-carbono
Outros aços-carbono com limites máximos de escoamento de 758,5 MPa (110.000 psi) e
965,3 MPa (140.000 psi), desde que temperados e revenidos, podem ser usados a partir de
65,55 e de 79,44ºC respectivamente.
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7.2.2.2 Outros materiais - Além dos materiais supracitados, é permitido o uso de outros, tais
como aço-liga da série (41XX), aços inoxidáveis, sempre sob determinadas condições,
conforme NACE MR-01-75.
Os anéis de vedação devem ser próprios para serviços em ambientes com H2S.
Além das condições estabelecidas na norma PETROBRAS N-2253, devem ser obedecidos os
seguintes critérios:
8.1.1 Realizar reunião com o pessoal envolvido na execução do teste, conforme norma
PETROBRAS N-2253, a fim de:
8.1.2 Só podem participar da execução de testes com a presença de H2S pessoas que não
apresentem tímpanos perfurados, problemas respiratórios ou cardíacos, conforme ANEXO D
(FOLHA 4) item Medidas de Proteção.
8.1.3 O Serviço Médico deve ser notificado da realização do teste e ter à sua disposição as
fichas de saúde de todo o pessoal envolvido na operação.
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8.1.5 Em plataformas ou áreas terrestres de difícil acesso, deve ser prevista, na base de apoio,
a disponibilidade de um helicóptero para atendimento em caso de emergência, com tripulação a
postos, durante todo o transcorrer do teste.
8.1.6 Em toda a área controlada, devem ser dispostas, em locais previamente determinados,
placas de sinalização da série “PERIGO”, alertando para a presença de H2S.
8.1.7 Os pontos de reunião devem ser fixados em locais opostos devidamente identificados,
considerando os ventos predominantes, e sinalizadas as vias de fuga para acesso aos mesmos.
8.1.8 Instalar indicadores contínuos da direção do vento, tais como birutas e bandeiras, com
condições de visibilidade à noite.
8.1.9 Ao selecionar a posição dos queimadores que serão utilizados durante o teste, tomar
cuidados especiais com a direção em que os fluidos queimados serão carregados, na medida
em que o SO2, gás obtido com a queima do H2S, também é tóxico.
8.1.10 Para testes com fluidos como teor de H2S maior que 100 ppm, também devem ser
previstos ventiladores à prova de explosão, posicionados estrategicamente para reduzir riscos
de exposição ao H2S.
8.1.12 Nos casos de testes de poços de gás ou fluidos com elevada razão gás-óleo (RGO),
deve ser feito teste de estanqueidade da coluna antes do inicio do teste de formação/produção,
de preferência na mesma descida.
8.1.13 Não utilizar colchão de água, para assim minimizar as possibilidades de ocorrência de
“SSC” (ver item 7.1.2).
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8.2.1 A entrada na área de operação deve ser feita tomando-se as seguintes precauções:
8.2.3 A realização de qualquer tipo de trabalho não relacionado ao teste na Área Controlada
só poderá se dar mediante autorização do responsável pelo teste.
8.2.6 A plataforma da sonda deve ser mantida limpa e com os materiais necessários à
operação organizados.
8.2.9 Durante o acompanhamento do sopro pela mangueirinha, o fluxo deve ser desviado para
o queimador assim que se observar a presença de H2S. A mangueirinha deve ser aberta apenas
para monitoração. Para coleta de amostra e medição do teor de H2S do fluido no manifold,
usar procedimento do ANEXO A, conforme recomendado no item 5.2.
8.2.10 Todas as linhas de fluxo devem ser mantidas firmemente fixadas e não devem passar
por áreas confinadas.
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8.2.12 Circuitos piloto de cabeça de teste, separadores e aquecedores não devem ser supridos
com gás do separador.
8.3.1 Todas as linhas e vasos usados no teste devem ser purgados utilizando-se gás inerte ou
água, garantindo-se que não continuem contaminados pelo H2S.
8.3.2 Todos os espaços confinados ou que possam acumular H2S devem ser verificados
quanto a sua presença, antes de serem liberados para ocupação rotineira. O H2S é mais pesado
que o ar, por isso a probabilidade de se acumular nas áreas mais baixas é maior.
8.3.3 A ferramenta de teste e a coluna de tubos devem ser inspecionadas imediatamente após
a utilização, conforme procedimentos preestabelecidos.
8.3.4 Quando da armazenagem de amostra com H2S, estas devem ser identificadas conforme
ANEXO D (FOLHA 4) item Transporte, e verificadas quanto a possíveis vazamentos.
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9.1 Para testes com fluidos com teor de H2S maior que 100 ppm:
a) a área controlada deve ter no mínimo 100 m de raio a partir da cabeça do poço;
b) deve ser instalada uma estação fixa de rádio-comunicação na periferia da Área da
Sonda;
c) quando se tratar de altas pressões, usar cabeça de teste acionável distância.
9.2 Durante o transcorrer do teste, na Área Controlada deve permanecer apenas o pessoal
necessário à execução do teste e ao funcionamento normal da sonda.
10.1 Deve ser mantido o bordo somente o pessoal necessário à execução das operações e ao
funcionamento normal da plataforma.
10.2 Todo o pessoal não essencial à execução das operações deve permanecer na área do
alojamento durante os períodos de fluxo e de reserva. Durante os demais períodos do teste, o
acesso às áreas externas só poderá se dar mediante autorização prévia do responsável pelo
teste.
10.3 A embarcação de apoio deve permanecer sob máquinas numa distância máxima de
300 m, evitando permanecer na direção em que os fluidos produzidos são carregados pelo
vento.
10.5 Quando se tratar de poços ou de fluidos com elevada razão gás-óleo (RGO), em sondas
flutuantes, utilizar válvula de retenção acima da árvore submarina de teste.
10.6 Para testes com fluidos com mais de 50 ppm de H2S, usar cabeça e teste acionável à
distância.
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/ANEXO A
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A-1 A amostra para determinação do teor de H2S na fase gasosa do fluido produzido deve ser
coletada na tomada para coleta de amostras (“Kerotest”) no manifold a montante ou jusante do
restritor (“choke”). Caso não seja possível a obtenção de uma amostra do gás neste ponto,
fazê-la no ponto de coleta de amostra da linha de gás do separador.
A-2 O cilindro de amostragem (CA) para gás de preferência com revestimento interno para
resistir ao H2S, capacidade de 1 litro, munido de manômetro, deve ser acoplado à tomada para
a coleta de amostras (“Kerotest”) e purgado por um mínimo de 5 minutos para uma área bem
ventilada. Trapear a amostra de gás no CA, com pressão no máximo igual a 448 kPa
(65 psia).
A-4 Efetuar a medição do teor de H2S do gás do interior do CA. Caso a concentração deste
gás esteja acima do limite de detecção da ampola, repetir procedimento com amostra nova
(nova amostragem) e nova ampola de maior faixa de detecção.
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B-1.2 O alarme de emergência é acionado (toque intermitente), é dado aviso “gás sulfídrico” e
informado ponto de reunião.
B-1.5 O Grupo de Controle de Emergência passa a atuar, equipado com aparelhos autônomos
de proteção respiratória.
B-1.6 O pessoal indicado monitora as áreas para identificar as de maior concentração de H2S.
B-1.7 Proceder as chamada no ponto de reunião para checar se todos atenderam ao alarme.
B-1.10 Equipamentos de primeiros socorros devem estar prontos para uso no ponto de
reunião.
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Nesse caso, além das medidas recomendadas para a Condição 1, devem ser cumpridas também
as seguintes medidas adicionais:
B-2.1 Todo o pessoal não essencial ao controle da emergência deve evacuar a plataforma ou
locação usando equipamento de proteção individual conforme item 6 da Norma PETROBRAS
N-2282.
Nota: Para efeito de adoção desse Plano de Emergência Básico, as concentrações de H2S na
atmosfera devem ser medidas na distância de aproximadamente 5 metros de fonte de
surgência de H2S, na posição mais desfavorável.
____________
/ANEXO C
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Nº REV.
FOLHA:
FICHA DE INFORMAÇÃO SOBRE PRODUTO QUÍMICO 1 de 5
DATA DE EMISSÃO:
ÁCID0 HIDROSOLUSFÍDRICO
SULFETO DE HIDROGÊNIO
FABRICANTE/FORNECEDOR SINONIMÍA
H2 S
COMPONENTE % FIN Nº
ESTADO FÍSICO/APARÊNCIA/ODOR
GÁS INCOLOR, LEVEMENTE MAIS PESADO DO QUE O AR, POSSUINDO ODOR SEMELHANTE AO DE OVO PODRE EM CONCENTRAÇÕES
ACIMA DE 0,13ρρm ATÉ 50ρρm, CONCENTRAÇÕES ACIMA DE 50ρρm PERDE-SE O SENTIDO OLFATIVO.
PONTO DE EBULIÇÃO (ºC) PONTO DE FUSÃO (ºC) PRESSÃO DE VAPOR (mmHg) DENSIDADE DO VAPOR (AR = 1)
- 60,4
ρH (CONC. ESPECIFICADA) COEF. DE EXPANSÃO CÚBICA TEMPERATURA CRÍTICA (ºC) PRESSÃO CRÍTICA (mm/1g)
2
186 cm /100ml a 40 ºC ÁLCOOL E DISSULFETO DE SULFETO INORGÂNICO
CARBONO
x ESTÁVEL ¨ INSTÁVEL
850 ºC) H2 e S2
MATERIAIS INCOMPATÍVEIS
REAGE PERIGOSAMENTE COM ÁCIDOS FORTES (ÁCIDO NÍTRICO CONCENTRADO) E SUBSTÂNCIAS OXIDANTES PODEROSAS.
NA PRESENÇA DE UMIDADE REAGE RAPIDAMENTE COM VÁRIOS METAIS FORMANDO SULFETOS METÁLICOS, PROVOCANDO
CORROSÃO. A CAMADA DE SULFETO DE FERRO CRIADA NA SUPERFÍCIE INTERNA DO TANQUE PODE INFLAMAR-SE, POR AUTO-IGNIÇÃO,
AO ENTRAR EM CONTATO COM O AR - FORMA MISTURA EXPLOSIVA COM O AR.
FOLHA:
FICHA DE INFORMAÇÃO SOBRE PRODUTO QUÍMICO 2 de 5
DATA DE EMISSÃO:
260
INFERIOR: 4,3% DO VAPOR POR VOL. AR SUPERIOR: 46% DO VAPOR POR VOLUME
B
DE AR
CLASSIFICAÇÃO
PRODUZ VAPOR DE DIÓXIDO DE ENXOFRE (SO2) NOCIVO À SAÚDE E EXTREMAMENTE IRRITANTE E LETAL NA CONCENTRAÇÃO DE
1000 ρρm.
AS ÁGUAS RESULTANTES DO CONTROLE DO FOGO E AS ÁGUAS DE DILUIÇÃO PODEM CAUSAR POLUIÇÃO.
INGESTÃO INALAÇÃO
600ρρm
PELE OUTROS
AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE
Nº REV.
FOLHA:
FICHA DE INFORMAÇÃO SOBRE PRODUTO QUÍMICO 3 de 5
DATA DE EMISSÃO:
OLHOS
PELE
OUTROS
SISTEMA RESPIRATÓRIO
OLHOS
PELE
OUTROS
DISTÚRBIOS DIGESTIVOS, PERDA DE PESO, DEBILIDADE GERAL, DOR DE CABEÇA, IRRITAÇÃO NA GARGANTA.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
A AÇÃO IRRITANTE É EXPLICADA POIS H2S COMBINA COM ÁLCALIS PRESENTES NA SUPERFÍCIE ÚMIDA DO TECIDO, FORMANDO
SULFETOS DE SÓDIO.
AR
ÁGUA
INALAÇÃO
LAVAR IMEDIATAMENTE A PELE COM ÁGUA CORRENTE, DURANTE PELO MENOS 15 MINUTOS - USAR CHUVEIRO DE SEGURANÇA.
LAVAR IMEDIATAMENTE OS OLHOS COM ÁGUA CORRENTE DURANTE PELO MENOS 15 MINUTOS - USAR LAVA-OLHOS DE SEGURANÇA.
AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
Nº REV.
FOLHA:
FICHA DE INFORMAÇÃO SOBRE PRODUTO QUÍMICO 4 de 5
DATA DE EMISSÃO::
EXAUSTORES FIXOS (PARA LOCAIS FECHADOS) E SISTEMA DE DETECÇÃO, FIXOS OU PORTÁTEIS, COM MONITORAÇÃO
CONSTANTE DO H2S, POSSUINDO 2 NÍVEIS DE ALARME:
NÍVEL 1 - 8ρρm DE H2S NA ATMOSFERA
NÍVEL 2 - 50ρρm DE H2S NA ATMOSFERA
RESPIRATÓRIA
OLHOS
PELE
OUTRAS
AS PESSOAS QUE APRESENTAM AS CARACTERÍSTICAS ABAIXO MENCIONADAS NÃO SÃO INDICADAS PARA TRABALHAR EM
AMBIENTES COM RISCO DE H2S:
- TÍMPANO PERFURADO; - CONFORMAÇÃO FACIAL INADEQUADA PARA ESTANQUEIDADE DA
- PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS E CARDÍACOS; MÁSCARA.
- BARBA POR FAZER;
VAZAMENTOS/DERRAMAMENTOS
DESCARTE
2
TEMPERATURA PRESSÃO (Kg/cm ) OUTRAS CONDIÇÕES
AMBIENTE 17,7
FORMA ROTULAGEM
CILINDRO DE AÇO CARBONO, COR CREME, PARA AMOSTRAS H2S SECO COM 99% DE USAR ROTULAGEM DA CLASSE 2 DO
PUREZA. TRANSPORTE (FIG. DA NBR 7500)
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
OS CILINDROS DEVEM SER ESTOCADOS LONGE DE ÁCIDO NÍTRICO, SUBSTÂNCIAS OXIDANTES FORTES, LÍQUIDOS OU GASES
CORROSIVOS E POSSÍVEIS FONTES DE IGNIÇÃO. PROTEGER CONTRA ELETRICIDADE ESTÁTICA, LUZ DIRETA DO SOL E EXCESSIVO
CALOR.
NÚMERO RISCO OUTRAS CONDIÇÕES
1053
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
FONTES DE REFERÊNCIA
AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
Nº REV.
FOLHA:
FICHA DE INFORMAÇÃO SOBRE PRODUTO QUÍMICO 5 de 5
DATA DE EMISSÃO::
0a 8 ODOR CARACTERÍSTICO E DESAGRADÁVEL; CONCENTRAÇÃO MÁXIMA PARA SE CONTINUAR EXPOSTO AO GÁS SEM
PROBLEMAS.
50 a 100 PERDA DO SENTIDO DO OLFATO PEQUENA CONJUNTIVITE E IRRITAÇÃO DAS VIAS RESPIRATÓRIAS
100 a 150 IRRITAÇÃO NOS OLHOS E NAS VIAS DIFICULDADE IRRITAÇÃO NA SALIVAÇÃO E CORIZA, DOR HEMORRAGIA E
RESPIRATÓRIAS, TOSSE, PERDA DE GARGANTA. FORTE NOS OLHOS E TOSSE. MORTE.
DO SENTIDO DO OLFATO. RESPIRAÇÃO,
DOR NOS
OLHOS,
TONTURA.
150 a 200 PERDA DO SENTIDO DO OLFATO IRRITAÇÃO NOS OLHOS E GRANDE DIFICULDADE DE HEMORRAGIA E
GARGANTA.. RESPIRAÇÃO, VISTA EMBAÇADA, MORTE.
FOTOFOBIA.
200 a 350 IRRITAÇÃO NOS OLHOS, PERDA DO IRRITAÇÃO NOS LACRIMEJAMEN- FOTOFOBIA, HEMORRAGIA E MORTE.
SENTIDO DO OLFATO. OLHOS. TO DOLOROSO CATARRO , DOR
E LETARGIA. NOS OLHOS,
CONJUNTIVITE,
DIFICULDADE
DE
RESPIRAÇÃO
350 a 450 IRRITAÇÃO NOS OLHOS E PERDA DIFICULDADE AUMENTO DE TONTURA, FRAQUEZA E MORTE.
DO SENTIDO DO OLFATO. DE IRRITAÇÃO
RESPIRAÇÃO, NOS OLHOS E
TOSSE E NARIZ, DOR DE
IRRITAÇÃO NOS CABEÇA,
OLHOS. LETARGIA E
FOTOFOBIA.
450 A 600 TOSSE, PERDA DISTÚRBIO PALPITAÇÃO DO DOR FORTE, TONTURA, TREMOR E MORTE.
DE RESPIRATÓRIO, CORAÇÃO.
CONSCIÊNCIA. IRRITAÇÃO NOS
OLHOS.