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Estudo do Movimento: Músculo Esquelético

Este documento descreve um módulo sobre a miologia do curso profissional de técnico de desporto. O módulo inclui informações sobre a organização macroscópica e propriedades do músculo esquelético, assim como a organização microscópica e processo de contração muscular. Os objetivos gerais são distinguir as partes do músculo esquelético, descrever suas propriedades e explicar a contração muscular.
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Estudo do Movimento: Músculo Esquelético

Este documento descreve um módulo sobre a miologia do curso profissional de técnico de desporto. O módulo inclui informações sobre a organização macroscópica e propriedades do músculo esquelético, assim como a organização microscópica e processo de contração muscular. Os objetivos gerais são distinguir as partes do músculo esquelético, descrever suas propriedades e explicar a contração muscular.
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CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO

ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

Departamento de Expressões – Grupo de Educação Física

Módulo 2 - Miologia

BLOCO A – ORGANIZAÇÃO MACROSCÓPICA E PROPRIEDADES DO


MÚSCULO ESQUELÉTICO

Professor Henrique Nunes

Cofinanciado por:
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

Objetivos Gerais:

1. Distinguir, no músculo esquelético, o ventre muscular, as aponevroses e os tendões.

2. Descrever as propriedades do músculo esquelético.

3. Identificar os principais elementos elásticos do músculo.

4. Explicar a importância da elasticidade muscular.

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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

0. FUNÇÕES DO MÚSCULO ESQUELÉTICO

• Relacionadas com o movimento humano:

– Produção de movimento;
– Manutenção de posturas;
– Estabilização de articulações.

Descrever as propriedades do músculo esquelético.


Cofinanciado por:
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

1. ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA GERAL

• O músculo esquelético
é constituído por:

• tecido muscular
estriado (organizado
em fibras musculares).
• tecido conjuntivo:
– Mísios;
– Tendões ou aponevroses.

Conhecer a organização macroscópica do músculo


Cofinanciado por: esquelético
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

1. ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA GERAL

Conhecer a organização macroscópica do músculo


Cofinanciado por: esquelético
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

1. ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA GERAL - MÍSIOS

Mísios:

• Epimísio – envolve o
ventre muscular.
• Perimísio – envolve um
fascículo muscular.
• Endomísio – envolve
cada fibra muscular.

Distinguir, no músculo esquelético, o ventre muscular,


Cofinanciado por: as aponevroses e os tendões.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

1. ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA GERAL - TENDÕES

Tendões:
• Constituídos por tecido
conjuntivo denso
modelado.
• Muito resistentes ao
alongamento e asseguram a
transmissão da força dos
músculos aos ossos.
• Encontram-se nas
extremidades dos músculos.
• Nos músculos mais largos e
com inserções extensas,
esse tecido organiza-se em
aponevroses.
Distinguir, no músculo esquelético, o ventre muscular,
Cofinanciado por: as aponevroses e os tendões.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

2. PROPRIEDADES DO MÚSCULO ESQUELÉTICO

• O músculo esquelético apresenta 4 propriedades:

– Excitabilidade: capacidade de responder a estímulos.


– Contratibilidade: capacidade de diminuir de tamanho;
– Extensibilidade: capacidade de ser distendido sem
sofrer lesões;
– Elasticidade: capacidade de voltar ao tamanho inicial.

Descrever as propriedades do músculo esquelético.


Cofinanciado por:
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

2. PROPRIEDADES DO MÚSCULO ESQUELÉTICO

• Excitabilidade:
– Permite que as fibras musculares sejam
rapidamente recrutadas.
– Através de um motoneurónio que liberta um
neurotransmissor – acetilcolina – que desencadeia
o processo de ação muscular.

Descrever as propriedades do músculo esquelético.


Cofinanciado por:
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

2. PROPRIEDADES DO MÚSCULO ESQUELÉTICO

• Contratibilidade:
– Capacidade de gerar tensão após receber um
estímulo.
– Os músculos têm a capacidade de se encurtar, em
média, 57% do comprimento de repouso.

Descrever as propriedades do músculo esquelético.


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2. PROPRIEDADES DO MÚSCULO ESQUELÉTICO

• Extensibilidade:
– Capacidade de aumentar o seu comprimento para
além do repouso.
– Para tal, é necessária uma ação externa
(resistência ou outro grupo muscular).
– Relacionada com as estruturas de tecido
conjuntivo (mísios e tendões).
– Mecanismo protetor do tecido muscular.

Músculo em repouso
Descrever as propriedades do músculo esquelético.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

2. PROPRIEDADES DO MÚSCULO ESQUELÉTICO

• Elasticidade:
– Capacidade de voltar ao comprimento de
repouso.
– Relacionada com as estruturas de tecido
conjuntivo (mísios e tendões).
– Mecanismo protetor do tecido muscular.

Descrever as propriedades do músculo esquelético.


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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

QUESTÕES

• De que forma se agrupam as fibras


musculares?
• A elasticidade e extensibilidade de um
músculo dependem principalmente de que
estruturas?
• A excitabilidade do músculo esquelético é
garantida por que estrutura?
• A tensão muscular provoca movimento?

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Departamento de Expressões – Grupo de Educação Física

MÓDULO 2 - Miologia

BLOCO B – ORGANIZAÇÃO MICROSCÓPICA E PROCESSO DE


CONTRACÇÃO MUSCULAR

Professor Henrique Nunes

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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

BLOCO B - Organização microscópica e processo de contracção muscular

Objetivo Geral: Revelar conhecimento da organização microscópica e o processo de


contração muscular

• Explicar as funções gerais dos diversos constituintes da fibra muscular.

• Descrever os principais passos dos processos de contração e de relaxamento


muscular.

• Definir a noção de tétano muscular.

• Relacionar a sua intensidade com a frequência de estimulação.

• Explicar as curvas força / alongamento e força / velocidade da fibra muscular.

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1. CONSTITUIÇÃO DA FIBRA MUSCULAR

Constituintes da fibra muscular


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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

1. CONSTITUIÇÃO DA FIBRA MUSCULAR

• A célula muscular tem o


nome de fibra ou
miócito e tem uma
forma alongada e
cilíndrica.
• Pode atingir vários
centímetros de
comprimento com uma
espessura bastante
reduzida.

Constituintes da fibra muscular


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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

1. CONSTITUIÇÃO DA FIBRA MUSCULAR

• Apresenta uma membrana


(sarcolema), um ou mais
núcleos (superficial), e
vários organelos
relacionados com o
processo de contração
(mitocôndrias, túbulos T,
retículo sarcoplasmático).

Constituintes da fibra muscular


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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

1. CONSTITUIÇÃO DA FIBRA MUSCULAR

• Mas grande parte do volume das fibras é ocupado


por miofilamentos, chamadas de miofibrilhas,
constituídas por proteínas.

Constituintes da fibra muscular


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1. CONSTITUIÇÃO DA FIBRA MUSCULAR

• A actina, molécula
globular, organiza-se
num filamento (fino)
em dupla hélice.
• Este filamento tem, ao
seu redor, duas outras
proteínas – troponina e
tropomiosina – com
papel importante na
contração muscular.

Constituintes da fibra muscular


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1. CONSTITUIÇÃO DA FIBRA MUSCULAR

• A miosina é uma
molécula alongada (em
forma de taco)
composta de dois
filamentos entrelaçados
e duas cabeças móveis.
• Formam o filamento
grosso unindo-se pela
parte lisa e projetando
as suas cabeças nas
várias direções.

Constituintes da fibra muscular


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3. O SARCÓMERO E A CONTRAÇÃO MUSCULAR

• As miofibrilhas
apresentam um aspeto
estriado devido à
organização dessas
proteínas em unidades
contráteis, ao longo do
seu comprimento.
• Essas unidades
contráteis têm o nome
de sarcómero.
Constituintes da fibra muscular
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3. O SARCÓMERO E A CONTRAÇÃO MUSCULAR

• É possível distinguir
várias zonas no
sarcómero.
• O sarcómero é limitado
pela linha Z, à qual se
ligam os filamentos de
actina (finos).
• Os filamentos de
miosina (grossos)
localizam-se ao centro
do sarcómero.
Constituintes da fibra muscular
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3. O SARCÓMERO E A CONTRAÇÃO MUSCULAR

• Linha Z (escura) - local de


união de dois sarcómeros.
• Banda I (clara) - zona
composta apenas por
filamentos de actina fixados
à linha Z.
• Banda A - zona de ocupada
principalmente pelos
filamentos de miosina.

Constituintes da fibra muscular


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3. O SARCÓMERO E A CONTRAÇÃO MUSCULAR

• Banda H (clara) - zona


composta apenas por
filamentos de miosina.
• Linha M - ao centro da
banda A, correspondendo
ao local dos filamentos de
miosina sem cabeças.

Constituintes da fibra muscular


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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

3. O SARCÓMERO E A CONTRAÇÃO MUSCULAR

Linha M

Constituintes da fibra muscular


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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

3. O SARCÓMERO E A CONTRAÇÃO MUSCULAR

4 5 4

1 2 1
3

Constituintes da fibra muscular


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3. O SARCÓMERO E A CONTRAÇÃO MUSCULAR

Constituintes da fibra muscular


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4. PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR

• O processo de contração
muscular depende de
estimulação prévia pelo
sistema nervoso (SN).
• A ligação entre o SN e o
músculo é realizada na
membrana da fibra
muscular (placa motora)
através da ligação de um
axónio terminal do
motoneurónio – junção
neuromuscular.

Constituintes da fibra muscular


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4. PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR

[Link]
Descrever os principais passos dos processos de
Cofinanciado por: contração e de relaxamento muscular.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

4. PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR

• Miosina - Desdobramento do ATP em ADP e Pi


• Motoneurónio - Polariza fibra muscular
1

• Retículo Sarcoplasmático - iões de Cálcio saem.


• Troponina – liga-se ao Ca++ e liberta os lugares activos da actina.
2

• Miosina – liga-se à actina, puxando o filamento fino para o centro do


sarcómero.
3 • Miosina – liga-se a uma nova molécula de ATP, desligando-se da actina.

[Link]
Descrever os principais passos dos processos de
Cofinanciado por: contração e de relaxamento muscular.
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4. PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR

Elemento Função
Placa Motora Local da fibra muscular que se liga ao motoneurónio
Junção União entre o axónio terminal do motoneurónio e a placa motora da
Neuromuscular fibra muscular.
Retículo Local de armazenamento dos iões de Cálcio (Ca++).
Sarcoplasmático
Túbulos T Propagam o potencial de ação desencadeado pela junção
neuromuscular para o interior da fibra muscular.
Miofibrilhas Formam a maior parte das fibras musculares e são constituídas por
sequências de unidades contráteis (sarcómeros).
Miosina e Actina Proteínas contráteis constituintes das miofibrilhas. Ligam-se entre si
(pontes cruzadas) promovendo o encurtamento do sarcómero.
Troponina e Complexo de Proteínas que envolvem o filamento fino (actina). A
Tropomiosina Troponina liga-se aos iões de Cálcio levando a Tropomiosina e
descobrir os lugares activos de ligação entre a miosina e a actina.
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4. PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR

Elemento Função
Iões Cálcio Ligam-se à Troponina, expondo os sítios ativos de ligação entre a
(Ca++) miosina e a actina.
ATP (adenosina Forma de energia utilizada pelo organismo. Desdobra-se em ADP e Pi
trifosfato) (fosfato inorgânico) por vários processos e liga-se à miosina.
Fosfocreatina Primeiro recurso energético a nível muscular (ATP + creatina)
(CP)
Mitocôndrias Transformam a energia orgânica em energia química ([Link]. glicose em
ATP) na presença de oxigénio.
Mioglobina Local de reserva de oxigénio nas células musculares.
Glicogénio Principal forma de reserva de energia de rápida disponibilidade.

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5. TÉTANO MUSCULAR

• A contração muscular é
consequência da
chegada de uma
sequência de impulsos
que origina uma
contração tetânica.
• O valor de força nas
contrações tetânicas é
superior ao gerado por
um estímulo isolado.

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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

5. TÉTANO MUSCULAR

• A intensidade da contração
de um grupo muscular
pode, então, ser
aumentada, através de
dois mecanismos:
– Somação espacial:
estimulação de mais UM’s
(b);
– Somação temporal:
aumento da frequência de
estimulação das UM’s (c).

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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

5. TÉTANO MUSCULAR

• Contração total e máxima do músculo por estimulação


contínua.
• As contrações são tão rápidas que se fundem.
• Tetania muito prolongada provoca a fadiga muscular.
Definir a noção de tétano muscular.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

5. TÉTANO MUSCULAR

• Declínio da tensão
muscular como
consequência de uma
estimulação repetida e
prolongada.
• Músculo fatigado perde,
temporariamente, a
capacidade de contrair,
muito provavelmente,
devido à redução do pH
intracelular.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

6. CURVA FORÇA – ALONGAMENTO DA FIBRA MUSCULAR

• Os valores de tensão
mais elevados ocorrem
no comprimento de
repouso, porque são
permitidas mais pontes
• A força desenvolvida cruzadas entre a actina
pelo músculo varia de e a miosina e são mais
acordo com o valor de reduzidos quando o
alongamento das fibras músculo está encurtado
musculares. ou alongado.

Explicar as curvas força / alongamento e força /


Cofinanciado por: velocidade da fibra muscular.
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6. CURVA FORÇA – VELOCIDADE DA FIBRA MUSCULAR

• A força e a velocidade
têm uma relação
inversa.
• À medida que
aumentamos a carga a
superar num
determinado exercício a
velocidade de
deslocamento diminui
(Raharinosy, 1988).
Explicar as curvas força / alongamento e força /
Cofinanciado por: velocidade da fibra muscular.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

[Link]
CURVAFORÇA
FORÇA––VELOCIDADE
VELOCIDADEDA
DAFIBRA
FIBRAMUSCULAR
MUSCULAR

• Com o treino, o que se


pretende é que a curva
força-velocidade (Bosco
et al., 1986) se desloque
para a direita, ou seja,
que perante a mesma
TREINO carga observaríamos uma
maior velocidade, ou para
a mesma velocidade
deslocaríamos mais peso.

Explicar as curvas força / alongamento e força /


Cofinanciado por: velocidade da fibra muscular.
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Departamento de Expressões – Grupo de Educação Física

Módulo 2 - Miologia

BLOCO C – PROCESSOS ENERGÉTICOS NO MÚSCULO ESQUELÉTICO

Professor Henrique Nunes

Cofinanciado por:
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

Objetivo Geral: Revelar conhecimento da organização microscópica e o processo de


contração muscular

• Identificar os processos musculares que requerem consumo energético.


• Explicar a hidrólise do ATP como forma de obtenção de energia utilizável pela célula
muscular.
• Identificar genericamente os três processos de ressíntese do ATP.
• Relacionar a síntese do ATP em ambiente aeróbio, anaeróbio aláctico e anaeróbio
láctico com os diferentes esforços físicos.
• Caracterizar o papel da fosfocreatina (CP).
• Definir o conceito de consumo máximo de O2 (VO2max).
• Identificar os factores musculares que condicionam o consumo máximo de O2.

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1. NECESSIDADES ENERGÉTICAS DA FIBRA MUSCULAR

• O processo de contração
muscular é muito exigente em
termos energéticos.
• Quanto mais intensa ou
duradoura for a contração, mais
energia é consumida.
• A célula muscular utiliza ATP
(adenosina trifosfato) como
fonte de energia.
Identificar os processos musculares que requerem
Cofinanciado por: consumo energético.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

2. PAPEL DO ATP - HIDRÓLISE

• O ATP desdobra-se em
ADP e Pi, libertando
energia – hidrólise de
ATP – necessária para o
movimento das cabeças
da miosina.
• Em cada fibra muscular,
existe ATP suficiente
para uma contração
intensa de 3’’.
Explicar a hidrólise do ATP como forma de obtenção de
Cofinanciado por: energia utilizável pela célula muscular.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

2. PAPEL DO ATP - RESSÍNTESE

• No entanto, o ATP é
continuamente
necessário para o
trabalho muscular.
Então, como resolver
esse problema?

• Através da ressíntese
de ATP.

Explicar a hidrólise do ATP como forma de obtenção de


Cofinanciado por: energia utilizável pela célula muscular.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

3. PROCESSOS DE RESSÍNTESE DE ATP


A ressíntese de ATP pode ser realizada de 3 formas

CP (Fosfocreatina)

Via aeróbia

Via anaeróbia

Identificar genericamente os três processos de


Cofinanciado por: ressíntese do ATP.
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3. RESSÍNTESE DE ATP POR VIA ANAERÓBICA ALÁTICA


(FOSFOCREATINA) OU IMEDIATA

• Forma mais rápida de


ressíntese.
• Capaz de fornecer
energia em esforços de
alta intensidade, até 8’’.
• Esgota-se quando toda
a Fosfocreatina se
desdobra em Creatina e
Fósforo.
Relacionar a síntese do ATP em ambiente aeróbio,
anaeróbio aláctico e anaeróbio láctico com os
Cofinanciado por: diferentes esforços físicos.
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3. RESSÍNTESE DE ATP POR VIA AERÓBICA OU LONGA

• Forma mais habitual de


ressíntese.
• Capaz de fornecer
energia por longos
períodos de tempo.
• Depende da presença
de O2 para produzir ATP
a partir de glicose,
lípidos e/ou aa.

Relacionar a síntese do ATP em ambiente aeróbio,


anaeróbio aláctico e anaeróbio láctico com os
Cofinanciado por: diferentes esforços físicos.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

RESSÍNTESE DE ATP POR VIA ANERÓBICA LÁTICA OU GLICOLÍTICA.

• Forma utilizada quando


esforço é intenso e o O2
é insuficiente.
• Capaz de fornecer
energia em esforços de
alta intensidade até
60’’.
• Produz ácido lático
como resultado da
depleção da glicose.

Relacionar a síntese do ATP em ambiente aeróbio,


anaeróbio aláctico e anaeróbio láctico com os
Cofinanciado por: diferentes esforços físicos.
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RESSÍNTESE DE ATP E EXERCÍCIO – ANAERÓBIA ALÁTICA

Relacionar a síntese do ATP em ambiente aeróbio,


anaeróbio aláctico e anaeróbio láctico com os
Cofinanciado por: diferentes esforços físicos.
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RESSÍNTESE DE ATP E EXERCÍCIO – AERÓBIA

Relacionar a síntese do ATP em ambiente aeróbio,


anaeróbio aláctico e anaeróbio láctico com os
Cofinanciado por: diferentes esforços físicos.
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RESSÍNTESE DE ATP E EXERCÍCIO – ANAERÓBIA LÁTICA

Relacionar a síntese do ATP em ambiente aeróbio,


anaeróbio aláctico e anaeróbio láctico com os
Cofinanciado por: diferentes esforços físicos.
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RESSÍNTESE DE ATP E DURAÇÃO DO EXERCÍCIO

Relacionar a síntese do ATP em ambiente aeróbio,


anaeróbio aláctico e anaeróbio láctico com os
Cofinanciado por: diferentes esforços físicos.
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RESSÍNTESE DE ATP E DURAÇÃO DO EXERCÍCIO

Relacionar a síntese do ATP em ambiente aeróbio,


anaeróbio aláctico e anaeróbio láctico com os
Cofinanciado por: diferentes esforços físicos.
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VO2MAX – O QUE É?

• É o volume máximo de • Depende, em primeiro


oxigénio que o corpo lugar da capacidade dos
consegue captar do ar sistemas respiratório e
que está dentro dos circulatório mas, a nível
pulmões, levar até os da célula muscular,
tecidos através do depende:
sistema cardiovascular e – Capilarização;
usar na produção de – Teor de mioglobina;
energia, numa unidade – Eficiência mitocondrial.
de tempo.

Identificar os factores musculares que condicionam o


Cofinanciado por: consumo máximo de O2.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

VO2MAX – O QUE É?

Metabolizar Transportar Captar

Identificar os factores musculares que condicionam o


Cofinanciado por: consumo máximo de O2.
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VO2MAX – TREINABILIDADE E FATORES

• Costuma ser o melhor • Fatores que influenciam o


índice fisiológico para seu valor:
classificação e triagem de
atletas. – Percentagem de gordura.
• Tem uma grande carga Quanto maior a taxa de
genética; no entanto, gordura do indivíduo,
pode ser melhorado menor seu VO2máx;
acima de 40%.
– Idade. Quanto maior a
• Quanto mais treinado o idade, menor o VO2máx;
indivíduo, menor margem
de melhoria deste índice. – Musculatura. Quanto
maior a musculatura,
maior o VO2máx.

Definir o conceito de consumo máximo de O2 (VO2max).


Cofinanciado por:
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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

VO2MAX – SUA IMPORTÂNCIA

• Quanto maior esta


capacidade, mais tarde
se revela a necessidade
de recorrer à via
aneróbia de ressíntese
de ATP.

Definir o conceito de consumo máximo de O2 (VO2max).


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VO2MAX – FORMAS DE MEDIÇÃO

MÉTODO

DIRETO INDIRETO

ESPIROMETRIA PROTOCOLOS

CICLO
PISTA PASSADEIRA
ERGÓMETRO

Definir o conceito de consumo máximo de O2 (VO2max).


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CÁLCULO DO VO2MAX – M. INDIRETO NA PISTA (COOPER)

504,9
2
44,73
D = Distância percorrida no teste

Exemplo: Homem que percorreu 2500m no Teste de Cooper

,
2 44,60 ml/Kg/min
,

Definir o conceito de consumo máximo de O2 (VO2max).


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VO2MAX – TABELA DE REFERÊNCIA

Definir o conceito de consumo máximo de O2 (VO2max).


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CÁLCULO DO VO2MAX – M. INDIRETO NA PASSADEIRA


PROTOCOLO DE BRUCE

2 3,778 0,19
T = Soma do tempo total dos estágios do protocolo
(NOTA: Existem fórmulas variadas de acordo com o sexo, prática regular de AF e
doença cardíaca do indivíduo.)

Exemplo: Homem ativo que terminou o teste no 5º estágio

2 3,778 15 0,19
2 56,67 0,19
2 56,86 ml/Kg/min

Definir o conceito de consumo máximo de O2 (VO2max).


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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

VO2MAX – TABELA DE REFERÊNCIA

Definir o conceito de consumo máximo de O2 (VO2max).


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ESTUDO DO MOVIMENTO | MÓDULO 2

CÁLCULO DO VO2MAX – M. INDIRETO NA BICICLETA

• Existem vários protocolos deste tipo; por


exemplo:
– Protocolo de ASTRAND
– Protocolo de Fox
– Protocolo de Balke
– Etc.

Definir o conceito de consumo máximo de O2 (VO2max).


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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

Departamento de Expressões – Grupo de Educação Física

BLOCO D – TIPOS DE FIBRAS MUSCULARES

DOCUMENTO DE APOIO

Professor Henrique Nunes

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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

Objetivo Geral: Abordar de forma fundamentada os diferentes tipos de fibras


musculares

• Distinguir os diferentes tipos de fibras musculares (I e II), segundo as suas características


metabólicas, neurológicas e contrácteis.

• Explicar a lógica de distribuição dos diferentes tipos de fibras nos diferentes músculos
corporais.

• Identificar a composição muscular enquanto fator justificativo das diferenças inter-


individuais em diferentes capacidades físicas.

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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

0. CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO DAS FIBRAS MUSCULARES

As fibras musculares são


classificadas de acordo
com:
1. Velocidade de
contracção.

2. Via energética
preferencial de
ressíntese de ATP.

Distinguir os diferentes tipos de fibras musculares (I e II), segundo as


Cofinanciado por: suas características metabólicas, neurológicas e contrácteis.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

0. CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO DAS FIBRAS MUSCULARES

Tipo I Tipo II
Vermelhas Brancas

Tipo IIa Tipo IIb


Distinguir os diferentes tipos de fibras musculares (I e II), segundo as
Cofinanciado por: suas características metabólicas, neurológicas e contrácteis.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

1. CARACTERÍSTICAS METABÓLICAS E CONTRÁCTEIS DAS FIBRAS

Tipo I Tipo II
Lentas Rápidas

Tipo IIa Tipo IIb


Rápidas Oxidativas Rápidas Glicolíticas

Distinguir os diferentes tipos de fibras musculares (I e II), segundo as


Cofinanciado por: suas características metabólicas, neurológicas e contrácteis.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

1. CARACTERÍSTICAS METABÓLICAS E CONTRÁCTEIS DAS FIBRAS

Tipo I Tipo IIa Tipo IIb

Lentas Oxidativas Rápidas Oxidativas Rápidas Glicolíticas

Contração lenta Contração média Contração rápida


Via aeróbia Via aeróbia Via anaeróbia lática
Vermelhas Brancas Brancas

Distinguir os diferentes tipos de fibras musculares (I e II), segundo as


Cofinanciado por: suas características metabólicas, neurológicas e contrácteis.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

1. CARACTERÍSTICAS METABÓLICAS E CONTRÁCTEIS DAS FIBRAS


Fibras de Tipo I - Vermelhas Fibras de Tipo II - Brancas

• grande resistência à fadiga. • grande capacidade de produção de


• adaptadas à produção de força a velocidades elevadas.
contrações de baixa intensidade / • menos resistentes quando
velocidade mas que se podem comparadas com as fibras de tipo
manter por longos períodos. I.
• Mecanismo oxidativo muito • O processo glicolítico é a sua
desenvolvido: principal fonte de energia.
– ricas em mitocôndrias e
mioglobina;
– elevada concentração de enzimas
oxidativas;
– extensa rede de capilares
circundantes.
[Link]

Distinguir os diferentes tipos de fibras musculares (I e II), segundo as


Cofinanciado por: suas características metabólicas, neurológicas e contrácteis.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

1. CARACTERÍSTICAS METABÓLICAS E CONTRÁCTEIS DAS FIBRAS


[Link]
• Qual seria o perfil
muscular ideal para
cada um dos atletas das
imagens?
• Que tipo de treino
devem realizar?
• Qual o papel das
diferentes vias
energéticas numa
competição deste tipo?

Distinguir os diferentes tipos de fibras musculares (I e II), segundo as


Cofinanciado por: suas características metabólicas, neurológicas e contrácteis.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

1. CARACTERÍSTICAS METABÓLICAS E CONTRÁCTEIS DAS FIBRAS

Distinguir os diferentes tipos de fibras musculares (I e II), segundo as


Cofinanciado por: suas características metabólicas, neurológicas e contrácteis.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

1. CARACTERÍSTICAS METABÓLICAS E CONTRÁCTEIS DAS FIBRAS

[Link]

Distinguir os diferentes tipos de fibras musculares (I e II), segundo as


Cofinanciado por: suas características metabólicas, neurológicas e contrácteis.
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1. CARACTERÍSTICAS METABÓLICAS E CONTRÁCTEIS DAS FIBRAS

Distinguir os diferentes tipos de fibras musculares (I e II), segundo as


Cofinanciado por: suas características metabólicas, neurológicas e contrácteis.
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1. CARACTERÍSTICAS METABÓLICAS E CONTRÁCTEIS DAS FIBRAS

Distinguir os diferentes tipos de fibras musculares (I e II), segundo as


Cofinanciado por: suas características metabólicas, neurológicas e contrácteis.
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1. CARACTERÍSTICAS METABÓLICAS E CONTRÁCTEIS DAS FIBRAS

Distinguir os diferentes tipos de fibras musculares (I e II), segundo as


Cofinanciado por: suas características metabólicas, neurológicas e contrácteis.
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1. CARACTERÍSTICAS METABÓLICAS E CONTRÁCTEIS DAS FIBRAS

Distinguir os diferentes tipos de fibras musculares (I e II), segundo as


Cofinanciado por: suas características metabólicas, neurológicas e contrácteis.
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1. CARACTERÍSTICAS METABÓLICAS E CONTRÁCTEIS DAS FIBRAS


• Em cada músculo,
existem fibras musculares
com características
diferentes.

• Permite uma capacidade


de resposta muito
versátil, consoante a
solicitação que sofre ao
nível da força, velocidade
e duração das contrações
que tem de produzir.
[Link]

Distinguir os diferentes tipos de fibras musculares (I e II), segundo as


Cofinanciado por: suas características metabólicas, neurológicas e contrácteis.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

2. DISTRIBUIÇÃO DOS TIPOS DE FIBRAS NOS MÚSCULOS DO


TRONCO E BRAÇOS

Explicar a lógica de distribuição dos diferentes tipos de fibras nos


Cofinanciado por: diferentes músculos corporais.
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2. DISTRIBUIÇÃO DOS TIPOS DE FIBRAS NOS MÚSCULOS DOS


MEMBROS INFERIORES

Explicar a lógica de distribuição dos diferentes tipos de fibras nos


Cofinanciado por: diferentes músculos corporais.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

2. DISTRIBUIÇÃO DAS FIBRAS NA MUSCULATURA


A quantidade relativa de fibras musculares depende do tipo de
solicitação a que o músculo tem de responder. Assim,

• As fibras do Tipo I • As fibras do Tipo II


predominam: predominam:

– Nos músculos posturais – Nos músculos dos


e mais profundos da membros superiores e
musculatura humana. inferiores.
– Nas regiões mais – Nas regiões mais
profundas do músculo. superficiais do músculo.
Explicar a lógica de distribuição dos diferentes tipos de fibras nos
Cofinanciado por: diferentes músculos corporais.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

3. A COMPOSIÇÃO MUSCULAR E AS CAPACIDADES FÍSICAS

Identificar a composição muscular enquanto fator justificativo das


Cofinanciado por: diferenças inter-individuais em diferentes capacidades físicas.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

3. A COMPOSIÇÃO MUSCULAR E AS CAPACIDADES FÍSICAS

Identificar a composição muscular enquanto fator justificativo das


Cofinanciado por: diferenças inter-individuais em diferentes capacidades físicas.
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3. A COMPOSIÇÃO MUSCULAR E AS CAPACIDADES FÍSICAS

Identificar a composição muscular enquanto fator justificativo das


Cofinanciado por: diferenças inter-individuais em diferentes capacidades físicas.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

QUESTÕES

1. Relaciona o tipo de fibras com:


1. Velocidade de contração;
2. Tensão da contração;
3. Via energética de ressíntese de ATP;
4. Fadiga;
5. Distribuição percentual nos músculos;
6. Modalidade desportiva praticada;
7. Capacidade Física.

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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

TABELA RESUMO

CARATERÍSTICA TIPO I TIPO IIa TIPO IIb


Coloração Vermelha Branca Branca
Diâmetro Pequeno Intermédio Grande
Densidade capilar Elevada Reduzida Muito reduzida
Conteúdo de Mioglobina Elevado Média Baixa
Conteúdo de Glicogénio Igual Igual Igual
Triglicerídeo
Elevado Baixo Baixo
intramuscular
N.º de mitocôndrias Elevado Médio Baixo

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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

EXERCÍCIO

CARATERÍSTICA TIPO I TIPO IIa TIPO IIb


Velocidade de contração Lenta Intermédia Elevada
Intensidade da contração Baixa Elevada Elevada
Tempo de relaxamento Longo Médio Rápido
Resistência à fadiga Elevada Moderada Baixa
Limiar de excitabilidade Baixo Médio Elevado
Capacidade aeróbia Elevada Baixa Muito baixa
Capacidade anaeróbia Baixa Elevada Muito elevada

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Departamento de Expressões – Grupo de Educação Física

BLOCO E – Conceitos relacionados com a determinação das ações


musculares

DOCUMENTO DE APOIO

Professor Henrique Nunes

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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

Objetivo Geral: Compreender os diferentes conceitos relacionados com a determinação


das ações musculares

• Determinar a ação de um músculo a partir das noções de origem e de inserção.

• Identificar os diferentes tipos de ação muscular.

• Identificar os diferentes papéis que os músculos podem desempenhar.

• Aplicar os conhecimentos sobre o tipo de músculo ao respetivo desempenho.

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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

1. O MÚSCULO ESQUELÉTICO E A FUNÇÃO ARTICULAR

• Um músculo atravessa pelo


menos uma articulação;

• Fixa-se em segmentos
ósseos aos quais transmite
a força desenvolvida;

• Desloca um dos segmentos


ósseos onde o músculo se
insere, gerando movimento
na articulação.

Cofinanciado por:
Determinar a ação de um músculo a partir das noções de origem e de
inserção.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

1. O MÚSCULO ESQUELÉTICO E A FUNÇÃO ARTICULAR

• O movimento na
articulação depende:

– da posição dos músculos


em relação à articulação;

– orientação da linha de
tração dos músculos, ou
seja, da linha imaginária
que une as suas
extremidades.

Cofinanciado por:
Determinar a ação de um músculo a partir das noções de origem e de
inserção.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

2. NOÇÕES DE ORIGEM E INSERÇÃO

• Origem do músculo –
ponto de fixação onde o
músculo se une ao
segmento ósseo que se
mantém estável e fixo.

• Inserção do músculo – o
local onde o músculo se
insere no segmento ósseo
que, através da força
exercida pelo músculo, se
vai deslocar.

Cofinanciado por:
Determinar a ação de um músculo a partir das noções de origem e de
inserção.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

3. TIPOS DE AÇÃO MUSCULAR

• Nem sempre a contração


muscular produz uma
redução do comprimento
do músculo.

• A ação mecânica
resultante depende da
relação entre a
quantidade de força
produzida e a resistência
que se lhe opõe.

Cofinanciado por: Identificar os diferentes tipos de ação muscular.


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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

3. TIPOS DE AÇÃO MUSCULAR

Ação
mecânica

Com Sem
Movimento Movimento

Concêntrica Excêntrica Isométrica

Cofinanciado por: Identificar os diferentes tipos de ação muscular.


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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

3. TIPOS DE AÇÃO MUSCULAR

Contração
muscular

Dinâmica Estática

Concêntrica Excêntrica Isométrica

Cofinanciado por: Identificar os diferentes tipos de ação muscular.


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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

3. TIPOS DE AÇÃO MUSCULAR

• Quando a magnitude da
força muscular produzida é
superior à resistência
externa que se opõe.
• Em consequência da
contração muscular, a
alavanca óssea onde o
músculo se insere desloca-
se.
• Este tipo de ação é utilizado
para produzir movimento.
Cofinanciado por:
Identificar os diferentes tipos de ação muscular.
Identificar os diferentes papéis que os músculos podem desempenhar.
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3. TIPOS DE AÇÃO MUSCULAR


• Quando a magnitude da
força muscular produzida
é inferior à resistência
externa que se lhe opõe.
• Existe movimento articular,
em consequência do
alongamento muscular.
• Este tipo de ação é
utilizado para travar
movimentos e controlar a
aceleração induzida por
forças externas.
Cofinanciado por:
Identificar os diferentes tipos de ação muscular.
Identificar os diferentes papéis que os músculos podem desempenhar.
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3. TIPOS DE AÇÃO MUSCULAR

• Quando a magnitude da
força muscular produzida é
igual à resistência externa
que se lhe opõe.
• Não se verificam alterações
no comprimento das fibras
musculares.
• Este tipo de ação é utilizado
para estabilizar segmentos
corporais.
Cofinanciado por:
Identificar os diferentes tipos de ação muscular.
Identificar os diferentes papéis que os músculos podem desempenhar.
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3. TIPOS DE AÇÃO MUSCULAR

• Os tipos de ações
musculares raramente Concêntrica
ocorrem de forma isolada
no movimento humano.
• Normalmente surgem
combinados entre si em
sequências em que se isométrica
alternam os tipos de
contração.
excêntrica
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Identificar os diferentes tipos de ação muscular.
Identificar os diferentes papéis que os músculos podem desempenhar.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

3. CICLO DE ALONGAMENTO ENCURTAMENTO – CMAE (SSC)

• Muitas vezes, as ações • Como, por exemplo:


musculares excêntricas – Andar;
são seguidas – Correr;
imediatamente por uma – Saltar;
explosiva ação – Lançar.
concêntrica.

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3. CICLO DE ALONGAMENTO ENCURTAMENTO – CMAE (SSC)

• A combinação de ações • É um mecanismo


excêntricas e fisiológico que tem
concêntricas forma um como função melhorar
tipo natural de função o desempenho na fase
muscular denominado final (concêntrica)
Ciclo de Alongamento e quando comparado
Encurtamento (CAE) com a ação concêntrica
isolada.

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3. CICLO DE ALONGAMENTO ENCURTAMENTO – CMAE (SSC)

Qual o mais eficaz?


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3. CICLO DE ALONGAMENTO ENCURTAMENTO – CMAE (SSC)

• Este ciclo é melhor


entendido se
observarmos o que
acontece com uma
mola quando ela é
sujeita a uma
compressão.

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3. CICLO DE ALONGAMENTO ENCURTAMENTO – CMAE (SSC)

• A eficiência deste ciclo depende de vários


fatores:

1. Armazenamento de energia elástica.


2. Padrão de ativação motora.
3. Reflexo miotático.

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3. CICLO DE ALONGAMENTO ENCURTAMENTO – CMAE (SSC)

1. Armazenamento de energia elástica

– Os músculos têm de contrair antes do contacto


com o solo (pré-atividade) e manter-se contraídos
na fase excêntrica e de amortização para
transmitir as forças isométricas ao tendão.
– É no tendão que a energia elástica é armazenada,
mas deve ser utilizada rapidamente ou ela perde-
se em forma de calor.

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3. CICLO DE ALONGAMENTO ENCURTAMENTO – CMAE (SSC)

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3. ANÁLISE DE EXERCÍCIOS – CMAE

Membros Superiores Membros Inferiores

• [Link]
M6o?t=89
• [Link]
M6o?t=63
• [Link]
M6o?t=163

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3. EXERCÍCIO: Identifica os exercícios do vídeo que são


pliométricos.

• [Link]
MMJpgEo

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4. PAPÉIS FUNCIONAIS DOS MÚSCULOS

• Geralmente, uma
articulação é
ANTERIOR atravessada por vários
músculos capazes de
FLEXÃO produzir movimentos
sobre ela.
INTERNO ADUÇÃO ABDUÇÃO EXTERNO
• Uns poderão realizar a
flexão, outros a
EXTENSÃO
extensão, e outros
ainda a rotação ou a
POSTERIOR
abdução.

Cofinanciado por: Identificar os diferentes papéis que os músculos podem desempenhar.


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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

4. PAPÉIS FUNCIONAIS DOS MÚSCULOS

• Assim, para que haja


movimento, é
necessário que os FLEXÃO
músculos responsáveis
por esse movimento se
ADUÇÃO ABDUÇÃO
contraiam e que
aqueles responsáveis
pelo movimento oposto EXTENSÃO
relaxem.

Cofinanciado por: Identificar os diferentes papéis que os músculos podem desempenhar.


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4. PAPÉIS FUNCIONAIS DOS MÚSCULOS


1. Um músculo atua como 3. Um músculo atua como
agonista quando sinergista quando
quando contribui contribui para a ação do
diretamente para o agonista no movimento.
movimento desejado.
2. Um músculo atua como 4. Um músculo atua como
antagonista quando se fixador quando
“opõe” ao movimento estabiliza a origem do
que está a ser realizado, agonista, contribuindo
regulando de alguma para que este possa agir
forma o grau de de forma mais eficiente.
movimento permitido.

Cofinanciado por: Identificar os diferentes papéis que os músculos podem desempenhar.


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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

Departamento de Expressões – Grupo de Educação Física

BLOCO F – Organização geral e caracterização dos principais músculos


do tronco

DOCUMENTO DE APOIO

Professor Henrique Nunes

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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

Objetivo Geral: Conhecer a organização geral dos músculos do tronco

• Descrever os grupos musculares da camada profunda da região posterior do


tronco a sua acção geral.
• Descrever os músculos principais da camada superficial da região posterior do
tronco.
• Identificar a respectiva origem dos músculos da região posterior do tronco, a
sua inserção e acção.
• Descrever os músculos principais da região lateral do pescoço.
• Identificar a respectiva origem dos músculos da região lateral do pescoço, a sua
inserção e acção.
• Descrever a acção geral dos músculos intercostais no tórax.

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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

Objetivo Geral: Conhecer a organização geral dos músculos do tronco

• Descrever os músculos superficiais principais do tórax.


• Identificar a respectiva origem dos músculos superficiais principais do tórax, a
sua inserção e acção.
• Identificar as paredes musculares da cavidade abdominal.
• Descrever os músculos constituintes da parede posterior do abdómen.
• Identificar a respectiva origem dos músculos constituintes da parede posterior
do abdómen, a sua inserção e acção.
• Descrever os músculos constituintes da parede ântero-lateral do abdómen.
• Identificar a respectiva origem dos músculos constituintes da parede ântero-
lateral do abdómen, a sua inserção e acção.

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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
0. REGIÕES DO TRONCO

Posterior

Tórax
Tronco
Cavidade
abdominal

Pescoço

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Descrever os grupos musculares da camada profunda da região posterior
do tronco a sua acção geral.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
0. MÚSCULOS DA REGIÃO DO TRONCO

Cofinanciado por:
Descrever os grupos musculares da camada profunda da região posterior
do tronco a sua acção geral.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. MÚSCULOS DA REGIÃO POSTERIOR
SUPERFICIAL PROFUNDA
• Trapézio • Eretor da coluna
• Grande Dorsal • Goteira Vertebral (inter-
• Pequeno e Grande espinhosos, inter-
Redondo transversos, rotadores e
• Infra-espinhoso mutlífidos)

Cofinanciado por:
Descrever os grupos musculares da camada profunda da região posterior
do tronco a sua acção geral.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. REGIÃO POSTERIOR - CAMADA PROFUNDA

• Eretores da coluna

• Goteira Vertebral:
– Inter-espinhosos;
– Inter-transversos;
– Rotadores;
– Multifídeos.

Cofinanciado por:
Descrever os grupos musculares da camada profunda da região posterior
do tronco a sua acção geral.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. CAMADA PROFUNDA – ERETORES DA COLUNA

• Formado por 3 feixes


verticais:
– Interno: Espinhal;
– Intermédio: Longuíssimo
Dorsal;
– Externo: Íliocostal.
• Função: manter a
coluna e cabeça
verticais.

Cofinanciado por:
Descrever os grupos musculares da camada profunda da região posterior
do tronco a sua acção geral.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. CAMADA PROFUNDA – ERETORES DA COLUNA (ESPINHAL)

• Origem: Apófises
Espinhosas.

• Inserção: Apófises
Espinhosas das
vértebras superiores.

• Ação: Extensão da
Coluna Vertebral.

Cofinanciado por:
Descrever os grupos musculares da camada profunda da região posterior
do tronco a sua acção geral.
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1. CAMADA PROFUNDA – ERETORES DA COLUNA
(LONGÍSSIMO DORSAL)
• Origem: Apófises Transversas.

• Inserção: Apófises Transversas


vértebras superiores (Processo
mastóide – crâneo).

• Ação: Extensão e Flexão


lateral coluna. Rotação
homolateral da cabeça.

Cofinanciado por:
Descrever os grupos musculares da camada profunda da região posterior
do tronco a sua acção geral.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. CAMADA PROFUNDA – ERETORES DA COLUNA (ÍLIOCOSTAIS)

• Origem: Crista ilíaca e costelas.

• Inserção: Costelas e apófises


transversas cervicais.

• Ação: Extensão, Inclinação


homolateral e participa na
rotação da coluna e depressão
das costelas (porção lombar).

Cofinanciado por:
Descrever os grupos musculares da camada profunda da região posterior
do tronco a sua acção geral.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. CAMADA PROFUNDA – GOTEIRA VERTEBRAL

Cofinanciado por:
Descrever os grupos musculares da camada profunda da região posterior
do tronco a sua acção geral.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
2. CAMADA SUPERFICIAL

• Trapézio.
• Grande Dorsal.

Cofinanciado por:
Descrever os músculos principais da camada superficial da região
posterior do tronco.
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2. CAMADA SUPERFICIAL – TRAPÉZIO

• Origem: occipital e apófises


espinhosas da C7 a T12;
• Inserção: Clavícula (bordo
posterior) e Escápula
(acrómio e crista);
• Ações:
– Fixo na Coluna: Elevação do
ombro, adução da omoplata,
rotação superior da omoplata
e depressão do ombro.
– Fixo na omoplata: Contração
Unilateral - Inclinação lateral
e rotação contralateral da
cabeça. Contração Bilateral:
Extensão da cabeça.
[Link]

Cofinanciado por:
Descrever os músculos principais da camada superficial da região
posterior do tronco.
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2. CAMADA SUPERFICIAL – GRANDE DORSAL

• Origem: Apófises
espinhosas da T6 à L5,
crista espinhosa do
Sacro e Crista Ilíaca;
• Inserção: Úmero (parte
anterior);
• Ações: adução,
extensão e rotação
interna do braço
[Link]

Cofinanciado por:
Descrever os músculos principais da camada superficial da região
posterior do tronco.
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3. MÚSCULOS DO PESCOÇO

• Situam-se à frente e • Funções principais:


lateralmente à coluna.
• Dividem-se em 5 grupos:

1. Região anterior do 1. Expressão facial.


pescoço 2. Mastigação.
2. Supra-hioideos. 3. Deglutição.
3. Infra-hioideos. 4. Flexão, Rotação
4. Região Lateral. contralateral, inclinação
5. Região Pré-vertebral. homolateral e
respiração.
5. Flexão e Inclinação
homolateral

Cofinanciado por:
Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos principais
da região lateral do pescoço.
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
3. REGIÃO LATERAL DO PESCOÇO

• Escalenos:
– Anterior
– Médio
– Posterior

• Esternocleidomastóideo

Cofinanciado por:
Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos principais
da região lateral do pescoço.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
3. REGIÃO LATERAL DO PESCOÇO - ESCALENOS

• Origem: Ap. Transversas


das vértebras cervicais.
• Inserção: 1ª e 2ª
costelas.
• Ações:
– Elevação das costelas
– Inclinação homolateral
do pescoço (origem
invertida)

Cofinanciado por:
Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos principais
da região lateral do pescoço.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
3. MÚSCULOS DA REGIÃO LATERAL DO PESCOÇO

• Esternocleidomastóideo • Origem: Parte superior


do esterno e clavícula.
• Inserção: Temporal
(Processo Mastóide).
• Ações:
– Bilateral: Flexão da
cabeça.
– Unilateral: Rotação
contralateral.

Cofinanciado por:
Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos principais
da região lateral do pescoço.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
4. MÚSCULOS DO TÓRAX

• Grande Peitoral

• Pequeno peitoral

• Grande dentado

Cofinanciado por:
Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos
superficiais principais do tórax.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

4. MÚSCULOS DO TÓRAX – GRANDE DENTADO ou SERRÁTIL


ANTERIOR
• Fina camada muscular
da zona ântero-lateral
do tórax.
• Origem: Primeiras 9
costelas.
• Inserção: Bordo interno
da escápula.
• Ações: fixação, abdução
e rotação superior da
escápula.

Cofinanciado por:
Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos
superficiais principais do tórax.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
4. MÚSCULOS DO TÓRAX – PEQUENO PEITORAL

• Músculo triangular
localizado sob o Grande
Peitoral na parte superior
do Tórax.
• Origem: Costelas 3-5
• Inserção: Escápula
(processo coracóide).
• Ações: elevação costelas,
rotação interna e adução
da escápula.

Cofinanciado por:
Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos
superficiais principais do tórax.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
4. MÚSCULOS DO TÓRAX – GRANDE PEITORAL

• Músculo da zona superior


do tórax com três
porções.
• Origem: Clavícula,
Esterno, Costelas e
aponevrose do oblíquo
externo.
• Inserção: Úmero
(Tubérculo maior).
• Ações: Adução, flexão e
rotação interna do braço.

Cofinanciado por:
Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos
superficiais principais do tórax.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
4. MÚSCULOS INTERCOSTAIS (RESPIRAÇÃO)

• Intercostais externos.
• Intercostais internos.
• Intercostais profundos:
– Transverso Torácico;
– Subcostal.

Cofinanciado por: Descrever a ação geral dos músculos intercostais no tórax.


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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
4. MÚSCULOS INTERCOSTAIS (RESPIRAÇÃO)

• Unem as costelas entre


si, garantindo a sua
depressão (expiração)
ou a elevação
(inspiração).
• Trabalham
sinergeticamente com
os serratéis posteriores,
pequeno peitoral e
diafragma.

Cofinanciado por: Descrever a ação geral dos músculos intercostais no tórax.


CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
5. PAREDES MUSCULARES DA CAVIDADE ABDOMINAL

• Superior:
– Diafragma.

• Inferior:
– Períneos.

[Link]

Cofinanciado por: Identificar as paredes musculares da cavidade abdominal.


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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
5. PAREDES MUSCULARES DA CAVIDADE ABDOMINAL

• Posterior:

– Quadrado Lombar.

– (Grande) Psoas.

– (Pequeno) Psoas.

– Ilíaco.

Cofinanciado por: Identificar as paredes musculares da cavidade abdominal.


CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
5. PAREDES MUSCULARES DA CAVIDADE ABDOMINAL

• Antero-lateral:

– Oblíquo Externo.

– Reto abdominal.

– Oblíquo Interno.

– Transverso abdominal.

Cofinanciado por: Identificar as paredes musculares da cavidade abdominal.


CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
5. PAREDES MUSCULARES DA CAVIDADE ABDOMINAL

• Antero-lateral:

– Oblíquo Externo.

– Reto abdominal.

– Oblíquo Interno.

– Transverso abdominal.

Cofinanciado por: Identificar as paredes musculares da cavidade abdominal.


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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
5. CAVIDADE ABDOMINAL - ESTRUTURAS ACESSÓRIAS

• Fáscia branca:
– Anterior e ao centro da
cavidade.
– Une processo xifóide e
sínfise púbica.
• Ligamento Inguinal:
– Forma o bordo inferior
da aponevrose do
oblíquo externo.
– Une a crista ilíaca ao
púbis.

Cofinanciado por:
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
6. MÚSCULOS DA PAREDE POSTERIOR DO ABDÓMEN

• Quadrado Lombar:
– Origem: Crista ilíaca
(face posterior)
– Inserção: Face inferior
da última costela e ap.
Transversas da L1-L4.
– Ações:
• Depressão da costela;
• Elevação da Pélvis
(unilateral)
• Flexão do tronco
(bilateral)

Cofinanciado por:
Identificar a respectiva origem dos músculos constituintes da parede
posterior do abdómen, a sua inserção e acção.
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
6. MÚSCULOS DA PAREDE POSTERIOR DO ABDÓMEN

• Psoas:
– Origem: Ap. Transversos
[Link]

das v. lombares.
– Inserção: Fémur
(trocânter menor)

• Ilíaco:
– Origem: Fossa ilíaca.
– Inserção: Fémur

• Ações: Flexor da coxa.


Cofinanciado por:
Identificar a respectiva origem dos músculos constituintes da parede
posterior do abdómen, a sua inserção e acção.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
7. MÚSCULOS DA PAREDE ANTERO-LATERAL DO ABDÓMEN

• Antero-lateral:

– Oblíquo Externo.

– Reto abdominal.

– Oblíquo Interno.

– Transverso abdominal.

Cofinanciado por: Identificar as paredes musculares da cavidade abdominal.


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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
7. MÚSCULOS DA PAREDE ANTERO-LATERAL DO ABDÓMEN

• Oblíquo Externo:
– Origem: Esterno e face
inferior e externa das últimas
8 costelas (5-12).
– Inserção: Púbis, linha branca
(aponevrose) e crista ilíaca.
• Oblíquo Interno:
– Origem: Ligamento Inguinal e
crista ilíaca.
– Inserção: Púbis, face inferior
das 3 últimas costelas (10-
12), linha branca e
aponevrose do oblíquo ext.

Cofinanciado por:
Identificar a respectiva origem dos músculos constituintes da parede
ântero-lateral do abdómen, a sua inserção e acção.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
7. MÚSCULOS DA PAREDE ANTERO-LATERAL DO ABDÓMEN

• Reto Abdominal:
– Origem: Sínfise púbica e
púbis.
– Inserção: Cartilagem das
costelas 5, 6, e 7 e esterno.
• Transverso:
– Origem: Ligamento inguinal,
crista ilíaca, face inferior das 6
últimas costelas (7-12) e
diafragama.
– Inserção: Aponevrose ligada à
linha branca ¾ superiores e
ao púbis ¼ inferior.
[Link]

Cofinanciado por:
Identificar a respectiva origem dos músculos constituintes da parede
ântero-lateral do abdómen, a sua inserção e acção.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
7. MÚSCULOS DA PAREDE ANTERO-LATERAL DO ABDÓMEN

• Ações principais:
– Compressão;
– Tensão;
– Redução Diâmetro abdominal;
– Flexão do tronco;
– Inclinação homolateral;
– Rotação homolateral e contralateral (oblíquo
externo).

Cofinanciado por:
Identificar a respectiva origem dos músculos constituintes da parede
antero-lateral do abdómen, a sua inserção e acção.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
VIDEOTECA

• AnatomyOnlineCourse (Youtube)
• Muscle&Motion (Youtube)
• [Link] (3d atlas)

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Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos
superficiais principais do tórax.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

Departamento de Expressões – Grupo de Educação Física

BLOCO G – Organização geral e caracterização dos principais músculos


do membro superior

DOCUMENTO DE APOIO

Professor Henrique Nunes

Cofinanciado por:
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

Objetivo Geral: Conhecer a organização geral dos músculos do


membro superior

• Caracterizar os músculos mais importantes na produção de


movimento.
• Descrever os músculos principais da cintura escapular.
• Identificar a respectiva origem dos músculos principais da
cintura escapular, a sua inserção e acção.
• Descrever os músculos principais das regiões anterior e posterior
do braço.
• Identificar a respectiva origem dos músculos principais das
regiões anterior e posterior, a sua inserção e acção.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

Objetivo Geral: Conhecer a organização geral dos músculos do


membro superior

• Identificar os três tipos de acção dos músculos do antebraço:


pronação e supinação, movimentos da mão e movimentos dos
dedos.
• Descrever no antebraço duas regiões musculares.
• Identificar a acção genérica das duas regiões musculares do
antebraço.
• Descrever as três regiões musculares da mão.
• Identificar a acção genérica das três regiões musculares da mão.

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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. MÚSCULOS PRINCIPAIS DA CINTURA ESCAPULAR

• Deltóide: • Asseguram a ligação do


– Anterior tronco e do membro
– Médio superior através da
– Posterior união entre:
– Escápula;
• Infra-espinhoso – Clavícula;
– Úmero.

• Pequeno Redondo

Caracterizar os músculos mais importantes na produção de movimento.


Cofinanciado por: Descrever, identificar a origem, inserção e ações dos músculos principais
da cintura escapular.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. CINTURA ESCAPULAR – DELTÓIDE

• O Deltóide apresenta 3
porções:
– Anterior (clavicular)
– Médio (acromial)
– Posterior (espinhal)

Caracterizar os músculos mais importantes na produção de movimento.


Cofinanciado por: Descrever, identificar a origem, inserção e ações dos músculos principais
da cintura escapular.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. CINTURA ESCAPULAR – DELTÓIDE

Porção Origem Inserção Ação


Flexão e rotação
interna do membro
Anterior Clavícula (1/3
superior. Adução
(Clavicular) externo)
horizontal do
ombro.
Tuberosidade
Média Abdução do
Escápula (Acrómio) deltóide do Úmero
(Acromial) membro superior
(face externa)
Extensão e rotação
externa do membro
Posterior
Escápula (Espinha) superior. Abdução
(Espinhal)
horizontal do
ombro.

[Link]
Caracterizar os músculos mais importantes na produção de movimento.
Cofinanciado por: Descrever, identificar a origem, inserção e ações dos músculos principais
da cintura escapular.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. CINTURA ESCAPULAR – INFRA-ESPINHOSO
[Link]
• Pertence à coifa de
rotadores.
• Origem: Escápula (fossa
infra-espinhosa);
• Inserção: Úmero
(tubérculo maior);
• Ações:
– Estabilizador da
escápula.
– Rotação externa do
braço.
Caracterizar os músculos mais importantes na produção de movimento.
Cofinanciado por: Descrever, identificar a origem, inserção e ações dos músculos principais
da cintura escapular.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. CINTURA ESCAPULAR – PEQUENO REDONDO

Pequeno Redondo:
• Pertence à Coifa de [Link]
Rotadores
• Origem: Escápula.
• Inserção: Úmero.
• Ações:
– Rotação externa do
braço;
– Estabilização do ombro.

Caracterizar os músculos mais importantes na produção de movimento.


Cofinanciado por: Descrever, identificar a origem, inserção e ações dos músculos principais
da cintura escapular.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. CINTURA ESCAPULAR – COIFA DOS ROTADORES
• Constituída por 4 músculos: • Com origem na escápula e
– Subescapular inserção no úmero,
– Supra-espinhoso garantem a estabilização da
– Infra-espinhoso articulação gleno-umeral.
– Redondo Menor • São responsáveis pela
rotação do membro
superior.

Caracterizar os músculos mais importantes na produção de movimento.


Cofinanciado por: Descrever, identificar a origem, inserção e ações dos músculos principais
da cintura escapular.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. CINTURA ESCAPULAR – COIFA DOS ROTADORES

Músculo Origem Inserção Ação

Escápula Úmero Rotação Interna do


Subescapular
Fossa subescapular Tubérculo menor membro superior

Assiste (deltóide)
Escápula Úmero
Supra-espinhoso na Abdução do
Fossa supraespinhal Tubérculo Maior
membro superior

Escápula Úmero Rotação Externa do


Infra-espinhoso
Fossa infraespinhal Tubérculo Maior membro superior

Escápula Úmero Rotação Externa do


Redondo Menor
Bordo externo Tubérculo Maior membro superior

Caracterizar os músculos mais importantes na produção de movimento.


Cofinanciado por: Descrever, identificar a origem, inserção e ações dos músculos principais
da cintura escapular.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. CINTURA ESCAPULAR – COIFA DOS ROTADORES

Caracterizar os músculos mais importantes na produção de movimento.


Cofinanciado por: Descrever, identificar a origem, inserção e ações dos músculos principais
da cintura escapular.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
2. MÚSCULOS PRINCIPAIS DO BRAÇO
Vista Lateral Vista Posterior

• Região Anterior:
– Bicípite Braquial.
– Braquial Anterior.
• Região Posterior:
– Tricípite Braquial.
• Atravessam duas
articulações (Gleno-
umeral e Complexo
Articular do Cotovelo),
isto é, são músculos
bi-articulares.

Cofinanciado por:
Descrever, identificar a origem, inserção e ações dos músculos principais
das regiões anterior e posterior do braço.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
2. REGIÃO ANTERIOR – BICÍPITE BRAQUIAL

• Bicípite Braquial
apresenta duas
porções:
– Curta (Interna)
• Origem: Escápula
(processo coracóide)
– Longa (Externa)
• Origem: Escápula
(Tubérculo subglenóide)
– Inserção comum: Rádio
(tuberosidade) e
Aponevrose bicipital

Cofinanciado por:
Descrever, identificar a origem, inserção e ações dos músculos principais
das regiões anterior e posterior do braço.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
2. REGIÃO ANTERIOR – BICÍPITE BRAQUIAL

• Bicípite realiza duas


ações principais:
– Flexão do cotovelo;
– Supinação do antebraço.
• No entanto, é
responsável por outros
movimentos como
adução (curta), abdução
e rotação interna
(longa). [Link]

Cofinanciado por:
Descrever, identificar a origem, inserção e ações dos músculos principais
das regiões anterior e posterior do braço.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
2. REGIÃO ANTERIOR – BRAQUIAL ANTERIOR

• Braquial Anterior:
– Origem: Úmero (metade
distal da face anterior,
abaixo da tuberosidade
deltóide).

– Inserção: Cúbito
(tuberosidade e
processo coronóide).

– Ação: Flexor do cotovelo.

Cofinanciado por:
Descrever, identificar a origem, inserção e ações dos músculos principais
das regiões anterior e posterior do braço.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
2. REGIÃO POSTERIOR– TRICÍPITE

• Origens das 3 porções:


– Longa: Escápula
(tuberosidade
infraglenóide).
– Vasto Interno: Úmero
(corpo).
– Vasto Externo: Úmero
(corpo).

• Inserção comum: Cúbito


(olecrâneo)

Cofinanciado por:
Descrever, identificar a origem, inserção e ações dos músculos principais
das regiões anterior e posterior do braço.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
2. REGIÃO POSTERIOR– TRICÍPITE

• Tricípite realiza:

– Extensão do cotovelo.

Cofinanciado por:
Descrever, identificar a origem, inserção e ações dos músculos principais
das regiões anterior e posterior do braço.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
3. MÚSCULOS DO ANTEBRAÇO

• À medida que nos


aproximamos das
extremidades, os
músculos vão-se
tornando mais delgados
e mais numerosos,
permitindo maior
discriminação e
precisão de
movimentos.
Identificar os três tipos de acção dos músculos do antebraço: pronação e supinação,
Cofinanciado por: movimentos da mão e movimentos dos dedos.
Descrever e identificar a ação genérica das duas regiões musculares do antebraço.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
3. MÚSCULOS DO ANTEBRAÇO

Na região do antebraço é
possível identificar duas
regiões:

Ântero-Interna

Póstero-Externa

Identificar os três tipos de acção dos músculos do antebraço: pronação e supinação,


Cofinanciado por: movimentos da mão e movimentos dos dedos.
Descrever e identificar a ação genérica das duas regiões musculares do antebraço.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
3. REGIÕES DO ANTEBRAÇO – ÂNTERO-INTERNA

• Ântero-interna:
– Flexão da mão e dos
dedos;
– Pronação da mão.

• Flexor radial
• Flexor cubital
• Pronador Redondo
• Pronador Quadrado
• Longo Palmar
Identificar os três tipos de acção dos músculos do antebraço: pronação e supinação,
Cofinanciado por: movimentos da mão e movimentos dos dedos.
Descrever e identificar a ação genérica das duas regiões musculares do antebraço.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
3. REGIÕES DO ANTEBRAÇO – PÓSTERO-EXTERNA

• Póstero-externa:
– Extensão da mão e dos
dedos;
– Supinação da mão.

• Extensor dedo mínimo


• Bráquio-radial
• Extensor dedos
• Extensor radial
• Extensor cubital
• Acónio
• Extensor do polegar
Identificar os três tipos de acção dos músculos do antebraço: pronação e supinação,
Cofinanciado por: movimentos da mão e movimentos dos dedos.
Descrever e identificar a ação genérica das duas regiões musculares do antebraço.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
3. AÇÃO GENÉRICA DOS MÚSCULOS DO ANTEBRAÇO

• Funcionalmente os músculos do antebraço


podem ser divididos em três grupos:

1) músculos que se inserem no rádio e produzem


movimentos de pronação e supinação no antebraço;

2) músculos que se inserem nos ossos do carpo e


metacarpo e intervêm nos movimentos da mão;

3) músculos que terminam nas falanges, atuando nos


movimentos dos dedos.
Identificar os três tipos de acção dos músculos do antebraço: pronação e supinação,
Cofinanciado por: movimentos da mão e movimentos dos dedos.
Descrever e identificar a ação genérica das duas regiões musculares do antebraço.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
4. REGIÕES MUSCULARES DA MÃO

• Na face posterior da • Na face anterior é


mão não existem possível identificar 3
músculos. regiões musculares.

Cofinanciado por: Descrever e identificar a ação genérica das três regiões musculares da mão.
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
4. REGIÕES MUSCULARES DA MÃO

Cofinanciado por: Descrever e identificar a ação genérica das três regiões musculares da mão.
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
4. REGIÕES MUSCULARES DA MÃO

• Os músculos da região
tenar estão ligados à
mobilidade do polegar
(1):
– Flexores
– Extensores
– Abdutores
– Oponentes

Cofinanciado por: Descrever e identificar a ação genérica das três regiões musculares da mão.
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
4. REGIÕES MUSCULARES DA MÃO

• Os músculos da região
média estão ligados à
mobilidade dos dedos 2
a 4:
– Lumbricais
– Interósseos palmares
– Breve palmar

Cofinanciado por: Descrever e identificar a ação genérica das três regiões musculares da mão.
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
4. REGIÕES MUSCULARES DA MÃO

• Os músculos da região
hipotenar estão ligados
à mobilidade do dedo
mínimo (5):
– Abdutor
– Oponente
– Flexor Curto

Cofinanciado por: Descrever e identificar a ação genérica das três regiões musculares da mão.
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

Departamento de Expressões – Grupo de Educação Física

BLOCO H – Organização geral e caracterização dos principais músculos


do membro inferior

DOCUMENTO DE APOIO

Professor Henrique Nunes

Cofinanciado por:
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano

Objetivo Geral: Conhecer a organização geral dos músculos do


membro inferior

• Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos


superficiais e profundos da bacia.
• Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos
da coxa.
• Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos
superficiais e profundos da perna.
• Identificar as regiões musculares do pé.

Cofinanciado por:
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
0. SEGMENTOS DO MEMBRO INFERIOR

Cofinanciado por: Regiões do membro inferior


CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. MÚSCULOS DA BACIA

• Nesta zona situa-se uma volumosa massa muscular


constituída pelos 3 glúteos:

– Grande;
– Médio;
– Pequeno.

Cofinanciado por:
Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos
superficiais e profundos da bacia.
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. MÚSCULOS DA BACIA

• O Grande Glúteo é o maior


e ocupa a região posterior.

• Os glúteos médio e
pequeno ocupam a região
lateral.

• O pequeno é um músculo
profundo.

Cofinanciado por:
Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos
superficiais e profundos da bacia.
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. MÚSCULOS DA BACIA

• Com origem no osso ilíaco


(faces lateral e posterior
da linha glútea), as
porções diferem na
inserção:
– Grande, insere-se na fáscia
lata e fémur.
– Médio e Pequeno inserem-
se no fémur (grande
trocânter).

Cofinanciado por:
Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos
superficiais e profundos da bacia.
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. MÚSCULOS DA BACIA

• São abdutores e
extensores da coxa e
anca.
• Participam também na
rotação:
– Interna (porções mais
anteriores)
– Externa (Grande Glúteo)
Glúteos mínimo e médio - [Link]
Funções do Glúteo Máximo - [Link]

Cofinanciado por:
Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos
superficiais e profundos da bacia.
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. MÚSCULOS DA BACIA

• O Tensor da Fáscia Lata


localiza-se na face
externa da coxa e é
constituído por 2
estruturas:

TRATO ILÍOTIBIAL
– Tensor da Fáscia Lata
– Trato ilíotibial.
• Tem origem na crista
ilíaca e inserção na face
externa da tíbia
Cofinanciado por:
Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos
superficiais e profundos da bacia.
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE DESPORTO
ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
1. MÚSCULOS DA BACIA

• Músculo bi-articular
responsável por:
– Tensionar a fáscia lata.
– Abdução e rotação

TRATO
interna do quadril.
– Estabilizar quadril e

ILÍOTIBIAL
joelho
– Rotação Externa do
joelho.

Cofinanciado por:
Descrever e identificar a origem, inserção e ação dos músculos
superficiais e profundos da bacia.
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ESTUDO DO MOVIMENTO | 10º Ano
2. MÚSCULOS DA COXA – REGIÕES
Distribuem-se por 3 regiões:
ANTERIOR INTERNA POSTERIOR

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MÚSCULOS DA COXA – REGIÃO ANTERIOR

Crista Ilíaca
Ligamento inguinal
Tensor da Fáscia Lata QUADRICÍPITE
CRURAL
Sartório

Vasto externo Reto Femoral


Vasto interno
Trato íliotibial
Tendão Rotuliano
Rótula
Tendão do Sartório
Tuberosidade da Tíbia

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MÚSCULOS DA COXA – REGIÃO ANTERIOR

• Quadricípite:

– Vasto Externo
– Reto Femoral
– Vasto Interno
– Vasto Crural

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MÚSCULOS DA COXA – REGIÃO ANTERIOR

• Estes músculos têm


origens diferentes:
– Reto Femoral tem origem
na crista ilíaca (músculo bi-
articular);
– Vastos têm origem no
fémur.
• Mas partilham a inserção
na tuberosidade anterior
da tíbia através do tendão
rotuliano.

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MÚSCULOS DA COXA – REGIÃO ANTERIOR

• Principal ação do
Quadricípite (no seu
todo) é a extensão da
perna (ou joelho).

• O Reto Femoral
participa também na
flexão da coxa (sendo
um sinergista do Psoas
Ilíaco).

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MÚSCULOS DA COXA – REGIÃO ANTERIOR

• O Sartório ou Costureiro é bi-


articular e é o músculo mais
longo do corpo.
• Origem: Crista Ilíaca.
• Inserção: face interna do corpo
da Tíbia.
• Ações (bi-articular):
– Quadril; flexão, abdução e rotação
externa;
– Joelho: flexão e rotação interna.

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MÚSCULOS DA COXA – REGIÃO POSTERIOR

Semitendinoso
(pata de ganso)

Porção longa do
Bicípite Femoral

Semimembranoso

Porção curta do
Bicípite Femoral

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MÚSCULOS DA COXA – REGIÃO POSTERIOR

• Têm origem num tendão comum


na porção Ísquio do osso do
Quadril.
• Inserção:
– no perónio (lado externo) – Bicípites
femorais.
– na tíbia (lado interno) –
Semimembranoso e Semitendinoso
Isquiotibiais
• São músculos bi-articulares.

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MÚSCULOS DA COXA – REGIÃO POSTERIOR

• No seu conjunto são • Pela sua inserção


flexores da perna e distinta:
extensores da coxa. – Bicípites femorais
produzem rotação
externa da perna.

– Semimembranoso e
semitendinoso
produzem rotação
interna da perna.

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MÚSCULOS DA COXA – REGIÃO INTERNA

Pectíneo

Adutor Curto

Adutor Longo

Adutor Magno

Grácil

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MÚSCULOS DA COXA – REGIÃO INTERNA

• Os adutores inserem-se
no Fémur:
– Curto (zona superior)
– Longo (zona intermédia)
– Magno (toda face
interna e côndilo
interno)
• Têm origem no púbis.
• Realizam adução da
coxa.
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3. MÚSCULOS DA PERNA – REGIÕES MUSCULARES
REGIÃO ANTERIOR REGIÃO EXTERNA REGIÃO POSTERIOR

Região da
Músculos
Perna

Anterior Tibial anterior

Posterior Tricípite Sural

Externa Peroneais laterais

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3. MÚSCULOS DA PERNA – REGIÃO ANTERIOR

• Tibial anterior:
– Origem: Tíbia
– Inserção: 1º Metatarso.
– Ação: dorsiflexão e inversão do pé.

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3. MÚSCULOS DA PERNA – REGIÃO POSTERIOR

• O Tricípite Sural é
constituído pelos
músculos Gémeos e
Solear e pelo Tendão de
Aquiles.

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3. MÚSCULOS DA PERNA – REGIÃO POSTERIOR

Gémeos: Solear:
• Origem: côndilos • Origem: na Tíbia e
externo e interno do Perónio.
Fémur.
• Inserção: Calcâneo,
• Inserção: Calcâneo,
através do Tendão de através do Tendão de
Aquiles. Aquiles.
• Ação: • Ação:
– Flexão do joelho; – Flexão plantar.
– Flexão plantar.

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3. MÚSCULOS DA PERNA – REGIÃO EXTERNA

• Constituída por 2 músculos:


– Peroneal longo e Peroneal curto.
– Origem: Membrana interóssea,
Tíbia e Perónio.
– Inserção: 1º Metatarso (longo) e 5º
metatarso (curto)
– Ação:
• Flexão plantar;
• Eversão do pé.

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4. REGIÕES MUSCULARES DO PÉ

• Podemos identificar 4 • Os músculos que atuam


regiões no pé: sobre o pé podem ser
1. Dorsal. classificados de acordo
2. Plantar interna. com a sua origem:
3. Plantar média.
– Intrínsecos, com origem
4. Plantar externa. no próprio pé.
– Extrínsecos, com origem
na perna.

Cofinanciado por: Identificar as regiões musculares do pé.

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