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Fundamentos da Imunologia e Células Imunes

Este documento resume os principais conceitos da imunologia, descrevendo o sistema imunológico, os tipos de imunidade, as células envolvidas e seus papéis. A imunologia estuda o sistema imunológico, que protege os seres vivos de ameaças químicas, físicas e biológicas. O sistema imunológico é dividido em imunidade inata e adaptativa, cada uma com células e mecanismos específicos para reconhecer e combater agentes estranhos.

Enviado por

Marina Garcia
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Fundamentos da Imunologia e Células Imunes

Este documento resume os principais conceitos da imunologia, descrevendo o sistema imunológico, os tipos de imunidade, as células envolvidas e seus papéis. A imunologia estuda o sistema imunológico, que protege os seres vivos de ameaças químicas, físicas e biológicas. O sistema imunológico é dividido em imunidade inata e adaptativa, cada uma com células e mecanismos específicos para reconhecer e combater agentes estranhos.

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IMUNOLOGIA

CONCEITOS  Células da imunidade inata  macrófagos,


eosinófilos, monócitos
 A imunologia é o estudo do sistema imunológico
IMUNIDADE ADAPTATIVA
 Sistema imunológico  complexo de órgãos que
trabalham com o objetivo de evitar ou controlar
 Aquela que você desenvolve após ser desafiado
desafios químicos, físico ou biológico sofridos
pelos agentes agressores
pelos hospedeiros ou seres vivos
 Para de ser desenvolvida na puberdade
 Nem todos possuem sist. Imune  organismos
menos desenvolvidos como bactérias  Pode ser:
o Os mamíferos tem o conjunto completo o Humoral  anticorpos
 Forma ativa de transferir
anticorpos: vacina
 Antígeno  nome genético atribuído a um agente
 Forma passiva: soro, leite
agressor, que pode ser químico, físico ou biológico
o Agente químico  toxinas, pH muito alto
ou baixo (abaixo de 3 e acima de 10 é lesivo
 Resposta contra agentes
para qualquer espécie)
extracelulares
o Agente físico  temperatura, trauma, etc
o Agente biológico  parasitas, bactérias,
o Celular  linfócitos T
etc
 Resposta contra agentes
intracelulares
IMUNIDADE  Depende de sinalização
IMUNIDADE INATA
PROPRIEDADE GERAL DA IMUNIDADE
 Fabricada enquanto o indivíduo está sendo gestado ADAPTATIVA
(da concepção ao nascimento)
 Determinantes da imunidade inata:  Especificidade  garante que diferentes antígenos
o Fator genético sejam combatidos por componentes específicos da
 Determina ausência de receptores resposta imune
celulares que poderiam predispor a  Diversidade  permite que o sistema imunológico
adesão de agente infecciosos responda uma grande variedade de antígenos
 Especialização  gera resposta ótima para a defesa
o Temperatura contra diferentes tipos de M.O.
 Reação do organismo que visa  Memoria  leva a uma resposta aumentada a
combater agentes invasores exposições repetidas aos mesmos antígenos
o Reestabelece a homeostasia
o Característica anatômica
 Pele e mucosas intactas, secreção  Contração/homeostasia  permite que o sistema
em mucosas, etc responda aos antígenos encontrados recentemente
 Capacidade de distinção  previne injuria do
o Microbiota normal hospedeiro durante resposta a antígeno estranhos
 Presença de M.O. benéficos nos o Reconhece o que é self ou não self
sítios naturais que impedem a
ocupação indesejada

CÉLULAS DO SISTEMA IMUNE E ÓRGÃOS LINFÓIDES


CÉLULAS DO SISTEMA IMUNE o Também são encontradas nos tecidos, com
exceção do SNC e SRM)
 As células do sistema imune têm origem na medula
ERITRÓCITOS
óssea
 Essas células são parte do sistema imuno inato e
 Não são parte do sistema imunológico, mas podem
adquirido
ter função imunológica:
o Estão presentes na circulação sanguínea e
o Se amontoam no antígeno
linfática
CÉLULAS DO SISTEMA IMUNE INATO  Tem projeções citoplasmáticas
NEUTRÓFILOS  Se localizam:
o Nas circulações sanguínea e linfática
 Sempre está em qualquer tecido danificado, é a o Nos órgãos de revestimento epiteliais
primeira célula a chegar (epiderme e mucosa)
 Célula inflamatório do processo agudo
 Morfologia  Tem como função capturar antígenos e apresentar
o Possui um núcleo multilobulado (três) para o linfócito T
o Dois tipos de grânulos
MONÓCITOS/MACRÓFAGOS
 Se localiza na corrente sanguínea
 Tem como função provocar atividade pró-  Efetora mononuclear
inflamatória (incluindo reparo tecidual)  É uma APC
 Células inflamatórias do processo crônico
EOSINÓFILOS  Possui um núcleo em forma de feijão e citoplasma
discretamente granular
 Possui núcleo bilobulado e citoplasma rico em  Se localiza:
grânulos o Monócito  circulação sanguínea
 Se localiza na circulação o Macrófago  tecidos (Kupffer,
 Tem como função: microgliócitos, osteoclastos)
o Fazer a lise de macroparasitas por
degranulação  Garante a ativação de linfócitos
o Fagocitose  Tem como função fazer a fagocitose de partículas
estranhas
BASÓFILOS
MASTÓCITOS
 Efetora polimorfonuclear
 Núcleo volumoso com forma retorcida (S) e  Produzido na medula óssea e migra
irregular automaticamente para o tecido (menos o sanguíneo)
 Possui receptores de membrana para Ig  Possui grânulos
 Se localiza na corrente sanguínea (em baixa  Localizado normalmente no tecido conjuntivo
quantidade)  Tem como função:
 Tem como função: o Armazenamento de mediadores de
o Liberação de grânulos citoplasmáticos pró- inflamação
inflamatórios o Liberação de histamina e heparina
o Mediador químico de processos alérgicos o Fator quimiotáticos para neutrófilos e
o Desempenha importante papel na eosinófilos
imunidade contra parasitas
PLAQUETAS
NK (NATURAL KILLER)
 Citoplasma rico em grânulos
 Efetora mononuclear  Se localiza no sangue
 Tem origem linfocitica  Tem como função:
 Possui receptores de superfícies semelhantes aos do o Agregação plaquetária
linfócito B e citoplasma rico em grânulos o Atividade pró-inflamatória
 Se localiza na circulação sanguínea o Aumento da permeabilidade vascular
 Tem como função: o Ativação do sistema complemento
o Identificar um possível risco para a saúde ‘
o Liberar granzimas (indução de apoptose) CÉLULAS DO SISTEMA IMUNE
o Destruir células infectadas por vírus ADQUIRIDO
o Destruir células tumorais LINFÓCITOS
o Liberar citocinas pró-inflamatórias
o Regular a hematopoese (processo de  Linfócitos B e T são morfologicamente semelhantes
formação de células sanguíneas)  A diferenciação é possível somente por citometria
de fluxo (teste de laboratório)
CÉLULAS DENDRÍTICAS o Linfócitos T tem subpopulação

 Efetora mononuclear
 APC profissional
LINFÓCITO T ÓRGÃOS LINFOIDES PRIMÁRIOS

 Se localiza nos órgãos e na circulação  Sítios de linfopoese


 Tem como função a resposta imune celular  A célula pluripotente origina a linhagem linfoide
 Subpopulações:  Esses órgãos produzem e/ou armazenam as células
o Linfócito T auxiliar (helper) do sistema imune
o Linfócito T citotóxico  Exemplos:
o Medula óssea  produz e armazena
LINFÓCITO B o Timo  matura o linfócito T
o Bursa de Fabricius  matura o linfócito B
 É uma APC (nas aves)
 Garante a ativação de linfócitos
 Tem a membrana recoberta por Ig ÓRGÃOS LINFOIDES SECUNDÁRIOS
 Fica localizado nos órgãos e na circulação
 É responsável pela resposta imune humoral  Local onde é iniciada/desenvolvida a resposta
 Tem uma célula diferenciada  plasmócito imune aos antígenos
o Não possui Ig  Aquisição de repertorio de receptores antígeno-
o É uma célula produtora de anticorpos específicos
 Órgãos periféricos encapsulados e bem
ÓRGÃOS LINFÓIDES organizados
 São massas de tecido linfoide não organizado
o Tecido linfoide associado às mucosas
 As células envolvidas com a resposta imune se (MALT)
organizam em tecidos anatomicamente bem o Tecido linfoide associado a pele (SALT)
definidos o Tecido linfoide associada ao intestino
 Os órgãos linfoides são responsáveis pela produção (GALT)
ou amadurecimento das células do sistema imune o Tecido linfoide associado aos brônquios
 Esses órgãos podem ser divididos em: (BALT)
o Órgãos linfoides primários
o Órgãos linfoides secundários

SINALIZAÇÃO
SINALIZAÇÃO  Os antígenos possuem regiões antigênicas de
diferentes naturezas chamadas de epítopos
o Esses epítopos podem ser reconhecias pelo
 A sinalização pode ser apenas física, apenas
sistema e podem estimular uma resposta
química ou ambas ao mesmo tempo
imune
 Para que uma resposta imune possa ser produzida o
primeiro contato que o hospedeiro tem com o
 Uma das funções da ligação do receptor com os
antígeno precisa ser físico
epítopos do antígeno é a endocitose
 Esse contato é feito com o receptor, que geralmente
é uma molécula de proteína presente na superfície
da membrana celular, citoplasmática ou nuclear MEDIAÇÃO QUÍMICA
o Receptor na membrana citoplasmática 
função de leitura, caracterização,  O Toll da APC liga-se com o antígeno. O receptor
representa um antígeno de superfície da faz acontecer uma reação química dentro da célula
célula que a ativa, produzindo e liberando citocina
o Receptor na carioteca  recebe sinal e o Pode acontecer ao mesmo tempo em que
manda outra ordem para o núcleo funcionar ocorre a endocitose (reação física)

 Os receptores são variados TLR (toll like receptor)  Tem três formas de ação:
o Existem nove tipos o Autócrina – citocina age na própria célula
que a produz
 O antígeno pode ser feito de proteína, carboidrato o Parácrina – citocina age em célula
ou lipídio adjacentes
o Se é feito dos três, geralmente ao mesmo o Endócrina – citocina age em locais
tempo distantes de onde foram produzidas
 Citocinas são proteínas solúveis que servem de o Os lisossomos enviam enzimas para dentro
mediadoras das reações imunológicas e do fagossomo, destruindo o antígeno
inflamatórias, sendo responsáveis pela localizado no interior
comunicação entre os leucócitos e com outras
células  Destruição por contato
o Também podem ser chamadas de o A célula NK usa o toque para reconhecer
interleucina e quimiocina celular
 Elimina a invasora usando enzimas
 As citocinas tem um efeito quimiotático, que é o líticas que são disparadas como
poder de atração com os fagócitos APC tiros em direção a célula suspeita
 Produz citocina para amplificar a
SINALIZAÇÃO X RI INATA resposta, ativando os macrófagos

 Proteínas plasmáticas
 Os mecanismos de defesa do sistema imuno inato
o Sistema complemento, ajuda na resposta
reagem rapidamente aos desafios
das células (seguem uma ordem de C1 a
 Integridade de barreiras físicas é imunidade já que C9)
impedem a entrada de MO ou interferem com seu o São proteínas que circulam no sangue e
crescimento quando encontram um antígeno, colam
 Elemento efetor  consegue oferecer uma proteção nele, fazendo perfuração (cascata de
contra o agente invasor reações químicas) e o matando por lise
osmótica
MECANISMOS EFETORES DE IMUNIDADE
INATA  Imunidade inata – as duas vias fazem a perfuração
ativando a cascata, são diferenciadas pelo gatilho
 Fagocitose (precisa ser estabelecido o contato físico o Via alternativa  desencadeia pela simples
entre o receptor e o antígeno) presença de elementos do complemento na
o Ocorre a endocitose, formando uma superfície dos patógenos (agente estranho)
vesícula fagossomica o Via lectina  ligação da lectina plasmática
o O fagossomo interage com os lisossomos, a um resíduo de manose (açúcar de parede
ocorrendo a migração lisossomal (adsorção da bactéria) presente no microrganismo
do fagossomo)

ANTÍGENO

ANTÍGENO o Tem natureza de carboidrato ou lipídio

 Antígeno oncofetal
 Qualquer molécula que seja capaz de se ligar a um
receptor de APC (TLRs), anticorpo ou a um  Antígeno do grupo sanguíneo (ABO)
receptor de célula T (TCR)  Antígeno leucocitário humanos (HLA)
 Os antígenos que se unem a anticorpos incluem o São as Moléculas do Complexo Maior de
todas as classes de moléculas Histocompatibilidade (MHC)
o Reconhece os antígenos do doador
 Muitos dos TCRs ligam apenas fragmentos de
o Célula NK toca nos receptores, para
proteínas do peptídeo complexados com moléculas
reconhecer ou rejeitar
de MHC
MHC
TIPOS DE ANTÍGENOS
 Glicoproteínas de superfície celular
 Antígeno de transplante especifico ao tumor
(TSTA)  Função biológica:
o Elemento de distinção  uma célula que
 Antígeno dependente de T
possui MHC pode ser diferenciada das
o Geralmente uma proteína
outras células
o Exige tanto LB como LTh para estimular
 Funciona como “RG” das células
uma resposta mediada por anticorpos
que o possuem
 Antígeno independente de T
o Elementos de restrição  para que um
o Pode ser combatido por anticorpo,
antígeno agressor possa ser reconhecido e
fagocitose, sist. complemento
se ligar ao TCR do linfócito T, esse
antígeno agressor precisa estar conjugado a  O TCR constitui uma cadeia polipeptídica
uma molécula de MHC composta por duas cadeias:
 Necessário para que ocorra o o Cadeia alfa
reconhecimento do agente pelo o Cadeia beta
LTh ou LTc
 Cada uma dessas cadeias apresenta uma região:
 Tem duas classes de MHC: o Variável  a sequência de aminoácidos
muda conforme o tipo do receptor
o Constante  a sequência de aminoácidos
permanece a mesma

 Ambas as cadeias estão ancoradas na membrana


plasmática da célula T
o Tanto cadeia alfa, como beta, participam do
reconhecimento do MHC

 Características dos TCRs


o Não são produzidas na forma secretável
o Não passam pela troca de isotipo com as Igs
o Classe I o Não sofrem maturação de afinidade
 Peptídeos curtos (8 – 11 aa)
 Estrutura alongada (porção central
 Para que a ativação do linfócito T se realize é
arqueada)
preciso:
o Classe II
 Peptídeos longos (10 – 30 aa)
 Estrutura alongada

CARACTERÍSTICAS DA LIGAÇÃO AG +
MHC

 Interação estável, de baixa afinidade


 Associação por complementaridade físico química
e estrutural
 Cada molécula de MHC liga um único peptídeo o TCR se ligue ao peptídeo + MHC
(linear) o CD28 (receptor do linfócito T) se ligue ao
 Diferentes peptídeos podem competir pela ligação B7 (receptor da APC)  moléculas
ao único sitio de ligação de cada molécula MHC coestimuladoras
 A natureza distinta dos peptídeos que se ligam a o CTLA-4 se ligar ao B7 desativa o linfócito
diferentes moléculas MHC decorre de diferenças no T, para cessar a inflamação
sitio de ligação do peptídeo
FASES DA RESPOSTA IMUNE
MECANISMOS EFETORES ADAPTATIVOS ADAPTATIVA

 A apresentação de antígeno depende de contato  Acontece no órgão linfoide secundário, só sai se for
físico inflamação crônica
 Os linfócitos T (responsáveis pela resposta imune
adaptativa celular) reconhecem apenas peptídeos
conjugados com moléculas de MHC
1. Reconhecimento  peptídeo + MHC apresentando  Atrai lisossomos que grudam na vesícula (fusão
para o TCR, B7 + CD28 fagolisossomal)
2. Ativação  expansão clonal (mitose)  Os lisossomos liberam enzimas, que destroem o
3. Efetora  produção de citocinas quimiotáticas antígeno
pelos LT que vão atrair mais linfócitos e APCs para  Os peptídeos do antígeno ficam livre dentro da
o sitio de inflamação vesícula
4. Declínio  apoptose dos clones de linfócito T o Precisam do tamanho certo para se
5. Memoria  células perdem a capacidade de morte, conjugar ao MHC
ganham longa sobrevida
 RER  sintetiza MHC classe 2
DIFERENCIAÇÃO DOS LINFÓCITOS T o É sintetizado junto com uma cadeia
invariante, que protege o sitio de ligação,
para evitar a apresentação de autoantígeno

 As vesículas do peptídeo e do MHC se fundem,


formando uma única vesícula
 Quando o MHC-2 se encontra na mesma vesícula
que o peptídeo do antígeno, então o CLIP sai do
sitio de ligação e o peptídeo toma seu lugar
 Se destaca dessa vesícula e fica em uma nova
vesícula, levando até a membrana plasmática
 Fica na membrana, para apresentar o peptídeo ao
LTh

VIA CITOSÓLICA
 LTh (interferon gama) e IL-12 = LTh-1
o Imunidade contra patógenos intracelulares  Via que se refere ao processamento de antígeno
e resposta imune, celular endógeno
o Ex: brucela, micobacteria, etc
 IL-4 + IL-2 = LTh-2 o Principalmente vírus e câncer
o Imunidade contra parasitas extracelulares,
alergias, asma, resposta humoral  O antígeno endógeno entra na célula e por não estar
dentro de uma vesícula o proteossoma identifica
 TGFβ + IL-2 = Treg que não é parte do corpo e o digere
o Imune tolerância, homeostasia dos o Proteossoma  complexo de proteínas
linfócitos, regulação das respostas imunes, citoplasmáticas de ação lítica (tem
celular capacidade de digestão)

 TGFβ + IL-6 = LTh-17  Libera os peptídeos do antígeno que entram no RER


o Imunidade contra bactérias extracelulares e através da TAP (proteína de transporte ativo), e se
fungos, respostas autoimunes, tolerância conjuga com o MHC-1
 O MHC-1 passa pelo complexo de golgi entrando
FASE EFETORA T CD8 em uma vesícula, se direcionando para a membrana
para apresentar o antígeno para o LT citotóxico ‘
 Ativação  TCR da CTL com MHC-1 da APC,
LFA-1 com ICAM-1
 Exocitose dos grânulos  Granzimas e Perforinas
o substâncias químicas de ação lítica que vão
induzir a ação da célula hospedeira à
apoptose ou morte por choque osmótico

VIAS DE PROCESSAMENTO DE
ANTÍGENOS
VIA ENDOCÍTICA

 A célula faz a endocitose, trazendo a molécula para


dentro do seu citoplasma, envolvido por uma
vesícula endocitica ou fagossomica
PRINCÍPIOS DAS REAÇÕES ANTÍGENO-ANTICORPO
IMUNOGLOBULINAS CLASSES DE IG

 Os anticorpos possuem diferentes cadeias pesadas


 Imunoglobulinas (Ig) ou anticorpos (Ac) são
que podem ser classificadas em diferentes isotipos
proteínas circulantes produzidas nos vertebrados
o IgA (alfa)
em resposta à exposição a estruturas estranhas
o IgD (ômega)
(antígenos)
o IgE (epsolon)
 Essas proteínas são produzidas pelos monócitos
o IgG (gama)
(uma célula originada dos linfócitos B)
o IgM (mi)
 Os Ac podem ser receptores de antígenos ligados às
membranas das células B ou serem proteínas
 IgD e IgM
secretadas
o Funcionam como receptores de linfócitos B
 Apresentam uma ampla diversidade e virgens (maduros, mas não sensibilizados)
especificidade no reconhecimento de antígenos o Estimulação antigênica + LTh = expansão,
 Tem a capacidade de opsonizar ou neutralizar diferenciação e produção de Ig
o Alguns clones de LB podem secretar IgM
- Qualquer classe de molécula pode se ligar aos Ac ou mudar de isotipos (troca de classe da
cadeia pesada)
ESTRUTURA DAS IG
AFINIDADE DE IG + AG
 Possui quatro cadeias polipeptídicas
o Duas cadeias pesadas (maior tamanho)  Afinidade  forca com a qual a Ig se liga ao epítopo
o Duas cadeias leves (menor tamanho) (parte do Ag onde a Ig se liga)
 Maturação da afinidade  aumento da força de
 Cada uma das cadeias contém duas regiões ligação
o Região variável (representados com “V” na  O número de sítios de ligação com o antígeno varia
imagem) conforme a Ig
 É onde o antígeno se liga o IgD, IgE e IgG são monômeros (possuem 2
 Precisa ser variável para poder se sítios de ligação)
ligar com diferentes antígenos o IgA pode ser mono, dí ou trímero (possui
de 2 a 6 sítios de ligação)
o Região constante (representados com “C” o IgM é pentâmero (tem 10 sítios de ligação)
na imagem)
 Onde os fagócitos se ligam, pode
ser constante pois os fagócitos são
iguais

FUNÇÕES DOS ISÓTOPOS DE IG

 IgA  imunidade de mucosas


 IgD  receptores de LB virgens (BCR)
 Na imagem, os meio-círculos são os domínios de  IgE  ativação de mastócito (reação alérgica) e
ligação, onde ocorre a ligação ação anti-helmíntica
 A região Fab serve para neutralizar e a região Fc  IgG  opsonização, ativação de complemento e
para opsonizar defesa do neonato
 IgM  receptor de LB virgem e ativação do
complemento (maior parte dos casos não é receptor,
é anticorpo de emergência, sempre o primeiro a ser
produzido)

REAÇÕES ANTÍGENO-ANTICORPO
IMUNODIAGNÓSTICO  Testes de histocompatibilidade  comparação
entre MHCs
 Testes imunológicos que fornecem informações  Imuno-hematologia  verifica presença de
importantes para o diagnóstico e cuidado clinico de proteínas especificas na superfície
diversos pacientes
PRINCIPAIS TESTES
 Testes clássicos são voltados para a detecção de
IMUNODIFUSÃO
anticorpos (indicadores R.I.)
 Os testes modernos conseguem detectar
 Determinação quantitativa de antígenos
diretamente a presença do antígeno
 Agar + anticorpo especifico (diluído) são colocados
 Podem ser empregados para o diagnóstico de:
em placa de Petri ou lâmina de vidro
o Doenças do sistema imunológico
o Doenças infecciosas  Soluções de antígeno são colocadas em orifícios de
o Detecção de drogas gel
o Detecção de hormônios  O suporte é incubado em câmara úmida até que
ocorra a difusão (48 a 72) horas
 Outras aplicações:  Determinada área do halo de precipitação formado
o Confirmação de uma impressão clinica (área do halo é diretamente proporcional à
o Diagnósticos precoce de uma doença concentração do antígeno)
o Exclusão de determinada enfermidade
o Acompanhamento do progresso da doença
o Avaliação da efetividade da terapêutica

 Teste ideal:
o Fácil execução
o Preciso
o Barato

CLASSIFICAÇÃO DO TESTE (MÉTODO) IMUNOENZIMÁTICO (ELISA)

 Imunoprecipitação  anticorpos + alvos =  Detecção e quantificação da presença de um


suspensão em solução antígeno ou anticorpo
 Imunoaglutinação  anticorpos + ligantes =  Princípio  imobilização de um dos reagentes em
aglutinam (formam grumos) uma fase solida, enquanto outro reagente pode ser
 Teste utilizando complemento  capacidade em ligado a uma enzima, com preservação tanto da
detectar atividade do complemento atividade enzimática como da imunológica do
 Ensaio receptor-ligante  pesquisa de alvos anticorpo
específicos com anticorpos em solução  Teste detecta quantidade extremamente pequenas
 Imuno-histologia  anticorpos marcados + alvo = de antígenos ou anticorpos (parâmetros do ensaio
imagem (fluorescência) devem ser bem padronizados)

CLASSIFICAÇÃO DO TESTE (APLICAÇÃO)

 Método direto  método para detecção de


antígenos
 Método indireto  método para a detecção de
anticorpos
 Método para avaliação da imunidade celular 
procura atividade de linfócitos T
 Método de avaliação do sistema complemento 
verifica atividade do complemento
IMUNOFLUORESCÊNCIA imunofluorescência indireta tem sido empregado
para amplificar o sinal e aumentar a sensibilidade
 Baseada na capacidade do anticorpo de se ligar  Pode ser empregado na pesquisa de antígenos ou de
covalentemente a flurocromos sem perder sua anticorpos
reatividade especifica como antígeno
 Classificada em:
o Imunofluorescência direta
o Imunofluorescência indireta

IMUNOFLUORESCÊNCIA DIRETA

 Empregado na pesquisa e localização de antígenos


em células ou tecidos atraes de um anticorpo com
flurocromo (conjugado)
 O conjunto se fixa ao antígeno, formando um
imunocomplexo estável
 O anticorpo não ligado é removido por lavagens e o
preparado é observado em microscópio de
fluorescência  Para a pesquisa de antígenos  consiste na
 Utilizado na pesquisa de Chlamydia trachomatis, incubação da célula ou tecido em que se quer
Treponema pallidum, Legionnella sp, Escherichia pesquisar o antígeno com o anticorpo especifico
coli, entre outros obtido em animal conhecido ou monoclonal,
levando a formação de um imunocomplexo
o Depois da lavagem, a preparação é
incubada com um conjugado de anti-
imunoglobulina produzida em outra
espécie de animal

 Para pesquisa de anticorpos  antígenos


padronizados são fixados a lâmina de vidro e o soro
do paciente é diluído, colocado sobre o antígeno e
incubado para permitir a formação do complexo
antígeno anticorpo
o Depois da lavagem, a preparação é
IMUNOFLUORESCÊNCIA INDIRETA incubada com o conjugado fluorescente e,
se houver anticorpo no soro, o conjugado
 A sensibilidade é limitada ao nível de fluorescência reage com o anticorpo especifico para o
detectável pelo olho humano, por isso, o teste de antígeno

CASCATA DO SISTEMA DO COMPLEMENTO


SISTEMA COMPLEMENTO VIA CLÁSSICA

 É desencadeada pela ligação de anticorpos


 Coleção de proteínas presentes na circulação e/ou
neutralizantes à superfície de microrganismos
ligadas à membrana que desempenham importante
invasores
papel nas defesas contra organismos invasores
 É um componente humoral da imunidade adquirida
 Possuem propriedades enzimáticas que permitem a
destruição de qualquer agente invasor  Os anticorpos tem a finalidade de opsonizar para
proteínas do complemento
 Sua ativação envolve o disparo de um “gatilho” que
deflagra uma reação em cascata  Como ocorre a via:
o Tanto IgM quanto IgG podem ativar essa
 Esse “gatilho” podem ser 3 sinais distintos que
via, se ligando à superfície dos antígenos,
iniciam a cascata, gerando o MAC (complexo de
atraindo as proteínas do complemento
ataque a membrana)
o A primeira a ser atraída é a C1 que se gruda
o Vias de ativação:
na Ig e se rearranja formando C1q, C1r e
 Via clássica
C1s, formando o complexo C1qrs
 Via alternativa
 Via da lectina
o Isso atrai a C2 e C4, que são quebrados por
enzimas conversoras em C2a, C2b, C4a e VIA ALTERNATIVA
C4b
 C2a e C4a são pró inflamatórias  Desencadeada pela simples presença de elementos
 C2b e C4b formam o complexo do complemento na superfície dos patógenos
C2b4b  Componente da imunidade inata
 Ocorre:
o C3 gruda na superfície do patógeno e a
enzima conversora a quebra em C3a (pró
inflamatório) e C3b
o O fator B se liga com o C3b e é clivado em
fatos Ba (pró inflamação) e Bb, formando o
complexo C3bBb

o C2b4b sinaliza e atrai a C3 que se gruda e é


quebrado pela enzima conversora em C3a e o Tem a presença do fator D que serve
C3b para ancorar o C5
 C3a é pró inflamatória
 C3b se junta as outras formando o
complexo C2b4b3b

o O resto desencadeia igual a via clássica a


partir da chegada do C5

VIA DA LECTINA

o Isso atrai a C5, que é clivado pela enzima e  A ligação da lectina plasmática a um resíduo de
vira C5a (pró inflamatório) e C5b manose presente no microrganismo é o que
o C5b ativa as proteínas C6 e C7, formando desencadeia essa via
outro complexo chamado C5b67  A lectina “substitui” a C, o resto da cascata segue
o Atrai a C8 que gruda no complexo e atrai igual a via clássica
varias C9 (até 16)
o A C9 se gruda no complexo e se
polimerizam, formando um tubo, abrindo
um buraco, formando a MAC

REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE
RESPOSTA IMUNE

 Inflamação  sinônimo de reparo (recuperação)


o Quando a inflamação precisa é muito longo
ou forte acaba lesionando o tecido

 Quanto mais contatos com o antígeno maior vai ser


a resposta imune humoral
 Resposta imune celular  O linfócito B entra em contato com um antígeno e
começa a fazer expansão clonal, se diferenciando
em plasmócito, produzindo uma IgE
 A IgE é apresentada ao antígeno e depois se liga a
um mastócito
 Quando o mastócito ligado a IgE encontra com o
antígeno novamente o mastócito degranula e libera
histamina e heparina
o Histamina é vasodilatadora e heparina é
anticoagulante

REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE TIPO II

 São distúrbios causados pela RI  Citotoxicidade mediada por anticorpo


 Quando o sistema imune é provocado pelo antígeno  Formação de ac (classe IgG)
e tem uma resposta excessiva ou aberrante o Superfície de células próprias
 Hipersensibilidade  doença inflamatória imuno
mediada  Exemplo do mecanismo
 Antígenos em potencial que podem causar resposta o Ocorre com drogas que não se ligam a
alérgica de hipersensibilidade: proteínas e ficam livre no sangue
o Externos o O linfócito B captura e produz anticorpos
 Microbianos o Quando detecta a droga na superfície de
 Tuberculose, hepatite, etc uma célula ele gruda e opisonizam, fazendo
fagocitose da célula hospedeira sem querer
 Ambientais  Se a célula por exemplo for uma
 Alérgenos (pólem, pó, etc) hemácia, pode gerar uma anemia
hemolítica imuno mediada
o Próprios
 Autoantígenos

TIPOS DE HIPERSENSIBILIDADES

 Reações de hipersensibilidade tipo I


o Imediata (tipo anafilático)
o Deflagrada por antígeno externo

 Reações de hipersensibilidade tipo II


o Mediada por anticorpos
o Deflagrada por antígeno externo e próprio

 Reações de hipersensibilidade tipo III TIPO III


o Mediada por imonocomplexos
o Deflagrada por antígeno externo e próprio  Mediada por imunocomplexos (ag + ac)
 Formação exagerada de imunocomplexos
 Reações de hipersensibilidade tipo IV o Corpo não consegue remove-los, causando
o Mediada por célula T (tipo tardio) precipitação em tecidos sadios, levando a
o Deflagrada por antígeno externo e próprio inflamação
 Leva a lesão tecidual
TIPO I  Alvos
o Articulações (artrites)
 Imediata ou choque anafilático o Fígado
 Liberação de mediadores de mastócitos o Rins (nefrites)
 Produção de IgE contra antígenos ambientais o Vasos sanguíneos (vasculites ou flebites)
TIPO IV

 Tipo tardio (mediada por linfócitos T)


 Mecanismo
o Ativação clone de LT após desafio
(antígeno)
o Liberação de mediadores da RI (linfocinas)
 Fator Ativador de Macrófagos
 Fator Inibidor de Macrófagos
 Fator Ativador de Macrófagos

MATURAÇÃO E SELEÇÃO DE LINFÓCITOS


RECEPTORES DE LINFÓCITOS

 Os receptores de antígenos dos linfócitos B e T


reconhecem estruturas quimicamente diferentes
 Os receptores de linfócitos são:
o BCR (IgD e IgM)  células B
o TCR  células T
RECEPTORES NAS CÉLULAS B
PARTICULARIDADES DO
RECONHECIMENTO DE ANTÍGENOS
 O receptor da célula B é uma molécula de
imunoglobulina
 As imunoglobulinas (tanto as de superfície de
linfócitos B, como as secretadas, reconhecem  A estrutura do BCR é a mesma da imunoglobulina
conformações de macromoléculas nativas, como,
proteínas, lipídios, carboidratos e ácidos nucléicos
o Ampla especificidade permite que os
anticorpos reconheçam antígenos em sua
forma nativa

 Os linfócitos T reconhecem apenas peptídeos


conjugados com moléculas de MHC

CARACTERÍSTICAS DOS TCRS MATURAÇÃO DE LINFÓCITOS T E B

 Não são produzidos na forma secretável  Ocorre a partir de células tronco da medula óssea
 Não passam pela troca de isotipo como as Igs  Regulado a partir do sistema neuro endócrino
 Não sofrem maturação de afinidade (Igs)  Depende de três etapas:
 Tanto cadeia alfa, como beta, participam do o Proliferação das células imaturas (estroma
reconhecimento do MHC = IL-7)
o Expressão dos genes de receptores de
MOLÉCULAS CO-ESTIMULATÓRIAS antígenos
o Expressão de receptores de antígenos
 Associadas ao TCR existe um complexo de funcionais
proteínas que, em conjunto, formam o complexo
TCR - Embora LT e LB se originem na medula, apenas LB
 Principais moléculas co-estimulatórias: matura lá. LT é maturado no timo
o Molécula CD3
o Cadeia delta  A diversidade é gerada por processo de
recombinação gênica das regiões V, D e J dos genes
 Responsáveis pela transdução de sinais que de Ig e TCR
ativação vias metabólicas transcricionais  Os linfócitos parcialmente maduros são
selecionados em vários estágios de modo a
preservar a capacidade funcional do linfócito
MATURAÇÃO DO LINFÓCITO T o Seleção negativa
 LT são testadas quanto a alta
afinidade de reconhecimento por
antígenos próprios
 LT perigosos são eliminados

 Células Pró-T são duplo negativas


o CD4-
o CD8-

 Células que passaram pela recombinação VDJ se


tornam duplo positivas MATURAÇÃO DE LINFÓCITO B
o CD4+ (T helper)  Seleção negativa
o CD8+ (T citotóxico) o LB também são testadas quanto a alta
afinidade de reconhecimento por antígenos
 Para terminar a maturação precisa passar pela próprios
seleção, com duas etapas: o LB perigosos também são eliminados
o Seleção positiva
 Células T imaturas são
selecionadas para reconhecer
moléculas de MHC próprias
 Aqueles que não reconhecem são
eliminados
 TCRs que reconhecem MHC-I
conservam CD8 e as que
reconhecem MHC-II, conservam
CD4

RESPOSTA IMUNE AOS AGENTES INFECCIOSOS E


PARASITÁRIOS
CARACTERÍSTICAS GERAIS ao microrganismo e aos seus produtos, mais do que
pelo microrganismo em si
 A defesa contra microrganismos é mediada pelos
mecanismos efetores das imunidades natural e RESPOSTA IMUNE INATA
adaptativa
 O sistema imunológico responde de modos distintos  As principais barreiras contra MOs são os epitélios
e especializados a diferentes tipos de e os anexos:
microrganismos para combater de modo mais eficaz o Pele
estes agentes infecciosos o Trato gastrintestinal
 A sobrevivência e patogenicidade dos MOs em um o Trato respiratório
hospedeiro são criticamente influenciadas pela
capacidade dos M.O de fugir ou resistir aos  Os MOs invadem o organismo por alguma dessas
mecanismos efetores da imunidade vias e tentam colonizar o hospedeiro
 Em algumas infecções, a lesão tecidual (doença)  Barreiras físicas funcionais impedem a entrada dos
pode ser caracterizada pela resposta do hospedeiro MO ou interferem com seu crescimento, como por
exemplo a produção de substâncias antimicrobianas
naturais, como:
o pH
o Lisozima (lágrima)
o Ácidos graxos essenciais (pele)

 Os MOs podem ultrapassar essas barreiras e atingir


os tecidos e a circulação

 O objetivo da resposta imune adaptativa é ativar


esses mecanismos de defesa contra os
microrganismos que estão em localizações
anatômicas diferentes, como a luz intestinal,
circulação ou dentro das células.

SECREÇÃO DE ANTICORPOS

 Anticorpos se ligam aos M.O. extracelulares,


MECANISMOS EFETORES CONTRA MOS bloqueiam a sua capacidade de infectar a célula do
hospedeiro
 Fagocitose  Promovem a ingestão e subsequente destruição
o Macrófagos e Neutrófilos  fazem a pelos fagócitos
produção de citocinas de ação pró-  Ativam proteínas do complemento
inflamatória
AUMENTO DA ATIVIDADE DE FAGÓCITOS
 Destruição por contato
o Células NK  produzem citocina (INF-g)  Os fagócitos (macrófagos e neutrófilos) ingerem os
ativadora de macrófagos agentes infecciosos e os destroem
 Seus peptídeos são apresentados via MHC para
 Proteínas plasmáticas linfócitos: p. e. LT CD4+
o Sistema complemento  produtos são o Estes produzem citocinas que atraem novos
efetivos na destruição dos M.O. fagócitos
 Estimulam fagócitos através da
opsonização AÇÃO MICROBICIDA
 Estimulação da resposta imune
adaptativa (LT e LB)  Ação exercida pelo LT CD8+ (citotóxicos)
o Destroem células infectadas por agentes
RESPOSTA IMUNE ADAPTATIVA infecciosos inacessíveis aos anticorpos
(intracelulares)
 O sistema imune adquirido usa três estratégias
principais para combater os agentes infecciosos: MECANISMOS DE EVASÃO DOS AGENTES
o Secreção de anticorpos INFECCIOSOS
o Aumento da atividade de fagócitos (R.I.I.) BACTÉRIAS EXTRACELULARES
o Ação microbicida

BACTÉRIAS INTRACELULARES
VÍRUS

PARASITOS

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