Verificacao Oficial
Verificacao Oficial
de Elementos de
Controle
Missão do DIPOA
FFF [2]2 Apresentação da missão do DIPOA com ênfase na saúde pública e na defesa dos direitos do consumidor como atividades
principais do Departamento. O auxílio à produção sustentável e ao desenvolvimento da indústria sob SIF são consequências.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]3
Responsabilidades
INDÚSTRIA
GOVERNO
• Qualidade dos processos • Verificar o cumprimento
e produtos da legislação
• Programas
desenvolvidos, • Avaliação da
implantados, mantidos implantação e da
e monitorados pelos execução dos
estabelecimentos, programas de
visando assegurar a autocontrole
qualidade higiênico-
sanitária de seus
produtos.
Slide 3
FFF [2]3 Apresentação das responsabilidades do setor privado e do setor público na inspeção com base no risco. A responsabilidade
sobre o que é produzido é da indústria e não do governo, ao qual cabe verificar o cumprimento da legislação.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]4
Programas de Autocontrole
FFF [2]4 Apresentar o os programas BPF, PPHO e APPCC como nada mais do que programas de autocontrole, simplificando a visão e
mostrando que o autocontrole na indústria não é algo novo ou recentemente exigido pela fiscalização.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]5
FFF [2]6
Normas
FFF [2]5 Apresentação da legislação que exige a implantação de programas de autocontrole, mostrando que desde 1997 já se exige
que as empresas sob SIF tenham Boas Práticas de Fabricação implantadas e desde 1998 tenham o APPCC implantado
(lembrança de que a necessidade de avaliação do plano APPCC por uma comissão do DIPOA acabou por desobrigar as
empresas a terem APPCC).
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]6 Apresentação dos artigos do novo RIISPOA que tratam de programas de autocontrole com ênfase no Art. 74.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]7
Definição
FFF [2]8 Apresentação das primeiras circulares que orientavam a verificação dos programas de autocontrole das empresas pelos
auditores e agentes de inspeção e que todas foram substituídas pela Norma Interna 01/2017.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]9
Elementos de Controle
Parte I – Manutenção
• Equipamentos, instalações e utensílios em geral
• Iluminação
• Ventilação
• Águas Residuais
• Calibração e aferição de instrumentos
FFF [2]9 Apresentação dos elementos de controle a serem verificados pelos auditores e agentes de inspeção. Nesse slide é lembrado
que os sub elementos da Manutenção eram elementos separados anteriormente, mas que foram unificados por similaridade
(todos tem a ver com manutenção) e pela forma de verificação.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]10
Elementos de Controle
Parte IX – APPCC
Slide 9
FFF [2]10 Apresentação dos elementos de controle a serem verificados pelos auditores e agentes de inspeção. Ênfase ao lembrar que é
preciso que as empresas tenham os 8 primeiros elementos bem implantados antes de implantar o APPCC por se tratarem de
pré-requisitos para o controle dos perigos.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]11
Elementos de Controle
FFF [2]11 Apresentação dos elementos de controle a serem verificados pelos auditores e agentes de inspeção. Chamado à atenção para
os elementos rastreabilidade e recolhimento (exigências do novo RIISPOA) e para o MER.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]12
Pontos Imprescindíveis
Medidas preventivas
Padrões de conformidade
Procedimentos de monitoramento
Ações corretivas
Procedimentos de verificação
Registros
Slide 11
FFF [2]12 Apresentação dos pontos que todos os programas das empresas devem possuir para que haja êxito em sua implantação.
Chamado à atenção para medidas preventivas, padrões de conformidade e procedimentos de verificação, que geralmente não
existem ou são deficitários nos programas. Foi feita uma correlação com os sete princípios do APPCC.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]13
Medidas Preventivas
FFF [2]13 Apresentação das definições de medida preventiva. Ênfase em dizer que este ponto é o mais importante de todos já que a
prevenção é o cerne dos programas de autocontrole.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]14
FFF [2]14 Apresentação das definições de padrão de conformidade e relação com o limite crítico do APPCC. As empresas devem prever
padrões de conformidade para todos os programas.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]15
Monitoramento
É a realização de uma sequência É executado nas etapas do
planejada de observações e processo para identificar a
medições dos parâmetros de conformidade na execução e
controle para avaliar se uma possíveis desvios, e neste caso a
determinada etapa do processo tomadas das devidas ações
está sob controle (CODEX). corretivas.
FFF [2]15 Apresentação das definições de monitoramento. Ênfase em lembrar que os resultados do monitoramento devem ser imediatos.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]16
Monitoramento
Ação Corretiva
Monitor
[Link]
Manipulador
Slide 15
FFF [2]16 Apresentação da figura em que o monitor avalia uma operação e deve tomar ações corretivas caso identifique desvios.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]17
Ações Corretivas
FFF [2]17 Apresentação das definições de ação corretiva. Ênfase ao lembrar que as ações corretivas devem tratar a causa do desvio e não
somente de forma superficial, visando evitar que ele ocorra novamente.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]18
Verificação
FFF [2]18 Apresentação das definições de verificação. Lembrança de que quando se detecta desvio na verificação, necessariamente
deve-se prever uma ação corretiva para o monitoramento, pois ele provavelmente também falhou.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]19
Verificação
Ação Corretiva
Ação Corretiva
Verificador
Monitor
[Link]
Manipulador
Slide 18
FFF [2]19 Apresentação da figura em que o monitor avalia uma operação e deve tomar ações corretivas caso identifique desvios. O
verificador avalia não só a operação, mas também os procedimentos e registros do monitoramento e deve tomar ações
corretivas na operação e no monitoramento caso identifique desvios.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]20
Registro
FFF [2]20 Apresentação das definições de registro. Ênfase em lembrar que os registros são a prova de que o programa existe e funciona.
Se não há registro, não existe.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]21
Registro
FFF [2]21 Apresentação das definições de registro. Lembrança de que os registros podem ser eletrônicos. Para isso o auditor deve ter
acesso privilegiado ao sistema, sem prerrogativa de alteração de dados, mas com possibilidade de identificar se os dados são
os originais ou se houve alterações e ajustes e as justificativas para tal. Quanto ao arquivamento, orientou-se que os
documentos oficiais não sejam simplesmente descartados, mas digitalizados e depois descartados para abrir espaço para os
mais recentes.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]22
Registro
FFF [2]22 Apresentação de 4 exemplos de registro e do conceito de revisão. Lembrança de que as empresas não só podem como devem
revisar seus programas, buscando avaliar as causas de desvios e intensificando, se necessário, a frequência dos monitoramento
e verificações. Ao contrário, quando não há desvios em um programa por muito tempo, há um sinal de que as medidas
preventivas ou medidas de controle estão funcionando de forma satisfatória e as empresas podem diminuir a frequência dos
monitoramentos e focar em outros programas não tão bem implantados .
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]23
Para garantir a inocuidade do produto e documentar os processos e procedimentos,
os registros devem conter as seguintes informações:
• Operações realizadas
FFF [2]23 Listagem das informações que não podem faltar em um registro. Data e assinatura são imprescindíveis.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]24
Verificação Oficial
A verificação oficial com base nos
autocontroles é atividade inerente Inspeção Permanente – frequência
à fiscalização, sob competência do mínima quinzenal in loco e
SIF local, e visa avaliar, principal e trimestral documental (3 registros,
especificamente, a implementação dias alternados dentro do período
dos programas de autocontrole por para cada elemento)
parte das empresas registradas.
FFF [2]24 Apresentação da definição de verificação oficial e diferenciação da verificação da empresa. Ênfase na frequência mínima de
verificação in loco quinzenal, documental trimestral e de cada elementos uma vez ao ano. Explicação do funcionamento na
inspeção periódica.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]25
Verificação Oficial
FFF [2]25 Ênfase na inexistência do RNC como forma de notificação de desvios às empresas. Inconformidades relevantes são registradas
nos formulários além das ações fiscais pertinentes. Lembrança de que a atividade mais importante do auditor é a inspeção ante
e post-mortem e que essa não pode e não deve ser delegada de forma alguma. A correção das inconformidades deve ser
cobrada e avaliada pelo SIF além da tomada de ação fiscal quando necessário.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]26
Verificação Oficial
FFF [2]27
Inspeção
Ação Corretiva
Ação Fiscal
Ação Corretiva
Verificador
Monitor
[Link]
Manipulador
Slide 25
FFF [2]26 Apresentação da figura em que o monitor avalia uma operação e deve tomar ações corretivas caso identifique desvios. O
verificador avalia não só a operação, mas também os procedimentos e registros do monitoramento e deve tomar ações
corretivas na operação e no monitoramento caso identifique desvios.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]27 A verificação oficial deve avaliar todo o quadro numa visão externa ao processo, pois a inspeção não faz parte do programa da
empresa. Essa verificação deve focar nas ações e no cumprimento do programa pelas empresas conforme eles foram descritos.
A identificação de não conformidades pode gerar ações fiscais por parte da inspeção.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]28
Identificação de desvio
Auditor cobra
apresentação
imediata do registro A verificação foi feita
Desvio dentro da frequência?
A empresa sim e das ações
corretivas em A empresa
identificou o
andamento. apresentou os
desvio?
registros e a
não
ação corretiva
foi adequada? sim não
FFF [2]28 Apresentação do fluxograma de identificação de desvio. Nem todo desvio é uma não conformidade.
Ao identificar um desvio, deve-se buscar saber se a empresa também o identificou. Em caso positivo, busca-se os registros
dessa identificação e das ações corretivas em andamento. Se a empresa apresentou os registros e as ações corretivas foram
adequadas, registra-se o desvio, mas não como uma não conformidade, indicando na planilha que há compatibilidade entre os
achados da inspeção e os da empresa.
Caso o desvio não tenha sido identificado pela empresa ou esta não apresente os registros ou ainda se as ações corretivas não
foram iniciadas não forem adequadas, deve-se avaliar a extensão e a gravidade do desvio para determinar se e qual ação fiscal
será tomada. Se foi identificada perda de controle (desvio grave com impacto em saúde pública ou nos interesses dos
consumidores, ou ainda uma desvio recorrente e que a empresa tem visível dificuldade em corrigir, deve-se lavrar os termos de
apreensão ou suspensão (ação cautelar para impedir o agravamento da não conformidade) e ainda um auto de infração para
notificar a empresa das sanções as quais ela está sujeita.
Caso não seja identificada perda de controle por parte da empresa, registra-se a não conformidade na VOEC e exige-se a
correção em plano de ação.
A definição de perda de controle é uma área “cinzenta” de muita discricionariedade. Muitas vezes o que é perda de controle
para um auditor, não é para outro. Tudo depende da gravidade e extensão do desvio, histórico da empresa e da atitude em
solucionar e corrigir o problema.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]29
AI & UI
Unidades de
Áreas de Inspeção
Inspeção
subdivisão de uma área de
inspeção que compreende o
espaço tridimensional onde
seção ou setor com seus
está inserido o equipamento,
equipamentos, instalações e
instalações e utensílios, limitada
utensílios incluindo forro,
por parede, piso e teto,
paredes, piso, drenos e outras
levando-se em consideração o
estruturas eventualmente
tempo necessário para
presentes.
realização da inspeção visual
das superfícies. Uma AI pode
ser constituída por várias UI.
Slide 27
FFF [2]29 Apresentação das definições de Área de Inspeção e Unidade de Inspeção. Lembrança sobre o tempo para inspeção visual não
pode ser muito longo e deve estar por volta de um minuto.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]30
AI & UI
Slide 28
AI & UI
Slide 29
AI & UI
Slide 30
AI & UI
Slide 31
AI & UI
Slide 32
Verificação
Conformidade dos
procedimentos e registros de
monitoramento e verificação
Avaliação do cumprimento do
protocolos de manutenção
Slide 33
FFF [2]35 Apresentação do elemento de controle Manutenção, sub elemento Instalações e Equipamentos. Na verificação oficial deve-se
sempre avaliar a conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa. Se houver
protocolo de manutenção, este deve ser avaliado. A verificação é feita em 10% das áreas de inspeção do estabelecimento.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]36
Manutenção (Iluminação)
Verificação
Intensidade adequada
Mensuração com luxímetro
FFF [2]36 Apresentação do elemento de controle Manutenção, sub elemento Iluminação. Na verificação oficial deve-se sempre avaliar a
conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim como a intensidade adequada
da iluminação (previstas em normas ou, na falta dessas, no programa de autocontrole) com o auxílio de um luxímetro.
Verifica-se também a presença ou ausência de ofuscamentos, contrastes excessivos, sombras e cantos escuros que podem
prejudicar a higienização e outras atividades importantes no estabelecimento como o monitoramento de PCCs e as próprias
linhas de inspeção. Além disso é importante verificar se as lâmpadas têm ou não proteção quando for relevante. A verificação é
feita em 10% das áreas de inspeção do estabelecimento.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]37
Manutenção (Ventilação)
Verificação
Avaliação visual 10% das AI
FFF [2]37 Apresentação do elemento de controle Manutenção, sub elemento Ventilação. Na verificação oficial deve-se sempre avaliar a
conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim como a presença ou ausência
de condensação (principalmente no teto de recintos onde haja manipulação de alimentos), neve e gelo (pode dificultar o
fechamento de portas de câmaras, por exemplo). Além disso é importante verificar se o fluxo de ar vem das áreas limpas para
as áreas sujas e se há exaustão adequada. A verificação é feita em 10% das áreas de inspeção do estabelecimento.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]38
Manutenção (Águas Residuais)
Verificação
Conformidade dos procedimentos
e registros de monitoramento e
verificação
Ralos e grelhas
Acúmulo de água no piso
Slide 36
FFF [2]38 Apresentação do elemento de controle Manutenção, sub elemento Águas Residuais. Na verificação oficial deve-se sempre
avaliar a conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim como a presença ou
ausência de acúmulo de água no piso (risco de contaminação cruzada – água residual respingar em produtos). Além disso é
importante verificar se ralos e grelhas não estão entupidos e são adequados (ralos sifonados). A verificação é feita em 10% das
áreas de inspeção do estabelecimento.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]39
Manutenção (Calibração de Instrumentos)
Verificação
Avaliação da calibração de
termômetros de espeto
FFF [2]39 Apresentação do elemento de controle Manutenção, sub elemento Calibração e Aferição de Instrumentos. Na verificação oficial
deve-se sempre avaliar a conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim
como as datas de calibração dos instrumentos (termômetros, pHmetros, luxímetros, balanças, etc.). Além disso é importante
verificar se a aferição, se houver, é bem feita pelo empresa (termômetros e balanças identificados e aferição registrada). A
verificação é feita em 10% das áreas de inspeção do estabelecimento.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]40
Água de Abastecimento
Verificação
Proteção de reservatórios
FFF [2]40 Apresentação do elemento de controle Água de Abastecimento. Na verificação oficial deve-se sempre avaliar a conformidade
dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim como o controle de cloração e pH (mínimo
de 0,2ppm e máximo de 5ppm com recomendação de máximo de 2ppm). Além disso é importante verificar se os reservatórios
são protegidos e realizar as coletas para análises de água previstas no PACPOA. A verificação é feita em 10% dos pontos de
coleta existentes.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]41
Verificação
Ausência de focos de
insalubridade, objetos em
desuso e animais
Avaliação de armadilhas e
barreiras 5%
Conformidade dos
procedimentos e registros de
monitoramento e verificação
Slide 39
FFF [2]41 Apresentação do elemento Controle Integrado de Pragas. Na verificação oficial deve-se sempre avaliar a conformidade dos
procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim como a presença ou ausência de focos de
insalubridade (restos de alimentos, lixo desprotegido, resíduos de abate com chifres e cascos, etc.), objetos em desuso (canos,
restos de aço inoxidável, equipamentos quebrados, etc.) e animais. Além disso é importante verificar se as armadilhas e
barreiras estão em condições de uso. A verificação é feita em 5% das armadilhas existentes. As barreiras, como telas
mosquiteiro, cortinas de ar, dispositivos de fechamento automáticos para portas podem ser verificados no elemento
manutenção de instalações e equipamentos.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]42
Instrumentos auxiliares para verificação oficial
Moderação e
cuidado ao exigir
instrumentos da
empresa
Slide 40
FFF [2]42 Não se deve exigir equipamentos desnecessários para o estabelecimento. Exemplo seria exigir um luxímetro específico para o
SIF, quando esse equipamento seria usado somente uma ou duas vezes por ano pela Inspeção.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]43
Verificação
Inspeção visual por amostragem (10% das UI – 5%
pré-operacional e 5% operacional)
FFF [2]43 Apresentação do elemento de controle Higiene Industrial e Operacional. Na verificação oficial deve-se sempre avaliar a
conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim como fazer a inspeção visual
em 10% das unidades de inspeção, sendo 5% operacional e 5% pré-operacional. Além disso é importante verificar se os
reservatórios foram higienizados na frequência preconizada (geralmente de 6 em 6 meses ou em frequência maior se for
necessário).
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]44
FFF [2]44 Explicação sobre PPHO e sobre a referência utilizada pelo DIPOA (FSIS) sua relação com as atividades de higienização industrial
e operacional e a diferença entre o PPHO do FSIS e o do FDA (utilizado como referência pelo Ministério da Saúde) que define
PPHO com algo mais amplo, análogo aos elementos de controle listados na Norma Interna 01/2017. Diferenciação entre PPHO
operacional e pré-operacional. Lembrança sobre a mudança de entendimento de que o PPHO operacional não se refere mais
somente às higienizações nos intervalos de trabalho, mas também a manutenção da mesma durante as operações.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]45
FFF [2]45 Apresentação de trechos de um manual de higienização de indústria alimentar. Nesse slide, uma representação das etapas de
uma higienização.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]46
FFF [2]46 Apresentação de trechos de um manual de higienização de indústria alimentar. Nesse slide, uma comparação entre métodos
de higienização em comparação com tipos de sujidade e equipamentos.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]47
FFF [2]47 Apresentação de trechos de um manual de higienização de indústria alimentar. Nesse slide, as causas de uma higienização
incorreta, os efeitos causados, como detectar e métodos de controle.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]48
FFF [2]48 Apresentação de trechos de um manual de higienização de indústria alimentar. Nesse slide, uma comparação da ação de
diferentes desinfetantes em relação a vários microrganismos, dureza da água, contato com a pele do operador, estabilidade
quando solúvel, resíduos que deixa, custo, testes para sua detecção, etc.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]49
FFF [2]49 Lembrança sobre a IN 49/2006 e a responsabilidade da empresa em relação aos produtos de limpeza que utiliza, além de
ingredientes, material de embalagem, etc. Ênfase em não ser necessário que a empresa preencha o anexo II a cada lote de
produto de limpeza recebido, mas somente quando haja mudança de fórmula, fabricante, volume, etc.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]50
Higiene e Hábitos Higiênicos dos Funcionários
Verificação Verificação
Conformidade dos procedimentos e
Execução e presença dos registros de monitoramento e verificação
funcionários nos treinamentos
Cumprimento do conteúdo e necessidade
de novos treinamentos
Utilização correta das barreiras
sanitárias
Cumprimento dos cronogramas de
exames médicos
Estado de saúde e higiene
Atualização dos atestados de saúde dos
pessoal dos funcionários (0,5%) funcionários
Slide 48
FFF [2]50 Apresentação do elemento de controle Higiene e Hábitos Higiênicos dos Funcionários. Na verificação oficial deve-se sempre
avaliar a conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim como verificar a
utilização correta das barreiras sanitárias, estado de saúde e higiene pessoal dos funcionários e atualização dos atestados de
saúde. Além disso, avaliar a execução e presença de funcionários em treinamentos e o cumprimento do conteúdo e
necessidade de novos treinamentos. A verificação é feita em 0,5% dos funcionários.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]51
Definição
• Procedimentos realizados durante a produção que
objetivam evitar, eliminar ou reduzir contaminação
(evitar contaminação cruzada).
Exemplos
• Esterilização de facas;
• procedimento de evisceração bem executado;
• procedimento de esfola bem executado
Slide 49
FFF [2]51 Apresentação da definição de PSO e exemplos de PSO em abatedouros. Ênfase em evitar a contaminação cruzada. Pode-se
citar ainda como exemplos a oclusão de reto, esôfago e cloaca, entre outras.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]52
Verificação
Avaliação visual dos
procedimentos por amostragem
(conformidade) – 10%
FFF [2]52 Apresentação do elemento de controle Procedimentos Sanitários Operacionais - PSO. Na verificação oficial deve-se sempre
avaliar a conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim como avaliar
visualmente a conformidade na execução dos procedimentos sanitários operacionais. A verificação é feita em 10% dos PSO.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]53
Controle da Matéria Prima, Ingredientes e Material de
Embalagem
Verificação
Conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e
verificação
FFF [2]53 Apresentação do elemento de controle Matéria-prima, Ingredientes e Material de Embalagem. Na verificação oficial deve-se
sempre avaliar a conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim como a
recepção de matérias-primas (animais nos abatedouros – documentação principalmente), ingredientes e material de
embalagem. Além disso, se a empresa tem em seu plano que vai exigir garantias de seus fornecedores e realizar auditorias nos
mesmos, deve-se avaliar essas garantias e auditorias. A verificação é feita em 100% dos da matérias-primas, ingredientes e
material de embalagem de um produto de um lote escolhido aleatoriamente; 1% do recebimento de matéria-prima para
aproveitamento condicional quando houver; e um recebimento de insumos (ingrediente e embalagem).
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]54
Controle de Temperaturas
Verificação
Conformidade dos procedimentos e
registros de monitoramento e
verificação
FFF [2]54 Apresentação do elemento de controle Temperaturas. Na verificação oficial deve-se sempre avaliar a conformidade dos
procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim como mensurar ou visualizar a temperatura de
produto, água, equipamento ou ambiente. Além disso, pode-se mensurar a temperatura de resfriamento de produtos com
data logger (termoregistrador). A verificação é feita em 5% das AI (setor com temperatura controlada), 5% das UI (com
equipamentos que necessitem de controle de temperatura), uma operação (cozimento, resfriamento, etc.) e 5 produtos ou
matérias-primas.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]55
APPCC
Definição
• É uma abordagem preventiva e sistemática
direcionada a perigos biológicos, químicos e físicos,
através da antecipação e prevenção (FAO, 1998)
Programas de pré-requisitos
FFF [2]55 Apresentação da definição de APPCC com ênfase no caráter preventivo do programa. Medidas corretivas excelentes não fazem
um APPCC excelente. Medidas de controle excelentes que evitem desvios e a tomada de ações corretiva, sim, fazem um APPCC
excelente.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]63
Descrição do Produto
Sete Princípios
Monitoramento
Ações corretivas
Verificação
Registros
Slide 55
Árvore Decisória
Slide 56
FFF [2]64 Apresentação da árvore decisória simples para definição do Pontos Críticos de Controle. Leitura das perguntas e uso de
exemplos como revisão de carcaça, e recepção de animais para facilitar o entendimento.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]65
APPCC
FFF [2]65 Apresentação dos PCCs mais comuns em abate de aves. Na verificação oficial deve-se avaliar sempre o PCC1B (revisão de
carcaças ou lavagem de carcaças) e 50% dos PCCs restantes, arredondando para mais quando não for um número exato, além
da conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa.
1 - No PCC1B deve-se avaliar por volta de 100 carcaças somente, buscando contaminações gastrintestinais e biliares visíveis
externa e internamente às carcaças. Verificar também os resultados de análises microbiológicas das empresas. Resultados de
PNCP são importantes para confrontar resultados apresentados pela empresa.
2 - No PCC1Q avalia-se a informação a sobre o uso ou não de drogas veterinárias e o respeito ao período de carência dessas
drogas. Além disso deve-se verificar os laudos de análises feitas pela empresa para pesquisa de drogas usadas indevidamente
e drogas proibidas. Resultados de PNCRC são importantes para confrontar resultados apresentados pela empresa.
3 - O PCC2 B quando existir, deve ser verificado com mensuração da temperatura dos produtos na entrada dos túneis e
câmaras de resfriamento, confirmação da temperatura dos túneis e câmaras e confrontamento com os gráficos de diminuição
de temperatura construídos pela empresa. Além disso, deve-se cronometrar o tempo de uma carcaça desde a sangria até que a
carcaça ou os produtos dela derivados atinjam a temperatura de 4°C (em tempo máximo de 4 horas). Para a medição do
tempo dentro de túneis e câmaras deve-se usar um termorregistrador (data logger).
4 - O PCC1F, quando houver, é monitorado pelo detector de metais. Assim deve-se avaliar o bom funcionamento dos
detectores usando os corpos de prova que acompanham o equipamento. A não detecção dos corpos de prova pelos
detectores indicam falha no funcionamento e necessidade de repasse de todos os produtos já embalados e
resfriados/congelados novamente pelo detector de metais.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]66
APPCC
Slide 58
APPCC
Slide 59
FFF [2]67 Apresentação de foto exemplificando o PCC1B – monitoramento após a lavagem das carcaças (a lavagem nesse caso é o PCC).
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]68
APPCC
Slide 60
FFF [2]68 Apresentação de foto exemplificando a medição de temperatura no PCC2B. Alerta para a temperatura sendo medida de forma
errada na foto. A medição deve se feita no músculo grande peitoral caudo-cranialmente e não na asa.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]69
APPCC
Slide 61
APPCC
Slide 62
FFF [2]72 Apresentação de foto exemplificando o PCC1F – corpos de prova para avaliação do funcionamento de detector de metais.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]73
APPCC
Slide 65
FFF [2]73 Apresentação de foto exemplificando uma forma de utilização de um corpo de prova
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]74
Suínos
Principais PCCs:
• Recepção dos animais
• Toalete – 10 carcaças
• Detecção de metais
• Cozimento (resfriamento?)
• Pasteurização pós embalagem – cozimento vira PC ou
continua PCC?
• Aw em mortadela conservada a temperatura ambiente
• Pesagem de nitrato e nitrito isoladamente
Slide 66
FFF [2]74 Apresentação dos PCCs mais comuns em abate de suínos. Na verificação oficial deve-se avaliar sempre o PCC1B (toalete ou
revisão de carcaças) e 50% dos PCCs restantes, arredondando para mais quando não for um número exato, além da
conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa.
1 - No toalete deve-se avaliar por volta de 10 carcaças somente, buscando contaminações gastrintestinais e biliares visíveis
medial e lateralmente às carcaças. Verificar também os resultados de análises microbiológicas das empresas. Resultados de
PNCP são importantes para confrontar resultados apresentados pela empresa.
2 - Na recepção dos animais avalia-se a informação a sobre o uso ou não de drogas veterinárias e o respeito ao período de
carência dessas drogas. Além disso deve-se verificar os laudos de análises feitas pela empresa para pesquisa de drogas usadas
indevidamente e drogas proibidas. Resultados de PNCRC são importantes para confrontar resultados apresentados pela
empresa.
3 - O PCC1F, quando existir, é monitorado pelo detector de metais. Assim deve-se avaliar o bom funcionamento dos
detectores usando os corpos de prova que acompanham o equipamento. A não detecção dos corpos de prova pelos
detectores indicam falha no funcionamento e necessidade de repasse de todos os produtos já embalados e
resfriados/congelados novamente pelo detector de metais.
4 - O cozimento deve-se avaliar se os produtos atingiram a temperatura e tempo adequados (76,6°C por trinta minutos pelo
RIISPOA ou outro binômio equivalente e validado pela empresa) e o tempo e temperatura de resfriamento após o cozimento
(binômio validado pela empresa) que visa evitar multiplicação de microrganismos passando rapidamente pela faixa de
temperatura ideal para crescimento de mesófilos (30 a 45°C).
5 - Se houver pasteurização de produtos cozidos já embalados, deve-se trata-la como um novo PCC pois os perigos
monitorados são diferentes (salmonella para o cozimento e listeria para a pasteurização pós embalagem)
6 - Quando for produzida mortadela a ser armazenada em temperatura ambiente, deve-se avaliar a água de atividade do
produto, pois esta é a principal barreira, nesse caso, para multiplicação de microrganismos.
7 - A pesagem de nitrato e nitrito isoladamente, quando feita pelo estabelecimento, deve ser tratada como PCC, pois há risco
de ultrapassar o limite máximo de nitrato/nitrito de 150mg/Kg nos produtos.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]75
Bovinos
Principais PCCs:
•Recepção dos animais
•Toalete – 10 carcaças
•Cozimento de bucho – T° da água
de cozimento (90°C/20min)*
•Detecção de metais
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FFF [2]75 Apresentação dos PCCs mais comuns em abate de bovinos. Na verificação oficial deve-se avaliar sempre o PCC1B (toalete ou
revisão de carcaças) e 50% dos PCCs restantes, arredondando para mais quando não for um número exato, além da
conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa.
1 - No toalete deve-se avaliar por volta de 10 carcaças somente, buscando contaminações gastrintestinais e biliares visíveis
medial e lateralmente às carcaças. Verificar também os resultados de análises microbiológicas das empresas. Resultados de
PNCP são importantes para confrontar resultados apresentados pela empresa.
2 - Na recepção dos animais avalia-se a informação a sobre o uso ou não de drogas veterinárias e o respeito ao período de
carência dessas drogas. Além disso deve-se verificar os laudos de análises feitas pela empresa para pesquisa de drogas usadas
indevidamente e drogas proibidas. Resultados de PNCRC são importantes para confrontar resultados apresentados pela
empresa.
3 - O PCC1F, quando existir, é monitorado pelo detector de metais. Assim deve-se avaliar o bom funcionamento dos
detectores usando os corpos de prova que acompanham o equipamento. A não detecção dos corpos de prova pelos
detectores indicam falha no funcionamento e necessidade de repasse de todos os produtos já embalados e
resfriados/congelados novamente pelo detector de metais.
4 - No cozimento de bucho, quando for PCC, deve-se avaliar a temperatura da água de cozimento e o tempo de cozimento
(90°C por 20 minutos)
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]76
Verificação Verificação
Execução dos cronogramas de
Procedimento de coleta – 1 análise
ou
FFF [2]76 Apresentação do elemento de controle Análises Laboratoriais (Microbiológicas e Físico-químicas). Na verificação oficial deve-se
sempre avaliar a conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim como a
execução dos cronogramas de análise da empresa e a conformidade dos laudos (nesse caso a conformidade a qual nos
referimos é a forma de apresentação do registro e não do resultado em si). Se o resultado de uma análise da empresa
apresentar desvio, deve-se verificar se houve tomada de ação corretiva pela empresa. Além disso, deve-se avaliar o
procedimento de coleta e a execução de técnicas analíticas pela empresa (teste de absorção em abate de aves, aspersão de
carcaças bovinas, triquinela em suínos). A verificação é feita em um procedimento de coleta e uma execução de técnica
analítica.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]77
Verificação Verificação
Conformidade dos registros e
procedimentos de
monitoramento e verificação
Cumprimento das
formulações (quantidade e
Rótulo de acordo com o
qualidade da matéria-prima e
registrado
ingredientes utilizados) – 1
registro de produto
Execução de análises físico-
químicas
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FFF [2]77 Apresentação do elemento de controle Formulação de Produtos e Combate à Fraude. Na verificação oficial deve-se sempre
avaliar a conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim como o
cumprimento das formulações (quantidade e qualidade da matéria-prima e ingredientes utilizados). Além disso, deve-se
executar ou acompanhar a execução de análises físico-químicas com foco no resultado. A verificação é feita em um registro de
produto (solicitou-se aos auditores que seja feita uma auditoria completa no registro do produto, buscando avaliar se o rótulo
utilizado é o mesmo que está registrado e se atende à legislação vigente).
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]78
Rastreabilidade e Recolhimento
Simulação a rastreabilidade
de produtos seguindo os
registros da empresa – 1
lote de produto elaborado
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FFF [2]78 Apresentação do elemento de controle Rastreabilidade e Recolhimento. Na verificação oficial deve-se sempre avaliar a
conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim como simular a
rastreabilidade de produtos seguindo os registros da empresa. A verificação é feita em um lote de produto fabricado (traking
and tracing).
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]79
Rastreabilidade e Recolhimento
Programa de recolhimento
Verificação
O que é lote?
Conformidade dos
procedimentos e registros
de monitoramento e
verificação
Avaliação de plano de
recolhimento
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FFF [2]79 Avalia-se o plano de recolhimento da empresa (ela deve ter um).
Lote é um conjunto de itens fabricados em um determinado período de tempo, pelo mesmo fabricante, sob as mesmas
condições e que tenham as mesmas características.
2.16. Lote: é o conjunto de produtos de um mesmo tipo, processados pelo mesmo fabricante ou fracionador, em um espaço
de tempo determinado, sob condições essencialmente iguais.
Verificação Verificação
Conformidade dos
requisitos para
certificação (maturação Conformidade dos
de carcaça, medição de procedimentos e registros
pH, composição de ração, de monitoramento e
realização de análises, verificação
etc.) – 1 processo
específico para respaldo
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FFF [2]80 Apresentação do elemento de controle Respaldo para Certificação Sanitária de Produtos. Na verificação oficial deve-se sempre
avaliar a conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim como a
conformidade dos requisitos para certificação (maturação de carne, medição de pH, composição de ração e resultados de
análises laboratoriais são exemplos de requisitos). A verificação é feita em um processo específico para respaldo.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]81
Bem-estar Animal
Verificação Verificação
Condições de transporte (1), da área
de descanso (5), lotação, condução,
manejo e contenção dos animais (5)
Sangria (5)
Slide 73
FFF [2]81 Apresentação do elemento de controle Bem-estar Animal. Na verificação oficial deve-se sempre avaliar a conformidade dos
procedimentos e registros de monitoramento e verificação da empresa, assim como as condições de manutenção e limpeza do
transporte e da área de descanso, inclusive suas respectivas lotações; o manejo adequado dos animais e sua condução para o
abate; a contenção dos animais e a execução da insensibilização, assim como os parâmetros e sinais de uma boa
insensibilização (parâmetros elétricos, de concentração de gases ou pressão de ar em pistolas de dardo cativo e sinais clínicos
de insensibilização, como ausência de vocalização, ausência de respiração rítmica, ausência de reflexo corneal, etc.). Verifica-se
também o tempo entre a insensibilização e a sangria (12 segundos para aves, 30 segundos para suínos e 60 segundos para
bovinos), a execução da sangria propriamente dita e o tempo de sangria de 3 minutos. A verificação é feita em um transporte,
cinco áreas de descanso (currais, pocilgas e áreas de descanso para caminhões transportadores de gaiolas) e cinco animais
(contenção, insensibilização e sangria).
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
FFF [2]82
Identificação, Remoção, Segregação e Destinação do Material
Especificado de Risco (MER)
Atendimento o disposto no Memorando-Circular n°
001/2007/CGI/DIPOA de 23 de janeiro de 2007 e
aditamentos.
• Separação, identificação e incineração (empresa)
• Bovinos e Bubalinos – cérebro, olhos, medula, tonsilas, porção final
do íleo
• Caprinos e Ovinos – cérebro, olhos, medula, tonsilas, baço
FFF [2]82 Apresentação do elemento de controle Identificação, Remoção, Segregação e Destinação do Material Especificado de Risco
(MER). Na verificação oficial deve-se sempre avaliar a conformidade dos procedimentos e registros de monitoramento e
verificação da empresa, assim como a conformidade na segregação do MER e sua destinação adequada. A verificação é feita
em cinco carcaças, cinco cabeças e cinco intestinos para avaliar a remoção, a segregação e a identificação do MER e em uma
embalagem para avaliar a destinação e a inutilização do MER.
Fernando Fagundes Fernandes; 03/02/2020
Obrigado!