100% acharam este documento útil (1 voto)
123 visualizações43 páginas

PORTFÓLIO

1. Este documento é um portfólio de biologia celular produzido por uma estudante para uma disciplina na Universidade Federal Fluminense. 2. O portfólio contém 15 seções sobre diversos tópicos da biologia celular, como estrutura da membrana plasmática, proteínas de membrana, transporte celular, organelas, citoesqueleto e ciclo celular. 3. Cada seção apresenta informações sobre o tema, com imagens ilustrativas e exemplos, de forma a fornecer um resumo conc

Enviado por

Jaqueline Alves
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
100% acharam este documento útil (1 voto)
123 visualizações43 páginas

PORTFÓLIO

1. Este documento é um portfólio de biologia celular produzido por uma estudante para uma disciplina na Universidade Federal Fluminense. 2. O portfólio contém 15 seções sobre diversos tópicos da biologia celular, como estrutura da membrana plasmática, proteínas de membrana, transporte celular, organelas, citoesqueleto e ciclo celular. 3. Cada seção apresenta informações sobre o tema, com imagens ilustrativas e exemplos, de forma a fornecer um resumo conc

Enviado por

Jaqueline Alves
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

UFF - Universidade Federal Fluminense

Ciências Naturais - Licenciatura

PORTFÓLIO DE BIOLOGIA CELULAR

Jaqueline Alves Oliveira


Professora: Nicole Brand Ederli
Professor: Cássio Rosse

SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA


2020

1
SUMÁRIO

1. Estrutura da Membrana Plasmática…………………………………………….. ..03


2. Proteínas de Membrana…………………………………………………. ..……....07
3. Permeabilidade da Membrana………………………………………………….….11
4. Proteínas Transportadoras………………………………………………………….12
5. Transporte Passivo…………………………………………………………………..13
● 5.1 - Transporte Ativo………………………………………………………..16
6. Receptores de Membrana e princípios de sinalização celular…………………..19
7. Introdução às organelas celulares………………………………………………….25
8. Retículo Endoplasmático……………………………………………………………27
9. Complexo de Golgi…………………………………………………………………..28
10. Organização Geral do Citoesqueleto……………………………………………….28
11. Filamentos Intermediários…………………………………………………………..31
12. Microtúbulos………………………………………………………………………….32
13. Microfilamentos………………………………………………………………………33
14. Ciclo Celular………………………………………………………………………….33
● 14.1 - Divisão Celular………………………………………………………..35
● 14.2 - Núcleo Interfásico…………………………………………………….39
15. Junções Celulares…………………………………………………………………....40
Referência Bibliográfica………………………….…………………………………………..43

2
ESTRUTURA DA MEMBRANA PLASMÁTICA - AULA 7

3
4
5
6
PROTEÍNAS DE MEMBRANA - AULA 8

7
8
9
10
PERMEABILIDADE DA MEMBRANA - AULA 9

11
PROTEÍNAS TRANSPORTADORAS - AULA 10

12
TRANSPORTE PASSIVO - AULA 11

13
14
15
TRANSPORTE ATIVO - AULA 11

16
17
18
RECEPTORES DE MEMBRANA E INÍCIO DE SINALIZAÇÃO - AULAS 12, 13
e 14
Tipos de sinalização

● Parácrina – a molécula sinalizadora tem vida curta e os receptores estão nas


células próximas. Nesse caso, a molécula sinalizadora é chamada de
mediador local.
● Autócrina – a molécula sinalizadora tem vida curta e o receptor está na
própria célula que emitiu o sinal.
● Dependente de contato – a molécula sinalizadora não é secretada, ficando
exposta na superfície da célula sinalizadora, e a célula-alvo precisa fazer
contato para que o receptor possa se ligar.
● Endócrina – a molécula sinalizadora tem vida longa, é lançada na corrente
sanguínea e vai atingir células-alvo em locais distantes. Nesse caso, a
molécula sinalizadora é chamada de hormônio.
● Neuronal - é um caso especial de sinalização entre células que poderia ser
classificado como parácrino ou endócrino. Nessa situação, a molécula
sinalizadora chamada neurotransmissor, viaja grandes distâncias, mas não
no sangue ou no meio extracelular e sim dentro de prolongamentos celulares
dos neurônios, os axônios, indo atingir a célula alvo longe do corpo celular do
neurônio que emitiu o sinal, mas próximo do axônio onde a molécula
sinalizadora foi secretada

UM SINAL PODE GERAR MUITAS RESPOSTAS DIFERENTES


(a) Na corrente sanguínea circulam muitos hormônios, secretados por diferentes
células, que atingirão várias células, mas só algumas expõem o receptor adequado.
(b) Do mesmo modo, um neurônio possui diferentes prolongamentos para alcançar
as células que possuem os receptores capazes de reconhecer o neurotransmissor.

Um exemplo é o neurotransmissor acetilcolina.


Diferentes células podem responder de modo diferente à mesma molécula
sinalizadora.

19
CÉLULA QUE NÃO SE COMUNICA SE “TRUMBICA”
Diferentes sinais recebidos por uma célula-alvo podem modular seu comportamento. A
célula que não recebe nenhum sinal acaba morrendo. A simples manutenção da vida
celular já depende de várias informações sinalizadas pelas moléculas A, B e C.
Comportamentos mais complexos, como a proliferação e a diferenciação, requerem
sinalizadores específicos, representados por D,E,F e G.

TIPOS DE RECEPTORES

Os receptores para moléculas hidrofílicas ficam voltados para o meio extracelular (a)
enquanto os receptores para sinalizadores pequenos e hidrofóbicos são intracelulares
(b).

SINALIZAÇÃO POR LIGANTES HIDROFÓBICOS


O exemplo mais notável desse tipo de sinalização é o do óxido nítrico (NO). Essa
pequena molécula age sobre as células musculares lisas que envolvem os vasos
sanguíneos, provocando vasodilatação local.
VIAGRA É NO.

O QUE CHAMAMOS DE HORMÔNIOS NÃO PASSAM DE SINALIZADORES


Outras moléculas sinalizadoras hidrofóbicas também são capazes de atravessar
membranas e têm vida muito mais longa (são moléculas muito mais estáveis).
A molécula hidrofílica, que chamamos carreadora, frequentemente é a albumina do
soro.
O cortisol, produzido pelas glândulas supra-renais, é um sinalizador hidrofóbico que
forma um complexo receptor ligante, entrando no núcleo, onde vai ativar a transcrição
de um gen.

20
SINALIZAÇÃO POR LIGANTES HIDROFÍLICOS
Quando a molécula sinalizadora é hidrofílica e/ou grande, não podendo atravessar a
bicamada lipídica, o receptor vai ter de funcionar como um verdadeiro garoto de
recados, mas sem sair da membrana onde tem de estar obrigatoriamente exposto.
Existem três tipos de receptor de sinalização na membrana plasmática:
● Receptores do tipo canal: São os canais controlados por ligante.
● Receptores ligados à proteína G: São proteínas transmembrana multipasso.
● Receptores enzimáticos.

TAMANHO É DOCUMENTO?
Existem proteínas G de vários tamanhos, podendo ter apenas uma cadeia proteica,
duas ou três. Das três subunidades da proteína G, a α é a que liga e hidrolisa GTP,
enquanto a dupla βÿ é responsável pelo acompanhamento ao folheto citoplasmático da
membrana.
As proteínas G, ao serem absorvidas, podem funcionar ativando outras proteínas,
quando são chamadas de proteína G estimulatórias (Gs), ou inibi las, sendo chamadas
de proteína G inibitórias (Gi).

PROTEÍNA G ESTIMULATÓRIA: O EFEITO DOMINÓ (OU CASCATA) DE


SINALIZAÇÃO
As enzimas ativadas por proteína G devem funcionar de modo a passar o sinal adiante.
As enzimas que fazem isso são principalmente a adenilciclase e a fosfolipase C. Elas
têm em comum, além de serem ativadas por proteína G, claro, o fato de sua ação
enzimática gerar produtos pequenos e de curta duração, os mensageiros secundários.
Vamos estudar uma de cada vez na aula seguinte.

ADENILCICLASE
A adenilciclase, uma vez ativada por proteína G, hidrolisa ATP de um modo especial,
retirando dois fosfatos de uma vez só. O que sobra, o AMP (adenosina monofosfato),
torna-se uma molécula cíclica, sendo chamado AMP cíclico (AMPc).

E O AMPc? FAZ O QUÊ?


O AMPc dispara uma enorme diversidade de eventos, abrindo canais iônicos, etc. Uma
das enzimas mais importantes ativadas por AMPc é a proteína quinase A (PKA). Uma
proteína quinase é uma enzima que fosforila outras proteínas.

21
MEIO EXTRACELULAR MEIO INTRACELULAR
Ligante + Receptor/////-> Proteína G + GTP-> Adenilciclase-> AMPc-> PKA-> Proteínas
. Fosforiladas

E QUE DIFERENÇA FAZ UMA PROTEÍNA SER FOSFORILADA?


Proteínas que podem ser fosforiladas alternam entre um estado ativado e outro inativo,
um deles com fosfato e outro sem. A PKA também pode entrar no núcleo e ativar
genes que passarão a ser transcritos, o que também vai mudar o comportamento
celular, só que mais lentamente, já que depende de mudanças de expressão gênica.
A sequência de eventos entre o receptor e a mudança de comportamento da célula é
chamada cascata de sinalização.

FOSFOLIPASE C, OUTRA ENZIMA ATIVADA POR PROTEÍNA G


Essa enzima hidrolisa um fosfolipídio. A fosfolipase C corta entre o fosfato e o glicerol.
A clivagem gera duas moléculas: 1) a diacilglicerol, também conhecido como DAG, um
glicerol com duas caudas de ácido graxo, que permanece na membrana; e 2) o inositol
trifosfato (IP3), que é liberado para o citoplasma.

DAG e IP3, SEPARADOS, MAS TRABALHANDO EM CONJUNTO


O DAG permanece na bicamada interna da membrana plasmática, onde se movimenta
com grande velocidade e vai recrutar do citoplasma uma proteína quinase ainda no
estado inativo. Ela só será ativada pelo cálcio depois de recrutada, por isso se chama
proteína quinase C (PKC).
Nesse tipo de cascata de sinalização, o cálcio é o mensageiro secundário e pode afetar
diretamente componentes do citoesqueleto, ativando diretamente enzimas como
proteína quinase C, que vai fosforilar outras proteínas passando o sinal adiante.

O CÁLCIO PODE SER APENAS UM INTERMEDIÁRIO NA CASCATA


Nem sempre o efeito do cálcio é direto, ele também modifica o comportamento de
várias outras proteínas. A mais importante delas é a calmodulina.
Uma vez acoplados ao ligante, receptores ativam diferentes proteínas G, que ativam
adenilciclase, que gera AMPc, ou fosfolipase C que gera IP3 e libera cálcio do retículo
endoplasmático.

RECEPTORES ENZIMÁTICOS
Um receptor desse tipo passa a informação recebida por meio de atividade enzimática,
e para fazê-lo tem de ter dois domínios especiais:

22
TIROSINAS QUINASE, RECEPTORES ENZIMÁTICOS DA MAIOR IMPORTÂNCIA
O principal tipo de receptor enzimático são os receptores tirosina quinase. Estes são
enzimas que fosforilam (adicionam um radical fosfato) ao aminoácido tirosina em
cadeias laterais de proteínas. Depois que um receptor fosforila o outro, várias proteínas
são recrutadas do citoplasma pelas fosfotirosinas dos receptores. As proteínas
recrutadas passam a estar ativas e vão, assim, passar o sinal adiante.

UM EXEMPLO DE SINALIZAÇÃO POR TIROSINA QUINASE: AS PROTEÍNAS RAS


Ras é um gene humano que pode sofrer uma mutação. Ras, uma proteína associada
ao folheto interno da membrana capaz de hidrolisar uma molécula de GTP a GDP.
Quando certos receptores tirosina quinase são fosforilados, eles recrutam proteínas
adaptadoras e uma ativadora de Ras, que vai fazer com que ela libere o GDP, que logo
será substituído por um GTP. A Ras-GTP fica ativa e vai propagar um sinal em cascata
que terminará por promover, na maioria das vezes, a proliferação ou a diferenciação
celular.
Os receptores que ativam essa via são os receptores de fatores de crescimento, como
o EGF (fator de crescimento epidérmico), NGF (fator de crescimento neuronal), o
PDGF (fator de crescimento derivado de plaquetas), o VEGF (fator de crescimento
vascular, que estimula a angiogênese).

23
Entretanto, a Ras não permanece muito tempo no estado ativo. Logo ela hidrolisa o
GTP, voltando ao seu estado ligado a GDP, que é inativo.

RAS DEFEITUOSA?
As consequências são muito graves. Se esses defeitos impedirem a atividade
GTPásica, pode gerar um câncer. Cerca de 30% dos tumores possuem células com
Ras defeituosa. Defeitos em outros componentes dessa cascata de sinalização
também levam a tumoração.

A FOSFORILAÇÃO DE OUTROS AMINOÁCIDOS TAMBÉM É SINALIZADORA


Além dos receptores com atividade tirosina quinase, há os que têm atividade de
fosforilação dos aminoácidos serina ou treonina (receptores serina/treonina quinases).
A ativação desses receptores leva à ativação de proteínas reguladoras de expressão
gênica.
Em algumas vias importantes, mecanismos de fosforilação em serina/treonina, são
mais duradouros.

AMPLIFICAÇÃO DE SINAIS

INTEGRAÇÃO DE SINAIS

24
Alguns processos dependem da ativação inicial de duas cascatas de sinalização que
convergem para um mesmo processo. A partir do reconhecimento entre um receptor e
um ligante, uma cascata de eventos se propaga e se amplifica.

INTRODUÇÃO ÀS ORGANELAS CELULARES - AULA 15


ORGANELAS CITOPLASMÁTICAS

➤ Ribossomos
Está presente tanto nas células procariontes como nas eucariontes.
*Síntese de proteínas

➤ Retículo endoplasmático Rugoso (granuloso) – RER


Ele é rugoso por ter ribossomos aderidos em sua parede. A função dele também é
fazer a síntese de proteína, mas a diferença é que elas não ficam na célula, elas são
mandadas para fora da célula.
É produzido no RER enzimas digestivas que vão atuar dentro dos lisossomos, essas
não saem da célula, elas são mandadas pra dentro dos lisossomos (organelas
celulares).

➤ Retículo endoplasmático Liso (não granuloso) – REL


Fazem sínteses de lipídeos (gorduras). Esse Retículo também é responsável por fazer
a desintoxicação. Ex: pessoas que bebem muito álcool acabam desencadeando no
fígado muito Retículo endoplasmático liso.

➤ Lisossomos
Organelas que dentro tem enzimas digestivas que são formadas no RER.

➤ Núcleo
Centro de controle da nossa célula (células que possuem núcleo), no caso a célula
procariótica não possui núcleo então não possui essa organela.
Ele armazena e protege nosso material genético. Nele podemos ativar ou desativar
alguns genes de acordo com o local que a célula está funcionando.

➤ Complexo de Golgi
Funciona como se fosse um correio da célula. Ele recebe as proteínas e modifica e
envia as secreções (a partir de vesícula secretora) para fora da célula.

25
Tem outras funções como formar os lisossomos e o acrossomo (enzima digestiva nos
espermatozoides que na fecundação ele libera essa enzima e ela da uma “corroída”
naquele ovócito que ele irá fecundar).

➤ Peroxissomos
É uma organela muito pequena. A enzima catalase que está presente no peroxissomos
é responsável por fazer a quebra da H2O2 (água oxigenada) quando ela é formada.
Ele também auxilia na formação da bainha de mielina.

➤ Mitocôndria
Respiração celular, faz com que ela produza ATP (adenosina tri fosfato, moeda
energética).

➤ Vacúolo (Célula vegetal)


Vacúolos grandes são específicos em células vegetais. Esses vacúolos armazenam
substâncias importantes para célula vegetal e atuam na regulação osmótica (quando
entra água e sai água da célula).
Algumas células animais podem possuir esse vacúolo, mas bem pequenos.

➤ Plastos
Cloroplasto é um tipo de cromoplasto (pois ele possui um pigmento e a clorofila é o
pigmento do cloroplasto). Cloroplasto faz a fotossíntese.
Outro tipo de plasto é o Leucoplasto esse não possui pigmento e atua no
armazenamento de substâncias.

➤ Citoesqueleto
Não é uma organela, é uma estrutura da célula. Ele dará sustentação para célula, ele
pode fazer formações específicas na célula (como é o caso das microvilosidades),
atuam nos movimentos celulares também -> exemplo: acontece um “evento” nas
células vegetais onde os cloroplastos ficam girando na célula, esse movimento é
chamado de ciclose e é feito também pelo citoesqueleto.
Microtúbulos, filamentos intermediários e microfilamentos } fazem a sustentação e
movimentos.

26
RETÍCULO ENDOPLASMÁTICO - AULA 16

Retículo endoplasmático liso


⤳ Não contém ribossomo acoplado em suas paredes.
⤳ É nele que os lipídios serão fabricados. Então sua principal função é a Síntese de
lipídios.
⤳ Ele também faz o transporte de substâncias dentro da célula, assim como o retículo
endoplasmático rugoso.
⤳ Os vacúolos celulares são formados a partir do retículo endoplasmático liso.
⤳ É nele que ocorre a degradação de moléculas tóxicas.
⤳ Ele é formado por uma rede de membranas (lipídeos e proteínas) internas que
ocupam boa parte do citoplasma bem próximo ao núcleo.

Funções: Transporte; Metabolismo de medicamento e de álcool (chamado de


desintoxicação); Síntese de lipídios Ex.: Células hepáticas, gônadas e suprarrenal.

⤳ Retículo endoplasmático liso em células musculares estriadas esqueléticas terá


outra função importante que é armazenar em seu interior íons cálcio (fundamentais
para que ocorra o processo de contração muscular).

Retículo endoplasmático rugoso


⤳ É chamado dessa maneira pois em sua parede contém ribossomos aderidos.
⤳ Sua principal função é a síntese de proteínas.
⤳ Ele faz o transporte de substâncias dentro da célula.
⤳ Dentro dele as moléculas sofrem modificações pois ele tem a capacidade de fazer
isso em moléculas como por exemplo ➞ proteínas que são macromoléculas.
⤳ Sua constituição química tem estruturas lipídicas e protéicas.

Funções: Transporte; Síntese de proteínas (as proteínas que são fabricadas nessa
organela são proteínas por exemplo que a célula irá exportar, exemplo: hormônios,
enzimas digestivas e anticorpos. Além de produzir proteínas de exportação, também é
atribuído a essa organela a produção de enzimas lisossômicas -enzimas sempre serão
proteínas-. Proteínas da membrana);
⤳ Onde aparece em grande concentração? Em células com grande atividade secretora
Ex.: Células do ácino pancreático.
Ambos são encontrados em todos os eucariontes (reino protoctista, reino
plantae, reino fungi, reino animalia).

27
COMPLEXO DE GOLGI - AULA 17
(Também está presente em todos os eucariontes).

⤳ Sua principal função é o processo de secreção celular.


⤳ Responsável pela síntese de polissacarídeos.
⤳ Ele forma a lamela média ➞ é uma membrana onde são formadas as paredes
celulares que irão dividir uma célula em duas células (de plantas) na hora da divisão
celular.
⤳ Forma o acrossomo ➞ cabeça do espermatozóide que contém uma enzima
chamada hialuronidase. Essa enzima facilita a penetração do material genético do
espermatozóide no gameta feminino.
⤳ ele forma os lisossomos ➞ organela responsável pela digestão celular.

ORGANIZAÇÃO GERAL DO CITOESQUELETO - AULA 21


Plasma - fluido

28
1- Microfilamento de actina ➞ está relacionada ao movimento.
↳ proteína mais abundante da célula.

fagocitose ➞ movimento amebóide que as amebas fazem


com seus falsos pés.

Ciclose ➞ movimento que as organelas podem fazer.

Quando nosso músculo está


“relaxado” é porque as actinas se
movem (deslizam) na miosina e
se abre.

Quando um músculo é contraído, a


actina desliza na miosina se
“fechando”.

29
2- Filamentos intermediários ➞ ricos em queratina e desmossomo.

proteína encontrada no cabelo, unhas, etc. ↲ ↳ está relacionado a adesão.

3- Microtúbulo (tubulina) ➞ proteína.

↳ forma uma organela muito importante chamada centríolos.

↳ está no centro do célula (centrossomo). ➞ de células eucariontes.

↳ ajuda a movimentar os cromossomos durante a divisão celular.

Fibras
do fuso ⎬ são fibras que se ligam
no cromossomo para se movimentar.
Ajuda na divisão celular.

↳ forma (em eucariontes): flagelo e


cílios.

Citoesqueleto ➞ proteínas acessórias: elas ajudam o citoesqueleto desempenhar sua


função. ↳ proteínas reguladoras ➞ controlam o nascimento, a destruição,
. o encurtamento e o alongamento dos três filamentos.

↳ proteínas ligadoras ➞ conectam os filamentos do citoesqueleto.


↳ proteínas motoras ➞ serve para transportar/movimentar substâncias no citoplasma.

30
FILAMENTO INTERMEDIÁRIO - AULA 22
↳ se dividem em 6 tipos diferente de acordo com a composição química.

❶ Lamino filamento ou laminanuclear ➞ fica envolto na parte interna da carioteca.

↳ tem esse nome pois fica disposto em formato de lâmina, fazendo uma voltinha se
aparentando a uma lâmina. (são várias lâminas uma em cima da outra, ficando bem
grossa).

↳ ele dá proteção a carioteca, deixando-a durinha para que ela não seja quebrada
facilmente.

❷ Filamentos de queratina ➞ encontrado no cabelo, unha, pele, etc.


❸ Filamentos de vimentina ➞ são encontradas em células de origem embrionária.
↳ Células do mesoderma ➞ hemácias, fibroblastos, leucócitos, células endoteliais.

Filamentos de desmina ➞ encontradas facilmente em células musculares (tanto no


músculo liso quanto no músculo estriado (estriado cardíaco e estriado esquelético)).

❺ Filamentos gliais ➞ células da glia: células que auxiliam o sistema nervoso no


geral a realizar suas funções.

↳ transportar impulsos nervosos ou fazer a sustentação das células


naquela região específica do sistema nervoso.

❻ Neurofilamentos ➞ principais filamentos intermediários que estão localizados nos


neurônios.

Em geral os filamentos intermediários se dispõem nas células em formato de redes


(teia).

31
MICROTÚBULOS - AULA 23
É o mais grosso de todos os filamentos, têm um formato tubular (sendo por dentro
oco), ele é rectilíneo e uniforme.

↳ que normalmente não faz curvas.

↳ É um heteropolímero (polímero feito de monômeros diferentes).

Ele se divide em 4 tipos de acordo com sua localização sendo eles:

❶ No citoplasma chamamos eles de Citoplasmáticos.


❷ Durante a mitose chamamos de microtúbulo Mitótico.
❸ No centríolo chamamos de microtúbulo Centriolar.
❹ Se encontramos ele nos cílios ou nos flagelos os chamamos de microtúbulo Ciliar
ou Flagelar.

↳ Os microtúbulos são polímeros constituídos por unidades protéicas denominadas


tubulina. Cada tubulina por sua vez, é um heterodímero, cuja suas unidades
-denominadas alfa-tubulina e beta-tubulina- são proteínas do tipo globular e quando
elas se várias delas se juntam formam um heteropolímero.

↳ Quando temos um filamento um do lado do outro sendo eles alfa e beta só formando
uma linha dizemos que formamos um protofilamento. Quando temos 13 deles um do
lado do outro formamos nosso microtúbulo.

↳ Existem proteínas que utilizam os microtúbulos como vias, sobre as quais as


proteínas motoras dineína (para o lado negativo) e cinesina (para o lado positivo) se
deslocam para transportar materiais entre pontos distintos do citoplasma.

SÍNDROME DE KARTAGENER ➞ essa síndrome se deve a uma ou mais mutações


dos genes que codificam a dineína ciliar ou a outra proteína acessória do axonema. Por
consequência, os cílios e os flagelos ficam imóveis, o que provoca quadros de
bronquite crônica e esterilidade em mulheres e homens.

32
MICROFILAMENTOS - AULA 24
Os filamentos de actina ou microfilamentos, são mais flexíveis e mais finos e se
dividem em dois tipos:

❶ Corticais que vem de corteza (periferia da célula ou de um órgão). Ele fica debaixo
da membrana plasmática. Células epiteliais são ricas em filamento cortical.

❷ Transcelular está espalhado no citoplasma em todas as direções. Será encontrado


em células do tecido conectivo ou conjuntivo.

↳ Temos os filamentos de actina de células musculares e de células não musculares.

↳ Células epiteliais e conectivas não são musculares então nelas nós encontramos o
filamento de actina sendo formado por molécula de actina (Actina G).

↳ O filamento de actina é um trímero de Actina G.

↳ No filamento de actina da célula muscular a molécula de actina que forma o filamento


recebe o nome de Actina F. Ex.: Tropomiosina e Troponina.

CICLO CELULAR - AULA 1


Nossas células estão em constante renovação. As células têm um tempo de vida sendo
assim como objetivo da célula, a renovação celular. Chamamos o responsável por isso
de ciclo celular.

Antes de uma célula se dividir ela precisa crescer, o período de crescimento de uma
célula se chamar de período de crescimento mesmo ou intérfase. As células do nosso
corpo normalmente possuem 46 cromossomos, 2n (diplóide).

33
A interfase pode ser dividida em três fases: G1, S e G2. Acreditava-se que a única fase
que acontecia o crescimento era no período S tanto que S é de síntese ➞ produção, e
acreditavam que G1 e G2 eram só intervalos tanto que esse termo G veio de GAP ➞
intervalo, porém, hoje sabemos que nesses três períodos acontece a produção de tudo
e é no período G1 que a célula mais cresce. Alguns autores dizem que o período G0
faz parte da intérfase e outros dizem que não mas o G0 ou quiescência é um período
de repouso para a célula. Uma célula pode ficar no G0 por tempo indefinido.

Checkpoint ➞ é o período de checagem para ver se o que está sendo produzido tem
uma boa qualidade.

CDKs e Ciclinas ➞ são proteínas que dão um “empurrãozinho” ajudando o ciclo fluor
melhor e mais rápido.

↳ Em cada etapa do ciclo celular, diferentes Cdks são ativadas por ciclinas específicas.
Finda a etapa, as ciclinas são destruídas em proteassomas.

CKIs - gene p53 ➞ quando ocorre das proteínas estarem muito rápido a ponto de
atrapalhar em algo na célula esses inibidores/ supressores trabalham para que o ciclo
consiga ser feito mais devagar. Se o gene p53 sofrer algum mutação impedindo do
ciclo parar, irá acontecer uma proliferação descontrolada crescendo muitas células até
virar um tumor, podendo ser benigno ou maligno.

34
G1 ➞ maior crescimento; diferenciação; proteína; RNA.

S ➞ período mais importante. Acontece a duplicação; síntese de DNA; síntese de


histonas;

G2 ➞ síntese de RNA; síntese de proteínas; início da condensação da cromatina.

DIVISÃO CELULAR - AULA 2


Mitose é um tipo de divisão celular onde uma célula mãe gera duas células filhas
geneticamente idênticas e com o mesmo número de cromossomos que existia na
célula mãe. A mitose é equacional. Pode ocorrer em células haploides e diploides. A
mitose é um processo contínuo e embora a gente divida ela em cinco etapas ela não
fica parando em cada fase. As cinco fases são: A Prófase;A Prometáfase; A Metáfase;
A Anáfase e a Telófase.

Antes do início da mitose a célula passa pela interfase.

PRÓFASE ➞ A prófase faz a preparação para que os cromossomos possam ser


movimentados.

35
Primeiro os cromossomos
começam a se enrolar -ficar mais
condensados e curtos-, eles fazem
isso pois serão movimentados pelo
citoplasma da célula e dentro dos
cromossomos temos o DNA (que
não pode embolar), então eles se
espiralizam para que possa ficar
mais fácil transportá los durante a
mitose e não danificar o material
genético. Conforme o cromossomo
começa a se enrolar o DNA que
está nesses cromossomos irá se tornar insensíveis fazendo com que a transcrição dos
genes seja dificultada. Depois o nucléolo desaparece por conta da condensação
desses cromossomos. Logo após isso, as fibras do fuso começam a ser formadas e
irão para os polos dessa célula, deixando rastros de fibras pelo citoplasma. Nas células
animais quem forma essas fibras são os centrossomos.

PROMETÁFASE ➞ Após tudo o que aconteceu na Prófase, ocorre a desintegração da


carioteca fazendo com que as fibras do fuso possam se ligar aos cromossomos.

36
O cinetócoro é a região onde os microtúbulos das fibras do fuso chegam (como se
tivessem um anzol na ponta) e eles irão se unir ao centrômero do cromossomo. As
fibras do fuso se fixam nos centrômeros dos cromossomos e a partir disso eles
poderão mover esses cromossomos. Na prometáfase, os cromossomos são puxados
pelos microtúbulos do fuso. A maior força é exercida pelos microtúbulos mais longos.
No plano médio, as forças se equilibram e o cromossomo permanece alinhado. E
também, nessa fase os centrossomos chegarão aos polos (cantos) da célula.

METÁFASE

Nessa fase teremos a


movimentação dos cromossomos.
Os Cromossomos atingem o
máximo grau de condensação e
ficam alinhados no centro da célula,
formando a chamada placa
equatorial ou placa metafásica.
Nessa fase também teremos a
duplicação do centrômero.

37
COLCHICINA ➞ utilizada para parar a divisão celular na metáfase. Ela destrói os
microtúbulos que formam as fibras do fuso, assim ela não consegue realizar a
movimentação dos cromossomos e a divisão celular acaba sendo interrompida.

ANÁFASE

Teremos a separação das


cromátides-irmãs. Cada metade
delas será puxada para um canto
da célula.

TELÓFASE

Fase de reconstrução. Forma-se


novos núcleos (Cariocinese). A
carioteca se reorganiza. Os
cromossomos se desespiralizam e
o DNA e todas as informações que
estão ali dentro, passam a ser lidas
novamente. Surge o aparecimento
do nucléolo. Os centrossomos
começam a recolher as fibras do
fuso e por fim cada célula terá um
centrossomo com dois centríolos
dentro dele.

CITOCINESE (separando as células) ➞ ocorre no final da telófase. Teremos a


formação no meio da célula de um anel contrátil e esse anel é formado por actina e
miosina. Esse anel começa a exercer uma força de fora para dentro um

38
“estrangulamento” da célula, assim, formando duas novas células. Nas células animais
a citocinese é centrípeta pois a força para formar duas novas células vem da periferia
em direção ao centro da célula. Ao final da citocinese então teremos a formação de
duas novas células geneticamente idênticas, possuem a mesma quantidade de
cromossomos e elas são idênticas a célula mãe que formou elas.

NÚCLEO INTERFÁSICO - AULA 3


O núcleo é o maior compartimento celular, ocupando em média 10% do volume total da
célula. A maioria das células possui apenas um núcleo, com exceção de: eritrócitos de
mamíferos; células derivadas da fusão de células precursoras; certos protozoários.

● A maior vantagem evolutiva do aparecimento de um núcleo individualizado foi,


sem dúvida alguma, a separação entre a transcrição (síntese de uma fita de
RNA a partir do DNA) e a tradução (síntese de um peptídeo a partir da fita de
RNA).

● A quantidade de informação contida no genoma de procariotos é muito menor


que a contida no genoma dos eucariotos.

↳ Carioteca ➞ é uma dupla membrana. É porosa, e tem “furos” grandes formado por
um conjunto de proteínas, chamamos de complexo de poro e ele permite a saída de
RNA de dentro do núcleo.

↳ Nucléolo ➞ região da síntese dos ribossomos.

39
↳ Encontramos no preenchimento da carioteca o nucleoplasma e o DNA.

↳ Heterocromatina ➞ DNA não utilizado por uma célula. Logo, essa cromatina será
mais condensada.

↳ Eucromatina ➞ DNA utilizado pela célula. Aqui a cromatina será menos condensada.

↳ Como fazer que o DNA fique condensado?

O DNA dos eucariontes será condensado com a ajuda de proteínas chamadas de


Histonas ➞ é uma proteína de espiralização do DNA. O DNA que passou a ser
enrolado pelas histonas chamaremos de nucleossomos. Logo após a espiralização
desse material genético as histonas começam a se agrupar (elas são proteínas que
vão se agrupando) e vai formando uma espécie de cordão, e então, ele passa a se
chamar de solenóide. Esses solenoides irão se espiraliza um pouco mais formando
uma estrutura chamada de cromonema e em seguida esse cromonema vai se enrolar
um pouco mais e formar o que chamamos de Cromatina ➞ forma do DNA que
encontramos no núcleo interfásico.

Toda vez que precisamos sintetizar uma proteína, vamos na cromatina, desenrolamos
um pedaço do gene que queremos, transcrevemos, mandamos o transcrito para fora
do núcleo e assim fabricamos a proteína. Já em situações de divisão celular vamos
precisar condensar ainda mais o material genético. Essa cromatina que tem dois níveis
de condensação (heterocromatina e a eucromatina) irá se compactar se juntando
formando o que chamamos de cromossomo. O cromossomo é o máximo grau de
espiralização do nosso material genético.

JUNÇÕES CELULARES - AULA 5 E 6


Estruturas que as células criam normalmente glicoproteínas que fica uma parte para
dentro da célula, uma parte para fora da célula e podem unir uma célula na outra ou
fazer a união de uma célula a um substrato (como por exemplo no tecido epitelial).

São comuns em tecidos epiteliais porque neles as células têm que estar muito
grudadas -aderidas- umas às outras, não tendo muito espaço intercelular. É importante

40
para a proteção. Tecidos epiteliais que tenham proteção vão ter vários tipos de junções
celulares entre as células desse tecido. Os tecidos epiteliais sempre estão sob uma
base/substrato que se chama lâmina basal. Ele contém pouquíssimas substâncias
entre a células que chamamos de substâncias intercelular. Não existem vasos
sanguíneos entre as células do tecido epitelial por isso sempre junto de um tecido
epitelial nós vamos ter um tecido conjuntivo (que fica na base) que será vascularizado
e entre o tecido epitelial e o tecido conjuntivo temos uma estrutura proteica chamada
lâmina basal ➞ nela existe proteínas, chamadas de laminina. Hemidesmossomos se
assemelham muito a estrutura que está entre uma célula e outra chamada de
desmossomo.

O termo junções celulares fala sobre regiões especializadas onde as células aderem,
comunicam entre si ou com a matriz extracelular.

Junção oclusiva ➞ é composta por duas proteínas claudinas e ocludinas, ela fica entre
as camadas mais externas de células vizinhas e estabelece uma barreira contra a
entrada de macromoléculas nas células, como lipídeos e proteínas.

Junção de ancoragem ➞ está ligada a fixação e possui diferentes tipos, sendo: junções
aderentes e desmossomos que fazem ligação célula à célula; Frouxas; Adesão focal e
Desmossomos que fazem ligação célula a célula, e célula e meio extracelular. As
junções de ancoragem são importantes em todos os tecidos do organismo animal e
humano, principalmente nos tecidos que sofrem constante estresse mecânico como o
tecido constituinte do coração já que os diversos tipos de ancoragem não apenas
mantém as células unidas, mas também fornecem tecidos com coesão estrutural.

Junções comunicantes ➞ São partículas cilíndricas que fazem com que as células
entrem em contato umas com as outras para que funcionem em harmonia. Os canais
permitem movimento de moléculas e íons diretamente do citosol de uma célula para a
outra.

Plasmodesmos ➞ São canais entre duas células vegetais que passam através da
parede celular. Se diferenciam das junções comunicantes pois em plasmodesmos a
membrana plasmática de uma célula é contínua com a da outra formando uma
passagem estreita entre elas.

Junções sinalizadoras ➞ Elas permitem que sinais sejam transmitidos entre as células
através dos locais de contato com a membrana. Exemplo de como elas atuam é a
sinapse química. As sinapses químicas sempre transmitem seus sinais em uma
direção, essa é uma característica importante desse tipo de sinapse, permitindo que os
sinais atinjam alvos específicos.

41
Além das junções celulares as moléculas de adesão celular são bastante importante
por permitirem a ligação entre as células.

As Caderinas são moléculas de adesão dependentes do cálcio que permitem a ligação


entre células vizinhas. Ela realiza ligações homofílicas, ou seja, faz ligações célula à
célula. Além disso possui função de formação e manutenção da integridade dos
tecidos.

As Selectinas também dependentes do cálcio e atuam junto as integrinas. Elas


realizam ligações heterofílicas (célula à célula e célula e meio extracelular). São
bastante importantes para a migração dos leucócitos através dos vasos sanguíneos,
visto que ajudam a fixar o leucócito ao endotélio do vaso.

As Imunoglobulina são moléculas independentes de cálcio que ligam-se a células


vizinhas através de interações homofílicas ou heterofílicas.

As Integrinas são moléculas de adesão independentes do cálcio ou magnésio que


ligam as células a matriz extracelular.

A célula pode utilizar diversos mecanismos para regular tanto a estrutura como a
função das junções celulares sendo alguns deles: a síntese ou inativação de moléculas
da matriz extracelular e o controle da agregação ou desagregação do sistema de
filamentos do citoesqueleto.

42
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

Organelas citoplasmáticas - [Link]


[Link]
Retículo endoplasmático - [Link]
Citoesqueleto/Microtubulos/Filamentos intermediários/Microfilamentos -
[Link]
Ciclo Celular - [Link]
Divisão celular - [Link]
Núcleo interfásico - [Link]
Junções celulares - [Link]

Imagens :
[Link]
[Link]
2F2014%2F03%[Link]&psig=AOvVaw3rtCj_e5JzuUbBd
QlZQAIY&ust=1607744633636000&source=images&cd=vfe&ved=0CAIQjRxqFwoTCIj8
_dGBxe0CFQAAAAAdAAAAABAD
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]

Auxílio das quatro apostilas que estavam na plataforma do classroom.

43

Você também pode gostar