Procedimento e Contencioso Tributário
Procedimento e Contencioso Tributário
Contencioso Tributário
Reclamação graciosa
Pagamento Pedido de Revisão
1
11-09-2016
Procedimento Tributário
Procedimento Tributário
2
11-09-2016
Procedimento Tributário
3
11-09-2016
Contencioso Tributário
Contencioso Tributário
4
11-09-2016
Contencioso Tributário
5
11-09-2016
Contencioso Tributário 12
FUNDAMENTAÇÃO E EFICÁCIA
FACTO FACTO
DIREITO DIREITO
A decisão do procedimento é sempre fundamentada por meio de sucinta exposição das
razões de facto e de direito que a motivaram, podendo a fundamentação consistir em mera
declaração de concordância com os fundamentos de anteriores pareceres, informações ou
propostas, incluindo os que integrem o relatório da fiscalização tributária – Art.º 77.º da LGT.
A fundamentação dos actos tributários pode ser efectuada de forma sumária, devendo
sempre conter as disposições legais aplicáveis, a qualificação e quantificação dos factos
6
11-09-2016
Contencioso Tributário
Contencioso Tributário
7
11-09-2016
Contencioso Tributário 15
• Expressa - trata-se de uma exigência legal que tem de ser entendida de acordo com a
funcionalidade e objectivos prosseguidos pelo próprio instituto;
• Clara - as razões de facto e de direito, embora enunciadas de forma sucinta, não podem ser
confusas, dubitativas, ambíguas ou obscuras, sob pena de não se dar a entender ou a
conhecer o que determinou o agente a praticar o acto ou a escolher o seu conteúdo;
• Congruente - o conteúdo do acto tem de ter uma relação lógica com os fundamentos
invocados;
• Suficiente - trata-se de um conceito qualitativo e não quantitativo, pois não está em causa
o carácter pormenorizado dos fundamentos, importando sim tornar claro quais os
pressupostos tidos em conta pelo autor do acto.
Contencioso Tributário
N
O Via Postal Transmissão
T Pessoal
Electrónica
I Contacto
de
F Directo
Por Dados
I
Via
C
Postal
A
Ç
Õ
E
S
CARTA
REGISTA
CARTA CARTA
COM
SIMPLES REGISTADA
AVIISO
RECEPÇÃO
8
11-09-2016
Contencioso Tributário
Formas de Notificação
Art.º 38.º do CPPT
9
11-09-2016
Formas de Notificação
Art.º 38.º do CPPT
Contencioso Tributário
1. As notificações efectuadas nos termos do n.º 3 do artigo anterior presumem-se feitas no 3º dia
posterior ao do registo ou no 1º dia útil seguinte a esse, quando esse dia não seja útil.
2. A presunção do número anterior, só pode ser ilidida pelo notificado quando não lhe seja
imputável o facto de a notificação ocorrer em data posterior à presumida, devendo para o
efeito a administração tributária ou o tribunal, com base em requerimento do interessado,
requerer aos correios informação sobre a data efectiva da recepção.
3. Havendo aviso de recepção, a notificação considera-se efectuada na data em que ele for
assinado e tem-se por efectuada na própria pessoa do notificando, mesmo quando o aviso de
recepção haja sido assinado por terceiro presente no domicílio do contribuinte, presumindo-se
neste caso que a carta foi oportunamente entregue ao destinatário.
10
11-09-2016
(…)
7. Quando a notificação for efectuada por telefax ou via Internet, presume-se que foi feita na
data de emissão, servindo de prova, respectivamente, a cópia do aviso de onde conste a
menção de que a mensagem foi enviada com sucesso, bem como a data, hora e número de
telefax do receptor ou o extracto da mensagem efectuado pelo funcionário, o qual será
incluído no processo.
8. A presunção referida no número anterior poderá ser ilidida por informação do operador sobre
o conteúdo e data da emissão.
11
11-09-2016
9. As notificações efectuadas por transmissão electrónica de dados consideram-se feitas no momento em que
o destinatário aceda à caixa postal electrónica.
10. A notificação considera-se efectuada no 25.º dia posterior ao seu envio, caso o contribuinte não aceda à
caixa postal electrónica em data anterior.
11. A presunção do número anterior só pode ser ilidida pelo notificado quando, por facto que não lhe seja
imputável, a notificação ocorrer em data posterior à presumida e nos casos em que se comprove que o
contribuinte comunicou a alteração daquela nos termos do artigo 43.º.
12. O acto de notificação será nulo no caso de falta de indicação do autor do acto e, no caso de este o ter
praticado no uso de delegação ou subdelegação de competências, da qualidade em que decidiu, do seu
sentido e da sua data.
13. O presente artigo não prejudica a aplicação do disposto no n.º 6 do artigo 45.º da Lei Geral Tributária.
Não podendo efectuar-se na pessoa do representante por este não ser encontrado pelo
funcionário, a citação ou notificação realiza-se na pessoa de qualquer empregado, capaz de
transmitir os termos do acto, que se encontre no local onde normalmente funcione a
administração da pessoa colectiva ou sociedade.
12
11-09-2016
13
11-09-2016
2. O domicílio fiscal integra ainda a caixa postal electrónica, nos termos previstos no
serviço público de caixa postal electrónica.
14
11-09-2016
2. A falta de recebimento de qualquer aviso ou comunicação expedidos nos termos dos artigos
anteriores, devido ao não cumprimento do disposto no n.º 1, não é oponível à administração
tributária, sem prejuízo do que a lei dispõe quanto à obrigatoriedade da citação e da notificação
e dos termos por que devem ser efectuadas.
Contencioso Tributário
15
11-09-2016
Contencioso Tributário
Contencioso Tributário
16
11-09-2016
Contencioso Tributário
DÍVIDAS TRIBUTÁRIAS
DÍVIDAS À SEGURANÇA SOCIAL
1. São devidos juros de mora quando o sujeito passivo não pague o imposto devido no prazo legal.
2. Os juros de mora aplicáveis às dívidas tributárias são devidos até à data do pagamento da dívida.
3. A taxa de juros de mora é a definida na lei geral para as dívidas ao Estado e outras entidades públicas, excepto no
período que decorre entre a data do termo do prazo de execução espontânea de decisão judicial transitada em julgado
e a data do pagamento da dívida relativamente ao imposto que deveria ter sido pago por decisão judicial transitada em
julgado, em que será aplicada uma taxa equivalente ao dobro daquela.
4. No caso de a dívida ser paga no prazo de 30 dias contados da data da citação, os juros de mora são contados até à
data da emissão desta.
Art.º 44.º da LGT
34
Jesuíno Alcântara Martins
17
11-09-2016
“JUROS DE MORA
18
11-09-2016
Contencioso Tributário
• Reclamação
Art.º 43.º da LGT
• Impugnação judicial
Art.º 61.º do CPPT
Erro
• Observância de orientações imputável
Juros indemnizatórios genéricas da Administração aos Serviços
Tributária
• Quando não seja cumprido o prazo legal de restituição oficiosa dos tributos
19
11-09-2016
Contencioso Tributário
b) Pela entidade que determina a restituição oficiosa dos tributos, quando não seja
cumprido o prazo legal de restituição;
Contencioso Tributário
20
11-09-2016
Contencioso Tributário
Contencioso Tributário
• O procedimento de reconhecimento de
benefícios fiscais está regulado no Art.º 65.º
do CPPT. A sua atribuição
Automáticos resulta
exclusivamente da lei
Benefícios
Acto de
Fiscais
Exigem reconhecimento por
Reconhecimento parte do órgão
competente da AT
21
11-09-2016
22
11-09-2016
DIREITO À INFORMAÇÃO
Art.º 67.º LGT Art.º 68.º LGT
150 90
PRAZO DE RESPOSTA: 10 Dias Dias VIA ELECTRÓNICA Dias
PRAZO DE RESPOSTA
Omissão
Limitação da
Indeferimento
Responsabili INCUMPRIMENTO DO PRAZO
dade à dívida
Sancionamento Tácito da Proposta
INTIMAÇÃO para Consulta de de Imposto
de Enquadramento Tributário
Documentos e passagem de certidões
45
23
11-09-2016
Contencioso Tributário
Contencioso Tributário
OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS
24
11-09-2016
Contencioso Tributário
Contencioso Tributário
o Fazer retenção na fonte / Fazer pagamentos por o Fazer retenção na fonte / Fazer pagamentos por
conta conta
o Entregar Declaração de Rendimentos modelo 22- o Entregar Declaração de Rendimentos modelo 22-
IRC IRC
o Fazer a autoliquidação, de for o caso o Fazer a autoliquidação, de for o caso
25
11-09-2016
Contencioso Tributário
o Entregar declaração de o Entregar declaração de o Entregar declaração de início o Entregar declaração de início
início de actividade início de actividade de actividade de actividade
o Fazer registo das o Fazer registo das o Fazer registo das o Fazer registo das
operações operações operações/Contabilidade operações/Contabilidade
organizada organizada
o Emitir factura o Emitir factura o Emitir factura recibo/Recibo o Emitir factura recibo/Recibo
recibo/Recibo recibo/Recibo
o Entregar declaração de o Entregar declaração o Entregar declaração Trimestral o Entregar declaração
alterações Trimestral e Pagar e Pagar Imposto / Reembolso Trimestral e Pagar Imposto /
Imposto Reembolso
o Entregar declaração de o Entregar declaração de o Outras obrigações declarativas o Outras obrigações
cessação de actividade alterações conexas com a actividade declarativas conexas com a
exercida – art.º 29.º CIVA actividade exercida – art.º
29.º CIVA
o Entregar declaração de o Entregar declaração de o Entregar declaração de
cessação de actividade alterações alterações
o Entregar declaração de o Entregar declaração de
cessação de actividade cessação de actividade
o Deveres de comunicação e de o Deveres de comunicação e
colaboração com a AT de colaboração com a AT
Contencioso Tributário
26
11-09-2016
Contencioso Tributário
AVALIAÇÃO DIRECTA
AVALIAÇÃO INDIRECTA
• O apuramento da matéria tributável far-se-á com base nas declarações dos contribuintes, desde
que estes as apresentem nos termos previstos na lei e forneçam à administração tributária os
elementos indispensáveis à verificação da sua situação tributária.
27
11-09-2016
Procedimento de Avaliação
Avaliação directa
Competência Administração Fiscal
Avaliação indirecta
28
11-09-2016
• Reclamação graciosa
Avaliação directa da MT Correcções meramente aritméticas Liquidação • Impugnação judicial
29
11-09-2016
Procedimentos de avaliação
Avaliação indirecta - Procedimentos
Art.º 89.º-A da LGT - Manifestações de fortuna e outros acréscimos patrimoniais não justificados
1. Há lugar a avaliação indirecta da matéria colectável quando falte a declaração de rendimentos e o contribuinte
evidencie as manifestações de fortuna constantes da tabela prevista no n.º 4 ou quando o rendimento líquido
declarado mostre uma desproporção superior a 30%, para menos, em relação ao rendimento padrão resultante da
referida tabela.
2. Na aplicação da tabela prevista no n.º 4 tomam-se em consideração: Lei Geral Tributária:
a) Os bens adquiridos no ano em causa ou nos três anos anteriores pelo sujeito passivo ou qualquer elemento do
respectivo agregado familiar;
b) Os bens de que frua no ano em causa o sujeito passivo ou qualquer elemento do respectivo agregado familiar,
adquiridos, nesse ano ou nos três anos anteriores, por sociedade na qual detenham, directa ou
indirectamente, participação maioritária, ou por entidade sediada em território de fiscalidade privilegiada ou
cujo regime não permita identificar o titular respectivo.
c) Os suprimentos e empréstimos efectuados pelo sócio à sociedade, no ano em causa, ou por qualquer elemento
do seu agregado familiar.
d) A soma dos montantes transferidos de e para contas de depósito ou de títulos abertas pelo sujeito passivo em
instituições financeiras residentes em país, território ou região sujeito a um regime fiscal claramente mais
favorável, constante da lista aprovada por portaria do Ministro das Finanças, cuja existência e identificação não
seja mencionada nos termos previstos no artigo 63.º-A, no ano em causa.
Procedimentos de avaliação
Avaliação indirecta - Procedimentos
3. Verificadas as situações previstas no n.º 1 deste artigo, bem como na alínea f) do n.º
1 do artigo 87.º, cabe ao sujeito passivo a comprovação de que correspondem à
realidade os rendimentos declarados e de que é outra a fonte das manifestações de
fortuna ou do acréscimo de património ou da despesa efectuada
30
11-09-2016
Procedimentos de avaliação
Avaliação indirecta - Procedimentos e Objecto”
3 Barcos de recreio de valor igual ou superior a € 25.000 Valor no ano de registo com o abatimento de
20% por cada um dos anos seguintes.
6 Montantes transferidos de e para contas de depósito ou 100% da soma dos montantes anuais
de títulos abertas pelo sujeito passivo em instituições transferidos
financeiras residentes em país, território ou região sujeito
a um regime fiscal claramente mais favorável, constante
da lista aprovada por portaria do Ministro das Finanças,
PER 0211
31
11-09-2016
(…)
Art.º 89.º- A da LGT
6. A decisão de avaliação da matéria colectável pelo método indirecto
constante deste artigo é da competência do director de finanças da área
do domicílio fiscal do sujeito passivo, sem faculdade de delegação.
Contencioso Tributário
32
11-09-2016
Contencioso Tributário
33
11-09-2016
5. Sempre que o direito à liquidação respeite a factos relativamente aos quais foi instaurado inquérito
criminal, o prazo a que se refere o n.º 1 é alargado até ao arquivamento ou trânsito em julgado da
sentença, acrescido de um ano.
6. Para efeitos de contagem do prazo referido no n.º 1, as notificações sob registo consideram-se
validamente efectuadas no 3.º dia posterior ao do registo ou no 1.º dia útil seguinte a esse, quando
esse dia não seja útil.
7. O prazo referido no n.º 1 é de 12 anos sempre que o direito à liquidação respeite a factos tributários
conexos com:
a) País, território ou região sujeito a um regime fiscal claramente mais favorável, constante de lista
aprovada por portaria do Ministro das Finanças, que devendo ser declarados à administração
tributária o não sejam; ou
Contencioso Tributário
34
11-09-2016
Contencioso Tributário
• ANO 2012
• Facto Tributário ocorre: 31.12.12
• Início do prazo: 01.01.13
4 Anos
Início
01.01.13 31.12.16
69
Contencioso Tributário
1. O prazo de caducidade suspende-se com a notificação ao contribuinte, nos termos legais, da ordem de serviço ou
despacho no início da acção de inspecção externa, cessando, no entanto, esse efeito, contando-se o prazo desde o
seu início, caso a duração da inspecção externa tenha ultrapassado o prazo de seis meses após a notificação.
a) Em caso de litígio judicial de cuja resolução dependa a liquidação do tributo, desde o seu início até ao trânsito em
julgado da decisão;
b) Em caso de benefícios fiscais de natureza contratual, desde o início até à resolução do contrato ou durante o
decurso do prazo dos benefícios;
c) Em caso de benefícios fiscais de natureza condicionada, desde a apresentação da declaração até ao termo do
prazo legal do cumprimento da condição;
d) Em caso de o direito à liquidação resultar de reclamação ou impugnação, a partir da sua apresentação até à
decisão.
e) Com a apresentação do pedido de revisão da matéria colectável, até à notificação da respectiva decisão.
3. Em caso de aplicação de sanções da perda de benefícios fiscais de qualquer natureza, o prazo de caducidade
suspende-se desde o início do respectivo procedimento criminal, fiscal ou contra-ordenacional até ao trânsito em
julgado da decisão final.
35
11-09-2016
Início Termo
A B C
Suspensão
Contencioso Tributário
Termo do prazo
de caducidade
01.01.13 31.12.16
30.06.17
Início do procedimento de
inspecção em 01.10.16
36
11-09-2016
Contencioso Tributário
Termo do prazo
de caducidade 12.03.17
01.01.13 31.12.16
Início do procedimento de inspecção
tributária em 01.10.16
Contencioso Tributário
Termo do prazo
de caducidade
31.12.16 30.06.17
01.01.13
Início do procedimento de inspecção
tributária em 01.04.16
O procedimento terminou em 30.09.16 Prazo do
PIT: 6 meses
Prazo máximo de
suspensão: 6 meses
O imposto poderá ser liquidado e notificado até
30.06.17
Jesuino Alcântara Martins
74
37
11-09-2016
1. As dívidas tributárias prescrevem, salvo o disposto em lei especial, no prazo de oito anos contados,
nos impostos periódicos, a partir do termo do ano em que se verificou o facto tributário e, nos
impostos de obrigação única, a partir da data em que o facto tributário ocorreu, excepto no imposto
sobre o valor acrescentado e nos impostos sobre o rendimento quando a tributação seja efectuada
por retenção na fonte a título definitivo, caso em que aquele prazo se conta a partir do início do ano
civil seguinte àquele em que se verificou, respectivamente, a exigibilidade do imposto ou o facto
tributário.
4. No caso de dívidas tributárias em que o respectivo direito à liquidação esteja abrangido pelo disposto
no n.º 7 do artigo 45.º, o prazo referido no n.º 1 é alargado para 15 anos.
Contencioso Tributário
PRESCRIÇÃO
Em relação às obrigações de
Após a entrada em
impostos cujo facto tributário tenha
vigor da Lei Geral
ocorrido após o dia 01.01.99, o início
Tributária - LGT
do prazo de prescrição conta-se da
A partir de 01.01.1999 forma seguinte: ( facto tributário não é
Prazo 8 anos
Impostos de Obrigação Única
38
11-09-2016
Contencioso Tributário
1. A citação, a reclamação, o recurso hierárquico, a impugnação e o pedido de revisão oficiosa da liquidação do tributo
interrompem a prescrição.
5. O prazo de prescrição legal suspende-se, ainda, desde a instauração de inquérito criminal até ao arquivamento ou
trânsito em julgado da sentença.
PRESCRIÇÃO
Facto tributário
8 Anos
8 Anos
Prescrição
CITAÇÃO
Jesuíno Alcântara Martins
78
39
11-09-2016
Suspensão
Jesuíno Alcântara Martins
79
PRESCRIÇÃO
40
11-09-2016
PRESCRIÇÃO
02.12.07 8 Anos
Citação do Executado
15.02.08
Apresentação 8 Anos
reclamação graciosa
Efeito da interrupção do
prazo de prescrição - Art.º
326.º do C. Civil Causa de interrupção: Citação do Executado
ADMINISTRAÇÃO FISCAL
01.01.06
CITAÇÃO
30.02.07
A B C 8 Anos
D
Prazo inutilizado Suspensão n.º
Interrupção - n.º 1 do 4 art.º 49.º da
Do (novo) início do
Art.º 49.º da LGT LGT Ex: 1 ano e
prazo de prescrição até
7 meses
ao seu termo Decorrem
9 Anos e 7 meses
PRESCRIÇÃO = B + C + D
Jesuíno Alcântara Martins 82
41
11-09-2016
SEGURANÇA SOCIAL
• Cômputo do tempo para a prescrição:
21.01.11
CITAÇÃO
30.05.11 Notificação da penhora
Notificação da venda
A B C 5 Anos
D
Prazo inutilizado Suspensão n.ºs
Interrupção - n.º 2 do 4 e 5 art.º 49.º
Do (novo) início do
Art.º 187.º do C. Cont. da LGT Ex: 1
e n.º 1 do Art.º 49.º da prazo de prescrição até
ano e 7 meses
LGT ao seu termo Decorrem
6 Anos e 7 meses
PRESCRIÇÃO = B + C + D
Jesuíno Alcântara Martins 83
Contencioso Tributário
DA PRESCRIÇÃO
01.01.08
30.01.09 8 Anos
Citação - Devedor
30.01.14
originário CITAÇÃO - Responsável Subsidiário 5 Anos
42
11-09-2016
Contencioso Tributário
DA PRESCRIÇÃO
ÓRGÃO DA EXECUÇÃO FISCAL
Quando o executado
deduzir oposição e esta
CONHECIMENTO
O não for procedente
OFICIOSO conhecimento
oficioso destas
Art.º 175.º do CPPT
circunstâncias
Implica a condenação da
pode ser
Entidade Exequente no
PRESCRIÇÃO perverso para a pagamento das Custas
Fazenda Pública Processuais, dado que foi
ela que deu causa à acção
DUPLICAÇÃO
DE COLECTA Art.º 527.º do CPC
Contencioso Tributário
43
11-09-2016
Procedimento de Liquidação
Contencioso Tributário
44
11-09-2016
45
11-09-2016
Contencioso Tributário
• DEVER DE COOPERAÇÃO
5. A falta de cooperação na realização das diligências previstas no n.º 1 só será legítima
quando as mesmas impliquem:
Art.º 2.º
46
11-09-2016
Contencioso Tributário
93
Jesuino Alcântara Martins 93
• Da verdade material
• Da proporcionalidade
Art.ºs 5.º a 9.º do RCPITA
• Do contraditório
• Da cooperação
47
11-09-2016
48
11-09-2016
Contencioso Tributário
INTERNO
Quando os actos de inspecção se efectuam
exclusivamente nos serviços da Administração
Tributária através da análise formal e de
EXTERNO coerência dos documentos.
49
11-09-2016
• Âmbito:
50
11-09-2016
• O prazo referido no número anterior poderá ser ampliado por mais dois períodos de três
meses.
Art.º 47.º
• É legítima a oposição aos actos de inspecção com fundamento na falta de credenciação dos
funcionários incumbidos da sua execução.
51
11-09-2016
relatório final.
Projecto de Relatório
Planeamento relatório Final
Actos de inspecção
DC- Único Liquidação
Carta Direito de
aviso Início audição Conclusão do
Nota de Procedimento Notificação
diligência com a
notificação do P. Pag. Voluntário
Relatório
Final
Cobrança
Durante o Procedimento de Inspecção Tributária o contribuinte Coerciva P.E.F
deve colaborar com o Inspector/Auditor Tributário com vista ao
apuramento da verdade sobre a sua situação tributária
52
11-09-2016
Inspecção Tributária
Notificação
Ordem de Procedimento de Inspecção Tributária do Relatório
Serviço Final
Início Termo
Artigo 51.º Artigo 62.º
Data do início do procedimento de Conclusão do procedimento de
inspecção inspecção
1. Da ordem de serviço ou do despacho que 1. Para conclusão do procedimento é elaborado
determinou o procedimento de inspecção será, um relatório final com vista à identificação e
no início deste, entregue uma cópia ao sujeito sistematização dos factos detectados e sua
passivo ou obrigado tributário, excepto nas qualificação jurídico-tributária.
situações previstas no n.º 6 do artigo 46.º . 2. O relatório referido no número anterior deve ser
2. O sujeito passivo ou obrigado tributário ou o seu notificado ao contribuinte por carta registada nos
representante deve assinar a ordem de serviço 10 dias posteriores ao termo do prazo referido no
indicando a data da notificação, a qual, para n.º 4 do artigo 60.º, considerando-se concluído o
todos os efeitos, determina o início do procedimento na data da notificação.
procedimento externo de inspecção.
Inspecção Tributária
Início Termo
A B C
Suspensão
53
11-09-2016
Fontes de Fontes de
Informação Informação PROVA PROVA
SISTEMAS SISTEMAS DE
TRADICIONAIS DE PROCESSAMENTO AUTO
DOCUMENTAL
REGISTOS ELECTRÓNICO DE DE
CONTABILÍSTICOS DADOS DECLARAÇÕES
Microfilmagem de documentos
Ficheiro SAF-T-PT
Dossier Fiscal
107
Jesuino Alcântara Martins
Não
Direcção de Finanças UCG Serviço de Finanças
Notificação RELATÓRIO
Art.º 61.º, n.º 2 do RCPITA Apreciação
c/ menção de que a FINAL
do Direito de
liquidação será efectuada à posteriori.
Audição
Jesuíno Alcântara Martins
108
54
11-09-2016
Contencioso Tributário
55
11-09-2016
56
11-09-2016
113
Contas bancárias
Informação
exclusivamente afectas à
Directa
actividade empresarial
Art.º 63.º-C
Informação Informação
Geral Directa
Art.º 63.º-A
Informações relativas a
operações financeiras Art.º 63.º-B
Acesso a informações e
documentos bancários
114
57
11-09-2016
58
11-09-2016
• Esta competência não pode ser delegada – n.º 4 do Art.º 63.º-B da LGT.
• Este recurso judicial é tramitado como processo urgente pelo que deve estar
decidido no prazo de 90 dias a contar da data da apresentação da petição – n.º 2 do
Art.º 146.º-D do CPPT.
PER 0211
59
11-09-2016
60
11-09-2016
Sujeito Familiar
Passivo RECURSO Terceiro
JUDICIAL
DECISÃO
Direito de Audição
EFEITO EFEITO
DEVOLUTIVO SUSPENSIVO
121
Jesuíno Alcântara Martins
Projecto de Relatório
Planeamento relatório Final
Actos de inspecção
DC- Único Liquidação
Carta Direito de
aviso Início Nota de audição Conclusão do
diligência Procedimento Notificação
com a
Derrogação de Sigilo bancário notificação do P. Pag. Voluntário
Relatório
Final
Sujeito passivo - n.º 1 do art.º 63.º B da LGT
Cobrança
Familiar ou terceiro - n.º 2 do art.º 63.º B da LGT Coerciva P.E.F
Pessoa ou Entidade protegida por segredo profissoinal - n.º 2, 5 e 6 do art.º 63.º da LGT
Tribunal de comarca
Jesuino Alcântara Martins 122
61
11-09-2016
62
11-09-2016
3. A petição referida no número anterior não obedece a formalidade especial, não tem de
ser subscrita por advogado e deve ser acompanhada dos respectivos elementos de
prova, que devem revestir natureza exclusivamente documental.
Processo urgente
Art.º 146.º-D do CPPT
63
11-09-2016
Contencioso Tributário
Não obedece a
forma solene e SEM EFEITO SUSPENSIVO
PRAZO
não carece da
constituição da Tramita como processo urgente
10 DIAS mandatário
judicial Decisão em 90 DIAS
Jesuíno Alcântara Martins
127
Contencioso Tributário
10 DIAS mandatário
judicial Decisão em 90 DIAS
Jesuíno Alcântara Martins
128
64
11-09-2016
Projecto de Relatório
Planeamento relatório Final
Actos de inspecção
DC- Único Liquidação
Carta Direito de
aviso Início Nota de audição Conclusão do
diligência Procedimento Notificação
com a
notificação do P. Pag. Voluntário
Contencioso Tributário
65
11-09-2016
Contencioso Tributário
Procedimentos de avaliação
Avaliação indirecta - Procedimentos
• O pedido de revisão da matéria tributável tem de ser apresentado no prazo de 30 dias contados
a partir da notificação da decisão de fixação da matéria tributável por métodos indirectos.
• O requerimento pode ser apresentado pelo sujeito passivo ou por qualquer pessoa que, nos
termos da lei, tenha legitimidade para o efeito – Art.º 9.º do CPPT.
66
11-09-2016
Procedimentos de avaliação
Avaliação indirecta - Procedimentos
Procedimentos de avaliação
Avaliação indirecta - Procedimentos - Art.º 92 da LGT
3. Havendo acordo entre os peritos nos termos da presente subsecção, o tributo será liquidado
com base na matéria tributável acordada.
67
11-09-2016
DIRECTOR liquidação
• Indicação de Perito
DE
• Perito Independente Suspende o prazo
FINANÇAS
de caducidade
1. Salvo em caso de regime simplificado de tributação ou quando da decisão seja interposto, nos termos da lei,
recurso hierárquico com efeitos suspensivos da liquidação, a impugnação dos actos tributários com base em
erro na quantificação da matéria tributável ou nos pressupostos de aplicação de métodos indirectos
depende de prévia apresentação do pedido de revisão da matéria tributável.
2. Na petição inicial identificará o impugnante o erro ou outra ilegalidade que serve de fundamento à
impugnação, apresentará os pareceres periciais que entender necessários e solicitará diligências.
3. Na introdução em juízo, o representante da Fazenda Pública oferecerá, por sua vez, os pareceres periciais
que considerar indispensáveis à apreciação do acto impugnado e solicitará, se for caso disso, outras
diligências.
4. O juiz pode, se o entender, oficiosamente ou a requerimento dos interessados, ordenar a audição dos peritos
que tenham subscrito os pareceres técnicos referidos nos números anteriores, determinar ao impugnante e
ao representante da Fazenda Pública o esclarecimento das suas posições e ordenar novas diligências de
prova.
68
11-09-2016
DECISÃO DE AVALIAÇÃO DA
MATÉRIA COLECTÁVEL – MÉTODO
INDIRECTO
Art.º 89.º-A DA LGT e Art.º 146.º-B do CPPT JUIZ DO TRIBUNAL TRIBUTÁRIO
da área domicílio/sede
NOTIFICAÇÃO
Apresentar as razões
da discordância
REQUERIMENTO
RECURSO JUDICIAL
Não obedece a
Contencioso Tributário
69
11-09-2016
d) Isenção de custas;
70
11-09-2016
Incompetência;
71
11-09-2016
PETIÇÃO Art.º 68.º a Art.º 77.º e Art-º 99.º e Art.º 102.º do CPPT
PRAZOS FUNDAMENTOS
DECISÃO
Instaurada e instruída no
Dirigida ao Director de
Serviço de Finanças SERVIÇO DE
Finanças
FINANÇAS
DIRECÇÃO DE
(Só por
FINANÇAS DIRECTOR Delegação de
PRESUNÇÃO DE DA UGC Competência,
INDEFERIMENTO TÁCITO deixou de ter
competência
– 4 meses própria)
• DEFERIMENTO PARCIAL
Art.º 76.º e Art.º 102.º
• INDEFERIMENTO do CPPT
IMPUGNAÇÃO JUDICIAL
RECURSO
HIERÁRQUICO
Art.º 66.º e Art.º 76.º
do CPPT e Art.º 80.º da
LGT PRAZO: 3 meses
PRAZO: 30 Dias
72
11-09-2016
Contencioso Tributário
Procedimento Administrativo
(Segurança Social)
Legitimidade
Art.º 186.º
Art.º 184.º
Os titulares de direitos
Prazo subjectivos lesados
Art.º 191.º, n.º 3
Qualquer
ilegalidade
praticada no 15 dias a contar da notificação
procedimento
Art.º 185.º, n.º 3
73
11-09-2016
Contencioso Tributário
Procedimento de
Recurso Hierárquico
74
11-09-2016
RECURSO HIERÁRQUICO
Apresentar
durante 30 dias após a
SERVIÇO DE FINANÇAS
notificação
RECURSO
HIERÁRQUICO
Art.º 66.º do CPPT
Entidade
com
competência
para decidir
MF / DG
REVOGAÇÃO
PROCEDENTE
DECISÃO DO
IMPROCEDENTE ACTO
Impugnação Judicial
Acção Administrativa
Jesuino Alcântara Martins
149
• A revisão dos actos tributários nos termos do n.º 1, independentemente de se tratar de erro
material ou de direito, implica o respectivo reconhecimento devidamente fundamentado nos
termos do n.º 1 do artigo 77.º.
75
11-09-2016
• A revisão do acto tributário por motivo de duplicação de colecta pode efectuar-se, seja qual
for o fundamento, no prazo de quatro anos.
Contencioso Tributário
• A Impugnação Judicial
76
11-09-2016
A Impugnação Judicial
77
11-09-2016
A impugnação judicial
b) Incompetência;
78
11-09-2016
1. A retenção na fonte é susceptível de impugnação por parte do substituto em caso de erro na entrega de
imposto superior ao retido.
2. O imposto entregue a mais será descontado nas entregas seguintes da mesma natureza a efectuar no ano do
pagamento indevido.
3. Caso, não seja possível a correcção referida no número anterior, o substituto que quiser impugnar reclamará
graciosamente para o órgão periférico regional ia administração tributária competente no prazo de 2 anos
a contar do termo do prazo nele referido.
4. O disposto no número anterior aplica-se à impugnação pelo substituído da retenção que lhe tiver sido
efectuada, salvo quando a retenção tiver a mera natureza de pagamento por conta do imposto devido a
final.
5.
Caso a reclamação graciosa seja expressa ou tacitamente indeferida, o contribuinte poderá impugnar, no
prazo de 30 dias, a entrega indevida nos mesmos termos que do acto da liquidação.
6. A impugnação em caso de retenção na fonte aplica-se o disposto no n.º 3 do artigo anterior.
79
11-09-2016
1. O pagamento por conta é susceptível de impugnação judicial com fundamento em erro sobre
os pressupostos da sua existência ou do seu quantitativo quando determinado pela
administração tributária.
2. A impugnação do pagamento por conta depende de prévia reclamação graciosa para o órgão
periférico local da administração tributária competente, no prazo de 30 dias após o
pagamento indevido.
4. Decorridos 90 dias após a sua apresentação sem que tenha sido indeferida, considera-se a
reclamação tacitamente deferida.
Artigo 133.º-A
Impugnação com fundamento em matéria de classificação pautal, origem ou valor aduaneiro das mercadorias
80
11-09-2016
1. Os actos de fixação dos valores patrimoniais podem ser impugnados, no prazo de 90 dias após a sua
notificação ao contribuinte, com fundamento em qualquer ilegalidade.
7. A impugnação referida neste artigo não tem efeito suspensivo e só poderá ter lugar depois de
esgotados os meios graciosos previstos no procedimento de avaliação.
81
11-09-2016
Dirigida ao Juiz do
Tribunal Administrativo Instaurada no Tribunal Notificação do
RFP
e Fiscal (TAF)
PRODUÇÃO DE CONTESTAÇÃO
PROVA NO
Organização
ALEGAÇÕES do Processo
TRIBUNAL
Administrativo
DECISÃO: • PROCEDENTE RECURSO: TCA ou STA
(JUIZ) • IMPROCEDENTE Art.º 279.º do CPPT
Jesuíno Alcântara Martins 163
• Reclamação graciosa
Impugnação Judicial
• Revisão oficiosa
Tácita Expressa
TCA
3 meses
STA
Impugnação Judicial 164
Jesuíno Alcântara Martins
82
11-09-2016
Contencioso Tributário
Recursos Jurisdicionais
83
11-09-2016
1. …
2. Das decisões do Tribunal Central Administrativo cabe recurso, com base em oposição de
acórdãos, nos termos das normas sobre organização e funcionamento dos tribunais
administrativos e tributários, para o Supremo Tribunal Administrativo.
3. Considera-se vencida, para efeitos da interposição do recurso jurisdicional, a parte que não
obteve plena satisfação dos seus interesses na causa.
4. Não cabe recurso das decisões dos tribunais tributários de 1.ª instância proferidas em
processo de impugnação judicial ou de execução fiscal quando o valor da causa não
ultrapassar o valor da alçada fixada para os tribunais tributários de 1.ª instância.
84
11-09-2016
STA
TCA TCA
Norte Sul
C. Ponta
Almada Beja Funchal Leiria Lisboa Loulé Sintra
Branco Delgada
Contencioso Tributário
85
11-09-2016
Contencioso Tributário
• A execução fiscal fica suspensa até à decisão do pleito em caso de reclamação graciosa, a
impugnação judicial , oposição judicial ou recurso judicial que tenham por objecto a legalidade
ou a inexigibilidade da dívida exequenda, desde que tenha sido constituída garantia nos
termos do artigo 195.º ou prestada nos termos do artigo 199.º ou a penhora garanta a
• A execução fiscal ainda suspensa, desde que, após o termo do prazo de pagamento
período a que respeita e a entidade que praticou o acto, bem como a indicação da intenção
dívida exequenda.
• O executado que não der conhecimento da existência de processo que justifique a suspensão
Contencioso Tributário
prejuízo irreparável
86
11-09-2016
Pagamento em prestações
Reclamação Prestação
Suspensão da Execução Recurso de
Fiscal Impugnação garantia
Oposição pelo
executado
Extensão
Interesse legítimo Insuficiência de bens
do executado da garantia penhoráveis
Ausência de
responsabilidade do
Garantia = (Quantia Exequenda + Acrescido) + 25% executado
Contencioso Tributário
graciosa não estiver decidida no prazo de um ano a contar da data da sua interposição.
deferido.
87
11-09-2016
Contencioso Tributário
Art.º 177.º-A do CPPT - Situação tributária regularizada
• Considera-se que o contribuinte tem a situação tributária regularizada quando se verifique um dos
requisitos seguintes:
a) Não ser devedor de quaisquer impostos ou outras prestações tributárias e respectivos juros;
b) Estar autorizado a pagar a dívida em prestações, desde que exista garantia constituída, nos
termos legais;
dívida exequenda e o processo de execução fiscal ter garantia constituída, nos termos legais;
d) Ter execução fiscal suspensa, nos termos do n.º 2 do art.º 169.º do CPPT, e haver garantia
a caducidade da garantia.
Contencioso Tributário
88
11-09-2016
89
11-09-2016
O PROCEDIMENTO DE LIQUIDAÇÃO
LIQUIDAÇÃO
Declaração do Contribuinte
DO
PROCEDIMENTO DE TRIBUTO
INSPECÇÃO TRIBUTÁRIA
AUTO
NOTIFICAÇÃO
LIQUIDAÇÃO CERTIDÃO
DE DÍVIDA PRAZO DE PAGAMENTO
P.E.F. VOLUNTÁRIO
Art.º 88.º CPPT
90
11-09-2016
91
11-09-2016
INSTAURAÇÃO
CITAÇÃO
PENHORA DE BENS
APLICAÇÃO DO
PRODUTO DA VENDA REVERSÃO DA EXECUÇÃO
FISCAL CONTRA OS
RESPONSÁVEIS
EXTINÇÃO DO
SUBSIDIÁRIOS
PROCESSO DE NOVA
EXECUÇÃO FISCAL PENHORA DECLARAÇÃO EM FALHAS
DE BENS 184
Jesuíno Alcântara Martins
92
11-09-2016
b) A falta de requisitos essenciais do título executivo, quando não puder ser suprida
por prova documental.
2. As nulidades dos actos têm por efeito a anulação dos termos subsequentes do processo
que deles dependam absolutamente, aproveitando-se as peças úteis ao apuramento dos
factos.
186
Jesuíno Alcântara Martins
93
11-09-2016
CITAÇÃO DO EXECUTADO
Art.º 189.º a Art.º 194.º
FUNÇÕES:
CITAÇÃO
94
11-09-2016
CITAÇÃO
Efectivação da
Quantia exequenda responsabilidade
superior a 500 Unidades subsidiária – Art.º 191.º
de Conta Art.º 191.º n.º 3 n.º 3 do CPPT
do CPPT
Citação Pessoal nos termos do
Art.º 225.º do C.P. CIVIL e Art.º
192.º n.º 1 do CPPT
Se o funcionário judicial apurar que o executado reside ou trabalha efectivamente no local indicado,
não podendo, todavia, proceder à citação por não o encontrar, deixará nota com indicação de hora
certa para a diligência na pessoa encontrada que estiver em melhores condições de a transmitir ao
executado ou, quando tal for impossível, afixará o respectivo aviso no local mais indicado.
No dia e hora designados, o funcionário fará a citação na pessoa do executado, se o encontrar; não
o encontrando, a citação é feita na pessoa capaz que esteja em melhores condições de a transmitir
ao executado, incumbindo-a o funcionário de transmitir o acto ao destinatário e sendo a certidão
assinada por quem recebeu a citação.
Não sendo possível obter a colaboração de terceiros, a citação é feita mediante afixação, no local
mais adequado e na presença de duas testemunhas, da nota de citação, declarando-se que o
duplicado e os documentos anexos ficam à disposição do executado no serviço.
Jesuíno Alcântara Martins 190
95
11-09-2016
CITAÇÃO DO EXECUTADO
Art.º 189.º a Art.º 194.º
FUNÇÕES:
96
11-09-2016
INSTAURAÇÃO
CITAÇÃO
PAGAMENTO
Decreto-Lei n.º 73/99
QUANTIA EXEQUENDA, e
• Juros de Mora
• Custas Processuais
ACRESCIDO
CUSTAS PROCESSUAIS
97
11-09-2016
CUSTAS PROCESSUAIS
al. b) – Revogada
al. c) - No processo de execução, quando o pagamento for efectuado por meio do
pagamento em prestações, desde que o respectivo plano seja pontual e
integralmente cumprido.
15 dias
INSTAURAÇÃO
SUSPENDE A VENDA
20% da dívida
CITAÇÃO
PODE SER FEITO
PAGAMENTO POR CONTA A QUALQUER
MOMENTO
98
11-09-2016
Oposição judicial
• Executado
Reclamação do Art.º 276.º do CPPT
Oposição Judicial
99
11-09-2016
2. A oposição nos termos da alínea h), que não seja baseada em mera questão de
direito, reger-se-á pelas disposições relativas ao processo de impugnação.
200
Jesuíno Alcântara Martins
100
11-09-2016
A oposição Judicial
PETIÇÃO
FUNDAMENTOS PRAZOS
DECISÃO: • PROCEDENTE
RECURSO: TCA ou STA
(JUIZ) • IMPROCEDENTE
Art.º 279.º do CPPT
Jesuíno Alcântara Martins 201
A Penhora de Bens
101
11-09-2016
A Penhora de Bens
• A penhora começa pelos bens cujo valor pecuniário seja de mais fácil
realização e se mostre adequado ao montante do crédito do exequente.
• Caso a dívida tenha garantia real onerando bens do devedor por estes
começará a penhora que só prosseguirá noutros bens quando se reconheça
a insuficiência dos primeiros para conseguir os fins da execução.
A PENHORA DE BENS
PENHORA DE
BENS
102
11-09-2016
A Penhora de Bens
PENHORA DE BENS
BENS A PENHORAR
PREFERENCIALMENTE
IMÓVEIS
Terem de ser
A penhora começa pelos penhorados primeiro
bens que oferecerem Sem prejuízo de os bens onerados
maior liquidez com garantia real
206
103
11-09-2016
A PENHORA DE BENS
AUTO DE PENHORA
ATRIBUIÇÃO DE
VALOR AOS VALOR BASE
BENS 70% DO DE VENDA DOS
PENHORADOS VALOR DA BENS
(valor aproximado) PENHORADOS
PENHORA
Embargos de terceiro
104
11-09-2016
O Cônjuge do Executado
Na situação do Art.º 220.º INSTAURAÇÃO
do CPPT CREDORES
e/ou a Penhora incida sobre COM
Bens imóveis ou móveis
sujeitos a registo
CITAÇÃO GARANTIA
REAL
Desconhecidos
Art.º 239.º a 242.º do CPPT por Éditos
Jesuíno Alcântara Martins 209
VENDA DE BENS
LEILÃO
Art.º 248.º CPPT JUDICIAL ELECTRÓNICO
MODALIDADES DE PROPOSTAS
PENHORADOS FECHADA
EXTRAJUDICIAL
Art.º 252.º CPPT NEGOCIAÇÃO
PARTICULAR
105
11-09-2016
Art.º 239.º
CONVOCAÇÃO DOS CREDORES
Arts. 245.º e 246.º
• PRIVILÉGIOS
CREDITÓRIOS
Garantias
dos • HIPOTECA LEGAL
Créditos
• PENHORA DE BENS
• PENHOR
• PROVIDÊNCIAS
• DIREITO DE
CAUTELARES
RETENÇÃO
Património
do
Devedor
Garantia Garantias
Geral Especiais
106
11-09-2016
DECLARAÇÃO EM FALHAS
PROCESSO DE
EXECUÇÃO FISCAL
NORMAL TRAMITAÇÃO
DILIGÊNCIAS
Art.º 272.º e 274.º do CPPT
DECLARAÇÃO EM FALHAS
107
11-09-2016
Verificação e
graduação dos RECLAMAÇÃO dos actos do órgão da execução fiscal
créditos
108
11-09-2016
109
11-09-2016
c) Incidência sobre bens que, não respondendo, nos termos de direito substantivo, pela
dívida exequenda, não deviam ter sido abrangidos pela diligência;
4. No caso previsto no número anterior, caso não se verificar a circunstância dos n.ºs 2 e 3 do
artigo 277.º, o órgão da execução fiscal fará subir a reclamação no prazo de oito dias.
5. A reclamação referida no presente artigo segue as regras dos processos urgentes, tendo a sua
apreciação prioridade sobre quaisquer processos que devam ser apreciados no tribunal que
não tenham esse carácter.
6. Considera-se haver má fé, para efeitos de tributação em sanção pecuniária por esse motivo, a
apresentação do pedido referido no n.º 3 do presente artigo sem qualquer fundamento
razoável.
Contencioso Tributário
110
11-09-2016
Contencioso Tributário
• Para além dos sujeitos passivos originários, a responsabilidade tributária pode abranger
solidária ou subsidiariamente outras pessoas .
• A responsabilidade do cônjuge do sujeito passivo é a que decorre da lei civil, sem prejuízo do
disposto em lei especial. (alterado pela Lei n.º 82-E/2014, de 31 de Dezembro)
Contencioso Tributário
111
11-09-2016
Contencioso Tributário
O responsável subsidiário fica isento de juros de mora e de custas se, citado para cumprir a
dívida tributária principal, efectuar o respectivo pagamento no prazo de oposição.
O dever de reversão previsto no n.º 3 deste artigo é extensível às situações em que seja
solicitada a avocação de processos referida no n.º 2 do artigo 181.º do CPPT, só se
procedendo ao envio dos mesmos a tribunal após despacho do órgão da execução fiscal,
sem prejuízo da adopção das medidas cautelares aplicáveis.
ENTIDADES:
ADMINISTRADORES
SOCIEDADES
DIRECTORES Responsabilidade
COOPERATIVAS Tributária solidária
GERENTES
EMPRESAS PÚBLICAS
Outras pessoas com funções de
administração ou gestão
3. Quando o prazo de pagamento ou entrega tenha Tem que provar não lhe ser
terminado no período do exercício do cargo imputável a falta de pagamento -
Ónus do Revertido
Jesuíno Alcântara Martins 224
112
11-09-2016
SUBSIDIÁRIOS Contas
• DÍVIDAS TRIBUTÁRIAS:
1. Os administradores, gerentes e outras pessoas que exerçam, ainda que somente de facto, funções de administração
em pessoas colectivas, sociedades, ainda que irregularmente constituídas, e outras entidades fiscalmente
equiparadas são subsidiariamente responsáveis:
a) Pelas multas ou coimas aplicadas a infracções por factos praticados no período do exercício do seu cargo ou
por factos anteriores quando tiver sido por culpa sua que o património da sociedade ou pessoa colectiva se
tornou insuficiente para o seu pagamento;
b) Pelas multas ou coimas devidas por factos anteriores quando a decisão definitiva que as aplicar for notificada
durante o período do exercício do seu cargo e lhes seja imputável a falta de pagamento.
3. As pessoas referidas no n.º 1, bem como os técnicos oficiais de contas, são ainda subsidiariamente
responsáveis, e solidariamente entre si, pelas coimas devidas pela falta ou atraso de quaisquer declarações
que devam ser apresentadas no período de exercício de funções, quando não comuniquem, até 30 dias após
o termo do prazo de entrega da declaração, à Direcção-Geral dos Impostos as razões que impediram o
cumprimento atempado da obrigação e o atraso ou a falta de entrega não lhes seja imputável a qualquer
título.
113
11-09-2016
Contencioso Tributário
INSTAURAÇÃO
EXECUTADO
(Devedor Originário)
CITAÇÃO
Inexistência ou
insuficiência
DILIGÊNCIAS PARA de Bens
PENHORA
REVERSÃO
do PEF
PENHORA DE BENS n.º 2 do Art.º 23.º da LGT
n.º 2 do Art.º 153.º do CPPT
Jesuíno Alcântara Martins
227
Contencioso Tributário
114
11-09-2016
Responsabilidade Subsidiária
Reversão da Execução Fiscal
Identificação dos
Requisitos da
responsáveis
Reversão
subsidiários
Responsabilidade Subsidiária
Reversão da Execução Fiscal
Processo de
Execução Fiscal
Reversão contra os
Responsáveis subsidiários
Em função de:
DESPACHO DO ÓRGÃO DA EXECUÇÃO
• Data da ocorrência do facto constitutivo
FISCAL A DETERMINAR A NOTIFICAÇÃO
• Termo do prazo de pagamento ou entrega da DOS “potenciais” RESPONSÁVEIS
prestação tributária SUBSIDIÁRIOS PARA O EXERCÍCIO DO
DIREITO DE AUDIÇÃO
• Período do exercício do cargo (funções)
115
11-09-2016
Responsabilidade Subsidiária
Reversão da Execução Fiscal
Processo de
Execução Fiscal
REVERSÃO
• Tributo(s)
• Período(s) de tributação
Responsabilidade Subsidiária
Reversão da Execução Fiscal
Processo de Execução
Fiscal - REVERSÃO
• Contacto directo por Funcionário • Referência aos meios de defesa previstos no n.º
5 do art.º 22.º da LGT
116
11-09-2016
Contencioso Tributário
117
11-09-2016
Contencioso Tributário
Pagamento voluntário
Pagamento coercivo
Anulação da dívida
Prescrição da dívida
118
11-09-2016
Contencioso Tributário
119
11-09-2016
120
11-09-2016
Contencioso Tributário
Contencioso Tributário
MUITO OBRIGADO
PELA VOSSA ATENÇÃO
242
121