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Relatório de Estágio em Análises Clínicas

Este relatório descreve as atividades realizadas durante um estágio supervisionado em análises clínicas. O estagiário realizou tarefas nas fases pré-analítica, analítica e pós-analítica, incluindo coleta de amostras, exames hematológicos, parasitológicos e de urinálise. O estágio ocorreu no Laboratório Escola de Análises Clínicas e deu ao estagiário experiência prática com processos e métodos de diagnóstico laboratorial.

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joan gomes
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Relatório de Estágio em Análises Clínicas

Este relatório descreve as atividades realizadas durante um estágio supervisionado em análises clínicas. O estagiário realizou tarefas nas fases pré-analítica, analítica e pós-analítica, incluindo coleta de amostras, exames hematológicos, parasitológicos e de urinálise. O estágio ocorreu no Laboratório Escola de Análises Clínicas e deu ao estagiário experiência prática com processos e métodos de diagnóstico laboratorial.

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CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE

ESCOLA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE


CURSO DE FARMÁCIA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE – UNINORTE


UNIDADE PLAZA

JOAN GOMES COELHO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO
ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV – ANÁLISES CLÍNICAS

MANAUS
2021
JOAN GOMES COELHO
TURMA: FPM08S1

RELATÓRIO DE ESTÁGIO
ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV – ANÁLISES CLÍNICAS

Supervisor(a) de estágio: Joyce de Freitas Menezes


Preceptor de Estágio: Joyce de Freitas Menezes
Professor de estagio: Jefferson Raphael Gonzaga de Lemos
Coordenador(a) do Curso de Farmácia: Paulo Henrique Freitas da Silva
Instituição/Local de Estágio: Laboratório Escola de Análises Clínicas (LEAC)
Período do Estágio: 13/08/2021 à 27/10/2021

MANAUS
2021
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO........................................................................................................4
2. JUSTIFICATIVA.....................................................................................................6
3. OBJETIVOS.............................................................................................................7
3.1 Objetivo Geral.........................................................................................................7
3.1.2 Objetivo Específico..............................................................................................7
4. CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DE ESTÁGIO...............................................8
5. ATIVIDADES REALIZADAS.................................................................................9
5.1 PRÉ-ANALÍTICA................................................................................................9
5.1.1 Sala de coleta.......................................................................................................9
5.1.2 Coleta de amostra biológica (sangue)..................................................................9
5.1.3 Coleta de amostras biológicas (fezes)...............................................................11
5.1.4 Coleta de amostra biológicas (Urina)................................................................12
6. ANALÍTICA............................................................................................................13
6.1 Hemograma.........................................................................................................13
6.1.1 Eritrograma.......................................................................................................14
6.1.2 Leucograma......................................................................................................15
6.1.3 Parasitologia.....................................................................................................15

6.1.4 Urinálise.............................................................................................................16

7. Pós-Análitica...........................................................................................................16

8. CONCLUSÃO..........................................................................................................17
9. ANEXOS..................................................................................................................18
4

1. INTRODUÇÃO

As análises clínicas são um conjunto de exames com a finalidade de verificar o


estado de saúde de um paciente ou investigar doenças, como os chamados exames de
rotina, check-ups, dentre outros.

A análise é feita através do estudo de material biológico colhido do paciente, como


por exemplo, sangue, urina, saliva, fezes, esperma, fragmentos de tecido, líquido
sinovial, pleural, líquido cefalorraquidiano, pus, etc. A coleta pode ser feita no próprio
laboratório onde são feitas as análises ou em locais como um hospital, clínica, postos de
coleta ou até mesmo no domicílio e local de trabalho do paciente.

Os laboratórios de análises clínicas estudam cada uma dessas amostras em setores


específicos, conforme o composto bioquímico ou suspeita clínica que se pretende
investigar.

Os laboratórios de análises clínicas são fundamentados em um processo dinâmico


que se inicia na coleta do espécime diagnóstico (amostra biológica obtida
adequadamente para fins de diagnóstico laboratorial) e termina com a emissão de um
laudo. Didaticamente, o processo pode ser dividido em três fases: pré-analítica, analítica
e pós-analítica.
O exame laboratorial é um processo complexo, pois envolve uma série de passos,
desde a solicitação do exame até a liberação do laudo. Estima-se que cerca de 70% dos
diagnósticos são realizados com base nos testes de laboratório, e os resultados são
responsáveis por 60% a 70% na decisão médica em relação ao estado de saúde do
paciente.
Dessa forma a importância das análises clínicas é que os exames são um dos
recursos mais eficientes que um profissional de saúde tem a sua disposição. Com eles, é
possível avaliar parâmetros e analisar de forma minuciosa a condição de saúde de
determinado paciente. Ao submeter-se a essa rotina, o paciente ganha a vantagem de
diagnosticar doenças ou qualquer outra alteração no organismo a tempo de um
tratamento mais eficiente.

Logo os assuntos relacionados às análises clínicas, como Diagnósticos


Laboratoriais, Introdução às Análises Clínicas e Microbiologia, Hematologia,
5

Bioquímica Clínica, Imunologia Clínica, Análises Toxicológicas, Biossegurança,


Gestão Laboratorial entre outras.

O Farmacêutico-bioquímico, devidamente registrado no Conselho Regional de


Farmácia respectivo, poderá exercer a responsabilidade técnica de laboratório de
análises clínicas competindo-lhe realizar todos os exames reclamados pela clínica
médica, nos moldes da lei, inclusive, no campo de toxicologia, citopatologia,
hemoterapia e biologia molecular. O Farmacêutico-bioquímico poderá exercer as
funções e responsabilidades de Diretor do Laboratório, Supervisor ou Técnico a que
pertencer.
6

1. JUSTIFICATIVA

O estágio tem por finalidade complementar a formação acadêmica pretendendo


estabelecer o trabalho a ser desenvolvido pelo estagiário no campo de estágio, onde o
aluno terá experiência prática e uma pequena noção sobre o campo que atuará no futuro
compreendendo o funcionamento na área de análises clínicas e a função do
farmacêutico de cada setor do laboratório.

2. OBJETIVOS
7

2.1 Objetivo geral

O estágio em analises clinica tem como objetivo principal aproximar o estudante da


realidade do laboratório na execução dos diferentes métodos laboratoriais de
diagnóstico, avaliação dos métodos e dos resultados obtidos e controle de qualidade dos
testes utilizados.

3.1.2 Objetivo Específico

 Treinamento dos alunos no processo de forma manual;


 Realizar e interpretar exames laboratoriais Clínicos;
 Prestar serviço de informação técnico científico sobre os principais exames
realizados, avaliar o uso e possíveis interferências de medicamentos e alimento nos
exames laboratoriais;
 Realizar procedimentos relacionados a coleta de material, para fins de exames
laboratoriais clínico;

3. CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DE ESTÁGIO

O estágio foi realizado na Unidade 15 do Centro Universitário do Norte – UNINORTE


no Laboratório Escola de Análises Clínicas (LEAC), situado na Av. Getúlio Vargas,
730 - Centro, Manaus. A Direção do Serviço está a cargo do Dra. Andrezza Luiza
8

Fernandes (CRF/AM 03055), Farmacêutica Responsável Técnica do LEAC. O


funcionamento é de segunda a sexta-feira das 8:00 as 17:00.
O LEAC integra a recepção, sala de coleta de sangue e micológica, sala do
responsável técnico, sala de triagem, Laboratório de Parasitologia e Urinálises,
Laboratório de Microbiologia e Micologia, Laboratório de Hematologia, Bioquímica,
Imunologia e Microscopia e sala de esterilização.
Este projeto teve início no ano 2014 e em 2017 já estava efetivo em campo para
estágio supervisionado e outros fins, sendo devidamente equipado para o seu
funcionamento.

LEAC
9

4. ATIVIDADES REALIZADAS

5.1 Fase Pré-Analítica


A fase pré-analítica compreende o processo desde a chegada do paciente ao
laboratório clínico até passagem do material coletado para a fase analítica passando pela
recepção, coleta e transporte. A porcentagem maior de erros dentro de um laboratório é
encontrada na fase pré-analítica levando a gestão da qualidade um olhar específico e
diferenciado para este setor. Consideráveis erros nesta fase podem trazer desconforto a
pacientes, atraso na conduta terapêutica e perda da credibilidade do laboratório junto ao
corpo clinicam médico em questão, além de aumentar receitas e elevar custos.

5.1.1 Sala de coleta

A sala de coleta deve seguir legislação atual, fornecendo conforto e segurança


tanto para o profissional da coleta quanto ao paciente. No momento em que a demanda
for de 15 pacientes por hora, o laboratório poderá contar com um único local para coleta
com área mínima de 3,6 m² e um lavatório. Pisos e paredes deverão ser de cor clara,
impermeáveis, laváveis e resistentes a soluções desinfetantes. (BRASIL, 2005)
O local com ventilação manual ou artificial mantendo a temperadora de 20 a
26ºC e uma correta iluminação que permita ao colaborador a perfeita visualização do
material a ser utilizado e do paciente. (BRASIL, 2005).

5.1.2 Coleta amostra biológica (sangue)

A coleta de amostras é um procedimento que fica mais fácil de executar a cada


vez que se realiza, a prática leva a uma coleta excelente sem demora e desconforto do
paciente, o procedimento devera ser feito com todos os EPIs conforme o Programa de
Controle Médico de Saúde e ocupacional. O processo da coleta de sangue venoso
deverá ser obedecido conforme descrito em manual de procedimento padrão (POP)
assegurando padronização deste processo.
10

Materiais
 1 par de lucas de procedimento;
 1 Agulha 30x06 ou 30x07;
 1 Seringa 10 ml;
 1 Garrote;
 2 Bolas de algodão;
 5 ml de álcool a 70%;
 1 Tubo de ensaio EDTA (tampa roxa).

Procedimento

Identifique os tubos para colocação da amostra e identifique em uma etiqueta os dados


do paciente: nome, número do registro, data de nascimento, sexo, data da coleta,
número ou código de registro da amostra e o nome da instituição solicitante. Em
algumas unidades, utilizam-se apenas códigos ou abreviaturas em lugar do nome do
paciente.
1. Coloque a agulha na seringa sem retirar a capa protetora, não tocando na parte
inferior da agulha.
2. Verificar a seringa, movimentando o pistão e pressionando-o para retirar o ar
acumulado.
3. Pegue o garrote ajuste-o e escolha a vela.
4. Faça a antissepsia do local da coleta com algodão umedecido em álcool a 70%
ou álcool iodado a 1 %. Não toque mais no local desinfetado;
5. Retire a capa da agulha e faça a punção.
6. Solte o garrote assim que o sangue começar a fluir na seringa.
7. Colete aproximadamente 10 ml de sangue. Em crianças, colete de 2 a 5 ml;.
8. Separe a agulha da seringa com o auxílio de uma pinça, descarte a agulha em
recipiente de boca larga, paredes rígidas e tampa, contendo hipoclorito de sódio
a 2%.
9. Oriente o paciente a pressionar com algodão a parte puncionada, mantendo o
braço estendido, sem dobrá-lo.
10. Transfira o sangue para um tubo de ensaio sem anticoagulante, escorra
delicadamente o sangue pela parede do tubo. Este procedimento evita a hemólise da
amostra. Descarte a seringa no mesmo recipiente de descarte da agulha.
11

5.1.3 Coleta amostra biológica (Fezes)

A amostra das fezes o paciente traz no dia que vai realizar os exames, depois é
retirado uma parte da amostra para realizar algum método para a leitura no microscópio.
A técnica de Hoffman, Pons e Janer ou Lutz ou método de sedimentação
espontânea consiste basicamente na mistura das fezes com água, sua filtração por uma
gaze cirúrgica (ou parasitofiltro) e manutenção em repouso, formando uma consistente
sedimentação dos restos fecais ao fundo do cálice. Uma alíquota do sedimento é
pipetada sobre lâmina, é feito um esfregaço e observado em microscópio. Este método
detecta a presença de ovos nas fezes, principalmente os pesados, após coloração com
lugol.

Materiais

 Cálice de sedimentação
 Gaze
 Palito de madeira
 Frasco de borrel ou copos descartáveis;
 Lâmina e lamúnila
 Pipeta Pasteur
 Lugol

Procedimento

1- Tirar 2 a 4 gramas de fezes e desmanchar em frasco no de borrel contendo água


com auxílio de um bastão de vidro ou plástico.
2- Despejar a emulsão por meio de gaze dobrada em 4 ou uma tela de plástico ou
metal limpa para dentro de um cálice de sedimentação cônico.
3- Acrescentar no cálice uma quantidade de água misturando bem o conteúdo.
4- Deixar sedimentar por 2 horas.
12

5- Com uma pipeta Pasteur, retirar pequena amostra de sedimento do vértice do


cálice, colocá-la sobre uma lâmina e cobrir com lamínula. Não é necessário
corar os ovos, mas se houver interesse em reconhecer também os cistos de
protozoários, juntar um pouco de lugol.

5.1.4 Coleta amostra biológica (Urina)

Assim como na amostra de fezes, o paciente traz o material biológico em um


coletor de urina. Depois é realizado algum método para retirada de uma amostra para
fazer leitura no microscópio.
Uma amostra de urina é centrifugada para obter os sedimentos, A centrifugação
é um processo físico de separação. Consiste numa amostra fluida que é submetida a
força centrífuga a fim de promover a separação dos componentes por meio da
sedimentação dos elementos de diferentes densidades.

Materiais

 Centrifuga
 Pipeta de 10ml
 Pipeta de Pasteur
 Tira de Urina 10 parâmetros
 Lâmina e lamínula

Procedimento

Para preparar uma amostra de urina para análise microscópica, uma amostra
fresca de 10 ml de urina deve ser centrifugada a 2.000 rpm durante 10 minutos, segundo
recomendações da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial
(SBPC/ML). Descartando o excesso ficando apenas o sedimento. Uma gota é colocada
sobre a lâmina e depois colocada uma lamínula e assim feito a leitura no microscópio.
13

5. FASE ANALÍTICA

Nesta fase, os colaboradores do laboratório iniciam o processo de análise de


acordo com o sistema analítico empregado, os Procedimentos Operacionais Padrão
(POP) do equipamento e do método, além do método de controle adotado, como o
controle estatístico dos processos.
Ainda que muitas vezes as análises sejam facilitadas pela tecnologia e
automação, o trabalho dos profissionais é indispensável para garantir a qualidade e a
segurança dos resultados.

6.1 Hemograma

O hemograma completo é o exame de sangue que avalia as células que


compõem o sangue, como os leucócitos, conhecidos como glóbulos brancos, as
hemácias, também chamadas de glóbulos vermelhos ou eritrócitos, e as plaquetas.
A parte do hemograma que corresponde à análise das hemácias recebe o nome
de eritrograma que, além de indicar a quantidade das células sanguíneas, informa sobre
a qualidade das hemácias, indicando se estão do tamanho adequado ou com quantidades
recomendadas de hemoglobina no seu interior, o que ajuda a esclarecer causas de
anemia, por exemplo.

6.1.1 Eritrograma

O eritrograma é a parte do hemograma em que são analisadas as características


das células vermelhas do sangue, as hemácias, também conhecidas como eritrócitos.

Procedimento Técnico de Contagem de Eritró citos


14

1- Fixe a lamínula sobre os suportes laterais da câmara de Neubauer com os


dedos umedecidos.
2- Homogeneizar o sangue e utilizando pipeta de Thoma para eritrócitos, aspire
o sangue até a marca 0,5.
3- Limpe o sangue da parte externa da pipeta de Thoma com papel higiênico e
aspire o líqüido diluidor (Gower ou Marcano) até a marca 101 da pipeta. Preparo
líquido de Gower: 33,3 mL de Acético glacial + 12,5g Sulfato de sódio PA + Água
destilada q.s.p. 200mL
4- Misture o sangue ao diluidor de Gower durante 2 minutos fazendo movimento
semelhante ao de tocar pandeiro e/ou durante 30 segundos em agitador de pipetas
automático próprio para este fim.
5- Despreze as 3 primeiras gotas e preencha um dos lados da câmara de
Neubauer, tendo o cuidado de não provocar o extravasamento da mistura para as fossas
laterais e central da câmara.
6- Deixe em repouso por 2 minutos em câmara úmida e conte os eritrócitos
contidos em 5 dos 25 quadrados menores da área central da câmara (vide desenho
abaixo).
7- Registre o número total de eritrócitos contados.
Houve um número médio nos quadros de 37 hemácias.

6.1.2 Leucograma

É a parte do hemograma que inclui a avaliação dos glóbulos brancos.


Compreende as contagens global e diferencial dos leucócitos, além da avaliação
morfológica do esfregaço sanguíneo ao microscópio. Este exame está indicado no
diagnóstico e acompanhamento dos processos infecciosos, inflamatórios, alérgicos,
tóxicos e neoplásicos.
Os glóbulos brancos podem ser classificados em: granulócitos: neutrófilos
(segmentados), eosinófilos e basófilos, não granulócitos: linfócitos e monócitos.
Apenas os eosinófilos não foram identificados nas amostras de sangue.

6.1.3 Parasitologia
15

O exame parasitológico de fezes é um exame que permite a identificação de


parasitas intestinais através da avaliação macro e microscópica das fezes, em que são
visualizados cistos, ovos, trofozoítos ou estruturas adultas de parasitas, o que ajuda o
médico a fazer o diagnóstico de doenças causadas por parasitas como ancilostomose,
ascaridíase, giardíase ou amebíase, por exemplo.
O exame parasitológico de fezes serve para identificar parasitas responsáveis por
alterações gastrointestinais, podendo ser identificados cistos, trofozoítos, ovos ou
vermes adultos nas fezes, sendo este último mais raro de ser identificado.
Durante a leitura da lâmina de parasito foram identificados:
• Ovo de ascaradis lumbricoides;
• Strangylolides;
• E. Coli.

6.1.4 Urinalise

A urinálise é o exame não invasivo com grande importância para avaliar a


função renal. O auxílio desse exame pode diagnosticar várias patologias, controlar o
progresso das doenças no organismo, acompanhar a eficácia do tratamento e ainda
constatar a cura.
O exame de urina é dividido em três etapas:
• Na primeira etapa analisam-se as características gerais da urina. Corresponde a
avaliação das propriedades físicas da urina, como o seu volume, o seu cheiro e sua
coloração.
• Na segunda etapa é feita a pesquisa de elementos anormais, que corresponde à
pesquisa química feita na urina.
• Na terceira e última etapa é feita a sedimentoscopia, que corresponde ao exame
microscópico da urina.
Através da embalagem da tira de urina de 10 parâmetros fazer a pesquisa de
elementos anormais, é feito mergulhando a tira na urina e deixa em repouso por 2
minutos, depois as cores da tira irão reagir com a urina e através de valores de
referência será possível ver os resultados dos aspectos químicos.

6. Pós-analítica
16

A fase pós-analítica, última etapa dos exames laboratoriais, inclui a verificação


das análises realizadas na fase analítica. O que é repassado tudo para o laudo elaborado
durante a fase analítica e através dos resultados pode-se elaborar um “pré-diagnostico”
ou até mesmo um diagnóstico do que se passa na saúde do paciente, o diagnostico final
fica a cargo do medico junto de todos os exames e resultados obtidos, o médico vai
fazer a decisão final a respeito do quadro clinico do paciente.

7. CONCLUSÃO

O estágio proporcionou a nós alunos uma experiência gratificante, onde aprendemos


na prática a atuação do farmacêutico na área de análises clínicas e como ele tem papel
importante no acompanhamento dos exames do paciente no laboratório.
Foi possível aprender e capacitar-se cada vez mais na realização de análises clínicas
e suas áreas de estudo como microbiológicas, hematológicas e bioquímicas assim como
na urinálise e parasitologia compreendida assim a fase analítica é possível compreender
desde a orientação, coleta e triagem desenvolvendo a fase pré-analítica.
Enfim, a experiência no laboratório trouxe conhecimentos básicos e rotineiros
vivenciados no laboratório de análises clínicas e funcionamento geral do mesmo, suas
normas e sua necessidade básica e a grande responsabilidade possibilitaram uma visão
técnica de amadurecimento de descobertas. Além das relações interativas e cooperativas
17

com os colegas do ciclo de estágio para desenvolver de forma harmoniosa as atividades


prestadas.

8. ANEXOS

(Lâminas com amostras) (Coleta) (Tubo de coleta)

(Ima
gem da contagem dos eritrócitos) (Leucograma)
18

(Lâminas com amostras) (Cálice com a amostra) (Ascaris lumbricoides)

(Urinálise)

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