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Adônis

Adônis era um jovem belo nascido do incesto entre Mirra e Cíniras que despertou o amor de Perséfone e Afrodite. As deusas disputavam sua companhia e Zeus determinou que ele passasse um terço do ano com cada uma. Adônis acabou morto por um javali enviado por Ares, deus da guerra e amante de Afrodite, causando grande tristeza entre as deusas.

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Adônis

Adônis era um jovem belo nascido do incesto entre Mirra e Cíniras que despertou o amor de Perséfone e Afrodite. As deusas disputavam sua companhia e Zeus determinou que ele passasse um terço do ano com cada uma. Adônis acabou morto por um javali enviado por Ares, deus da guerra e amante de Afrodite, causando grande tristeza entre as deusas.

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Adônis

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


 Nota: "Adónis" redireciona a este artigo. Para Adonis, poeta árabe,
veja Adonis (poeta).
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Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico) (Julho de 2020)

Adónis

Adónis
Romano, Museu do Louvre

Pais Cíniras e Mirra

Adônis (português brasileiro) ou Adónis (português europeu) (em grego clássico: Ἄδωνις),


nas mitologias fenícia[1] e grega, era um jovem de grande beleza que nasceu
das relações incestuosas que o rei Cíniras de Chipre manteve com a sua
filha Mirra.
Adónis passou a despertar o amor de Perséfone e Afrodite. Mais tarde as duas
deusas passaram a disputar a companhia do menino, e tiveram que submeter-
se à sentença de Zeus. Este estipulou que ele passaria um terço do ano com
cada uma delas, mas Adónis, que preferia Afrodite, permanecia com ela
também o terço restante. Nasce desse mito a ideia do ciclo anual da
vegetação, com a semente que permanece sob a terra por quatro meses.

Adônis e as deusas
A deusa grega Afrodite, do amor e da beleza sensual, apaixonou-se por ele. No
entanto, o deus Ares, da guerra, amante de Afrodite, ao saber da traição da
deusa, decide atacar Adônis enviando um javali para matá-lo. O animal
desferiu um golpe fatal na anca de Adônis, tendo o sangue que jorrou
transformado-se numa anêmona.
Afrodite, que corria por entre as selvas para socorrer o seu amante, feriu-se e o
sangue que lhe escorria das feridas tingiu as rosas brancas de vermelho. Outra
versão do mito conta que Afrodite transmutou o sangue do amado numa
anêmona.
O jovem morto desceu então ao submundo, onde governava ao lado
de Hades e sua esposa, a deusa Perséfone – a rainha do submundo, que
também apaixonou-se por ele. Isso causou um grande desgosto em Afrodite, e
as duas deusas tornaram-se rivais.
Inicialmente, Perséfone, compadecida pelo sofrimento de Afrodite, prometeu
restituí-lo com uma condição: Adônis passaria seis meses no submundo com
ela e outros seis meses na Terra com Afrodite. Cedo o acordo foi
desrespeitado, o que provocou nova discussão entre as duas deusas, que só
terminou com a intervenção de Zeus, que determinou que Adônis seria livre
quatro meses do ano, passaria outros quatro com Afrodite e os restantes
quatro com Perséfone.

Divindade

A morte de Adonis
Museus Vaticanos

Adônis tornou-se o símbolo da vegetação que morre no inverno (descendo ao


submundo e juntando-se a Perséfone) e regressa à Terra na primavera (para
juntar-se a Afrodite).
Deus oriental da vegetação, divindade ctônia (que cumpre o ciclo da semente).

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