COLEÇÃO: EU QUERO UMA CARREIRA - UTAH
E-BOOKS - PREPARATÓRIO PARA CERTIFICAÇÃO
Linux
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LINUX
ESSENTIALS
E-Book 03
DO ESSENTIALS - AO CCNA
C he c
os gigantes
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Sumário
Disposi vos Finais 05
Disposi vos Intermediários 06
Meio Físico de Rede 07
Diagrama de Topologia 09
Instalação de Pacotes 09
Tipos de Redes 13
LANs e WANs 14
Arquitetura de Rede 15
Protocolo de Comunicação 16
Entrega de Mensagem 17
Protocolos 18
Modelo de Refenrência 19
Camada Física 21
Terminologia da Camada Física 22
Camadas de Rede 23
Tipos de Rotas 23
Resolução de Endereços 24
Endereço IPV4 25
Endereço IPV6 25
Camada de Transporte 27
Camada de Aplicação 27
Camada de Apresentação 27
DO ESSENCIAL AO ASSOCIADO
Sumário
Camada de Sessão 05
VLAN 06
VLAN Padrão 07
VLAN Trunk 09
Spanning Tree 09
Etherchannel 13
DHCPv4 14
FHRP 15
WLAN 16
Padrão 802.11 17
Tipos de Aps 18
OSPF 19
Banco de Dados OSPF 21
Pacotes OSPF 22
Access List 23
NAT 23
DO ESSENTIALS AO CCNA
Parabéns. Agora você caminha com os Gigantes!
Olá!
Meu nome é Fábio Pires, sou CEO do Grupo Utah.
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Nosso propósito como empresa é transformar vidas, através de um aprendizado focado no
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Fábio Pires
Licenciamento deste documento:
CC BY-NC-SA ("Atribuição-Uso Não-Comercial-Compar lhamento pela mesma Licença")
DO ESSENTIALS AO CCNA
Objetivo 1.1:
A comunidade Linux e uma Carreira de Código Aberto
Disposi vos Finais
Um dispositivo final é onde uma mensagem se origina ou onde ela é recebida.
Dispositivos Intermediarios
Um dispositivo intermediário interconecta dispositivos finais. Os exemplos incluem comutadores,
pontos de acesso sem fio, roteadores e firewalls.
DO ESSENTIALS AO CCNA 05
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Meio Físico
A comunicação através de uma rede é transmitida por um meio que permite a uma mensagem se
deslocar da origem até o destino.
Diagramas de Topologia
Topologia física ilustram a localização física de dispositivos intermediários e a instalação de cabos
DO ESSENTIALS AO CCNA 06
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Diagramas de Topologia
Topologia lógica ilustram dispositivos, portas e o esquema de endereçamento da rede.
Tipos de Redes
Quando falamos de redes existem vários tipos a serem descobertos.
DO ESSENTIALS AO CCNA 07
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
LANs
Uma LAN é uma infraestrutura de rede que abrange uma pequena área geográfica.
Wans
Quando falamos de redes existem vários tipos a serem descobertos.
Uma WAN é uma infraestrutura de rede que abrange uma ampla área geográfica.
DO ESSENTIALS AO CCNA 08
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Arquitetura de Rede
•Uma rede tolerante a falhas limita o impacto de uma falha
•Uma rede escalável pode se expandir de modo rápido e fácil
•Qualidade de serviço (QoS, Quality of Service) é o mecanismo principal usado para assegurar a entrega
confiável do conteúdo
•Segurança protege a rede de usuarios indesejados
Protocolos de Comunicação
Quando falamos de redes existem vários tipos a serem descobertos.
•Todas as comunicações são regidas por protocolos.
•Protocolos são as regras que as comunicações seguirão
DO ESSENTIALS AO CCNA 09
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Protocolos de Comunicação
Protocolos de computadores comuns devem estar de acordo e incluir os seguintes requisitos:
•Codificação de mensagens
•Formatação e encapsulamento de mensagens
•Tamanho da Mensagem
•Tempo da mensagem
•Opções de envio de mensagem
Entrega de Mensagem
Quando falamos de redes existem vários tipos a serem descobertos.
Unicast:
Multicast:
DO ESSENTIALS AO CCNA 10
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Entrega de Mensagem
Broadcast
Quando falamos de redes existem vários tipos a serem descobertos.
Protocolos de Comunicação
Protocolo HTTP
•Governa a maneira como um servidor da Web e um cliente da Web interagem
•Define conteúdo e formato
Protocolo TCP
•Gerencia as conversas individuais
•Fornece entrega garantida
•Gerencia o controle de fluxo
Protocolo IP
•Entrega mensagens globalmente do remetente para o receptor
Ethernet
•Entrega mensagens de uma NIC para outra NIC na mesma rede local (LAN) Ethernet
DO ESSENTIALS AO CCNA 11
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Protocolos de Comunicação
Quando falamos de redes existem vários tipos a serem descobertos.
Modelos de Referencia
Um modelo de referencia, é uma representação de como os dados atuam do inicio da transmissão
até a recepção.
Onde cada camada tem uma função especifica.
DO ESSENTIALS AO CCNA 12
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Camada Física:
Transporta bits através da mídia de rede
Quando falamos de redes existem vários tipos a serem descobertos.
Os padrões da camada física abordam três áreas funcionais:
•Componentes Físicos
•Codificação
•Sinalização
Terminologia da Camada Física:
Latência
•Quantidade de tempo, incluindo atrasos, para os dados viajarem de um ponto a outro
Throughput
•A medida da transferência de bits através do meio físico durante um determinado período
Goodput
•A medida de dados úteis transferidos em um determinado período
Goodput = Throughput - Latênca
Tipos de Meios Físicos:
O cabeamento de cobre é o tipo mais comum de cabeamento usado nas redes hoje em dia. É barato, fácil de instalar
e tem baixa resistência ao fluxo de corrente elétrica
DO ESSENTIALS AO CCNA 13
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Fibra Óptica:
Transmite dados por distâncias maiores com largura de banda maior do que qualquer outra mídia de rede
Quando falamos de redes existem vários tipos a serem descobertos.
Mídia Sem Fio
Ele carrega sinais eletromagnéticos que representam dígitos binários usando frequências de rádio ou
microondas. Isso fornece a melhor opção de mobilidade. Os números de conexão sem fio continuam
aumentando.
Camada Enlace de Dados
A camada Data Link é responsável pelas comunicações entre placas de interface de rede do dispositivo final
DO ESSENTIALS AO CCNA 14
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Fibra Óptica:
Comunicação half-duplex
Quando falamos de redes existem vários tipos a serem descobertos.
•Só permite que um dispositivo envie ou receba de cada vez em uma mídia compartilhada.
•Usado em WLANs e topologias de barramento herdadas com hubs Ethernet.
Comunicação full-duplex
•Permite que ambos os dispositivos transmitam e recebam simultaneamente em uma mídia compartilhada.
•Os comutadores Ethernet operam no modo full-duplex.
CSMA/CA (Carrier Sense Multiple Acess - Colision Avoidance)
•Usado por WLANs IEEE 802.11.
•Funciona no modo half-duplex onde apenas um dispositivo envia ou recebe de cada vez.
•Usa um processo de prevenção de colisão para controlar quando um dispositivo pode enviar e o
que acontece se vários dispositivos enviarem ao mesmo tempo.
Processo de prevenção de colisão CSMA/CA:
•Ao transmitir, os dispositivos também incluem a duração de tempo necessária para a transmissão.
•Outros dispositivos na mídia compartilhada recebem as informações de duração do tempo e sabem
por quanto tempo a mídia ficará indisponível.
Camada de Rede
Fornece serviços para permitir que dispositivos finais troquem dados em IPv4 ou IPv6
DO ESSENTIALS AO CCNA 15
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Camada de Redes
O IP deve ter baixa sobrecarga e pode ser descrito como:
•Sem Conexão
•Melhor Esforço
•Independente de Mídia
Gateway Padrão
Um roteador ou switch de camada 3 pode ser um gateway padrão. Recursos de um gateway padrão (DGW):
•Ele deve ter um endereço IP no mesmo intervalo que o resto da LAN.
•Ele pode aceitar dados da LAN e é capaz de encaminhar o tráfego fora da LAN.
Ele pode rotear para outras redes
Tipos de Rotas
Conexão Direta — Essas rotas são adicionadas automaticamente pelo roteador, desde que a interface
esteja ativa e tenha endereçamento.
Remoto — Estas são as rotas em que o roteador não tem uma conexão direta e pode ser aprendido:
•Manualmente — com uma rota estática
•Dinamicamente — usando um protocolo de roteamento para que os roteadores compartilhem
suas informações entre si
Rota Padrão — isso encaminha todo o tráfego para uma direção específica quando não houver
correspondência na tabela de roteamento
Resolução de Endereços:
Um dispositivo usa ARP para determinar o endereço MAC de destino de um dispositivo local quando
conhece seu endereço IPv4.
O ARP fornece duas funções básicas:
•Resoluçãode endereços IPv4 em endereços MAC
•Mantendo uma tabela ARP de mapeamentos de endereços IPv4 para MAC
DO ESSENTIALS AO CCNA 16
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Endereço IPV4
•Um endereço IPv4 é um endereço hierárquico de 32 bits, composto por uma parte da rede e uma
parte do host.
•Ao determinar a parte da rede versus a parte do host, você deve observar o fluxo de 32 bits.
•Uma máscara de sub-rede é usada para determinar as partes da rede e do host.
Dentro de cada rede há três tipos de endereços IP:
•Endereço de rede
•Endereços de host
Endereço de broadcast
Endereço IPV6
•Os endereços IPv6 têm 128 bits e são gravados em hexadecimal.
•O formato preferencial para escrever um endereço IPv6 é x: x: x: x: x: x: x: x, com cada “x” consistindo de
quatro valores hexadecimais.
•Exemplos de endereços IPv6 no formato preferido:
2001:0db8:0000:1111:0000:0000:0000:0200 2001:0db8:0000:00 a3:abcd:0000:0000:1234
DO ESSENTIALS AO CCNA 17
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Endereço IPV6
Endereço unicast global (GUA)
É semelhante a um endereço IPv4 público. São endereços de Internet roteáveis e globalmente exclusivos.
Endereço local do link (LLA)
Obrigatório para todos os dispositivos habilitados para IPv6 e usado para se comunicar com outros
dispositivos no mesmo link local. Os LLAs não são roteáveis e estão confinados a um único link.
Camada de Transporte
A camada de transporte é:
Responsável pela comunicação lógica entre aplicativos executados em hosts diferentes.
A camada de transporte tem as seguintes responsabilidades:
•Acompanhamento de conversas individuais
•Segmentando dados e remontando segmentos
•Adiciona informações de cabeçalho
•Identificar, separar e gerenciar várias conversas
•Usa segmentação e multiplexação para permitir que diferentes conversas de comunicação sejam
intercaladas na mesma rede
Camada de Aplicação
A camada de apresentação tem três funções principais:
•Formatar ou apresentar dados no dispositivo de origem em um formato compatível para recebimento
pelo dispositivo de destino
•Compactar os dados de forma que eles possam ser descompactados pelo dispositivo destino
•Criptografar os dados para transmissão e descriptografá-los ao serem recebidos
DO ESSENTIALS AO CCNA 18
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Camada de Sessão:
A camada de sessão funciona:
•Ele cria e mantém diálogos entre aplicativos de origem e destino.
•Ele lida com a troca de informações para iniciar caixas de diálogo, mantê-las ativas e reiniciar sessões
interrompidas ou inativas por um longo período de tempo.
VLAN
Uma rede local virtual, normalmente denominada de VLAN (Virtual Local Area Network), é uma rede
logicamente independente. Várias VLANs podem coexistir em um mesmo comutador (switch), de forma
a dividir uma rede local (física) em mais de uma rede (virtual), criando domínios de broadcast separados
VLAN PADRÃO:
A VLAN 1 é a seguinte:
•A VLAN padrão
•A VLAN nativa padrão
•A VLAN padrão de gerenciamento
Não pode ser excluído ou renomeado
VLAN TRUNK:
Um tronco é um link ponto a ponto entre dois dispositivos de rede. Funções de tronco Cisco:
•Permitir mais de uma VLAN
•Estenda a VLAN em toda a rede
•Por padrão, suporta todas as VLANs
•Suporta entroncamento 802.1Q
A camada de apresentação tem três funções principais:
•Formatar ou apresentar dados no dispositivo de origem em um formato compatível para recebimento
pelo dispositivo de destino
•Compactar os dados de forma que eles possam ser descompactados pelo dispositivo destino
•Criptografar os dados para transmissão e descriptografá-los ao serem recebidos
DO ESSENTIALS AO CCNA 19
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Spanning Tree
O Spanning Tree Protocol (STP) é um protocolo de rede de prevenção de loop que permite redundância
ao criar uma topologia de Camada 2 sem loop.
O STP bloqueia logicamente loops físicos em uma rede de Camada 2, evitando que os quadros circulem
a rede para sempre
O STP cria uma topologia sem loop em um processo de quatro etapas:
1.Eleger
VLAN a root bridge.
TRUNK:
2.Elega as roots ports.
3.Eleger as designated ports.
4.Eleger as alternatives ports (bloqueadas)
Etherchannel
A tecnologia EtherChannel foi originalmente desenvolvida pela Cisco como uma técnica de switch
a switch em uma LAN para agrupamento de diversas portas Fast Ethernet ou Gigabit Ethernet em um
canal lógico.
Quando um EtherChannel é configurado, a interface virtual resultante é chamada de port channel.
As interfaces físicas são agrupadas em uma interface de canal de porta.
DO ESSENTIALS AO CCNA 20
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Etherchannel
DHCPv4
Dynamic Host Configuration Protocol v4 (DHCPv4) atribui endereços IPv4 e outras informações de
configuração de rede dinamicamente. Como os clientes desktop geralmente constituem a grande
maioria dos nós de uma rede, o DHCPv4 é uma ferramenta extremamente útil para poupar o tempo
dos administradores da rede.
DHCPv4 funciona no modo client/server. Quando um cliente se comunica com um servidor DHCPv4,
VLAN TRUNK:
o servidor atribui ou arrenda o endereço IPv4 para esse cliente.
DO ESSENTIALS AO CCNA 21
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
FHRP
Os dispositivos finais geralmente são configurados com um único endereço IPv4 para um gateway padrão.
•Se a interface do roteador de gateway padrão falhar, os hosts de LAN perderão a conectividade
LAN externa.
•Isso ocorre mesmo se existir um roteador redundante ou switch de camada 3 que poderia servir
como um gateway padrão.
Os protocolos de redundância de primeiro salto (FHRPs) são mecanismos que fornecem gateways
padrão alternativos em redes comutadas em que dois ou mais roteadores estão conectados às
mesmas VLANs.
VLAN TRUNK:
WLAN
Uma rede local sem fio (WLAN) é um tipo de rede sem fio que é utilizada frequentemente em casas,
escritórios e ambientes abertos
As redes sem fio que possibilitam a mobilidade nos ambientes doméstico e comercial. Infraestrutura sem fio
pode se adaptar às necessidades e tecnologias que mudam rapidamente
DO ESSENTIALS AO CCNA 22
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
WLAN
Tipos De APs
Os APs podem ser categorizados como APs autônomos ou APs baseados em controladora.
•APs autônomos– Dispositivos independentes configurados por meio de uma interface de linha de
comandos ou GUI. Cada AP autônomo atua independentemente dos outros e é configurado e
gerenciado manualmente por um administrador.
VLAN TRUNK:
DO ESSENTIALS AO CCNA 23
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Tipos De APs
Aps baseados em controlador– Também conhecido como APs leves (LAPs). Os APs "leves" (LAPs) usam
o protocolo Lightweight Access Point Protocol (LWAPP) para se comunicar com um controlador
WLAN (WLC). Cada ponto de acesso é configurado e gerenciado automaticamente pelo WLC.
OSPF
O OSPF é um protocolo de roteamento sem classe que usa o conceito de áreas para escalabilidade.
VLAN TRUNK:
Um administrador de rede pode dividir o domínio de roteamento em áreas distintas que ajudam a
controlar o tráfego de atualização de roteamento.
As informações sobre o estado de um link são conhecidas como estado do link. Todas as informações
de estado de link incluem o prefixo de rede, o comprimento do prefixo e o custo.
DO ESSENTIALS AO CCNA 24
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Banco de Dados OSPF
Para tornar o OSPF mais eficiente e escalável, o OSPF suporta o roteamento hierárquico com o uso de
áreas. O OSPF pode ser implementado de uma das duas maneiras a seguir:
OSPF de área única - Todos os roteadores estão em uma área. A melhor prática é usar a área 0.
OSPF Multiarea - O OSPF é implementado usando várias áreas, de maneira hierárquica.
Todas as áreas devem se conectar à área de backbone (área 0). Os roteadores interconectando as
áreas são denominados Area Border Routers (ABRs).
DO ESSENTIALS AO CCNA 25
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
Pacotes OSPF
Access List
Uma ACL é uma série de comandos IOS usados para filtrar pacotes com base nas informações
encontradas no cabeçalho do pacote.
Por padrão, um roteador não tem nenhuma ACL configurada. Quando uma ACL é aplicada a uma i
nterface, o roteador executa a tarefa adicional de avaliar todos os pacotes de rede à medida que
eles passam pela interface para determinar se o pacote pode ser encaminhado.
ACLs padrão - as ACLs filtram apenas na camada 3 usando apenas o endereço IPv4 de origem.
ACLs estendidas - filtro de ACLs na camada 3 usando o endereço IPv4 de origem e / ou destino.
Eles também podem filtrar na camada 4 usando portas TCP, UDP e informações opcionais de tipo
de protocolo para um controle mais preciso.
DO ESSENTIALS AO CCNA 26
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
ACLs
Uma ACL de entrada filtra os pacotes antes que eles sejam roteados para a interface de saída.
Uma ACL de entrada é eficiente porque economiza a sobrecarga de pesquisas de roteamento se
o pacote for descartado.
Uma ACL de saída filtra os pacotes depois de serem roteados, independentemente da interface
de entrada.
Há um limite para o número de ACLs que podem ser aplicadas em uma interface de roteador.
Por exemplo, uma interface de roteador de pilha dupla (ou seja, IPv4 e IPv6) pode ter até quatro
ACLs aplicadas, conforme mostrado na figura.
Especificamente, uma interface de roteador pode ter:
Uma ACL IPv4 de saída. Uma ACL IPv4 de entrada. Uma ACL IPv6 de entrada. Uma ACL IPv6 de saída
DO ESSENTIALS AO CCNA 27
Objetivo 1.1:
Rumo ao uma Carreira - Stronger - Ebook 03
ACLs
ACLs numeradas
ACLs numerados de 1-99 ou 1300-1999 são ACLs padrão, enquanto ACLs numerados de 100-199 ou
2000-2699 são ACLs estendidos.
ACLs nomeados
ACLs nomeados são o método preferido para usar ao configurar ACLs. Especificamente, ACLs padrão e
estendidas podem ser nomeados para fornecer informações sobre a finalidade da ACL.
NAT
O principal uso do NAT é conservar endereços IPv4 públicos.
O NAT permite que as redes usem endereços IPv4 privados internamente e os converte em um endereço
público quando necessário.
O NAT inclui quatro tipos de endereço:
•Endereço inside local
•Endereço inside global
•Endereço outside local
•Endereço outside global
Tipos de NAT
O NAT estático usa um mapeamento individual dos endereços locais e globais configurados
pelo administrador da rede que permanecem constantes.
O NAT dinâmico usa um pool de endereços públicos e os atribui por ordem de chegada.
A conversão do PAT, também conhecida como sobrecarga de NAT, mapeia os endereços IPv4
privados para um único endereço IPv4 público ou para alguns endereços, utilizando portas.
DO ESSENTIALS AO CCNA 28