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+351226197360 2870-500Mon j o
vendasport
o@j unc
or.
pt +351212306030
www. j
uncor.
pt vendasl
isboa@juncor
.pt
Acoplamentos
FLENDER BIPEX®
Tipos BWN, BWT e BNT

Instruções de serviço
BA 3400 PO 01/2012

FLENDER couplings
Dados técnicos 1

Acoplamentos 2
Notas
FLENDER BIPEX®
Montagem 3

Tipos BWN, BWT e BNT Colocação em


funcionamento e operação 4

Avarias, causas
Instruções de serviço e eliminação 5
Tradução das instruções de serviço originais
Manutenção
e reparação 6

Manutenção de peças
sobressalentes 7

BA 3400 PO 01/2012
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Avisos e símbolos utilizados nas presentes instruções de serviço
Observação: O termo "Instruções de serviço" será daqui em diante abreviado para "Instruções" ou "Manual".

Indicações legais
Indicações de advertência
Este manual contém indicações que deve ter em atenção para a sua segurança pessoal, assim como para evitar
danos materiais. As indicações para a segurança pessoal encontram­se assinaladas por um triângulo de aviso ou
o símbolo "Ex" (na aplicação da directiva 94/9/CE), as indicações exclusivamente para danos materiais pelo
símbolo "STOP".
AVISO de risco de explosão!

As indicações assinaladas com este símbolo devem ser impreterivelmente cumpridas para evitar
o danos por explosão.
No caso de inobservância, as consequências podem ser a morte ou ferimentos graves.

AVISO de risco de ferimentos em pessoas!

As indicações assinaladas com este símbolo devem ser impreterivelmente cumpridas para evitar
ferimentos em pessoas.
No caso de inobservância, as consequências podem ser a morte ou ferimentos graves.

AVISO de risco de danos materiais!

As indicações assinaladas com este símbolo devem ser impreterivelmente cumpridas para evitar
danos materiais.
No caso de inobservância, as consequências podem ser danos materiais.

INDICAÇÃO!

As indicações assinaladas com este símbolo devem ser observadas como instruções gerais de
operação.
No caso de inobservância, as consequências podem ser resultados ou estados indesejáveis.

AVISO de superfícies quentes!

As indicações assinaladas com este símbolo devem ser impreterivelmente cumpridas para evitar
perigo de queimaduras causadas por superfícies quentes.
No caso de inobservância, as consequências podem ser ferimentos ligeiros ou graves.

No caso de se verificarem vários perigos, é utilizada sempre a indicação de advertência para os perigos maiores.
Se numa indicação de advertência com um triângulo de aviso, for sinalizado o risco de ferimentos em pessoas,
pode então ser adicionado um aviso de danos materiais na mesma indicação de advertência.

Pessoal qualificado
O produto ou sistema a que este manual se refere apenas pode ser operado por pessoal qualificado para as
respectivas tarefas, tendo em atenção o manual correspondente, principalmente as indicações de segurança e de
advertência nele contidas. Dada a sua formação e experiência, o pessoal qualificado está apto a reconhecer riscos
provenientes do manuseamento destes produtos ou sistemas e a evitar eventuais perigos.

BA 3400 PO 01/2012
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Utilização adequada de produtos da Siemens
Observar o seguinte:
Os produtos da Siemens apenas podem ser utilizados para as aplicações previstas no catálogo e na
respectiva documentação técnica. Caso sejam aplicados produtos e componentes de outras marcas,
estes devem estar recomendados ou autorizados pela Siemens. Uma utilização dos produtos segura
e sem problemas pressupõe um transporte, armazenamento, instalação, montagem, colocação em
funcionamento, operação e manutenção correctos. As condições ambientais permitidas têm de ser
asseguradas. As indicações nos documentos correspondentes têm de ser respeitadas.

Marcas
Todas as denominações identificadas com o símbolo ® são marcas registadas da Siemens AG. As restantes
denominações contidas neste manual podem ser marcas, cuja utilização por terceiros pode violar os direitos do
detentor.

Exclusão de responsabilidade
Verificámos o conteúdo das instruções quanto à sua conformidade com o hardware e o software descritos. No
entanto, não é possível excluir divergências, não podendo nós assumir responsabilidade pela total conformidade.
As informações deste manual são verificadas regularmente; eventuais correcções são incluídas nas edições
seguintes.

Esclarecimento quanto à Directiva relativa às máquinas 2006/42/CE


Os acoplamentos Siemens da marca "FLENDER couplings" devem ser avaliados como componentes nos
termos da Directiva relativa às máquinas 2006/42/CE.
Por conseguinte, não terá de ser emitida uma declaração de incorporação por parte da empresa Siemens.
Podem ser obtidas neste manual informações para uma montagem, colocação em funcionamento e operação
seguras, tendo em conta as indicações de advertência!

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Índice

1. Dados técnicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
1.1 Binários, rotações, dados geométricos e pesos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
1.2 Anéis de came (50) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
2. Notas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
2.1 Indicações de segurança e indicações gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
3. Montagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
3.1 Aplicação do furo pronto na peça do acoplamento (1/2) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
3.2 Aplicação da ranhura de chaveta na peça do acoplamento (1/2) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
3.3 Dispositivo de bloqueio axial das peças do acoplamento (1/2) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
3.4 Balanceamento após aplicar o furo pronto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
3.5 Montagem das peças do acoplamento (1/2) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
3.6 Montagem das peças do acoplamento 3 e 4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
3.7 Desvios possíveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
3.7.1 Desvio axial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
3.7.2 Desvio angular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
3.7.3 Desvio radial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
3.8 Alinhamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
3.9 Valores de desvio do eixo na operação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
3.10 Disposição dos binários de aperto e bocas das chaves
a união aparafusada da bucha de fixação TAPER . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
4. Colocação em funcionamento e operação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
5. Avarias, causas e eliminação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
5.1 Possível origem da avaria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
5.2 Utilização incorrecta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
5.2.1 Frequentes erros ao escolher o acoplamento e/ou o tamanho do acoplamento . . . . . . . . . . . . . . . 14
5.2.2 Frequentes erros aquando da montagem do acoplamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
5.2.3 Frequentes erros aquando da manutenção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
6. Manutenção e reparação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
6.1 Intervalo de manutenção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
6.2 Substituição de peças de desgaste . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
6.3 Desmontagem das peças do acoplamento (1/2) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
6.4 Desmontagem das peças do acoplamento 3 e 4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
7. Manutenção de peças sobressalentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
7.1 Peças sobressalentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16

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1. Dados técnicos

O manual descreve o acoplamento montado na horizontal com ligação eixo­cubo, através de umo furo
cilíndrico ou cónico com chaveta ou com bucha de fixação TAPER. Se for necessária uma montagem na
vertical / inclinada ou outras ligações eixo­cubo, tais como um ajuste por contracção ou denteação
conforme a DIN 5480, é necessário consultar a Siemens.
Se tiver sido efectuado um desenho cotado para o acoplamento, deve respeitar prioritariamente as
indicações aí existentes. O desenho cotado e os restantes documentos devem ser disponibilizados ao
proprietário da instalação.
Os números e as designações de peças podem ser consultados no respectivo desenho da peça
sobressalentes, no capítulo 7 ou no desenho cotado.

1.1 Binários, rotações, dados geométricos e pesos

1 2 3 4

∅ND2
∅ND1

∅ND1

∅ND2

∅DA
∅DA
∅D2

∅D1
∅D1

∅D2
NL1 S NL2 NL1 S NL2

1) 2)

1/2 3/4
∅ND1

∅ND2

∅DA
∅D1

∅D2

NL1 S NL2

3)

Figura 1: Tipos BWN, BWT e BNT


1) Tipo BWN
2) Tipo BWT
3) Tipo BNT

Versões dos tipos, ver capítulo 7.

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Tabela 1: Rotações, dados geométricos e pesos

NL1 / Bucha
Rotação D1 / D2 DA ND1 / ND2 D3 S Peso
Binário NL2 de
nmáx.
nominal fixação
Peça Peça Tipo
Peça TAPER
Ta‐ Anel Diver-
TKN 1/2 3/4 1/2 3/4 1/2 3/4 BWN BWT BNT
manho de came gência
92 80 máx. mín. máx.
Shore 1) 1)+2) 3) 3) 3)
Nm 1/min mm mm mm mm mm mm mm mm mm mm mm N.° kg kg kg
500 500
43 13.5 25 43 43 22 21 12 +0.5 0.36
0 0
500 500
53 24 30 53 50 25 25 14 +0.5 0.62
0 0
500 500
62 42 35 10 25 62 58 58 30 23 29 16 +0.5 1008 0.96 0.75 0.9
0 0
500 480 32 54 1.4 1.3
72 75 10 28 72 68 35 23 36 18 +0.5 1108 1.2
0 0 42 68 1.6 1.4
500 410 38 64 2.1 1.8
84 130 11 32 84 76 40 26 40 21 +0.5 1210 1.5
0 0 48 76 2.3 1.9
500 350 42 72 3.3
97 220 97 50 48 24 +1
0 0 50 85 3.6
500 310 48 82 5.0 4.1
112 360 14 42 112 100 60 26 54 27 +1 1610 3.2
0 0 60 100 5.8 4.5
500 270 55 94 7.3
127 550 127 65 61 27 +1
0 0 65 110 7.8
490 250 60 100 9.8 8
142 800 18 50 142 126 75 33 70 31 +1 2012 6.2
0 0 75 126 11.5 8.9
420 210 65 110 13.5
162 1250 162 80 81 36 +1
0 0 80 134 15.5
380 190 75 126 19.5 15.5
182 1750 18 60 182 152 90 45 90 42 +1 2517 11.3
0 0 90 152 22 16.7
340 170 80 134 25 20
202 2650 35 75 202 168 100 52 100 48 +1 3020 15.6
0 0 100 168 30 23
300 150 90 150 40 35
227 3700 42 90 227 180 110 90 111 54 +2 3535 30.0
0 0 110 180 45 37.5

1) Furo máximo para ranhura segundo a norma DIN 6885/1.


2) Os furos foram realizados parcialmente com ranhura plana, ver figura 2 e tabela 2.
3) Os pesos são válidos para furos máximos.

b
D1/2+ t2

Figura 2: Ranhura plana nas buchas de fixação TAPER

Tabela 2: Ranhura plana nas buchas de fixação TAPER


Bucha de Furo Largura Profundidade Bucha de Furo Largura Profundidade
fixação TAPER da ranhura fixação TAPER da ranhura
do cubo do cubo
N.° D1/2 b D1/2 + t2 N.° D1/2 b D1/2 + t2
JS9 JS9
mm mm mm mm mm mm
1008 24 8 D1/2 + 2 1108 28 8 D1/2 + 2
1008 25 8 D1/2 + 1.3 1610 42 12 D1/2 + 2.2

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1.2 Anéis de came (50)
• Os anéis de came podem ser armazenados até 5 anos.
• Os anéis de came devem ser protegidos da radiação solar directa, da luz artificial com UV e de
temperaturas extremas.
• Os anéis de came não podem estar em contacto com fluidos agressivos.
• Os anéis de came não podem aquecer até uma temperatura inadmissível durante a montagem
(ver tabela 3).
Tabela 3: Anel de came BIPEX

Grau Campo
Material Comentário Marcação
de dureza de temperatura
PU 92 Shore A Padrão negro ­ 30 °C até + 80 °C

2. Notas
2.1 Indicações de segurança e indicações gerais
Todas as pessoas responsáveis pela montagem, operação, manutenção e reparação
do acoplamento deverão ler, compreender e respeitar as presentes instruções.
O incumprimento das instruções pode provocar danos no produto, materiais e/ou
ferimentos. Danos provocados pela inobservância das presentes instruções resultam
na exoneração da responsabilidade.

Deverão ser respeitados os regulamentos aplicáveis em matéria de segurança no trabalho e protecção


do meio ambiente durante todos os trabalhos de transporte, montagem e desmontagem, operação
e manutenção do acoplamento.
Na utilização de mecanismos de elevação e equipamentos de elevação de carga para
o transporte, estes têm de ser apropriados para o peso do acoplamento.

As peças do acoplamento correspondem às normas nacionais em vigor, se necessário, devem ser


eliminadas separadamente e recicladas.
O acoplamento tem de ser armazenado em estado seco. Deve ser submetido a uma conservação
suficiente.
Alterações ao acoplamento sem autorização e que não constem do processamento descrito nestas
instruções não são permitidas.
No caso de danos visíveis, o acoplamento não deve ser montado e não deve ser
colocado em operação!

Segundo as normas em vigor, o acoplamento apenas pode ser operado com a cobertura apropriada.
O mesmo se aplica a testes de funcionamento e verificações do sentido de rotação.
Os trabalhos no acoplamento deverão ser executados sempre quando este estiver parado. O agregado
de accionamento deverá ser bloqueado contra ligação acidental. No ponto de ligação deve ser colocado
um aviso que informe que está a ser efectuada assistência ao acoplamento.
Além do equipamento de protecção pessoal prescrito (calçado de segurança, vestuário de trabalho,
capacete, etc.) no manuseamento do acoplamento devem ser utilizadas luvas de protecção
adequadas e óculos de protecção adequados!

Apenas devem ser utilizadas peças sobressalentes do fabricante Siemens.


No caso de consultas técnicas, favor entrar em contacto com:
Siemens AG
Schlavenhorst 100
46395 Bocholt

Tel.: +49 (0)2871 / 92-0


Fax: +49 (0)2871 / 92-2596

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3. Montagem

As peças do acoplamento 3 e 4 são fornecidas com furo para a bucha TAPER.


3.1 Aplicação do furo pronto na peça do acoplamento (1/2)
Retirar o anel de came (50).
Remover a conservação das peças do acoplamento (1/2) e limpar.
Apertar nas superfícies marcadas com e alinhar.

É necessário tomar muito cuidado devido aos cames em rotação.

Aplicação do furo pronto, observar o furo máximo segundo capítulo 1.


Verificação do furo pronto segundo figura 3.

∅D1/2
IT6

3.2

IT8 A

Figura 3: Aplicação do furo pronto na peça do acoplamento (1/2)


Tabela 4: Recomendação do ajuste para furos com ligação por chaveta
Ajuste corrediço Ajuste por pressão Ajuste fixo
Descrição apropriado para o
não apropriado para o funcionamento inverso
funcionamento inverso
Tolerância do eixo j6 h6 h6 k6 m6 n6 h6
Tolerância do furo H7 J7 K7 H7 H7 H7 M7
Para muitas utilizações, a atribuição de ajuste m6 / H7 é especialmente apropriada.
Se estas indicações não forem consideradas, o acoplamento poderá partir­se.
Existe perigo de morte devido à projecção de peças!

3.2 Aplicação da ranhura de chaveta na peça do acoplamento (1/2)


• Ranhura de chaveta segundo DIN 6885/1 ISO JS9 em condições normais de operação.
• Largura da ranhura de chaveta ISO P9 com funcionamento inverso.
3.3 Dispositivo de bloqueio axial das peças do acoplamento (1/2)
Até ao tamanho 84 colocar o parafuso de ajuste com um desvio de 180° em relação à ranhura. A partir
do tamanho 97 colocar o parafuso de ajuste na ranhura da chaveta.
Posição do parafuso de ajuste à volta do centro do cubo.
Como parafuso de ajuste, utilizar os pinos roscados conforme a DIN 916 com corta­anéis dentado
(tamanho do parafuso de ajuste conforme a tabela 5).
O parafuso de ajuste deve preencher a rosca o mais possível, não devendo sobressair do cubo.
Opcionalmente utilizar o disco final, dada a fenda, deve consultar­se a Siemens.

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Tabela 5: Disposição dos parafusos de ajuste e binários de aperto
Peças de acoplamento 1 / 2 dos tipos BWN e BNT
Sector dos furos Dimensão do parafuso Binário de aperto Boca da chave
de ajuste
acima até d1 TA Sextavado interno
mm mm mm Nm mm
6 30 M6 4 3
30 38 M8 8 4
38 65 M 10 15 5
65 95 M 12 25 6
95 110 M 16 70 8
Os binários de aperto são válidos para parafusos com superfície não tratada, não lubrificados ou
ligeiramente lubrificados (coeficiente de atrito μ = 0.14). Não é permitida a utilização de verniz de deslize
ou lubrificante, que altere o coeficiente de atrito "μ".
Os binários de aperto indicados TA deverão ser cumpridos com base na utilização da norma DIN 25202,
classe de aparafusamento "C", com uma dispersão do binário aplicado de ± 5 %.

3.4 Balanceamento após aplicar o furo pronto


Escolher o grau de equilíbrio de acordo com a utilização (contudo no mínimo G16 segundo DIN ISO 1940).
Ter em atenção a conformidade do grau de equilíbrio do eixo conforme a DIN ISO 8821.
As furações de equilíbrio não poderão influenciar a capacidade de carga das peças
do acoplamento.

As furações de equilíbrio devem ser posicionadas com um raio grande a uma distância suficiente dos
furos dos batentes, furos dos pernos e do perímetro exterior.
A remoção deve ser efectuada entre os cames, nesta oportunidade o fundo não deve
ser completamente perfurado.

3.5 Montagem das peças do acoplamento (1/2)


Desenroscar o parafuso de ajuste.
Limpar os furos e as pontas dos eixos.
Aplicar massa de montagem MoS2 (por exemplo Microgleit LP 405) nos furos das peças de
acoplamento (1/2).
As peças de acoplamento (1/2) com furos cónicos e ligação de chaveta devem ser
montadas a frio e fixadas com discos finais adequados sem puxar as peças do
acoplamento (1/2) para o cone (medida de deslocamento = 0).

Montar as peças do acoplamento (1/2), com furo cilíndrico, se necessário, aquecer até, no máximo
+ 150 °C. No aquecimento, ter em atenção a amplitude térmica do anel de came (50) (ver tabela 3), se
necessário, desmontar o anel de came (50).
A segurança axial é efectuada através de um parafuso de ajuste ou disco final. Na fixação através de
parafuso de ajuste, o eixo não deve ficar saliente dos lados interiores do cubo, nem demasiado inserido.
Montar o parafuso de ajuste ou o disco final (binários de aperto do parafuso de ajuste conforme a tabela 5).
Se estas indicações não forem consideradas, o acoplamento poderá partir­se.
Existe perigo de morte devido à projecção de peças!

Caso necessário, colocar novamente o anel de came. Observar o campo de temperatura (ver tabelas 3).
Alinhar o acoplamento de acordo com o ponto 3.7.

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3.6 Montagem das peças do acoplamento 3 e 4
Limpar as buchas de fixação TAPER, os furos e as pontas dos eixos.
As buchas de fixação TAPER possuem, na grande superfície frontal, até ao tamanho 3030 = 2 furos cegos
e a partir do tamanho 3535 = 3 furos cegos lisos, cilíndricos e paralelos ao eixo, que apenas se encontram
até meio no material da bucha. A outra metade, no cubo, possui passo de rosca.
Encaixar a peça do acoplamento (3; 4) e a bucha de fixação TAPER, sobrepor os furos e apertar
ligeiramente os parafusos da bucha de fixação.
Colocar a peça do acoplamento (3; 4) com a bucha de fixação TAPER sobre o eixo. As indicações
referentes ao ponto 3.8 devem ser observadas.
Apertar os parafusos da bucha de fixação sequencialmente (ver binários de aperto no ponto 3.10).
Durante o processo de aparafusamento, o cubo é puxado para cima da bucha de fixação TAPER cónica,
comprimindo a bucha sobre o eixo.
Encher os furos das buchas de fixação TAPER que não forem utilizados com massa lubrificante, para
evitar que entre sujidade.
Alinhar o acoplamento de acordo com o ponto 3.7.
Manter o desvio do eixo o mais reduzido possível para minimizar o desgaste e as forças de
reposição.

3.7 Desvios possíveis

Smáx. Smáx.

ΔKa
ΔKw

Smín. Smín. ΔKr


1) 2) 3)

Figura 4: Desvios possíveis


1) Desvio axial (ΔKa) 2) Desvio angular (ΔKw) 3) Desvio radial(ΔKr)

3.7.1 Desvio axial


A medida da fresta ΔKa deve ser ajustada dentro da divergência admissivel para a medida "S"
(ver capítulo 1).
3.7.2 Desvio angular
O desvio angular ΔKw poderá ser medido como diferença da medida da fresta (ΔS = Smáx. – Smín.).
Por ΔSadmiss. ver tabela 6.
Caso necessário, o desvio angular ΔKw admissível pode ser calculado como descrito em seguida:
ΔKwadmiss. em RAD = ΔSadmiss. / DA Por ΔSadmiss. ver tabela 6.
ΔKwadmiss. em GRAD = (ΔSadmiss. / DA) x (180 / π) Por "DA" em mm, ver capítulo 1.
3.7.3 Desvio radial
O desvio radial autorizado ΔKradmiss. deve ser visto na tabela 6 (consoante a velocidade de operação).

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3.8 Alinhamento

No alinhamento, manter o desvio angular e o desvio radial o mais reduzido possível.

Os valores de desvio indicados na tabela 6 são valores totais máximos admissíveis em funcionamento,
resultantes de uma posição incorrecta devido a imprecisão no alinhamento e desvio condicionado pelo
funcionamento (por ex. deformação condicionada pela carga, dilatação térmica).
A manutenção de um desvio reduzido no acoplamento minimiza o desgaste esperado do anel de came.
O desvio no acoplamento origina forças de reposição que podem submeter as peças adjacentes da
máquina (por ex. mancal) a esforços inadmissíveis.

3.9 Valores de desvio do eixo na operação


Os desvios máximos admissíveis seguintes nunca podem ser ultrapassados durante
a operação.
No alinhamento, manter um desvio angular e radial claramente menor (contra nulo).

Tabela 6: Valores de desvio do eixo ΔSadmiss. e ΔKradmiss. máximos admissíveis, indicação dos
valores em mm (arredondados)

Tamanho Rotação do acoplamento em 1/min


1000 1500 2000 3000
43 0.08 0.06 0.05 0.04
53 0.09 0.07 0.06 0.05
62 0.11 0.08 0.07 0.06
72 0.12 0.09 0.08 0.06
84 0.14 0.11 0.09 0.07
97 0.16 0.13 0.11 0.09
112 0.19 0.15 0.13 0.10
127 0.21 0.17 0.15 0.12
142 0.24 0.19 0.16 0.13
162 0.27 0.22 0.18 0.15
182 0.30 0.24 0.21 0.17
202 0.34 0.27 0.24 0.19
227 0.38 0.30 0.26 0.21
A rotações < 1000 1/min, aplicam­se os valores da tabela 6, na coluna 1000 1/min.

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3.10 Disposição dos binários de aperto e bocas das chaves a união aparafusada da bucha de fixação TAPER

A utilização de um berbequim de impacto é proibida!

Os binários de aperto são válidos para parafusos com superfície não tratada, não lubrificados ou
ligeiramente lubrificados (coeficiente de atrito μ = 0.14). Não é permitida a utilização de verniz de deslize
ou lubrificante, que altere o coeficiente de atrito "μ".

Os binários de aperto indicados TA deverão ser cumpridos com base na utilização da norma DIN 25202,
classe de aparafusamento "C", com uma dispersão do binário aplicado de ± 5 %.

Os binários de aperto e bocas das chaves dos parafusos de ajuste estão indicados na tabela 5.

Tabela 7: Binários de aperto e bocas das chaves da união aparafusada da bucha de fixação TAPER
Bucha de fixação Binário de aperto TA e boca da chave SW
TAPER para parafusos de fixação segundo DIN 911
Tamanho N.° BSW Com­ TA SW
primento
Polegada Polegada Nm mm
62 1008 1/4 1/2 5.6 3
72 1108 1/4 1/2 5.6 3
84 1210 3/8 5/8 20.0 5
112 1610 3/8 5/8 20.0 5
142 2012 7/16 7/8 31.0 5
182 2517 1/2 1 48.0 6
202 3020 5/8 1 1/4 90.0 8
227 3535 1/2 1 1/2 113.0 10

4. Colocação em funcionamento e operação

Antes da colocação em funcionamento, devem ser verificados os binários de aperto


dos parafusos do acoplamento e os binários de aperto dos parafusos de fundação da
máquina acoplada. As coberturas (protecção do acoplamento, protecção contra
o contacto) têm de estar montadas!
Na colocação em funcionamento, não excluir a hipótese de estados de sobrecarga.
Se, na sequência de sobrecargas, se verificar a ruptura do acoplamento, podem
ocorrer ferimentos e/ou danos materiais provocados por peças metálicas soltas.

O acoplamento deverá funcionar silenciosamente e com pouca vibração. Qualquer comportamento


diferente deverá ser considerado sintoma de uma avaria, cuja causa é necessário eliminar de imediato.
Em caso de avaria, o accionamento deve ser imediatamente desligado. As medidas necessárias para
a reparação devem ser implementadas tendo em conta as normas de segurança em vigor.

5. Avarias, causas e eliminação

5.1 Possível origem da avaria

Alteração no alinhamento:
─ Eliminar a causa das alterações no alinhamento (por exemplo, parafusos das fundações que se
encontrem soltos).
─ Alinhar o acoplamento.
─ Controlar o bloqueio axial, se necessário corrigir.
─ Verificação do desgaste do anel de came (50) de acordo com o capítulo 6.

Anel de came (50) desgastado:


─ Verificação do desgaste anel de came (50) de acordo com o capítulo 6, caso necessário, substituir
o anel de came (50).

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5.2 Utilização incorrecta
Se estas indicações não forem consideradas, o acoplamento poderá partir­se.
Existe perigo de morte devido à projecção de peças!

5.2.1 Frequentes erros ao escolher o acoplamento e/ou o tamanho do acoplamento


• Informações importantes sobre a descrição do accionamento e do ambiente não estão a ser
transmitidas.

• Binário de rotação do sistema demasiado elevado.

• Rotação do sistema demasiado elevada.

• Factor de utilização não seleccionado correctamente.

• Ambiente com compostos químicos agressivos não considerado.

• A temperatura ambiente não é permitida.

• Furo pronto com diâmetro não admissível e/ou alocação de ajuste não admissível.

• Realização de ranhuras de chaveta, cujas medidas sejam superiores às medidas prescritas das
ranhuras de chaveta pela norma DIN 6885/1, com furo máximo permitida.

• A capacidade de transmissão da ligação eixo­cubo não é apropriada para as condições de


funcionamento.

• Os estados de carga ou sobrecarga máxima não são considerados.

• Estados de carga dinâmicos não são considerados.

• Ligação eixo­cubo que submete os materiais do acoplamento a esforços inadmissíveis.

• As condições prévias de operação foram modificadas sem a devida autorização.

• O acoplamento e a máquina / o conjunto propulsor formam um sistema rotativo, axial ou de curvatura


essencial.

• Carga do binário de fadiga a torções alternadas demasiado elevadas.

5.2.2 Frequentes erros aquando da montagem do acoplamento


• Os componentes foram montados apesar de terem sofrido danos de transporte ou com outro tipo de
defeito.

• A exposição das peças do acoplamento ao calor faz com que os anéis de came aqueçam
a temperaturas inadmissíveis.

• O diâmetro dos eixos excede o campo de tolerâncias prescrito.

• Peças do acoplamento foram confundidas, ou seja, a alocação para o eixo previsto não foi efectuada.

• Os dispositivos de segurança axial prescritos não foram montados.

• Os binários de aperto prescritos não foram mantidos.

• Os parafusos são colocados secos ou lubrificados.

• As superfícies flangeadas das ligações roscadas não estão limpas.

• O alinhamento e/ou os valores de desvio do eixo não correspondem às instruções.

• As máquinas acopladas não estão ligadas correctamente às fundações, pelo que um deslocamento
das máquinas, por exemplo ao soltar uma união aparafusada das fundações, causa um deslocamento
não autorizado das peças do acoplamento.

• As máquinas acopladas não possuem uma ligação à terra suficiente.

• Os anéis de came não foram montados.

• A protecção do acoplamento utilizada não é apropriada.

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5.2.3 Frequentes erros aquando da manutenção
• Os intervalos de manutenção não foram cumpridos.
• Não foram utilizadas peças sobressalentes originais BIPEX.
• Foram aplicadas peças sobressalentes BIPEX antigas ou danificadas.
• As fugas no ambiente do acoplamento não foram localizadas, pelo que os produtos químicos
agressivos danificaram o acoplamento.
• As indicações quanto a avarias (ruídos, vibrações, etc.) não são observadas.
• Os binários de aperto prescritos não foram mantidos.
• O alinhamento e/ou os valores de desvio do eixo não correspondem às instruções.

6. Manutenção e reparação

6.1 Intervalo de manutenção


Deve ser controlada a folga de torção entre ambas as peças do acoplamento após
3 meses e, posteriormente, no mínimo uma vez por ano.

O anel de came têm de ser substituído assim que a folga de torção for superior à indicada na tabela 8.

ΔSV

Figura 5: Marca de desgaste


Tabela 8: Marca de desgaste para a folga de torção
Tamanho 43 53 62 72 84 97 112 127 142 162 182 202 227
Marca de desgaste
2 2 2.5 3 3.5 4 4.5 5 5.5 6.5 7.5 8 9
SV (mm)

Se estas indicações não forem consideradas, o acoplamento poderá partir­se.


Existe perigo de morte devido à projecção de peças!

6.2 Substituição de peças de desgaste

Uma substituição do anel de came não é possível sem ter de deslocar as máquinas acopladas.

Aquando de uma nova montagem devem ser respeitadas as instruções fornecidas no capítulo 3 e 4.

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6.3 Desmontagem das peças do acoplamento (1/2)
Afastar as máquinas acopladas uma da outra.
Remover o bloqueio axial (parafuso de ajuste, disco final). Usar um dispositivo de extracção adequado.
Aquecer a peça do acoplamento (1/2) com um maçarico, acima da ranhura de chaveta, no sentido
longitudinal (máx. + 80 °C). No aquecimento, ter em atenção a amplitude térmica do anel de came (50)
(ver tabela 3), se necessário, desmontar o anel de came (50).
Retirar as peças (1/2) do acoplamento. Verificar se o furo do cubo e o eixo apresentam danos e
protegê­los contra a corrosão. As peças danificadas devem ser substituídas.
Aquando de uma nova montagem devem ser respeitadas as instruções fornecidas no capítulo 3 e 4.

6.4 Desmontagem das peças do acoplamento 3 e 4


Afastar as máquinas acopladas uma da outra.
Para soltar as buchas de fixação TAPER, retirar os parafusos. Seguidamente, utilizar um dos parafusos
como parafuso de extracção, enroscando­o na rosca da bucha e apertando.
A partir da bucha de fixação TAPER n.º 3535 existem dois parafusos de extracção.
A peça do acoplamento solta pode então ser retirada, com a bucha de fixação TAPER, manualmente, sem
qualquer ferramenta. Verificar se as peças de acoplamento 3 e 4, a bucha de fixação TAPER e o eixo
apresentam danos e protegê­los contra a corrosão. As peças danificadas devem ser substituídas.
Aquando de uma nova montagem devem ser respeitadas as instruções fornecidas no capítulo 3 e 4.

7. Manutenção de peças sobressalentes

7.1 Peças sobressalentes


No caso de uma encomenda de peças sobressalentes, se possível, indique os seguintes dados:
• Número de encomenda da Siemens e a posição
• Número de desenho
• Tipo e tamanho do acoplamento
• Número de peça (ver a lista de peças sobressalentes)
• Furo, tolerância do furo, ranhura e equilíbrio e determinadas especificações, tais como dimensões da
ligação flangeada, comprimento do carreto intermédio, dimensões do tambor do travão.
• Eventuais particularidades, por ex. temperatura, de isolamento eléctrico.

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1/2 50 1/2 3/4 50 3/4 1/2 50 3/4

1) 2) 3)

Figura 6: Desenho das peças sobressalentes

1) Tipo BWN

2) Tipo BWT, versões dos tipos, ver tabela 10

3) Tipo BNT, versões dos tipos, ver tabela 11.

A bucha de fixação TAPER é montada na peça 3 do lado oposto ao eixo, na peça 4 do lado do ressalto
do eixo.

Tabela 9: Lista de peças sobressalentes do tipo BWN


BWN
Número
Denominação
da peça
1 Peça do acoplamento 1/2
2 Peça do acoplamento 1/2
50 Anel de came

Tabela 10: Lista de peças sobressalentes do tipo BWT


BWT Versão A BWT Versão B BWT Versão AB
Número Número Número
Denominação Denominação Denominação
da peça da peça da peça
Peça do aco­
3 Peça do acoplamento 3 4 3 Peça do acoplamento 3
plamento 4
Peça do aco­
3 Peça do acoplamento 3 4 4 Peça do acoplamento 4
plamento 4
50 Anel de came 50 Anel de came 50 Anel de came
100 Bucha TAPER 100 Bucha TAPER 100 Bucha TAPER
100 Bucha TAPER 100 Bucha TAPER 100 Bucha TAPER

Tabela 11: Lista de peças sobressalentes do tipo BNT


BNT Versão A BNT Versão B
Número Número
Denominação Denominação
da peça da peça
1 Peça do acoplamento 1/2 1 Peça do acoplamento 1/2
3 Peça do acoplamento 3 4 Peça do acoplamento 4
50 Anel de came 50 Anel de came
100 Bucha TAPER 100 Bucha TAPER

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Further Information:
"FLENDER gear units" on the Internet
www.siemens.com/gearunits

"FLENDER couplings" on the Internet


www.siemens.com/couplings

Service & Support:


http://support.automation.siemens.com/WW/view/en/10803928/133300

Lubricants:
http://support.automation.siemens.com/WW/view/en/42961591/133000

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Industry Sector
Mechanical Drives © Siemens AG 2012
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Adi
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