11/08/2021
Sua proteção é o nosso compromisso!
ARMAMENTO
SUBMETRALHADORAS
Sd. QPM1-0 RODRIGO MARCO BRAUS
POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ •
• INSTRUTOR DE ARMAS DE FOGO 2019/2020 (PMPR)
CURSO DE CONTROLE DE DISTURBIUS CIVIS 2014 (PMPR)
• CURSO BALÍSTICA FORENSE APLICADA 2021 (SEGEN)
Sd. QPM1-0 DALCIO EURICH
• ARMEIRO 2018 (PMESP)
• CURSO DE CONTROLE DE DISTURBIUS CIVIS 2014 (PMPR)
Submetralhadoras
PLANO DE AULA DEFINIÇÃO Submetralhadoras
• DEFINIÇÃO
• HISTÓRIA Caracteriza-se por ser uma arma compacta,
• CLASSIFICAÇÃO
• CARACTERISTICAS E FUNCIONAMENTO
que dispara em regime automático, utiliza
• DESMONTAGEM E MONTAGEM DE 1º ESCALÃO
munição de pistola, possui coronha para ser
• APARELHO DE PONTARIA E VISADA
• CLICAGEM usada apoiada no ombro, bandoleira e funciona
• LIMPEZA E CONSERVAÇÃO
• INCIDENTES DE TIRO no sistema “blowback”.
• TIPOS DE RECARGA
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Submetralhadoras Submetralhadoras
HISTÓRIA HISTÓRIA
1916 – Hugo Shmeisser, alemão – projeta
1915 - Bethel Abiel Ravelli, Italiano – a MP 18, a primeira alemã que originou a MP
projetou a arma que é considerada a primeira
metralhadora de mão. Calibre 9mm Glisenti. 40 (1938), esta reconhecida como a melhor
submetralhadora da 2º Guerra Mundial.
Calibre 9mm Parabellum
MP40
MP18
Villar Perosa.
HISTÓRIA Submetralhadoras
HISTÓRIA Submetralhadoras
1917 – O General John Tagliaferro 1950 – O Major Uziel Gal cria a UZI, famosa
Thompson, projetista da norte-americana Auto metralhador de mão fabricada pela IMI.
Ordnance Corporation, coordena o projeto da
M1, o primeiro modelo da submetralhadora
Thompson. UZI SMG MINI UZI SMG
Grease Gun
MICRO UZI SMG PISTOL UZI
Thompson .45 (Tommy Gun)
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Submetralhadoras Submetralhadoras
HISTÓRIA HISTÓRIA
1965 – A Heckler & Koch, alemã, lança a 1988 – A FN (Fabrica Nationale d’Armes de
MP5, uma das mais utilizadas por forças militares, Guerre), Hertal, Bélgica. Lança a FN P90, projeto
policiais e especiais de todo o mundo. inovador, quase um híbrido entre
Submetralhadora e Fuzil de Assalto, pois usa o
calibre 5,7mm.
MP5
FN P90
Submetralhadoras Submetralhadoras
CLASSIFICAÇÃO CLASSIFICAÇÃO
1º Geração: Armas caras, técnicas fabris tradicionais, 3º Geração: Armas mais compactas, carregador no punho,
usinagem, trabalho artesanal, robustas e confiáveis, grandes baixos custos de fabricação. E.: Uzi e Ingram (MAC).
margens de segurança, coronha de madeira. (antes de 1940)
Ex.: MP 18 e Thompson.
4º Geração: Armas que disparam com ferrolho fechado,
2º Geração: Fabricação em larga escala, econômica, maior refinamento nos mecanismos e sistema de operação,
geralmente em aço estampado, (período da 2º Guerra) Ex.: configurações ergonométricas avançadas. Ex.: MP5, FN
INA .45, MP38, M3A1, MT12. P90.
INA .45
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Submetralhadoras Submetralhadoras
SUBMETRALHADORAS TAURUS SMT 9mm
• 1996 – a FAMAE, Fábricas y
Maestranzas del Ejército do Chile,
inicia a produção da SAF, uma
submetralhadora no calibre 9mm
baseada no projeto do fuzil SIG
540 (sob licença da empresa suiça TAURUS FAMAE MT40
SIG);
• 2000 – A Taurus inicia a parceria
com a empresa Chilena.
SIG 540 FAMAE SAF
Submetralhadoras
Características Submetralhadoras
CLASSIFICAÇÃO e Funcionamento
Quanto ao tipo, portátil, pois devido ao peso e volume
pode ser transportado por uma bandoleira.
Quanto ao emprego, individual: pois se destina à proteção
de quem a conduz.
Quanto ao funcionamento, semi-automático e automático
e rajada limitada de dois tiros;
Quanto ao princípio de funcionamento: ação direta dos
gases.
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SELETOR DE TIRO Submetralhadoras Submetralhadoras
DADOS TÉCNICOS
E SEGURANÇA
Modelo SMT9
O seletor de Tiro e Segurança das submetralhadoras SMT é Calibre 9 mm
Funcionamento Blowback, disparos com ferrolho fechado
ambidestro e possui 4 posições com as seguintes funções: Modos de disparo (*) Semi-automático, Rajada 2 tiros, Automático
Capacidade 10 ou 30
Comprimento do cano 200 mm
S (Segurança): nesta posição o mecanismo de disparo da Raiamento do cano 6 raias à direita, passo250 mm
submetralhadora/carabina fica completamente bloqueado, impedindo o 475 mm (com coronha rebatida)
Comprimento total (**)
disparo. 681 até 760 mm (com coronha estendida)
Distância entre miras (**) 270 mm
1 (Tiro intermitente): nesta posição a submetralhadora/carabina Altura 233 mm - sem carregador 293 mm - com carregador de 30
Largura 75±3 mm - sem trilho lateral Picatinny 80±3 mm - com trilho lateral Picatinny
funcionará no modo semiautomático. Peso sem carregador (***) 3,350 kg
30t - 3,550 kg
Peso com carregador vazio (***)
2 (Rajada controlada): nesta posição a submetralhadora funcionara com 10t - 3,480 kg
30t - 3,920 kg
dois disparos a cada acionamento de gatilho. Peso com carregador cheio (***)
10t - 3,600 kg
Esforço no gatilho para o disparo (3,8 +- 0,8) kgf
F (Rajada total): nesta posição a submetralhadora funciona no modo Cadencia (modalidade rajada)
Outros
aproximadamente 750 tiros / minuto
Trilhos Picatinny (MIL-STD-1913) para acessórios
automático. A arma dispara repetidamente enquanto o gatilho for mantido
acionado.
(*) combinação de modos pode variar de acordo com a versão da
arma;
(**) tolerância ±5 mm;
(***) tolerância ±200 g.
DESMONTAGEM EM 1º ESCALÃO Submetralhadoras DESMONTAGEM EM 1º ESCALÃO Submetralhadoras
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Submetralhadoras APARELHO DE Submetralhadoras
DESMONTAGEM EM 1º ESCALÃO
PONTARIA E VISADA
CLICAGEM:
Na PMPR a zeragem das armas portáteis de calibre 9mm e .40,
ficou definida para 25m (vinte e cinco metros).
Essa definição tem o objetivo de que o atirador não necessite
fazer compensações táticas durante ocorrências reais, ou seja, não
tenha que pensar se deve levantar mais, ou menos o cano da arma em
relação ao alvo para que possa atingi-lo em distâncias diferentes à de
zeragem, pois a diferença da linha de visada e do ponto de impacto
será mínima se seguidos estes padrões.
APARELHO DE Submetralhadoras APARELHO DE Submetralhadoras
PONTARIA E VISADA PONTARIA E VISADA
CENTRO DE AGRUPAMENTO DE TIRO:
O centro do grupamento de três tiros é formado pela bissetriz dos
ângulos internos. Devendo então ser o ponto considerado para fins de
regulagem da alça e maça de tiro.
Fonte: Manual de Campanha C23-1, Tiro das armas portáteis : 1ª parte – fuzil, Exército
Brasileiro, 2004.
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APARELHO DE Submetralhadoras APARELHO DE Submetralhadoras
PONTARIA E VISADA PONTARIA E VISADA
AJUSTE DE DIREÇÃO: AJUSTE DE ELEVAÇÃO:
A vértice de mira pode ser ajustada lateralmente
O ajuste de elevação (ajuste vertical) deve ser feito
através do parafuso de regulagem mostrado na figura
ao lado. através do parafuso de regulagem mostrado na figura
Para deslocar o visor, e os impactos no alvo, para ao lado.
direita, o parafuso de regulagem deve ser girado no Para elevar o visor de mira, e os impactos, o parafuso
sentido anti-horário; de regulagem deve ser girado no sentido anti-horário;
Para deslocar o visor, e os impactos no alvo, para Para baixar o visor mira, e os impactos, o parafuso de
esquerda, o parafuso de regulagem deve ser girado no regulagem deve ser girado no sentido horário;
sentido horário; 1 click no parafuso de regulagem vertical desloca
1 click no parafuso de regulagem lateral desloca em 2,15 cm o ponto de impacto em um alvo a 25
em 1,15 cm o ponto de impacto em um alvo a 25
mts.
mts.
INCIDENTES DE Submetralhadoras
TIRO TIPOS DE RECARGAS
FALHA DE ALIMENTAÇÃO OU NEGA:
• ADMINISTRATIVA:
• TÁTICA
• EMERGENCIAL
TRANSIÇÃO DE ARMA ?
SIM ? OU NÃO ?
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POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ
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