Marcelo Rufino de Oliveira
Marcio Rodrigo da Rocha Pinheiroindice
Capitulo 1. Conjuntos
._ Introdug&o — Nogées Primitivas .
Representacdes de Conjuntos
. Conjuntos Notéveis
Operagées entre Conjuntos .
Par Ordenado .
Produto Cartesiano ..
Principais Conjuntos Numéricos .
ExefCICiO6. oc... se yess ses
4
2
3.
4
5.
6
mi
8.
9.
1
0.
lo 2. Fungdes
4, Definigdes Iniciais
Relago de Inclusdo — Subconjuntos . .
Igualdade entre Conjuntos.........
Cardinalidade da Unido de Conjuntos — Principio da Incluséo-Exclusio.. ss
. Igualdade de Fungdes se
Fungées Implicitas
. Gréfico de uma Fungo
Imagem Direta e Imagem Inversa
. Tipologia
. Composigao de Fungses
. Inversdo de Fungées
Algebra de Fungées
10. Monotonicidade
11, Paridade
12, Funcées Periédicas .
16, Fungées Quadraticas .
Exercicios.....
itulo 3. Representaglo Decimal
A
18, Algumas Transformacdes Geomeétricas Bésicas
Seed eeei108 Consocutivos Compostos
b
eae 7. MDC o MMC
1, Definigdo...... fete
2 Existoncia © Unicidade do MDC
4. Iniros Primos Entre Si
4. Propriedaces me
15, Céloulo do MOC a partir das fatoragdes canénicas
6 Aigoritmo de Eucices ‘i
vic
7. Definigao. ‘ :
8, Céleula do MMC a parr das fatoragdes candnicas
9. Relagio Enire MDC e MEIC
Exercicios ..
Capitulo 8. Divisores
Definigao. ie
Numero de Divisores Postvos
‘Soma dos Divisores Positives
Produto dos Divisores
Numeros Perfeitos
Numeros Amigos
Nomeros Deficientes e Abundentes.-
Exerciclos.
Capitulo 9, Congruéncias
1, Propriedades ......
2. Sistemas Completos de Restos
Exercicios . s
Capitulo 40. Fungo Maximo Inteiro
1, Propriedades . :
2. Expoente de um Primo na Fatoragéo de n!
3. Numero de Digitas de um Inisiro Positive .-
Exercicios
Capitulo 11. Equagées Diofantinas Lineares
1, Definieso ie
2. Gondigao de Existéncia de Solu
3, Solugses da Equagéo ax + by =c
Exerciclos,
‘Apéndices
Bases de Numerago
“Thangulos Pitagéricos
‘Teoremas de Euler @ Fermat
Teorema de Wilson
Equagdes Diofantinas néo linaares
Gabaritos
| Representagses de nimeros naturals como somo de poténcias inteiras
207
207
208,
212
212
mez
212
213,
216
27
27
210
220
. 228
| 228
231
233
Za
236
236
| 237
2a
246
207
250
253
258.
258
258
2 268
258
260
262
265
269
275
278
287
ONSUNTOS-
ODUGAO = NOCOES PRIMITIVAS
‘Sto aguelas acztas sem definigio matemética formal, de modo que a experiéneia cotiiana ©
‘inples ilusteatives sejam suficientes para vepossar suas principais earncteriseas. A rigor, ullzan-se
lub espécies de bateiras ox limitagdes Ioyieas das propriedades relaivas a tais nopbes, papel
Fealizido pelos postlados ot axiomas,o que, no entant, nfo eabe nm curso deste nivel
‘Neste esto da linguager ce conjundas, aeitar-se-dotrés nogSes pititives
8) A propria idéia de CONIUINTO, Inuitivamente, consis nas idgias usuais de colegio ou
“wyripanenio de-objctor quoisqrer-bem-definides, Que, entretanto, nlo-convéneomodefnigdes, 0
er de fogem eo senso eomum ax nogdes de colesao de apenas una coisa (conjuntounitrio} ou, mais
ueniadamente, agrupamento de nads (conjunto vazio). Qual seria, por exemplo, a coleyao de Ferraris
Hla professor Marcio (formada, pelo menos por enquanto, por zero elementos)?
Tisvalmente, epresentarse tm conjunta porira-etr-maiiseuln-do-nosso-allabeto, Assim, fl
‘¢ ualasente nos conjuntos A, B, M, X. Yi Yate
1) ELEMENTO, Quando alguém desea iniciar uma colegio, de um modo geral lo the é
Jado © género (lipo) de coisas que pode colecionar, Pode-se, teoricamentc, eolecionarsqualguce>
‘tbl. Avsiogamente, a natureza dos membros (enies) formadores. de um conjunto € “totalmente
Dita, Tais coisas (“objets”) que eonstituem um conjunto (nao vazio) & que sto denominadas
doconjunt.
TF imprescindivel nofar que atSsesine unreonjunto pode ser(fneiona: como) mentben-de.out
9, Assim, por exenmlo, o eonjunto das selegBes de uma copa do mundo de futebol €formado por
Iv equipes, a quis, por soa vez, podem ser eonsderadas como conjunios de witos jogadores, que
sor enearades como ennjuntos de edulas, @ assim por diane. Pode-se pensar no conjunto © dos
os de im dcterminado ser humana. O coragio pertence a O. Por sia vez, 0 coragdo pode ser Visto
Whémh cone um conjunto, C, formado por célles espectfcas. Dai, tem-se C fncionando como
ioe 0. Com igual propricdade, nole-ze que cade um dos alunos do 3° Militar pode ser encarado
nto do conjunto M, que representa tal tuna, a qual, por sta vez, pode também ser vista
mento do conjunto I das turmas ¢a Ideal Milita, © qua, a seu tempo, também pode ser visto
feo do conjtinio F das escolns de Belém, e assim por dian
Comments, represent-se um inetnbaaytenérieoleenn-conjunto por win letraminscals.
) A togio de PERTINENCIA DE- UM-ELEMENIOA-UM-GONTUNTO, Coresponde &
bath a persuntas do tipo: tal ente (cose) & ov nfo elemento daquele conjunta? Admiti-se-d
UU capicidae de responder, de forma tinica, positva ou negasivamente a esta questo.
Tivo conjunio deve postuir tecitamente a “eopacidade” de ter seus elementos bem
[botsclerizados). Assim, a gula, por exemplo, pertence ao conjunto dos pecados capitis,
it Marcio nao pertenee nem go conjunto ds alunos do Ideal Militar, nem a0 dos
We Marte (pelo menos de acordo como 0 que s¢ sabe, atualimente).
f-nelementora um determinado conjunto @indicade-pelos-simbolos-=
rospectivamente,
chal, a ser accita sem demonstago (axioma tems que vin 20njunt>
‘ils gral) néo-podeserelementodcle mesmo, eu sea, qualguer-que
Enirtant, htoptros- axiom (que no ser20 trabalhados aq), ey
bs-denominados paradoxes: iia aparentemente perils, mas
is, Por exemplo,o mis fayoso dees “brnea” com o axiom acima:
unto formado pelos-eonjuntos.quento-steelementoxdeles
a ala soguida) spergumtiréX-e-X? F
a pode pertencena X, o que & ina cont
pastenoeria a X (7) Uma forma ber popular cle apresentar este
que #6 {a2 8 barbados homens cue
tba do bathe?
feoria dos. Conjunies
ti embora as nojSes clementares aqui
Ividis serem de grande wilidede para uma linguagem matematca mais padronizada, ilizada
fm) pcamonte todos os ramos da Matemitica (e, conseqUentemente, em mullas éreas do
nliseimento).
1.2, REPRESENTACOES DE CONJUNTOS
De um modo geral, repeesentase um eorjunto por meio de chaves ou de uma linha fechade,
‘qualquer ms dos quais deitando os elementos da canjunta, esomente eles, em se interior, de maneia
cexplisita ou no.
8) Utilizando shaves
1.1) Forma enalitica ou tabular ou por enueragdo: explisita elementos do conjunto, podendo
ser todos ou alguns, nesse ikime caso sendo possivel notar dretumente quis sio os elementos
subenlendidos. Exemplos
Am {aseyi,o.u)3B™ (1,23,
33 C* 2.3.5.7).
42) Forma sintéca(caracterizagdo por meio de propciedade): expressa uma propriedade comum
«todos os lementos do conjuntoe somente eles, Fxemplos:
‘Am (als évogall;B= (ol 8 eum nasa natal poste}; C~ (ele & prima menorqve 1).
0) Lutlzand diagrams
Consiste no uso de uni Tilia simples ¢ fechade qualquer (em gerel, uma civcunferénete)
‘contomando os elementos do conjunto. Comumente, os elementos sto indiados por pontos do interior
4a inka, Toisdiagramas si freguentemente chamados de diagramas de Euler) Venn, Exemplos:
& c
6) .
1.3. CONJUNTOS NOTAVEIS
9) Coniun io: possi um tno elemento. Exeinplos:
P= (xe Z1x éprimoe par) = 2)
Lo {x | € atl presidente eleito do Brasil} = (Lula),
S=(weZ|xt1
D=fae Rinne +1)
+) Conjunta Vario: no possui elemento algum. Como é possivel? De um modo geral,« conjunto
Vario & definido por meio de uma propriedade contraditria, ito 6 una efimmagio que € sempre false,
io posenl se satiafita por ober algun, Exemplos
Ke xe R| x <0} = (ao existe rimero veal eujo quadrado sea negativo),
Ve tyly ey} = 6 cndo 6 igual a si proprio).
ai
2
Bak sexe t=0)=5.
Dnineresse cm-adoiar cxses-Cois-cesos-espeisis de-conjuntos (vazio © unis) o
Asi, por exemplo, quando se fala no conju ds tales de ina eats pono
[i no €necessrio afrmar que equagées como X!-+ x +1 (nao posi tl canjnto cm R
Simplesorente, que tal conjuna exislewe varia,
‘Obssoconjunto-} Eunitvie,
©) Conjunta Solusie (S): também denominado conjunto-verdade-(e uma sentenga abertt), 6
njunto das respostas-acamia-porguna, Mais rigorosamtente (como ser visto emt Lagiea Matemitica), €
1 conjunto dos valores que podem ser atrbuidas varlveis, de modo atranstormar una sentenga aber
fn ui proposigao verdadetra. Tamdém é ehamado soniunto veniads Exemplos
© conjmio sohugto da equagio x*~ 5x-+.6~ D&S ~ (2,3), uma vez que os clemeontas dessoconjunto (©
‘somente eles) foram a igualdade verdad.
0 conjunto verdade de inequagio x"
Gere Zug disor de 120) eV= (we Z]y gaivaor de 2H}, Perechese gue Vc
‘re to nimcro que divide 24 também & capaz de dvidir 120.
Wy Sejam P= (2.3.5.7) €Q= [ge ZI1 TESE. Simplesmente, 0 que se faz m0
Tinguagem de conjntor € ler « proposigi inci como o comunio des paraener ert confide no
confunty dos brasileira, iat qualquer ue jo parsense, le eambécn bre
de fundamental importinia observar no pentitiao exemple que no importa quantos
clomenias de um conjunto X petengam « Y: se-pelomenos-ummelemento-de-primciro-nio-stiver no
sesundo, corre S-ar¥. Neutts termes, pare verificarque-um eoxjunio Xade-éumsubconjunto-deY,
Aeverse (e basta) oubie (pelo mens) um elemento-de que no sej-clemento dev.
"Alem diss, lemse-que-ot-X-=-¥ ou 2X, neo havendo wavs teresa pga nem podendo
conor a ds sitagbessimlsnearente (ist 6 op doiesoeexoluanse mata.
Estas dias tlimas observagees servers pars demonsier um fato consderada esqusto para
snsitos alunos, que multan vezes 0 aeetam sem saber 0 porgud: © de que 0 vat € subeonjunte de
«qualquer conjunto, Com efeito, se existsse algum conjunto A do qual o conjunto vazio nfo fosse
Shbvonjunto, endo deverse-in ser capa de exibir pelo menos um clesnento do vazio que iO
periencesse «A, Mas sso ¢impossve, esta conta gonasee do fat de supor que @ & A. Portas, a
Union possibiidade ¢4~e-A, qualquer que-slv-o-eunjunto-A> Além desta, hi outs propriedades
fnsportantes da relago de nla,» ster
1 Para qualquer conjunto A, AncA (RERLBXIVIDADE).
TL, Se-Aé-um-conjunto-finito eom-nvelemenios, entto A tem, exatamente, 2.subeonjuntos,
Exempla:
Suponlasse que X = (a,b, ¢}- Formande os subeonjuntos de X, tem-se qe
Subconjuntos com exatamente 0 elemento: @
Subeonjuatos com exatamente I elemento: {a}, (b) ¢ fe)
Subconjuntas com exatamente 2 elementos: {a,b}, (8, ¢) ¢ (b,<}
Sulbconjuntas com exatamente 3 elementos: fa, be) = X.
‘Como ¢ possvel perceber, hd 8 = 2 subconjuntos de A,
PPor que no foram contedos conjuntos como {b, a} © {c, , bY? Porgue, como seri visto no
prdximo item, tis conjuntos sto respeciivamente iguais a {2, b} e 2 (a,b €} e, assim, j foram
somputades,
Nepener
Quande-um-subconjuntonioré-prépro-€-itoimpréprig ow trivial (sto os subconjuntos ébvia
{de qualquer coajunto A: eA.
‘Ober Algune autores definem subooajunto-priprio de-A-como-qualquer subeonjuntordeA, qu
fo.o- mesmo (ou se, admitem a possbiidade de 0 conjunio vazio ser proprio). Outros insistern sum
~ tiferenciagdo enee-os conceitos de subconjunts impniprios.e 0. ce subeonjuntos triviis, Ito no-er
Feitoagui, mas deve sempre er deixado claro por quem ulliza.
Denomine-se-conjunto-das-partes de-um-conjuntovA o-eonjuntorde todos subvonjuntas (0
putes) de-As Brepresentado pong}. Assim, se A = a, b,c}, temese (A) = (4, (a), {b), (c), (2b)
ae), (be), A}. Note-se aie nunca s9(A) vezi, jf que sempre possi, pelo menos, ¢ coma element,
15, IGUALDADE ENTRE CONJUNTOS
Por definigdo, dois-conjuntos~sio~iguais-quando possuirem os mesmos elementos. Assim
‘quivalentemente, ocorre igualdade entre do conjuntos quando todo elemeato do primeito fr tamben
flemento do segundo e, reciprocamente, qualquer elemento do segunda periencer da mesma forma a
‘Noutts pulvras, pode-se garsutr que dois conjuntos so guais quando:
+ G-primeirorestver-conido-nd-segundo (“iodo elemento do primeiro for também elemanto dk
sogunde") €
+ Osegumdoeive caine piso Cause element do segundo peter da meen A
primeiro").
Em simbolos(Propriedade Anti-Simétrica da Inclusto de Conjuntos)
If exatamente devido a esse definigio que nem a ardem © nem a repetisio dos elementos
Ulferencia conjuntos. Bes
4) Sejam 0s eonjuntos Xo conjunto das letras da palavra AMOR, Y o conjuto das letras da
pulavia ROMA, Z o conjunto das letras da pelavea AMORAS © W o conjunta das letas da palavia
MARASMO. Desse modo sfo vidas, dente outras, as soguintesrelagbes:
XEV:YEX: X= ¥ (aardom das letras no cistingue os conjuntos X e Y).
XCZ:ZeX (poisS Z, mas a X). Logo, X#Z.
Zc W; Wc ZZ = W (nem ordem nem repetido dos elements intressa ditetamente em
linguagem de conjurtos). ‘|
) Suponharse a pergunta: quantos elementos tem o conjunto A em que os cinco peimeleos
‘nimieros intros positivos sto escrits uma quantidade de vezes igual ao seu valor absoluto?
De aconda com a defnigao de A, pode-se afirmar que
‘A= {1,2,2,3,3, 3, 4,4, 4,4, 5,5,5, 5,5)
Entrotanto, pola definigto de igualdade de conjuntos, & fis ver que
‘A= (1, 2,3) e portant tom 3 elementos.
1.6. OPERAGOES ENTRE CONJUNTOS
1.6.1, UNIAO (ov REUNIAO)
Dados dois conjuntos quaisquer A B, chammo-te de unio de A com B ao conjunto representado
por A.W B que consste em todos as elementos que pertencem a A ou B, podendo pertencer a ambos,
Formalmente
Convém ressaltar que a simbologia x € A ou x ¢ B exige que pelo menos uma das duas
alimasdes, a saber, x © A, x © B, seja verdadera, podendo ser, eventualmente, as dias, Embora na
suagem cotiiana sea fReqdente a interpreago do conectivo ow apenas no sentido exclusvo, 0 seu
signifleado matemsitco coreto € inelusivo. Assim, para exemplificar, etio carers afiemagdes como: 2
$5 (“dole € menor que ou igual a cinco); 727 (ste é maior que ow igual a sete”), apesar de 2 = 5
7 7 serem ambas afirmagées falses. Naturlmente a aflemarto 2 4 & false, uma Vez que nem 2> 4,
n 2= 4, Da mesma forma, a seatenga Este ano nfo & bissexto ou & 2008 ¢ vercadeira, ainda que
snbas as alfmagiessejam verdadeirss (incluso). Exs,
a) Sejam A (1, 2,3} e B= {3,4, 5, 6). Entdo AU B= (1, 2,3,4, 5,6)
by Sendo P= {p ¢ NIp & par} e1= fi ¢ Nli= 2k +1,k e N}, tem-se que PUI=N.
1.
102 INTERSECKO (ou INTERSEOGEO)
Aca.
‘A infersegdo entte A © B (AB) & 0 conjunto dos clementas que pertenoem
(Gimultaneamente), Matematicamente:
Bxenplos:
a) Se A= {1, 2, 3} € B= (3, 4, 5, 6), conclui-se que A B= {3}.
B) Sendo X= (x e N]xembliplo de 12} e Y= ty e Ny € milaplo de 10}, temse que X
© {xe N |x é antltiplo de 60}.
©) Supondo P 0 conjunto dos mimeros primos € C conjunto dos ntimetos compostos, fem-s
aueP C4, pois to i intros que scam primos ecompesas, ao mes tempo
‘Quando dois conjuntos trintersepiovazia so chamados-dodishuntes.
‘eS ee
IMAS PROPRIEDADES DA UNIO E DA INTERSECAQ.
Quaisuer que sejam os conjuntos A, Be C sto vilidos os seguintes resultados.
{ IDEMPOTENCTA
AUASATAO ASA]
1. comurativipape
[AURSRUARAA i
m,
Gunuerauiue
an Eee
JV. DISTRIBUTIVIDADE‘As demonstragdes das sete primeirae propriedades acima (ou as idéiasnelas envolvides)ser30
Inlhor eselarecidas aur momento posterior (em Légica) embora seja possivel aplicar os eonceitos
fxplanados até o momento, De um modo geral, uma ferramenta muito ail para provar que dois
‘onjtntos so ipuaisconsise em usara propredade ant-simética da incluso de conjustos.
or exemplo, pata provar, em TV, que AU (B79 C)= (AUB) (A.V C), pode-se proveder do
soguinte modo: Seja um elemento qualquer de A.W (B 9 C). Entdo, por definigaa de unto, x € A ou x
© TC. Pele definigao de interseqao, pode-se eserever entlo que x © A ou x « Bex € C. Dessa
foanera, ¢ possivelafirmar que, 20 mesma empo,x € A oux e Bex e Aoux eC, iso g, quex e(A
UB) AAU C), Logo, qualquer elemento de A.W (B.™ C) & também um elemento de (AU BYOV(AU
©, ou seja, AU (BAC) <(A UB) A (AU C) Paralelamente, ssa y um elemento qualquer de (A.
TA (AUC), Temse, por definigao de IntersepHo, que y © AU De que y © A UC. Pela defnigto de
milo, pode-se eserever que y € A ou ¥ € B, 90 mesmo tempo em que y © A ou y ¢ C. Fm particular
(paca evitar redundineies"), basa dizer que y ¢ A ouy e Bey € C. Daf, pode-segarantr que y um
clemento de Av (B 7 C). Conseqdentemente, qualquer elemento de (AUB) 7 (A UC) também deve
cestarem AU @ AC). Nonttos termes, (A UB) (AUC) CAL (BOC). Finalmente, jaque Av
AC) ec (AUB) A (AUC) (AUB) MAUC)CAU BNO), conclubse que AUB C)=(AU
B)n (AUC)
‘Como se pode verfear na. demonstragio acima, as téenicas envolvidas sio simplesmente
Imanipulagdes convenientes das pilavras ¢ das oragGes. As vezes, por exenplo, escrever coisis
Fedundantes ou Sbviasé il. Noutras, procuraste climinar tas excessos. Por exemplo, na demonstrayio
precedente, afrma-se que a sentenga Yy © A.ouy © B, 20 mesmo tempo em que y € A ou y € C™ pode
fer substiuida por "y ¢ Aowy = Bey € C", Outro exemplo € poder escrever,equivalentement, ave
Ye Aex B" ou que x ¢ Bex © A’, Ou ainda, dizer que “x € A” éa mesms coisa que dias: (de
‘nolo “polixa”, mas evertualmente iil) “x © A ou x © A”, ou inda “x © A ex © A", Depende da
onveniéncia {e, obviaments, de muita pritica para percebe). AS regras maleméticas formais de
Imaniptlagio como as acima serio vistas em Légiea Matematica, a qual pode ser entendida como um
modo de “pensar, escrever e falar matematicaments”
(0 rucioctnio empregado na demonstraglo de dima propriedade ¢ anilogo. Suponis-se que A.
‘eja uma parte de B. Pata pravar que AU B = B, a téenica seri, novaniente, a ani-simetria. Se x ¢ AU
B, pot definiglo tene-se que x ¢ A.oax € B. Como, por hipétese, A c B, concluite que x e Boux <
i, ou, mais simplesmente, que x © B, Dai, todo elemento de A UB (oa hipSiese de A cH) também
{Weve Ser un elemento de B, isto €, A U B cB. Seja, agora, um elemento b qualquer de B. Entfo a
Minmaglo bc A ou b © B verdadeira, mesmo que b no esteia em A (uma vez que a definigho de
Toulo de dois conjuntos née exige que um elemento da uniko estja em ambos os conjuntos ~ basta
riener oui deles). Pertanto,b € A.W B, Ou sei, toda elemento de B também é elemento de AU B:
NUM, Lops, e080 Ac B, devese ter AU B~B. Note-se que, mesmo que Ando seja um
1 de B,conlinna valendo B & AU B, pois esse resultado independe da hipbese adotada.
tlemonstragio de que, na mesma hipdtese, A’ B= A é analogaefiea como exercicio,
Dados os conjuntos quasquer A e B, a dferenga entre A e B consiste no conju dos elementos
Jes elementos que esto, apenas, em A. Em simbolo
Exemplos:
ISS a = 1,2,3) «B= 4.5.6), concise que A~B= {1,2} e que B~A-= (4 5,6). Noe
seuieA De -Aco portant, a dferenga ni & eomatativa, dem modo gra
by Tomando X~ (xe Nive dizer de 12) e~ (y e Nly ¢ divisor de 20, coclatse que X— Y=
(16,12) e¥ X= (5.10, 15,20}.
«) Sata'st‘ conrtn Sos mtipos do inven, pode-se garni que Ms~ Mi & 0 sonjtnto dos
intsos teinados em S18 Mig Me™ 6, uma vez que é impose encortar un mip de 10
{quent sj mp de
4 Ripon Po cota dos nimeros pares eo conjuo dos nimeros inpares, tense que P—1~P,
tnx es utmetos pares io so inpares.Araogamete,1~P=l
ALGUMAS PROPRIEDADES DA DIFERENCA,
‘Para queisquer que seam os conjuntos A eB so vilidas as segulntes propriedades.
|A—§= A (ELEMENTO NEUTRO)-
A-(ANB)=A-B.
1) Se A— B= 4, entio ACB, vice-versa, isto é,s¢ ACB, entho A—H= 4. Formalmente: A~Beet B,
1.64. COMPLEMENTACKO
Scjam A ¢ B dois conjuntos quaisquer satisfazendo a relagio Bc A. Denomina-se
‘complementar de B em (relagao a) A © conjunto dos elementos “que se devem ecrescentar a B para que
cele se transforme em A", Em termos mais precisos, o complementar de B em A, representado pelos
SEG) esate Poaceae
Exemplos
8) Sendo A {1,2,3,..59} €B = (2,3,4),¢ fill ver que B cA e, assim, tense que
15,56,7,8,9)-
1) Sejam X= (5,7, 9) e¥ = {ye Nly € fmparmenor que 10}. Como X c Y, fiz sentido falar em},
ssendo este conjunto igual a Y—X= (J, 3}. Ni esti definido,entretanto, 0 conjunto C, (Y), uma
vezque YX.
9) Considerando os conjuntosP dos nimerosprimos ¢ ¥ do exemplo anterior, nose que mio existe 0
Desse modo, para quattoeonjuntos, A, As, Ay € As, por exempo, tems:
WA) WAZ U Ay U Ag) = (Ag) + (Aa) + m(As) + m(AQ) — [n(AL 9 Ag) + (Ar Aa) + (Ar AQ) +
SALE AN) FHA AQ + ay ADL Fa(AL 9 Anes AG) {ALAR AQ EAL AQAA
MM AD=MALA AIA Aa Ad).
amhém & posvetdemonstrc 0 principio de Hncasi-exeist vie miétodos coins,
indie de Nevtonntamente con contagen por cxempla.
TN PARORDENADO
Conforme visto antesiomente, a ordem des clementos em um eorjunto nfo é relevante,
Fniretanio, em algumas situagdes, «noo de ordem relative entre eates # fundamental. Por exemplo,
considere-s¢o problema de resolver o sistema abaix.
em quese deve ter 3.¢ y=2, Av sere perguntadas sobre 0 conjunto solu do sisera,
x-yel
lgumas pessoas responder S = {3,2}. Porém, sabese que (3,2) = {2,3}, mas, apesar de 2-+3= 5,2
= L sto &, $ no éo conjunto solusio do sistema, Por qué? Onde esto cio? O engano consist em
utlizar somente a linguagem de conjunios ("desomdenados") para deserever algo que necesita de
‘ordenago.Situagdes como essa jusifcam a itrodugio de ennceltes como o de par ordenado,
"Apesar de ase tna definigdo matemnaica formal, denominerse-8 par ordenado & um novo
este (objeto mtemitic) do tipo (x,y) semposto por dois euros enes (em geal nimeros), de modo
ie orden ete cles &tlevate: defini-se wm primero termo, x, qu recebe 0 nome de absesa do
Jur ordenado, assim como ur segundo ferme, 3, devominado erdenada do par. Tal ordem sext
Chvacteizads pela lag fndamestal
Isto signifies que dois pares ordenados serio iguis somente no easo em que suas abscissas ©
brlenadasforem respectivament igus
‘A tempo, asolugia do sistema &S = ((3,2)}-
Obs. E possivel defini tas oxienadss, ordenadas, ¢ assim, por diante, eonforme
‘se ponhiam em ordem 3, 4 ou mais elements. A idsia€esiendera propiedade bisica da seguinte fra:
(525 yy a) (Dt Bigs By Ba) €2 40% By VF EH, 25 yp
‘Tas entes, constttides por m objeto, sto genericamente denorainados muplas ordenadas ox
ics (ov aida suessdes) com n clementes,
WLAN
MODULO CARTESIANsr aba.
whe
V. Ax @UC)=(AxB) U(AxO, qusisquer que sejam os conjuntos A, B e C, (Distribuividade do
rodutoearesiano em selacao 2 unio de eonjuntos)
ton ce-com alguna siude ds
(Panga anterior e Tea como um bom exerci
UINCIPAIS CONJUNTOS NUMERICOS
{11 DOS NUMEROS NATURAIS.
NE(123,4)
pe attra a oe fat een, 0 wma
ri b nals)
‘nto possivel gaa
‘esto bom defnidas em N (ou,
TIMENTO NEUTRO: +0 =a; 3.1 =a,
IFROS INTEIROS
Log 2y— 1 Dy 1 2 od
‘opsragdes de aio muitiplicag, agora a subrapo passa ase fechas em Z,
‘Operiglo atitmetien fundamental (divisto) ainda) nfo € fechada (nem sempre 0
fe ols interes, om o denomsinadornio nulo, é ainda inteito).
ropriedades aneiores para adigto ¢ muliplicagio comtinvam validas, Ressalta-s,
‘uma nova propriedade, que, em essEneia, define o proprio conjunto dos ineios, bent
line (un ica intro a tal qu
4 subtvairum inteiro b de um inteino a somar a go simetvico deb, ou
a-beated).
”ria wl eo nto depos port) mar im pores aa cee
slo anos ao elemento.
A pault dessas propriedades bisicas, muita outs podem set demonstradas, Com exemplos:
, 1 Pam tad into x C3) =x. Com eft, (x) += 0,190 x0 sinéin Ue (3) io &
M, x0 ~0, De fato:x + x0= x1 #x0= (1 +0)=41
que.0 €o elemento neuto da adigto, ov sa, x
x. Assim, jl. que x +05, tem-se
Mx +y=x+2¢9y=2 (I" LEI DO CORTE). Defato:x + y=x +2299) + (C4y)= Ex)
(C42) CXtR) ty CxtK) tee 0+y=0rZ0y=7
IV. LEI DO ANULAMENTO DO PRODUTO) 0 produto de nimeros inteirs (oa ventade,
de qualquc tipo usual) nulo se, e somente se, pelo menos um dos fatores for 2er0. Ou sla,
Xy=0¢9x=00ou yD, Em verdade, a volts trivial. Suponba-s, por absudo, que fossem
x# Oey 0, Entfo, haveria x” bem como y"!. Multiplicando igualdade original por tas
inversos:x€ (ay).¥ '=3° 10. 1 €9 (1 wy. y= 0.9 1.10.45 10,0 que é uma
x= 1) =0e9x=0ouxs I
jonsrapio" de que 1 = 2 (aturaimente, invilida — uma verdadeira fabiela),
jes do fato trivial que O= 0. Dal:
exe 2x ~2x > Li) = 2 (x8) 09 1-2 (0,
lsjiveléncias acima esto corcetas, com exeegio da slime, em que se diviirars ambos
jngo porx x (isto €, por 0, © que é um absurd),
PNTACAO DECIMAL.
Ho, o sistema de (base de) mumeragto decimal iliza-se de:
Mibos, denominads azgaviomes, para rqwesentar qualquer fiimero natural
[sieional de represeniagao em que ena mimero esctito vale 10 vezes mais que
Foes 1a posto imediatumente & direita da sue, ou, similamente, 10 vezes menos do
"ylivesse na posigdoimediatamente& esquerda da sus.
Dg mimeros 1976 e 69024,11 devem ser entendids, respoctivamente, como 86
$710! +6.10% € (6.104 + 9.10" + 0,10 + 2.10! +4.10"+ 1.107! + 1.1077)
Pi 210! +410% 414
wi! “10?
rut que todo mimero escrito sob a forma decimal (isto &, com virpula,
1 parte itera da fracionsria) pode ser classificado em periédico ou no
4 = 40= 4000. sto
, de periodos 69; 673 e 0, espectivament, sendo a primeira e a ima
I vitgula vem o periodo) e segunda composta (pelo fato de havernimneros
Wvirgula © periodo, no caso $1, denominado anteperieda). Observe-se que o&
Joss, come 49.297 cu ~ 45.0 sdo também dzimas periddicas (simples ou
19397000... = 45,0 = ~ 45,000... Finalmente, hi os mimeros de
{ini Ho periddics, como 4,101 100111000... em que a quantidade de
‘lo guventando em uma unidade, & medida que vio aparecendo novaments)
[ eomprimento ds uma crcunferéncia eo seu didmetro),1.
DDnunsivase que vada mero racional pode sor eserivo sob a forma de diaima perilea (xia
BEM) vossees feos ods deine pened mpresata um miven sec
Cosco, omer de representagio decal infinite nfo pertdin nay so recon a) [a
A idgia, utilizando o algoritmo convencional da divisdo euclidiana continuada, ¢ a seguinte, 100 | 1,4761904..
‘Suponha-se que se divida um inteito p qualquer por um inceieo q, nfo nulo, podem ser consideradas duas 160
pousblive geal 130
‘) em algnm momento, obtém-se resto zero (a divisio chega a um “fim"). Enlio, por definigio 40
de erected eros un nese denon deci exe 199,
to
Ey
v7 [30
a [Ema negrito, os restos caso, parti do resto 10), € davio gue haverd
5 eee Kl reptigo nos restos (no e380, 1
270 [2s4na4 bot de divisto por 5, hs quoeientes (no exempl, de 4 20), de mado que a seqdencis de niimeros 476190
* se ee a enc vamene pod snr sil Ge
Mie» taco nna 2 As pn sb fn eres
Dada uma jag ordindra (sto 6, um quosiene ene dis inieos) 2 irredutivl (st & com {iver al representa, jt que o denominador 21 contém foes primos distintos
‘ 4 hunca poss am mip igual a uma pottnea de 10
mdc(p, @) = 1), para ober-se uns fragdo decinal (ou sea, uma fragio equivalent a outs de
lenaminadr igual «uma potenela de 10), €necessiriaesulcente que o deuominadoeq sla divisive, Jhios empregados sto genemlizives, o que demonsta 0 seguinte
fnpenas, por 2 ou por 8 (ou sea os atures primes de 10 ~ a bse de nunerayoutlizada). Com eet, {qsisquer, a representa decimal abdda € sempre fnita ox infin,
k
yualquer fragao equivatente a ® assume a forma FE, com i inteira nto nul, Para que qk seja uma i
puumaege 4 a ce lr as regaspritieas que permitem viualizar os nimeros dein eecioneis
potncie de 10, nto poe haver fares primos ea distinos de 2¢ de 5, eresirocaments, parecndo Wn ise dis eros rao gratin.
penas 0s fteres pros 2 ou 5 em g, ok pode tomase ums potéeia de 10 para algun intcico
onveninte, desde. que pq sean pias ene si Assim, as rapes ondinrias ineduveis (TOS; Exehise a viru obend-e 0 numer. Odenominor consist
af ba) een ee ea Wo expoet gil one aa eis ose, inp,
("soa 100)" 272570" 8” 10 i UA demonstagao dese resllado € simples seat "1
dein ent 15 tip ert cn in esi er, nt at
Tate Sig 2 43 1000420008 6009043 13683,
denominador. Algum erro? Nio, basta pereber gue a fingdo dada & equivalents & fasdo = 0" T00 “1000 1000 000
2 jue quando o denominador de uma fragao racional reduzida (simplificada)
se tumbin quo “nda sod empl aia meamene carvenona, Quand se em ex Hus ints cu Sem am decomporgo, eto o cial equivalent & ex,
nile» dvb € terns spees por covenenelaTeodearictte, lena qe zero dd or fia Sores eas ee eae aaene
qualquer mimero néo nulo produz quoctente e resto ainda iguais a zero, a divisio poderia progredit ie ee igual ao maior exposnis ave ap
tata seme, Caso se qusasecolinanr a divs, conlraesu qu: 2.54 = 2.540 2.400 A
2Ysioaon0n0 = 200. nda gies koa sbi sgis que & dvs de O por eorimria spas. sez? ose 2
indefinidamente. 0 ES 100000
mma fragii> ordindria irvedutivel possuir io denominador fatores primos
© mais se ebm eto mio. Quando seve qualquer intro plo intel 0 ao, sam decimal xn come dct strienmente, vendo
thatamene q rests potsivi a saber 0,1,2,-..q~1, una Yes gue o eso deve ser ur nara Penis pes oma
ine ao do, Porexempl, avid abi no cotexpande eto wal
=2,40375
\§ SIMPLES: Inicialmente,separarnse partes intra e decimal. A
alee iil) teri numerador igual ao nimero obtido pela justaposigio dos
eee lominador serd constituide por uma quantidade de algarismos iguais « 9
rs opr. Ex
pois enters 127 501-477 oreo maa que dvs s ®
las oT +oasists.= 1+ Bare 5 a7 oF
Asin, exchindose o resto mulo, dvi p por g poste ober pent un nineo nto de opt obtera graze eeplicararegra prevent 0 segine
esos dios (no mixime, q~ 1. Quando algun resto gue apresr fr repel, a sganls de exo de Assis. tukiliando amos ot emvos por 10), Soba
Uist part compey prodintos nto ura ds pric. Ex ain go
» 20 a|
|
|
100s 3 = 45,454545...~ 0454545... Logo, 99x =45 ©.
Nation xa ie podem sr fxlente generalizes, justeando a regra de oben l
AU pen de na iim priicn
Tevprocament,demonsttrse que, quand odereminaor de una rz raconal simi
Apresenta como fares imeos primosdisens de 2 ede 5,» represented decal da fo
lin sina periicrsimples, De ft, neste eas, nance poder ser obida uma faydo deci
fuivalene,confrme jéexplundo, Asim, na dvsde conauad, 0 processo de dvito rose
resmuptanet, gerando tins dizina pesca, Em sepia, ser visto qian ta izing
1025 __ 025
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Ots.: Agora deve-se perecber, sob um nove ponte de vista, que todo decimal exato pode ser vist
‘vomo uma dizima de period iyual a 9 (alg do 0, como dito antes). Por exemplo:
5=4.999... Com eft, fazendo x = 4,99.., devesse impor que 10x = 49,999. Logo: 10x—x
. Analogamente,teae 11,169 = 11 168999.
De uim modo geral, hé uma ceria anbgidade quando se Tala na representasio deciwal de un
‘decimal exato: sempre existem duas. Uma com perfodo 0, outa com periodo 9. Desst fori:
3= $01. = 4999... assim como 11, 169 = 1141690009. 11 168999.
"Apesar de poder parecer estan, a aoetag20 de tals propriedades tem como principal conquisi
8 geweralzacao: qualquer nimero real pode ser eserito na representagio decimal, embora, ef
certos casos, tal eseviaa pessa parecer “Yorgada” (0 que ocorte devido 20 sistema de. numeral
cescolhido). F crcial entender que quando se esereve 4,9 ou 4,99 ou 4999999000 nko se tem o num
mas sind aproximagies por falta de (ou seja, por valores menores que) 5, Nao exiete a "melhor
nproximagio por falta de 5, de modo que 4 notagio 4,999. signfien apenas que a sequéncis
pcosimagdes menores que 5 no tem fim, sendo dependente apenas da preisio desciada (sto 6d
‘quantes digitos se quer na aproximagio).
Similarmente, € ébvio Gnclusive mais “nawual", mum certo sentido) que 5,1 ou 5.01 off
45,0000000001 mio so iguals a §, mas si aproximagies por exeesso de (bom entendide: por vores
‘maiores que) 5. Quando se usa a simbolo 5,000... simplesmente esti sendoafiemado que a seqinca
sproximagies¢ ilimitada: sempre existe ura apeoximagso por excesso de “melhor” (°mais préxim)
‘que as julizadas, Dessa maneira
a) 4 <5 <6. Em negite, as “melhores” aproximagies de $ por falta e por excesso, wilzand
exalamente um aris,
¥) 49-<5