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Relatório sobre Limite de Plasticidade

O documento descreve um relatório de experimento realizado para encontrar o limite de plasticidade de uma amostra de solo. O experimento envolveu secagem da amostra, adição gradual de água, e moldagem em cilindros até 3mm de diâmetro. Os resultados mostraram valores de umidade variando de 5,8823% a 11,1111%, indicando imprecisão provável devido aos erros do método e equipamentos usados. A conclusão aponta que o ensaio de limite de plasticidade depende muito do manuseio e pode ser impreciso.

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Relatório sobre Limite de Plasticidade

O documento descreve um relatório de experimento realizado para encontrar o limite de plasticidade de uma amostra de solo. O experimento envolveu secagem da amostra, adição gradual de água, e moldagem em cilindros até 3mm de diâmetro. Os resultados mostraram valores de umidade variando de 5,8823% a 11,1111%, indicando imprecisão provável devido aos erros do método e equipamentos usados. A conclusão aponta que o ensaio de limite de plasticidade depende muito do manuseio e pode ser impreciso.

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

SÃO PAULO
CAMPUS CARAGUATATUBA

MECÂNICA DOS SOLOS

Relatório Limite de Plasticidade

GABRIEL MEDEIROS ALMEIDA BONFIM


RA:170101-1
DATA DA ENTREGA DO RELATÓRIO: 27/02/2019

CARAGUATATUBA
2019
GABRIEL MEDEIROS ALMEIDA BONFIM

Relatório Limite de Plasticidade

Relatório do experimento realizado no dia 18 de fevereiro


de 2019 feito por Gabriel Medeiros A. Bonfim, estudante
do quinto semestre de engenharia civil dentro do
laboratório do mesmo curso no Instituto Federal de São
Paulo campos Caraguatatuba na aula de Mecânica dos
Solos.

PROF. ELAINE REGIA BARRETO

CARAGUATATUBA
2019
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO...............................................................................................4

2. OBJETIVO.....................................................................................................5

3. METODOLOGIA............................................................................................5

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO....................................................................6

5. CONCLUSÃO................................................................................................7

6. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA..................................................................8
1. INTRODUÇÃO

Uma amostra de solo pode ser encontrada em quatro estados físicos,


variando de acordo com a porcentagem de cada material que a compõe (grãos
sólidos, água e ar), são eles:

Estado Líquido: solo composto em sua maior parte de água, com um


comportamento de líquido viscoso com resistência ao cisalhamento
praticamente nula, chamado geralmente de lama.

Estado Plástico: se a mesma amostra de solo citada anteriormente passar


por um processo lento de secagem, ao perder água o solo se torna facilmente
moldável, sem variação de volume, indicando que se encontra no estado
plástico.

Estado Semissólido: Encontrado quando se mantem o processo de


retirada de água citada anteriormente de um solo, no qual a argila diminue o
volume e aumenta sua rigidez, até que se torna quebradiça.

Estado Sólido: nesse estado a redução de volume é cessada, pois o


espaço deixado pela água é preenchido com ar dando uma tonalidade mais
clara ao solo, tornado o material mais duro.

Figura 1: estados característicos de consistência dos solos finos e os Limites de Atterberg. Fonte:
suportesolos
Ao se observar o gráfico percebe-se que o fator determinante para que
um solo esteja em um determinado estado físico é a água. Desse modo, cada
solo possui uma quantidade específica de água que seja retirada ou adicionada
para passar de um estado físico para outro. O ponto entre dois estados físicos
é conhecido como limites de Atterberg, onde para se descobrir qual é o limite
de cada solo existem diversos ensaios laboratoriais para se obter esses
valores.

O limite de um solo que se encontra no estado plástico para o estado


semissólido é denominado limite de plasticidade (LP). Pode ser obtido em um
ensaio laboratorial ao se utilizar uma pequena porção de amostra de solo e
enrolar bastões de 3 mm de diâmetro. Ou seja, é o menor teor de umidade em
que o solo se comporta plasticamente.

2. OBJETIVO

Encontrar o limite de plasticidade de uma amostra de solo moldando em


cilindro com diâmetros menores que 3mm, até que o material comesse a se
fragmentar.

Caso não seja possível realizar o experimento com determinada amostra, o


solo é considerado como não apresentando limite de plasticidade (NP).

3. METODOLOGIA

 Separar uma amostra de 200 g de solo e inserir em uma estufa a 110ºC;


 Após o tempo adequado, retirar o solo seco da estufa e passar o
material por uma peneira 0,42mm;
 Em seguida, inserir o produto em uma capsula de porcelana junto a
água destilada gradativamente, homogeneizando com auxílio da
espátula;
 Tomar uma porção de 10 g de amostra e formar uma esfera de 10 g
para se concluir que o material se encontra em estado plástico;
 Formar uma esfera menor e rola-a em uma placa de vidro com a palma
da mão usando pressão suficiente para que a mesma forme um cilindro;
 Caso a amostra se fragmente antes de atingir 3 mm (gabarito), retorná-
la à capsula de porcelana, adicionar água destilada, e repetir os
processos anteriores;
 Caso a amostra atingir os três milímetros de diâmetro, amasse o
material e repita o processo;
 Por fim, no momento em que o material atingir o diâmetro de 3 mm e
comprimento de 100 mm, separar o material e realizar os processos
necessários para se aferir sua taxa de umidade;
 Repita esse processo até se obter três valores de umidade;

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Seguindo a metodologia proposta, os valores encontrados durante o


experimento seguem na Tabela 1.

Tabela 1

Massa material Massa material Taxa de Umidade


úmido (g) seco (g) (%)
Amostra 1 7,5 7 6,6667
Amostra 2 8,5 8 5,8823
Amostra 3 9 8 11,1111

Vale ressaltar que, como para se encontrar esses valores é necessário o


uso da tentativa e erro, o número de tentativas foi bastante elevado mesmo
para se obter um número pequeno de amostras.

5. CONCLUSÃO
O ensaio laboratorial de limite de plasticidade do solo, por depender de
manuseio ao invés de maquinário ou instrumentos precisos, pareceu ser
impreciso. Os resultados obtidos possuem uma dispersão bem elevada,
principalmente ao comparar a amostra 3 com as demais, podendo ser
justificadas pelo uso de uma balança pouco precisa e o conjunto de erros
associados durante a execução do ensaio. Ao comparar os valores de taxa de
umidade com experimentos realizados anteriormente com o mesmo solo, o
valor se apresenta anormal.

6. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

SUPORTESOLOS. Consistência do solo - ensaios geotécnicos - ensaios


de limite de liquidez (ll) e de plasticidade (lp). Disponível em:
<[Link]
ensaios-de-limite-de-liquidez-ll-e-de-plasticidade-lp/33/>. Acesso em: 25 fev.
2019.

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