INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICACAO.
Departamento de Ciencias.
Metrologia Industrial.
Ensaios de Dureza.
Grupo:
-Idelaine Uaciquete
-Neiky Goncalves
-Ramiro Tulcidaz
-Stelio Mazoio
-Yanick Come.
Ano: II
Turma: M22
Docente: Eng. Mazoca.
Maputo, Maio de 2020
Table of Contents
Introducao................................................................................................................................................3
Objectivos................................................................................................................................................4
Importancia da Dureza na Industria.........................................................................................................4
Principais Tipos de Ensaios de Dureza....................................................................................................5
Ensaio de Dureza Brinell.........................................................................................................................5
Vantagens medição pela dureza Brinell...................................................................................................6
Desvantagens...........................................................................................................................................7
Principais normas aplicadas no teste de Brinell.......................................................................................7
Ensaio de Dureza Meyer..........................................................................................................................7
Interpretação física da dureza Meyer.......................................................................................................8
Ensaio de dureza Vickers.........................................................................................................................9
Vantagens e limitações..........................................................................................................................12
Ensaio de Dureza Rockwell...................................................................................................................13
Escalas de DurezaRockwell....................................................................................................................15
Representaçãoda Dureza Rockwell........................................................................................................16
Ensaio de Dureza Shore.........................................................................................................................17
Aplicações.............................................................................................................................................19
Vantagens da dureza Shore....................................................................................................................19
Desvantagens da dureza Shore..............................................................................................................19
Conclusao..............................................................................................................................................20
Introducao.
Objectivos.
Ao fim desta exaustiva investigacao o grupo pretende:
Conhecimentos profundos sobre os diversos ensaios de dureza pelos metodos: Brinell,
Meyer, Vickers, Rockwell e Shore.
Saber que melhor ensaio adapta-se a cada tipo de material .
Vantagens e Desvantagens imposto por cada tipo de ensaio de dureza.
A dureza e uma propriedade mecânica largamente utilizada em estudos e pesquisas mecanicas e
metalurgicas, e principalmente na especificacao e comparacao de matérias. Dureza- Propridade
de um material que permite a ele resistir a deformacao plástica (permanente), usualmente por
penetracao.
O termo dureza também pode ser associado a resistencia a flexão, risco, abrasão ou corte.
Importancia da Dureza na Industria.
O ensaio de dureza e considerado um ensaio não destrutivo. Ele deixa uma pequena
marca na peca que compromete o desempenho tecnico e e um dos ensaios mais populares
na industria. Este ensaio e imprescendivel pois pode ser utilizado para:
Obter um conhecimento comparativo da resistência mecânica de determinado
material;
Avaliar o resultado de tratamentos térmicos;
Avaliar a resistência ao desgaste abrasão e desgaste por erosão dos matérias;
Pesquisa e desenvolvimento de novas ligas e matérias;
Principais Tipos de Ensaios de Dureza.
Os tipos de ensaio de Dureza pode subdivider-se em:
Por risco Dureza Mohs
Por choque Dureza Shore
Por Penetracao Dureza Brinell
Dureza Vickers
Dureza Rockwell.
Ensaio de Dureza Brinell
O método Brinell é um método de medição da dureza, utilizado principalmente nos materiais
metálicos.
O ensaio de dureza Brinell consiste em comprimir lentamente uma esfera de aço temperado, de
diâmetro D, sobre uma superfície plana, polida e limpa de um metal, por meio de uma carga F,
durante um tempo t, produzindo uma calota esférica de diâmetro d. A dureza Brinellé
representada pelas letras HB. Esta representação vem do inglês HardnessBrinell, que quer dizer
dureza Brinell. A dureza Brinell (HB) é a relação entre a carga aplicada (F) e a área da calota
esférica impressa no material ensaiado (Ac).( Turcado,1997)
Em linguagem matemática:
F
HB=
AC
A área da calota esférica é dada pela fórmula: πDp, onde p é a
profundidadeda calota. Então, substituímos Ac pela fórmula para
F
cálculo da área da calota, temos: HB= .
πDp
Devido à dificuldade técnica de medição da profundidade
(p), que é um valor muito pequeno, utiliza-se uma relação
matemática entre a profundidade (p) e o diâmetro da
calota (d) para chegar à fórmula matemática que permite o
cálculo da dureza HB:
2F
HB= 2 2
πD ( D−√ D −d )
Escolha das condições de ensaio
O ensaio padronizado, proposto por Brinell, é realizado
com carga de 3.000 kgf e esfera de 10 mm de diâmetro, de aço temperado. Porém, usando cargas
e esferas diferentes, é possível chegar ao mesmo valor de dureza.
Para obter um diâmetro de impressãod dentro do intervalo intervalo de 0,25 a 0,5 do diâmetro da
esfera Ddeve-se manter constante a relação entre a carga (F) e o diâmetro ao quadrado da esfera
F
do penetrador (D2), ou seja, a relação 2 deve ser igual a uma constantechamada factor de carga.
D
(Turcado,1997)
Representação dos resultados obtidos
O número de dureza Brinell deve ser seguido pelo símbolo HB, sem qualquer sufixo,
sempre que se tratar do ensaio padronizado, com aplicação da carga durante 15 segundos.
Em outras condições, o símbolo HB recebe um sufixo formado por númerosque indicam
as condições específicas do teste, na seguinte ordem: diâmetroda esfera, carga e tempo de
aplicação da carga.
Vantagens medição pela dureza Brinell
Usado especialmente para avaliação de dureza de metais não ferrosos, ferro fundido,aço,
produtos siderúrgicos em geral e de peças não temperadas.
É o único ensaio utilizado e aceite para ensaios em metais que não tenham estructura
interna uniforme (materiais heterogêneos).
O baixo custo dos aparelhos para medida de dureza Brinell, favorece o largo emprego
desse tipo de dureza nos laboratórios e indústrias.
Fig.2Máquina de ensaio de dureza Brinell
Desvantagens
O uso deste ensaio é limitadopela esfera empregue. Usando-se esferas de aço temperado
apenasé possível medir a dureza até 500 HB, pois durezas maiores danificariama esfera.
O ensaio não deve ser realizado em superfícies cilíndricas com raio de curvatura menor
que 5 vezes o diámetro da esferautilizada, porque haveria escoamento lateraldo material e
a dureza medida seria menorque a real
Principais normas aplicadas no teste de Brinell
ABNT: NBRNM187 (05/1999) Materiais metálicos – Dureza Brinell – Parte 1: Medição da
dureza Brinell – Parte 2: Calibração de máquinas de medir dureza Brinell – Parte 3: Calibração
de blocos padrão a serem usados na calibração de máquinas de medir dureza Brinell.
ASTM: E10-01e1 Standard Test Method for BrinellHardness of Metallic Materials.
WK3044 Standard Test Method for BrinellHardness of Metallic Materials.
ISO: ISO 6506:1999Metallic materials – Brinell hardness test – Part 1: Test method -Part 2:
Verification and calibration of testing machines- Part 3: Calibration of reference blocks.
(Mascarenhas,2016)
Ensaio de Dureza Meyer
E um método de medição da dureza de um material de ensaio de penetração. O Meyer apresenta
um número de dureza que representa uma aproximação muito melhor que o método Brinell, esta
dureza e idêntica a dureza Brinell, mas a definição de dureza e diferente: e utiliza a área de calote
projetada no plano da superfície do provete.
A dureza Meyer, HM e definida como a própria media p, isto e:
4Q
HM =
Пd
O valor de d e o mesmo para as duas durezas Brinell e Meyer, mas a formula para calcular HB e
diferente da fórmula HM.
Este método fornece um numero de dureza que representa uma muito melhor aproximação do
que o método Brinell, divido ao facto de que as forca laterais na superfície inclinada da calota
esférica tendem a se anular e aplicando se uma pressão sem atrito, o valor da pressão media p,
seráexatamente igual ao valor dado acima dada.
A dureza Meyer e menos sensível ao acréscimo de carga permanecendo constante. Para metais
recozidos, porem, a dureza Meyer também varia aumentando continuamente com a carga por
causa do encruamento gradual ocasionado pela penetração a esfera. O método proposto por
Meyer não e usado nos ensaios comuns dos metais, mas estudo fornece muitos dados uteis para a
interpretação física do ensaio de dureza por penetração.
Interpretação física da dureza Meyer
Para que se produza uma impressão permanente numameta durante o ensaio de dureza, o esforço
deve ultrapassar a zona elástica do material; dentro da zona plástica, porem, existe como já foi
visto o fenómeno de encruamento que o metal sofre sob a Acão da carga de compressão a que ele
e submetido. Para se interpretar o problema de ensaio Meyer e necessário conhecer esse
encruamento ou a forma da curva tensão deformação sob Acão da compressão, problemas que se
torna difícil pelas próprias condições de medida de ensaio, que são muito mais complexas que no
ensaio de tração. Entretanto as experiencias de Meyer com penetradores esféricos mostraram que
para uma dada esfera de diâmetro, D, existe uma relação entre carga aplicada e o diâmetro
da impressão.
Q=K d n .
Esta expressão constitui a chamada lei de Meyer, onde K e uma constante do material que indica
a resistência do metal a penetração e n e o índice de Meyer e se relaciona com o grau de
encruamento do metal, n também se relaciona com o coeficiente de encruamento.
A lei de Meyer e obtida também para valores diferentes de D, sendo que o valor de n quase não e
alterado para cada metal; entretanto, K depende do diâmetro da esfera usada, sendo inversamente
proporcional a D ou seja K diminui com o aumento de D. Por isso, Meyer propôs ainda outra
relação, independentemente de K, sendo função agora de d. D e uma constante e uma outra
constante C. ou seja ;
n−2
Q d
d
¿C ( )
D
dn
Q=C n−2
D
Pela expressão, para impressão semelhantes d/D e constante e, portanto pode se já concluir que a
dureza de Meyer e a mesma para quaisquer impressõessemelhantes, ou também se obtém a
mesma dureza, de onde se explica o metido Brinell com cargas e esferas variáveis.
O ensaio de dureza Meyer e realizado para metais encruados que podem ser assimilados a metais
ideais pois possuem um grau de encruamento pequeno, podem se fazer impressões grandes de
dureza com esferas bem lubrificadas e nesses metais, verifica se que a dureza Meyer obedece a
essa expressão.
P=3 ɕ
Que pode influir nos resultados tais como a deformação do penetrador, velocidade de aplicação
da carga e atritos entre penetrar e corpo de prova; o primeiro fator pode ser desprezado sem que
seja introduzido erro apreciável se o corpo de prova tiver uma dureza não excessivamente alta e
se a esfera for de um achorealmente duro; o segundo fator pode ser controlado a um valor bem
baixo para que o ensaio possa ser estático e quanto ao terceiro pode minimiza lo por meio de
lubrificantes.
Ensaio de dureza Vickers.
Este método leva em conta a relação ideal entre o diâmetro da esfera do penetrador Brinell e o
diâmetro da calota esférica obtida, e vai além porque utiliza outro tipo de penetrador, que
possibilita medir qualquer valor de dureza, incluindo desde os materiais mais duros até os mais
moles.
Isso não quer dizer que o ensaio Vickers resolva todos os problemas de avaliação de dureza dos
materiais. Mas, somado aos outros dois métodos já estudados, é um bom caminho para atender às
necessidades de processos industriais cada vez mais exigentes e sofisticados
A dureza Vickers se baseia na resistência que o material oferece à penetração de uma pirâmide
de diamante de base quadrada e ângulo entre faces de 136º, sob uma determinada carga.
O valor de dureza Vickers (HV) é o quociente da carga aplicada (F) pela área de impressão (A)
deixada no corpo ensaiado. Essa relação, expressa em linguagem matemática é a seguinte:
A máquina que faz o ensaio Vickers não fornece o valor da área de impressão da pirâmide, mas
permite obter, por meio de um microscópio acoplado, as medidas das diagonais (d1 e d2)
formadas pelos vértices opostos da base da pirâmide.
Fig1
Cargas usadas no ensaio Vickers
Neste método, ao contrário do que ocorre no Brinell, as cargas podem ser de qualquer valor, pois
as impressões são sempre proporcionais à carga, para um mesmo material. Deste modo, o valor
de dureza será o mesmo, independentemente da carga utilizada.
Por uma questão de padronização, as cargas recomendadas são: 1, 2, 3, 4, 5, 10, 20, 30, 40, 60,
80, 100, 120 kgf.
Para cargas muito altas (acima de 120 kgf), em vez do penetrador de pirâmide de diamante pode-
se também usar esferas de aço temperado de 1 ou 2 mm de diâmetro na mesma máquina. Neste
caso, o ensaio feito na máquina Vickers é o ensaio de dureza Brinell.
Para aplicações específicas, voltadas principalmente para superfícies tratadas (carbonetação,
têmpera) ou para a determinação de dureza de microconstituintes individuais de uma
microestrutura, utiliza-se o ensaio de microdureza Vickers.
A microdureza Vickers envolve o mesmo procedimento prático que o ensaio Vickers, só que
utiliza cargas menores que 1 kgf. A carga pode ter valores tão pequenos como 10 gf.
Na microdureza, como a carga aplicada é pequena, a impressão
produzida é microscópica,como mostra a figura ampliada, ao lado.
Vantagens e limitações
Vantagens.
O ensaio de dureza Vickers apresenta como vantage o seguinte:
escala contínua de dureza;
impressões muito pequenas que não inutilizam a peça;
grande precisão das medidas: muito utilizada em pesquisa;
aplicação de toda a gama de durezas encontradas nos diferentes materiais;
deformação nula do penetrador (diamante);
aplicação em qualquer espessura de material podendo portanto medir durezas
superficiais;
diversas formulações de conversões para outras escalas.
Limitações:
morosidade do ensaio;
exige preparação cuidadosa da superfície para tornar nítida a impressão;
processo muito caro.
Ensaio de Dureza Rockwell
O segundo tipo de dureza por penetração foi desenvolvido pelo metalurgista norte-americano
Stanley Pickett Rockwell, por volta de 1922. A dureza Rockwell simbolizada por HR,é hoje o
processo mais utilizado no mundo inteiro, devido à rapidez e à facilidade de execução, isenção
de erros humanos, facilidade em detectar pequenas diferenças de durezas e pequeno tamanho da
impressão. (Ricardo. 2015, 22)
Neste método, a carga do ensaio é aplicada em etapas, ou seja, primeiro se aplica uma pré-carga,
para garantir um contato firme entre o penetrador e o material ensaiado, e depois aplica-se a
carga do ensaio propriamente dita. A leitura do grau de dureza é feita diretamente num mostrador
acoplado à máquina de ensaio, de acordo com uma escala predeterminada, adequada à faixa de
dureza do material.
Dureza Rockwell Descrição do ensaio
1º passo: aproximar a superfície do corpo de prova do penetrador;
2º passo: submeter o corpo de prova a uma pré-carga (carga menor);
3º passo: aplicar a carga maior até o ponteiro parar ;
4º passo: retirar a carga maior e fazer a leitura do valor indicado no mostrador, na escala
apropriada.)
Quando se utiliza o penetrador cônico de diamante, deve-se fazer a leitura do resultado na escala
externa do mostrador, de cor preta (HRC), ao se usar o penetrador esférico, faz-se a leitura do
resultado na escala vermelha (HRB).
Nos equipamentos com mostrador digital, uma vez fixada a escala a ser usada, o valor é dado
diretamente na escala determinada.
O valor indicado na escala do mostrador é o valor da dureza Rockwell. Este valor corresponde à
profundidade alcançada pelo penetrador, subtraídas a recuperação elástica do material, após a
retirada da carga maior, e a profundidade decorrente da aplicação da pré-carga.
Escalas de DurezaRockwell
As escalas de dureza Rockwell foram determinadas em função do tipo de penetrador e do valor
da carga maior.
Nos ensaios de dureza Rockwell normal utiliza-se uma précarga de 10 kgf e a carga maior pode
ser de 60, 100 ou 150 kgf. Nos ensaios de dureza Rockwell superficial a pré-carga é de 3 kgf e a
carga maior pode ser de 15, 30 ou 45 kgf .
Estas escalas não têm relação entre si. Por isso, não faz sentido comparar a dureza de materiais
submetidos a ensaio de dureza Rockwell utilizando escalas diferentes,ou seja, um material
ensaiado numa escala só pode ser comparado a outro material ensaiado namesma escala.
(Ricardo. 2015, 12)
Representaçãoda Dureza Rockwell
O número de dureza Rockwell deve ser seguido pelo símbolo HR, com um sufixo que indique a
escala utilizada.
Veja, por exemplo, a interpretação do resultado 64HRC:64 é o valor de dureza obtido no ensaio;
HR indica que se trata de ensaio de dureza Rockwell; A última letra, no exemplo C, indica qual
a escala empregada.
Dureza Rockwell Profundidade de penetração profundidade que o penetrador vai atingir durante
o ensaio é importante para definir a espessura mínima do corpo de prova. De modo geral, a
espessura mínima do corpo de prova deve ser 17 vezes a profundidade atingida pelo penetrador .
Entretanto, não há meios de medir a profundidade exata atingida pelopenetrador no ensaio de
dureza Rockwell, mas é possível obter a medida aproximada desta profundidade (P), a partir do
valor de dureza indicado na escala da máquina de ensaio, utilizando as fórmulas a seguir:
Penetrador de diamante: • HR normal: P = 0,002 x (100 - HR) • HR superficial: P = 0,001 x (100
- HR)
Penetrador esférico: • HR normal: P = 0,002 x (130 - HR) • HR superficial: P = 0,001 x (100 -
HR)
Vantagens
Este método apresenta algumas vantagens em relação ao ensaio Brinell, pois permite avaliar a
dureza de metais diversos, desde os mais moles até os mais duros.
Temos como vantagens do teste Rockwell:
Uma leitura direta, ou seja, uma leitura imediata do valor da dureza e também a rapidez
do processo do teste.
O teste Rockwell não é destrutivo, o produto analisando continua sendo utilizado depois
da medição.
Ensaio rápido e livre de erros de operadores.
Desvantagens.
Como desvantagem temos a multiplicidade de escalas não relacionadas e os possíveis efeitos da
mesa usada para suporte do corpo de prova, muitas vezes se coloca uma folha de papel fino sob
um bloco de teste para conseguir estabilidade na medição da dureza. Outros tipos de teste de
dureza não são sensíveis a este efeito.
Ensaio de Dureza Shore.
O ensaio de dureza shore e um teste de dureza que consiste em pressionar a ponta de um
penetrador cónico ou esférico através de uma mola contra a superfície do material a ser testado,
sendo dado o nome de durometro ao aparelho.
Fig. De Durometro
Este aparelho de medição foi desenvolvido em 1920, pelo fabricante de instrumento Albert F.
Shore, e e amplamente utilizado na medição da dureza de polímeros, elastómeros e borrachas. A
dureza tem mostrado ser uma propriedade indispensável nas indústrias de Boracha.
Uma escala, digital ou analógico, fornece a profundidade da marca, que e o resultado da dureza,
que varia de 0 a 100. Pela presencia da resiliência do material, a leitura da dureza pode mudar ao
decorrer do tempo, obrigando com isso a dureza apresentar tempo de ensaio.
Durometro digital. Durometro analogico.
Dureza sensitiva Dureza Shore
Muito macia De 0- 10
Macia De 10-40 na escala de A
Meio macia De 40-60 na escala de A
Meio duro De 60-80 na escala de A/ de 0-30 na escala de
D
Duro De 80-100 na escala de A/de 30-60 na escala
de D
Muito duro De 60-100 na escala de D
Embora todas escalas pertencerem a dureza shore não existe relação entre as escalas, sendo essa
tabela uma inter-ajuda apara enquadramento do material em sua determinada categoria para que
o ensaio seja preciso, sendo assim ser fácil de definir o tipo de penetrador.
A medida da dureza e baseada na penetração de uma esfera rígida num provete normalizado, em
condições previamente fixadas. E conhecida a relação entre a profundidade de penetração de
uma esfera rígida e o modulo de Young, para um material perfeitamente elástico e isotópico:
Onde:
F- Forca de penetração(N)
E0 - Modulo de Young(Mpa)
R- Raio de penetrador esférico(mm)
P- Profundidade de penetração (mm)
Fazendo com que para cada valor de penetração podemos corresponder um valor ou grau de
dureza.
Condições para o ensaio.
A peca a ser testada deve estar firmemente apoiada, devendo-se evitar qualquer vibração.
A superfície do material a ser ensaiado deve estar perpendicular ao martelo, deve ser lisa.
O impacto pode causar um leve endurecimento na região testada, ou seja, não deve-se
fazer o ensaio mais de uma vez no mesmo local.
Aplicações.
O ensaio e usado para medir a dureza dos polímeros, elastómeros e borrachas.
Vantagens da dureza Shore.
O durometro e portátil, sendo aplicado utilizado a aparelho em campo.
A superfície do material mantém a sua integridade (não causa marcas marcas na maioria
dos casos)
Pode-se medir pecas grandes.
Ensaio rápido, barato e não destrutível .
Desvantagens da dureza Shore.
Esse tipo de dureza não informa nada sobre a resistência a abrasao e ao desgaste do
material.
Apesar de poder ser usado no metal, sua confiabilidade e baixa, sendo necessário outro
tipo de ensaio de dureza.
Conclusao