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PPAP-Resumo Do Manual

Este documento resume os principais pontos do manual PPAP (Processo de Aprovação de Peças de Produção), incluindo: 1) O objetivo do PPAP é determinar se os requisitos de engenharia do cliente estão entendidos e se o processo tem potencial para produzir peças consistentes; 2) Os requisitos do PPAP incluem registros de projeto, FMEAs, planos de controle, amostras de peças e certificados de submissão; 3) O PPAP deve ser aplicado a novos produtos, mudanças e quando requerido pelo
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PPAP-Resumo Do Manual

Este documento resume os principais pontos do manual PPAP (Processo de Aprovação de Peças de Produção), incluindo: 1) O objetivo do PPAP é determinar se os requisitos de engenharia do cliente estão entendidos e se o processo tem potencial para produzir peças consistentes; 2) Os requisitos do PPAP incluem registros de projeto, FMEAs, planos de controle, amostras de peças e certificados de submissão; 3) O PPAP deve ser aplicado a novos produtos, mudanças e quando requerido pelo
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PPAP

Resumo do Manual

MSc. Antonio Carlos de Campos

Coordenação :
Diretoria CIESP de Sorocaba
Fase 4 (APQP) - Aprovação de peças da
produção (PAPP)
• Validar, com os produtos feitos com
ferramental de produção e com
processos definitivos.

• Verificar se atendem às exigências de


Engenharia.

• Usar modelo padronizado conforme do


manual PPAP (AIAG).
PPAP - Definições
•O PPAP (Processo de aprovação de peças de produção
•(Production Part Approval Process) é uma ferramenta do APQP.

• Manual do PPAP, parte integrante da ISO/TS 16949, já estando na 4ª


edição, de junho/2006.

•As edições anteriores são de fevereiro/1993, fevereiro/1995 e


setembro/1999.
PPAP – Propósitos
• O PPAP define os requisitos genéricos para aprovação
de peças de produção, incluindo materiais de produção e
material a granel (glossário).

• Seu propósito é determinar se todos os requisitos dos


registros de projeto de engenharia do cliente e
especificações, estão adequadamente entendidos pela
organização.

• Garantir que o processo tem potencial para produzir um


produto, que consistentemente atenda aos requisitos,
durante uma corrida de produção normal, na proporção
cotada para produção.
PPAP - Aplicabilidade

• O PPAP deve aplicar-se ao site interno ou externo da


organização (glossário), que forneça peças e serviços de
produção, materiais de produção e materiais a granel.

• Para materiais a granel, o PPAP não é requerido, a menos


que especificado pelo representante autorizado do
cliente.

• Também não é requerido para uma organização que


forneça peças ou serviços de produção, normalizados
por catálogo, deve atender ao PPAP, a menos que
formalmente acordado com o representante autorizado
do cliente.

• Atendimento das Normas de Cerificação (ISSO/TS)


Fluxograma de Processos do PPAP - Exemplo
CLIENTE CLIENTE
Pedido de
Compra do Requisitos do
Cliente / ORGANIZAÇÃO PSW - Aprovado
Requisitos do Conclusão Envio (ou
cliente Dono do dos itens reenvio) da
projeto e requeridos autorização
Requisitos do equipe para o PAP Recebimento e
do PPAP
projeto da aprovação do
peça do PSW enviado
cliente Coleta de Conclusão
informações PSW
Requisitos do Processo
projeto dos validado (PSO)
processos do Coleta de Dono do (Run at Rate
cliente informações Coleta de projeto e
informações equipe
Especificaçõe Mudanças
s do cliente iniciadas pelo
cliente, para
Requisitos peças,
logísticos do especificações,
cliente etc..
PPAP – Composição do Manual

•Introdução - Propósito, Aplicabilidade

• Seção 1 - Generalidades, submissão

• Seção 2 – Requisitos do PPAP

• Seção 3 – Notificação do cliente e requisitos de submissão

• Seção 4 – Submissão para o cliente (Níveis de evidência)

• Seção 5 – Status de submissão de peças

• Seção 6 – Retenção de registros

• Apêndices (A até H)

• Glossário.
Seção 1 - Generalidades
• 1.1 Submissão do PPAP:

• A organização deve obter aprovação completa (ver 5.2.1), do


representante autorizado do cliente, para:
1-Uma nova peça ou produto (exemplo: peça específica, material
ou cor não fornecida previamente, para um cliente específico);
2-Correção ou discrepância numa peça submetida previamente;
3-Produto modificado por uma alteração de engenharia, ou registro
de projeto, especificações ou materiais;
4-Quaisquer situações requeridas pela Seção 3.

• Nota: Se houver quaisquer questões sobre a necessidade da aprovação


da peça de produção, entre em contato com o responsável autorizado
do cliente.
Seção 2 – Requisitos do processo do PPAP
• 2.1-Corrida Significativa de Produção:

• Para peças de produção.


– Produtos para PPAP devem ser tomados de produção significativa.
– Esta corrida significativa deve ser de 1 até 8 horas de produção, de um
total de no mínimo 300 peças consecutivas, a menos que de outra
forma especificado pelo representante autorizado do cliente.

• A corrida significativa de produção deve ser conduzida:


– No site de produção, na razão de produção (glossário), usando
ferramental, dispositivos de medição, processo, materiais e operadores
de produção.
– Com peças de cada processo único de produção, como, por exemplo,
linha de montagem duplicada e/ou célula de trabalho, cada posição de
uma cavidade múltipla, molde, estampo ou padrão.
– Devem ser medidas e ensaiadas peças representativas de cada
processo único.
Seção 2 – Requisitos do processo do PPAP

• Para materiais à granel:


– Não há um número específico requerido de "peças".
– Se uma amostra for requerida para submissão, isto deve
ser feito de forma a assegurar que esta represente um
estado normal de operação do processo.

• Notas:
– Para material a granel, o histórico de produção dos
produtos atuais pode ser freqüentemente usado para
estimar a capacidade ou desempenho do processo de
produtos, novos ou modificados.
– Quando não há histórico de produção, de material a granel
similar ou da tecnologia existente, um plano de contenção
pode ser utilizado, até que uma produção suficiente
demonstre a capacidade ou desempenho, a menos que de
outra forma especificado pelo cliente.
Seção 2 – Requisitos do processo do PPAP
• 2.2 Requisitos do PPAP:

– A organização deve atender aos requisitos especificados do PPAP


(2.2.1 até 2.2.18), além de também atender a todos os requisitos
específicos do PPAP do cliente.

– As peças de produção devem atender a todos os registros de


projeto de engenharia e requisitos especificados (incluindo
requisitos de segurança e de regulamentação).

– Os requisitos do PPAP para material a granel são definidos através


do checklist completo de requisitos de material a granel (Apêndice
F).

– Se quaisquer das especificações da peça não puderem ser


atendidas, a organização deve documentar seus esforços para
resolução de problemas, e contatar o representante autorizado do
cliente, para concordância na determinação da ação corretiva
apropriada.
Seção 2 – Requisitos do processo do PPAP
• 2.2 Requisitos do PPAP

• Nota:
– Os itens/registros podem não se aplicar, necessariamente, a
todas as peças dos clientes, para todas as organizações.
Exemplos: algumas peças não têm requisitos de aparência,
outras não têm requisitos de cor, peças plásticas podem ter
requisitos de marcação de peças em polímero.

– A fim de determinar, com certeza, quais itens devem ser


excluídos, consulte o registro de projeto (exemplos: impressão
na peça, documentos relevantes de engenharia ou
especificações), com o representante autorizado do cliente.
Seção 2 - Tabela de requisitos (Parte 1)
2.2.1 - Registros de projeto
2.2.1.1 - Relatório da composição do material da peça
2.2.1.2 - Marcação das peças em polímero
2.2.2 - Documentos de autorização de modificações de engenharia
2.2.3 - Aprovação da engenharia do cliente, se requerido
2.2.4 - FMEA de projeto
2.2.5 - Diagramas de fluxo do processo
2.2.6 - FMEA de processo
2.2.7 - Plano de controle
2.2.8 - Estudos das análises do sistema de medição
2.2.9 - Resultados dimensionais
2.2.10 - Registros de material / Resultados de ensaios de
desempenho
2.2.10.1 - Resultados de ensaio de materiais
2.2.10.2 - Resultados de ensaios de desempenho
Seção 2 - Tabela de requisitos (Parte 2)
2.2.11 - Estudos iniciais do processo
2.2.11.1 - Generalidades
2.2.11.2 - Índices da qualidade
2.2.11.3 - Critério de aceitação para estudo inicial
2.2.11.4 - Processos instáveis
2.2.11.5 - Processos com especificações unilaterais ou com distribuição não
normal
2.2.11.6 - Ações a serem tomadas quando o critério de aceitação não for
atendido
2.2.12 - Documentação do laboratório qualificado
2.2.13 - Relatório de aprovação de aparência (RAA), se aplicável
2.2.14 -Amostra de peças de produção
2.2.15 - Amostra padrão
2.2.16 - Meios de Inspeção
2.2.17 - Requisitos específicos do cliente
2.2.18 - Certificado de submissão da peça (PSW)
2.2.18.1 - Peso da peça (massa)
2.2.1 – Registros do projeto

• A organização deve ter o registro de projeto para o


produto/peça vendável, incluindo registros para
componentes e detalhes.

• Se o registro estiver num formato eletrônico (dados


matemáticos de CAD/CAM, por exemplo), a organização
deve produzir cópia impressa (como folhas de
tolerância dimensional e geométrica, GD&T, desenho),
para identificar as medições tomadas.
2.2.1 – Registros do projeto
• Nota 1: Para qualquer produto, peça vendável, peça ou componente, haverá
só um registro de projeto, indiferente de quem tenha a responsabilidade pelo
projeto. Esse registro pode fazer referência a outros documentos que fazem
parte do registro.

• Nota 2: Um registro único pode representar diversas peças/configurações de


montagem, tal como montagem de sub-frame com furos para diferentes
aplicações.

• Nota 3: Para peças identificadas como black box (glossário), o registro de


projeto especifica a interface e os requisitos de desempenho.

• Nota 4: Para peças identificadas de catálogos, o registro pode consistir


somente numa especificação funcional ou uma referência a uma norma
industrial reconhecida.

• Nota 5: Para materiais a granel, o registro pode incluir a identificação de


matérias primas, formulações, passos e parâmetros de processamento e
especificações de produto final ou critério de aceitação. Se os resultados
dimensionais não forem aplicáveis, então os requisitos de CAD/CAM também
não serão aplicáveis.
Seção 2 - Registros de projeto - 2.2.1
• 2.2.1.1 - Relatando a composição do material da peça:

• A organização deve fornecer evidência de que o relatório de


composição do material/ substância requerido pelo cliente foi
completado para a peça e que os dados do relatório atendem a
todos os requisitos específicos do cliente.

• Nota:
– Este relatório de material pode ser encontrado dentro do IMDS
(International Material Data System), ou através de outro
método/sistema específico do cliente.
– O IMDS está disponível no site:
http:www.mdsystem.com./index.jsp.
Seção 2 - Registros de projeto - 2.2.1
2.2.1.2 - Marcando as peças em polímero:

• Onde aplicável, a organização deve identificar as peças em


polímeros com os símbolos da ISO, tal como especificado
na ISO 11469.
– “Plásticos – Identificação genérica e marcação de produtos
plásticos” e/ou, ISO 1629, “Borracha – nomenclatura”.

• O critério por peso, abaixo, deve determinar se o requisito


de marcação é aplicável:
– Peças em plástico, com peso mínimo de 100 g (use a ISO
11469/1043-1).
– Peças em elastômero, com peso mínimo de 200 g (use a ISO
11469/1629)

• Nota: As referências de nomenclatura e abreviação, para


suportar o uso da ISO 11469, estão contidas na ISO 1043-1,
para polímeros básicos, e na ISO 1043-2, para “fillers” e
reforçados.
Seção 2 – Requisito 2.2.2 - Documentos de
autorização de modificações de engenharia

• A organização deve ter quaisquer documentos de


autorização de modificação de engenharia, para as
modificações que ainda não foram registradas no
registro do projeto, mas que foram incorporadas ao
produto, peça ou ferramental.
Seção 2 – Requisito 2.2.2 – Aprovação da
Engenharia do Cliente

• Onde especificado pelo cliente, a organização


deve ter evidência da aprovação da engenharia
do cliente.

• Nota: Para materiais a granel, este requisito é


atendido por uma assinatura na linha do item
“Aprovação de Engenharia”, no checklist dos
requisitos de material a granel (Apêndice F)
e/ou da inclusão na lista de materiais
aprovados mantida pelo cliente.
Seção 2 – Requisito 2.2.4 - Análise do
(FMEA de projeto)
• Se o fornecedor é responsável pelo projeto:
– A organização responsável pelo projeto deve desenvolver um
FMEA de projeto, de acordo com os requisitos específicos do
cliente, e atendendo aos mesmos (Manual de referência do
FMEA-AIAG).

• Nota 1: Esse FMEA pode ser aplicável a uma família de


peças, ou materiais similares.

• Nota 2: Para materiais a granel, ver o Apêndice F


2.2.4 - FMEA – Análise dos Modos de Falhas e
seus Efeitos
• FMEA É uma ferramenta preventiva, aplicada no desenvolvimento de
Projetos (DFMEA) e de Processos (PFMEA).
– Também aplicado em modificações/melhorias a se introduzir em
projetos e processos antigos ou quando existem modificações no
ambiente de trabalho.
– É um método analítico sistemático, para identificar problemas
potenciais, suas causas e efeitos, com a execução de trabalho em
equipe.
– É um documento vivo, devendo estar em constante atualização,
interagindo com os planejamentos da produção e da qualidade, através
dos Planos de Controle.

• Alguns objetivos do FMEA:


– Melhorar: qualidade/confiabilidade/segurança dos produtos/processos
avaliados.
– Reduzir o tempo de re-desenvolvimento do produto e de seu custo.
– Documentar e monitorar as ações tomadas, com o intuito de reduzir
riscos nos lançamentos do produto e do processo.
– Melhorar a satisfação dos clientes e dos consumidores.
2.2.5 - Fluxograma de processo
• A organização deve ter um diagrama de fluxo de processo, no
formato específico da organização, que claramente descreva os
passos e a seqüência do processo de produção, conforme for
adequado, e que atenda às necessidades, requisitos, expectativas
especificados pelo cliente (Manual do APQP).
• Para material a granel, o Diagrama de Fluxo de Processo
equivalente é uma Descrição de Fluxo do Processo.
• Nota:
– Os diagramas de fluxo por "famílias" de peças similares são
aceitos, se as novas peças tiverem sido analisadas pela
organização para torná-las comuns.
– O fluxograma é um método gráfico simplificado, para visualizar o
processo como um todo, sendo usado para:
• Análise das fontes de variação; Ênfase no impacto das fontes de
variação do processo;
• Análise sistêmica do processo;
• Ajuda na focalização do processo;
• Visualização da interdependência de cada parte do processo.
2.2.5 - Símbolos do Fluxograma de Processo.
Indicam onde um processo inicia e termina.

Mostram as etapas de um processo ou as atividades dentro


do processo.

Indicam pontos onde se tomam decisões.

Indicam a direção do fluxo de uma atividade para outra.

Indicam que existem documentos pertinentes ao processo.

Indica que existem informações eletrônicas pertinentes ao


processo.

Indicam que o fluxograma continua a partir deste ponto.


1 Uma letra ou número aparece dentro do círculo.
Seção 2 – Requisito 2.2.6
FMEA de processo (PFMEA)

• A organização deve desenvolver um FMEA de processo, de


acordo com os requisitos específicos do cliente, e
atendendo aos mesmos (Manual de referência do FMEA).

• Nota 1: Um único PFMEA pode ser aplicado para um


processo de manufatura, para uma família de peças, ou
materiais similares, se analisados pela organização para
torná-los comuns.

• Nota 2: Para materiais a granel, ver o Apêndice F.


• O PFMEA tem muita similaridade com o DFMEA, guardados
seus objetivos e aplicações, devendo ser sempre precedido
pelo Fluxograma de Processo. Tal similaridade estende-se ao
Modelo de trabalho, à Seqüência de passos de elaboração,
ao Formulário utilizado no Manual FMEA – AIAG.
Seção 2 – Requisito 2.2.7
Plano de Controle

• A organização deve ter um Plano de Controle que


defina todos os métodos usados para o controle de
processo e que atenda aos requisitos específicos do
cliente (Manual do APQP e Plano de Controle).

• Nota 1: Os planos de controle por famílias de peças


são aceitos, se as novas peças forem analisadas pela
organização para torná-las comuns.

• Nota 2: A aprovação do Plano de Controle pode ser


requerida por alguns clientes.
Seção 2 - Requisito 2.2.8 – Estudo das
Análises do Sistema de Medição

• A organização deve ter estudos das Análises do Sistema


de Medição (R&R, Tendência, Linearidade, Estabilidade),
para todos os dispositivos de medição, equipamento de
medição e ensaio, novo ou modificado.
– (Manual de Referência de MSA – Análises do Sistema de
Medição).

• Nota 1: Os critérios de aceitação do GR&R estão


definidos no Manual de MSA.
• Nota 2: Para materiais a granel, as análises do sistema de
medição podem não ser aplicáveis. O acordo com o
cliente deve ser obtido nos requisitos atuais.
Seção 2 – Requisito 2.2.9
Resultados dimensionais
• A organização deve fornecer evidência de que as verificações
dimensionais, requeridas pelo Registro de Projeto e pelo Plano de
Controle, tenham sido completadas e os resultados indiquem a
concordância com os requisitos especificados.

• A organização deve ter os resultados dimensionais para cada processo


único de manufatura, tais como células ou linhas de produção e todas as
cavidades, moldes, modelo ou matriz (ver 2.2.18).

• A organização deve registrar, com os resultados atuais, todas as


dimensões (exceto as dimensões de referência), características e
especificações conforme anotadas no registro de projeto e plano de
controle.

• A organização deve indicar a data do registro do projeto, nível de


modificação e quaisquer documentos de modificação de engenharia,
autorizadas e que ainda não foram incorporados no registro do projeto, no
qual a peça foi fabricada.
Seção 2 – Requisito 2.2.9
Resultados dimensionais
• A organização deve registrar o nível da modificação, data do desenho,
nome da organização e número da peça, em todos os documentos
auxiliares (exemplos: folhas de resultados de layout, croquis, desenho do
traçado, resultados de pontos de inspeção por CMM -máquina de medir por
coordenada, folhas de tolerância dimensional e geométrica ou outros
desenhos auxiliares usados em conjunto com o desenho da peça).

• Cópia destes materiais devem acompanhar os resultados dimensionais, de


acordo com a Tabela de Requisitos de Retenção/Submissão.
• Um desenho do traçado deve estar incluso, quando um projetor de perfil
for usado.
• A organização deve identificar uma das peças medidas, como amostra
padrão (ver 2.2.15).

• Nota 1: Formulários de resultados dimensionais do Apêndice C, uma


ilustração, folhas de tolerância dimensional e geométrica, ou um desenho
boletado, em que os resultados foram escritos de modo legível num
desenho, incluindo as seções transversais, traçados ou rascunhos,
conforme aplicáveis podem ser utilizados para este propósito.

• Nota 2: Resultados dimensionais geralmente não se aplicam aos materiais


a granel.
Seção 2 – Requisito 2.2.10 Registros de Resultados
de Ensaios (Material / Desempenho)

• A organização deve ter registros dos resultados de ensaio (material e/ou


desempenho), para ensaio especificado (Registro de projeto/Plano de
Controle).

• Os registros se dividem em duas abordagens :

• 2.2.10.1 – Resultados de ensaios de material


• A organização deve executar os ensaios para todos os materiais das peças
produtos, quando requisitos químicos, físicos ou metalúrgicos forem
especificados pelo registro de projeto ou pelo Plano de Controle.

• 2.2.10.2 - Resultados de ensaio de desempenho:


• A organização deve executar ensaios para toda(s) a(s) peça(s) ou
material(ais) de produto, quando requisitos de desempenho ou funcional
forem especificados pelo Registro de Projeto ou pelo Plano de Controle.
Seção 2 – Requisito 2.2.10.1 –
Resultados de Ensaios de Material
• Resultados de ensaios de materiais devem indicar e incluir:
– Nível de modificação do registro do projeto da peça ensaiada;
– Qualquer documento de autorização de modificação de engenharia, que
ainda não tenha sido incorporado no registro do projeto;
– Número, data, e nível de modificação das especificações, nos quais a
peça foi ensaiada; Data na qual o ensaiado foi executado; Quantidade
ensaiada; Resultados atuais;
– Nome do fornecedor do material e, quando requerido pelo cliente, o
código do vendedor/fornecedor designado pelo cliente.

• Nota:
• Os resultados de ensaio de material podem ser apresentados em qualquer
formato conveniente. Um exemplo é mostrado no Apêndice D.
• Para produtos com especificações de materiais desenvolvidas pelo cliente,
e uma lista de fornecedor aprovado pelo cliente, a organização deve
desenvolver materiais e/ou serviços (exemplos: pintura, tratamento térmico
e superficial, solda) de fornecedores desta lista.
Seção 2 – Requisito 2.2.10.1 –
Resultados de Ensaios de Desempenho
• A organização deve executar ensaios para toda(s) a(s) peça(s) ou
material(ais) de produto, quando requisitos de desempenho ou
funcional forem especificados pelo Registro de Projeto ou pelo
Plano de Controle.
• Os resultados de ensaio de desempenho devem indicar e incluir:
– Nível de modificação do registro de projeto da peça ensaiada;
– Quaisquer documentos de modificação de engenharia
autorizada que não tenham ainda sido incorporados no registro
do projeto;
– Nº, data, e o nível de modificação da especificação nos quais a
peça foi ensaiada;
– Quantidade testada; Resultados atuais.

• Nota: Os resultados do ensaio de desempenho podem ser


apresentados em qualquer formato conveniente.
– Um exemplo é mostrado no Apêndice E do manual
Seção 2-Requisito 2.2.11
Estudos Iniciais do Processo
• 2.2.11.1 - Generalidades:

• O nível de capacidade inicial de processo ou desempenho deve


ser determinado como aceitável, antes da submissão, para todas
as características especiais designadas pelo cliente ou pela
organização.

• A organização deve obter o acordo com o cliente no índice para


estimar a capacidade inicial do processo, antes da submissão.

• A organização deve executar as análises do sistema de medição,


para entender como os erros de medição afetam as medições
estudadas (ver 2.2.8).

• Nota 1: Onde não for identificada nenhuma característica especial,


o cliente se reserva o direito de requerer a demonstração da
capacidade inicial do processo, em outras características.
2.2.11.1 - Estudos iniciais do processo (Continuação)
• Nota 2: O propósito é determinar se o processo produtivo é
apropriado para produzir produtos que atendam aos requisitos do
cliente.
• O estudo inicial do processo está focado em variáveis e não em
atributos. Os erros de montagem, falhas no ensaio e defeitos de
superfície são exemplos de dados de atributos, cujo entendimento
é importante, mas que não são cobertos por este estudo inicial.
• Para entender o desempenho das características monitoradas por
atributos, serão necessários mais dados coletados ao longo do
tempo.
• A menos que seja aprovado pelo representante autorizado do
cliente, dados de atributo não são aceitáveis para a submissão do
PPAP.

• Nota 3: Cpk e Ppk são descritos a seguir. Outros métodos mais


apropriados, para certos processos ou produtos, podem ser
substituídos, pela aprovação prévia de um representante
autorizado do cliente.
2.2.11.1 - Estudos Iniciais do Processo (Continuação)
• Nota 4: Os estudos iniciais do processo são de curto prazo, e não
prevêem os efeitos do tempo e variação de pessoas, materiais,
métodos, equipamento, sistemas de medição e o ambiente.
• Mesmo para estes estudos de curto prazo, é importante coletar e
analisar os dados nos pedidos de produção usando os gráficos de
controle.

• Nota 5: Para características que podem ser estudadas usando os


gráficos de Xbar e R, um estudo de curto prazo deve ser baseado
em um mínimo de 25 sub-grupos contendo, no mínimo, 100 leituras
de peças consecutivas, de uma corrida significativa de produção
(ver 2.1).
• Os dados do estudo inicial podem ser trocados pelos dados
históricos, de longo prazo, ou de mesmo processo ou similar. Para
certos processos, ferramentas analíticas alternativas, como
gráficos de indivíduos e amplitudes móveis, podem ser
apropriadas e permitidas, com a aprovação de um representante
autorizado do cliente.
2.2.11.1-Exemplo de Carta de Controle
• Para ajudar a tomar essa decisão, limites de controle podem ser
adicionados ao gráfico de controle, que indica a extensão
esperada da variação de “causas comuns”.

Resistência a impacto de
amostras de portas
LSC

LIC

Tempo
Requisito - 2.2.11.2
Índices da Qualidade (Parte 1)
• Os estudos iniciais do processo devem ser sumarizados com os
índices de capacidade e desempenho, se aplicável.

• Nota 1: Os resultados do estudo inicial do processo dependem do


propósito do estudo, dos métodos de aquisição de dados,
amostragem, quantidade de dados, demonstração do controle
estatístico, etc.

• Ver o manual de referência do CEP para informação adicional e


entendimento básico dos princípios de estabilidade estatística e
medidas do processo (índices).

• Para obter orientação sobre os itens listados a seguir, entre em


contato com o representante autorizado do cliente.
Requisito - 2.2.11.2
Índices da Qualidade (Parte 2)
• Cpk = Índice de capacidade para um processo estável

• A estimativa do sigma é baseada na variação dentro do sub-grupo


(Rbar/d2 ou Sbar/c4)

• .O Cpk:
– É um indicador da capacidade do processo, baseado na
variação dentro de cada sub-grupo de um conjunto de dados;
– Não inclui o efeito da variabilidade entre os sub-grupos;
– É um indicador de quão bom um processo poderia ser, se todas
as variações entre sub-grupos fossem eliminadas;
– Seu uso é apena um indicador incompleto do desempenho do
processo.
– Para mais informações, ver o manual de referência de CEP.
Requisito - 2.2.11.2
Índices da Qualidade (Parte 3)
• Ppk – Índice de desempenho :
• A estimativa do sigma é baseada na variação total (todos os dados
individuais da amostra, usando o desvio padrão amostral “S” –
equação da raiz média quadrática.

• O Ppk é um indicador do desempenho do processo, baseado na


variação do processo através do conjunto completo dos dados.

• Cpk e Ppk não são limitados à variação dentro dos sub-grupos.


Entretanto, o Ppk não pode isolar a variação dentro do sub-grupo
da variação entre sub-grupos.

• Quando calculados do mesmo conjunto de dados, o Cpk e o Ppk


podem ser comparados para analisar as fontes de variação do
processo.

• Para mais informações, ver o manual de referência de CEP.


Requisito - 2.2.11.2
Índices da Qualidade (Parte 4)
• Estudos iniciais do processo - O propósito do estudo inicial do processo é entender
a variação do processo, não somente chegar a um valor de índice específico.
Quando dados históricos estiverem disponíveis, ou dados iniciais suficientes
existirem, para plotar um gráfico de controle (no mínimo 100 amostras individuais),
o Cpk pode ser calculado, quando o processo estiver estável. (continua)

• Por outro lado, para processos com causas especiais previsíveis e conhecidas, e
saída atendendo às especificações, o Ppk deveria ser usado, quando não existirem
dados disponíveis suficientes (< 100 amostras), ou houver fontes desconhecidas de
variação, contate o representante autorizado do cliente para desenvolver um plano
apropriado.

• Nota 2: Para estudos iniciais do processo, envolvendo mais que um cauda do


processo, podem ser requeridos métodos estatísticos adicionais apropriados, ou
abordagens.

• Nota 3: Para material a granel, a organização deve obter um acordo do cliente,


considerando técnicas adequadas para os estudos iniciais do processo, se
requerido, a fim de determinar uma estimativa eficaz da capacidade.
Requisito 2.2.11.3 - Critério de Aceitação para
o Estudo Inicial
• A organização deve usar o que se segue, como critério de aceitação
para avaliação dos resultados do estudo inicial do processo, para
processos que aparentam estabilidade.
• Nota 1: Atender ao critério de aceitação da capacidade do estudo
inicial do processo é um dos diversos requisitos do cliente, que
direcionam para a aprovação da submissão do PPAP.
• Nota 2: Ver 2.2.11.1 e 2.2.11.2.

Resultados Interpretação
Índice > 1,67 O processo atual atende ao critério de aceitação.

1,33 ≤ Índice ≤ 1,67 O processo pode ser aceito. Contate o representante


do cliente para uma análise dos resultados dos
estudos.
Índice < 1,33 O processo atual não atende ao critério de aceitação.
Contate o representante autorizado do cliente para
uma análise dos resultados do estudo.
2.11.3-A natureza estatística de um problema

Descentralizado, mas sem Centralizado , mas


dispersão disperso
X X
XX X X
X XXX X X
X
X X
X
X X
X
X
X
Centralizado e sem X
dispersão X

X XX
X XX
Ação: XXX X Ação :
XXX X
Centralizar reduzir
Processo variabilidade

O Controle de Processos atua nas características que estão fora do especificado


(alvo ) e/ou que tenham alto grau de variação.
2.11.3-Interpretação da Carta de Controle
CP e % Peças dentro Quantidade de peças fora Curva Característica do processo, em
CpK da Tolerância da tolerância Relação à tolerância.

0,33 68,26% 320 em cada mil


LIE
LSE

0,66 95,4% 50 em cada Mil


LSE LIE

1,00 99,73% 3 em cada mil

LSE LIE
2.11.3-Interpretação da Carta de Controle
CP e % Peças dentro Quantidade de peças fora Curva Característica do processo, em
CpK da Tolerância da tolerância Relação à tolerância.
1,33 99,994 % 60 em cada milhão
LSE LIE

1,66 99,99994 % 60 em cada 100 mihões


LSE LIE

2,00 99,9999998% 2 em cada Bilhão


LSE LIE
2.11.3 – Aceitação Índice do Processo
• Pp e Ppk > 1,67 - O processo atende às especificações, iniciar
a produção;

• 1,33 < Pp e Ppk < 1,67 - O processo atende às especificações,


iniciar produção, tendo cuidado especial com as
características mais importantes do processo, até que seja
atingido um Cpk > 1,33;

• Ppk < 1,33 - O processo não atende às especificações, é


preciso tentar melhorá-lo, antes de colocá-lo em produção.

• Cp e Cpk > 1,33 - o processo atende às especificações.

• Cpk < 1,33 - o processo não atende às especificações e


necessita de melhoria (há refugos e retrabalho).
Requisito 2.2.11.4 Processos instáveis
• Dependendo da natureza da instabilidade, um processo instável
pode não atender aos requisitos do cliente.

• A organização deve identificar, avaliar e, sempre que possível,


eliminar as causas especiais da variação, antes da submissão do
PPAP.

• A organização deve notificar o representante autorizado do


cliente, sobre quaisquer processos instáveis que possam existir, e
deve submeter um plano de ação corretiva ao cliente, antes de
qualquer submissão.

• Nota: Para materiais a granel, para processos com causas


especiais previsíveis e conhecidas, cujas saídas atendam às
especificações, planos de ação corretiva podem não ser
requeridos pelo cliente.
2.2.11.5 Processos com Especificação
Unilateral ou Distribuição Não Normal
• A organização deve determinar, com o representante autorizado
do cliente, um critério de aceitação alternativa, para os processos
com especificações unilaterais ou com distribuição não normais.

• Nota:
• O critério de aceitação mencionado (2.2.11.3) assume normalidade
e especificação bilateral (meta no centro).
• Quando isto não for verdade, o uso desta análise pode resultar
em informações não confiáveis.
• Este critério de aceitação pode requerer um tipo diferente de
índice ou algum método de transformação de dados.
• O foco deveria ser o entendimento das razões da não normalidade
(exemplo: o processo é estável ao longo do tempo?), e o
gerenciamento da variação.

• Ver o manual de referência do CEP para mais informações


2.2.11.6 - Ações a serem Tomadas quando o
Critério de Aceitação não for Satisfeito
• A organização deve contatar o representante autorizado do
cliente, se o critério de aceitação (2.2.11.3) não puder ser
alcançado até a data prometida de submissão do PPAP.
• A organização deve submeter ao representante autorizado do
cliente, para aprovação, um plano de ação corretiva e um
Plano de Controle modificado, providenciando normalmente
uma inspeção 100%.
• Esforços para reduzir a variação devem ser contínuos, até
que o critério de aceitação seja atendido, ou até que a
aprovação do cliente seja recebida.

• Nota 1: Metodologias de inspeção 100% estão sujeitas à


análise crítica e concordância do cliente.
• Nota 2: Para material a granel, inspeção 100% significa uma
avaliação de uma amostra de produto de um processo
contínuo, ou lote homogêneo, que é representativo de uma
corrida inteira de produção.
2.2.12 - Documentação do
Laboratório Qualificado
• A inspeção e os ensaios para o PPAP devem ser executados por
um laboratório qualificado, conforme definido pelos requisitos do
cliente (exemplo: um laboratório acreditado).

• O laboratório qualificado (interno ou externo à organização), deve


ter um escopo e documentação, mostrando que é qualificado para
o tipo de medições ou ensaios conduzidos.

• Quando um laboratório externo / comercial for usado, a


organização deve submeter os resultados de ensaios, no papel de
carta do laboratório ou no formato de relatório normal do
laboratório.

• O nome do laboratório que executou os ensaios, a(s) data(s) dos


ensaios e a norma utilizada para executar os ensaios devem ser
identificados.
2.2.13 - Relatório de Aprovação de Aparência (RAA)
• Um Relatório de Aprovação de Aparência (RAA) deve ser preenchido,
separadamente para cada peça, ou séries de peças, se houver requisitos
de aparência no registro de projeto.
• Uma vez completos satisfatoriamente todos os critérios requeridos, a
organização deve registrar a informação no RAA. O RAA preenchido, mais
os produtos/peças representativos da produção, devem ser submetidos
ao local especificado pelo cliente, para receber a disposição do RAA
(completa com a disposição e assinatura do representante autorizado do
cliente).
• Em seguida, a organização deve acompanhar o PSW, no prazo da
submissão final, uma vez que seja requerido pelo nível de submissão. Ver
os requisitos específicos do cliente para os requisitos adicionais.

• Nota 1: O RAA aplica-se, geralmente, só para peças com requisitos de cor,


granulação ou acabamento de superfície.
• Nota 2: Alguns clientes podem não exigir todos os campos do RAA.

• Ver o Apêndice B ou especificações do cliente, para instruções


detalhadas do preenchimento do RAA.
2.2.14 e 2.2.15 Amostras (Produção/Padrão)
• 2.2.14 - Amostras de peças de produção
• A organização deve prover uma amostra do produto, conforme
especificado pelo cliente.

• 2.2.15 Amostra padrão


• A organização deve reter uma amostra padrão, pelo mesmo período do
registro de aprovação da peça de produção, ou,
– a) Até que uma nova amostra padrão seja produzida para um mesmo
número da peça para aprovação do cliente, ou,
– b) Quando uma amostra padrão for requerida pelo registro de projeto,
Plano de controle ou critério de inspeção, como uma referência ou
padrão.

• A amostra padrão deve ser identificada como tal, e deve mostrar a data da
aprovação do cliente na amostra. A organização deve reter uma amostra
padrão para cada posição de uma cavidade múltipla, molde, ferramenta ou
modelo, ou processo de produção a menos que de outra maneira
especificada pelo cliente.
2.2.15 Amostras (produção/padrão)
• 2.2.15 Amostra padrão

• Nota 1: Quando o tamanho/volume das peças, etc. fizer com


que o armazenamento da amostra seja difícil, os requisitos de
retenção da amostra padrão podem ser modificados ou
dispensados por escrito pelo representante autorizado do
cliente.
• O propósito dessa amostra é ajudar na definição do padrão
de produção, especialmente quando os dados forem
ambíguos ou com detalhes insuficientes para replicar
completamente a peça de seu estado originalmente
aprovado.

• Nota 2: Muitas propriedades do material a granel são, por sua


natureza, dependentes do tempo, e se uma amostra padrão
for requerida, esta pode consistir de registro de manufatura,
resultados de ensaios, e análises do certificado dos
ingredientes chaves, para a amostra de submissão aprovada
(ver Apêndice F).
2.2.16 Ajudas de verificação
• Se requerido pelo cliente, a organização deve submeter, juntamente com a
submissão do PPAP, alguma montagem específica de ajuda de verificação
da peça ou componente.
• A organização deve certificar que todos os aspectos da ajuda de
verificação estejam de acordo com os requisitos dimensionais da peça.
• A organização deve documentar todas as modificações do projeto de
engenharia entregues, que tenham sido incorporadas nas ajudas, no
momento da submissão.
• A organização deve fornecer manutenção preventiva para as ajudas de
verificação, pelo tempo de vida da peça (ver glossário - "peça ativa").
• Estudos das Análises do Sistema de Medição, por exemplo R&R, exatidão,
tendência, linearidade, estabilidade, devem ser conduzidos, de acordo com
os requisitos do cliente. (ver 2.2.8 e o Manual de Referência do MSA).

• Nota 1: As ajudas de verificação podem incluir os fixadores, dispositivos de


medição por variáveis e atributos, modelos, templates, mylars específicos
do produto sendo submetido.
• Nota 2: As ajudas de verificação, etc, geralmente não se aplicam para
materiais a granel. Se as ajudas de verificação para materiais a granel
forem usadas, a organização deve entrar em contato com o representante
autorizado do cliente considerando este requisito.
2.2.17 – Requisitos Específicos do Cliente

• A organização deve ter registros de


conformidade com todos os requisito
específicos do cliente aplicáveis.

• Para materiais a granel, requisitos


específicos do cliente aplicáveis devem
ser documentados no Checklist de
requisitos de material a granel.
2.2.18 Garantia de submissão de peça (PSW)
• Uma vez completados todos os requisitos do PPAP, a
organização deve completar a Garantia de Submissão de
Peça (PSW).
• Um PSW separado deve ser preenchido para cada número da
peça do cliente a menos que de outra forma acordado com o
representante autorizado do cliente.
• Se a produção das peças for realizada em mais que uma
cavidade, molde, ferramenta, estampo, modelo ou processo
de produção, tal como linha ou célula, a organização deve
completar a avaliação dimensional (ver 2.2.9) de uma peça de
cada. As cavidades, moldes, linhas, etc. específicas, devem,
então, ser identificadas na linha "Molde/Cavidade/Processo
de Produção" no PSW, ou em um anexo do PSW
• A organização deve verificar que todos os resultados de
medição e ensaio mostrem a conformidade com os
requisitos do cliente e que toda a documentação requerida
esteja disponível e, para os níveis 2, 3 e 4, esteja incluída na
submissão como apropriado. O responsável da organização
deve aprovar o PSW e fornecer a informação de contato.
2.2.18 Garantia de submissão de peça (PSW)
• Nota 1: Uma garantia por número de peça do cliente
pode ser usada, para sumarizar muitas modificações
permitindo que estas estejam adequadamente
documentadas, e a submissão esteja em conformidade
com os requisitos de prazo dados pelo cliente.

• Nota 2: Os PSWs podem ser submetidos


eletronicamente, de acordo com os requisitos do
cliente.
2.2.18.1 Peso da Peça (massa)
• A organização deve registrar no PSW o peso da peça, como
embarcado, no PSW, medido e expresso em quilogramas,
com quatro casas decimais (0,0000), a menos que
especificado de outra forma pelo cliente.
• O peso não deve incluir os protetores de embalagem,
dispositivos de montagem ou materiais de embalagem.
• Para determinar o peso da peça, a organização deve pesar
individualmente 10 peças, selecionadas aleatoriamente,
calcular e relatar o peso médio. No mínimo uma peça deve
ser medida de cada cavidade, ferramenta, linha ou processo,
a ser usada na realização do produto.

• Nota: Este peso é usado para análise do peso do veículo


somente e não afeta o processo de aprovação. Onde não
houver requisito de produção ou serviço, para um mínimo de
10 peças, a organização deveria usar o número requerido
para cálculo da média do peso da peça. Para materiais a
granel, o campo do peso da peça não é
• aplicável.
Seção 3 - Notificação ao Cliente e
Requisitos de Submissão
• 3.1 Notificação ao cliente
• A organização deve notificar o representante autorizado do
cliente de qualquer modificação no projeto, processo, ou no
site. Exemplos estão indicados a seguir (Tabela 3.1).

• Nota: As organizações são responsáveis por notificar o


representante autorizado do cliente, de todas as
modificações do projeto da peça e/ou do processo de
manufatura.

• Uma vez que o representante autorizado do cliente tenha


sido notificado, e aprove a modificação proposta, depois da
implementação da modificação a submissão do PPAP é
requerida, a menos que de outra forma especificada.
3.1 Notificação ao cliente – Tabela 3.1
Exemplos de modificações Esclarecimentos ou Exemplos
que requerem notificações
1 - Uso de outra construção Por exemplo, outra construção, conforme
ou material que foi usado na documentado no desvio (permissão), ou
aprovação prévia da peça ou incluído como uma nota no registro de
produto. projeto, e não coberto por uma modificação
de engenharia como descrito na Tabela 3.2,
#3.

2 - Produção através de Este requisito aplica-se somente para


ferramentas novas ou ferramenta que, devido à sua forma única
modificadas (exceto ou função, pode influenciar a integridade do
ferramentas perecíveis), produto final. Isto não significa descrever
matriz, molde, modelo, etc, ferramentas padrão (nova ou reparada), tais
incluindo ferramental como dispositivo de medição normalizada,
adicional ou de reposição. drivers (manual ou de potência) etc.
3.1 Notificação ao cliente – Tabela 3.1
3 - Produção seguindo Atualização significa a reconstrução e/ou
atualização ou rearranjo modificação, de uma ferramenta ou máquina ou
de ferramental ou aumento da capacidade, desempenho ou
equipamento existente modificação da função existente.
Isto não significa ser confundido com
manutenção normal, reparo ou troca de peças,
etc, para a qual nenhuma alteração no
desempenho é esperado e, após o reparo,
métodos de verificação foram estabelecidos.
Rearranjo é definido como a atividade que
modifica a seqüência do fluxo do
produto/processo, daquele documentado no
diagrama de fluxo do processo (incluindo a
adição de um novo processo).
Ajustes menores do equipamento de produção
podem ser requeridos, para atender aos
requisitos de segurança, tais como, instalação de
cobertura de proteção, eliminação de riscos de
ESD potencial, etc.
3.1 Notificação ao cliente – Tabela 3.1
4-Produção de ferramental e Ferramental e/ou equipamento de processo
equipamento transferido, de de
uma planta diferente ou de uma produção, transferido entre prédios ou
planta Adicional instalações em um ou mais locais.
5-Mudança de fornecedor para A organização é responsável pela
as peças, materiais não aprovação do material e serviço do
equivalentes, ou serviços fornecedor.
(exemplos: tratamento térmico,
superficial).

6 - Produto produzido depois A Notificação é requerida quando a peça


que o ferramental estiver inativo não possuir pedido de compra ativo, e a
por um volume de produção de ferramenta existente estiver inativa por um
doze meses ou mais. volume de produção de doze meses ou
mais. A única exceção é quando a peça
tiver um volume baixo, como serviço ou
veículos especiais.
Entretanto, um cliente pode especificar
certos requisitos de PPAP para peças de
serviços.
3.1 Notificação ao cliente – Tabela 3.1
7-Modificação de produto e Qualquer modificação, incluindo
processo, relacionado aos modificações nos fornecedores da
componentes da produção do organização e seus fornecedores, que
produto manufaturado, afete os requisitos do cliente como, por
internamente ou manufaturado exemplo: ajuste, forma, função,
por fornecedores. desempenho e/ou durabilidade.

8 -Modificação no método de Para modificação no método de ensaio, a


inspeção ou ensaio - nova técnica organização deve ter evidência de que o
(não afeta o critério de aceitação). novo método fornece resultados
equivalentes ao método antigo.

Para materiais a granel somente: Espera-se que estas modificações


normalmente tenham um efeito no
9-Nova fonte de matéria prima, de desempenho do produto.
fornecedor novo ou existente.

10-Modificação nos atributos de


aparência do produto.
3.2 Submissão ao cliente
• A organização deve submeter a aprovação do PPAP, antes
do primeiro embarque de produção, nas seguintes
situações, a menos que o representante autorizado do
cliente tenha dispensado deste requisito (Tabela 3.2).

• Nota: Nas situações descritas a seguir, antes da notificação


ou comunicação, a autorização do representante do cliente
é assumida.

• A organização deve analisar criticamente e atualizar,


conforme necessário, todos os itens aplicáveis no arquivo
de PPAP para refletir o processo de produção,
independentemente se o cliente solicitar ou não uma
submissão formal. O arquivo de PPAP deve conter o nome
do representante autorizado do cliente que concede.
3.2 Submissão ao cliente – Tabela 3.2
Requisito Esclarecimento

1. Uma nova peça ou A submissão é requerida para um novo produto (entrega


produto (exemplo: uma inicial), ou um produto aprovado previamente, que tenha
peça especifica, um número de peça designado novo ou revisado (exemplo:
material ou cor não sufixo). Um novo produto/peça ou material adicionado à
previamente fornecidas família, pode usar a documentação apropriada do PPAP de
um cliente). uma peça completamente aprovada previamente, dentro da
mesma família de produto.
2. Correção de uma Submissões são requeridas para a correção de quaisquer
discrepância numa discrepâncias na submissão da peça previamente. Uma
peça antes submetida. discrepância pode ser relacionada ao:
• Desempenho do produto contra o requisito do cliente,
• Emissões de capacidade ou dimensional,
• Problemas do fornecedor,
•Aprovação de uma peça substituindo uma aprovação
interina, e
• Ensaio, incluindo material, desempenho, emissão de
validação de engenharia.
3.2 - Submissão ao cliente – Tabela 3.2
Requisito Esclarecimento

Modificação de engenharia, nos Submissão é requerida nas


registros de projeto, de modificações de engenharia,
especificações, ou de materiais para os registros de projeto da
para a produção, no produto ou peça ou produto em produção.
no número da peça.

Só para materiais à granel:

4. Nova tecnologia de
processamento para o
fornecedor, não previamente
usada neste produto.
Seção 4 - Submissão ao Cliente
Níveis de Evidência
• 4.1 Níveis de submissão. A organização deve submeter os itens e/ou
registros especificados, no nível identificado na tabela a seguir (Tabela 4.1).

Nível 1 Garantia somente submetida ao cliente (e, para itens designados


como itens de aparência,, um Relatório de Aprovação de Aparência
- RAA).
Nível 2 Garantia, com amostras de produto e dados de suporte limitados,
submetidas ao cliente.

Nível 3 Garantia, com amostras de produto e dados de suporte completos


submetidas ao cliente.

Nível 4 Garantia, e outros requisitos, como definidos Nível 4 pelo cliente.

Nível 5 Garantia, com amostras de produto e dados de suporte completos


disponíveis para análise, conforme definido no local de manufatura
da organização.
4.2 - Submissão ao cliente - Níveis de evidência
• Ver os requisitos de retenção/submissão na Tabela 4.2, a seguir,
para os requisitos de cada nível de submissão.

• A organização deve usar o Nível 3, como nível "default“, para


todas as submissões, exceto quando especificado de outra
forma, pelo representante autorizado do cliente.

• O requisito mínimo de submissão para material a granel é o PSW


e o Checklist de material a granel.

• Para as submissões de PPAP para material a granel, marque


“Outro” para a razão da submissão, no formulário de PSW (Part
submission warrant) e especifique o “material a granel”.

• Isto indica que o “checklist dos requisitos de material a granel”


foi usado para especificar os requisitos do PPAP para material a
granel, e deve ser incluído no pacote de submissão.
4.2 - Submissão ao Cliente
Níveis de Evidência
• Nota 1: O representante autorizado do cliente pode
identificar o nível de submissão, diferente do nível
default, que deve ser usado para toda organização, ou
combinação de organização e número da peça do cliente.
Locais diferentes do cliente podem designar diferentes
níveis de submissão para o mesmo local de manufatura da
organização e níveis de submissão para o mesmo local de
manufatura do fornecedor.

• Nota 2: Todos os formulários mencionados neste


documento podem ser substituídos por fac-símiles
gerados por computador. A aceitabilidade destes fac-
símiles deve ser Confirmada com o representante
autorizado do cliente, antes da primeira submissão.
Tabela 4.2 - Requisitos de Submissão e
Retenção Normativa
Nível de Submissão
Item Requisitos Nível Nível Nível Nível Nível
1 2 3 4 5
1 Registros de projeto do produto vendido R S S * R
Componentes / detalhes de sua propriedade R R R * R
Todos os outros componentes / detalhes R S S * R
Documentos de modificações de engenharia,
2 se houver algum R S S * R
3 Aprovação da eng. do cliente, se requerido R R S * R
4 FMEA de projeto R R S * R
5 Diagramas de fluxo do processo R R S * R
6 FMEA de Processo R R S * R

A organização deve submeter ao cliente e reter uma cópia dos registros ou itens da documentação nos locais
S
apropriados.

R A organização deve reter em locais apropriados e manter disponível para o cliente sempre que solicitado.

* A organização deve reter em locais apropriados, e submeter ao clinte caso seja necessário.
Tabela 4.2 - Requisitos de Submissão e
Retenção Normativa
Nível de Submissão
Item Requisitos Nível Nível Nível Nível Nível
1 2 3 4 5

7 Plano de Controle R R S * R
Estudos das análises do sistema de medição
8 (MSA) R R S * R

9 Resultados dimensionais R S S * R

10 Resultados de ensaios de desemp. e material R S S * R

11 Estudos iniciais de processo R R S * R

12 Documentação do laboratório qualificado R S S * R

A organização deve submeter ao cliente e reter uma cópia dos registros ou itens da documentação nos locais
S
apropriados.
R A organização deve reter em locais apropriados e manter disponível para o cliente sempre que solicitado.

* A organização deve reter em locais apropriados, e submeter ao clinte caso seja necessário.
Tabela 4.2 - Requisitos de Submissão e
Retenção Normativa
Nível de Submissão
Item Requisitos Nível Nível Nível Nível Nível
1 2 3 4 5
Relatório de aprovação de aparência
13 (RAA), se aplicável S S S * R
14 Amostra do produto R S S * R
15 Amostra padrão R R R * R
15 Meios de inspeção R R R * R
Registros de conformidade com os
17 requisitos específicos do cliente S R S * R
Garantia da submissão da peça (PSW) S S S S R
18 Checklist de material a granel S S S S R

A organização deve submeter ao cliente e reter uma cópia dos registros ou itens da documentação nos locais
S
apropriados.

R A organização deve reter em locais apropriados e manter disponível para o cliente sempre que solicitado.

* A organização deve reter em locais apropriados, e submeter ao clinte caso seja necessário.
Seção 5 - Status de submissão da peça
• 5.1 Generalidades:

• Após a aprovação da notificação, a organização deve garantir que a


produção futura continue a atender a todos os requisitos do cliente.

• Nota: Para aquelas organizações que foram classificadas como "auto


certificadoras“ (Nível 1 de submissão do PPAP), por um cliente
específico, a submissão da documentação requerida,mostrando
aprovação da organização, será considerada como aprovada pelo
cliente, exceto se a organização tiver sido informada do contrário.

• 5.2.1 Aprovado
• Aprovado indica que a peça ou material, incluindo todos os sub-
componentes, atende a todos os requisitos do cliente.

• A organização é, portanto, autorizada a embarcar quantidades


produzidas do produto sujeitas a liberação da atividade de programação
do cliente.
5.2 Situação do PPAP no cliente
• 5.2.2 Aprovação condicional
• Aprovação condicional permite o embarque do material para os requisitos
de produção, por um tempo ou quantidade básica de peças.
• A aprovação condicional será concedida somente quando a organização
tiver: Definida claramente a aprovação preventiva do não atendimento; e,
Preparado um plano de ação de aprovação condicional com o cliente.
• A resubmissão do PPAP é requerida para obter a situação de "aprovação
plena".

• Nota 1: A organização é responsável por implementar ações de contenção,


para garantir que somente material aceitável esteja sendo embarcado para
o cliente
• Nota 2: Peças com situação de “Aprovação Condicional”, não são
consideradas “Aprovadas”. O material coberto por uma aprovação
condicional, e que deixa de atender ao plano de ação acordado, seja por
ultrapassar a data limite ou a quantidade autorizada de peças, será
rejeitado. Nenhuma entrega adicional é autorizada, a não ser que seja dada
uma extensão da aprovação condicional.

• Para material a granel, a organização deve usar o Formulário "Aprovação


condicional de material a granel", ou seu equivalente (ver o Apêndice F).
5.2 - Situação do PPAP no cliente

• 5.2.3 Rejeitado:

• Rejeitado significa que não atende aos requisitos do


cliente, na submissão do PPAP, com base no lote
produzido do qual este for tomado, e a
documentação que o acompanha não atende aos
requisitos do cliente.

• Em tais casos, a submissão deve ser aprovada


antes que as quantidades produzidas possam ser
embarcadas.
Seção 6 - Retenção de registro
• Os registros de PPAP (ver 2.2), sem considerar o nível de
submissão, deve ser mantido pelo tempo em que peça estiver
ativa (glossário), mais 1 ano calendário.

• A organização deve garantir que os registros apropriados do


PPAP, de um arquivo de PPAP de uma peça substituída, sejam
incluídos, ou referenciados, no arquivo do novo PPAP.

• Nota: Um exemplo de um registro/documento apropriado, que


deveria ser carregado de um arquivo de uma peça antiga para um
arquivo novo, seria a certificação do material de um fornecedor
de matéria prima, para uma nova peça que represente somente
uma alteração da dimensão de um número da peça antiga.

• Isto deveria ser identificado pela condução de uma análise de


"gap" do PPAP, entre os números das peças antigas e os novos.
Apêndices do Manual PPAP

Requisitos específicos
• Os requisitos específicos do PPAP 4ª
Edição estão disponíveis no site:

• www.iaob.org.
Apêndices do Manual PPAP

Apêndices, de A até H
A – Conclusão do PSW, com 27 itens, mais 2 formulários
B – Conclusão do RAA, com 25 itens, mais 2 formulários
C – Aprovação de peça de produção, resultados dimensionais, com 1
formulário
D - Aprovação de peça de produção, resultados de teste de material,
com 1 formulário
E - Aprovação de peça de produção, resultados de teste de
performance, com 1 formulário
F – Material a granel, requisitos específicos, com 14 itens e outros
tantos subitens, várias tabelas de consulta e 5 formulários
G – Pneus (tires), requisitos específicos, com 3 itens
H – Indústria de caminhões, requisitos específicos, com 22 itens,
mais 4 formulários
Manual Ford
Global Phased PPAP - Conceito
• É um método estruturado da Ford, para gerenciar o PPAP, estando dividido
• em 4 fases e 19 atividades, para melhorar a performance de lançamento:
• Fase 0: Run-at-rate
• Fase 1: Verificação da qualidade
• Fase 2: Verificação da produção
• Fase 3: Verificação da capacidade
• Objetivos:
• Garantir o lançamento e a entrega de produtos, que atendam e
• superem as expectativas do cliente.
• Garantir o lançamento do fornecedor, sem problemas de qualidade e
• capacidade.
• Demonstrar que o fornecedor pode produzir peças com qualidade e no
• volume requerido pela Ford, por meio de um trabalho em equipe.
• Fornecedor deve demonstrar a capacidade de manufatura, a qualidade dos
• produtos e a capacidade de produção antes do Job#1!!!
Global Phased PPAP - Resumo
 Run–at-rate  Verificação da  Verificação da  Verificação da
qualidade produção capacidade
 Peças produzidas
num fluxo de produção  Análise das peças  Peças produzidas no  Peças produzidas no
(no mínimo uma produzidas fluxo de produção real fluxo real completo
ferramenta ou linha), anteriormente. (linha, ferramenta, (linha, ferramenta,
em ritmo e velocidade equipamento e equipamento e
normal.  Testes dimensionais, pessoal), previsto para pessoal).
de laboratório e de o lançamento,  Verificação da
 Indicador inicial da especificações de instalado e operando. capacidade é
capacidade do engenharia (ES) demonstrada pela
fornecedor (Análise da completos.  Testes dimensionais, produção de peças
capacidade) de laboratório e de com qualidade
 Amostras de produto especificações de equivalente a 1 dia de
e padrão engenharia (ES) produção da Ford (DPV
confeccionadas. completos, para todas – Daily Planning
as linhas, ferramentas, Volume).
 Aprovação de cavidades (incluindo  Submissão do PSW.
aparência. aprovação de Análise da capacidade.
 Submissão do PSW. aparência).

 Amostras de produto
e padrão
confeccionadas.
Submissão do PSW.

Peças do run-at-rate devem ser utilizadas nas fases 1 e 2


Anexo A - Avaliação dos Sistemas de Medição
• Introdução
• Na ciência da Metrologia é preciso que se tenha confiança nos
valores apresentados;

• Uma das formas de se conhecer e confiar nos meios, ou


instrumentos de avaliação é o uso do cálculo de R & R.

• O conhecimento da Repetitividade e da Reprodutibilidade,


conferem ao sistema de medição um grau de confiança maior.

• A repetitividade de um instrumento de medição ou de resultados


de medição é o grau de concordância entre os resultados obtidos
de medições sucessivas de um mensurando efetuadas sob as
mesmas condições de medição.

• A reprodutibilidade dos resultados de uma medição é


caracterizada pelo grau de concordância entre os resultados das
medições de um mesmo mensurando, efetuadas sob condições
variadas de medição.
Avaliação de Instrumentos de medição
- Repetitividade -
Repetitividade (VE)
É a variação entre os valores obtidos no mesmo
equipamento, quando usado por um mesmo operador,
medindo a mesma característica, várias vezes na mesma
peça.

Causas:
Variação da peça
Variação do instrumento
Variação do padrão
Variação do operador
Variação do método
Variação do meio e outros

Repetitividade
Avaliação de Instrumentos de medição
- Reprodutibilidade -
Reprodutibilidade (VO)
• É a variação na média das medições, quando realizadas por
diferentes operadores usando o mesmo equipamento, medindo a
mesma característica, várias vezes na mesma peça.

Operador C

Causas:
- Treinamento ineficaz dos
operadores
- Violação de Procedimentos
durante o estudo e outros
Operador B

Operador A

Reprodutibilidade
R&R: É a combinação das variações de
Repetitividade e Reprodutibilidade
• Determinando o R&R
• Método da amplitude
• Método da média e amplitude.
• Método da ANOVA.
– Obs: A reprodutibilidade pode representar a variação entre dispositivos
de fixação, métodos de medição. Caso outro componente do sistema
varie, a reprodutibilidade deve ser avaliada.

Valor de Referência

Operador A Operador C Operador B

 2
R&R  2
repetitividade  2
reprodutibilidade
1 – R&R - Método de Amplitude:
• Selecione 5 ou mais peças da
produção e 2 operadores.
Ri  xi , j  xis
• Cada operador deve medir uma vez
cada peça.
n

• Calcule a amplitude para cada peça R i


R i 1

• Calcule a média da amplitude n

• Calcule o GRR
– Onde d2 é obtido na tabela R
estatística GRR  *
d2
• Calcule o % GRR

GRR
%GRR  100 % *
DesvioPadrãodo Pr ocesso 6   
1.1 – R&R - Método de Amplitude:Exercício
• Exemplo: Dois operadores realizaram medições em cinco peças. Os
resultados obtidos são apresentador na tabela abaixo. O desvio do
processo foi calculado a partir de dados existentes do processo e é
igual a 0,0777.
• d2 = 2,4048 (para dois avaliadores)

Peça Operador A Operador B Amplitude n

1 0,85 0,80
(R)
0,05
R i

2 0,75 0,70 0,05 R i 1

3 1,00 0,95 0,05


n
4 0,45 0,55 0,10
5 0,50 0,60 0,10
1.1 – R&R - Método de Amplitude:Exercício
• Exemplo: Dois operadores realizaram medições em cinco peças. Os
resultados obtidos são apresentador na tabela abaixo. O desvio do
processo foi calculado a partir de dados existentes do processo e é
igual a 0,0777.
• d2 = 2,4048

0,35
Peça Operador A Operador B Amplitude
(R)
R  0,07
5
1 0,85 0,80 0,05
2 0,75 0,70 0,05
3 1,00 0,95 0,05
4 0,45 0,55 0,10
5 0,50 0,60 0,10 R
GRR  *
d2
1.1 – R&R - Método de Amplitude:Exercício
• Exemplo: Dois operadores realizaram medições em cinco peças. Os
resultados obtidos são apresentador na tabela abaixo. O desvio do processo
foi calculado a partir de dados existentes do processo e é igual a 0,0777.
• d2 = 2,4048

0,35
Peça Operador
A
Operador
B
Amplitude
(R)
R  0,07
5
1 0,85 0,80 0,05
2 0,75 0,70 0,05
0,07
3 1,00 0,95 0,05
GRR   0,0291
4 0,45 0,55 0,10 2,4048
5 0,50 0,60 0,10

GRR
%GRR  100 % *
DesvioPadrãodo Pr ocesso 6   
1.1 – R&R - Método de Amplitude:Exercício
• Exemplo: Dois operadores realizaram medições em cinco peças. Os resultados
obtidos são apresentador na tabela abaixo. O desvio do processo foi calculado a
partir de dados existentes do processo e é igual a 0,0777.
• d2 = 2,4048

Peça Operador A Operador B Amplitude

GRR  0,0291
(R)
1 0,85 0,80 0,05
2 0,75 0,70 0,05
3 1,00 0,95 0,05
4 0,45 0,55 0,10
5 0,50 0,60 0,10

0,0291
%GRR  100 % *  0,0624 *100 %
6  0,077 
1.1 – R&R - Método de Amplitude:Exercício
• Exemplo: Dois operadores realizaram medições em cinco peças. Os resultados
obtidos são apresentador na tabela abaixo. O desvio do processo foi calculado
a partir de dados existentes do processo e é igual a 0,0777.
• d2 = 2,4048

Peça Operador A Operador B Amplitude (R)


1 0,85 0,80 0,05
2 0,75 0,70 0,05
3 1,00 0,95 0,05
4 0,45 0,55 0,10
5 0,50 0,60 0,10

%GRR  6,24%10%
Como %GRR é menor que 10%,
O Sistema é Aprovado para uso.

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