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Análise Ergonômica na Avon Cabreúva

Este documento apresenta uma análise ergonômica do trabalho realizada na empresa Avon Cosméticos em Cabreúva. Ele descreve os objetivos e metodologia da análise, incluindo o uso de ferramentas internacionais para identificar riscos ergonômicos nos postos de trabalho, como repetitividade, força e posturas inadequadas. A análise visa adequar os postos de trabalho à Norma Regulamentadora 17 sobre ergonomia.

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Sidney Morais
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Análise Ergonômica na Avon Cabreúva

Este documento apresenta uma análise ergonômica do trabalho realizada na empresa Avon Cosméticos em Cabreúva. Ele descreve os objetivos e metodologia da análise, incluindo o uso de ferramentas internacionais para identificar riscos ergonômicos nos postos de trabalho, como repetitividade, força e posturas inadequadas. A análise visa adequar os postos de trabalho à Norma Regulamentadora 17 sobre ergonomia.

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ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO

SEPARAÇÃO MANUAL

LINHA A
Aná lise Ergonô mica do Trabalho – Avon Cosméticos - CD Cabreú va

ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO

EMPRESA AVALIADA

Avon Cosméticos Cabreúva

EMPRESA CONTRATADA

RESPONSABILIDADE TÉCNICA

ÁREAS AVALIADAS

INTRODUÇÃO

Em atendimento à Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego, segundo a


Norma Regulamentadora 17 – Ergonomia, cabe ao empregador realizar a Análise
Ergonômica do Trabalho, onde devem ser abordadas as condições do trabalho
relacionadas ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos
equipamentos, às condições ambientais do posto e à própria organização do trabalho.
A análise ergonômica do trabalho deve seguir uma metodologia que proporcione a
caracterização do risco inerente, através da verificação dos fatores de risco segundo a
norma regulamentadora NR17 e da aplicação de ferramentas de análise
internacionalmente reconhecidas, identificando a intensidade deste risco, assim como a
influência de fatores externos importantes. Com estes dados em mãos, os profissionais
da empresa podem iniciar um plano para contenção dos fatores de risco aplicando, num
curto espaço de tempo, ações proveitosas nos campos técnico e administrativo. As
ações técnicas são cabíveis em praticamente todo o universo industrial, exceto em raras
situações, que serão devidamente identificadas em caso de ocorrência.

Pá gina2 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade


Aná lise Ergonô mica do Trabalho – Avon Cosméticos - CD Cabreú va

As soluções ergonômicas coexistem com as outras ferramentas, não impossibilitando o


avanço da empresa rumo à competitividade; ao contrário, oferecem um elemento novo e
poderoso em busca da modernização.
A Análise Ergonômica do Trabalho (AET) é executada para atendimento ao requisito
legal do Ministério do Trabalho e Emprego, para apresentação ao órgão fiscalizador,
mas é importante usar a informação constante no relatório realizado por empresas e
profissionais especializados em Ergonomia, garantindo o reconhecimento de questões
específicas sobre saúde ocupacional, que abordem a prevenção de lesões ocupacionais
em seus diversos níveis de atividade, período e a segurança do trabalhador, visando à
saúde e qualidade de vida dentro e fora da empresa.

OBJETIVO

Identificar os possíveis riscos ergonômicos da atividade e nos processos identificados na


análise ergonômica, levando em considerações os requisitos da NR-17 e Manual de
Aplicação do Ministério do Trabalho e Emprego. Considerando os fatores e movimentos
biomecânicos. Verificar as possibilidades e oportunidades no tocante ao processo de
melhorias necessárias para adequação aos postos de trabalho.

DESCRIÇÃO DAS ANÁLIES ERGONÔMICAS DO TRABALHO ATRAVÉS DAS


FERRAMENTAS INTERNACIONAIS

Para o melhor entendimento do processo utilizado na análise dos postos da respeitável


empresa é necessário explanar alguns aspectos importantes da questão, desta forma o
material será de grande valia, referindo não somente um indicador de problemas, mas
um guia para as correções necessárias.
A utilização de ferramenta técnica para a análise dos postos, torna a conclusão fiel à
realidade, permitindo que a empresa priorize corretamente as ações necessárias para a
adequação dos postos. Estas ferramentas necessitam basicamente de quatro
grandezas para que todos os campos sejam preenchidos. Segue abaixo a descrição
destas grandezas:
1º - determinação do ciclo - este procedimento permite avaliar quantas vezes os
movimentos são repetidos no decorrer do dia. Quanto menor o ciclo, maior a
repetitividade. A obtenção do ciclo é feita com o auxílio de um cronômetro. O estudo de

Pá gina3 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade


Aná lise Ergonô mica do Trabalho – Avon Cosméticos - CD Cabreú va

croanálise é complexo e dispendioso, portanto do ponto de vista da ergonomia nos


concentramos na determinação do início e fim da tarefa (ciclo), e acionamos o
cronômetro para a obtenção do tempo utilizado para sua execução.
2º - determinação dos movimentos não naturais - em todos os trabalhos há
necessidade de movimentos para a realização da tarefa, o que nos obriga a fracionar
todos os movimentos dentro de um ciclo para estabelecer quais participam com maior
importância, e quais são insignificantes ou desprezíveis. É necessário que o auditor
conheça a biomecânica dos movimentos, para que o fracionamento se faça
perfeitamente, neste caso a descrição dos movimentos predominantes entre as
operações industriais deve ser descrita para o melhor entendimento:
- Pinça
- Adução do polegar
- Oposição do polegar
- Pinça palmar
- Abdução e adução dos dedos
- Preensão da mão
- Desvio ulnar
- Desvio radial
- Supinação
- Pronação
- Flexão do antebraço sobre o braço
- Flexão do ombro
- Extensão do ombro
- Adução do ombro
- Abdução do ombro
- Flexão do pescoço
- Extensão do pescoço
Como podemos observar, existe um número interessante de movimentos relatados e
outros mais não relatados, e curiosamente encontramos parte deles, ou grande parte
deles nos postos industriais, o que não implica na lesividade do posto. Alguns
chamados Check Lists, instituíram este preconceito entre muitos profissionais, que
começaram a considerar lesivo qualquer posto que contenha um destes movimentos,
Pá gina4 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade
Aná lise Ergonô mica do Trabalho – Avon Cosméticos - CD Cabreú va

ocorre que se trata de uma análise simplista, pois podemos constatar em todas as
atividades laborativas, domiciliares, esportivas, etc., diversos movimentos não naturais,
e mesmo assim, nem todas proporcionam queixas ou lesões.
Em muitas atividades, observamos uma série de movimentos não naturais, espaçados
por ciclos longos que distanciam os movimentos proporcionando uma série de pausas
importantes, este tipo de atividade é responsável por grande parte das profissões
existentes como no caso dos lixeiros, pedreiros, marceneiros, agricultores e etc. - quem
duvida da exigência física destas profissões? Entretanto a incidência é muito menor do
que a incidência observada entre os digitadores, que possuem pouca variedade de
movimentos num ciclo extremamente pequeno.
A lesividade de um posto é subproduto de diversos fatores associados ou não, que num
determinado momento ultrapassa a capacidade humana de executar força ou
repetitividade. O limite humano é fixo, ou é melhorado vagarosamente com melhores
condições de vida, enquanto os limites operacionais são ultrapassados frequentemente
pela implementação de técnicas racionalizadoras.
3ª - proporção do movimento dentro do ciclo - outro fator importante para a obtenção
do potencial lesivo do posto, é a analise fracionada de cada movimento, identificando o
tempo que cada movimento ocupa dentro de um determinado ciclo. Para que possamos
entender melhor esta questão, vamos imaginar um operador que esta lixando o teto, por
exemplo, as mãos descrevem certo movimento de vai e vem, e os ombros ficam durante
todo o ciclo numa posição somente, neste caso os ombros e trapézios entrarão mais
rapidamente num processo de fadiga do que os punhos. Este fenômeno é chamado de
contração estática e identifica um potencial lesivo muito alto, evidenciando que uma
determinada postura inadequada quando ocupa parte importante do ciclo pode tornar-se
altamente lesiva, pois não permite a recuperação das estruturas.
4º - determinação da força - hoje a força é reconhecidamente o principal fator
causador das lesões, esta grandeza pode ser obtida a partir do uso de um
dinamômetro, que coleta os valores necessários para a execução de uma determinada
tarefa. A ferramenta contém seu próprio critério para classificação das forças envolvidas
bastando inserir as forças coletadas na reSPRctiva planilha, entretanto no material
“MOORE&GARG”, o critério é obtido a partir da opinião do analista, este procedimento
pode ocasionar dúvidas em função de uma observação pessoal incorreta. Para que isto
não ocorra nossa equipe utiliza os critérios de força deixados por Grandjean, que

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permite estabelecer com uma boa margem de acerto, mesmo que empiricamente as
considerações necessárias para o preenchimento do material “MOORE&GARG”.

O gráfico de Grandjean demonstra o tempo de aparecimento da fadiga em função do


esforço realizado, demonstrando que os trabalhos não devem exigir mais de 20% da
força máxima de um determinado grupamento muscular. Portanto durante a elaboração
de um projeto, não deve ser concebido momentos de força que ultrapassem este limite.
Quando um operador executa uma tarefa num ciclo curto, demonstrando desvios
importantes dos segmentos corpóreos, e aplicando grande força, se evidencia um
quadro de risco, principalmente pela caracterização da força, do que pela repetitividade.

NORMA REGLAMENTADORA 17 - ERGONOMIA

A atual Legislação Brasileira manifesta, na Consolidação das Leis do Trabalho - CLT


(Campanhole, A. & Campanhole, H., 1994), referente às atividades de levantamento e
transporte de cargas (artigo 198 da Seção XIV, da prevenção da fadiga, do Capítulo V
da Consolidação das Leis do Trabalho) diz que é de 60kg o peso máximo que um
empregado pode remover individualmente.
A legislação não é muito específica, neste ponto. Estipula em 60kg o peso máximo que
um trabalhador deve manusear em uma atividade laboral (Brasil, 1994). Apesar disto,
este valor não pode ser referenciado para uma atividade que seja realizada durante
toda uma jornada de trabalho.
Isto é aplicado a trabalhadores do sexo masculino, pois no caso de mulheres e menores
existem outras especificações. Existe também uma disposição geral, para a proteção da
saúde dos trabalhadores, que diz: "Não deverá ser exigido nem admitido o transporte

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manual de cargas, por trabalhador, cujo peso seja suscetível de comprometer sua
saúde ou segurança".
O artigo 390 diz “Ao empregador é vedado empregar a mulher em serviço que demande
o emprego de força muscular superior a 20 (vinte) quilos para o trabalho contínuo, ou 25
(vinte e cinco) quilos para o trabalho ocasional. ”
Não está compreendida na determinação deste artigo a remoção de material feita por
impulsão ou tração de vagonetes sobre trilhos, de carros de mão ou quaisquer
aparelhos mecânicos.
A Norma Regulamentadora 17 visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptação
das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de
modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. Esta
norma menciona texto sobre as preocupações relacionadas ao comprometimento à
saúde e segurança dos trabalhadores no item 17.2, transcrito abaixo:
17.2. Levantamento, transporte e descarga individual de materiais
17.2.2. Não deverá ser exigido nem admitido o transporte manual de cargas, por um
trabalhador cujo peso seja suscetível de comprometer sua saúde ou sua segurança.
(117.001-5 / I1).
Estudos internacionais indicam a necessidade de investigação ampla da atividade
de levantamento de peso, incluindo análise da frequência da atividade; avaliação da
existência de torção de tronco ao elevar ou baixar o objeto; medidas da situação do
trabalho, considerando-se a altura do início do levantamento, distância elevada e a
medida entre o objeto e o trabalhador, sem esquecer a identificação do peso elevado.
O manual de interpretação da NR17, elaborado por auditores fiscais do trabalho da
Comissão Nacional de Ergonomia (CNE), traz no seu conteúdo a tradução da equação
revisada NIOSH, que apresenta critérios quantitativos para avaliação dos riscos
relacionados a atividade de levantamento de carga e recomenda que o limite de peso
recomendado para 90% dos homens e 75% das mulheres seja de 23kg.
As atividades industriais eventualmente apresentam necessidade de deslocamento de
materiais por meio de auxílio mecânico (carrinhos, paleteiras hidráulicas, talhas
suspensas, etc.), exigindo do trabalhador a aplicação de força para o exercício do
trabalho.

Pá gina7 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade


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Incluiu-se esta metodologia no processo de análise ergonômica do trabalho para tarefas


que apresentam atividades de levantamento de peso, conforme menciona a norma no
item transcrito a seguir:
17.2.6. Esforço para empurrar e puxar:
17.2.6. O transporte e a descarga de materiais feitos por impulsão ou tração de
vagonetes sobre trilhos, carros de mão ou qualquer outro aparelho mecânico deverão
ser executados de forma que o esforço físico realizado pelo trabalhador seja compatível
com sua capacidade de força e não comprometa a sua saúde ou a sua segurança.
(117.004-0 / 11).

DEMANDA

[Link] solicitou a análise ergonômica dos postos de trabalho, interessada em


identificar as condições ergonômicas que os trabalhadores estão submetidos e as
oportunidades de melhorias para a eliminação e/ou minimização dos mesmos.
Esta demanda surgiu com a finalidade de verificar se as condições atuais e futuras estão
adequadas às características físicas e cognitivas dos trabalhadores.
As análises realizadas neste trabalho abordam diversas atividades e a metodologia
utilizada foi observação sistêmica, uma entrevista com os trabalhadores e a aplicação das
ferramentas de análise para identificação dos riscos ergonômicos. Foram tomadas
fotografias para ilustrar as condições dos postos de trabalho e da atividade, preservando
as características de tecnologia e instalações.

ANÁLISE GLOBAL DA EMPRESA

A empresa está em atividade há mais de 128 anos, sendo voltada para as mulheres, é líder
mundial no mercado de beleza. Comercializando produtos em mais de 100 países por
intermédio de mais de 6 milhões de revendedores autônomas.
A empresa está no Brasil há mais de 60 anos e conta hoje com a maior força de vendas de
produtos de cosméticos.
A empresa Brasil possui uma fábrica na cidade de São Paulo e três centros de distribuição
distribuídos nos estados de São Paulo, Ceará e Bahia.

Pá gina8 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade


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Sua Visão, Missão, Valores e os Princípios são:


VISÃO:
"Ser a companhia que melhor entende e satisfaz as necessidades de produtos, serviços e
auto-realização das mulheres no mundo todo."
MISSÃO:
Líder global em Beleza
A marca de escolha das mulheres
A líder em vendas diretas
O melhor lugar para se trabalhar
A maior Fundação para as mulheres
A empresa mais admirada
VALORES:
Confiança
Respeito
Crença
Humildade
Integridade
PRINCÍPIOS:
Dar às pessoas oportunidades de desenvolvimento e ganhos para promover seu bem-
estar.
Atenderemos famílias do mundo todo com produtos da mais alta qualidade, apoiados por
uma excepcional garantia de satisfação total.
Prestaremos às Revendedoras e Consumidores um serviço com padrão de utilidade e
cortesia.
Daremos total reconhecimento a Trabalhadores e Revendedoras, pois deles depende o
sucesso da Companhia.
Partilharemos com outros as recompensas do crescimento e do sucesso.
Honraremos as responsabilidades da cidadania corporativa, contribuindo para o bem-estar
da sociedade onde trabalhamos e para a preservação do meio ambiente.

Pá gina9 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade


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CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO
Localizado no Estado de São Paulo, com capacidade operacional de expedição de 70%
dos pedidos.
Inaugurado em 2010, com área total de 267 900 m² – considerando 82 000 m² de área
construída.

PROCESSO DE GESTÃO EM ERGONOMIA


Desde o início de suas atividades o Centro de Distribuição conta com Assessoria em
Ergonomia, inicialmente com Análises Ergonômicas do Trabalho nos postos de trabalho.
Atualmente contamos com alguns processos que incrementam essa Gestão visando
diminuição dos riscos ergonômicos e consequentemente melhoria na saúde e qualidade de
vida dos trabalhadores.

PROCESSOS IMPLEMENTADOS
Treinamentos e orientações posturais:
Realizado treinamentos e orientações posturais (grupos e/ou individual) por indicação da
gerência do setor ou quando apontado necessidade em função da AET.
Participação em palestras de Integração de novos trabalhadores:
Participação em palestras para novos trabalhadores para abordar temas referentes à
Ergonomia e suas aplicações. Foco maior em orientação postural para as atividades a
serem desenvolvidas.
Comitê de Ergonomia:
Time multifuncional composto por trabalhadores de diversas áreas da empresa, com o
objetivo de identificar, prevenir e atuar em processo de melhoria para mitigar ou solucionar
as questões ergonômicas de forma gradativa e sistemática.
Tempo de recuperação de fadiga:
Pausa programada de 10 minutos diários.

ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO

A análise ergonômica do trabalho é realizada de acordo com função e tarefa, através de


técnicas e metodologia específicas; a partir da observação sistemática do ambiente
laboral, da identificação do processo, da análise das atividades e da caracterização dos

Pá gina10 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade


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fatores biomecânicos, possibilitando assim levantar os riscos existentes, gerando


recomendações de ações de melhoria à empresa.
A metodologia de trabalho baseia-se em:
 Análise das tarefas, atividades e situações de trabalho através da observação
sistemática da atividade;
 Utilização de ferramentas internacionais de análises ergonômicas;
 Recomendações e conclusão.
Este trabalho de Análise Ergonômica do Trabalho obedece aos requisitos da Norma
Regulamentadora 17, da Portaria 3.214, de 08 de junho de 1978, da Lei 6.514 de 12 de
dezembro de 1977, do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE.
Foram utilizados os seguintes recursos na confecção deste trabalho:
 Equipamentos:
Ciclo - cronômetro digital
Dimensionamento - trena 5 m
 Observação e análise das atividades:
Antropometria Estática - Verificação dimensional do posto
- Verificação do dimensional humano
- Verificação de relação entre as duas coletas
Antropometria Dinâmica - Verificação dos movimentos necessários
- Verificação das forças envolvidas
- Verificação do ciclo
- Verificação do movimento dentro do ciclo.
Para confirmação das hipóteses de sobrecarga e análise das características das
atividades são utilizadas ferramentas de avaliação ergonômica de acordo com a
atividade e normatizada:
Membros superiores – Moore & Garg
Segmentos corpóreos - Sue Rodgers
Levantamento de Cargas - Equação de Niosh.
Outras ferramentas tais como: Escala de Borg, Fiosh, entre outras serão
utilizadas em função da análise do posto e necessidade pontual de acordo com o
processo operacional.

Pá gina11 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade


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MATERIAIS E MÉTODOS

Foram utilizados os materiais e métodos descritos a seguir para elaboração da análise


ergonômica do trabalho.
Levantamento dos dados da empresa, necessidades e prioridades;
Visita de reconhecimento nas áreas da empresa;
Observação dos Postos e Postura de Trabalho para contemplar o posto com e tarefas
de forma detalhadas a fim de identificar os movimentos, esforços, posturas adotadas,
equipamentos, materiais, as condições de trabalho, associada com entrevista e troca de
informações com os trabalhadores;
Fotos e vídeos dos locais de trabalho para identificação do posto, conforme descrição
da tarefa executada e observação da postura do trabalhador;
Descrição da atividade e situação anti ergonômica do posto, máquina, ou tarefa, com
sugestões de melhoria e conclusão em relação ao posto de trabalho de maneira geral.

A análise considerou aspectos básicos em cada atividade:


1) Repetitividade – Do ponto de vista ergonômico são considerados ciclos de
repetitividade: tempo inferior a 30 segundos e/ou ciclo com tempo maior que 30
segundos onde os atos operacionais são repetidos por mais de 50% do tempo total do
ciclo;

2) Força – De modo geral são observados o peso, a repetitividade/freqüência e o tipo de


pega em relação à força aplicada;

3) Posturas para trabalhar – indica-se se o trabalho exige posturas em pé, parado ou


com pouca movimentação, sentado, caminhando, agachado, etc...

4) Compressão Mecânica – Contato de parte do corpo com superfícies duras ou com


cantos vivos com particular interesse as possíveis compressões.

5) Demandas Visuais – De modo geral são observadas em trabalhos de precisão e


inspeção visual implicando em contrações estáticas de membros superiores coluna
cervical e também cansaço visual.

Pá gina12 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade


Aná lise Ergonô mica do Trabalho – Avon Cosméticos - CD Cabreú va

6) Fatores Ambientais – Entre eles ruído, iluminação, vibração e calor excessivo são
fatores que propiciam a fadiga e o stress contribuindo para o aparecimento de DORT.

7) Diferenças de Métodos – é importante observar se operadores diferentes fazem a


tarefa de forma diferenciada e não de maneira padronizada

8) Ritmo de Trabalho – áreas de trabalho tensas predispõem mais os trabalhadores a


distúrbios e lesões.

09) Rodízio de Tarefa - observa-se o tempo em cada posto e o rodízio;

10) Lay Out – observa-se os padrões ergonômicos do posto de trabalho

11) Ferramentas – observa o uso correto de ferramentas adequadas em cada atividade.

Foram considerados os requisitos da Norma Regulamentadora NR Nº. 17, sendo


elas:
17.2 – Levantamento, transporte de Descarga individual de material;
17.3 – Mobiliário dos postos de trabalho;
17.4 – Equipamentos dos postos de trabalho;
17.5 – Condições ambientais de trabalho;
17.5.3 – Iluminação nos postos de trabalho;
17.6 – Organização do trabalho;
17.6.3 – Pausas para descanso.

Pá gina13 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade


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ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO

ANÁLISE DOS POSTOS/ATIVIDADES DE TRABALHO

DATA DA ANÁLISE TAREFA ÁREA/SETOR/CARGO


12 de março de 2018 Separação manual Shipping.
Linha A.
Operador logístico I.

DESCRIÇÃO DA TAREFA REAL

A tarefa consiste em realizar a separação manual dos produtos que serão enviados à
revendedora.

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES REALIZADAS

O trabalhador designado para esta tarefa realiza as seguintes atividades:


 ;

EVIDENCIAMENTO FOTOGRÁFICO

Foto 1 Pega dos produtos na prateleira frontal. Foto 2 Pega dos produtos na prateleira – 1º nível.

Foto 3 Pega dos produtos na prateleira – 5º nível. Foto 4 Descarte da caixa vazia no “Trash Conveyor”

DESCRIÇÃO DO POSTO DE TRABALHO

Estação em formato "U";


Altura da esteira: aproximadamente 70 cm;
Flowracks frontais com 2 níveis de altura: nível mais baixo: 103 cm /altura e nível mais alto:
140 cm / altura;

Pá gina14 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade


Aná lise Ergonô mica do Trabalho – Avon Cosméticos - CD Cabreú va

Flowracks laterais com 4 e 5 níveis de altura;


Flowracks com 4 níveis: (1 ao 4 – 10 cm / 65 cm / 123 cm / 160 cm);
Flowracks com 5 níveis: (1 ao 5 – 10 cm / 48 cm / 88 cm / 125 cm / 160 cm).

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO

 Turnos de trabalho de 8h48min diárias, de segunda à sexta-feira, em dois turnos (1º


- 6h00min às 15h48min / 2º - 16h00min às 01h18min);
 60 minutos para refeição;
 Realiza Ginástica Laboral diariamente, de caráter preparatório;
 Reunião de 10 minutos diariamente;
 Pausa programada de 10 minutos.

CONDIÇÕES DO POSTO DE TRABALHO/MÉTODO DE TRABALHO

 Atividade realizada na ortostática, com deslocamentos pela estação;


 Não há revezamento de tarefa no setor;
 Quantidade de funcionários que desempenham a função: 1 pessoa por estação.

CONDIÇÕES AMBIENTAIS

Iluminamento Ruído Velocidade do Temperatura


Ar Efetiva
NBR 5413/1992 NR-15
NR-17 NR-17
Recomendação item 5.3.70 até 85 dB(A)
item 17.5.2 item 17.5.2
500-750-1000 lux
Nã o superior Entre 20°C e 23°C
a 0,75m/s
Medição 674 79 0 24,8
Status COMPATÍVEL COMPATÍVEL COMPATÍVEL INCOMPATÍVEL

Quando o limite estiver incompatível com o preconizado pelas normas, faz-se necessário
realizar um estudo mais detalhado, visando sua adequação.

Pá gina15 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade


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MOVIMENTOS E FATORES BIOMECÂNICOS

MOVIMENTOS E FATORES BIOMECÂNICOS

Fatores biomecânicos
Segmento corpóreo Movimento
Postura Compressão
 Repetitividade Força
inadequada mecânica
Flexão; extensão.
Coluna Cervical
 Flexão acima de
Ombro 90°; abdução; X X
adução; elevação.
 Flexão; pronação; X X
Cotovelo supinação.
 Flexão; desvio
radial; desvio ulnar; X X
Punhos, mãos e dedos preensão palmar;
pinça polpa a polpa.
 Flexão; rotação. X X
Coluna lombar
 Flexão.
Joelho

Tornozelo e pé  Flexão plantar.

PRÉ DIAGNÓSTICO

Os trabalhadores realizam a tarefa em postura ortostática, durante a jornada de trabalho.


Dependendo de qual flowrack se encontra o produto solicitado, é necessário que o
trabalhador realize flexão de ombro acima de 90° e flexão de tronco.
O trabalho demanda atenção e concentração dos trabalhadores para realizar a separação
de forma correta.

Pá gina16 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade


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FERRAMENTAS APLICADAS E RESULTADOS

Foram utilizadas as ferramentas Método Sue Rodgers e Moore & Garg para identificação e
demonstração dos níveis de risco às estruturas físicas dos trabalhadores, durante a
atividade de separação manual de produtos.

ANÁLISE DE POSTOS DE TRABALHO MÉTODO SUE RODGERS

ÁREA Linha A ANALISTA


TAREFA Separação manual de produtos DATA

ATIVIDADE Realiza a separação manual dos produtos dentro da estação em formato "U"
PRÉ-DIAGNÓSTICO
RESULTADOS
VERDE Baixo
NÍVEL Baixo = 1 TEMPO <6 = 1 < 1 / min = 1 1 1 1 2 1 2
DE Moderado = 2 DE >= 6 < 20 = 2 POR 1 - 5 / min =2 1 1 2 3 1 1
ESFORÇO Pesado = 3 ESFORÇO >=20 < 30 = 3 MINUTO 5 - 15 / min =3 1 1 3 1 2 2
Muito Pesado = 4 (segundos) >= 30 =4 > 15 / min =4 2 1 1 1 3 1
2 1 3 2 1 2 1 2 2 1
PESCOÇO

Esquerdo 2 1 3 AMARELO Moderado


OMBROS
Direito 2 1 3 2 2 2
2 1 3 1 2 3 2 3 1
TRONCO
1 3 2 2 3 2
BRAÇOS Esquerdo 1 1 3 2 1 3 3 1 2
COTOVELO Direito 1 1 3
MÃOS/PUNHOS Esquerdo 2 1 3 VERMELHO Alto
DEDOS Direito 2 1 3 . 2 2 3 3 2 1
PERNAS Esquerdo 2 1 2 3 1 3 3 2 2
JOELHOS Direito 2 1 2
TORNOZELOS Esquerdo 2 1 2 VIOLETA Muito Alto
PÉS Direito 2 1 2 3 2 3 4 X X
3 3 1 X 4 X
RESULTADO Risco Moderado 3 3 2 X X 4

Pá gina17 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade


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Índice de Moore e Garg (ABNT NBR ISO 11228-3)

LINHA Linha A AUDITOR


POSTO Separação manual de produtos DATA
Classificação Caracterizaçã o Mult. Enc. Observações

P e g a d o s p r o d u to s
PRÉ-DIAGNÓSTICOS

R a s g a r a s c a ix a s
Intensidade do esforço ( FIT )
Leve Tranquilo 1.0 1
Médio Percebe-se algum esforço 3.0
Pesado Esforço nítido; sem expressão facial 6.0 3
Muito Pesado Esforço nítido; muda a expressão facial 9.0
Próx. máximo Usa tronco e membros 13.0
X X X
Duração do Esforço ( FDE )
< 10% do ciclo 0.5 0,5
10-29% do ciclo 1.0
30-49% do ciclo 1.5 1,5
50-79% do ciclo 2.0
> 80% do ciclo 3.0
X X X
Frequencia do Esforço ( FFE )
< 4 por minuto 0.5 0,5
4 - 8 por minuto 1.0 1
9 - 14 por minuto 1.5
15-19 por minuto 2.0
> 20 por minuto 3.0
X X X
Postura da M ão-Punho ( FPM P )
Muito boa Neutro 1.0
Boa Próxima do neutro 1.0
Razoável Não neutro 1.5
Ruim Desvio nítido 2.0 2 2
Muito ruim Desvio próximo do máximo 3.0
X X X
Ritmo do trabalho ( FRT )
Muito lento =< 80% 1.0
Lento 81-90% 1.0
Razoável 91-100% 1.0
Rápido 100-115% ( apertado porém acompanha ) 1.5 1,5 1,5
Muito rápido > 115% ( apertado, não acompanha ) 2.0
X X X
Duração do trabalho ( FDT )
=< 1 hora por dia 0.25
1-2 horas por dia 0.50
2-4 horas por dia 0.75
4-8 horas por dia 1.0
> 8 horas por dia 1.5 1,5 1,5

ÍNDICE ( FITxFDExFFExFPMPxFRTxFDT ) = 6,75 3,38 0,00

< 3.0 Baixo Risco


Interpretação 3.0 - 7.0 Duvidoso RESULTADO RISCO MODERADO
> 7.0 Risco

CONLUSÃO QUANTO AO RISCO ERGONÔMICO

Após a aplicação do Moore e Garg (avaliação do risco de lesão por movimento repetitivo,
em mãos e punhos.) o qual pontuou 6,75 e 3,38 – duvidoso, nas atividades
desempenhadas, chegando à seguinte conclusão: A atividade de Separação manual, não
apresenta boas condições ergonômicas, com risco moderado para mãos e punhos.
Segundo a avaliação Sue e Rodgers (avaliação do risco de lesão em todos os segmentos
corporais) o qual concluiu que as atividades que necessitam do movimento de ombro,
tronco, punhos, mãos e dedos, são de risco moderado, sendo assim, nesta condição de
trabalho são prováveis a ocorrência de desconforto, dificuldade ou fadiga.

DIAGNÓSTICO ERGONÔMICO

O posto de trabalho está classificado com risco moderado de acordo com as ferramentas e
os segmentos corporais acometidos estão relacionados com a atividade e risco.
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É um posto que deve ser considerado nos futuros projetos para correção e adequação,
atendo desta forma os requisitos da NR-17.

E-SOCIAL

REQUESITO E-SOCIAL
Metodologia
Grupo Item Descrição Posto de Trabalho Atividade Conforme
Utilizada
Biomecânicos

Trabalho em
posturas
incômodas ou
04.01.001
pouco confortáveis        
por longos
períodos
Postura sentada
04.01.002 por longos Condição inexistente ---------- ---------- ----------
períodos
Separação manual
Postura de pé por  Sue e
04.01.003
longos períodos  Separação manual dos produtos na Não 
Rodgers
Estação em U.
Frequente Separação manual
deslocamento a pé  Sue e
04.01.004
durante a jornada  Separação manual dos produtos na  
Rodgers
de trabalho Estação em U.
Trabalho com
04.01.005 esforço físico  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
intenso
Levantamento e
transporte manual
04.01.006
de cargas ou  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
volumes
Frequente ação de
04.01.007 puxar/empurrar  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
cargas ou volumes
Frequente Separação manual  Moore e
execução de
04.01.008
movimentos  Separação manual dos produtos na Garg/Sue e Não 
repetitivos Estação em U. Rodgers
Manuseio de
ferramentas e/ou
04.01.009 objetos pesados  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
por longos
períodos
Exigência de uso
frequente de força,
pressão, preensão, Separação manual
 Sue e
04.01.010 flexão, extensão  Separação manual dos produtos na Não 
ou torção dos Rodgers
Estação em U.
segmentos
corporais
Compressão de
partes do corpo
04.01.011 por superfícies  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
rígidas ou com
quinas
04.01.012 Exigência de  Separação manual Separação manual  Sue e Não 
flexões de coluna dos produtos no Rodgers
vertebral
frequentes primeiro nível do

Pá gina19 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade


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flowrack.
Uso frequente de
04.01.013
pedais  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
Uso frequente de
04.01.014      
alavancas
Exigência de Separação manual
elevação frequente dos produtos no  Sue e
04.01.015
de membros  Separação manual Não 
último nível do Rodgers
superiores flowrack.
Manuseio ou
movimentação de
04.01.016 cargas e volumes        
sem pega ou com
“pega pobre”
Exposição à
04.01.017 vibração de corpo  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
inteiro
Exposição à
04.01.018
vibração localizada  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
Uso frequente de
04.01.019
escadas  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
Trabalho intensivo
com teclado ou
04.01.020 outros dispositivos  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
de entrada de
dados
04.01.999 Outros        
Metodologia
Grupo Item Descrição Posto de Trabalho Atividade Conforme
Utilizada
Posto de trabalho
04.02.001
improvisado  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
Mobiliário sem Separação manual
meios de
04.02.002
regulagem de  Separação manual dos produtos na   Não 
ajuste Estação em U.
Equipamentos e/ou
Mobiliário e Equipamentos

máquinas sem
meios de
04.02.003        
regulagem de
ajuste ou sem
condições de uso
Posto de trabalho
não Separação manual
04.02.004 planejado/adaptad  Separação manual dos produtos na   Não 
o para a posição Estação em U.
sentada
Assento
04.02.005
inadequado  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
Encosto do
assento
04.02.006
inadequado ou  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
ausente
Mobiliário ou
equipamento sem
espaço para
04.02.007
movimentação de  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
segmentos
corporais
Trabalho com Separação manual
04.02.008 necessidade de  Separação manual   Não 
dos produtos na
Pá gina20 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade
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alcançar objetos,
documentos,
controles ou
qualquer ponto
além das zonas de Estação em U.
alcance ideais para
as características
antropométricas do
trabalhador
Equipamentos ou
mobiliários não Separação manual
04.02.009 adaptados à  Separação manual dos produtos na   Não 
antropometria do Estação em U.
trabalhador

04.02.999 Outros        

Metodologia
Grupo Item Descrição Posto de Trabalho Atividade Conforme
Utilizada
Trabalho realizado Separação manual
sem pausas pré-
04.03.001
definidas para  Separação manual dos produtos na   Sim
descanso Estação em U.
Necessidade de
manter ritmos
04.03.002        
intensos de
trabalho
Trabalho com
04.03.003 necessidade de  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
variação de turnos

04.03.004 Monotonia        
Organizacionais

04.03.005 Trabalho noturno  Condição inexistente ---------- ---------- ----------

Insuficiência de
04.03.006 capacitação para  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
execução da tarefa
Trabalho com
utilização rigorosa
04.03.007        
de metas de
produção
Trabalho
04.03.008 remunerado por  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
produção
Cadência do Separação manual
trabalho imposta
04.03.009
por um  Separação manual dos produtos na   Não
equipamento Estação em U.
Desequilíbrio entre
tempo de trabalho
04.03.010        
e tempo de
repouso

04.03.999 Outros        

Metodologia
Grupo Item Descrição Posto de Trabalho Atividade Conforme
Utilizada
Ambie

04.04.001 Condições de  Condição inexistente ---------- ---------- ----------


trabalho com
níveis de pressão
sonora fora dos
parâmetros de

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conforto
Condições de
trabalho com
índice de Separação manual
04.04.002 temperatura efetiva  Separação manual dos produtos na   Não
fora dos Estação em U.
parâmetros de
conforto
Condições de
trabalho com
velocidade do ar
04.04.003
fora dos  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
parâmetros de
conforto
Condições de
trabalho com
04.04.004 umidade do ar fora        
dos parâmetros de
conforto
Condições de
ntais

trabalho com
04.04.005
Iluminação diurna  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
inadequada
Condições de
trabalho com
04.04.006
Iluminação noturna  Condição inexistente ---------- ---------- ----------
inadequada
Presença de
reflexos em telas,
painéis, vidros,
monitores ou Separação manual
qualquer
04.04.007
superfície, que  Separação manual dos produtos na   Não
causem Estação em U.
desconforto ou
prejudiquem a
visualização
Piso escorregadio
04.04.008
e/ou irregular  Condição inexistente ---------- ---------- ----------

04.04.999 Outros        

Metodologi Conform
Grupo Item Descrição Posto de Trabalho Atividade
a Utilizada e
Excesso de
04.05.001 situações de        
Psicossociais/Cognitivos

estresse
Situações de
04.05.002 sobrecarga de        
trabalho mental
Exigência de alto
nível de
04.05.003        
concentração,
atenção e memória
Trabalho em
04.05.004 condições de difícil        
comunicação
Excesso de
conflitos
04.05.005        
hierárquicos no
trabalho
Excesso de
04.05.006 demandas        
emocionais/afetiva

Pá gina22 ProdERGO – Produzindo Ergonomia com Qualidade


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s no trabalho
Assédio de
04.05.007 qualquer natureza        
no trabalho
Trabalho com
demandas
divergentes
(ordens
divergentes, metas
04.05.008        
incompatíveis
entre si, exigência
de qualidade X
quantidade, entre
outras)
Exigência de
realização de
04.05.009 múltiplas tarefas,        
com alta demanda
cognitiva
Insatisfação no
04.05.010        
trabalho
Falta de autonomia
04.05.011        
no trabalho

04.05.999 Outros        

RECOMENDAÇÕES DE MELHORIAS SUGERIDAS COM A FINALIDADE DE


MITIGAÇÃO DOS RISCOS ERGONÔMICOS

MELHORIAS SUGERIDAS

Atividade Risco Identificado Melhoria a curto prazo Melhoria a longo prazo

MELHORIAS IMPLEMENTADAS

MELHORIAS IMPLEMENTADAS E EXISTENTES

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Atividade Risco Identificado Melhoria Implementada

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A análise apresenta descrições detalhadas das atividades desempenhadas pelos


trabalhadores em cada posto de trabalho, bem como as condições amostradas e as
características organizacionais. Dessa forma foram identificados riscos ergonômicos e
sugeridas melhorias, que visam à erradicação ou amenização do risco.

DATA: 12/03/2018

ASSINATURA DOS RESPONSÁVEIS

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