Caracterizaçao ETE
Caracterizaçao ETE
Referencing this:
OLIVEIRA, D. B. C.; BELO, P. O.; SOARES, W. A.; MONTEIRO, E. C. B..
Caracterização de manifestações patológicas em estações elevatórias
e de tratamento de esgotos. Revista Ibero Americana de Ciências
DOI: 10.6008/CBPC2179-6858.2020.007.0024 Ambientais, v.11, n.7, p.271-283, 2020. DOI:
http://doi.org/10.6008/CBPC2179-6858.2020.007.0024
©2020
®Companhia Brasileira de Produção Científica. All rights reserved.
Caracterização de manifestações patológicas em estações elevatórias e de tratamento de esgotos
OLIVEIRA, D. B. C.; BELO, P. O.; SOARES, W. A.; MONTEIRO, E. C. B.
INTRODUÇÃO
ABNT, 2014). Sendo assim, o responsável pela sua deterioração é o gás sulfídrico (H2S) e o anidrido carbônico
(CO2) que favorece a formação do ácido sulfúrico biogênico (H2SO4) devido ao microclima no interior da
estrutura de concreto. No que se diz a respeito dos elementos estruturais (pilares, vigas e lajes), observa-se
o elevado índice de degradação, principalmente à ação da corrosão de armaduras e fissuras provocadas pelas
movimentações de origem estrutural (KUDLANVEC JUNIOR et al., 2018).
Além disso, os ambientes de clima característicos tropicais são bastante suscetíveis ao
desenvolvimento de diversas patologias que prejudicam o funcionamento corretos desses elementos,
gerando maiores custos e reduções nos intervalos de intervenções físicas, prejudicando modelos
sustentáveis de operação desse tipo de SES (SILVEIRA et al., 2019).
Diante do exposto o presente trabalho tem como objetivo principal caracterizar as manifestações
patológicas mais frequentes encontradas em algumas estruturas que compõe o sistema de esgotamento
sanitário de alguns municípios pertencentes a Região Metropolitana do Recife.
MATERIAIS E MÉTODOS
Inspeção Preliminar
Consistiu na avaliação do registro fotográfico de todas as anomalias existentes nas estruturas. Diante
disso, foi realizado a identificação da manifestação encontrada e o seu sintoma patológico, além da sua
provável origem.
Identificação e diagnóstico
Foram atribuídas identificações distintas e singulares para cada tipo de patologia identificada nas
diversas estruturas, visando a qualificação e quantificação dos dados obtidos, de modo que fossem geradas
as frequências para análises estatísticas. Após a identificação de cada patologia, o diagnóstico consistiu em
avaliar e classificar o seu nível de degradação, considerando que uma determinada patologia pode
apresentar diferentes níveis de impacto em estruturas específicas, a depender do local e da forma que ela se
comporta e do estágio de degradação em que se encontra. Sendo assim, as divisões foram classificadas,
quanto ao impacto, em:
Danos estéticos: Verificado por meio de desconforto visual e aparente (Exemplos: bolor, manchas
pela ação de agentes externos).
Danos funcionais: Realizada a inspeção visual, verifica-se a perda parcial de desempenho e finalidade
(Exemplos: junta fria, eflorescências).
Danos estruturais: Observado por meio de inspeção visual o comprometimento da segurança da
estabilidade (Exemplos: Trincas, Corrosão).
Em seguida, para que fosse possível apresentar hipóteses dos surgimentos das patologias, foi
utilizado umas das classificações da Norma de Inspeção Predial Nacional 2012, que classifica a origem das
patologias da seguinte maneira (IBAPE, 2012):
Endógenas ou construtivas: Originadas da própria edificação (projeto, materiais e execução).
Adquiridas ou funcionais: Originada da degradação de sistemas construtivos pelo envelhecimento
natural e, consequente, término da vida útil.
Acidentais ou exógenas: Originada de fatores externos, provocadas por terceiros.
Naturais: Originada de fenômenos da natureza.
As localidades estudadas podem ser de dois tipos: estações de tratamento e estações elevatórias de
esgoto. As estações de tratamento (ETE) são os locais destinados ao tratamento do esgoto. Seu
funcionamento é constituído basicamente por tanques de concreto armado, decantadores e defletores de
gases, entre outras estruturas de apoio para a sua operação e funcionamento. Já as estações elevatórias
(EEE) são responsáveis pela coleta de esgoto e destinação até a ETE, em geral são constituídos por poços
úmidos, caixas de areia e tanques de concreto, além do conjunto de bombas, que contribuem para o excesso
de vibração nas estruturas.
Uma patologia encontrada em uma ETE irá apresentar maiores riscos e impactos ao Sistema de
Esgotamento Sanitário (SES) do que caso encontrada na EEE. Para isso, foi adotado dois fatores de relevância,
um associado ao tipo de estrutura de saneamento e outro para a intensidade da patologia quanto ao dano
(Tabela 03).
Para o cálculo do fator de relevância geral (F), para ETE ou EEE, utiliza-se a seguinte equação:
𝐹= (1)
Onde, 𝑁 : número de patologias por danos estéticos; 𝑁 : número de patologias por danos funcionais; 𝑁 : número de
patologias por danos estruturais; 𝐷𝐸: fator de risco por dano estético; 𝐷𝐹: fator de risco por dano funcional; 𝐷𝑇: fator
de risco por dano estrutural.
Após o cálculo de 𝐹, que obrigatoriamente será um valor entre 0 e 1, podemos concluir que quanto
mais próximo de 1, maior é o grau de impacto das manifestações patológicas na unidade, afetando a vida útil
e durabilidade da estrutura, o que requer uma devida atenção para a manutenção e correção dos problemas
patológicos.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Identificou-se a presença de patologia classificada como junta fria nas paredes do tanque séptico,
que favorece as infiltrações do efluente para a área externa, como o fluxo contrário da água oriunda do lençol
freático para o interior da estrutura, ocasionando danos funcionais (Figura 2). Sua provável formação deve-
se a um problema patogênico formado durante a concretagem em etapas das paredes sem o devido
tratamento para prevenir este acontecimento.
O bolor na parte inferior da caixa de reunião da entrada da estação de tratamento de esgotos
ocasiona danos estruturais devido ao seu estado avançado (Figura 3). Sua provável origem adquirida deve-
se a infiltração do líquido que percola pela estrutura de concreto, devido à ausência de impermeabilização
ou camada de sacrifício na parte interna do tanque, que fica em contato direto com o afluente bruto. Sua
formação também é favorecida pela quantidade de matéria orgânica existente no local e a ausência de
incidência solar.
Figura 2: Junta fria (—) formada durante concretagem Figura 3: Bolor (—) na caixa de reunião de entrada de
de tanque séptico em Igarassu. afluente em ETE.
A presença do bolor nas paredes da caixa de areia, acrescida ao ataque dos sulfatos presente no
afluente trazem danos funcionais à estrutura, já que contribuem para a deterioração e redução da vida útil,
prejudicando o funcionamento eficiente na etapa do tratamento preliminar da ETE do município de Paulista
(Figura 4). Com a ação contínua e a evolução dos danos decorrentes da ação do ataque de sulfatos, os quais
são provenientes de um problema adquirido por infiltrações, fez com que a junta de movimentação existente
sofresse uma expansão, sendo assim um dano estrutural na parte inferior da laje de fundo da caixa de reunião
(Figura 5).
Figura 4: Bolor (—) e a ação do ataque de sulfatos (—) Figura 5: Ataque de sulfatos (—) na caixa de reunião de
no sistema preliminar (caixa de areia). ETE.
Por outro lado, é possível observar o dano estrutural de natureza adquirida causado pela ação dos
sulfatos que contribuíram para a corrosão da armadura existente na laje superior de um anexo da ETE (Figura
6). Neste caso não houve ação direta do esgoto em tratamento, realçando a suscetibilidade de todos os tipos
de estruturas em adquirirem problemas decorrentes do uso e da falta de manutenção preventiva.
Outra patologia bastante comum, em ambientes de alta agressividade ou não, são as fissuras.
Destaca-se como exemplo, os danos estéticos no muro externo da estação elevatória, que podem ter sidos
originadas devido à ausência de amarração ou a sua má execução entre as alvenarias, sendo um problema
construtivo (Figura 7). Como se trata de uma EE, as vibrações excessivas oriundas das bombas de recalque
contribuem consideravelmente para o surgimento desta patologia. Pelo seu tamanho e profundidade não
oferecem risco à estrutura.
Ao contrário das anteriores (Figura 7), as fissuras encontradas são horizontais e tem sua origem em
problemas construtivos, devido ao alteamento indevido, onde sua parte inferior foi realizada em concreto e
a superior em alvenaria de vedação, causando problemas funcionais na caixa de saída do efluente tratado da
ETE (Figura 8).
As manchas superficiais causadas por ação de agentes externos, que tem origem natural e
representam danos estéticos nos biodigestores. Seu tratamento é bastante simples, mas possui
periodicidade maior do que quando são problemas de tipo funcional ou estrutural (Figura 9).
Também foram encontradas a presença de manchas causadas pela ação de agentes externos
(chuvas) e fissuras, provocadas por causas naturais e problemas construtivos respectivamente, juntas estas
patologias trazem danos funcionais nas paredes externas e internas nos valos da ETE do município de Paulista
(Figura 10).
Devido à caracterização do ambiente agressivo, pela proximidade do mar e a falta de manutenção
periódica, os danos estéticos são representados através de corrosão no portão de entrada e das manchas
causadas pela ação dos agentes externos como a chuva no muro de entrada, estas manifestações têm sua
origem adquirida na oxidação e natural nas manchas (Figura 11).
Figura 6: Corrosão (—) e ação pelo ataque dos sulfatos Figura 7: Fissuras (—) no muro externo de EE.
(—) encontrados na laje superior de estrutura da ETE.
Figura 8: Fissuras (—) na caixa de saída do afluente. Figura 9: Manchas pela ação de agentes externos (—)
em biodigestores.
Figura 10: Fissuras (—) e manchas pela ação de agentes Figura 11: Manchas pela ação de agentes externos (—)
externos (—) nas paredes internas e externas dos valos e oxidação (—) em portão metálico.
de oxidação.
Verifica-se além da presença de bolor, as fissuras e manchas por oxidação que ocorrem devido à
elevada umidade e ausência de exposição solar, que contribuem para formar um conjunto de patologias com
sua origem adquirida devido ao ambiente, traz danos funcionais nas paredes externas dos valos, afetando
levemente a eficiência da operação do sistema (Figura 12).
Já as manchas superficiais de origem natural causadas por ação de agentes externos (chuvas), a
presença de bolor e descolamento por empolamento, que tem sua origem devido ao funcionamento do
sistema, juntas as patologias encontradas causam danos estéticos na caixa do barrilete da estação elevatória
(Figura 13).
Figura 12: Fissuras (—), bolor (—) e manchas por Figura 13: Descolamento por empolamento (—),
oxidação (—) na laje inferior dos valos de oxidação. manchas pela ação de agentes externos (—) e bolor (—)
na caixa do barrilete de EE.
Figura 14: Eflorescência (—) encontrada na parte Figura 15: Bolor (—), ataque de sulfatos (—), fissuras (—
inferior da laje da caixa de areia. ) e o fenômeno da eflorescência (—) nas paredes dos
valos de oxidação.
A eflorescência foi originada devido a infiltrações ocasionadas pelo funcionamento das estruturas de
tratamento, caixa de areia da estação (Figura 14) e valos de oxidação (Figura 15), sendo assim, classificado
como um dano estrutural na primeira e funcional na segunda. Nos valos ainda podem ser identificadas a
presença de bolor, fissuras e o ataque de sulfatos. Sendo o surgimento destas patologias ocasionados devido
ao funcionamento e operação do sistema, sem as tratativas de proteção adequadas na fase de
recuperação/construção da mesma.
Manchas superficiais por ação de agentes externos caracterizam novamente dano estético (Figura
16) e trincas, danos estruturais, devido ao recalque ocasionado pela demolição da laje da caixa do barrilete
da EE, sendo assim um dano estrutural e de origem acidental. Encontra-se também a corrosão e manchas
por oxidação, provocando danos estruturais na tubulação ferro fundido de chegada do efluente (Figura 17).
Sua origem pode ser classificada como adquirida, visto que há a incidência do contato direto com o esgoto.
Figura 16: Trincas (—) e manchas pela ação de agentes Figura 17: Corrosão (—) e manchas por oxidação (—) na
externos (—) na parede da caixa do barrilete de EE. tubulação de chegada do efluente.
A abrasão pode ser observada pelo descolamento da superfície de concreto em conjunto com a ação
do ataque de sulfatos, o fenômeno da eflorescência e as manchas da oxidação pela corrosão, encontrada na
caixa de entrada da ETE (Figura 18) e a perda de aderência da armadura devido ao efeito de corrosão no pilar
da estrutura da lagoa de decantação da ETE acarretando em um dano estrutural com uma provável origem
congênita na escolha e definição do traço do concreto a ser utilizado (Figura 19).
Figura 18: Abrasão (—), corrosão (—), oxidação (—), Figura 19: Lixiviação (—), ataque de sulfatos (—) e
eflorescência (—) e ação do ataque de sulfatos (—) na corrosão (—) na laje inferior da caixa de reunião da ETE.
caixa de saída de ETE.
Diante da metodologia utilizada, existiu forte suspeita que pode ser diagnosticada como suscetível aos
ataques por sulfatos, devido à presença de fissuras não uniformes, o que torna inviável a diferenciação entre
as manifestações sem a utilização de ensaios (HELENE et al., 2016; RIBEIRO et al., 2019). Esta patologia junto
com a presença de outras manifestações como bolor e corrosão, foram adquiridas pelo meio agressivo em
que se encontram e trazem danos funcionais na caixa de entrada do poço úmido de ETE (Figura 20). Nota-se
a presença de manchas causadas pela ação de agentes externos, de origem natural, além do descolamento
com pulverulência na casa de apoio de EE com origem do tipo adquirida (Figura 21).
Figura 20: Presença de bolor (—), corrosão (—) e Figura 21: Presença de manchas pela ação de agentes
Reação Álcalis-Agregado (—) na caixa de entrada do externos (—) e descolamento com pulverulência (—) na
poço úmido da ETE do município de Recife. casa de apoio de EE.
As incidências das patologias quanto aos danos podem ser visualizadas para as ETE’s (Figura 22) e
EE’s (Figura 23). Observa-se maior distribuição entre as estações de tratamento, onde a frequência é
crescente quanto à gravidade do prejuízo e risco que os problemas causam. Os danos estruturais tiveram
maior incidência nos dois casos, reforçando a gravidade que o ambiente agressivo pode impactar nas
estruturas pertencentes a ele, como também a necessidade de recuperação e reforço estrutural nessas
localidades.
Figura 22: Impacto de danos nas ETE’s. Figura 23: Impacto de danos nas EE’s.
Para o fator de relevância, obteve-se 0,65 para as estações de tratamento e 0,17 para as elevatórias.
O primeiro apresenta maior relevância, tanto pela sua importância no funcionamento do SES quanto à sua
extensão física. Já as elevatórias, apesar da alta incidência de danos estruturais, não apresentaram o
indicador de FR elevado. Isto indica que os complexos destinados ao tratamento dos efluentes necessitam
de maior atenção e redirecionamento de recursos técnicos e financeiros para a sua conservação e operação
Figura 16: Trincas (—) e manchas pela ação de agentes Figura 17: Corrosão (—) e manchas por oxidação (—) na
externos (—) na parede da caixa do barrilete de EE. tubulação de chegada do efluente.
As patologias de maiores recorrências (Figura 26) foram o bolor e as manchas pela ação de agentes
externo, com percentuais próximos a 20%, sendo em essência danos estéticos e de fácil tratativa, através de
manutenções periódicas preventivas simples. A corrosão, eflorescência, fissuras e ataque por sulfatos
também foram manifestações bastante presentes nessas estruturas, e suas correções podem gerar custos
elevados devido à necessidade de realizar a parada no sistema em operação, que geram 42,8% das
ocorrências. Isto de indica que quase metade das patologias encontradas sofrem influência direta do sistema
em que se encontram, principalmente a corrosão e os ataques por sulfatos. Por outro lado, o descolamento
por empolamento tanto pulverulência, RAA e junta fria foram as manifestações de menor incidência.
As duas últimas são problemas mais custosos para tratativas, tendo em vista o cunho estrutural
agregado a estes problemas, já as outras citadas são de simples correção e em sua maioria, prejudicam
esteticamente a estrutura. De modo geral, a diversidade de patologias e o resultado encontrado já era o
esperado conforme estudos realizados anteriormente, o que comprova a agressividade do meio em que as
estruturas que compõe o sistema de saneamento estão inseridas, adquiridas devido a exposição aos gases
formados no interior das estruturas, a ausência de manutenção e até problemas construtivos.
CONCLUSÕES
REFERÊNCIAS
ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6118: KUDLANVEC JUNIOR, V.L.; CANALLE, R.; NUNES, T. K. L.;
Projetos de estruturas de concreto. Rio de Janeiro: ABNT, RESENDE, E. C. R. C.; SILVA, M. D. S. C.. Levantamento de
2014. manifestações patológicas em estação de tratamento de
esgoto: estudo de caso em reator UASB. In: Simpósio
ARIVABENE, A. C.. Patologias em estruturas de concreto Paranaense de Patologia das Construções, 3. Anais. Paraná,
armado: Estudo de Caso. Revista ON-LINE IPOG, v.10, n.1, 2018. DOI: http://doi.org/10.4322/2526-7248.010
p.1-22, 2015.
LORDSLEEM JUNIOR, A. C.; BATISTA FARO, H.. Descolamento
BASTOS, H. C. N.; MIRANDA, M. Z.. Principais patologias em de revestimento de fachada: estudo de caso. Revista
estruturas de concreto de pontes e viadutos: manuseio e ALCONPAT, v.7, n.2, p.148-159, 2017. DOI:
manutenção das obras de arte especiais. Revista http://doi.org/10.21041/ra.v7i2.126
Constituindo, v.9, p.93-101, 2017.
IBAPE. Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de
HELENE, P.; CARVALHO, M.; PACHECO, J.. Engineering field Engenharia. Norma de Inspeção Predial Nacional. São Paulo,
tests for álcali-aggregate reaction. Structural Concrete, v.18, 2012.
n.2, p.349-355, 2016. DOI:
http://doi.org/10.1002/suco.201600090 OLIVEIRA, D. B. C.; SOARES, W. A.; HOLANDA, M. A. C. R..
Effects of Rainwater intrusion on an activated sludge sewer
IDALGO, B. G.. Estudo de critérios de projeto para prevenção treatment system. Revista Ambiente e Água, v.15, n.3, p.1-
de manifestações patológicas no concreto armado em obras 12, 2020. DOI: http://doi.org/10.4136/ambi-agua.2497
de saneamento. Revista On-line IPOG, v.12, n.1, p.1-28,
2016. RIBEIRO, D. V.; REY, R. O.. Avaliação dos agregados utilizados
na região metropolitana de Salvador quanto à ocorrência de
Reatividade Álcalis-Agregado (RAA). Revista ALCONPAT, v.9,
A CBPC – Companhia Brasileira de Produção Científica (CNPJ: 11.221.422/0001-03) detém os direitos materiais desta publicação. Os direitos referem-se à publicação do trabalho em qualquer parte
do mundo, incluindo os direitos às renovações, expansões e disseminações da contribuição, bem como outros direitos subsidiários. Todos os trabalhos publicados eletronicamente poderão
posteriormente ser publicados em coletâneas impressas sob coordenação da Sustenere Publishing, da Companhia Brasileira de Produção Científica e seus parceiros autorizados. Os (as) autores (as)
preservam os direitos autorais, mas não têm permissão para a publicação da contribuição em outro meio, impresso ou digital, em português ou em tradução.