0% acharam este documento útil (0 voto)
152 visualizações7 páginas

Guia Completo de Ficha de Leitura

O documento discute as fichas de leitura, definindo-as como instrumentos que permitem identificar obras e resumir seu conteúdo principal de forma concisa. Explica que fichas de leitura não são resumos ou resenhas críticas, mas condensam as ideias de um texto de forma orientada para os objetivos do leitor. Fornece detalhes sobre como produzir fichas de leitura e quais informações elas devem conter.

Enviado por

Reis Fernando
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
152 visualizações7 páginas

Guia Completo de Ficha de Leitura

O documento discute as fichas de leitura, definindo-as como instrumentos que permitem identificar obras e resumir seu conteúdo principal de forma concisa. Explica que fichas de leitura não são resumos ou resenhas críticas, mas condensam as ideias de um texto de forma orientada para os objetivos do leitor. Fornece detalhes sobre como produzir fichas de leitura e quais informações elas devem conter.

Enviado por

Reis Fernando
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Ficha leitura

As fichas são um instrumento importantíssimo na vida estudantil, uma vez que permitem
identificar as obras, conhecer o seu conteúdo, fazer citações o conteúdo da obra.

Distinção entre ficha de leitura resumo sintise, sumario e recensão entica

O tipo de ficha de leitura a que ns referimos não e um resumi de uma obra, nem uma recensao
critica, embora possa partilhar com estes gerneros textuais as formas de trabalhar os textos ou
a proposito de condensar as ideias contidos no documento em causa.

A grande diferença é que a ficha de leitura procura frazer essa condensação a partir de uma
orientação exterior ao texto ou, melhor visando o objetivo de quem a produz.

Como se fazer ficha de leitura

A produção de fichas nada mais masis é do que o registo de informações ou a coleta de dados,
tendo como função primordial auxiliar no processo de pesquisa e na escrita do texto.

Nelas anotamos as referencia bibliográfica das obras consultados, registamos, resumidamente,


as principais ideias do autor e transcrevemos citações – chave

Também servem para anotar as nossas observações pessoais, opiniões e ideias que decorrem
da leitura do material pesquisada.

A aprendizagem do processo de elaboração de uma ficha de leita

Por vezes, no processo de aprendizagem das técnicas de elaboração de uma ficha de leitura,
solicita-se aos alunos que realizem um exercício que remete para o primeiro tipo de fichas de
leituras referenciado, as que dizem respeito ao texto integral.

A ficha de leita não é um resumo, parecíssimo o papel de resumo do texto em causa,


ganhando expressão a identificar das ideias orncipais do autor, das suas articulações e das
respetivas hierarquizações.

Principais tipos fichas de leitura

Bibliografia- segundo rei ( op cit, 2000, pag , 68), consiste numa pequena cartolina, contendo
os elementos identificados, de documentos, entre os quais se encontram. Apelido do autor
(em másculas ) nome do autor titulo da obra ( sublinhado ou em itálico ), subtítulo ( se
houve ), local onde foi editada a obra, nome da editora, coleção, ano do volume, indicação do
numero da pagina.

Citação – é eleborado com escricao textual de trechos da obra ( incluindo erros que devem ser
servido pelo termos sic) colocado entre parentes reto e reproduz frases considerados
relevante no trabalho. As frases citados são colocados entre aspas referido a pagina para
indicar expressão de palavras recorre-se também a parênteses reto [...].

 Resumo ou conteúdo: é uma das principais ideias do autor.


 Comentários ou analíticas- contem a interpretação das ideias do auto, o valor critico
reflexivos do leitor. Pode indicar sobre o conteúdo, a forma , clareza ou obscurido
comparativo com outros testos e ou a importância da obra
 Elementos que devem constar de uma ficha de leitura completo
 Identificar do autor da ficha
 Identificacoes sobre o tema da ficha
 Cabeçalho com as referencia bibliografia
 Informações sobre autor
 Corpo ou texto com o resumo das ideias do autor, ou citações literais na redação final
 Comentários pessoais (se fore uma ficha- comentários)
 Identificação do local ( o obra ou biblioteca ) em que a obra consultado pode ser
encontrada

Principais funções de ficha de leitura

 Permitir o registo da referencia bibliográfica completa, para o uso posterior na redação


do relatório final
 Referencia elementos do texto de forma que, posteriormente é sempre que
necessário seja possível de um modo fácil e rápido localizar essa informação.

A importância da referencia as paginas da obra origem

Emqualquer trabalho que realizamos quando se mencionam as ideias de um dado autor, tem
de referenciar, não apenas na obra com na página ou páginas concreta (3) onde se encontram
essa ideias.

O estudo dos comentário do autor da ficha

Numa ficha de leitura, enquanto momento de um trabalho mas vasto podemos clocar os
nossos próprios comentários. Ex para chamar atenção para colocar uma opinião contrário a de
autor, ou para procurar mais informacao sobre uma determinada ideia etc.

As cotações e as condições das ideias do autor

A esmagadora maiorias das frases presentes numa ficha de leitura é produzido pela pessoa
que esta a realiza-lo com base mas ideias do autor do texto e analise.

Ficha de leitura versos plágios

Utilizar as ideias do autor para realizar o nosso próprio trabalho não é um plagio . pelo
contrário é desejável e não há outra forma de fazermos nosso trabalho avançar; Como diria
Bernardo chartres no (sec XII) somos como anos que vemos longe cporque estamos sobre os
antecideras os autores do livros e artigos que usamos.

Exemplificação de ficha de leitura

Ficha bibliográfica

Produzida por Isabel Arnaldo Fernão , a obra encontrado no centro de língua português-
instituto comoes universidade pedagógico.

2- relações relativas: os pronomes cujo e onde


O nosso dia-a-dia usasmos com frequência algumas vezes com correção outras
incorretamente, pronomes que desempenha determinadas fusos.

Uso de pronome cujo Boregana ( gramatica universal da língua portuguesa, 7. Edição Lisboa,
texto editores, 2000,pag 159) advoga que cujo é um pronome relativo que se usa como
determinante, concordando este com o nome a que se liga na oração subordinada , do qaul é
complemento, determinativo.

Ex: a pessoa cujas ideias políticas tanto admiras detesta a avenida publica

Neste caso, cujas equivale a da qual na percepção de Mateus et alii (gramatica da língua
portuguesa 6ª. Edição Lisboa, caminho 2003, pág. 664) cuja marca o genitivo, o correndo no SN
em início da relativa tem flexão em número e em gênero.

Uso do pronome onde

O segundo mateus et alii( op, cit, 2002,pag 664)

Ex: ve-se o mar da csa onde vivemos Borregana (op,cit) é da opinião que antecedente de
ondem pode ser uma abvrebio um adverbio de lugar (ai, ali, aqui, la)

Ex: o gatinho volta muitas vezes ao local onde se sentiu bem.

Associam-se a onde as preposições a de para par , onde , donde, para, ende por onde.

Titulo

Disposição gerais

Capitulo1

Principais fundamentais

Artigo 1

( âmbito da lei)

A presente lei estabelece o quadro o quando judaico- legal para a relizacao de eleições os
órgãos das autarquias locais.

Artigo 2

(eleição dos órgãos autárquico )

1. Os presidentes dos conselhos e as assembleias são eleitos por sufrágio universal


directo, igual ,secreto e pessoal.
2. Os apuramentos dos resultados das eleições obedece ao sistema de representação
proporcioanal seundo as regras fixadas na presente lei.
3. Os membros dos cinselhos são designados nos termos da lei das autarquias locais.

Artigo 3
(direito de sufrágio)

1. O sufrágio constitui um direito pessoal dos cidadãos


2. O recenseamento eleitoral dos cidadãos é condição indispensável

Exercício de direito de voto

Capitulo

Capacidade eleitoral activa

Artigo 4

(cidadãos eleitores )

São eleitores os cidadãos moçambicanos maiores de 18 anos a data das eleições recenseadas
na circuncisão territorial da respetiva autarquia local;

Artigo 5

(incapacidade eleitoral ativas)


não podem votar:

a) Os interditos por sentença transitada

Em julgado por sentença, quando internadas

Capitulo 3

Capacidade eleitoral passiva

1. São elegíveis os cidadãos moçambicano que residam, á data votação, na autarquia


local, há pelo menos seis meses e não padeçam de qualquer incapacidade eleitoral
passiva prevista na presente lei.
2. Não gozam de capacidade eleitoral passiva

os cidadãos que não gozzam de capacidade eleitoral ativa.

Artigo 6

(Inelegibilidade)

1) Não podem ser eleitos:


a) Os membros dos corpos sociais e os gerentes de sociedades, vem como os
proprietários de empresas.
b) Os devedores em moracom a autarquia local e respetivo fiadores.

Artigo 7

(direito a dispensa de função )

A partie do imicio da campanha eleitorl, ate ao fim da voacao, os candidatos a admitidos tem
direito a dispensa do exercício das respetivs funções sejam politicas ou privadas.
Artigo 8

(Imunidade)

1) Nenhum candidato deve ser sujeito a prisão preventiva a não ser em flagrante delito
crime doloroso punível com parede da prisão maior.

Tema: transversal-declaracao dos humanos e democracia

Artigo 6

Todos os individuo tem direto ao reconhecimento, em todos os lugares da sua


personalidade jurídica.

Artigo 7

Todos são iguais perante alei e, sem distinção tem direito a igual proteção igual lei.

Artigo 8

Toda a pessoa tem direito a recurso afetivo para os jurisdições racionais com patentes
contra os actos que violem os direitos fundamentais reconhecidos pelo constituição ou
pela lei.

Artigo 9

Ninguém pode ser arbitranamente preso detido ou exilado,

Artigo10

Toda s pessoa tem direito, em plena igualdade e, a que sua casa qualitativa e publicamente
julgada por um tribunal independente e imparcial, que decida dos seus direitos e obrigações
em matéria penal que contra ela seja deduzido.

Artigo11

Toda s pessoa acusada de um acto delituoso, presume-se incente arte que a sua culpabilidade
fique legalmente provada no decurso de um proesso da diferença se lhe sejam asseguradas.

Artigo12

Ninguém sofrera intermissões arbitraria na sua vida privda, nas sua família, no seu domicilio ou
no seu correspondente nem ataque e sua honra e reputação.

Artigo 13

É importante que todos os cidadãos estejam preparados para produzir este tipo de texto em
algum momento da sua vida ,poderão sair oportunidades ou necessidades de expor ideias
pessoas atrásves da escrita.

É um texto argumentativo que a presente armentos sobre o assunto abordados, portanto, o


scritor, além de expor o seu ponto de vista deve sustenta-lo através de informações e razoes
correntes admissíveis.
Caraterística linguística discursivas do artigo da opinião uma caraterística muito peculiar deste
gênero textual é a sua intenção persuasiva, qe consiste na tentativa de o emissor, convencer o
destinatário neste caso o leitor.

Orientações para a produção de um artigo de opinião

Para produzir um bom artigo de opinião devem seguir algumas orientações

a) Pos a leitura de vários textos sobre uma determinada que mas te agradam
b) ao compores o teu texto tem em consideração o interlocutor ou seja quem ira ler a tua
produção
c) escolhe os argumentos entre os que notaste que podem fundamentar a ideia principail
do texto de modo mais consciente e desenvolve-se.

Capitulo V

Votação

Seccao I

Direito de sufrágio

Artigo 57

(Pessoalidade de voto)

1. O direito de sufrágio e exercido diretamente por cada cidadão eleitor


2. Em caso algum o direito de sufrágio e susceptíveis de representação

Artigo 58

(presencialidade de voto)

O direito de voto é exercido presencialmente da assembleia de voto em que encontrar inscrito

Artigo 59

(direito de dever de voto)

1. o ato de votar constitui um direito e um dever cívico do cidadão eleitor.

2. As entidades publicas eprivadas, as empresas e outros e outros empregadores devem


concederaos respetivos funcionários

Artigo 60

(unicidade de voto)a cada eleitor so é permitido votar uma única vez para a elicao de cda
órgão representativa das autarquia locais

Artigo 61

(Confidencialidade de voto)

1. O voto é secreto
2. Ninguém pode sob qualquer pretexto ser obrigado ou obrigar alevar a sentido do
voto.
3. Dentro da assembleia de voto e fora dela este a distancia de mil metro.
Artigo 62

(Requisitos de exercício de voto)

Para além da admissão a votação o nome do leitor deve constar do caderno de


recenseamento e a sua identidade ser conhecido pela respetiva mesa.

Você também pode gostar