Anatomia – 07/05 e 14/05 Turma VII Maria
Eduarda Pontes Nozaki
Orelha
- é o órgão da audição e do equilíbrio
- partes externa e média: relacionadas principalmente com a transferência de som para a orelha interna, que contém o órgão do
equilíbrio e também da audição
- membrana timpânica separa a orelha externa da orelha média
- tuba auditiva conecta a orelha média à parte nasal da faringe
Orelha Externa: formada pela orelha (pavilhão) que capta o som; e o meato acústico externo, que conduz o som até a
membrana timpânica.
Meato Acústico Externo
- estende da concha à membrana timpânica
- 2/3 mediais do meato são ósseos e revestidos por pele fina e contínua com a camada externa da membrana timpânica
- membrana timpânica é uma divisória entre o meato acústico externo e a cavidade timpânica da orelha média
Arcabouço Cartilagíneo
- orelha é uma lâmina fina única de fibrocartilagem elástica coberta por pele
- ela é conectada às partes circundantes por ligamentos e músculos e é contínua com a cartilagem do meato acústico externo
- não há cartilagem no lóbulo ou entre o trago e o ramo da hélice espaço é preenchido por tecido fibroso denso
Espinha da Hélice: pequena projeção cartilagínea anteriormente, onde a hélice se curva para cima, há uma
Cauda da Hélice: outra extremidade que é prolongada inferiormente e separada da antélice pela fissura antitrago-helicina
Eminência da Concha e a Eminência da Escafa: depressões na face lateral. São separadas pelo sulco transverso da antélice,
que corresponde ao ramo inferior da antélice na face lateral. A eminência da concha é cruzada pelo pontículo
- há 2 fissuras na cartilagem auricular (uma atrás do ramo da hélice e outra no trago)
- antítrago e o trago (**): região que principalmente no homem após os 45 – 50anos, apresenta hirsutismo, com crescimento
rápido dos pelos no nariz, sobrancelha e orelha com funções de proteção
- concha (**): local a onde o médico cirurgião retira cartilagens para reconstruções, também é o local onde faz a cirurgia de
abano
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*Obs: 1) Abertura externa do aqueduto vestibular:
abertura que permite a passagem do liquor para o
sistema labirinto
2) Meato: conduto de ar
3) Poro: ar não entra para se chamar de meato e
não pode ser forame é não tem saída (apenas chega
ao labirinto)
Músculos Auriculares
- todos são inervados pelo nervo fácil
- pertencem a um sistema rudimentar de esfíncteres que tinham função de proteger a entrada da orelha
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Músculos Auriculares Extrínsecos (**)
- conectam a orelha ao crânio e couro cabeludo e movem a orelha como um todo
- Auricular Anterior: menor dos três e é um fino leque de fibras pálidas que se originam da margem lateral da aponeurose
epicrânica e convergem para se fixar na espinha da hélice
- Auricular Superior: maior dos três, também fino e em forma de leque e converge a partir da aponeurose epicrânica por meio
de um tendão fino, achatado, para se inserir na parte superior da face craniana da orelha
- Auricular Posterior: consiste em 2 ou 3 fascículos cárneos que se originam por curtas fibras aponeuróticas a partir da parte
mastóidea do osso temporal e se inserem no pontículo na eminência da concha.
- Ações: apresenta escassez de movimento auricular, porém estímulos auditivos podem evocar respostas padronizadas destes
pequenos músculos e a eletromiografia pode detectar a “resposta acústica cruzada”, usada para determinar níveis limiares
auditivos e latências do tronco encefálico
Músculos Auriculares Intrínsecos
- conectam as diferentes partes da orelha
- Músculo Maior da Hélice: faixa vertical estreita na margem anterior da hélice, passando da sua espinha à sua margem anterior,
onde a hélice está quase se curvando para trás
- Músculo Menor da Hélice: faixa vertical curta, achatada, na face lateral do trago
- Músculo Trágico (**)
- Músculo Antitrágico (**): passa da parte externa do antitrago para a cauda da hélice e para a antélice.
- Músculo Transverso da Orelha: localizado na face craniana da orelha, consiste em fibras dispersas, parcialmente tendíneas,
parcialmente musculares, que se estendem entre a eminência da concha e a eminência da escafa
- Músculo Oblíquo da Orelha: localizado na face craniana da orelha, consiste em algumas fibras que se estendem das partes
superior e posterior da eminência da concha à eminência da escafa
- Ações: modificam a forma da orelha minimamente na maioria das orelhas humanas: o músculo maior da hélice pode puxar a
orelha para a frente e para cima
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Inervação Sensitiva da Orelha Externa (LEITURA COMPLEMENTAR – NÃÃÃO CAI)
- é complexa e não completamente determinada
- Nervo Auricular Magno: supre a maior parte da face craniana e a parte posterior da face lateral (hélice, antélice, lóbulo)
- Nervo Occipital Menor: supre a parte superior da concavidade da concha e a parte posterior da eminência
- Nervo Auriculotemporal: supre o trago, ramo da hélice e a parte adjacente da hélice
- Nervo Facial (**): junto com o ramo auricular do nervo vago supre pequenas áreas em ambas as faces da orelha, na depressão
da concha e sobre sua eminência
Orelha média
- câmara estreita e cheia de ar na parte petrosa do temporal
- possui 2 partes: cavidade timpânica propriamente dita (espaço diretamente interno à membrana timpânica) e o recesso
epitimpânico (espaço superior à membrana)
- Conteúdo: ossículos da audição (martelo, bigorna e estribo); músculos estapédio e tensor do tímpano; nervo corda do
tímpano; ramo do NC VII; e plexo timpânico de nervos.
Cavidade Timpânica
- está unida na parte anteromedial à parte nasal da faringe pela tuba auditiva e na parte posterossuperior às células mastóideas
através do antro mastóideo
- é revestida por túnica mucosa que é contínua com o revestimento da tuba auditiva
Membrana Timpânica (**): separa a cavidade timpânica do meato acústico externo. Localiza-se obliquamente, em um
ângulo de aproximadamente 55° com o soalho meatal
- Umbigo da membrana timpânica (**): importante por ser o centro da membrana e o local onde ela vai vibrar pelo estimulo do
ar. Consiste na parte tensa, criada pela extremidade do cabo do martelo. Apresenta o cone de luz que permite a avaliação do
grau de tensão da membrana timpânica
Paredes (LEITURA COMPLEMENTAR – NÃÃÃÃÃÃÃÃO CAI)
- Parede Tegmental (Teto): tegme timpânico separa a cavidade timpânica da dura-máter no assoalho da fossa média do
crânio
- Parede Jugular (Assoalho): lâmina de osso que separa a cavidade timpânica do bulbo superior da veia jugular interna
- Parede Membranácea (Parede Lateral): convexidade em pico da membrana timpânica
- Parede Labiríntica (Parede Medial): separa a cavidade timpânica da orelha interna
- Parede Mastóidea (Parede Posterior): apresenta o ádito (abertura em sua parte superior ao antro mastóideo, que une a
cavidade timpânica às células mastóideas; o canal para o nervo facial desce entre a parede posterior e o antro, medial ao ádito)
- Parede Carótica Anterior: separa a cavidade timpânica do canal carótico; superiormente, tem a abertura da tuba auditiva e o
canal para o músculo tensor do tímpano
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Ossículos: estende-se da membrana timpânica até a janela do vestíbulo (NÃÃÃÃO PRECISA SABER CADA PARTE)
Martelo: fixa-se à membrana timpânica e atua como uma alavanca,
- Cabeça do Martelo: arredondada e superior, situa-se no recesso epitimpânico. Articula-se com a bigorna
- Colo do Martelo: situa-se contra a parte flácida da membrana timpânica. O nervo corda do tímpano atravessa a face medial do
colo do martelo.
- Cabo do Martelo: está inserido na membrana timpânica, com sua extremidade no umbigo da membrana timpânica. É o local
de inserção do músculo tendão do tensor do tímpano
Bigorna: está localizada entre o martelo e o estribo e articula-se com eles. Tem um corpo e dois ramos
- Corpo: situa-se no recesso epitimpânico, onde se articula com a cabeça do martelo
- Ramo Longo: situa-se paralelo ao cabo do martelo, e sua extremidade interna articula-se com o estribo através do processo
lenticular
- Ramo Curto: está unido por um ligamento à parede posterior da cavidade timpânica
Estribo: é o menor ossículo. Tem uma cabeça, dois ramos e uma base. Comunica-se com o sistema labirinto pela janela oval
- Cabeça: voltada lateralmente, articula-se com a bigorna
- Base do estribo: encaixa-se na janela do vestíbulo na parede medial da cavidade timpânica
Músculos Associados aos Ossículos da Audição (**): ficam na extremidade dos ossos. Quando recebe sons de alta
frequência que seria prejudicial ao funcionamento dos ossos e do funcionamentos das estruturaras, eles se contraem,
segurando os ossos para que não ocorra hipervibraççoes que levaria a perdas auditivas severas (reduz a incidência de sons
altos e de alta amplitude)
Músculo Tensor do Tímpano: é curto e se origina da face superior da parte cartilagínea da tuba auditiva, da asa maior do
esfenoide e da parte petrosa do temporal; e se insere no cabo do martelo. O músculo tensor do tímpano puxa o cabo
medialmente, tensionando a membrana timpânica e reduzindo a amplitude de suas oscilações. Esta ação tende a evitar
lesão da orelha interna quando é exposta a sons altos. O músculo tensor do tímpano é suprido pelo nervo mandibular
(ramo do trigêmeo)
Músculo Estapédio: é um pequeno músculo no interior da eminência piramidal, uma proeminência cônica oca na parede
posterior da cavidade timpânica. Seu tendão entra na cavidade timpânica emergindo de um forame puntiforme no ápice da
eminência e se insere no colo do estribo. O músculo estapédio traciona o estribo posteriormente e inclina sua base na
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janela do vestíbulo, tensionando, assim, o ligamento anular e reduzindo a amplitude oscilatória. Também impede o
movimento excessivo do estribo. O nervo para o músculo estapédio origina-se do nervo facial (NC VII).
*Obs: 1) Otosclerose: as articulações dos ossículos ficam mais rígidas podendo levar a perda auditiva. Um das causas é o excesso
de liração
2) Musculo Tensor do Tímpano e Estapédio: são usados em teste audiometricos que capta a vibração e verifica se o
funcionamento por reflexos (capacidade auditiva)
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Tuba Auditiva
- une a cavidade timpânica à parte nasal da faringe que se abre posteriormente ao meato nasal
- correlações clínicas (**): devido a conexão da tuba com a nasofaringe pelo antro mastoideo e a parte mastoide do osso
temporal ser oca e cheia de células, o ar que entra pelo nariz a pela boca segue pela tuba auditiva, chegando a orelha média e ao
recesso eptimpanico, podendo passar pelo arqueduto vestibular e causar infecções que alcançam encéfalo e células mastoideas,
meninges, liquor, seio venoso sigmoide, cerebelo e nervo facial (ex: meningite, encefalite, trombose de seio, paralisia de nervo
facial, abcessos, etc)
- linfonodos retroauriculares ou mastoideos (posteriores) e os parotídeos ou massetéricos (anteriores) quando infartados
indicarminfecções otorrino mais provável é o jugulo-digastrico (ângulo da mandíbula)
- óstio faríngeo da tuba auditiva (ou torus tubário) tem uma tonsila que participa do anel de Waldeyer
- Musculo Tensor do Véu Palatino (**): está preso na parte anterior da tuba e na deglutição (principalmente) e inspiração, o
músculo puxa para baixo, abrindo a tuba auditiva para permitir que o ar chegue até a orelha média e igual as pressões (equaliza
as pressões), sendo importante para a adequada condução do som se não ocorrer pode haver perda auditiva, pois tímpano é
empurrado para dentro (é inervado pelo trigêmeo)
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Orelha Interna
- contém o órgão vestibulococlear relacionado com a recepção do som e a manutenção do equilíbrio
- localiza-se na parte petrosa do temporal
Labirinto Ósseo: série de cavidades (cóclea, vestíbulo e canais semicirculares) contidas na cápsula ótica da parte petrosa do
temporal
Cóclea
- é a parte em forma de concha do labirinto ósseo que contém o ducto coclear, estando associada à audição
- Ducto colear: contém o sistema de condução (órgão de Corti)
- Rampa do Vestíbulo: em sua base situa-se a janela do vestíbulo, que leva para a cavidade vestibular mas é fechada pela base
do estribo (sobe)
- Rampa do Tímpano: é separada da cavidade timpânica pela membrana timpânica secundária na janela da cóclea (desce)
- rampas se comunicam pelo helicotrema
- Órgão Espiral de Corti: estrutura transdutora de energia mecânica para energia elétrica; localiza-se ao longo e sobre a
membrana basilar
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*Obs: 1) Janela Oval: onde se encaixa o estribo e forma a
rampa do vestíbulo
2) Membrana Timpânica Secundaria: abafa as ondas
Vestíbulo do Labirinto Ósseo sonoras produzidas pelo estribo e tampa a janela redonda
- é a parte central do labirinto ósseo e localiza-se medial à
cavidade timpânica, posterior à cóclea e anterior aos canais
semicirculares
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- contém o utrículo e o sáculo (parede medial) e partes do aparelho do equilíbrio (labirinto vestibular).
- Aqueduto do vestíbulo: estende-se até a face posterior da parte petrosa do temporal, onde se abre posterolateralmente ao
meato acústico interno. Dá passagem ao ducto endolinfático e 2 pequenos vasos sanguíneos.
Canais Semicirculares: capta os movimentos angulares
- Canal Semicircular Anterior: é vertical em orientação e localiza-se transverso ao eixo longo da parte petrosa do osso temporal
sob a face anterior da sua eminência arqueada. A ampola óssea na extremidade anterior do canal se abre para a parte superior e
lateral do vestíbulo (plano sagital)
- Canal Semicircular Posterior: também é vertical, mas se curva para trás quase paralelo à face posterior da parte petrosa do
osso temporal (plano coronal)
- Canal Semicircular Lateral (Horizontal): segue horizontalmente para trás e lateralmente. Sua ampola óssea anterior se abre
para o ângulo superior e lateral do vestíbulo, acima da janela do vestíbulo e imediatamente abaixo da ampola óssea anterior;
sua extremidade posterior se abre abaixo da abertura do pilar ósseo comum (plano transversal)
- Crista Ampular: são sensores para registrar os movimentos da endolinfa na ampola decorrentes da rotação da cabeça no plano
do ducto
Labirinto Membranoso
- contem endolinfa
- está suspenso no labirinto ósseo
- é separado do periósteo por um espaço que contém perilinfa e uma rede semelhante a uma teia de finos vasos sanguíneos
Parte Vestibular: responsáveis pelo movimentos retilíneos e gravitacionais
- Utrículo: comunica-se com o sáculo através do ducto utriculossacular, do qual se origina o ducto endolinfático perto das
ampolas
- Sáculo: é contínuo com o ducto coclear através do ducto de união
- Macula: áreas do sáculo e utrículo que são especializadas de epitélio sensitivo. A mácula do utrículo situa-se no assoalho do
utrículo, paralela à base do crânio, enquanto a mácula do sáculo está posicionada verticalmente na parede medial do sáculo.
- Saco Endolinfatico: expansões do ducto endolinfático. Está localizado sob a dura-máter na face posterior da parte petrosa do
temporal. É um reservatório para o excesso de endolinfa formada pelos capilares sanguíneos no labirinto membranáceo
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*Obs: 1) Perilinfa: é liquor (entre o labirinto ósseo e membranáceo). É um liquido basicamente aquoso, pois é um meio
apenas para a transmissão de vibrações provém de dentro do crânio (espaço subaracnoide) passando pelo arqueduto
vestibular, entrando no labirinto membranoso. Essa comunicação permite que infecções auditivas evoluam com infecções
neurolgicas (ex: meningite, encefalite)
2) Endolinfa: produzida pela cóclea. No órgão de corti há a estria vascular que pega o plasma sanguíneo e converte em
endolinfa. É rica em potássio e pobre em sódio (tem que se ruma meio ideal para despolarização da estrutura do aparelho
de corti) dentro do labirinto membranáceo
Poro Acústico Interno
- é um canal estreito que segue lateralmente dentro da parte petrosa do temporal
- é fechado lateralmente por uma lâmina fina e perfurada de osso que o separa da orelha interna
- poro acústico interno do meato acústico interno está situado na parte posteromedial deste osso
- nervo vestibulococlear divide-se perto da extremidade lateral do meato acústico interno em duas partes: um nervo coclear e
um nervo vestibular
- tem formato de S em adultos, porém nas crianças é retificado (facilita atingir o tímpano) durante a otoscoia é necessário
tracionar a orelha para deixar reto (paxá para cima e para trás – só assim visualiza o tímpano)
Nervo Vestíbulo-Coclear
- nervo puramente sensitivo
- Porção Vestibular: veicula impulsos nervos do sistema vestibular
- Porção Coclear: veicula impulsos da cóclea
- ambas estas estruturas fazem parte do ouvido.
Emergência Real: 2 Núcleos cocleares e 4 núcleos vestibulares (quando a informação do cerebelo chega ao núcleo
vestibular medial, ela desce pelo trato vestíbuloespinal medial; e quando chega ao núcleo vestibular lateral, ela passa para o
trato vestibuloespinal lateral)
Emergência Aparente no Tronco Encefálico: entre o bulbo e ponto (sulco bulbopontino)
Emergência Aparente Craniana: poro acústico interno
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*Obs: Oliva possui 2 núcleos: superior relacionado
com as vias auditiva (capta a frequência e o
direcionamento das ondas de som, formando o
lemnisco lateral) e o inferior relacionado com as vias
vestibular
Sistema Coclear
Colículos Caudais no Mesencéfalo
- localiza-se na porção dorsal do mesencéfalo (lamina quadrigêmea)
- é o centro de integração da mensagem auditiva
- recebe diversos tipos de informações, como frequência, intensidade, complexidade temporal, localização no espaço.
Corpos geniculares mediais do metatálamo
- Localização: parte pulvinar do tálamo
- tem rica inervação descendente, que juntamente com a ascendente, forma os tratos auditivos tálamo-corticais
- 3 divisões: dorsal, ventral e medial
Radiações auditivas na cápsula interna: meato acústico externo membrana timpânica vibração dos ossículos
(amplificação do som) janela oval rampa vestibular ducto coclear órgão de corti gânglio (1° neurônio)
núcleos cocleares anterior e posterior (2° neurônio) e oliva superior (localizados no bulbo e na ponte) colículo caudal no
mesencéfalo caudal (3° neurônio) corpo geniculado medial no diencéfalo (tálamo - 4° neurônio) capsula interna
(radiação acústica) coroa radiada giro temporal superior e transverso (área primaria da audição – área 41 e 42 de
Brodmann - 5° neurônio) área 22 de Brodmann (área secundaria da audição – área de Wernickie)
*Obs: 1) As inúmeras vias centrais para
audição fazem com que seja muito difícil
haver surdez por problemas neurológicos no
SNC
2) Via auditiva obedece a tonotópia
3) Lesões nos núcleos coleares é o único tipo
de lesão central que pode levar a surdez
unilateral
4) Perda da audição por envelhecimento se
inicia por frequências mais altas
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Sistema Vestibular
- coordena os movimentos oculares e movimentos do tronco, pescoço e extremidades
Via Inconsciente: Macula do sáculo e utrículo cristas das ampolas dos canais semicirculares gânglios (1° neurônio) 4
núcleos vestibulares (superior, inferior, lateral e medial) e oliva inferior (2° neurônio) ascende por meio de fibras diretas
(tratos vestíbulosespinais) floculo e nódulo núcleo fastígio núcleos vestibulares lateral e medial trato
vestíbulo espinal lateral e trato vestibuloespinal medial corpos dos neurônios motores
Via Consciente: Mácula do sáculo e utrículo + cristas das ampolas dos canais semicirculares gânglios (1° neurônio) 4
núcleos vestibulares e oliva inferior (2° neurônio) ascende por meio de fibras diretas (tratos vestíbulosespinais)
tálamo (núcleo ventral posterior) radiação talâmica área vestibular do córtex (porção lateral inferior do giro pós-
*Obs: Via inconsciente também emite fibras neuronais para os núcleos de controle visual pelo trato fascículo longitudinal
medial (ex: oculomotor, troclear, abducente, acessório)
central)
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