Consultório NBE
8 Ferramentas
Práticas
PARA VOCÊ USAR COM
SEU PACIENTE
Elaborado por:
Annie Bello
Durante a prática clínica passamos por diversos
desafios e precisamos, além de ter em mãos as
melhores ferramentas, saber como aplicá-las da
forma correta.
Neste E-book eu separei as 8 ferramentas que eu
mais uso no consultório e explico passo a passo
como utilizá-las com o seu paciente.
Com certeza, tê-las em mãos é um diferencial tanto
para uma melhor estruturação da sua consulta,
quanto na comunicação com o seu paciente.
Índice
Ferramenta 1
Lâmina do acúmulo de gordura
na região visceral
Ferramenta 2
Escala de Bristol
Ferramenta 3
Protocolos de jejum
Ferramenta 4
Distribuição do Prato
Ferramenta 5
Diário Alimentar
Ferramenta 6
Pensamento > Sentimento >
Comportamento
Ferramenta 7
Higiene do Sono
Ferramenta 8
Quadro do Movimento
Pilar 1
Ferramentas com
Bases Clínicas
Ferramenta 1
Lâmina do acúmulo de gordura
na região visceral
GORDURA VISCERAL
E PERDA DE PESO
1
2
5
6 3
7
8 4
9
Legenda
1. Gordura Subcutânea
6. Rim
2. Estômago
7. Vesícula Biliar
3. Cavidade Abdominal
8. Cólon
4. Gordura Visceral
9. Intestino Delgado
5. Fígado
Ferramenta 1
Lâmina do acúmulo de gordura
na região visceral
Muitos pacientes chegam ao consultório incomodados
com a estética da região abdominal e dizem querer
perder peso, às vezes de forma rápida, para conseguir
alcançar o objetivo em um prazo curto de tempo. No
entanto, é necessário que o profissional explique de
forma bem objetiva que a perda de peso deve ser
gradual e que a perda de 5-10% do peso corporal já é
significativa para redução da gordura visceral ou
intra-abdominal. O acúmulo de gordura na região
visceral está mais associado à resistência à insulina,
inflamação e o desenvolvimento das doenças crônicas
não transmissíveis do que a gordura subcutânea. A
lâmina ilustra de forma bem clara a diferença entre a
gordura visceral, próximo da cavidade abdominal e
tecidos, e a gordura subcutânea que é mais aparente e
mais lenta de ser eliminada. Portanto, o foco principal
do tratamento deve ser melhorar a saúde e qualidade
de vida reduzindo inicialmente a quantidade de
gordura visceral.
Ferramenta 2
Escala de Bristol
Ferramenta 2
Escala de Bristol
A Escala de Bristol é uma das ferramentas mais
interessantes para avaliar o trânsito intestinal de
indivíduos saudáveis ou de indivíduos que
apresentam queixas gastrointestinais. A Escala de
Bristol é usada para avaliação da consistência das
fezes e foi desenvolvida e validada por Kenneth W.
Heaton e S. J. Lewis. Seu principal objetivo é avaliar a
forma do conteúdo fecal, utilizando ilustrações e
descrições simples que representam sete tipos de
fezes, de acordo com sua forma e consistência.
O formato e consistência ideal das fezes estaria
entre o tipo 3 e 4. Fezes do tipo 1 e 2 são mais
características de indivíduos constipados e fezes do
tipo 5, 6 e 7 apresentam um padrão mais diarreico. A
Escala de Bristol pode facilitar na identificação do
hábito intestinal do paciente e com isso o profissional
pode pensar na melhor estratégia dietética.
Pilar 2
Nutrição e
Suplementação
No Emagrecimento
Ferramenta 3
Protocolos de jejum
Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sab
Alimentação Normal
Jejum de dias alternados (ADF)
Jejum modificado de dias
alternados (AMFF)
Dieta 5:2
Dieta “Fast Mimicking” (Apenas 1 vez por mês)
Alimentação com restrição
de tempo (TRF)
Alimentação normal Redução calórica
Jejum Jejum intermitente diário
O Jejum Intermitente (JI) é mais uma das estratégias
nutricionais que podem ser utilizadas para promover
a perda de peso. No entanto, lembre-se que todo
plano alimentar deve ser individualizado de acordo
com as necessidades do seu paciente e sua
capacidade de aderir ao planejamento proposto.
Existem 5 principais protocolos de jejum existentes
na literatura que você pode colocar em prática:
Ferramenta 3
Protocolos de jejum
1° JEJUM DE DIAS ALTERNADOS (ADF):
Jejum em dias alternados (ADF) refere-se a estratégia
no qual é realizado um dia de jejum e o dia seguinte
de comida à vontade. Em outras palavras, é um
protocolo composto por um jejum de 24 horas
seguido por um período de alimentação sem
restrições por 24 horas. Nos estudos, eles não
controlam o que o indivíduo deve ingerir no dia sem
restrições, mas o ideal é que se oriente a ingestão de
uma alimentação saudável e equilibrada.
2° JEJUM MODIFICADO DE DIAS
ALTERNADOS (AMDF):
Neste protocolo os indivíduos ingerem menos calorias
(aproximadamente 25% da ingestão habitual ou 500
Kcal para mulheres e 600 Kcal para homens) no dia de
jejum e depois podem comer à vontade por 24 horas.
Ferramenta 3
Protocolos de jejum
3° DIETA [Link]
Este protocolo é definido por 2 dias de jejum total e 5
dias de alimentação à vontade e sem restrições. Os
dois dias de jejum podem ser consecutivos ou
intercalados.
Exemplos:
DIETA 5:2 CONSECUTIVO:
Jejum na sexta-feira e sábado e nos outros dias da
semana sem restrições alimentares.
DIETA 5:2 INTERCALADO:
Jejum na sexta-feira e terça-feira e nos outros dias da
semana sem restrições alimentares.
Ferramenta 3
Protocolos de jejum
ATENÇÃO
A cada semana de prática da dieta 5:2, é necessário
dar uma pausa e um intervalo de uma semana para
retornar. Ou seja, uma semana com jejum e outra não.
Outra forma de realizar esse protocolo é permitir que
nos dois dias de jejum o indivíduo tenha ingestão de
aproximadamente 25% do valor energético da dieta
habitual. Esse valor é de aproximadamente 500 kcal
para mulheres e 600 kcal para homens.
Ferramenta 3
Protocolos de jejum
4° DIETA ‘’FAST MIMICKING’’
Do inglês Fasting Mimicking Diet (FMD), dietas que
simulam o jejum, são estratégias de restrição calórica
mas sem prática de jejum. A dieta que simula o jejum
intermitente fornece baixíssimas calorias e inclui
sopas, sucos, chás, café, shakes e snacks com baixas
calorias. Esse protocolo é programado para um ciclo
de 5 dias a cada mês durante 3 meses. O objetivo
principal é que o corpo entre em estado de cetose e
promova perda de peso. As calorias fornecidas
durante a dieta variam de 700 a 1000 kcal/dia.
5° ALIMENTAÇÃO COM RESTRIÇÃO
DE TEMPO (TRF):
O protocolo TRF é o mais comum de ser aplicado e o
que costuma ter a melhor adesão. Nesse modelo, não
há restrição calórica, a restrição seria da janela de
alimentação ao longo do dia, ou seja, somente o
tempo que o indivíduo tem para se alimentar reduz.
Ferramenta 3
Protocolos de jejum
5° ALIMENTAÇÃO COM RESTRIÇÃO
DE TEMPO (TRF):
O TRF pode ser aplicado de diferentes formas:
Modelo 16/8 (16 horas de jejum, 8 horas sem
restrição alimentar)
Modelo 18/6 (18 horas de jejum, 6 horas sem
restrição alimentar)
Modelo 20/4 (20 horas de jejum, 4 horas sem
restrição alimentar)
Não existe consenso sobre o melhor horário para
começar o jejum. No entanto, os processos fisiológicos
do metabolismo e do intestino demonstram
ritmicidade circadiana ao longo do dia. Além disso, a
tolerância à glicose é mais baixa à noite, em
comparação com a mesma refeição consumida pela
manhã. Portanto, o ideal é que a janela da
alimentação seja durante a exposição da luz do sol
(Exemplo: Modelo 16/8 começando a comer às 8h e
terminando às 16h)
Ferramenta 4
Distribuição do Prato
COMO MONTAR UM
PRATO EQUILIBRADO
LEGUMINOSAS
(FEIJÃO)
LEGUMES E
VERDURAS,
GORDURAS
PRINCIPALMENTE
VERDE-ESCURAS
CEREAIS,
TUBÉRCULOS
E RAÍZES
LEGUMINOSAS
(FEIJÃO)
PROTEÍNA
ANIMAL
LEGUMES E
VERDURAS,
GORDURAS
PRINCIPALMENTE
VERDE-ESCURAS
CEREAIS,
TUBÉRCULOS
E RAÍZES
Ferramenta 4
Distribuição do Prato
Sem dúvidas a ferramenta da distribuição do prato é a
que eu mais utilizo para educação nutricional dos
pacientes. Do lado esquerdo eu exemplifico um prato
somente com alimentos de origem vegetal, mais
específico para o público vegetariano e plant-based.
Já o prato do lado direito mostra a distribuição de um
prato para onívoros, que ingerem proteína animal.
Caso o prato seja plant-based, a regra é simples: 50% do
prato com muitos legumes e verduras, principalmente
verde escuras, 25% cereais/tubérculos/raízes e os outros
25% com leguminosas. Mas, caso o prato seja de um
onívoro, a regra segue a mesma porém com redução
das leguminosas (principal fonte de proteína vegetal) e
adição da carne, frango, peixe ou ovos. Na região
central, o círculo das gorduras corresponde a adição de
lipídios da refeição, meu conselho é que você
recomende um bom azeite extra-virgem.
Pilar 3
Ferramentas para
Mudanças de
Comportamento
Ferramenta 5
Diário Alimentar
DIÁRIO ALIMENTAR
DATA: DIA DA SEMANA: ATIVIDADE FÍSICA:
FOME SACIEDADE LUGAR / PENSAMENTOS /
HORÁRIO ALIMENTOS E QUANTIDADES
0-10 0-10 COM QUEM EMOÇÕES
O Diário Alimentar é uma das melhores ferramentas
para trabalhar o comportamento dos pacientes
com dificuldade de seguir o planejamento
alimentar. Eu sempre busco pedir o diário para
aqueles pacientes que tenham o perfil de comer
emocional ou um comer mais reativo/automático ou
com padrão beliscador.
Ferramenta 5
Diário Alimentar
O diário faz com que o paciente reflita sobre suas
escolhas e atitudes alimentares. Existem várias
formas do paciente registrar o que comeu, seja por
meio de fotos ou de forma escrita. Nesse modelo, o
paciente pode preencher o quadro depois de um
episódio de ‘’exagero alimentar’’ ou conforme o
combinado entre nutricionista e o paciente. Na folha,
o paciente precisa preencher a data, dia da semana,
horário, qual o grau de fome que ele estava sentindo
entre 0-10, o que ingeriu e a quantidade, o grau de
saciedade de 0-10, o lugar que estava, com quem
estava e quais os pensamentos e sentimentos que ele
estava sentindo.
Em geral, os indivíduos costumam ter um certo
padrão na desregulação alimentar e isso pode ser
trabalhado entre consultas para pensar em quais
outras estratégias poderiam substituir esse padrão.
Ferramenta 6
Pensamento > Sentimento >
Comportamento
PENSAMENTO
COMPORTAMENTO SENTIMENTO
Na prática, eu explico para o paciente que todo o
comportamento é precedido de um pensamento e
um sentimento e que muitas vezes a comida serve
como uma "bengala de apoio" para lidar com esses
sentimentos. Para aqueles pacientes que têm um
comer emocional, a melhor forma de colocar em
prática essa ferramenta é pedindo para eles anotarem
em seus diários o sentimento depois que eles
realizaram a refeição.
Ferramenta 6
Pensamento > Sentimento
> Comportamento
Pedir para eles pensarem "O quê eu estava sentindo
antes de comer essa barra de chocolate?", geralmente
eles se dão conta que estavam se sentindo tristes,
ansiosos, estressados, angustiados...
Nesse momento, depois deles se darem conta que
acabam descontando os sentimentos na comida, é
que intervimos e perguntamos que outras ações além
de comer poderiam ser feitas para lidar com aquele
sentimento.
Será que seria possível ligar para um amigo(a)? Validar
o sentimento e apenas chorar? Sair para dar uma
volta? Nesse momento da consulta, é necessário que
o profissional seja empático e busque alternativas
junto com o paciente demonstrando apoio e
suporte.
Pilar 4
Ferramentas para
MEV
Medicina do Estilo de Vida
PASSO A PASSO PARA
HIGIENE DO SONO
Só vá para cama quando de fato estiver
1.
com sono: Se não conseguir dormir dentro
de 20 min, levante-se e faça algo que
considere relaxante, como ler, meditar ou
escutar alguma música tranquila.
Minimize ou exclua barulhos e luzes:
2. Desligar os aparelhos eletrônicos pelo
menos 1 hora antes de dormir é essencial
para uma boa noite de sono.
Estabeleça horários regulares para ir
3.
dormir e acordar, tanto nos dias úteis
quanto no final de semana. Isso ajudará
a regular os relógios biológicos do seu
organismo.
Realize atividades físicas regulares de
4. preferência durante a manhã ou tarde. Se
possível, tente se expor diariamente à luz
solar.
Controle o consumo de cafeína, nicotina
5.
e álcool e insira chás calmantes antes de
dormir. Chás de camomila, maracujá,
erva-doce e erva-cidreira podem ajudar a
melhorar a qualidade do sono.
Ferramenta 7
Higiene do Sono
O sono é um dos principais pilares na medicina do
estilo de vida e a importância do sono para regulação
endócrina e metabólica está descrita nos mais
diversos estudos. Muitos pacientes já chegam no
consultório pedindo cápsulas ou suplementos que
possam melhorar a qualidade do sono. No entanto,
antes de iniciar alguma suplementação, precisamos
ajustar pontos básicos para que o início e duração do
sono sejam naturais e com qualidade. Por isso, a
higiene do sono é tão importante porque ela propõe
orientações de cunho comportamental e dietético
para este fim. Essa lâmina você pode mostrar para o
seu paciente durante a consulta ou até mesmo enviar
via rede social (ex: Whatsapp, email, telegram).
Ferramenta 8
Quadro do Movimento
NA PRÁTICA META
TEMPO DO DIA MOVIMENTO EXEMPLO RECOMENDAÇÃO
(PREENCHER) (PREENCHER)
TV Levantar para
Não mais do que
celular pegar água a
Tempo inativo 30min de forma Na meta
computador cada 30 min
contínua
leitura no trabalho
24H:
caminhar
perto de casa,
Atividade diária > 8 mil passos > 4 mil passos Ok
8H de sono escadas,
arrumar a casa
1H de exercício
3 vezes com
Exercício Musculação 2-3 vezes
1H de alimentação personal + 1 vez Na meta
muscular Academia por semana
sozinha
14H ...?
4 vezes por
Exercício 150 - 300min
Corrida semana por Na meta
aeróbico por semana
50 min
O Quadrinho do Movimento é uma ferramenta
prática de acompanhamento do nível de atividade
física que eu costumo colocar no plano alimentar do
meu paciente. É importante deixar claro que o quadro
não anula a importância do profissional de educação
física, pelo contrário, precisamos dele para prescrever
os exercícios e reduzir o tempo sedentário do
paciente. O quadro é apenas uma forma de
acompanhar entre consultas a evolução dos
treinos e do nível de atividade física que o
indivíduo está realizando.
Ferramenta 8
Quadro do Movimento
Vou te explicar como ele funciona: Nosso dia é
distribuído em 24 horas e tirando as 8h horas de sono,
mais ou menos 1 hora de exercício/dia e 1h de
alimentação, sobram 14 horas livres, geralmente de
trabalho, mas horas no qual o corpo precisa estar em
movimento. Na segunda coluna separamos o
movimento em 4 grandes áreas: Tempo Inativo,
Atividade diária, Exercício Muscular e Exercício
Aeróbico.
Nas colunas ao lado colocamos exemplos do que seria
cada área e também a recomendação da Organização
Mundial da Saúde sobre as mesmas. A ideia é que o
paciente complete o quadro junto ao profissional,
decidindo o que ele conseguiria fazer na prática. Caso
o paciente não esteja dentro da meta, seria
interessante pensar em estratégias ao longo do dia
para alcançá-la. Abaixo deixamos um exemplo de
como seria o quadro preenchido.
Anexos
LÂMINA DO ACÚMULO DE GORDURA
NA REGIÃO VISCERAL
1
2
5
6 3
7
8 4
9
Legenda
1. Gordura Subcutânea
6. Rim
2. Estômago
7. Vesícula Biliar
3. Cavidade Abdominal
8. Cólon
4. Gordura Visceral
9. Intestino Delgado
5. Fígado
ESCALA DE BRISTOL
Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sab
Alimentação Normal
PROTOCOLOS DE JEJUM
Jejum de dias alternados (ADF)
Jejum modificado de dias
alternados (AMFF)
Dieta 5:2
Dieta “Fast Mimicking” (Apenas 1 vez por mês)
Alimentação com restrição
de tempo (TRF)
Alimentação normal Redução calórica
Jejum Jejum intermitente diário
DISTRIBUIÇÃO DO PRATO
LEGUMINOSAS
(FEIJÃO)
LEGUMES E
VERDURAS,
GORDURAS
PRINCIPALMENTE
VERDE-ESCURAS
CEREAIS,
TUBÉRCULOS
E RAÍZES
LEGUMINOSAS
(FEIJÃO)
PROTEÍNA
ANIMAL
LEGUMES E
VERDURAS,
GORDURAS
PRINCIPALMENTE
VERDE-ESCURAS
CEREAIS,
TUBÉRCULOS
E RAÍZES
DIÁRIO ALIMENTAR
DATA: DIA DA SEMANA: ATIVIDADE FÍSICA:
DIÁRIO ALIMENTAR
FOME SACIEDADE LUGAR / PENSAMENTOS /
HORÁRIO ALIMENTOS E QUANTIDADES
0-10 0-10 COM QUEM EMOÇÕES
FERRAMENTA SENTIMENTO
- PENSAMENTO - COMPORTAMENTO
PENSAMENTO
COMPORTAMENTO SENTIMENTO
PASSO A PASSO PARA
HIGIENE DO SONO
Só vá para cama quando de fato estiver
1.
com sono: Se não conseguir dormir dentro
de 20 min, levante-se e faça algo que
considere relaxante, como ler, meditar ou
escutar alguma música tranquila.
Minimize ou exclua barulhos e luzes:
2. Desligar os aparelhos eletrônicos pelo
menos 1 hora antes de dormir é essencial
para uma boa noite de sono.
Estabeleça horários regulares para ir
3.
dormir e acordar, tanto nos dias úteis
quanto no final de semana. Isso ajudará
a regular os relógios biológicos do seu
organismo.
Realize atividades físicas regulares de
4. preferência durante a manhã ou tarde. Se
possível, tente se expor diariamente à luz
solar.
Controle o consumo de cafeína, nicotina
5.
e álcool e insira chás calmantes antes de
dormir. Chás de camomila, maracujá,
erva-doce e erva-cidreira podem ajudar a
melhorar a qualidade do sono.
- PENSAMENTO - COMPORTAMENTO
NA PRÁTICA META
FERRAMENTA SENTIMENTO
TEMPO DO DIA MOVIMENTO EXEMPLO RECOMENDAÇÃO
(PREENCHER) (PREENCHER)
TV
Não mais do que
celular
Tempo inativo 30min de forma
computador
contínua
leitura
24H:
caminhar
perto de casa,
Atividade diária > 8 mil passos
escadas,
8H de sono arrumar a casa
1H de exercício
Exercício Musculação 2-3 vezes
1H de alimentação muscular Academia por semana
Exercício 150 - 300min
Corrida
aeróbico por semana