Índice
Relatório..................................................................................................................................3
Introdução........................................................................................................................................3
Capitulo I.........................................................................................................................................4
1.2 Objectivos das praticas pedagógicas de Geometria Descritiva..............................................4
1.3 Importância de relatório das praticas pedagógicas de Geometria Descritiva........................4
1.2.1 Conceito de PPGD..............................................................................................................4
1.3 Objectivos..............................................................................................................................5
1.4 Importância das PPDG...........................................................................................................5
1.6 Objectivos do trabalho..........................................................................................................5
1.7 Descrição da etapa.................................................................................................................6
1.8 Metodologia de trabalho........................................................................................................6
Capitulo II........................................................................................................................................7
2.1 Breve historial da Escola Secundaria da Liberdade...............................................................7
Capitulo III.......................................................................................................................................8
[Link]ções dos Membros de Direcção da Escola.......................................................................8
Quadro 1: Horário de turnos........................................................................................................9
Quadro 2: Efectivo escolar...........................................................................................................9
3.4 Funções dos delegados de disciplina...................................................................................10
3.6. Estudo de documentos de aproveitamento pedagógico......................................................11
Capitulo IV....................................................................................................................................11
4.1 Documentos do sector pedagógico......................................................................................11
4.2. Documentos normativos da Secretaria................................................................................11
4.3 Meios auxiliar/Material didáctico /Instalações...................................................................12
4.3.3 Organização do livro de turma..........................................................................................12
4.3.4 Importância do livro de turma...........................................................................................12
4.3.5 Plano de Estudo.................................................................................................................12
4.3.6 Regulamento da Avaliação...............................................................................................12
4.3.13 Actividades da área administrativa.................................................................................16
Capitulo V......................................................................................................................................16
5.1 Funções da Secretaria...........................................................................................................16
5.3. Actividades Extra-Curriculares...........................................................................................16
5.4 Processo do funcionário.......................................................................................................16
5.4.1 Os principais documentos no processo do funcionário.....................................................17
5.4.4 Relação da escola com a comunidade...............................................................................17
5.4.5 Aspectos Positivos............................................................................................................17
5.4.6 Aspecto Negativo..............................................................................................................18
5.5 Algumas considerações, criticas e perspectivas..................................................................18
Conclusão......................................................................................................................................19
Opiniões das PPGD na Escola da Liberdade.............................................................................19
Recomendações.............................................................................................................................20
Bibliografia....................................................................................................................................21
Relatório
Introdução
Neste presente relatório iremos falar sobre das praticas pedagógicas de Geometria Descritiva que
tivemos na Escola Secundaria da liberdade, das experiencias dos pontos negativos e positivos
presenciados na escola, falaremos da historial da escola, do seu funcionamento, dos numero de
efectivos, dos documentos lá existentes, a função do sector pedagógico etc.
Capitulo I
1.1 Conceito
Relatório as prática pedagógicas de Geometria Descritiva refere-se a um trabalho que resulta de
um trabalho científico destinado a pesquisa de determinadas questões pedagógicas relacionadas
com práticas pedagógicas escolares, sobre tudo sobre o ensino.
1.2 Objectivos das praticas pedagógicas de Geometria Descritiva
1.2 Objectivos das praticas pedagógicas de Geometria Descritiva
O relatório de PPGD tem como objectivo de:
falar das experiencias obtidos no processo das praticas;
falar um pouco mais sobre a escola que tivemos as praticas;
abordar sobre a escola na sua totalidade.
1.3 Importância de relatório das praticas pedagógicas de Geometria Descritiva
1.3 Importância de relatório das praticas pedagógicas de Geometria Descritiva
É conhecer quais os documentos que são usados nas escolas, a estrutura máxima duma escola e
as suas funções, ambiente escolar, a relação entre professores e alunos, professores entre si e
com os demais funcionários.
1.2.1 Conceito de PPGD
Segundo a proposta do regulamento académico da UP (2012:4) pratica pedagógicas são
actividades curriculares articuladoras da prática e da teoria, que possibilitam o contacto
experimental em situações psico-pedagógicos e didácticas concretas, e que contribuem para
preparar de forma gradual o estudante para a vida profissional.
3 Objectivos
1.1.3 Geral das praticas pedagógicas
Segundo MARCONI e LAKATOS (2001: 102) os objectivos gerais estão ligados a uma visão
global e abrangente.
Conhecer os dados informativos de uma escola, avaliando sobre o seu funcionamento no
seio de toda actividade educacional.
1.3.2 Específicos
Relacionar as diferentes áreas de serviço dentro de uma escola;
Descrever dados informativos em regime do funcionamento escolar;
Identificar os documentos constantes numa escola e no sector Pedagógico;
Descrever a utilidade de tais documentos e o funcionamento dos mesmos.
1.4 Importância das PPDG
Possibilitam-nos a vivência do meio escolar em contacto com os alunos. Desenvolvem
actividades do PEA, pesquisa o desenvolvimento de competências de saber ensinar, aprender,
conviver profissionalmente assim como desenvolver capacidades de análise e contribuição
crítica e criadora par um melhor ensino de qualidade.
1.5 Interveniente das práticas Pedagógicas.
Praticantes ou estudantes
Professores da escola:
Diretor pedagógico;
funcionários da escola;
Supervisor, Comissão de coordenação das práticas pedagógicas
1.6 Objectivos do trabalho.
As aulas de assistência iniciaram Na primeira segunda de Outubro de 2019, tendo como
objectivo principais:
assistir as aulas na escola;
Recolher informação sobre o seu funcionamento;
Recolher alguns documentos sobre as escola;
Ver os aspectos negativos e positivos que a escola tem;
Ganhar experiencia observando.
1.7 Descrição da etapa
A primeira etapa das PP corresponde a PPG1 que tiveram lugar no lectivo de 2012, no segundo
semestre nas instalações da UP Campus universitários no período diurno, sob a orientação do dr
Rangel..
O objecto principal da observação do funcionamento da Escola primaria de Benfica Nova como
do estudo e análise de documento fornecidos pela instituição.
1.8 Metodologia de trabalho
Para a recolha de informações da Escola Secundaria da liberdade o grupo utilizou os seguintes
métodos:
Entrevista direccionada aos membros da direcção da escola com vista para melhor se
informar sobre o funcionamento da escola, situação relativa a material escolar e
documentação relativamente existente.
Recolha de informações através de inquérito, contacto directo com membro da direcção e
diálogo.
Observação direita que permitiu a discrição de todo meio ambiente circunscrito a escola
os materiais existente nos diversos gabinetes e estudo documental foi feita em conjunto,
sendo a elaboração do relatório grupo.
Consulta e investigação nas várias obras relacionadas com o tema.
1.9 Referencia Teóricas
Segundo DIAS et all (2008:123) O relatório de práticas pedagógicas,” resulta de um trabalho
científico destinado a pesquisa de determinadas questões pedagógicas relacionadas com
prática pedagógica escolar. Através dele o estudante articula os saberes científicos com os
psicopedagogos e didácticos.”
De acordo com MARCONI e LAKATOS (2004:275) “ observação é uma técnica de colecta de
dados para conseguir informações utilizando os sentidos na obtenção de determinados
aspectos da realidade. Não consiste apenas em ver e ouvir, mas também em examinar factos ou
fenómenos que se deseja estuda. ”
Neste espaço, os conceitos mais usados neste relatório:
Colectivo da direcção – é o órgão consecutivo, composto pelo director, director adjunto
pedagógico, na escola onde funcionam MINED (2008:18)
Conselho de escola é órgão máximo do estabelecimento e tem como objectivo:
a) Ajustar as directrizes e metais - estabelecidas a nível central, a realidade da escola’.
MINED (2008:14)
b) Garantir a gestão democrática, solidário e co-responsável.
Escola “ e grupo social em que o professor realizam um trabalho de superação das diversidade”
MARTINS (1999: 49)
Capitulo II
2.1 Breve historial da Escola Secundaria da Liberdade.
A escola secundária da liberdade localiza se no bairro nome, célula “A’’ quarteirão 16. Neste
bairro não existe nenhuma escola secundária, a pesar de ter nascido no período colonial.
Neste período havia uma escola primaria construída em simultâneo com as residências nos anos
1965 e 1966. O bairro ostentava o nome de Professor Doutor Silva Cunha, o então Ministro da
Educação em Portugal na altura metrópole. A partir de 1975, com a proclamação da
independência de Moçambique o bairro passou a chamar se Liberdade.
O espaço físico onde se localiza o edifício da escola, era um terreno baldio com nível freático
muito alto, pois era trajectória das aguas, apresentando se sempre alagado no período chuvoso.
Na década 90 o governo de Moçambique com os fundo o banco Mundial iniciou em todo pais o
projecto de construção de novas escolas, em que foi contemplado o bairro da liberdade.
A construção da escola ficou a cargo de uma empresa Chinesa, eis a razão de ter esta escola e
cognome de “chaina’. No dia 18 de Março foi inaugurada esta escola pelo então o presidente da
Republica Joaquim Chissano no seu discurso de improviso começou por perguntar aos presentes
na cerimónia, como se chamava este bairro no tempo colonial.
Com base as respostas obtidas o Presidente da República orientou a cerimónia de inauguração
tendo explicado os objectivos da expansão da rede escolar plasmados no plano quinquenal do
Governo. Importa referir que o Presidente na ocasião apontou o terreno ao lado onde estão
construídas 6 salas com os meios próprios da escola, tendo prometido que iria se construir uma
escola primaria de EP2 para que as entalações ora inauguradas passassem para o inicio
secundário. As chaves desta escola foram entregue ao senhor Djimo Madjaia primeiro director
desta escola que dirigir durante alguns anos quando se leccionava o nível de EP2 e quando
passou para o ensino Secundário do nível 1 foi nomeado o professor Amilcar Chauque como
director que veio acessar e substituída pela actual directora da Escola Dra Anastancia Rita
Quitane, foi durante exercício de funções desta directora que a escola passou para o nivel 2 do
ensino secundário, devido a crescente de demanda foi possível como muito sacrifício a
construção das 6 salas no terreno adjacente com uma vedação, um projecto em aberto para se
aumentar o numero de salas.
A escola de lá para cá não se beneficiou de nenhuma reabilitação nem sequer pintura
2.2 Localização geográfica da Escola
A escola secundária da liberdade localiza se no bairro da Liberdade na Cidade da Matola célula
“A’’ quarteirão 16.
Capitulo II
[Link]ções dos Membros de Direcção da Escola
3.1.1 Director da escola
É o órgão que corresponde com a organização e a gerência de todas as actividades da Escola
coadjuvado por outros componentes da direcção. O director é responsável pró todas as
actividades curriculares e extra curriculares, assim como os documentos referentes aos mapas
estatísticos, regulamento, selecção dos conteúdos referentes ao currículo local.
3.1.2 Director Adjunto Pedagógico (DAP)
É o órgão que coordena, supervisão, acompanha, apoia e avalia as actividades pedagógicas
curriculares, compete a este organizar o processo docente, metodologia de ensino e de avaliação
da aprendizagem em coordenação com os demais membros do conselho pedagógico.
Nos últimos anos, a aquisição e distribuição gratuita e racional escolares, dada a importância do
livro no processo de ensino e aprendizagem, assim funcionando como um empréstimo devendo
ser devolvido no final de cada ano lectivo. Para o uso dos alunos que vão ingressados pela 1ª ou
os que passaram de classe.
3.2 Funcionamento da Escola
A Escola Secundária da Liberdade tem três turnos. A Direcção organizou o funcionamento do
horário em tres turnos, sendo:
Horário de turnos
Horas Turno Classe
7:00h – 12:00h Manhã 8ª, 9 ª e 10ª classe
12:00h – 17:00h Atarde 10a 11ª e 12ª classes
17:30 – 21:55h Noite 8ª, 9ª, 10ª, 11ª e 12ª classes.
Efectivos da EscolaQuadro 2: Efectivo escolar
Tem um total de 996 alunos.
8a 9a 10a 11a 12a
Av Sit/p % Av Sit/p % Av Sit/ % Av Sit/ % Av Sit/ %
p p p
CD 131 126 96. 136 126 93 90 811 89. 63 591 92. 61 568 92.7
H 5 9 5 2 8 9 9 9 5 3
M
M 678 548 80. 678 587 86. 53 414 77. 39 351 89. 43 341 79.1
8 6 8 0 3 3 1
CN 410 345 84. 512 405 79. 58 481 82. 66 546 81. 74 645 86.9
H 1 1 3 5 9 6 2
M
M 228 168 73. 225 189 84. 31 209 66. 35 301 86. 34 296 84.8
7 0 5 3 0 6 9
Número total dos professores
gen p i fr h geo fil bio qu fis ma ed. emp ed.f tics ag. ppd total
i t v p
hm 13 10 05 07 06 05 07 06 06 13 05 02 06 01 03 02 97
m 06 04 01 02 02 02 05 02 00 05 00 01 01 00 02 1 33
Funcionários
Genero Quadro Contratados Total
HM -- -- 28
M -- -- 18
funções das Atividades do Delegado da Disciplina
Os delegados de disciplinas, coordenam as actividades de classe ou do ciclo, obedecendo os
critérios estabelecidos como normas de funcionamento, como utilização dos livros de sumários,
garantindo a realização dos encontros com Direcção e conselho da Escola das planificações
semanais. A escola possui pastas de arquivo onde são conservados os documentos como planos
quinquenais e semanais de cada disciplina, actas elaboradas nos encontros quinquenais.
3.5 Função do director da turma
O director da turma e escolhido pelo director da escola, que tenha competência do sector
pedagógico, devendo ser um professor que de aula nessa turma. Com as seguintes
competências:
Estruturar a turma de acordo com o presente regulamento da escola;
Reunir a turma semanalmente de acordo com o horário estabelecido;
Resolver os problemas da turma;
Tem que conhecer todos alunos e ter muita atenção peloso alunos.
3.6. Estudo de documentos de aproveitamento pedagógico
3.6.1 Registo de notas
O registo de notas dos alunos e feito em cadernetas por parte dos professores, que são livros que
os professores recebem para fazer o cadastro do aproveitamento de todo ano lectivo. Na parte
do sector pedagógico e feito em pautas e depois guardado e conservados correctamente.
Capitulo IV
4.1 Documentos do sector pedagógico
Instrução ministerial;
Regulamento interno da Escola;
Regulamento de Escola;
Regulamento de Avaliações;
Estatuto do professor;
BR;
O regulamento do MEC;
A instituição faz o estudo dos documentos normativos, que foram recolhidos por nós. Nesta
perspectiva a Escola divulga o regulamento interno nas reuniões de turmas e nos encontros entre
professores. O registo académico por parte dos professores é feito nas cadernetas e no sector
pedagógico é feito em pautas.
Documentos normativos da Secretaria
Livro de ponto;
Livro de registo de expediente;
Uma lista de docentes e trabalhadores;
Regulamento das Escolas do ensino básico;
Processos individuais dos alunos;
Minutas para diversos tipos de regulamentos;
Modelos para o processamento de salários.
4.3 Meios auxiliar/Material didáctico /Instalações
A instituição possui algum material didáctico feito pelos alunos em colaboração com os
professores que é armazenado numa e que na sala para o uso dos mesmos, como:
Mapas, cartazes, globo terrestres, livros de consulta, manuais e outros.
4.3.2 Observações de material didáctico
A instituição não possui oficina pedagógica, sala de Desenho, residência de professores, cestos e,
gravadora, expositora, no entanto possui sala de professores, laboratório papelaria, latas de lixo.
4.3.3 Organização do livro de turma
Livro de turma e um instrumento que consta informações de
Nomes completos dos alunos
Dados bibliográficos
Notas dos alunos
Actividades extras curriculares que os alunos realizam na escola
Horário da turma
Espaço onde os professores marcam faltas e preenchem a meteria dada
4.3.4 Importância do livro de turma
Permite conhecer e controlar todas actividades dos professores e dos alunos. Actividades
pedagógicas, presenças dos alunos assim como dos professores. Em suma controlar todas
actividades de ensino e aprendizagem e conservar as informações de todos processos da escola.
4.3.5 Plano de Estudo
É um documento que orienta as actividades lectivas de um ano e junta-se ao calendário escolar
de todos os níveis de ensino, o plano de estudo resume-se em mapas de cumprimentos do
programa e ensino, onde cada disciplina esta planificada, as aulas que devem ser dadas ate ao
final do ano.
4.3.6 Regulamento da Avaliação
Segundo LIBÂNEO (2006:196) Avaliação é uma apreciação qualitativa relevantes do processo
de ensino e aprendizagem que auxilia o professor a tomar decisões sobre seu trabalho.
Permite conhecer e controlar todas actividades dos professores e dos alunos. Actividades
pedagógicas, presenças dos alunos assim como dos professores. Em suma controlar todas
actividades de ensino e aprendizagem e conservar as informações de todos processos da escola.
No regulamento geral das escolas do ensino básico do diploma ministerial número 79/96 de 28
de Agosto está disposto nos seguintes:
Artigo 46
Definição de avaliação
Este artigo define avaliação como uma componente de prática educativa que permite uma
recolha sistemática de informação.
Artigo 47
Local de realização da avaliação
Incide sobre aprendizagem competências definidas nos programas de ensino para diferentes
áreas de disciplina de ensino de cada ciclo e grau, esta é feita no recinto de aula podendo ser em
salas de aulas, e em outros locais propícios para a realização desta actividade.
Artigo 48
Objectivos de avaliação
Permite ao professor tirar conclusão de resultados alcançados para o comportamento pedagógico,
apoia o processo educativo de modo a sustentar o PEA.
Artigo 49
Princípios de avaliação
Consistência entre os processos de avaliação e aprendizagem.
Avaliação formativa tem a valorização dos processos de autoavaliação.
A valorização do aluno ao longo do ciclo de aprendizagem, transparência no processo de
avaliação e a diversificação dos intervenientes da avaliação
Artigo 50
Intervenientes da avaliação
Os principais intervenientes da avaliação são: os professores e alunos
Artigo 51
Modalidades da avaliação
Abrange os seguintes tipos de avaliação seguintes:
Avaliação diagnostica - que se faz no inicio do ano lectivo com vista avaliar o nível de
aproveitamento pedagógico que os alunos têm.
Avaliação formativa – é contínua e sistemática com a finalidade de ver o grau
assimilação da matéria por parte dos alunos.
Avaliação somática – ocorre no fim de cada ano lectivo e de cada ciclo, tem a função de
avaliar o aproveitamento pedagógico final dos alunos e o seu registo é obrigatório.
Avaliação aferida - destina-se a recolher dados sobre o currículo.
Artigo 56
formas da avaliação
Existem 3 formas de avaliação de acordo com as informações colhidas na Escola Josina Machel:
Avaliação contínua e sistemática (ACS)
Avaliação continua parcial (ACP)
Avaliação final (AF)
Existem também avaliação qualitativa e quantitativa:
De 0 aos 6 valores – não satisfatória
De 7 aos 9 valores – aceitável
De 10 aos 13 valores – satisfatório
De 14 aos 17 valores – bom
De 18 aos 20 valores – muito bom
Artigo 64 Duração dos testes
A realização dos testes pode ser de curta ou longa duração.
De longa duração – realizam-se dentro de um tempo lectivo duma determinada disciplina
fazendo parte deste os de um tempo lectivo 45 minutos, 60 minutos ou 90 minutos.
Os de curta duração – faz-se antes do início da aula, ao decorrer ou no final da aula podendo
durar de 10, 15 ou 20 minutos.
Artigo 65 utilidade do TPC
O TPC serve para consolidar os conteúdos tratados numa ou mais aulas.
Serve para avaliar o aluno sempre possível deve ser de forma oral.
Na avaliação d TPC deve se ter em a apresentação, caligrafia, organização e a limpeza.
A classificação do TPC deve ser registada no grupo de ACS.
4.3.7 Circulares
Passam por esta escola vários documentos normativos provenientes do MEC e outros ministérios
velando pelo bom funcionamento, dentre estes destacam-se as circulares que são documentos
oficiais provenientes de órgãos hierarquicamente superiores reportando assuntos que o seu
conhecimento e cumprimento e de carácter obrigatório. Estas são enumeradas, datadas,
assinadas e carimbadas.
4.3.8 Mapas Estatísticos
Nestes documentos são afixados os resultados ou aproveitamento trimestral, semestral e anual,
são colocadas em percentagens individuais e colectivas obtidas durante o ano lectivo. Ver
anexos.
4.3.9 Supervisão e Controle da Escola
Segundo a DAP a escola e visitada semestralmente pelos técnicos dos serviços do MEC, e dos
SDEJT, semanalmente pelos técnicos provinciais e responsáveis das ZIP, a escola e visitada
anualmente por outro tipo de gente.
4.3.10 Estatuto dos funcionários do aparelho do estado
A escola Secundaria da Liberdade os documentos legais de carácter normativo, onde vem
escritas as leis aprovadas pela assembleia da república e pelo governo, as quais devem ser
cumpridas pelos funcionários do estado. Aparecem igualmente os direitos e deveres dos
funcionários em artigos formulados e ordenados duma maneira simplificada e compreensível.
4.3.11 Questões de segurança da escola
A escola possui vedação com uma Guarita na entrada de pessoas e veículos, parque de
estacionamento.
4.3.12 Questões de saúde da escola
A escola não possui um posto de Pronto Socorro para atender alunos em caso de questões de
saúde.
4.3.13 Actividades da área administrativa
Parte financeira, Património escolar e Logística.
Capitulo V
5.1 Funções da Secretaria
O atendimento ao publico, organização dos processos dos alunos, matriculas, emissão de
certificados de passagem dos alunos, entre outras funções.
Preenchem e controlam o livro de ponto para professores e do pessoal não docente.
5.2. Organização preparação do ano lectivo escolar
Formação de turmas – elaboração do horário escolar afectação dos professores nas classes.
Elaboração do plano de actividade trimestral e anual.
5.3. Actividades Extra-Curriculares
Escolar, desporto e cultura, e recreação.
Em cada fim de trimestre realizam-se reuniões, a Direcção da Escola com os encarregados de
educação, de modo a manter informados sobre o aproveitamento pedagógico dos seus
educandos.
5.4 Processo do funcionário
E um processo individual que contem toda informação do funcionário. Para o progresso e
promoção do próprio funcionário. É no processo individual onde se podemos encontrar toda
informação do funcionário e as suas respectivas classificações anuais.
5.4.1 Os principais documentos no processo do funcionário
Certificado de habilidades literárias;
Cópia do bilhete de identidade;
Termo de inicio de função;
Ficha de classificação anual;
Progressões e mudança de carreira.
5.4.2 Processo de aluno
Contem todos dados do aluno que são organizados em classes e turmas em ordem cronológica, a
sua existência é de carácter obrigatório e sua respectiva conservação com a maior segurança.
5.4.3 Classificação dos bens móveis e imóveis
Bens moveis são todo quanto conjunto de materiais patrimoniais de uso corrente numa
instituição, capazes de se transferir de uso determinado lugar para outro. Exemplo de bens
móveis existente na escola Secretarias, carteiras, cadeiras, alguns mapas e manuais.
Bens imóveis são todos o materiais que não pode ser removido tais como os edifícios que
compõe.
5.4.4 Relação da escola com a comunidade
A relacao escola comunidade efectiva-se com a participacao de pais e encarregados de educacao
na vida escolar, a partir de um conselho de escola. Portanto dizer que de estrema importância a
relação entre a escola e a comunidades porque não existe a educação sem a sociedade ou
sociedade sem educação e vice-versa.E eleito um representante do conselho de escola pela
comunidade ou encarregados de educacao, este mesmo representa os interesses da comunidade.
5.4.5 Aspectos Positivos
O controle de uniforme escolar e feito ainda na entrada da escola;
Tem uma biblioteca;
Tem um laboratório;
Uma sala de informática;
5.4.6 Aspecto Negativo
Falta de sala de desenho;
As salas de aulas andam superlotadas de alunos;
Carteiras danificadas;
Quadros nao oferecem boas condicoes;
A escola precisa de uma reabilitacao ( apresenta rachas nas paredes, pintura palida, entre
outros aspectos).
5.5 Algumas considerações, criticas e perspectivas
Depois de se realizar o trabalho de assistências de aula nos aspecto físico da Escola, verificamos
o seguinte:
A escola não oferece mobiliário adequado para o decurso de uma aula de desenho;
Carteiras não adequadas para o decurso de uma aula de desenho;
O numero Excessivo de alunos em cada turma acaba não ajudando na execução dos
trabalhos de desenho, tendo em conta que em cada carteira sentam três estudantes.
Na nossa perspectiva esperamos ver melhorado a actual situação, apetrechamento das
salas de desenho para melhor mobilidade no decurso da mesma.
Conclusão
O relatório das práticas pedagógicas de Geometria Descritiva, realizada na Escola Secundaria
Liberdade, aprendemos muita coisa positiva e negativa, pudemos aprender como se comportar
na sala de aula como professores em varias situações, pudemos perceber que a pontualidade é
um ponto chave para que a aulas sejam bem sucedidas e que é preciso sempre se acompanhar na
sala de aula bem trajada e lindo e sempre de bata para em certos casos não distraírem os alunos,
o professor teque saber estar e ser em dentro e fora da sala de aulas, e trazer consigo um meio de
ensino para atrair mais atenção dos alunos porque assim faz com que o aluno se interesse mais
pela aula e se preocupe mais.
Opiniões das PPGD na Escola da Liberdade
durante esse percurso da assistência das aulas nessa Escola podemos perceber que os alunos de
Desenho pouco se interessam pela essa disciplina, pois poucos prestam atenção na aula e
provocam barulho toda hora o que acaba perturbando os que realmente querem aprender, e
atrazam muito e não trazem os matérias de Desenho, e ale do mais a sala não é adequada parta
assistência da aula de desenho, as salas muito lotadas, as carteiras inapropriadas para essa
pratica.
se a escola criasse condições de pelo menos ter umas duas salas apropriadas para desenho seria
uma valia e um ganho para a escola e os alunos.
Recomendações
para um maior êxito desta cadeira de PPGD seria recomendável um maior acompanhamento
directo dos estudantes pelos docentes, durante o decurso das suas actividades. e criar mais
interesse aos alunos sobre essa Disciplina e mostrar a ela como funciona na pratica porque oque
com que os alunos percam interesse é não saberem qual é a finalidade deles aprender a GD por
isso eles perdem interesse automaticamente. Os alunos deviam criar o seu próprio material
didáctico
Bibliografia
DIAS, at all, Manual de Práticas Pedagógicas, Maputo, Editora Educar, 2008.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Maria de Andrade. Metodologia d Trabalho Científico,
Procedimento Básico, Pesquisa bibliográfica. São Paulo, Altas, 2001.
LIBÂNEO, Carlos José, DidácticaGeral, Cortez, São Paulo, 2006.
MARTINS, Joel, subsídio para redacção de tese de mestrado e doutoramento, 2ª ed. São Paulo,
1999.
MINED. Regulamento Geral das Escolas do Ensino Básico. Editora Escolar. Maputo, 2008.
Regulamento Interno na ESJM.