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Descrição de Defeitos

O documento descreve vários tipos de defeitos superficiais que podem ocorrer em bobinas de aço, incluindo arranhões, bolhas, bolsas, esfoliações, gotas frias, inclusões e marcas de cilindro. Fornece detalhes sobre a aparência, localização e critérios para classificação de cada defeito.

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Claudio Diogo
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Descrição de Defeitos

O documento descreve vários tipos de defeitos superficiais que podem ocorrer em bobinas de aço, incluindo arranhões, bolhas, bolsas, esfoliações, gotas frias, inclusões e marcas de cilindro. Fornece detalhes sobre a aparência, localização e critérios para classificação de cada defeito.

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Descrição de Defeitos

1AR - Arranhão Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:


Profundidade da abertura Apresenta-se na forma de riscos longitudinais
retilíneos,normalmente de grande extensão, com distância fixa em relação à
borda do material, contínuos ou descontínuos, com coloração fosca (escuro ou
esbranquiçado), com ou sem aberturas. O principal critério para lançamento do
defeito como 1AR é a face de ocorrência, a mesma tem que coincidir com a
face Superior do Tiras a Quente (podendo inclusive incidir nas duas faces). Se
o defeito ocorrer na face Inferior do tiras a Quente será lançado como 3AR.

1BH - Blow Hole (Bolha) Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:
Defeito Representativo - Não passível de correção Apresenta-se em forma de
uma esfoliação alongada no sentido longitudinal, encoberta por uma "pele" de
aço enrugada. Normalmente, apresenta várias ocorrências numa mesma
região do material, porém pode apresentar em ocorrências isoladas. Ocorre
sempre nas duas faces.

1BL – Bolsa Código para Defeito Superficial Defeito Representativo - Não


passível de correçãoCaracteriza-se por dividir o material em duas partes em
sua espessura (duas "peles" separadas, formando um vácuo entre elas,
proporcionando a região afetada, o aspecto de uma "sacola ou bolsa de
guardar objetos").Ocorre em uma região específica das BQ's (normalmente
Topo ou Base).

1ESPF - Esfoliamento por Pó Fluxante Código para Defeito Superficial Item de


Avaliação: Profundidade da Abertura Apresenta-se na forma de linhas escuras,
extremamente retas, de pequena extensão longitudinal, podendo ou não
apresentar aberturas. Ocorre sempre nas duas faces.
1GF - Gota Fria Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:
Profundidade da Abertura Apresenta-se na forma de linhas esbranquiçadas ou
manchas esbranquiçadas sem forma geométrica definida, de pequena
extensão longitudinal, podendo ou não apresentar aberturas (quando
apresenta aberturas, estas se localizam nas extremidades laterais das linhas
ou manchas). Pode ocorrer na face superior, inferior ou ambas as faces. Para
lançamento de 1GF, é necessário que o material se enquadre em um dos
critérios (não é necessário abranger os três critérios simultaneamente):
a)Material não pode ter sido processado no forno de reaquecimento n.º 03 do
Tiras a Quente; b) A face inspecionada corresponde à face superior do Tiras a
Quente; c) Apresente-se em forma de linhas (sem o formato característico do
3GFAR).

1GFTB - Gota Fria de Topo e/ou Base Código para Defeito Superficial Item de
Avaliação: Profundidade da Abertura Apresenta-se na forma de linhas
esbranquiçadas ou manchas esbranquiçadas sem forma geométrica definida,
de pequena extensão longitudinal, podendo ou não apresentar aberturas
(quando apresenta aberturas, estas se localizam nas extremidades laterais das
linhas ou manchas). Este tipo de Gota Fria somente ocorre na região de topo
e/ou base das BQ's, considerando o lançamento para ocorrência do defeito até
40 mts topo e/ou base das BQ's em somente uma face (superior ou inferior)
Para lançamento da 1GFTB, não é necessário se considerar a face inferior do
Tiras a Quente em relação a que foi inspecionada nas linhas de inspeção final
e nem o forno de reaquecimento do Tiras a Quente.

1GFTQ - Gota Fria de Trinca de Quina Código para Defeito Superficial Item de
Avaliação: Profundidade da Abertura Apresenta-se na forma de linhas
esbranquiçadas, de pequena e/ou grande extensão longitudinal, podendo ou
não apresentar aberturas. Este tipo de Gota Fria somente ocorre próximo à(s)
borda(s) do material, entre 0 e 70mm da borda (DS e/ou WS). Pode ocorrer na
face superior, inferior ou ambas as faces. Para lançamento da 1GFTQ, não
é necessário se considerar a face inferior do Tiras a Quente em relação a que
foi inspecionada nas linhas de inspeção final e nem o forno de reaquecimento
do Tiras a Quente.

1IN - Inclusão Código para Defeito Superficial Defeito Representativo - Não


passível de correção Apresenta-se em forma de pequenos riscos finos
(comprimento variando entre 1 a 5 mm de comprimento), com coloração
escura. Após lixamento do defeito apresenta cavidade de grande
[Link] sempre nas duas faces, isolados ou aglomerados, as
vezes espalhados em toda a superfície do material. Pode ocorrer em toda
extensão da BQ ou somente em uma região especifica da BQ (Topo, meio ou
base).
1IP - Inclusão de Pó Fluxante Código para Defeito Superficial Defeito
Representativo - Não passível de correção Apresenta-se na forma de pontos
oxidados, miúdos ou graúdos, com coloração variada (normalmente com
tonalidade entre o amarelo e o vermelho). Após lixamento dos pontos
oxidados, o defeito apresenta riscos finos (comprimento variando entre 1 a 3
mm de comprimento), com coloração escura e cavidade de grande
profundidade. Ocorre sempre nas duas faces, isolados ou aglomerados, as
vezes espalhados em toda a superfície do material. Pode ocorrer em toda
extensão da BQ ou somente em uma região especifica da BQ (Topo, meio ou
base). OBS.: Nem todos os pontos de oxidação apresentarão cavidade ao
lixamento, por isso mesmo, faz-se necessário o lixamento de vários pontos
para constatação do defeito.

1IR - Inclusão de Refratário


Código para Defeito Superficial
Defeito Representativo - Não passível de correção
Apresenta-se em forma de pequenas inclusões alongadas, com coloração
escura, que afloram do interior para a superfície do material. (pode-se formar
uma auréola esverdeada ao redor do defeito, quando o mesmo sofre reações
com o oxigênio).
Ocorre sempre nas duas faces, isolados ou aglomerados, as vezes espalhados
em toda a superfície do material.
Pode ocorrer em toda extensão da BQ ou somente em uma região especifica
da BQ (Topo, meio ou base).

2AR - Arranhão Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:


Profundidade da abertura (sulco) Apresenta-se na forma de riscos
longitudinais, extremamente retos, normalmente de grande extensão, com
distância fixa em relação à borda do material, sempre arranhões contínuos,
com coloração fosca (escuro ou esbranquiçado), porém ao apresentar sulcos,
os mesmos possuem brilho metálico. Quando apresenta mais de uma linha de
arranhão, elas são extremamente paralelas. Pode ocorrer na face superior,
inferior ou ambas as faces.

2BS - Borda Serrilhada Código para Defeito Superficial Defeito Representativo


- Aprovável em condições especiais Apresenta-se na forma de um
serrilhamento que ocorre na(s) borda(s) do material, com ocorrência contínua
na região afetada. O serilhamento ocorre transversalmente à borda da tira,
formando pequenos rasgos curvilíneos, costumeiramente chamados de "bico-
de-papagaio".
2CO - Colamento Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:
Profundidade das estrias Apresenta-se na forma de estrias transversais ao
sentido
de laminação, que ocorrem sempre nas duas faces. Estas estrias, possuem
curvatura característica, classificada de acordo com seu tamanho - na
transversal - em pequena, média ou grande. As estrias podem se apresentar
isoladas ou aglomeradas, em faixa ou espalhadas pela superfície da tira, com
ou sem pitch, como nota-se nas classificações dos "Tipos de Colamento",
abaixo descritas: - Tipo 1 Ocorre em pontas de bobinas, região
correspondente ao diâmetro interno do TCM. Abrange quase toda largura da
tira (Curvatura Grande). - Tipo 2 Ocorre em faixa(s) coincidindo com a
região de 3OL. O defeito está associado ao perfil irregular do Tiras a Quente. -
Tipo 3: Ocorre de forma aglomerada com espaçamento entre os
blocos. - Tipo 4 Ocorre no centro da tira correspondendo 1/3 da largura
(Curvatura Média). - Tipo 5 Ocorre em qualquer região da largura,
corresponde ao diâmetro externo no recozimento. Apresenta pitch crescente no
acabamento. Chega atingir pitch de até 6m. - Tipo 6 Ocorre na região
correspondente ao diâmetro interno do TCM, podendo apresentar pequenos
espaçamentos entre as marcas. O defeito está associado ao problema de
forma, perfil irregular do Tiras a Quente. - Tipo 99 Caso ocorra algum tipo de
Colamento que não corresponda as características supracitadas, será
lançado como Colamento do tipo 99.

2DB - Deslizamento de Bobinas Código para Defeito Superficial Item de


Avaliação: Profundidade das ranhuras Apresenta-se na forma de pequenas
manchas esbranquiçadas foscas, porém ao apresentar ranhuras, os mesmos
possuem brilho metálico. O defeito ocorre com mais freqüência na(s) borda(s)
do material, sempre nas duas faces, porém dadas várias ocorrências, pode
chegar a atingir toda a extensão transversal da tira (DS, Meio e WS). Outra
característica notória do defeito, é que em várias ocorrências o mesmo tem-se
apresentado inclinado em relação à borda do material.

2DC - Depósito de Carbono Código para Defeito Superficial Defeito


representativo - Passível de correção Apresenta-se na forma de manchas
alongadas de cor preto, na(s) proximidade(s) da(s) borda(s) da tira (DS e/ou
WS). Se friccionadas com papel, estas manchas podem desprender fuligem.
Ocorre sempre nas duas faces.

2IC - Inclusão de Cobre Código para Defeito Superficial Defeito Representativo


- Aprovável em condições especiais Apresenta-se na forma de riscos
longitudinais, superficiais, de grande ou pequena extensão, contínuos ou não,
com distância fixa em relação à borda do material. O defeito apresenta uma
coloração amarelada bastante característica (na tonalidade peculiar ao Cobre).
Ocorre somente na Face Inferior do TCM.
2MCAM - Marca de Cilindro por Amassado Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Altura do relevo Apresenta-se na forma de marcas em
alto relevo em pitch constante, sempre nas duas faces do material (sendo
estas marcas destacáveis com uso de pedra talco ou lixamento).
Normalmente ocorre em toda extensão longitudinal da bobina (topo, meio
e base) e, mantendo sempre a mesma intensidade ao longo da bobina. As
marcas têm aspecto variado, mais as mais freqüentes tem as seguintes
características visuais: a) Marcas ovais, graúdas ou miúdas achatadas,
em alto relevo nas duas faces;
b) Marcas tipo "bumerangue", com formato semelhante a letra "V" do
alfabeto, graúdas, achatadas, alto relevo nas duas faces; c) Marcas tipo
apara, com formato de um vergão (ou apara infiltrada), graúdas,
achatadas, em alto relevo nas duas faces. O critério de escolha para o
código da linha de origem do defeito, observa o valor medido do Pitch
(que deverá corresponder ao diâmetro externo de algum "cilindro de
trabalho" do equipamento) e, observa também, as informações dos
processos anteriores.

2MCCV - Marca de Cilindro - Cavidade Código para Defeito Superficial


Item de Avaliação: Altura do Relevo Apresenta-se na forma de uma
"verruga"
arredondada (caroço), miúda ou graúda, sempre com Pitch constante,
ocorrendo em uma ou duas faces, sempre em alto relevo. Estas
"verrugas" são
destacáveis com uso de pedra talco ou lixamento. Normalmente ocorre
em toda extensão longitudinal da bobina (topo, meio e base) e, mantendo
sempre a mesma intensidade ao longo da bobina. O critério de escolha
para o código da linha de origem do defeito, observa o valor medido do
Pitch (que deverá corresponder ao diâmetro externo de algum "cilindro de
trabalho" do equipamento) e, observa também, as informações dos
processos anteriores.

2MCDZ - Marca de Cilindro por Deslizamento dos Cilindros Código para


Defeito Superficial Item de Avaliação: Profundidade da Perda de Massa
Apresenta-se na forma de marcas em baixo relevo (perda de massa) em
pitch constante, podendo ocorrer em uma ou duas faces do material,
sendo estas marcas destacáveis com uso de pedra talco ou lixamento. As
marcas apresentam o aspecto de vários riscos paralelos, assemelhando-
se as marcas provocadas por deslizamento de bobinas, com ou sem
profundidade. Quase sempre, variam a intensidade (forte p/ fraco ou fraco
para forte) ao longo do processo da bobina. Algumas vezes este defeito
apresenta características visuais muito semelhantes à outras Marcas de
Cilindro que apresentam perda de massa, então lança-se o sub-código
"DZ" através das informações do processo causador do defeito. O critério
de escolha para o código da linha de origem do defeito, observa o valor
medido do Pitch (que deverá corresponder ao diâmetro externo de algum
"cilindro de trabalho" do equipamento) e, observa também, as informações
dos processos anteriores.

2MCSA - Marca de Cilindro Samidaré Código para Defeito Superficial


Defeito representativo - Aprovável em condições especiais Apresenta-se
na forma de linha fina retilínea, esbranquiçada e brilhante, normalmente
apresentando várias ocorrências espalhadas pela superfície da tira,
podendo ou não
apresentar Pitch constante. Normalmente o defeito não apresenta relevo
(porém já houve ocorrência deste defeito com relevo). Pode ocorrer na
Face inferior, superior ou nas duas as faces.
2MCSU - Marca de Cilindro por Sujo
Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Profundidade da Perda de Massa Apresenta-se na
forma de marcas em baixo relevo (perda de massa) em pitch constante,
podendo ocorrer em uma ou duas faces do material, sendo estas marcas
destacáveis com uso de pedra talco ou lixamento.
As marcas apresentam os mais diversos aspectos, sendo os dois tipos
mais comuns:
a) De geometria oval com contorno imperfeito, de coloração fosca, quase
sempre variando a intensidade (forte p/ fraco ou fraco para forte) ao longo
do processo da bobina.
b) De geometria arredondada, com brilho refletivo, com ou sem
profundidade, normalmente mantendo a intensidade ao longo do processo
da bobina.
Algumas vezes este defeito apresenta características visuais muito
semelhantes à outras Marcas de Cilindro que apresentam perda de
massa, então lançase o sub-código "SU" através das informações do
processo causador do defeito.
O critério de escolha para o código da linha de origem do defeito, observa
o valor medido do Pitch (que deverá corresponder ao diâmetro externo de
algum "cilindro de trabalho" do equipamento) e, observa também, as
informações dos processos anteriores.

2OM - Oxidação Manchas


Código para Defeito Superficial
Defeito Representativo - Passível de correção
Apresenta-se na forma de manchas contínuas ou não, com coloração
variada (normalmente com tonalidade entre o amarelo, o vermelho e o
preto), nas duas faces do material.
Estas manchas podem ser:
a) Alongadas no sentido de laminação, quando o defeito não parte da
borda;
b) Transversais ao sentido de laminação, quando o defeito parte da borda.
Além de observar se o defeito parte ou não da borda do material e
observar as informações dos processos anteriores, outro fator
imprescindível para a escolha do código da linha de origem do defeito, é
se o defeito apresenta-se ou não sobreposto.

2SJ - Sujeira Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:


Incrustação Este defeito apresenta-se com as mais diversas
características, mas as mais comuns são: a) Código 2SJ - Manchas
escuras ou riscos escuros alongados, incrustados, espalhados na tira,
normalmente duas faces; -
Manchas esbranquiçadas em faixa, sem incrustação, geralmente uma
face (face inferior TCM). b) Código 2SJ do tipo "A" - Manchas
arredondadas (amareladas ou acinzentadas) com incrustação escura em
forma de risco ou ponto no centro, ocorrendo nas duas faces. Para se
determinar a origem do defeito "SUJEIRA" (Decapagens ou TCM), segue-
se a "Carta Padrão de SJ", no Manual de Procedimento da Inspeção, nas
linhas de processos finais.

2SU - Sujo Código para Defeito Superficial Item de Avaliação: Intensidade


da cor Este defeito apresenta-se com as mais diversas características,
mas as mais comuns são: a) Manchas queimadas - Apresenta-se na
forma de manchas alongadas, de cor preto (algumas vezes com contorno
amarelado), nas duas faces. b) Faixas escuras - Apresenta-se na forma
de faixas longitudinais escuras (de marrom a preto), alinhadas, contínuas
ou não, mais freqüente
em uma face (inferior do TCM). c) Pontos aglomerados (polímeros de
carbono) - Apresenta-se na forma de pontos miúdos e graúdos,
aglomerados e espalhados, de coloração escura (de marrom a preto),
normalmente impressos nas duas faces do material. d) Respingos -
Apresenta-se na forma de respingos graúdos arredondados de cores
variadas (esbranquiçado, amarelado, marrom ou cinza escuro), espalhados
pela tira, normalmente nas duas faces. e) Fuligem - Apresenta-se como
sujidade removível em toda a superfície da tira (transversal e longitudinal),
conferindo ao material uma coloração escura nas duas faces. Este defeito
pode ser analisado através do teste de Reflectância.
3AR - Arranhão Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:
Profundidade da abertura Apresenta-se na forma de riscos longitudinais
retilíneos, normalmente de grande extensão, com distância fixa em
relação à borda do material, contínuos ou descontínuos, com coloração
fosca (escuro ou esbranquiçado), com ou sem aberturas. O principal
critério para lançamento do defeito como 3AR é a face de ocorrência, a
mesma tem que coincidir com a face Inferior do Tiras a quente, senão o
defeito será lançado como 1AR.

3BB - Broto bambu Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:


Intensidade da cor Apresenta-se na forma de manchas esbranquiçadas
(algumas vezes com contorno escuro) com formato característico do
desenho encontrado nas "folhas de bambu". Ocorre nas duas faces
(embora possa existir diferença de intensidade numa face em relação a
outra). Normalmente afeta o Topo, Meio e Base da BQ. As atuais
ocorrências do 3BB têm apresentado uma outra particularidade. Têm-se
notado, através do tato e varredura com giz, relevo (no sentido de
ressalto) no contorno do defeito.

3CA - Carepa Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:


Incrustação Apresenta-se na forma de uma camada de óxido escuro
(preto ou cinza à
luz e esbranquiçada à sombra), alongada e incrustada na superfície do
material. Normalmente o defeito ocorre nas duas faces, porém quando a
ocorrência do defeito se dá em "faixa", a Carepa pode estar somente em
uma face. Nota: As descrições acima caracterizam a Carepa do tipo "B"
(denominada Carepa primária) por ser a de ocorrência mais comum nas
linhas de processos finais. As Decapagens e o Tiras a Quente detectam
diversos tipos de Carepa e utilizam os conceitos "tipo A, B, C, D e E" para
assinalá-las.

3CE - Corpo Estranho


Código para Defeito Superficial
Defeito Representativo - Não passível de correção Apresenta-se na forma
de marcas em baixo relevo (perda de massa), normalmente com
ocorrências isoladas, ocorrendo em uma face (com possibilidade de
transmissão para a outra). As marcas apresentam os mais diversos
aspectos (dependendo do formato do corpo estranho que a provocou) e
não possuem regularidade nas ocorrências quanto a posição, o sentido e
a direção. Nota: Para o 3CE, nas linhas de processos finais, o corpo
estranho pode vir impresso (caldeado) junto a superfície do material -
pouco comum -, ou apresentar apenas a "perda de massa" propiciada
pela impressão do mesmo no tiras a quente.
3DT - Deslizamento Transversal Código para Defeito Superficial Item de
Avaliação: Profundidade das ranhuras
Apresenta-se na forma de pequenas manchas esbranquiçadas foscas e
opacas, porém ao apresentar ranhuras, as mesmas possuem brilho
metálico ou formação de óxido escuro dentro das ranhuras. O defeito
ocorre com mais freqüência na região correspondente ao topo de
processo na Decapagem, sempre nas duas faces, espalhados na(s)
borda(s) do material, porém pode chegar a atingir toda a extensão
transversal da tira (DS, Meio e WS). O principal critério para lançamento
deste defeito nas linhas de processos finais é a informação dos processos
anteriores (principalmente Decapagens ou PLTCM). Nota: O 3DT, até
então, somente foi detectado no material produzido na "concepção IF -
Intersticial Free".

3FU - Furo Código para Defeito Superficial Defeito representativo - Não


passível de correção Apresenta-se na forma de um furo vazante à
espessura do material. Normalmente, quando acontece, são poucas as
ocorrências e, concentradas numa região da BQ. Lança-se o defeito como
3FU quando o furo vier acompanhado de defeitos da Laminação a Quente
que produzam fragilidade do aço (ex.:3GFAR, 3CE, etc.) ou quando não
existirem indícios de defeitos de Aciaria na região do furo.

3GFAR - Gota Fria por Arranhão Código para Defeito Superficial Item de
Avaliação: Profundidade da Abertura Apresenta-se na forma de manchas
esbranquiçadas em formato "zig-zag", de pequena ou grande extensão
longitudinal, podendo ou não apresentar aberturas (quando apresenta
aberturas, estas se localizam nas extremidades laterais das linhas ou
manchas). Para lançamento de 3GFAR, é necessário que o material se
enquadre simultaneamente nos três critérios: a) Material tem que ter sido
processado no forno de reaquecimento n.º. 03 do Tiras a Quente; b) A
face inspecionada tem que corresponder à face inferior do Tiras a Quente;
c) Apresente-se no formato conhecido como "zig-zag".

3GFBA - Gota Fria do batente do Tiras a Quente Código para Defeito


Superficial Defeito Representativo - Não passível de correção Apresenta-
se na forma de dobras caldeadas na borda do material, sugerindo o
aspecto de "lascas a se desprender do material" (semelhante ao 3DO).
Ocorre partindo da borda, com penetração de até 50mm, somente de um
lado (correspondente ao WS da entrada do Tiras a Quente). Para
lançamento de 3GFBA, é necessário que o material se enquadre
simultaneamente nos dois critérios: a) Material tem que ter sido
processado no forno de reaquecimento n.º. 03 do Tiras a Quente; b) A
face inspecionada tem que corresponder à face inferior do Tiras a Quente.
3MR - Marca de Rolo Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:
Profundidade da abertura Apresenta-se na forma de filetes de pequena
extensão longitudinal (até 15mm), alinhados, de coloração escura,
normalmente com abertura. Estes filetes podem desprender película
metálica ao teste com duréx.
O principal critério para lançamento do defeito como 3MR é a face de
ocorrência, a mesma tem que coincidir com a face Inferior do Tiras a
quente.

3SJGR - Sujeira por Graxa Código para Defeito Superficial Item de


Avaliação: Intensidade da cor Apresenta-se na forma de manchas escuras
(preto ou cinza à luz e esbranquiçada à sombra), partindo - ou bem
próxima - da borda do material (normalmente somente em uma borda, DS
ou WS), nas duas faces. Estas manchas têm pequena extensão
longitudinal e, quando acontecem, são poucas as ocorrências e,
concentradas numa região da BQ

4AM - Amassado Código para Defeito Superficial Item de Avaliação: Altura


do relevo Apresenta-se em diversos formatos (amassamento,
dobramento, enrugamento, lombadas, etc.) ocasionando irregularidades
na superfície ou na coroa do material, sendo estas irregularidades
destacáveis com uso de pedra talco ou lixamento. Ocorre sempre
abrangendo as duas faces, podendo apresentar alto ou baixo relevo. Pode
ocorrer em pitch crescente, decrescente ou sem pitch definido,
dependendo do agente causador.

4AR - Arranhão Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:


Profundidade das ranhuras / rebarba Apresenta-se na forma de riscos
longitudinais retilíneos de pequena ou grande extensão, com distância fixa
em relação à borda do material, contínuos ou não, com brilho metálico,
normalmente em uma face (superior ou inferior). Podendo ser detectado
ao tato se apresentar profundidade e/ou rebarba. O principal critério para
lançamento deste defeito nas linhas de processos finais é a informação
dos processos anteriores (principalmente de equipamentos da Seção de
Acabamento) ou a não visualização do arranhão na desbobinadeira do
processo atual, no momento da checagem
4BI - Bobinamento Irregular
Código para deficiência de bobinamento
Caracteriza-se por desuniformidade de alocação das espiras durante o
bobinamento, tornando a coroa da bobina irregular.
O defeito é perceptível à visão, podendo ser distinguido os seguintes
tipos: Prato, Espiras Intervaladas, Telescópio Regular e Telescópio
Irregular.

4DB - Deslizamento de Bobinas Código para Defeito Superficial Item de


Avaliação: Profundidade das ranhuras Apresenta-se na forma de
pequenos riscos (arranhões) aglomerados, com brilho metálico, sempre
nas duas faces, sendo a região de ocorrência mais comum, as pontas da
Bobina. Pode ser detectado ao tato se apresentar profundidade e/ou
rebarba e, dependendo da intensidade pode chegar a furar a tira. O
defeito, sendo visualizado no processo atual, varia a intensidade de forte
para fraco (causado em processos anteriores) ou de fraco para forte
(causado no processo atual de Acabamento).

4ML - Marca de Mandril Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:


Altura do relevo Apresenta-se na forma de irregularidades na superfície do
material bastante características nas ocorrências mais fortes (com o
formato dos "dentes" do mandril da desbobinadeira). Apresenta-se sempre
em pitch crescente ou decrescente e com variação de intensidade (de
forte para fraco ou de fraco para forte). Sendo que, estas irregularidades
podem ser destacadas com uso de pedra talco ou lixamento. Ocorre
sempre abrangendo as duas faces, podendo apresentar alto ou baixo
relevo. Quanto ao pitch, utiliza-se a seguinte regra para determinar a
origem do defeito: a) Pitch Crescente: Geralmente indica um Amassado
ocorrido no Penúltimo processo em que houve bobinamento do material
(variação de intensidade de forte para fraco). b) Pitch Decrescente:
Geralmente indica um Amassado ocorrido no Último processo em que
houve bobinamento do material (variação de intensidade de fraco para
forte).

4MR - Marca de Rolo Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:


Altura do relevo Apresenta-se na forma de pequenos "amassados
pontiagudos ou abaulados" em pitch constante, abrangendo as duas faces
do material (sendo estas marcas destacáveis com uso de pedra talco ou
lixamento). O critério de escolha para o código da linha de origem do
defeito, observa o valor medido do Pitch (que deverá corresponder ao
diâmetro externo de algum rolo do equipamento) e, observa também, as
informações dos processos anteriores. Quanto ao relevo das marcas,
pode ser distinguido os seguintes tipos: a) Alto relevo - Para marcas que
apresentem alto relevo na face superior e baixo relevo na inferior
(ocorreram da [Link]. para [Link].); b) Baixo relevo - Para
marcas que apresentem baixo relevo na face superior e alto relevo na
inferior (ocorreram da [Link]. para [Link].); c) Sem relevo / corrigido - Para
marcas que sofreram passe no Encruamento porém apresentam "perda
de massa" em uma face, ou seja, o relevo foi corrigido, porém o corpo
estranho que provocou a Marca de Rolo perfurou o material provocando
"perda de massa". Nota: Para Marcas de Rolo que apresentarem "perda
de massa", na avaliação do defeito, deve-se considerar a profundidade da
"perda de massa".
4MT - Marca de Tesoura Código para Defeito Superficial Apresenta-se
tradicionalmente de quatro formas:
a) Amassados contínuos por dobramento da(s) borda(s) da tira,
normalmente com pequena penetração (até 15mm). Item de Avaliação:
Altura do relevo b) Pequenos "piques" na(s) borda(s) da tira (ou no topo e
base das chapas) costumeiramente chamados de "dentes da lâmina",
apresentando Pitch constante. Item de Avaliação: Altura do relevo
c)Ondulações na(s) borda(s) da tira, com comprimento de onda curtíssimo
e flexa média. Item de Avaliação: Flexa e Desvio de Planicidade d)
Deficiência no corte, visualizadas na(s) borda(s) da tira (ou no topo e base
das chapas) como uma saliência costumeiramente chamada de "rebarba"
(somente uma face).
Item de Avaliação: Altura da rebarba

4OM - Oxidação Manchas


Código para Defeito Superficial
Defeito Representativo - Passível de correção
Apresenta-se na forma de manchas contínuas ou não, com coloração
variada (normalmente com tonalidade entre o amarelo e o vermelho), nas
duas faces do material.
Estas manchas podem ser:
a) Alongadas no sentido de laminação, quando o defeito não parte da
borda;
b) Transversais ao sentido de laminação, quando o defeito parte da borda.
Além de observar se o defeito parte ou não da borda do material e
observar as informações dos processos anteriores, outro fator
imprescindível para a escolha do código da linha de origem do defeito, é
se o defeito apresenta-se ou não sobreposto.

4OP - Oxidação Pontos Código para Defeito Superficial Defeito


Representativo - Passível de correção Apresenta-se na forma de pontos
miúdos ou graúdos, isolados ou aglomerados, com coloração variada
(normalmente com tonalidade entre o amarelo e o vermelho), nas duas
faces do material. Após lixamento, o defeito não apresenta cavidade. O
critério de escolha para o código da linha de origem do defeito,
responsabiliza o equipamento que primeiro extrapolou o "tempo de
estocagem" do material.

4RD - Mancha por Reação de Dayskin Código para Defeito Superficial


Item de Avaliação: Intensidade da cor Apresenta-se na forma de manchas
escuras - só ocorre em face(s) revestida(s) de material Eletrogalvanizado
por reação da solução de Encruamento com o zinco da camada de
revestimento. Estas manchas ocorrem em faixa(s) sinuosa(s) contínua(s)
ou não ou na forma de respingos. a) Para Encruamento O código da linha
de origem do defeito, responsabilizará o Encruamento, quando o
surgimento do defeito se deu mediante a uma das situações abaixo
citadas: - Material sofreu processo de repasse no HCM; - A inspeção do
processo anterior notificou a ocorrência de falhas ou falta de óleo, orientou
o repasse obrigatório no HCM e o material sofreu repasse no RCM; - O
físico do material está oleado (com gramatura uniforme e adequada) e o
mesmo sofreu repasse no RCM. Nota: Para se repassar um material
eletrogalvanizado "PE oleado" no RCM ele deverá estar previamente
oleado (com gramatura de óleo maior ou igual a 0,7 g/m2 por face) e, sem
apresentar falhas de oleamento (em faixas ou ilhas).b) Para demais linhas
(EGL, Acabamento e RCL's 5 e 6) Quando o material não se enquadrar
em nenhuma das situações acima enumeradas, o código da linha de
origem do defeito, responsabilizará o último Equipamento de processo do
material antes do repasse no Encruamento.
4RX - Repuxado Código para Defeito Superficial Defeito Representativo -
Não passível de correção Apresenta-se na forma de "vergões" com alto
relevo nas duas faces ou "vincos" nas duas faces. Estes vergões ou
vincos são de pequena ou grande extensão longitudinal, com ocorrências
contínuas ou não, normalmente em faixa localizada no DS, Meio ou Ws
(podendo iniciar a ocorrência numa posição e deslocar-se para outra ao
longo do processo do material).

5AR - Arranhão Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:


Profundidade das ranhuras Apresenta-se na forma de riscos longitudinais,
retilíneos ou curvilíneos, algumas vezes inclinados, normalmente de
pequena extensão longitudinal, podendo ou não manter distância fixa em
relação à borda do material, com coloração fosca (escuro), porém ao
apresentar ranhuras (ou sulcos), as mesmas possuem brilho metálico.
Pode ocorrer na face superior, inferior ou ambas as faces.

5BS - Borda Serrilhada Código para Defeito Superficial Defeito


Representativo - Aprovável em condições especiais Apresenta-se na
forma serrilhamento transversal que se assemelham aos "dentes de um
serrote", podendo ocorrer em uma ou duas bordas do material (DS e/ou
WS). O defeito apresenta-se normalmente em ocorrência contínua na
região afetada.

5DI - Decapagem Incorreta Código para Defeito Superficial Item de


Avaliação: intensidade da cor Apresenta-se na forma de manchas escuras
(preto ou cinza à luz e esbranquiçada à sombra), com pequena ou grande
extensão longitudinal, muitas vezes ocorre em faixa (no DS, Meio ou WS).
A manchaapresenta descontinuidades que se assemelham à "escamas de
peixe" e, podem ocorrer em uma ou duas faces.
5SD - Super Decapagem
Código para Defeito Superficial
Defeito Representativo - Não passível de correção
Apresenta-se na forma de vários riscos esbranquiçados, aglomerados,
com cavidade, podendo se apresentar em faixa ou total na tira (DS, Meio
e WS).
Normalmente ocorre nas duas faces.
O defeito provoca uma aspereza (ou alta rugosidade) na superfície do
material, normalmente perceptível ao tato.

5SJ - Sujeira Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:


Incrustação Este defeito apresenta-se com mais diversas características,
mas as mais comuns são: - Código 5SJ do tipo "B" Manchas
esbranquiçadas com geometria de cometa, em marcas repetitivas (Tipo
Carimbo), algumas vezes em pitch; Pode ocorrer em uma ou duas faces. -
Código 5SJ do tipo "C" Manchas ou riscos escuras alongadas e
incrustadas na região de solda de BQ's (até 15 mts antes e/ou após a
solda), ocorrendo nas duas faces. - Código 5SJ do tipo "D" Manchas
escuras em faixa, bastante incrustada na tira, podendo ser identificado
pitch, geralmente nas duas faces. - Código 5SJ do tipo "E" Pontos
alongados e alinhados em faixa, normalmente esbranquiçados, ocorrendo
nas duas faces. - Código 5SJ do tipo "F" Manchas claras alongadas e
inclinadas (Tipo um leque), ocorrendo nas duas faces. - Código 5SJ do
tipo "AA" - Aguardando Análise Qualquer Sujeira da decapagem, sem
semelhança com nenhum tipo da carta padrão. Para se determinar a
origem do defeito "SUJEIRA" (Decapagens ou TCM), segue-se a "Carta
Padrão de SJ", no Manual de Procedimento da Inspeção, nas linhas de
processos finais.

6AM - Amassado Código para Defeito Superficial Item de Avaliação: Altura


do relevo Apresenta-se em diversos formatos (amassamento,
dobramento, enrugamento, lombadas, etc.) ocasionando irregularidades
na superfície ou na coroa do material, sendo estas irregularidades
destacáveis com uso de pedra talco ou lixamento. Ocorre sempre
abrangendo as duas faces, podendo ou não apresentar relevo (nas linhas
de processos finais, muitas vezes este defeito tem a característica de ter
sido "caldeado" e "laminado") Pode ocorrer em pitch crescente,
decrescente ou sem pitch definido, dependendo do agente causador.

6CB - Colamento de Borda Código para Defeito Superficial Item de


Avaliação: Profundidade das estrias Apresenta-se na forma de estrias
localizadas
bem próximas a borda do material, formando uma inclinação característica
(uma das pontas de cada estria tende a tocar o mesmo ponto na borda do
material). Pode apresentar-se no DS e/ou WS, sempre nas duas faces,
sendo comum a presença de rasgos ou a presença do defeito "Amassado"
junto ao
6CB.
6DE - Descarbonetação Código para Defeito Superficial Defeito
representativo - Não passível de correção Apresenta-se sob a forma de
faixa sinuosa
contínua, com cores nas tonalidades cinza escuro a preto, no DS e/ou
WS, existindo desprendimento de fina película de aço na região. Ocorre
sempre nas
duas faces e, normalmente a superfície defeituosa apresenta-se bastante
áspera.

6MO - Mancha de Óleo


Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Intensidade da cor
Apresenta-se na forma de manchas escuras, sempre partindo da borda do
material (normalmente somente em uma borda, DS ou WS), nas duas
faces.
Estas manchas têm pequena extensão longitudinal e, quando acontecem,
são poucas as ocorrências e, concentradas numa região da BQ.

6OM - Oxidação Manchas


Código para Defeito Superficial
Defeito Representativo - Passível de correção
Apresenta-se na forma de manchas contínuas ou não, com coloração
variada (normalmente na cor vermelho escuro), nas duas faces do
material.
Estas manchas são transversais ao sentido de laminação, pois o 6OM
sempre parte da borda.
Além de observar se o defeito parte ou não da borda do material e
observar as informações dos processos anteriores, outro fator
imprescindível para a escolha do código da linha de origem do defeito
Oxidação Manchas, é se o defeito apresenta-se ou não sobreposto.

6OP - Oxidação Pontos


Código para Defeito Superficial
Defeito Representativo - Passível de correção
Apresenta-se na forma de pontos miúdos ou graúdos, isolados ou aglomerados, com
coloração variada (normalmente com tonalidade entre o amarelo e o vermelho), nas
duas faces do material.
Após lixamento, o defeito não apresenta cavidade.
O critério de escolha para o código da linha de origem do defeito, responsabiliza o
equipamento que primeiro extrapolou o "tempo de estocagem" do material.
6RV - Revenido Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:
intensidade da Cor Apresenta-se como uma coloração diferente na
superfície do material, estendendo-se por grande extensão longitudinal
e/ou formando manchas sinuosas de menor extensão. O defeito ocorre
sempre nas duas faces, sendo mais comum nas bordas do material
porém, pode alcançar toda extensão transversal (DS, Meio e WS) ou
apresentar-se isolado no centro. As manchas têm coloração variada
(podendo inclusive, ter-se duas ou mais cores de Revenido na mesma
região do material), mas a ocorrência mais comum é a de cor amarela.

7BI - Bobinamento Irregular


Código para deficiência de bobinamento
Caracteriza-se por desuniformidade de alocação das espiras durante o
bobinamento, tornando a coroa da bobina irregular.
O defeito é perceptível à visão, podendo ser distinguido os seguintes
tipos: Prato, Espiras Intervaladas, Telescópio Regular e Telescópio
Irregular.

7BQ - Borda Quebrada Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:


Profundidade das estrias Apresenta-se na forma de estrias transversais à
borda do material, formando um ângulo de 90° quase perfeito, sempre
partindo da borda (mais comuns nas duas bordas, DS e WS, porém pode
ocorrer apenas de um lado). Ocorre sempre nas duas faces.

7DB - Deslizamento de Bobinas Código para Defeito Superficial Item de


Avaliação: Profundidade das ranhuras Apresenta-se na forma de
pequenos riscos (arranhões) aglomerados, com brilho metálico, sempre
nas duas faces, sendo a região de ocorrência mais comum, as pontas da
Bobina. Pode ser detectado ao tato se apresentar profundidade e/ou
rebarba (costumeiramente o defeito 7DB não apresenta rebarba).
7MCAR - Marca de Cilindro por Arranhão
Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Profundidade da Perda de Massa
Apresenta-se na forma de marcas em baixo relevo (perda de massa) em
pitch constante, normalmente em uma face do material (podendo atingir a
outra face por transmissão), sendo estas marcas destacáveis com uso de
pedra talco ou lixamento. As marcas têm aspecto de arranhões de
pequena extensão longitudinal (um ou vários) na superfície da tira e,
quase sempre, variam a intensidade (forte p/fraco ou fraco para forte) ao
longo do processo da bobina. Algumas vezes este defeito apresenta
características visuais muito semelhantes à outras Marcas de Cilindro que
apresentam perda de massa, então lança-se o sub-código "AR" através
das informações do processo causador do defeito. O critério de escolha
para o código da linha de origem do defeito, observa o valor medido do
Pitch (que deverá corresponder ao diâmetro externo de algum "cilindro de
trabalho" do equipamento) e, observa também, as informações dos
processos anteriores.

7MCCE - Marca de Cilindro por Corpo Estranho


Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Profundidade da Perda de Massa
Apresenta-se na forma de marcas em baixo relevo (perda de massa) em
pitch constante, normalmente em uma face do material (podendo atingir a
outra face por transmissão), sendo estas marcas destacáveis com uso de
pedra talco ou lixamento. As marcas apresentam os mais diversos
aspectos (dependendo do corpo estranho que provocou o defeito) e,
quase sempre, variam a intensidade (forte p/fraco ou fraco para forte) ao
longo do processo da bobina. Algumas vezes este defeito apresenta
características visuais muito semelhantes à outras Marcas de Cilindro que
apresentam perda de massa, então lançase o sub-código "CE" através
das informações do processo causador do defeito. O critério de escolha
para o código da linha de origem do defeito, observa o valor medido do
Pitch (que deverá corresponder ao diâmetro externo de algum "cilindro de
trabalho" do equipamento) e, observa também, as informações dos
processos anteriores.

7MCCV - Marca de Cilindro - Cavidade Código para Defeito Superficial


Item de Avaliação: Altura do Relevo Apresenta-se na forma de uma
"verruga" arredondada (caroço), miúda ou graúda, sempre com Pitch
constante, ocorrendo em uma ou duas faces, sempre em alto relevo.
Estas "verrugas" são destacáveis com uso de pedra talco ou lixamento.
Normalmente ocorre em toda extensão longitudinal da bobina (topo, meio
e base) e, mantendo sempre a mesma intensidade ao longo da bobina. O
critério de escolha para o código da linha de origem do defeito, observa o
valor medido do Pitch (que deverá corresponder ao diâmetro externo de
algum "cilindro de trabalho" do equipamento) e, observa também, as
informações dos processos anteriores.

7MCFD - Marca de Cilindro por Falha de Dayskin Código para Defeito


Superficial Defeito Representativo - Aprovável em condições especiais
Apresentase na forma de faixas sinuosas longitudinais, de coloração
esbranquiçada fosca, em uma ou duas faces. Estas faixas apresentam
uma rugosidade diferenciada (cerca de 10% maior) em relação ao
restante da superfície do material.
7MCSU - Marca de Cilindro por Sujo
Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Profundidade da Perda de Massa
Apresenta-se na forma de marcas em baixo relevo (perda de massa) em
pitch constante, podendo ocorrer em uma ou duas faces do material,
sendo estas marcas destacáveis com uso de pedra talco ou lixamento.
As marcas apresentam os mais diversos aspectos, sendo os dois tipos
mais comuns: a) De geometria oval com contorno imperfeito, de coloração
fosca, quase sempre variando a intensidade (forte p/ fraco ou fraco para
forte) ao longo do processo da bobina.
b) De geometria arredondada, com brilho refletivo, com ou sem
profundidade, normalmente mantendo a intensidade ao longo do processo
da bobina. Algumas vezes este defeito apresenta características visuais
muito semelhantes à outras Marcas de Cilindro que apresentam perda de
massa, então lançase o sub-código "SU" através das informações do
processo causador do defeito. O critério de escolha para o código da linha
de origem do defeito, observa o valor medido do Pitch (que deverá
corresponder ao diâmetro externo de algum "cilindro de trabalho" do
equipamento) e, observa também, as informações dos processos
anteriores.
7OM - Oxidação Manchas Código para Defeito Superficial Defeito
Representativo - Passível de correção Apresenta-se na forma de manchas
contínuas ou não, com coloração variada (normalmente com tonalidade
entre o amarelo e o o vermelho), nas duas faces do material. Estas
manchas podem ser: a) Alongadas no sentido de laminação, quando o
defeito não parte da borda; b) Transversais ao sentido de laminação,
quando o defeito parte da borda. Além de observar se o defeito parte ou
não da borda do material e observar as informações dos processos
anteriores, outro fator imprescindível para a escolha do código da linha de
origem do defeito, é se o defeito apresenta-se ou não sobreposto.

7OP - Oxidação Pontos


Código para Defeito Superficial
Defeito Representativo - Passível de correção
Apresenta-se na forma de pontos miúdos ou graúdos, isolados ou
aglomerados, com coloração variada (normalmente com tonalidade entre
o amarelo e o vermelho), nas duas faces do material.
Após lixamento, o defeito não apresenta cavidade.
O critério de escolha para o código da linha de origem do defeito,
responsabiliza o equipamento que primeiro extrapolou o "tempo de
estocagem" do material.

7RD - Mancha por Reação de Dayskin Código para Defeito Superficial


Item de Avaliação: Intensidade da cor Apresenta-se na forma de manchas
escuras - só ocorre em face(s) revestida(s) de material Eletrogalvanizado
por reação da solução de Encruamento com o zinco da camada de
revestimento. Estas manchas ocorrem em faixa(s) sinuosa(s) contínua(s)
ou não ou na forma de respingos. O código da linha de origem do defeito,
responsabiliza o Encruamento, quando o surgimento do defeito se deu
mediante a uma das ocorrências abaixo citadas: - Material sofreu
processo de repasse no HCM; - A inspeção do processo anterior notificou
a ocorrência de falhas ou falta de óleo, orientou o repasse obrigatório no
HCM e o material sofreu repasse no RCM; - O físico do material está
oleado (com gramatura uniforme e adequada) e o mesmo sofreu repasse
no RCM. Notas: 1) Para se repassar um material eletrogalvanizado "PE
oleado" no RCM ele deverá estar previamente oleado (com gramatura de
óleo maior ou igual a 0,7 g/m2 por face) e, sem apresentar falhas de
oleamento (em faixas ou ilhas). 2) Quando o material não se enquadrar
em nenhuma das situações acima enumeradas, o código da linha de
origem do defeito, responsabilizará o último Equipamento de processo do
material antes do repasse no Encruamento.
7RX - Repuxado Código para Defeito Superficial Defeito Representativo -
Não passível de correção Apresenta-se na forma de "vergões" com alto
relevo nas duas faces ou "vincos" nas duas faces. Estes vergões ou
vincos são de pequena ou grande extensão longitudinal, com ocorrências
contínuas ou não, normalmente em faixa localizada no DS, Meio ou WS
(podendo iniciar a ocorrência numa posição e deslocar-se para outra ao
longo do processo do material).

7SQLD - Superfície Quebrada - Linhas de Distensão Código para Defeito


Superficial Item de Avaliação: Profundidade das estrias Apresenta-se na
forma de estrias e/ou vincos, transversais ao sentido de laminação, que
ocorrem sempre nas duas faces. Estas estrias podem se localizar em
faixa de grande extensão longitudinal e podem abranger toda extensão
transversal da tira (DS, Meio e WS). O defeito é mais comum nas pontas
de bobinas (Topo e/ou Base).

CCB - Cooling Buckle


Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Altura do relevo
Apresenta-se na forma de "vergões" (tipo amarrotados) com ou sem
relevo (alto relevo nas duas faces).
Estes vergões são de pequena ou grande extensão longitudinal, com
ocorrências contínuas ou não, normalmente em faixa localizada no DS,
Meio ou Ws (porém pode abranger toda extensão transversal da tira).
O principal critério para lançamento deste defeito nas linhas de processos
finais é a informação dos processos anteriores (principalmente do CAPL).

CCC - Curto-Circuito do CAPL


Código para Defeito Superficial
Defeito Representativo - Aprovável em condições especiais
Apresenta-se na forma de um furo vazante ou não, de pequeno diâmetro
(cerca de 2mm), com coloração escura. Normalmente as ocorrências são
isoladas e em faixa, porém o defeito pode se apresentar espalhado por
toda a superfície da tira.
Junto ao furo, pode ocorrer um leve relevo por amassamento do material
na região atingida pelo curto-circuito.
Ocorre sempre em uma face (Inferior do CAPL), afetando a outra com
relevo ou furo vazante.
CDB - Deslizamento de Bobinas
Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Profundidade das ranhuras
Apresenta-se na forma de pequenos riscos (arranhões) aglomerados, com
brilho metálico, sempre nas duas faces, sendo a região de ocorrência
mais comum, as pontas da Bobina.
Pode ser detectado ao tato se apresentar profundidade e/ou rebarba
(costumeiramente o defeito CDB não apresenta rebarba).

CHB - Heat Buckle


Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Altura do relevo
Apresenta-se na forma de "vergões" (tipo amarrotados) com ou sem
relevo (alto relevo nas duas faces).
Estes vergões são de pequena ou grande extensão longitudinal, com
ocorrências contínuas ou não, normalmente em faixa localizada no DS,
Meio ou Ws (porém pode abranger toda extensão transversal da tira).
O principal critério para lançamento deste defeito nas linhas de processos
finais é a informação dos processos anteriores (principalmente do CAPL).

CMCCV - Marca de Cilindro - Cavidade


Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Altura do Relevo
Apresenta-se na forma de uma "verruga" arredondada (caroço), miúda ou
graúda, sempre com Pitch constante, ocorrendo em uma ou duas faces,
sempre em alto relevo.
Estas "verrugas" são destacáveis com uso de pedra talco ou lixamento.
Normalmente ocorre em toda extensão longitudinal da bobina (topo, meio
e base) e, mantendo sempre a mesma intensidade ao longo da bobina.
O critério de escolha para o código da linha de origem do defeito, observa
o valor medido do Pitch (que deverá corresponder ao diâmetro externo de
algum "cilindro de trabalho" do equipamento) e, observa também, as
informações dos processos anteriores.

CMCFD - Marca de Cilindro por Falha de Dayskin Código para Defeito


Superficial Defeito Representativo - Aprovável em condições especiais
Apresentase na forma de faixas sinuosas longitudinais, de coloração
esbranquiçada fosca, em uma ou duas faces. Estas faixas apresentam
uma rugosidade diferenciada (cerca de 10% maior) em relação ao
restante da superfície do material.
COP - Oxidação Pontos
Código para Defeito Superficial
Defeito Representativo - Passível de correção
Apresenta-se na forma de pontos miúdos ou graúdos, isolados ou
aglomerados, com coloração variada (normalmente com tonalidade entre
o amarelo e o vermelho), nas duas faces do material.
Após lixamento, o defeito não apresenta cavidade.
O critério de escolha para o código da linha de origem do defeito,
responsabiliza o equipamento que primeiro extrapolou o "tempo de
estocagem" do material.

CRV - Revenido Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:


intensidade da Cor Apresenta-se como uma coloração diferente na
superfície do material, estendendo-se por grande extensão longitudinal
e/ou formando manchas sinuosas de menor extensão. As manchas têm
coloração variada (podendo inclusive, ter-se duas ou mais cores de
Revenido na mesma região do material), mas a ocorrência mais comum é
a de cor amarela. O defeito normalmente ocorre nas duas faces, sendo
mais comum nas bordas do material porém, pode alcançar toda extensão
transversal (DS, Meio e WS) ou apresentar-se isolado no centro. Algumas
vezes o CRV ocorre somente em uma face do material (face superior do
CAPL), apresentando característica bastante reconhecível, pois
apresenta-se na forma de "frisos" longitudinais paralelos com coloração
amarela.

CSQLD - Superfície Quebrada - Linhas de Distensão Código para Defeito


Superficial Item de Avaliação: Profundidade das estrias Apresenta-se na
forma de estrias e/ou vincos, transversais ao sentido de laminação, que
ocorrem sempre nas duas faces. Estas estrias podem se localizar em
faixa de grande extensão longitudinal e podem abranger toda extensão
transversal da tira (DS, Meio e WS). O defeito é mais comum nas pontas
de bobinas (Topo e/ou Base).

EAC - Mancha tipo Amarelo Cor Código para Defeito Superficial Item de
Avaliação: Intensidade da Cor Apresenta-se como uma mancha de
coloração amarela na superfície do material, estendendo-se por grande
extensão longitudinal. Estas manchas ocorrem em faixa(s) contínua(s) ou
descontínua(s), normalmente na face não revestida do material (porém
admite-se o lançamento deste código para manchas com estas
características em faces revestidas do material).
EAM - Amassado
Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Altura do relevo
Apresenta-se em diversos formatos (amassamento, dobramento,
enrugamento, lombadas, etc.) ocasionando irregularidades na superfície
ou na coroa do material, sendo estas irregularidades destacáveis com uso
de pedra talco ou lixamento.
Ocorre sempre abrangendo as duas faces, podendo apresentar alto ou
baixo relevo.
Pode ocorrer em pitch crescente, decrescente ou sem pitch definido,
dependendo do agente causador.

EAMCE - Amassado por Corpo Estranho


Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Altura do relevo
Apresenta-se na forma de irregularidades na superfície do material
semelhante à Marca de Rolo, porém sempre em pitch crescente ou
decrescente e com variação de intensidade (de forte para fraco ou de
fraco para forte). Sendo que, estas irregularidades podem ser destacadas
com uso de pedra talco ou lixamento.
Ocorre sempre abrangendo as duas faces, podendo apresentar alto ou
baixo relevo.
Quanto ao pitch, utiliza-se a seguinte regra para determinar a origem do
defeito:
a) Pitch Crescente: Geralmente indica um Amassado ocorrido no
Penúltimo processo em que houve bobinamento do material (variação de
intensidade de forte para fraco).
b) Pitch Decrescente: Geralmente indica um Amassado ocorrido no Último
processo em que houve bobinamento do material (variação de intensidade
de fraco para forte).

EAR - Arranhão
Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Profundidade das ranhuras / rebarba
Apresenta-se na forma de riscos longitudinais retilíneos de pequena ou
grande extensão, com distância fixa em relação à borda do material,
contínuos ou não, com brilho metálico, normalmente em uma face
(superior ou inferior). Podendo ser detectado ao tato se apresentar
profundidade e/ou rebarba.
O principal critério para lançamento deste defeito nas linhas de processos
finais é a informação dos processos anteriores (principalmente de
equipamentos da EGL ou da Seção de Acabamento).
Notas:
a) Os arranhões da EGL podem vir Sob ou Sobre a camada de zinco;
b) Um tipo específico de EAR é o arranhão de "rolo submerso", o mesmo
é de pequena extensão longitudinal, acontece somente em uma face (face
superior da EGL) e apresenta pitch de aproximadamente 3192mm.

EBM - Manchas Brilhantes Código para Defeito superficial Item de


Avaliação: Impacto visual Apresenta-se na forma de manchas claras, em
faixa longitudinal descontínua, de longa extensão, sendo esta faixa
bastante sinuosa e, com leve brilho, se vista à luz. O defeito só ocorre em
face(s) revestida(s), podendo ocorrer no DS, Meio e/ou WS.
ECC - Curto-Circuito da EGL Código para Defeito Superficial Defeito
Representativo - Não passível de correção Apresenta-se na forma de furo
vazante ou não, de pequeno ou grande diâmetro, com contorno de
coloração escura (preto). Normalmente as ocorrências do defeito alinham-
se em faixa. Junto ao furo, pode ocorrer amassamento do material,
provocando relevo na região atingida pelo curto-circuito (é comum
verificar-se o curto-circuito em uma face e na outra, na mesma posição,
apenas o amassado em relevo). Algumas vezes, o defeito pode vir
acompanhado de "borras" com coloração típica de cobre.

ECS - Mancha tipo Costa-de-Sapo Código para Defeito Superficial Item de


Avaliação: Impacto visual
Apresenta-se na forma de inúmeras e pequenas manchas (circulares ou
de geometria irregular) bastante aglomeradas, formando uma ou várias
faixas retilíneas. Estas manchas apresentam coloração diferenciada da
superfície revestida, podendo ser escura e fosca ou esbranquiçada (com
ou sem brilho). O defeito pode ocorrer em uma ou duas faces e, as faixas
se localizarem em qualquer região transversal (DS, Meio e/ou WS).

EDB - Deslizamento de Bobinas Código para Defeito Superficial Item de


Avaliação: Profundidade das ranhuras
Apresenta-se na forma de pequenos riscos (arranhões) aglomerados, com
brilho metálico, sempre nas duas faces, sendo a região de ocorrência
mais comum, as pontas da Bobina. Pode ser detectado ao tato se
apresentar profundidade e/ou rebarba e, dependendo da intensidade pode
chegar a furar a tira. O defeito localiza-se Sob o revestimento (se ocorrido
na desbobinadeira da EGL) ou Sobre o revestimento (se ocorrido na
bobinadeira da EGL).

EMH - Manchas de Galvanização em Geral


Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Intensidade da cor
O código EMH será utilizado para defeitos caracterizados como
"MANCHA DE GALVANIZAÇÃO", que apresentem características visuais
diferentes das demais Manchas conhecidas, que já possuem Códigos
catalogados.
EMP - Mancha de Parada
Código para Deficiência de Revestimento
Defeito Representativo - Não passível de correção
Apresenta-se na forma de manchas em diversos formatos, com coloração
diversificada (com tonalidade entre o amarelo, o cinza e o preto), atingindo
toda a região transversal do material (DS-M-WS), nas duas faces.
O defeito tem ocorrência contínua na região afetada.
Este defeito pode vir acompanhado de sub-códigos que assinalam a
deficiência que provocou o defeito, na linha de EGL.
Nota:
Regiões com deficiência de revestimento deverão ser Sucatadas (não
existe reaproveitamento para este tipo de defeito).

EMPME - Mancha de Parada por Defeito Mecânico


Código para Deficiência de Revestimento
Defeito Representativo - Não passível de correção
Apresenta-se na forma de manchas em diversos formatos, com coloração
diversificada (com tonalidade entre o amarelo, o cinza e o preto), atingindo
toda a região transversal do material (DS-M-WS), nas duas faces.
O defeito tem ocorrência contínua na região afetada.
Nota:
Regiões com deficiência de revestimento deverão ser Sucatadas (não
existe reaproveitamento para este tipo de defeito).

EMPTE - Mancha de Parada por Defeito Elétrico


Código para Deficiência de Revestimento
Defeito Representativo - Não passível de correção
Apresenta-se na forma de manchas em diversos formatos, com coloração
diversificada (com tonalidade entre o amarelo, o cinza e o preto), atingindo
toda a região transversal do material (DS-M-WS), nas duas faces.
O defeito tem ocorrência contínua na região afetada.
Nota:
Regiões com deficiência de revestimento deverão ser Sucatadas (não
existe reaproveitamento para este tipo de defeito).

EMPTN - Mancha de Parada por Defeito de Instrumentação


Código para Deficiência de Revestimento
Defeito Representativo - Não passível de correção
Apresenta-se na forma de manchas em diversos formatos, com coloração
diversificada (com tonalidade entre o amarelo, o cinza e o preto), atingindo
toda a região transversal do material (DS-M-WS), nas duas faces.
O defeito tem ocorrência contínua na região afetada.
Nota:
Regiões com deficiência de revestimento deverão ser Sucatadas (não
existe reaproveitamento para este tipo de defeito).
EMR - Marca de Rolo
Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Altura do relevo
Apresenta-se na forma de pequenos "amassados pontiagudos ou
abaulados" em pitch constante, abrangendo as duas faces do material
(sendo estas marcas destacáveis com uso de pedra talco ou lixamento).
O critério de escolha para o código da linha de origem do defeito, observa
o valor medido do Pitch (que deverá corresponder ao diâmetro externo de
algum rolo do equipamento) e, observa também, as informações dos
processos anteriores.
Quanto ao relevo das marcas, pode ser distinguido os seguintes tipos:
a) Alto relevo - Para marcas que apresentem alto relevo na face superior e
baixo relevo na inferior (ocorreram da [Link]. para [Link].);
b) Baixo relevo - Para marcas que apresentem baixo relevo na face
superior e alto relevo na inferior (ocorreram da [Link]. para [Link].);
c) Sem relevo / corrigido - Para marcas que sofreram passe no
Encruamento porém apresentam "perda de massa" em uma face, ou seja,
o relevo foi corrigido, porém o corpo estranho que provocou a Marca de
Rolo perfurou o material provocando "perda de massa".
Para Marcas de Rolo que apresentarem "perda de massa", na avaliação
do defeito, deve-se considerar a profundidade da "perda de massa".
EMRRC - Marca de Rolo do Rolo Condutor Código para Defeito
Superficial Item de Avaliação: Altura do relevo Apresenta-se na forma de
pequenos "amassados pontiagudos", abrangendo as duas faces do
material (sendo estas marcas destacáveis com uso de pedra talco ou
lixamento). Podemos assinalar dois tipos de Marcas de Rolo dos Rolos
Condutores: 1º) Pitch constante: Marca de Rolo com Pitch constante de
aproximadamente 3192mm, com ou sem perda de massa, visualizada em
alto relevo na saída da EGL (se apresentar este Pitch com Baixo Relevo,
a marca foi provocada por algum rolo Submerso e deverá ser codificada
como EMR) Porém, para Marcas de Rolo que apresentarem "perda de
massa", na avaliação do defeito, deve-se considerar a profundidade da
"perda de massa". 2º) Pitch Indefinido: Marca de Rolo com ocorrências
esporádicas, espalhadas pela superfície da tira, sem apresentar Pitch,
com ocorrência contínua ou não, visualizada em alto relevo na saída da
EGL.

EOM - Oxidação Manchas


Código para Defeito Superficial
Defeito Representativo - Não passível de correção
Apresenta-se na forma de manchas contínuas ou não, com coloração
variada (normalmente com tonalidade entre o amarelo, o marrom e o
vermelho), ocorre nas duas faces do material (em alguns casos, somente
na face não revestida).
Estas manchas podem ser:
a) Alongadas no sentido de laminação, quando o defeito não parte da
borda;
b) Transversais ao sentido de laminação, quando o defeito parte da borda.
Além de observar se o defeito parte ou não da borda do material e
observar as informações dos processos anteriores, outro fator
imprescindível para a escolha do código da linha de origem do defeito, é
se o defeito apresenta-se ou não sobreposto.

ERC - Respingo de Cobre Código para Defeito superficial Item de


Avaliação: Intensidade da cor Apresenta-se na forma de manchas
arredondadas, ou com geometria de "cometa", ou alongada (apresentando
aspecto de "algo" que respingou sobre a superfície do material, durante o
processo). Algumas ocorrências do defeito apresentam uma coloração
amarelada bastante característica (na tonalidade peculiar ao Cobre),
outras apresentam a cor amarela numa tonalidade mais clara.
Normalmente ocorre somente em uma face (superior da EGL) espalhado
por toda a extensão transversal da tira (DS, Meio
e/ou WS).
ERD - Mancha por Reação de Dayskin Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Intensidade da cor Apresenta-se na forma de manchas
escuras - só ocorre em face(s) revestida(s) de material Eletrogalvanizado
por reação da solução de Encruamento com o zinco da camada de
revestimento. Estas manchas ocorrem em faixa(s) sinuosa(s) contínua(s)
ou não ou na forma de respingos. a) Para Encruamento O código da linha
de origem do defeito, responsabilizará o Encruamento, quando o
surgimento do defeito se deu mediante a uma das situações abaixo
citadas: - Material sofreu processo de repasse no HCM; - A inspeção do
processo anterior notificou a ocorrência de falhas ou falta de óleo, orientou
o repasse obrigatório no HCM e o material sofreu repasse no RCM; - O
físico do material está oleado (com gramatura uniforme e adequada) e o
mesmo sofreu repasse no RCM. Nota: Para se repassar um material
eletrogalvanizado "PE oleado" no RCM ele deverá estar previamente
oleado (com gramatura de óleo maior ou igual a 0,7 g/m2 por face) e, sem
apresentar falhas de oleamento (em faixas ou ilhas). b) Para demais
linhas (EGL, Acabamento e RCL's 5 e 6) Quando o material não se
enquadrar em nenhuma das situações acima enumeradas, o código da
linha de origem do defeito, responsabilizará o último Equipamento de
processo do material antes do repasse no Encruamento.

ERG - Mancha tipo Ramos e Galhos Código para Defeito Superficial Item
de Avaliação: Impacto visual Apresenta-se na forma de manchas com
desenho de ramificações (semelhante a ramificações de galhos de
árvore), formando uma ou várias faixas retilíneas. Estas manchas
apresentam coloração diferenciada da superfície revestida, podendo ser
escura e fosca ou esbranquiçada (com ou sem brilho). O defeito ocorre
com maior freqüência na face Inferior da EGL e, quando ocorre nas duas
faces a Superior da EGL apresenta o defeito com menor intensidade. As
faixas se localizam em qualquer região transversal (DS, Meio e/ou WS).

ERS - Respingos em Geral Código para Defeito superficial Item de


Avaliação: Intensidade da cor Apresenta-se na forma de manchas, com
geometria de "cometa", ou arredondada, ou alongada (apresentando
aspecto de "algo" que respingou sobre a superfície do material, durante o
processo). A coloração do defeito depende do agente causador e, como
estes são vários, o defeito tem as mais diversas cores (amarelo, cinza,
preto, etc.) Normalmente ocorre somente em uma face (superior da EGL)
espalhado por toda a extensão transversal da tira (DS, Meio e/ou WS),
porém pode ocorrer nas duas faces.

ERT - Mancha dos Retificadores Código para Defeito Superficial Item de


Avaliação: Intensidade da Cor Apresenta-se na forma de manchas com
desenho de "listras pretas inclinadas", (raramente apresenta outras cores.
Ex.: Lilás), formando faixa(s) retilínea(s), sempre na(s) borda(s) da tira .
Ocorre em uma (mais comum) ou duas faces do material.
ERX - Repuxado Código para Defeito Superficial Defeito Representativo -
Não passível de correção Apresenta-se na forma de "vergões" com alto
relevo nas duas faces ou "vincos" nas duas faces. Estes vergões ou
vincos são de pequena ou grande extensão longitudinal, com ocorrências
contínuas ou não, normalmente em faixa localizada no DS, Meio ou Ws
(podendo iniciar a ocorrência numa posição e deslocar-se para outra ao
longo do processo do material). O principal critério para lançamento deste
defeito nas linhas de processos finais é a informação dos processos
anteriores (principalmemte da EGL).

ESU - Sujo Código para Defeito Superficial Defeito Representativo -


Aprovável em condições especiais Este defeito apresenta-se com as mais
diversas características, mas as mais comuns são: a) Pontos escuros
incrustados - Apresenta-se na forma de minúsculos pontos pretos
arredondados, com cavidade ao lixamento, espalhados na superfície da
tira, ocorrendo somente em faces revestidas. b) Borracha incrustada -
Apresenta-se na forma de fragmentos de borracha aderidos e/ou
incrustados a superfície do material, podendo ocorrer em alinhado em
faixa ou espalhado pela superfície da tira, normalmente em uma face do
material. A cor predominante dos fragmentos é marrom, mas podem
ocorrer variações. c) Desgaste de Karestone - Apresenta-se na forma de
fragmentos de Calestone aderidos e/ou incrustados a superfície do
material, podendo ocorrer em faixa ou espalhado pela superfície da tira,
normalmente em uma face do material. A cor predominante dos
fragmentos é preto. d) Vela Respingada - Apresenta-se na forma de
pontos escuros arredondados miúdos e graúdos, com cavidade ao
lixamento. Ocorre somente na face Inferior de EGL, apresentando-se
alinhado em faixa ou com pitch de aproximadamente 3200mm (rolo
condutor). e) O código ESU também é utilizado para designar a presença
de "sujidade" no material (sujeira de processo e sujeira do ambiente
siderúrgico).
PAR - Arranhão (de Decapagem e de Laminador)
1º) PAR - Arranhão de Decapagem
Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Profundidade das ranhuras
Apresenta-se na forma de riscos longitudinais, retilíneos ou curvilíneos,
algumas vezes inclinados, normalmente de pequena extensão
longitudinal, podendo ou não manter distância fixa em relação à borda do
material, com coloração fosca (escuro), porém ao apresentar ranhuras (ou
sulcos), as mesmas possuem brilho metálico. Pode ocorrer na face
superior, inferior ou ambas as faces.
2º) PAR - Arranhão de Laminador
Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Profundidade da abertura (sulco)
Apresenta-se na forma de riscos longitudinais, extremamente retos,
normalmente de grande extensão, com distância fixa em relação à borda
do material, sempre arranhões contínuos, com coloração fosca (escuro ou
esbranquiçado), porém ao apresentar sulcos, os mesmos possuem brilho
metálico. Quando apresenta mais de uma linha de arranhão, elas são
extremamente paralelas. Pode ocorrer na face superior, inferior ou ambas
as faces.
PDB - Deslizamento de Bobinas
Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Profundidade das ranhuras
Apresenta-se na forma de pequenas manchas esbranquiçadas foscas e
opacas, porém ao apresentar ranhuras, as mesmas possuem brilho
metálico. O defeito ocorre com mais freqüência na(s) borda(s) do material,
sempre nas duas faces, porém dadas várias ocorrências, pode chegar a
atingir toda a extensão transversal da tira (DS, Meio e WS). O principal
critério para lançamento deste defeito nas linhas de processos finais é a
informação dos processos anteriores (principalmente PLTCM e CAPL).
PDI - Decapagem Incorreta Código para Defeito Superficial Item de
Avaliação: intensidade da cor Apresenta-se na forma de manchas escuras
(preto ou cinza à luz e esbranquiçada à sombra), com pequena ou grande
extensão longitudinal, muitas vezes ocorre em faixa (no DS, Meio ou WS).
A mancha apresenta descontinuidades que se assemelham à "escamas
de peixe" e, podem ocorrer em uma ou duas faces.

PMCAM - Marca de Cilindro por Amassado


Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Altura do relevo
Apresenta-se na forma de marcas em alto relevo em pitch constante,
sempre nas duas faces do material (sendo estas marcas destacáveis com
uso de pedra talco ou lixamento). Normalmente ocorre em toda extensão
longitudinal da bobina (topo, meio e base) e, mantendo sempre a mesma
intensidade ao longo da bobina. As marcas têm aspecto variado, mais as
mais freqüentes tem as seguintes características visuais:
a) Marcas ovais, graúdas ou miúdas achatadas, em alto relevo nas duas
faces;
b) Marcas tipo "bumerangue", com formato semelhante a letra "V" do
alfabeto, graúdas, achatadas, alto relevo nas duas faces;
c) Marcas tipo apara, com formato de um vergão (ou apara infiltrada),
graúdas, achatadas, em alto relevo nas duas faces.
O critério de escolha para o código da linha de origem do defeito, observa
o valor medido do Pitch (que deverá corresponder ao diâmetro externo de
algum "cilindro de trabalho" do equipamento) e, observa também, as
informações dos processos anteriores.

PMCCV - Marca de Cilindro - Cavidade Código para Defeito Superficial


Item de Avaliação: Altura do Relevo Apresenta-se na forma de uma
"verruga" arredondada (caroço), miúda ou graúda, sempre com Pitch
constante, ocorrendo em uma ou duas faces, sempre em alto relevo.
Estas "verrugas" são destacáveis com uso de pedra talco ou lixamento.
Normalmente ocorre em toda extensão longitudinal da bobina (topo, meio
e base) e, mantendo sempre a mesma intensidade ao longo da bobina. O
critério de escolha para o código da linha de origem do defeito, observa o
valor medido do Pitch (que deverá corresponder ao diâmetro externo de
algum "cilindro de trabalho" do equipamento) e, observa também, as
informações dos processos anteriores.

PMCSU - Marca de Cilindro por Sujo Código para Defeito Superficial Item
de Avaliação: Profundidade da Perda de Massa Apresenta-se na forma de
marcas em baixo relevo (perda de massa) em pitch constante, podendo
ocorrer em uma ou duas faces do material, sendo estas marcas
destacáveis com uso de pedra talco ou lixamento. As marcas apresentam
os mais diversos aspectos, sendo os dois tipos mais comuns: a) De
geometria oval com contorno imperfeito, de coloração fosca, quase
sempre variando a intensidade (forte p/ fraco ou fraco para forte) ao longo
do processo da bobina. b) De geometria arredondada, com brilho refletivo,
com ou sem profundidade, normalmente mantendo a intensidade ao longo
do processo da bobina. Algumas vezes este defeito apresenta
características visuais muito semelhantes à outras Marcas de Cilindro que
apresentam perda de massa, então lança-se o subcódigo "SU" através
das informações do processo causador do defeito. O critério de escolha
para o código da linha de origem do defeito, observa o valor medido do
Pitch (que deverá corresponder ao diâmetro externo de algum "cilindro de
trabalho" do equipamento) e, observa também, as informações dos
processos anteriores.
PSJ - Sujeira Código para Defeito Superficial Item de Avaliação:
Incrustação Este defeito apresenta-se com as mais diversas
características, mas as mais comuns são: - Manchas escuras ou riscos
escuros alongados, incrustados, espalhados na tira, normalmente duas
faces; - Manchas esbranquiçadas em faixa, sem incrustação, geralmente
uma face (face inferior do Laminador). - Manchas esbranquiçadas, com
geometria de cometa, pouco incrustadas, normalmente nas duas faces.

RAR - Arranhão
Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Profundidade das ranhuras / rebarba
Apresenta-se na forma de riscos longitudinais retilíneos de pequena ou
grande extensão, com distância fixa em relação à borda do material,
contínuos ou não, com brilho metálico, normalmente em uma face
(superior ou inferior). Podendo ser detectado ao tato se apresentar
profundidade e/ou rebarba. O principal critério para lançamento deste
defeito nas linhas de processos finais é a informação dos processos
anteriores ou a não visualização do arranhão na desbobinadeira do
processo atual, no momento da checagem.

RBI - Bobinamento Irregular


Código para deficiência de bobinamento
Caracteriza-se por desuniformidade de alocação das espiras durante o
bobinamento, tornando a coroa da bobina irregular.
O defeito é perceptível à visão, podendo ser distinguido os seguintes
tipos: Prato, Espiras Intervaladas, Telescópio Regular e Telescópio
Irregular.

RDB - Deslizamento de Bobinas


Código para Defeito Superficial
Item de Avaliação: Profundidade das ranhuras
Apresenta-se na forma de pequenos riscos (arranhões) aglomerados, com
brilho metálico, sempre nas duas faces, sendo a região de ocorrência
mais comum, as pontas da Bobina.
Pode ser detectado ao tato se apresentar profundidade e/ou rebarba e,
dependendo da intensidade pode chegar a furar a tira.
O defeito, sendo visualizado no processo atual, varia a intensidade de
forte para fraco (causado em processos anteriores) ou de fraco para forte
(causado no processo atual de Rebobinamento).
ROM - Oxidação Manchas
Código para Defeito Superficial
Defeito Representativo - Passível de correção
Apresenta-se na forma de manchas contínuas ou não, com coloração
variada (normalmente com tonalidade entre o amarelo e o vermelho), nas
duas faces do material.
Estas manchas podem ser:
a) Alongadas no sentido de laminação, quando o defeito não parte da
borda;
b) Transversais ao sentido de laminação, quando o defeito parte da borda.
Além de observar se o defeito parte ou não da borda do material e
observar as informações dos processos anteriores, outro fator
imprescindível para a escolha do código da linha de origem do defeito, é
se o defeito apresenta-se ou não sobreposto.

ROP - Oxidação Pontos


Código para Defeito Superficial
Defeito Representativo - Passível de correção
Apresenta-se na forma de pontos miúdos ou graúdos, isolados ou
aglomerados, com coloração variada (normalmente com tonalidade entre
o amarelo e o vermelho), nas duas faces do material.
Após lixamento, o defeito não apresenta cavidade.
O critério de escolha para o código da linha de origem do defeito,
responsabiliza o equipamento que primeiro extrapolou o "tempo de
estocagem" do material.

RRD - Mancha por Reação de Dayskin Código para Defeito Superficial


Item de Avaliação: Intensidade da cor Apresenta-se na forma de manchas
escuras - só ocorre em face(s) revestida(s) de material Eletrogalvanizado
por reação da solução de Encruamento com o zinco da camada de
revestimento. Estas manchas ocorrem em faixa(s) sinuosa(s) contínua(s)
ou não ou na forma de respingos. a) Para Encruamento O código da linha
de origem do defeito, responsabilizará o Encruamento, quando o
surgimento do defeito se deu mediante a uma das situações abaixo
citadas: - Material sofreu processo de repasse no HCM; - A inspeção do
processo anterior notificou a ocorrência de falhas ou falta de óleo, orientou
o repasse obrigatório no HCM e o material sofreu repasse no RCM; - O
físico do material está oleado (com gramatura uniforme e adequada) e o
mesmo sofreu repasse no RCM. Nota: Para se repassar um material
eletrogalvanizado "PE oleado" no RCM ele deverá estar previamente
oleado (com gramatura de óleo maior ou igual a 0,7 g/m2 por face) e, sem
apresentar falhas de oleamento (em faixas ou ilhas). b) Para demais
linhas (EGL, Acabamento e RCL's 5 e 6) Quando o material não se
enquadrar em nenhuma das situações acima enumeradas, o código da
linha de origem do defeito, responsabilizará o último Equipamento de
processo do material antes do repasse no Encruamento.

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