Cópia de EM - Caderno - 1 - Digital
Cópia de EM - Caderno - 1 - Digital
e Concepção
do Modelo
Concepção do
Modelo da Escola
da Escolha
Ensino Médio
Realização
PRESIDENTE
Marcos Antônio Magalhães
EQUIPE DE DIREÇÃO
Alberto Chinen
Juliana Zimmerman
Thereza Barreto
CRÉDITOS DA PUBLICAÇÃO
Organização: Thereza Barreto
Coordenação: Amalia Ferreira
Supervisão de Conteúdo: Thereza Barreto
Redação: Maria Helena Braga e Thereza Barreto
Leitura crítica: Alberto Chinen, Amalia Ferreira e Elizane Mecena
Edição de texto: Korá Design
Revisão ortográfica: Palavra Pronta
Projeto Gráfico e Diagramação: Korá Design
2ª Edição | 2019
© Copyright 2018 - Instituto de Corresponsabilidade pela Educação. “Todos os direitos reservados”
• A Concepção do Modelo
• O porquê de um Modelo de Escola
• As Bases Sustentadoras do Modelo
O Modelo da Escola da Escolha tem sua concepção ancorada no compromisso que ultra-
passa a ideia de educação prioritariamente focada na dimensão cognitiva, e considera o
ser humano nas suas dimensões corporal, afetiva e espiritual, localizando-o em diversos
contextos da vida pessoal, social e produtiva.
O Modelo mantém-se fiel à perspectiva de uma educação que assegura às crianças, ado-
lescentes e jovens as condições para que construam uma visão de si próprios no futuro
e a executem, valendo-se do protagonismo como mecanismo de ação mobilizadora de
forças, talentos e potencialidades para essa construção, que se materializa como Projeto
de Vida – tema que reside no coração do Modelo da Escola da Escolha.
Introdução
Uma causa incorpora as condições de mobilizar pessoas e/ou insti-
tuições em torno de objetivos convergentes, ponderáveis ou mesmo
imponderáveis.
UM POUCO DA HISTÓRIA
Tratava-se de um prédio antigo que fora referência na educação pública brasileira du-
rante o período em que a escola proporcionava educação de excelência, porém de baixa
oferta, ou seja, uma educação de alta qualidade, porém não assegurada a todos.
A sua concepção se deu no início dos anos 2000, a partir do projeto de revitalização do
Ginásio Pernambucano denominado “Novo Ginásio Pernambucano”.
O Modelo tem sua origem na iniciativa de um de seus ex-alunos que após uma visita
casual à sua antiga escola, se sensibilizou com o estado de abandono no qual se encon-
trava a instituição e mobilizou-se na criação de mecanismos para apoiar o resgate do
seu reconhecido padrão de excelência.
© Thereza Barreto
2000
Resgate do estado físico
do Ginásio Pernambucano
Pela sua trajetória e pelo que representa no imaginário social da cultura do estado de
Pernambuco, o Ginásio Pernambucano sempre foi uma referência na história da educa-
ção, da cultura e da vida econômica, social e política da sua população. Mas, nas últimas
décadas, esse status se encontrava sensivelmente comprometido. A iniciativa pessoal
daquele ex-aluno logo reuniu outros representantes do segmento privado, como ABN
AMRO Bank, CHESF, PHILIPS, entre outras, que juntas constituíram a Associação dos
Amigos do Ginásio Pernambucano e, por meio dela, iniciaram o processo de recupera-
ção e revitalização da escola.
A PRIMEIRA FASE
A primeira fase desse processo ocorreu entre 2000 e 2002 e constituiu-se do resgate do
estado de decadência física em que se encontrava o Ginásio após décadas de um proces-
so sistemático de degradação.
Iniciou-se uma longa reforma estrutural e de recuperação de todo o seu acervo, envol-
vendo profissionais de diversas áreas, inclusive arqueólogos e historiadores, dada a
riqueza dos elementos históricos descobertos sob as estruturas do edifício. Essa foi
a parte mais “simples” de ser resolvida, ainda que envolvesse variáveis importantes
para garantir a fidelidade de caráter histórico do edifício, em virtude da degradação e
deformações impostas pelo tempo e pelo mau uso, comprometendo sua autenticidade
e originalidade arquitetônica.
2002
Novo começo de vida
do Ginásio Pernambucano
A SEGUNDA FASE
Cumprido o objetivo inicial, a segunda fase foi iniciada a partir da consciência das empre-
sas parceiras de que um edifício, por maior que seja o seu valor histórico e arquitetônico,
não define uma escola, e consolidaram o reconhecimento de que havia ali uma oportuni-
dade para conferir um novo começo na vida ao Ginásio Pernambucano.
O desenvolvimento dessa fase contou com uma equipe de parceiros técnicos que em di-
versas etapas trouxeram suas contribuições. Dois destes parceiros merecem destaque: o
Prof. Antonio Carlos Gomes da Costa, uma das mais importantes referências no cená-
rio da infância e da juventude no Brasil ao lado de Bruno Silveira, estrategista e apoiador
da grande causa nacional em torno da mudança do panorama legal na causa da infância
e da adolescência, o que veio a acontecer com o Artigo 227 da Constituição de 1988 e o
Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990.
3. Este reordenamento deve abranger três âmbitos da instituição: (I) o conteúdo da ação
educativa a ser desenvolvida; (II) os métodos pedagógicos e as técnicas de ensino e de
aprendizagem a serem utilizadas; e (III) o modelo de gestão a ser adotado.
5. Assim como ocorreu em sua estrutura física, cumpre agora refundarseus modelos peda-
gógico e de gestão, de modo a possibilitar e configurar-se a contribuição.
c. Uma profunda reflexão sobre o Ensino Médio diante dos desafios da forma-
ção no século XXI.
A análise desses três requisitos revelava que no início dos anos 2000:
• Econômico;
• Tecnológico;
• Social;
• Cultural.
AGENDAS DE TRANSFORMAÇÃO
No início deste século, o Brasil é reconhecido como uma nação emergente em termos de
desenvolvimento econômico, mas os seus indicadores sociais e educacionais o colocam
em posição dramática em relação a outros países.
Isso significa que somos uma nação geradora de riquezas econômicas, porém, incapaz
de assegurar sua distribuição de maneira equilibrada à sua população.
Nesse contexto, a sociedade brasileira possui uma série de desafios para apoiar o país
na resolução da complexa equação: desenvolvimento econômico X equidade social.
Essa desigualdade pode ser facilmente visualizada por meio de diversos indicadores.
Aqui nos referenciamos ao Coeficiente de Gini, utilizado para medir a desigualdade de
renda em uma população.
25 - 30 40 - 45 55 - 60
30 - 35 45 - 50 60 - 66
35 - 40 50 - 55 Sem dados
Incoerência entre a
Brasil 30 anos Transformação Produtiva
de Desenvolvimento e a Equidade Social
Taxa de analfabetismo
funcional (jovens acima 27%
de 15 anos)
Jovens que concluíram
o ensino fundamental 76% ( PIB per capita,
na idade adequada escolaridade e
expectativa de vida )
Jovens de 15 a 17 anos
62,7%
matriculados no ensino médio
3º ano 6,8%
Fonte: http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/
inep-divulga-dados-ineditos-sobre-fluxo-escolar-na-educacao-basica/21206
79 • Brasil
Média de anos de estudo Expectativa de anos de estudo
7,8 15,2
Economia Índice de
Fonte: relatório PNUD - Human Development Report 2016 http://www.br.undp.org/ (PIB) Desenvolvimento
content/dam/brazil/docs/RelatoriosDesenvolvimento/undp-br-2016-human-develop- Humano
ment-report-2017.pdf. Acessado em 29/10/2018
Localizar a escola nesse debate não é uma opção, mas uma necessidade urgente. A
humanidade enfrenta, nesse início de século, um dos seus desafios mais dramáticos e
encontra na educação um potente recurso.
As dinâmicas da sociedade contemporânea exigem cada vez mais que as práticas educativas
interajam com as transformações e exigências da atualidade. A formação humana, a aquisi-
ção de conhecimentos e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais são pontos es-
tratégicos para a formação econômica e social de um país.
Vamos a ele:
• Apenas 30% ou 40% de jovens iniciam o Ensino Médio aos 15 anos porque
o restante ainda está tentando sair do Ensino Fundamental.
• Cerca de 400 mil jovens com mais de 19 anos ainda estão concluindo o
Ensino Médio e 70% desses jovens não aprendeu Matemática; isso se
reflete no SAEB onde menos de 10% domina o fundamental de Português
e Matemática. Esses dados refletem o IDEB 2015 e confirma a sua estag-
nação e resultados de Matemática ainda piores;
• Cerca de 30% dos estudantes que deveriam estar no Ensino Médio ainda
estão no Ensino Fundamental;
• Mais de 40% de jovens que não entrarão numa universidade, não têm op-
ções para outros percursos que lhe permitam uma qualificação técnica;
• Mais da metade das crianças no 3º ano não sabe fazer conta de adição
e subtração. Cerca de 54% dos alunos de 8 anos não conseguem fazer
cálculos e têm nível de escrita e leitura insuficiente;
Pensemos sobre como o mundo se transformou. Segundo Alvin Toffler, a primeira trans-
formação ocorreu há 10 mil anos, quando o homem aprendeu a lavrar a terra com instru-
mentos. A segunda, iniciada há três séculos, se deu com a Revolução Industrial e o seu
legado nos trouxe ao Século XXI. A terceira ocorre agora, e o que faz desse um momento
singular é a abrangência e a velocidade com que essas transformações vêm ocorrendo.
Vivemos um nível de imprevisibilidade fenomenal.
O escritor e professor austríaco Peter Drucker (2001) nos relembra que “há cem anos não
existia a bioquímica, a genética e até mesmo a biologia dava seus primeiros passos. Havia
a zoologia e a botânica. Da mesma forma, as linhas que antes separavam a fisiologia e a
psicologia são cada vez menos significativas, assim como as existentes entre economia
e governo, sociologia e ciências comportamentais, entre lógica, matemática, estatística
e linguística, e assim por diante. A hipótese mais provável é que cada uma das anti-
gas demarcações, disciplinas e faculdades acabarão por ser obsoletas, tornando-se
barreiras para o aprendizado e o conhecimento. O fato de estarmos passando rapida-
mente de uma visão cartesiana do universo, na qual são enfatizados partes e elementos,
para uma visão estrutural, com ênfase no todo e nos padrões, desafia todas as linhas que
dividem os campos de estudo e conhecimento. Até o século XIX, praticamente não havia
Pessoas com mais de 35 anos certamente lembram-se com nitidez de fatos como a
queda do Muro de Berlim, os ataques de 11 de setembro, o furacão Katrina ou a crise
financeira mundial em 2008. Essas e outras mudanças não só ocorreram em altíssima
velocidade, como ao contrário de outras épocas, soubemos de cada uma delas quase
em tempo real.
Certamente podemos afirmar que mudanças de ordem tecnológica e social estão ocor-
rendo a uma velocidade diametralmente diferente de há um século. Nunca na história
da humanidade houve tantas transformações sociais radicais como no século XX. Duas
grandes forças movimentam essa imensa revolução: a inovação tecnológica e o cresci-
mento populacional. De maneira acelerada, elas estão transformando o modo de viver,
de se relacionar, se divertir, consumir, alimentar, aprender, produzir e trabalhar. Em sín-
tese: de ser. Essas mudanças exercerão pressão cada vez maior, entre outras questões,
sobre a forma de usufruir dos recursos naturais do planeta, dos alimentos e dos meios de
produção. Em resposta, a humanidade terá de encontrar recursos para lidar com as con-
sequências dessas transformações, estabelecendo novas ordens políticas, econômicas,
sociais, institucionais e culturais de maneira muito mais ampliada e em várias dimensões.
A questão que se põe não é rejeitar os avanços tecnológicos e científicos, mas zelar para
que ele se incorpore de forma harmônica no tecido social e cultural, considerados valores
fundamentais do ser humano.
Para tratar de maneira global a informação e o conhecimento como bens públicos fun-
damentais para o desenvolvimento da sociedade, a Cúpula Mundial da Sociedade da In-
formação, realizada em Genebra, em 2003, destaca no primeiro artigo da Declaração de
Princípios de Genebra: “Declaramos nosso desejo e compromisso comum de cons-
truir uma Sociedade da Informação centrada na pessoa, integradora e orientada
ao desenvolvimento, em que todas as pessoas possam criar, consultar, utilizar e
compartilhar a informação e o conhecimento, para que as pessoas, as comunidades
e os povos possam empregar plenamente suas possibilidades na promoção de seu
desenvolvimento sustentável e na melhoria da sua qualidade de vida, sobre a base
dos propósitos e princípios da Carta das Nações Unidas e respeitando plenamente e
defendendo a Declaração Universal dos Direitos Humanos.”
A atividade produtiva passa a depender cada vez mais do uso de conhecimentos e exige
pessoas criativas, críticas, propositivas, colaborativas e flexíveis, preparadas para agir e
se adaptar rapidamente às mudanças dessa nova sociedade.
Anos de escolaridade
<1 1-3 4-7 8-10 +11
Isso traz desafios extraordinários para a escola e para a educação enquanto chave do
desenvolvimento humano para a formação daqueles que atuarão no mundo produtivo
deste século:
Localizar a escola nesse debate não é uma opção, mas uma necessidade urgente. A hu-
manidade enfrenta nesse início de século um dos seus desafios mais dramáticos e encon-
tra na educação um potente recurso.
Parte das questões aqui levantadas apontam para a necessidade de repensar criticamen-
te o papel da educação e as finalidades da escola, tendo em vista a emancipação dos
indivíduos e a democratização da sociedade.
Por essa razão é essencial pensar no desenvolvimento de políticas públicas que enfatizem:
Mudança significativas
A globalização mundial e a emergência de uma nova sociedade que se convencionou cha-
mar de sociedade do conhecimento, traz inúmeras transformações em todos os setores
da vida humana. Os avanços tecnológicos são evidentes e a importância dada à informa-
ção é incontestável, por isso o conhecimento hoje é o grande capital da humanidade.
Vejamos algumas:
escolas brasileiras onde o Modelo foi implantado. GASTALDI, Ítalo. Educar e Evangelizar na
Pós-Modernidade. S. Paulo: Editora Salesiana
Dom Bosco, 1994
No Brasil, temos 27% da população composta de analfabetos funcionais (PNE, 2017), que
apesar de dominarem o sistema alfabético, não se apropriaram verdadeiramente da escrita
para uso em suas vidas. Não conseguem ler um texto com compreensão ou produzir um
texto coerente com as situações que o requerem. Mesmo entre estudantes universitários
essa dificuldade se manifesta. São estudantes que leem, mas enfrentam muita dificuldade
de compreensão dos conteúdos dos textos, o que impõe barreiras para a continuidade dos
estudos ou para o aprofundamento necessário ao domínio de habilidades que serão exigi-
das no mundo produtivo. A escolarização é um elemento fundamental no acesso ao mundo
do trabalho e a outras instâncias de participação social.
Mas essas evidências, no conjunto de outras, não podem ser tomadas como uma dificuldade
individual, com repercussões em insucessos pessoais. A dimensão e a repercussão desse
problema são imensas, assumindo-se que estes são elementos fundamentais para uma pes-
soa construir uma visão sobre a sua própria vida, e desenvolver ações para a construção de
um projeto de futuro.
Para ter como perspectiva a oferta de uma educação que modifique esses indicadores,
torna-se fundamental a introdução de referências que façam sentido e tenham significa-
do para a criança desde os Anos Iniciais do Ensino Fundamental, e que chegará ao Ensino
Médio como o jovem que buscou na escola a condição para a constituição de uma proje-
ção de si no futuro; ou seja, aquilo que designamos como Projeto de Vida, a centralidade
do Modelo da Escola da Escolha.
Ter esse cenário diante de si e se mobilizar para atuar sobre ele requer a disposição para
profundas mudanças quando a referência é o Modelo da Escola da Escolha. Neste Cader-
no está sendo apresentada a memória da sua concepção e, ao apresentar esse cenário
Oscar Lewis
Culture of Poverty
Mudar paradigmas, como visto, é mudar nossa compreensão e nossa ação diante da
realidade. Por exemplo, se permitir inspirar pelo Professor Antonio Carlos Gomes da
Costa deixando de agir no modelo do dano e passando a agir no modelo do desafio:
mudança de paradigma.
Deixar de ver os jovens como problema e passar a vê-los como parte da solução é
outro exemplo importante de mudança paradigmática.
Neste Modelo, atua-se numa escola onde a cada momento as equipes são convocadas a es-
tabelecer novos padrões de atuação diante dos jovens e de suas famílias, considerando que
ele e suas circunstâncias são o foco a partir do qual e para o qual toda a ação pedagógica
deve convergir. Isso requer a disposição para rever práticas, posturas, convicções teóricas e
mesmo a adoção de novas referências para a condução de sua prática pedagógica junto aos
atores com os quais interagirá e sobre os quais exercerá forte influência afirmativa.
O primeiro exercício realizado foi a reflexão sobre a relação guardada entre os elementos
do diagnóstico e a oportunidade de favorecer o Ginásio como uma ação inscrita no marco
mais amplo da causa da educação nacional.
Tendo em vista esse cenário e as análises realizadas, estava clara a convicção de uma
tarefa complexa inadiável e a rara oportunidade de conceber um modelo de escola que
respondesse ao desafio de ter sentido e significado na vida do jovem, cujo perfil assim se
apresentava:
O MARCO LÓGICO
Com o edifício totalmente restaurado, a revitalização “do espírito” da escola foi realizada
através da elaboração dos Modelos Pedagógico e de Gestão e, como resultado dessa
ação, vislumbrava-se:
Em relação à escola: não apenas atuar como um núcleo animador em conteúdo, méto-
do e gestão, provendo ensino de qualidade, mas também o desenvolvimento de novos
formadores – para o qual seria implantado um regime de “residência educativa”– e da
produção de material didático-pedagógico a ser utilizado também nas outras instituições
públicas de Ensino Médio do Estado.
a. Formar jovens com bons critérios para avaliar e tomar decisões na condu-
ção de sua própria vida e para estabelecer relações significativas com as
demais pessoas;
Desde então, o Ginásio realizou a sua missão, atuando como fonte de inovação onde
foram concebidas, avaliadas e consolidadas as primeiras Metodologias de Êxito, Prá-
ticas Educativas, Práticas e Vivências em Protagonismo, instrumentos e processos
de Gestão do Ensino e da Aprendizagem, bem como o Modelo de Gestão com os seus
princípios, conceitos e instrumentos. Esses temas são apresentados nos Cadernos de
Formação Modelo Pedagógico e Modelo de Gestão, respectivamente.
Como vimos no Contexto de Criação do Modelo, a escola deve enfrentar uma série de
imensos desafios para apoiar a resolução da equação desenvolvimento econômico X
equidade social.
Para tanto, precisa elevar não apenas os padrões de qualidade da educação que ofere-
ce, mas, sobretudo, introduzir em seus currículos as referências que trazem sentido e
significado para o estudante que busca a escola como lugar no qual são oferecidas as
condições para a construção de um projeto para a sua vida.
Para o Profº Antonio Carlos Gomes da Costa, citando Ítalo Gastaldi, o grande desafio da
sociedade atual reside nas questões dos valores, ou seja, na capacidade das gerações
adultas possibilitarem aos jovens identificar, incorporar e realizar os valores positivos
construídos ao longo da evolução da humanidade.
Essa integralidade foi concretizada porque o ICE elegeu como Bases para a sua concepção:
Por definição, esta tarefa está formalizada no caput do Artigo 1º da LDB e deve
ser o ideário formativo que as instituições educativas, de qualquer natureza, devem
perseguir e oferecer para a sociedade em todos os níveis e modalidades de atuação.
Mas, apenas a reforma de uma edificação escolar e, depois, a criação de um Modelo Pe-
dagógico isoladamente não dariam conta da imensa tarefa de responder à causa que na-
quele momento se constituía. Era fundamental conceber um Modelo para influenciar a
criação de uma política pública. Para tanto, da perspectiva paradigmática que permeou
todo o processo de concepção do Modelo, advieram os Modelos Pedagógico e de Gestão,
seus Princípios, Metodologias, Práticas e instrumentos e, sobretudo, a maneira como es-
tão integrados:
Mapa de Atuação
Localização de escolas atendidas pelo ICE
Ensino Médio
Ao longo desse período o Modelo sofreu influências como consequência do dinamismo das
transformações da sociedade, atualizando-se nas dimensões pedagógicas e de gestão.
Numa leitura atualizada à luz dos avanços sociais que impactam a escola, é possível
afirmar que o Modelo — a partir dessas inovações propostas — carrega já em seu DNA
os fundamentos de uma escola inclusiva, na acepção plena da palavra. Uma escola que
atua de forma a garantir educação de excelência para todos, independentemente de
toda e qualquer circunstância que possa acometer a criança, o adolescente ou o jovem.
Uma escola que se vale de pesquisas para saber quem são as pessoas que compõem
seu grupo. Direcionada à comunidade e parceira dos pais, atua de forma a atingir altos
padrões de desempenho, ancorando-se em processos de colaboração e cooperação
através da definição e, quando necessário, da mudança de papéis e responsabilidades,
o que impulsiona o permanente desenvolvimento profissional de sua equipe técnica.
Cuidando de suas pessoas, essa escola busca, também, garantir o acesso, o estabele-
cimento de infraestrutura de serviços adequados para o público com o qual atua, em
ambientes educacionais flexíveis, valendo-se de novas formas de avaliação. (Figueira,
Emílio. A escola Inclusiva in http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=10374)
Conhecer a obra do Prof. Antonio Carlos é fundamental para os educadores que atuam no
Modelo da Escola da Escolha, mas é, sobretudo, uma imensa oportunidade para conhecer
a mente apaixonada de um dos mais brilhantes pensadores da educação e um notável bra-
sileiro dedicado à causa das crianças, adolescentes e jovens. Eles, nossa chance de futuro.
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