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Bula SPERTO: Inseticida Sistêmico para Controle de Pragas

Este documento fornece informações sobre o produto SPERTO, um inseticida sistêmico de contato e ingestão à base de Acetamiprido e Bifentrina. Ele lista os fabricantes dos ingredientes ativos e formuladores, além de informar sobre a classificação toxicológica e ambiental do produto.

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V2020 07 09

UPL
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SPERTO
VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o nº 14617.

COMPOSIÇÃO:
(E)-N1-[(6-chloro-3-pyridyl)methyl]-N2-cyano-N1-methylacetamidine
(ACETAMIPRIDO).............................................................................................. 250 g/kg (25% m/m)
2-methylbiphenyl-3-ylmethyl(Z)-(1RS,3RS)-3-(2-chloro-3,3,3-trifluoroprop-1-enyl)-2,2-
dimethylcyclopropanecarboxylate (BIFENTRINA)....................................................250 g/kg (25% m/m)
Outros Ingredientes..............................................................................................500 g/kg (50 % m/m)

GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO.


CLASSE: Inseticida sistêmico de contato e ingestão.
GRUPO QUÍMICO: Neonicotinóide (Acetamiprido), Piretróide (Bifentrina).
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG).

TITULAR DO REGISTRO (*):


UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Avenida Maeda, s/n, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000
CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600.
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


ACETAMIPRIDO:
ACETAMIPRID TÉCNICO UPL – REGISTRO MAPA Nº 10211
GSP Crop Science Private Ltd.
100-103, G.V.M.M. Industrial State, Odhav 382415 Ahmedabad, Gujarat - Índia

Ningbo Sunjoy Agroscience Co., Ltd.


Binhai Road, nº1165, Ningbo Chemical Industry zone, Xiepu Zhenhai District Ningbo Zhejiang Province, 31540 –
China.

MOSPILAN TÉCNICO – REGISTRO MAPA Nº 09798


Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited.
Plot nº 74A, Road nº 9 - Jubilee Hills, 500 033 Hyderabad Telangana - Índia

Iharabras S.A. Indústrias Químicas.


Avenida Liberdade, 1701, Cajuru do Sul, Sorocaba/SP, CEP: 18087-170 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 8.

Jiangsu Chemspec - Weier Chemical Co., Ltd.


Weiliu Road, Chenjiangang Chemical Park, Xiangshui, 224600 Yancheng Jiangsu - China

Liling Fine Chemical Co. Ltd.


Xing Gang Road, Riverside Industry Park, Changsu Economic Development Zone, 215537, Jiangsu - China

Nippon Soda Co., Ltd.


Nihongi Plant - 950 Fujizawa, Nakago-ku Joetsu-Shi,Niigata, 949-2392 - Japão

Tianjin Rotam Chemical Industry Co. Ltd.


Tie Dong Road - Beichen District Tianhin - China

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BIFENTRINA:
BIFENTHRIN TECHNICAL UPL – REGISTRO Nº 8716
UPL Limited. (Unit 0)
Plot Nº 3-11, G.I.D.C., Vapi - 396195, District - Vapi, State - Gujarat - Índia

FORMULADOR:
Anhui Guangxin Agrochemical Co., Ltd.
Caijiashan Pengcun Village, Xinhang Town, 242235 Guangde, Anhui - China

Cerexagri B.V.
Tankhoofd 10- 3196 KE, Vondelingenplaat, Rotterdam - Holanda

GSP Crop Science Private Ltd.


551 Phase-II, G.I.D.C, Kathwada - 382430, O/s. Odhav Octroi Naka, Ahmedabad, Gujarat - Índia

Adama Ltd.
93 East Beijing Road, 434001, Jingzhou, Hubei - China

Meghmani Organics Limited.


Unit Nº. IV, Plot Nº 22/2, GIDC Industrial Estate, Village, Panoli, 394 116, Ankleshwar, District Bharuch,
Gujarat - Índia

Nortox S.A.
Rodovia BR 369, km 197, Aricanduva, Arapongas/PR, CEP: 86700-970 - CNPJ: 75.263.400/0001-99
Cadastro no Estado (ADAPAR/PR) nº 466.

Nortox S.A.
Rodovia BR 163, km 116, Parque Industrial Vetorasso, Rondonópolis/MT, CEP: 78740-275
CNPJ: 75.263.400/0011-60 - Cadastro no Estado (INDEA/MT) nº 183/2016.

Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd.


Binhai Economic and Development Area, Weifang City, Shandong Province, 262737 - China

Shijiazhuang Richem Co., Ltd.


Nº 1 Xingwang Road, Biological Industrial Park, Zhaoxian, Shijiazhuang City, Hebei Province - China

Sipcam Nichino Brasil S.A.


Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III, Uberaba/MG, CEP: 38044-755 - CNPJ: 23.361.306/0001-79
Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 2.972.

Sulphur Mills Limited.


Plot Nº1904, A-18/18, GIDC, Panoli, District Bharuch State, Gujarat - Índia

Sulphur Mills Limited.


Plot Nº 1905/1928/29/30, G.I.D.C., Panoli Industrial Area, District Bharuch Ankleshwar, Gujarat - Índia

Sulphur Mills Limited.


Plot Nº 230/231/232, GIDC, Panoli, Distric Bharuch State, Gujarat - Índia

Uniphos Colombia Plant Limited.


Via 40, Nº 85-85, Barranquilla City - Colômbia

UPL Argentina S.A.


San Martin Y Craig, Ruta 3, Km 92.5, Abbott, Provincia de Buenos Aires - Argentina

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.


Avenida Maeda, s/n°, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000 - CNPJ: 02.974.733/0003-14
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1049.

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.


Rodovia Sorocaba, km 122, Pilar do Sul, Salto de Pirapora/SP, CEP: 18160-000
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CNPJ: 02.974.733/0010-43 – Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153

UPL Limited. (Unit 0)


Plot Nº 3-11, G.I.D.C., Vapi - 396195, District - Vapi, State - Gujarat - Índia

UPL Limited. (Unit 1)


Plot Nº 117/118, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia

UPL Limited. (Unit 2)


Plot Nº 3405/3406, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State - Gujarat – Índia

UPL Limited. (Unit 3)


Plot Nº 3101/3102, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State – Gujarat – Índia

UPL Limited. (Unit 5)


Plot Nº 746 / 750, G.I.D.C., Jhagadia - 393110, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia

UPL Limited. (Unit 8)


Industrial Growth Centre (I.G.C.), SIDCO, Sambha - 184121, District - Sambha, State - Jammu & Kashmir -
Índia

UPL Vietnam Co., Ltd.


Amata Road, Long Binh Industrial Park (Amata), Bien Hoa City, Dong Nai Province - Vietnã

No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no
Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO.

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE I – PRODUTO


ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE.

Cor da faixa: Amarelo PMS Yellow C

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INSTRUÇÕES DE USO:
SPERTO é um inseticida sistêmico de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas nas doses e
culturas abaixo relacionadas.

CULTURAS, PRAGAS, DOSES, VOLUME DE CALDA e NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:

PRAGAS DOSE Nº MÁXIMO


VOLUME ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURA Nome comum Produto DE
DE CALDA APLICAÇÃO
(Nome científico) Comercial APLICAÇÃO

Realizar a aplicação no período


vegetativo, quando 50% das folhas
Cochonilha-branca 10 a 15 estiverem infestadas e no período
Abacate (Aulacaspis g/100 L 1000 a 2 crítico, quando a infestação atingir
tubercularis) água 2000 L/ha 20% das folhas ou 5% dos frutos.
Repetir a aplicação se necessário em
um intervalo de 10 dias.
Realizar a aplicação no início do
10 a 15
Cochonilha-abacaxi 300 a 600 aparecimento da praga.
Abacaxi g/100 L 2
(Diaspis bromeliae) L/ha Repetir a aplicação se necessário em
água
um intervalo de 10 dias.
Realizar a aplicação no início da
Acelga infestação da praga. Usar a maior
Pulgão-verde 15 a 25
Agrião 400 a 800 dose em situação de alta infestação,
(Myzus g/100 L 1
Alface L/ha áreas com histórico da praga ou
persicae) água
Almeirão quando o clima for favorável ao
ataque.
Realizar a aplicação quando o nível
de infestação obtido através de
monitoramento atingir de 3 a 5% de
botões florais atacados. Fazer
bateria com 3 aplicações sequenciais
100 a
com intervalo de 5 dias. Usar a maior
Bicudo-do- 300 L/ha
dose em situação de maior pressão
algodoeiro 250 a (20 a 50
da praga ou quando o clima for
(Anthonomus 300 g/ha L/ha –
favorável ao ataque.
grandis) aplicação
Recomenda-se fazer rotação com
aérea)
produtos que possuam diferentes
mecanismos de ação sobre os
insetos, evitando-se assim o
aparecimento de populações
resistentes a estes inseticidas.
Realizar a aplicação quando for
constatada a presença dos primeiros
Algodão 3
adultos da praga ou conforme o nível
de infestação da cultura. Repetir se
100 a necessário após 7 dias. A dose
300 L/ha menor poderá ser aplicada em
Mosca-branca
250 a (20 a 50 condições de baixa infestação ou
(Bemisia tabaci
300 g/ha L/ha – menor histórico da praga na região.
raça B)
aplicação Recomenda-se fazer rotação com
aérea) produtos que possuam diferentes
mecanismos de ação sobre os
insetos, evitando-se assim o
aparecimento de populações
resistentes a estes inseticidas.
O início das aplicações está baseado
100 a
Pulgão-do- no cultivar de algodão plantado. Nas
250 a 300 L/ha
algodoeiro cultivares tolerante a virose iniciar o
300 g/ha (20 a 50
(Aphis gossypii) controle quando 70% das folhas das
L/ha –
plantas examinadas começarem a se
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aplicação deformar e apresentarem pulgões


aérea) vivos. Para as susceptíveis a virose,
a aplicação deverá ser iniciada
quando 5 a 10% das plantas
apresentarem pulgões. Fazer 3
aplicações sucessivas com intervalo
de 7 dias. A dose menor poderá ser
aplicada em condições de baixa
infestação ou menor histórico da
praga na região. No controle destas
pragas, recomenda-se fazer rotação
com produtos que possuam
diferentes mecanismos de ação
sobre os insetos para que seja
evitado o aparecimento de
resistência destes aos ingredientes
ativos utilizados.
Realizar a aplicação no início da
infestação, quando constatar a
presença de tripes na bainha das
folhas, repetindo se necessário em
Tripes 250 a 300 100 a 300
Alho 3 intervalos de 7 a 10 dias. Usar a
(Thrips tabaci) g/ha L/ha
maior dose em situação de alta
infestação, áreas com histórico da
praga ou quando o clima for
favorável ao ataque.
Realizar a aplicação no início da
infestação quando for constatada a
presença dos primeiros adultos da
praga. Repetir a aplicação se
necessário em um intervalo de 7
100 a 300
dias. Recomenda-se fazer rotação
L/ha
Mosca-branca com produtos que possuam
250 a 300 (20 a 50
(Bemisia tabaci raça diferentes mecanismos de ação
g/ha L/ha
B) sobre os insetos, evitando-se assim
aplicação
o aparecimento de populações
aérea)
resistentes a estes inseticidas.
Amendoim 2
Utilizar a maior dose em caso de
altas infestações ou em condições
climáticas muito favoráveis ao
desenvolvimento da praga.
Realizar o monitoramento e iniciar as
100 a 300
aplicações no começo da infestação,
L/ha
Vaquinha-verde- 150 a 250 quando forem encontrados 20
(20 a 50
amarela g/ha insetos/pano ou 2m de linha, até o
L/ha
(Diabrotica speciosa) período de formação de vagens. Em
aplicação
caso de reinfestação, reaplicar com
aérea)
intervalo de 7 a 10 dias.
100 a 300
Percevejo-do-colmo L/ha (20 a Realizar a aplicação quando a
Arroz 60 a 100
(Tibraca 50 L/ha 1 população de percevejos atingir a
Irrigado g/ha
limbativentris) aplicação densidade de 1 percevejo por m2.
aérea)
Na fase de emergência ao
afilhamento controlar quando
100 a 300 encontrar em média 10% de plantas
Aveia Pulgão-da-espiga 80 a 100 L/ha (20 a por pulgões, na fase de alongamento
2
(Sitobion avenae) g/ha 50 L/ha ao emborrachamento aplicar quando
aplicação a população média atingir 10 pulgões
aérea) por afilho. Na fase reprodutiva
quando a população média atingir 10
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pulgões por espiga. Repetir a


aplicação se necessário em um
intervalo de 10 dias.
Realizar a aplicação no início da
infestação quando for constatada a
presença dos primeiros adultos da
praga. Repetir a aplicação se
necessário em um intervalo de 7
300 a 600
dias. Recomenda-se fazer rotação
L/ha
Mosca-branca 250 a 300 com produtos que possuam
(20 a 50
(Bemisia tabaci raça g/ha diferentes mecanismos de ação
L/ha
B) sobre os insetos, evitando-se assim
aplicação
o aparecimento de populações
aérea)
resistentes a estes inseticidas.
Utilizar a maior dose em caso de
altas infestações ou em condições
climáticas muito favoráveis ao
desenvolvimento da praga.
Realizar a aplicação quando
aparecerem as primeiras colônias na
cultura. O monitoramento deve ser
realizado com instalações de
bandejas d'água amarelas (4/ha) ou
Batata 3
contagem direta de pulgões em 100
folhas por hectare, 2 vezes por
300 a
semana e constatar mais de 20
600 L/ha
pulgões alados/bandeja ou mais de
Pulgão-verde 150 a (20 a 50
30 pulgões ápteros por folha em
(Myzus persicae) 250 g/ha L/ha –
cada observação.
aplicação
Repetir a aplicação se necessário em
aérea)
intervalos de 7 dias, fazendo rotação
com outros produtos com
mecanismos de ação diferentes.
Utilizar a maior dose em caso de
altas infestações ou em condições
climáticas muito favoráveis ao
desenvolvimento da praga.
300 a 600 Realizar o monitoramento e iniciar as
L/ha aplicações no começo da infestação
Vaquinha-verde-
150 a 250 (20 a 50 constatando insetos adultos e os
amarela
g/ha L/ha primeiros furos nas folhas.
(Diabrotica speciosa)
aplicação Repetir a aplicação se necessário em
aérea) intervalos de 7 dias.
Realizar a aplicação no início da
infestação quando for constatada a
presença dos primeiros adultos da
praga. Repetir a aplicação se
necessário em um intervalo de 7
dias. Recomenda-se fazer rotação
Mosca-branca com produtos que possuam
200 a 250 400 a 800
(Bemisia tabaci raça diferentes mecanismos de ação
g/ha L/ha
B) sobre os insetos, evitando-se assim
Berinjela 3
o aparecimento de populações
resistentes a estes inseticidas.
Utilizar a maior dose em caso de
altas infestações ou em condições
climáticas muito favoráveis ao
desenvolvimento da praga.
Realizar a aplicação no início da
Tripes 400 a 800
200 a 250 infestação da praga repetindo se
(Thrips palmi) L/ha
g/ha necessário em intervalos de 7 a 10
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dias. Utilizar a maior dose em caso


de altas infestações ou em condições
climáticas muito favoráveis ao
desenvolvimento da praga.
Realizar a aplicação no início da
infestação da praga, repetindo se
Pulgão-das-brássicas 15 a 25 necessário em um intervalo de 10
400 a 800
Brócolis (Brevicoryne g/100 L 2 dias. Usar a maior dose em situação
L/ha
brassicae) água de alta infestação, áreas com
histórico da praga ou quando o clima
for favorável ao ataque.
Realizar a aplicação assim que forem
observados os sintomas de ataque,
ou forem constatados ácaros vivos
nas folhas através de uma lupa de
300 a 600 bolso, respeitando o nível de controle
L/ha para a praga. Repetir a aplicação se
400 a 600
Ácaro-vermelho (20 a 50 necessário em intervalos de 25 a 30
g/ha
(Oligonychus ilicis) L/ha dias. Utilizar as maiores doses em
aplicação altas infestações ou condições
aérea) climáticas favoráveis ao
desenvolvimento da praga. Nas
aplicações para controle das pragas
de café, adicionar à calda 1,0 L/ha de
óleo mineral.
Realizar a aplicação quando for
constatada as primeiras minas
ativas, com sinal de início de ataque.
Usar a dose menor na fase bem
300 a 600
inicial de infestação, abaixo de 20%
Bicho-mineiro-do- L/ha
de incidência de ataque. A dose
café 160 a 240 (20 a 50
Café 3 maior deverá ser usada em situação
(Leucoptera g/ha L/ha
igual ou superior a 20% de incidência
coffeella) aplicação
de ataque. Repetir a aplicação se
aérea)
necessário a cada 30 dias. Nas
aplicações para controle das pragas
de café, adicionar à calda 1,0 L/ha de
óleo mineral.
Realizar a aplicação quando o grau
de infestação for igual ou maior que
5% avaliando-se o número de grãos
perfurados coletados ao acaso em
300 a ambos lados da planta, em no
600 L/ha mínimo 100 frutos colhidos dentro do
Broca-do-café
500 a (20 a 50 talhão. Repetir a aplicação se
(Hypothenemus
700 g/ha L/ha – necessário em um intervalo de 25 a
hampei)
aplicação 30 dias. Utilizar a maior dose quando
aérea) o cafeeiro tiver grande densidade
vegetativa. Nas aplicações para
controle das pragas de café,
adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo
mineral.
Pulverizar quando forem
encontradas as primeiras ninfas nas
100 a 300 brotações das soqueiras,
Cigarrinha-das-
L/ha (20 a preferencialmente no início do
Cana-de- raízes 400 a 600
50 L/ha 2 desenvolvimento da cultura, quando
açúcar (Mahanarva g/ha
aplicação o ataque é mais severo. Posicionar o
fimbriolata)
aérea) jato de pulverização direcionando-o
à base das touceiras, de forma que
atinja aproximadamente 70% as
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plantas e 30% o solo. Pulverizar em


ambos os lados da fileira de plantas.
Repetir a aplicação se necessário em
um intervalo de 15 dias. A maior
dose deve ser utilizada em condições
de alta população da praga e
condições de clima favorável ao seu
desenvolvimento (quente e úmido).
Realizar a aplicação no início da
infestação, quando for constada a
presença de tripes na bainha das
folhas, repetindo se necessário em
Cebola Tripes 250 a 300 100 a 300
3 intervalos de 7 a 10 dias. Usar a
Chalota (Thrips tabaci) g/ha L/ha
maior dose em situação de alta
infestação, áreas com histórico da
praga ou quando o clima for
favorável ao ataque.
Na fase de emergência ao
afilhamento controlar quando
encontrar em média 10% de plantas
por pulgões, na fase de alongamento
100 a 300
ao emborrachamento aplicar quando
Centeio Pulgão-da-espiga 80 a 100 L/ha (20 a
2 a população média atingir 10 pulgões
Cevada (Sitobion avenae) g/ha 50 L/ha
por afilho. Na fase reprodutiva
aplicação
quando a população média atingir 10
aérea)
pulgões por espiga. Repetir a
aplicação se necessário em um
intervalo de 10 dias.
Realizar a aplicação no início da
infestação da praga. Usar a maior
15 a 25
Pulgão-verde 400 a 800 dose em situação de alta infestação,
Chicória g/100 L 1
(Myzus persicae) L/ha áreas com histórico da praga ou
água
quando o clima for favorável ao
ataque.
1000 a Realizar a aplicação quando for
8 a 12 g
2000 L/ha constatado os primeiros insetos
/100 L
Psilídeo (20 a 50 (adultos ou ninfas) principalmente
Citros água ou 2
(Diaphorina citri) L/ha na vegetação nova. Repetir a
160 a 240
aplicação aplicação se necessário em um
g/ha
aérea) intervalo de 21 dias.
Realizar a aplicação no início da
Couve
infestação da praga, repetindo se
Couve-
Pulgão-das-brássicas 15 a 25 necessário em um intervalo de 10
chinesa 400 a 800
(Brevicoryne g/100 L 2 dias. Usar a maior dose em situação
Couve-de- L/ha
brassicae) água de alta infestação, áreas com
bruxelas
histórico da praga ou quando o clima
Couve-flor
for favorável ao ataque.
Aplicar no início da infestação
quando encontrados os primeiros
Tripes 16 a 20
500 a 1000 insetos. Repetir a aplicação se
Crisântemo (Frankliniella g/100 L de 3
L/ha necessário em intervalos de 7 dias,
occidentalis) água
rotacionando com produtos de
outros modos de ação.
Realizar a aplicação no início da
15 a 25 infestação da praga. Usar a maior
Espinafre Pulgão-verde g/100 L 400 a 800 dose em situação de alta infestação,
1
Estévia (Myzus persicae) água L/ha áreas com histórico da praga ou
quando o clima for favorável ao
ataque.
60 a 120 Realizar a aplicação no início da
Eucalipto Percevejo-bronzeado 2
g/ha infestação da praga. Repetir a
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(Thaumastocoris 100 a 300 aplicação se necessário em um


peregrinus) L/ha (20 a intervalo de 21 dias.
50 L/ha
aplicação
aérea)
100 a 300
L/ha
Psilídeo-de-concha
80 a 120 (20 a 50
(Glycaspis
g/ha L/ha
brimblecombei)
aplicação
aérea)
Realizar a aplicação no início da
infestação quando for constatado o
aparecimento dos primeiros adultos
da praga. Repetir a aplicação se
100 a necessário em um intervalo de 7
Ervilha
300 L/ha dias. Recomenda-se fazer rotação
Feijão
Mosca-branca (20 a 50 com produtos que possuam
Feijão- 250 a
(Bemisia tabaci L/ha – diferentes mecanismos de ação
caupi 300 g/ha
raça B) aplicação sobre os insetos, evitando-se assim
Feijão-fava
aérea) o aparecimento de populações
Feijão-
resistentes a estes inseticidas.
guandu 2
Utilizar a maior dose em caso de
Feijão-
altas infestações ou em condições
mungo
climáticas muito favoráveis ao
Feijão-
desenvolvimento da praga.
vagem
Realizar o monitoramento e iniciar as
Grão-de- 100 a 300
aplicações no começo da infestação,
bico L/ha
Vaquinha-verde- quando forem encontrados 20
150 a 250 (20 a 50
amarela insetos/pano ou 2m de linha, até o
g/ha L/ha
(Diabrotica speciosa) período de formação de vagens. Em
aplicação
caso de reinfestação, reaplicar com
aérea)
intervalo de 7 a 10 dias.
Realizar a aplicação no início da
infestação quando for constatada a
presença dos primeiros adultos da
praga. Repetir a aplicação se
necessário em um intervalo de 7
dias. Recomenda-se fazer rotação
Mosca-branca com produtos que possuam
200 a 250 300 a 600
(Bemisia tabaci raça diferentes mecanismos de ação
g/ha L/ha
B) sobre os insetos, evitando-se assim
o aparecimento de populações
resistentes a estes inseticidas.
Jiló 3
Utilizar a maior dose em caso de
altas infestações ou em condições
climáticas muito favoráveis ao
desenvolvimento da praga.
Realizar a aplicação no início da
infestação da praga repetindo se
necessário em intervalos de 7 a 10
Tripes 200 a 250 300 a 600
dias. Utilizar a maior dose em caso
(Thrips palmi) g/ha L/ha
de altas infestações ou em condições
climáticas muito favoráveis ao
desenvolvimento da praga.
100 a 300 Realizar a aplicação no início da
L/ha infestação quando for constatado o
Mosca-branca
250 a 300 (20 a 50 aparecimento dos primeiros adultos
Lentilha (Bemisia tabaci raça 2
g/ha L/ha da praga. Repetir a aplicação se
B)
aplicação necessário em um intervalo de 7
aérea) dias. Recomenda-se fazer rotação
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com produtos que possuam


diferentes mecanismos de ação
sobre os insetos, evitando-se assim
o aparecimento de populações
resistentes a estes inseticidas.
Utilizar a maior dose em caso de
altas infestações ou em condições
climáticas muito favoráveis ao
desenvolvimento da praga.
Realizar o monitoramento e iniciar as
100 a 300
aplicações no começo da infestação,
L/ha
Vaquinha-verde- quando forem encontrados 20
150 a 250 (20 a 50
amarela insetos/pano ou 2m de linha, até o
g/ha L/ha
(Diabrotica speciosa) período de formação de vagens. Em
aplicação
caso de reinfestação, reaplicar com
aérea)
intervalo de 7 a 10 dias.
Realizar a aplicação no período
vegetativo, quando 50% das folhas
Cochonilha-branca 10 a 15 estiverem infestadas e no período
Mamão
(Aulacaspis g/100 L 1000 a 2 crítico, quando a infestação atingir
Manga
tubercularis) água 2000 L/ha 20% das folhas ou 5% dos frutos.
Repetir a aplicação se necessário em
um intervalo de 10 dias.
Realizar a aplicação no início da
infestação quando for constatado o
aparecimento dos primeiros adultos
Mosca-branca
Melancia 150 a 250 300 a 600 da praga. Realizar a aplicação em
(Bemisia tabaci raça 2
Melão g/ha L/ha horário do dia com temperatura
B)
amena 6h às 9h. Repetir a aplicação
se necessário em um intervalo de 10
dias.
Realizar a aplicação no início da
100 a 200
Percevejo-barriga- infestação da praga, na fase inicial
200 a 300 L/ha (20 a
Milheto verde (Dichelops 2 da cultura. Repetir a aplicação se
g/ha 50 L/ha
melacanthus) necessário em um intervalo de 7
aplicação
dias.
aérea)
Realizar a aplicação no início do
desenvolvimento da cultura, quando
100 a 200 for constatado o aparecimento da
L/ha praga repetindo com intervalo
Cigarrinha-do-milho 200 a 300 (20 a 50 máximo de 7 dias. Utilizar as maiores
(Dalbulus maidis) g/ha L/ha doses em altas infestações ou
aplicação condições climáticas favoráveis ao
aérea) desenvolvimento da praga. Alternar
Milho 2
as aplicações com produtos com
outro modo de ação.
Realizar a aplicação no início da
100 a 200
Percevejo-barriga- infestação da praga, na fase inicial
200 a 300 L/ha (20 a
verde (Dichelops da cultura. Repetir a aplicação se
g/ha 50 L/ha
melacanthus) necessário em um intervalo de 7
aplicação
dias.
aérea)
Realizar a aplicação no início da
infestação da praga. Usar a maior
Pulgão-verde 15 a 25 400 a 800 dose em situação de alta infestação,
Mostarda 1
(Myzus persicae) g/100 L L/ha áreas com histórico da praga ou
água quando o clima for favorável ao
ataque.

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100 a 300 Realizar a aplicação quando for


Cigarrinha-das- L/ha (20 a constatada a praga na área, através
70 a 130
Pastagem pastagens (Deois 50 L/ha 1 da observação da presença de
g/ha
flavopicta) aplicação adultos ou da formação de espuma
aérea) na base das plantas.
Realizar a aplicação no início da
infestação quando for constatada a
presença dos primeiros adultos da
praga. Repetir a aplicação se
necessário em um intervalo de 7
dias. Recomenda-se fazer rotação
Mosca-branca com produtos que possuam
200 a 250 400 a 800
(Bemisia tabaci raça diferentes mecanismos de ação
g/ha L/ha
B) sobre os insetos, evitando-se assim
o aparecimento de populações
Pimenta
resistentes a estes inseticidas.
Pimentão 3
Utilizar a maior dose em caso de
Quiabo
altas infestações ou em condições
climáticas muito favoráveis ao
desenvolvimento da praga.
Realizar a aplicação no início da
infestação da praga repetindo se
necessário em intervalos de 7 a 10
Tripes 200 a 250 400 a 800
dias. Utilizar a maior dose em caso
(Thrips palmi) g/ha L/ha
de altas infestações ou em condições
climáticas muito favoráveis ao
desenvolvimento da praga.
Realizar a aplicação no início da
infestação da praga, repetindo se
Pulgão-das-brássicas 15 a 25 necessário em um intervalo de 10
400 a 800
Repolho (Brevicoryne g/100 L 2 dias. Usar a maior dose em situação
L/ha
brassicae) água de alta infestação, áreas com
histórico da praga ou quando o clima
for favorável ao ataque.
Realizar a aplicação no início da
infestação da praga. Usar a maior
15 a 25
Pulgão-verde 400 a 800 dose em situação de alta infestação,
Rúcula g/100 L 1
(Myzus persicae) L/ha áreas com histórico da praga ou
água
quando o clima for favorável ao
ataque.
Realizar a aplicação no início da
infestação quando for constatado o
100 a aparecimento dos primeiros adultos
300 L/ha da praga. Repetir a aplicação se
Mosca-branca (20 – 50 necessário em um intervalo de 7
250 a 300
(Bemisia tabaci L/ha – dias. Recomenda-se fazer rotação
g/ha
raça B) aplicação com produtos que possuam
aérea) diferentes mecanismos de ação
sobre os insetos, evitando-se assim
o aparecimento de populações
Soja 2 resistentes a estes inseticidas.
100 a Para o controle do percevejo-
300 L/ha marrom e percevejo-verde-pequeno,
(20 – 50 inspecionar a lavoura
Percevejo-marrom 250 a 300
L/ha – periodicamente após o florescimento
(Euschistus heros) g/ha
aplicação e pulverizar a partir da fase de
aérea) “canivete” (R3) quando for
encontrado 2 percevejos ou mais
Percevejo-verde- maiores que 0,4 cm em campos de
100 a 300
pequeno 250 a 300 soja destinados para grãos ou 1
L/ha
(Piezodorus guildinii) g/ha percevejo ou mais maiores que 0,4
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(20 a 50 cm em campos destinados para


L/ha sementes, por metro linear da
aplicação cultura. As amostragens devem ser
aérea) realizadas preferencialmente nos
períodos mais frescos, pela manhã
ou à tarde. Repetir se necessário em
intervalo de no máximo 10 dias.
Utilizar a maior dose em soja com
alta densidade de folhas.
Realizar a aplicação no início do
desenvolvimento da cultura, quando
100 a 200 for constatado o aparecimento da
L/ha praga repetindo com intervalo
Cigarrinha-do-milho 200 a 300 (20 a 50 máximo de 7 dias. Utilizar as maiores
(Dalbulus maidis) g/ha L/ha doses em altas infestações ou
aplicação condições climáticas favoráveis ao
aérea) desenvolvimento da praga. Alternar
Sorgo 2
as aplicações com produtos com
outro modo de ação.
Realizar a aplicação no início da
100 a 200
Percevejo-barriga- infestação da praga, na fase inicial
200 a 300 L/ha (20 a
verde (Dichelops da cultura. Repetir a aplicação se
g/ha 50 L/ha
melacanthus) necessário em um intervalo de 7
aplicação
dias.
aérea)
Realizar a aplicação no início da
infestação da praga, na fase inicial
da cultura. Repetir a aplicação se
necessário em um intervalo de 7
Mosca-branca dias.
140 a 180
(Bemisia tabaci raça Recomenda-se fazer rotação com
g/ha
B) produtos que possuam diferentes
300 a 600 mecanismos de ação sobre os
Tomate 3
L/ha insetos, evitando-se assim o
aparecimento de populações
resistentes a estes inseticidas.
Realizar a aplicação no início da
infestação da praga, na fase inicial
Pulgão-verde 80 a 120
da cultura. Repetir a aplicação se
(Myzus persicae) g/ha
necessário em um intervalo de 7
dias.
Na fase de emergência ao
afilhamento controlar quando
encontrar em média 10% de plantas
por pulgões, na fase de alongamento
100 a 300
ao emborrachamento aplicar quando
Trigo Pulgão-da-espiga 80 a 100 L/ha (20 a
2 a população média atingir 10 pulgões
Triticale (Sitobion avenae) g/ha 50 L/ha
por afilho. Na fase reprodutiva
aplicação
quando a população média atingir 10
aérea)
pulgões por espiga. Repetir a
aplicação se necessário em um
intervalo de 10 dias.

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Recomendações gerais:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou
autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples ou com pré-orifício, ou jato cônico,
visando à produção de gotas médias a finas, para boa cobertura do alvo. A aplicação também pode ser feita com
o uso de pistola em alguns casos. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota
ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar
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velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento
operacional. Para diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na
pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre
bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos),
conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições
meteorológicas adversas, utilizar tecnologia (s) e técnica (s) de aplicação que garantam a qualidade da
pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Recomendações específicas:
Via terrestre para a cultura do Abacate, Café, Citros, Eucalipto, Mamão, Manga e Pastagem: Deve-se
utilizar pulverizador costal ou turboatomizador montado ou de arrasto, com assistência de ar, podendo-se utilizar
pistola conectada ao pulverizador. Para todas as culturas, utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou
demais tecnologias de bicos que possibilitem a redução do volume de aplicação, visando à produção de gotas
finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota
ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar
velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional.
Para diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de
trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem
ser necessários, dependendo do pulverizador, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando
problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma
boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do
fabricante. Caso o equipamento de pulverização proporcione cobertura adequada da cultura em seu pleno
desenvolvimento com volumes menores que a faixa mínima recomendada, concentrar a calda de modo a respeitar
a dose recomendada por hectare. Sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia (s) e técnica (s) de
aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro
Agrônomo.

Via aérea:
Essa modalidade de aplicação é indicada para as culturas de Algodão, Amendoim, Arroz Irrigado,
Aveia, Batata, Café, Cana-de-açúcar, Centeio, Cevada, Citros, Ervilha, Eucalipto, Feijão, Feijão-
caupi, Feijão-fava, Feijão-guandu, Feijão-mungo, Feijão-vagem, Grão-de-bico, Lentilha, Milheto,
Milho, Pastagem, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale.
A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
As mesmas recomendações gerais para aplicação terrestre, como tamanho de gotas, boa cobertura e
uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no
momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de
50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não utilizar água classificada como
dura, ou com pH acima de 7, devendo-se corrigir a mesma antes do preparo da calda. Não havendo necessidade
de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível.
Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de SPERTO.
Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do
produto, no máximo, seja despejado no tanque, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de
forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água,
quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-
se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado. A agitação no tanque
do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção.
Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por
hélices ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos.
Havendo a necessidade de uso legal de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda,
confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar
se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a
limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos e
finais de seção de barra.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacate: 15 dias
Abacaxi: 15 dias
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Acelga: 14 dias
Agrião: 14 dias
Alface: 14 dias
Algodão: 35 dias
Alho: 21 dias
Almeirão: 14 dias
Amendoim: 21 dias
Arroz Irrigado: 30 dias
Aveia: 30 dias
Batata: 21 dias
Berinjela: 14 dias
Brócolis: 14 dias
Café: 40 dias
Cana-de-açúcar: 40 dias
Cebola: 21 dias
Centeio: 30 dias
Cevada: 30 dias
Chalota: 21 dias
Chicória: 14 dias
Citros: 21 dias
Couve: 14 dias
Couve-chinesa: 14 dias
Couve-de-bruxelas: 14 dias
Couve-flor: 14 dias
Crisântemo: UNA=Uso Não Alimentar
Ervilha: 21 dias
Espinafre: 14 dias
Estévia: 14 dias
Eucalipto: UNA=Uso Não Alimentar
Feijão: 21 dias
Feijão-caupi: 21 dias
Feijão-fava: 21 dias
Feijão-guandu: 21 dias
Feijão-mungo: 21 dias
Feijão-vagem: 21 dias
Grão-de-bico: 21 dias
Jiló: 14 dias
Lentilha: 21 dias
Mamão: 15 dias
Manga: 15 dias
Melancia: 10 dias
Melão: 10 dias
Milheto: 40 dias
Milho: 40 dias
Mostarda: 14 dias
Pastagem: 10 dias
Pimenta: 14 dias
Pimentão: 14 dias
Quiabo: 14 dias
Repolho: 14 dias
Rúcula: 14 dias
Soja: 21 dias
Sorgo: 40 dias
Tomate: 7 dias
Trigo: 30 dias
Triticale: 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após
a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s)
recomendados para o uso durante a aplicação.
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LIMITAÇÕES DE USO:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:


Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:


(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,


RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS


IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS

GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.

O inseticida SPERTO pertence ao grupo 4A (Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina–


Neonicotinóide) e ao grupo 3A (Moduladores de canais de sódio – Piretróide) e o uso repetido deste inseticida ou
de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em
algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do SPERTO como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é
necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 3A e 4A. Sempre rotacionar com produtos
de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar SPERTO ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação”
(janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de SPERTO podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do
SPERTO, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico Neonicotinóide e
Piretróide não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na
bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do SPERTO ou outros produtos do Grupo 3A e Grupo 4A
quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas,
controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para
o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR
(www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

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USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.


ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance
de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA


- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção
lateral e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO


- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também
entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara
com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função
do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO


- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o
final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados
para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
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- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função
do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

Tóxico se ingerido
PERIGO
Pode ser nocivo em contato com a pele

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,


rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de
lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância
durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no
outro olho.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados
e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR SPERTO -


INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico ACETAMIPRIDO: neonicotinóide; BIFENTRINA: piretroide.


Classe
CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO
toxicológica
Vias de exposição Dérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a
indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Toxicocinética Acetamiprido: em ratos, o acetamiprido foi rápida e extensivamente absorvido pela via oral
(mais de 90% da dose administrada) atingindo o pico de concentração sanguínea dentro de
2 a 3 horas após a administração. A distribuição no organismo foi ampla, com as maiores
concentrações detectadas nas glândulas adrenais, tireoide, rins e fígado. Resultados de
estudos em ratos demonstraram que o acetamiprido pode atravessar a barreira
hematoencefálica e a barreira placentária.
Em roedores, foi amplamente biotransformado, com 50-70% da dose administrada sendo
eliminada na forma de metabólitos, tanto na urina quanto nas fezes, após administração
única e, mais de 90% da dose, após administração repetida. A principal via de
biotransformação é a desmetilação do acetamiprido em IM-2-1 (N1-[(6-cloro-3-piridil)
metil]-N2-cianoacetamidina) seguida da clivagem da cadeia lateral, liberando o IC-O (ácido
6-cloronicotinico) e o IS-2-1 (derivado N-cianoacetamidina).
A substância foi rapidamente eliminada do organismo de ratos, com mais de 90% da dose
administrada excretada dentro de 96 horas após a administração, principalmente através

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da urina (53-65% da dose administrada) e, em uma menor proporção, através da bile


(<20% da dose administrada).
O acetamiprido não apresentou evidências de bioacumulação no organismo de ratos. Menos
de 1% da dose administrada foi detectada nos tecidos após 4 dias (96 horas) da
administração.
Bifentrina: Em ratos, a absorção pela via oral foi limitada, cerca de 50% da dose
administrada. O pico de concentração plasmática foi atingido de 4 a 6 horas após a ingestão.
A bifentrina foi amplamente distribuída pelo organismo de ratos, principalmente pela pele
e tecido adiposo. Esta substância pode atravessar a barreira placentária e também ser
transferida para o leite materno.
A biotransformação foi ampla e ocorreu principalmente através de reações de hidrólise
seguida de oxidação e conjugação.
A excreção em ratos foi rápida, predominantemente nas primeiras 48 horas e ocorreu
principalmente através das fezes (66-83%), com 20-30% da dose excretada via bile, e 9-
25% através da urina.
A bifentrina demonstrou potencial de bioacumulação no tecido adiposo e pele de ratos, cerca
de 3% da dose permaneceu retida no organismo, com meia vida de depuração do tecido
adiposo de cerca de 51 dias.
Como os demais piretroides, a bifentrina é apresentada como uma mistura de
estereoisômeros. Foi demonstrada uma biotransformação não seletiva dos enantiômeros da
bifentrina com uma biotransformação e eliminação simétrica de ambos os enantiômeros (R
e S), sem preferências enantioméricas. Não foi observada diferença entre os sexos no perfil
de distribuição e eliminação desta substância em ratos.

Toxicodinâmica Acetamiprido: o acetamiprido atua sobre os receptores nicotínicos da acetilcolina (nAChRs),


mimetizando a ação da acetilcolina, tanto em insetos quanto em mamíferos. No entanto,
com maior afinidade pelos receptores nicotínicos de acetilcolina dos insetos do que pelos
dos mamíferos, devido às diferenças nas propriedades de ligação dos receptores dos
vertebrados assim como pela baixa penetração desses inseticidas na barreira
hematoencefálica. A toxicidade ocorre através da ativação prolongada, de forma anormal,
dos receptores de acetilcolina causando hiperexcitabilidade do sistema nervoso central
devido à transmissão contínua e descontrolada de impulsos nervosos.
Bifentrina: A bifentrina é um piretroide tipo I, ou seja, que não possui um grupo ciano
substituto na posição alfa. O mecanismo de ação proposto para este tipo de piretroide
envolve a interação com os canais de sódio das membranas de células nervosas, causando
descargas neuronais repetidas e um período maior para repolarização. Isto prolonga a
corrente de sódio durante o potencial de ação, e resulta em uma hiperexcitação de células
nervosas e musculares.

Sintomas e sinais Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
clínicos Em estudos com animais de experimentação, o produto foi considerado tóxico se ingerido
e possivelmente nocivo em contato com a pele. O produto não apresentou potencial de
irritação dérmica ou ocular e também não foi observado potencial de sensibilização dérmica
em estudos em animais.

SINTOMAS DE ALARME:
Parestesia (sensação de coceira e queimação ou formigamento na pele), náusea, vômito,
salivação, dificuldade respiratória (dispneia), respiração ofegante, tontura, fraqueza, dor de
cabeça, desorientação, confusão, agitação, tremores e taquicardia.

Acetamiprido: a maior parte dos efeitos observados após exposição ao acetamiprido


principalmente pela via oral, mas também pela via inalatória, é decorrente da estimulação
nicotínica excessiva provocada pelos inseticidas neonicotinoides.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação com ardência e
vermelhidão.
Exposição respiratória: a inalação da substância pode causar irritação no trato
respiratório caracterizada por ardência no nariz e na garganta, respiração ofegante,

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sensação de aperto no peito, dispneia e hipóxia. Em casos mais graves, pode ocorrer
insuficiência respiratória.
A exposição inalatória a grandes quantidades de acetamiprido pode causar efeitos no
sistema nervoso central semelhantes aos descritos abaixo em exposição oral.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação com ardência e
vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão do acetamiprido pode causar irritação no trato gastrointestinal,
com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Em caso de ingestão de grandes quantidades, a substância pode provocar efeitos no sistema
nervoso central como confusão, agitação, dores de cabeça, tonturas, fraqueza, tremores e,
em alguns casos, perda da consciência.
O acetamiprido pode, ainda, provocar alterações cardiovasculares, que incluem taquicardia
e/ou bradicardia, hipotensão e palpitação.
Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em
humanos.
Bifentrina: a exposição aguda a bifentrina, pelas vias oral, dérmica e inalatória, pode causar
efeitos tóxicos característicos de intoxicação por piretroides como efeitos no sistema
nervoso central (dor de cabeça, tonturas, convulsões e coma) e no sistema nervoso
periférico (parestesia). O contato com a pele pode causar sensibilização dérmica. Reações
de hipersensibilidade respiratória são raras em intoxicações por piretroides tipo I, mas,
podem ocorrer em indivíduos susceptíveis.
Exposição cutânea: em contato com a pele pode causar parestesia (sensação de coceira
e queimação ou formigamento na pele), irritação com vermelhidão e ressecamento além de
dermatite de contato em indivíduos susceptíveis. Sintomas sistêmicos conforme descritos
em exposição oral também podem ocorrer em caso de absorção da substância pela via
dérmica.
Exposição respiratória: se inalada, a substância pode causar efeitos irritantes no trato
respiratório caracterizados por tosse, ardência no nariz e na garganta. Pessoas sensíveis
podem apresentar reações de hipersensibilidade manifestadas por espirros, respiração
ofegante, broncoespasmos, rinite, faringite, bronquite e pneumonite. Sintomas sistêmicos
conforme descritos em exposição oral também podem ocorrer em caso de exposição a
grandes quantidades da substância pela via inalatória.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação com dor, lacrimação,
ardência e vermelhidão.
Exposição oral: se ingerida, pode causar irritação no trato gastrointestinal, manifestada
por sensação de queimação na boca, laringe e faringe, náusea, vômito e diarreia. A
exposição oral a grandes quantidades de bifentrina também pode causar efeitos tóxicos
sistêmicos manifestados por parestesia (sensação de coceira e queimação ou formigamento
na pele), dores de cabeça, tremores, salivação, tonturas e, em casos mais graves, podem
ocorrer convulsões e coma.
Efeitos crônicos: o sistema nervoso foi identificado como o principal alvo de toxicidade da
bifentrina em estudos em animais de experimentação. O sintoma mais frequentemente
relatado nos estudos de exposição ocupacional é a parestesia, caracterizada por dormência,
coceira, queimação ou formigamento da pele.

Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro


clínico compatível.

Tratamento CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca
a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao
intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar
protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente
tóxico.

Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar


orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas
e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão
arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência.

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Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se
necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão
tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação pulmonar assistida.

Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar


protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.

Exposição Oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça
abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar
aspiração do conteúdo gástrico.
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar a
lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente perigosa à
vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de
intoxicação por acetamiprido ou bifentrina. Avaliar a necessidade de administração de
carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240
mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25
a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).

Exposição respiratória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e
perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação
do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e
auxiliar na ventilação, conforme necessário.

Exposição Dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da
pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com
água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.

Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo
menos, 15 minutos. Em caso de produto sólido, assegurar que todas as partículas tenham
sido removidas com a lavagem. Evitar que a água de lavagem contamine o outro olho. Se
irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.

ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e de suporte


de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.

Medidas sintomáticas e de manutenção:


- Avalie a utilização de anti-histamínicos injetáveis como uma das opções para o controle
das reações alérgicas que podem ser causadas pela bifentrina.
- Em caso de sintomas de parestesia, avaliar a necessidade de aplicação de vitamina E
tópica (acetato de tocoferol) para amenizar os efeitos cutâneos.
- Tratar as dermatites de contato decorrentes da exposição cutânea aos piretroides com
corticoides tópicos
- Considerar a administração de beta-agonistas ou corticoides sistêmicos para o controle
das reações asmáticas, principalmente em pacientes que tenham predisposição ou histórico
dessas.

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- O tratamento de reações anafiláticas deve ser feito por meio de epinefrina subcutânea,
epinefrina intravenosa e suporte ventilatório.
- Avaliar a necessidade de administração de broncodilatadores para o tratamento de
broncoespasmos.
- Em caso de desenvolvimento de acidose metabólica causado pela exposição oral a
piretroides e redução significativa dos níveis séricos de bicarbonato, avaliar o tratamento
com infusão de bicarbonato de sódio.
- Avaliar a necessidade de administração de benzodiazepínicos para o controle de
convulsões causadas por piretroides e neonicodinoides.

Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite


química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias
respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com
risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das Não são conhecidos.
interações
químicas
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento,
ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de
Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3794 5465
Endereço eletrônico da empresa: www.uplbrasil.com
Correio eletrônico da empresa: [email protected]

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:


“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório


Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 175 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste (>5,184 mg/L/4h).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou eritema e edema leves que
foram completamente revertidos dentro de 48 horas após a aplicação. Nas condições do teste, o produto foi
classificado como não irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou hiperemia e edema na
conjuntiva, que foram completamente revertidos dentro de 72 horas após a aplicação. Nas condições de teste, o
produto foi classificado como não irritante para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:
Acetamiprido: Em estudos de 90 dias em ratos e camundongos, pela via oral, o fígado foi identificado como o
principal órgão alvo do acetamiprido com NOAEL estabelecido de 12,4 mg/kg p.c./dia em ratos e NOAEL de 53,2
mg/kg p.c./dia em camundongos. O acetamiprido não foi considerado mutagênico com base em estudos
conduzidos in vitro e in vivo. Não foram observadas evidências de potencial carcinogênico em estudos conduzidos
em ratos e camundongos. Em estudo de duas gerações em ratos pela via oral, o acetamiprido não causou efeitos
tóxicos sobre o desempenho reprodutivo ou fertilidade. Entretanto, foi observada uma diminuição do ganho de
peso da prole e redução da sobrevivência pós-natal nos animais expostos à dose mais alta de 800 ppm (38,7
mg/kg p.c./dia), apenas na presença de toxicidade materna [o NOAEL toxicidade prole foi de 280 ppm (18,9
mg/kg p.c./dia)]. A substância não apresentou potencial teratogênico em estudos de toxicidade ao
desenvolvimento em ratos e coelhos. Em estudo de neurotoxicidade ao desenvolvimento em ratos, foram
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observados os seguintes efeitos: redução no ganho do peso corporal nas mães; mortalidade pós-natal precoce;
redução do peso corporal pós-desmame e déficit no reflexo de sobressalto auditivo nos filhotes (NOAEL de 10
mg/kg/p.c./dia; e LOAEL de 45 mg/kg/p.c./dia). Apesar de terem sido observados efeitos no sistema nervoso
central após exposição aguda ao acetamiprido, não foram observados efeitos neurotóxicos no estudo de
neurotoxicidade subcrônica em ratos e nem sinais de neuropatia tardia em galinhas.
Bifentrina: O sistema nervoso é o principal alvo da toxicidade repetida da bifentrina. Os principais efeitos
neurotóxicos observados em cães, camundongos e ratos após exposição pela via oral foram tremores e
convulsões. Em estudos de 2 anos em ratos, LOAEL de 100 ppm (equivalente a 4,7 mg/kg p.c. dia em machos e
6,1 mg/kg p.c./dia em fêmeas) e NOAEL de 50 ppm (equivalente a 2.3 mg/kg p.c. dia em machos e 3 mg/kg
p.c./dia em fêmeas). Em cães, LOAEL de 3 mg/kg p.c./dia e NOAEL de 1,5 mg/kg p.c./dia em estudo de 52
semanas. Em estudo de toxicidade repetida (21 dias) pela via dérmica, em ratos, o NOAEL estabelecido foi de 50
mg/kg p.c. para os efeitos sistêmicos (tremores, marcha cambaleante e flexão exagerada do membro posterior).
Em estudo em camundongos foi observado aumento da incidência de tumores, estatisticamente relevante apenas
na maior dose testada de 600 ppm (92 mg/kg p.c./dia). Em ratos, no entanto, não foi observado aumento na
incidência de tumores. A relevância para humanos destes achados observados em camundongos é desconhecida,
mas, devido à ausência de tumores em ratos e ausência de potencial genotóxico da bifentrina em estudos in vitro
e in vivo, níveis seguros de exposição foram estabelecidos.
Em estudo de toxicidade para a reprodução, não foram observados efeitos tóxicos sobre os parâmetros
reprodutivos em ratos. Em estudos em ratos e coelhos, não foram observadas evidências de potencial
teratogênico.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO


AMBIENTE:

• Este produto é:

x Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)


Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir,
principalmente, águas subterrâneas.
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos, peixes).
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o
produto no período de maior visitação das abelhas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamentos com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros
de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta)
metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO


CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
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w: br.uplonline.com
e: [email protected]
t: (19) 3794-5600

Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.


Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos
Agropecuários S.A. - Telefone da empresa: 0800 707 7022 - (19) 3794-5465.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem
das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto
envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento
para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE


EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

•LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de
Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
•Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

•Lavagem sob Pressão:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o
jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
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Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.

•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.

•TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

•ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.

•TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

•ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido
nos Canais de Distribuição.

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t: (19) 3794-5600

•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.

•TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo
ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

•ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.

•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

•TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

•É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O


FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

•EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM


VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU


MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

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