Ingles
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AULA 00
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO 3
METODOLOGIA 6
SKIMMING 12
SCANNING 13
QUESTÕES INÉDITAS 23
GABARITO 41
CONSIDERAÇÕES FINAIS 66
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 67
TRADUÇÕES 69
Apresentação
Quem é a Teacher?
Hello, dear student!!! Welcome to the success!
Bem-vindo ao sucesso? Isso mesmo. Com esse curso de Inglês do Estratégia Militares, a disciplina
de língua inglesa ficará simples e será um diferencial para seus estudos.
Isso porque preparei esse material usando toda minha experiência e background para
desenvolver as melhores aulas que você possa ter.
Metodologia
Você certamente está pensando: “Que metodologia faz com que Inglês seja simples?” O método
que uso nesse material permitirá que você consiga realizar sua prova de Inglês com segurança.
Há termos gramaticais no índice das aulas, mas a gramática é explicada contextualizada, conforme
você precisa, com prática de exercícios em diferentes graus de dificuldade, desde básicos até avançados,
com técnicas de leitura essenciais e muito mais.
Com uso de metodologias interdisciplinares e meu método dinâmico, vou esclarecer suas dúvidas,
com explicações detalhadas. O segredo de sua aprovação está na segurança total de como resolver cada
exercício com eficácia, como faremos juntos.
Outro aspecto muito importante, inclusive, um de nossos diferenciais, é que, você terá acesso, no
final de todas as suas aulas, às traduções de todos os textos usados nos vestibulares anteriores. Serão
traduções das tirinhas, falas de cada personagem das imagens e todas as leituras necessárias, com
palavras e termos já usados em provas anteriores e aqui utilizados para você praticar.
Apesar de aprender que não precisa traduzir inteiramente os textos para resolver as questões, as
traduções são um complemento para você aprender mais palavras e enriquecer o seu vocabulário.
Então, use bem o tempo que antecede a prova do vestibular para estudar com um material eficaz
em mãos. Estude, sempre. Assista jornais importantes, leia textos e artigos que são comuns fontes na
elaboração das questões de Inglês.
Passe suas horas de estudo “afiando” sua mente com nossas aulas de Inglês e seu constante
estudo dia após dia. Resolva provas anteriores. Leia muito. Tenha contato com a língua sempre que
possível.
Toda oportunidade que encontrar para ler e pesquisar as fontes usadas nessas provas, será uma
chance a mais de ser aprovado. Faça todo esforço necessário para alcançar sua meta!
Aula 0: Introdução:
English General presentation. ➢ às técnicas de Skimming e Scanning;
➢ à importância dos tempos verbais em
Inglês.;
➢ ao uso dos falsos cognatos;
➢ aos termos gramaticais essenciais;
➢ ao uso de expressões idiomáticas e
➢ às formas de interpretar imagens.
Aula 7:
Linking words/Conectives. Conectives. Conectivos.
Aula 9:
Quantifiers. Determinantes – some/any; no/none;
Quantifiers. lots of/lot of; much/many; few/little; each/every;
neither/either.
Aula 10:
Passive Voice. Active/Passive Voice. Voz ativa x voz passiva.
Tag Questions. Tag Questions.
Idioms. Expressões Idiomáticas.
Fazer isso, com propriedade, até chegar à resposta da questão, é aplicar as técnicas Skimming e Scanning.
No decorrer das aulas do nosso curso, haverá uma aula exclusiva com detalhes sobre como usar
bem essas técnicas, com vários textos e com outras dicas valiosas para garantir sua aprovação no
vestibular. Mas, vamos, agora, falar brevemente dessas técnicas nessa aula de apresentação.
Como a própria tradução do verbo “skim” – deslizar os olhos, folhear, desnatar – é exatamente
isso que você vai fazer – passar os olhos pelo texto sem interrupções, mesmo não entendendo todas as
palavras, apenas procurando do que se trata o texto. É simplesmente focar nas informações necessárias
para responder questões que abrangem o texto, como veremos agora.
E, se você prestar atenção no contexto e quebrar o hábito de querer traduzir palavra por palavra,
essas técnicas levarão você à resposta com agilidade e sem tradução. Na verdade, traduzir um texto, no
momento do vestibular, ocupa seu tempo e atrasa a resolução dos exercícios.
Mesmo se você tem Inglês fluente, o ato de traduzir os textos leva tempo enquanto usar as
técnicas aqui ensinadas, poupam seu tempo para resolver todas as provas do vestibular e também
aprender palavras novas e saber Inglês com a metodologia que uso. Você vai ver.
Skimming
Uma boa compreensão do texto que você está lendo, depende da sua capacidade de fazer
deduções, ligar ideias e identificar palavras que determinam o assunto.
E, o que realmente importa a você, é realmente conseguir encontrar as respostas da sua prova de
vestibular e certificar-se dessas respostas, garantindo boa pontuação na prova de Inglês.
O Skimming é a leitura dinâmica para destacar os aspectos principais do texto, sem se preocupar
com os detalhes. Vejamos um exemplo para você experimentar a técnica Skimming, primeiramente em
português e, em seguida, em Inglês para testar sua capacidade:
Lendo apenas uma vez, você entendeu esse texto? A história fez sentido, mesmo com palavras
desconhecidas ao fazer uma leitura rápida. Você provavelmente atribuiu sentidos às palavras novas
(kombetino: zoológico, trokis: caminhos, utrestir: procurar, relinfreu: encontrou, tyfon: surpresa, drenta:
comida).
Essa é a “chave da questão” em língua inglesa – atribuir significado aos vocábulos que você não
sabe. É conectando ideias e deduzindo o assunto, que se chega ao sentido geral e coloca você no
caminho da resposta.
Scanning
No momento de resolver a prova de Inglês do vestibular, você também terá que fazer uma leitura
para procurar uma palavra-chave. Um termo, um tempo verbal, algo sobre o título, sobre a fonte de
referência etc.
Daí você vai praticar a outra técnica, chamada Scanning, que também exploraremos com detalhe
na aula 1, desse curso e agora, veremos algumas considerações para uma introdução à técnica. Scanning
é ter como objetivo achar algo característico, singular, exclusivo para responder uma determinada questão.
Vejamos o uso de Scanning com o texto dos tigres:
Suponhamos que a pergunta fosse “Para onde foram os tigres ao fugir do kombetino?”
Você teria que voltar ao texto, ler mais uma vez para conferir e se certificar, mesmo que se
lembrasse que um deles foi para uma floresta distante e outros dois ficaram por perto, não é verdade?
Ao praticar o Scanning, você leu a informação contida no local em que está exatamente o que
você precisa. Vamos à nossa questão. A frase “Um dos tigres foi para...” já foi suficiente para encontrar a
resposta desejada. Não é mesmo? A técnica leva você às respostas.
Em textos, em imagens ou qualquer forma de leitura, sempre há “vestígios” que nos levam a
perceber sobre o que estamos lendo. São indicativos do assunto com palavras particulares.
Agora, vamos falar um pouco dos falsos cognatos, para não cometer erros na hora da
resolução de exercícios na sua prova de vestibular.
Vamos falar agora sobre Falso Cognato. Conforme o título, simples de fato. Você acredita?
Vamos entender o que é um Cognato em Inglês.
Veja alguns exemplos para animar você, já que muitas vezes, os cognatos te ajudarão a
resolver questões:
computer
#
different future music
computador
# #
#
diferente futuro
música
False Cognates ou False Friends, aparecem muito nas provas e são palavras que se diferem
completamente no significado, apesar de serem similares na ortografia. Eu diria que são tricky
words – palavras “enganosas”, “pegadinhas”, pois você acha que é algo quando o significado é
muito diferente do que parece ser.
Em nosso curso, sempre há questões em que aparecem, além de falsos cognatos, palavras
repetidas com objetivo específico, marcas tipográficas, dentre outras particularidades que exigem
atenção na hora da leitura, como veremos na aula 01 com mais detalhes.
É essencial entender por que os falsos cognatos são, um dos sinais mais importantes para
resolver sua prova. Vejamos outros exemplos:
Agora vamos ver um pouco da introdução à gramática de uma forma mais prática.
Saber a gramática, além de ler e interpretar o texto, é um dos critérios decisivos para que
você tenha êxito.
Pensando assim, elaborei explicações objetivas, com o intuito de ajudar você a resolver a
prova de Inglês. E, ao se deparar com tópicos gramaticais mais complexos, seus estudos exigirão
cuidado, atenção e esforço em grandes doses, certo?
É importante, primeiramente, saber o que há para estudar da matéria de Inglês a partir do edital e
separei, todos os tópicos presumíveis para a prova.
Vou dar um exemplo básico da gramática com a prática. Quer ver? Se você vai elogiar
alguém, usando o adjetivo brilhante para dizer que você considera esse alguém com essa
característica, a frase seria, em Português: “Que pessoa brilhante!”.
Desta forma, em sua prova, não precisa de pensar que as palavras em Inglês são
“bagunçadas, não tem ordem específica, é difícil...”. Nada disso. Tudo tem uma explicação e, a cada
aula, vou esclarecer e demonstrar com exemplos e com exercícios, que a gramática pode ser
prática, sim!
A gramática em Inglês, na hora dos estudos para o vestibular, é considerada algo que dificulta pela
quantidade de regras.
Porém, vou simplificar e tornar sua compreensão possível e eficaz. Vamos focar nos verbos,
advérbios, adjetivos e termos gramaticais em geral sempre de maneira contextualizada, assim como
expliquei o uso do adjetivo acima a você.
Em seguida, praticaremos ao máximo a leitura de textos, permitindo você a treinar o que está
aprendendo. Pouco a pouco, vamos avançar para temas mais complexos da gramática para aprender a
analisar a semântica, a sintaxe e a morfologia, também contextualizadas.
O tempo verbal de forma natural? Como? Que audácia! Sim, mas você verá que é possível estudar
os verbos em Inglês com os esclarecimentos aqui oferecidos já que o objetivo aqui é que você possa
identificar os verbos com o propósito de acertar as questões interpretando os textos.
Concordo que é necessário paciência para estudar tempos verbais, mas dominá-los é essencial para
se destacar nos estudos e chegar à aprovação. Tenha em mente que o conhecimento dos verbos entre
outros conteúdos aqui explorados, irá trazer a você enormes benefícios.
Para expressar uma ação no presente, em Português, cada sujeito usado (eu, ela, os homens etc.)
há uma terminação diferente. Usando o verbo trabalhar, que faz parte dos verbos da primeira conjugação
– terminados em -ar, como olhar, falar etc. – e a raiz do verbo trabalhar, a parte que não muda, é trabalh,
certo?
Então, Eu trabalho, termina com a letra o. E, ela trabalha, termina com a letra a. Os homens
trabalham, termina em -am. Portanto, são várias terminações para expressar a ação (verbo) apenas no
tempo presente em Português.
O verbo fica igual para todo e qualquer sujeito, adicionando apenas a letra -s, -es ou -ies quando o sujeito
é singular, ou seja, quando uma única pessoa pratica a ação. Vejamos com a ajuda de um esquema:
I work, You work, He/She/It works, We work, You work, They work.
Eu gostaria de saber, primeiramente, se você percebeu que o verbo trabalhar (to work) conjugado
no tempo presente é bem mais fácil do que em Português? Não é? Para cada 6 diferentes terminações no
fim dos verbos em Português, há apenas 2 variações em inglês – o verbo “to work” escrito normalmente
para os todos os sujeitos exceto singular representado por “He/She/It”, que acrescentamos “s” no verbo
– “He works, She works, It works”, como no esquema acima.
Por exemplo, o verbo trabalhar no passado, é “worked” qualquer sujeito. Veja abaixo:
Eu trabalhei, Tu trabalhou, Ele/Ela trabalhou, Nós trabalhamos, Vós trabalhais, Eles trabalham
I worked, You worked, He/She/It worked, We worked, You worked, They worked.
- Mas teacher, já ouvi dizer que há inúmeros verbos irregulares. Com fica?
- Bom, é isso mesmo. Existem verbos irregulares na língua inglesa. Mas, não se assuste. Eles são
minoria, algo em torno de 15% a 20%. Ou seja, dominando os verbos regulares, você já terá a capacidade
de se expressar de forma escrita ou falada com a maioria dos verbos da língua inglesa.
Por exemplo, o verbo escrever, “write”, que, ao invés de adicionar -ed no final, como a maioria
dos verbos em Inglês, troca-se uma das letras, por ser irregular (teremos uma aula dedicada
exclusivamente aos tempos verbais, com detalhes de como lidar com as regras), escreve-se “wrote” para
qualquer sujeito. Veja outro esquema para ficar ainda mais claro:
I wrote, You wrote, He/She/It wrote, We wrote, You wrote, They wrote.
Viu como é simples? E, com naturalidade, você responderá às questões da prova com segurança,
elaborar os parágrafos solicitados e responder o que for solicitado.
Bom, no próximo capítulo continuarei com as dicas sobre como que podemos transformar a
disciplina Inglês em algo simples, falando de expressões idiomáticas, vamos lá?
As imagens permitem e trazem consigo atributos, traços únicos que tornam o texto vinculado a ela,
abrangente e repleto de mensagens subliminares.
Você deve aproximar conteúdos e encaixá-los em seus conhecimentos. Vou sempre fazer
referência a assuntos diversos por meio de exercícios, para você aprimorar suas leituras de imagens de
qualquer categoria.
Agora, vamos à introdução de como interpretar expressões idiomáticas no dia do vestibular.
tp://[Link]/
- Sim. Vou provar a você que sim. Em Inglês, as expressões idiomáticas são chamadas de “Idiom”. É
um grupo de palavras com um significado que não há como deduzir a partir das palavras individuais,
restritas, literais. É expressar-se de modo peculiar a alguém.
Nos idioms, o significado não corresponde ao que as palavras individuais sugerem pois trazem
consigo metáforas. O mistério para entender expressões idiomáticas em Inglês é não traduzir as palavras
e sim, se familiarizar com elas na medida que se estuda e pratica exercícios.
Por exemplo, se você quer dizer: “um passarinho verde me contou que...”, a expressão idiomática correta é “I
heard it through the grapevine that...”, que significaria, palavra por palavra, “eu ouvi isso através
de um boato”, pois “grapevine”, apesar de ser videira em português, também possui como possível
tradução o termo “boato”.
Veja mais alguns exemplos de idioms abaixo enquanto a aula com outros idioms está por vir.
As expressões idiomáticas acima, estão em meu Instagram com exemplos e as devidas explicações de
cada uma das expressões.
No final dessa aula, vou oferecer o acesso às minhas redes sociais, como complemento de seus
estudos. Além disso, há também dicas de vários outros tópicos gramaticais, necessários a você.
Agora, vamos aos exercícios para praticar tudo que foi estudado. Preparado?
Serão questões inéditas, exercícios exclusivos das provas anteriores de diferentes instituições para você
estar apto, bem treinado e “afiado” no dia da sua prova.
Let’s go!
Questões inéditas
Preparei uma questão inédita, para testar seus conhecimentos, com as técnicas Scanning e
Skimming e outros recursos, passos que você aprendeu para encontrar as respostas.
again.” “Eu nunca mais virei ao zoológico com você novamente.” Vejamos cada alternativa
da questão.
Na letra A, afirma-se que Mônica agrediu Cebolinha no parque de diversões, mas, pelo
nome dos animais e a placa no terceiro quadrinho (percebida pelo Scanning), sabemos que
eles estão no zoológico e não em um parque de diversões, certo? Alternativa descartada.
Na letra B, afirma-se que Cebolinha provocou Mônica, o que causou a reação dela, mas,
ele só estava dizendo nomes de animais do zoológico quando foi punido injustamente, pois
não provocou a amiga. Opção errada também.
A letra C, diz que Cebolinha estava se referindo aos animais do zoológico e Mônica
equivocadamente tomou a ofensa para si. Sim. A alternativa correta é a letra C, já que todas
as outras alternativas apontam informações errôneas em relação à tirinha, mesmo sem
traduzir, mas olhando a imagem como um todo com técnicas.
Na letra D, aponta-se que Mônica provoca cebolinha, que resolve se vingar dela. Mas
Mônica foi quem bateu em Cebolinha, que nem a provocou. E não o contrário como aqui
sugere. Também está incorreta e, percebemos apenas olhando as imagens cautelosamente.
A letra E, diz que Cebolinha sofre um acidente com os animais do zoológico e Mônica
oferece ajuda. Mas isso não acontece. Foi Mônica quem bateu nele e não ofereceu ajuda.
Nota-se, com atenção à imagem, que isso não está de acordo com os passos da tirinha.
Na maioria dos exercícios, não será preciso que você os traduze para resolvê-los. Vou
mostrar a você a tradução apenas para conhecimento, como no fim desse material.
Agora, teremos questões inéditas e depois, várias outras questões, para praticar tudo
que estudamos.
Questão inédita - Fonte: The Guardian (presente com frequência em questões de Inglês)
TEXT: The Winner: Dumbo
It’s barely a quarter of the way through the year, and Disney has already delivered its fourth UK No
1, as Dumbo follows in the footsteps of Mary Poppins Returns, Glass and Captain Marvel. Tim
Burton’s live-action remake of the 1941 animated classic has begun with a solid £6.08m – the second-
biggest debut for a release this year, behind Captain Marvel. (…)
Questão inédita
About the article in which talks about the movie Dumbo’s success, we can say that:
a) Disney has produced the movie four times in different versions.
b) Dumbo is a movie that follows the same cast as Mary Poppins Returns.
c) Captain Marvel was the second movie to get awarded after Dumbo.
d) Tim Burton did all the remake animated classic movies.
e) Dumbo movie has already received more than £6 million up to now.
Comentários:
Antes que você queira traduzir o trecho do texto apresentado, vamos analisar palavras
que poderíamos compreender com uma leitura e das as técnicas estudadas.
Através do título do artigo, a palavra “top”, remete ao sucesso do filme Dumbo. Outra
palavra bastante importante é “winner”, que, significa campeão, vencedor – termo
frequentemente presente em músicas, em notícias de TV, resultados de olimpíadas etc. No
texto, há palavras que nos ajudam a entender um pouco o trecho usado, por serem palavras
cognatas, tais como “animated classic”, há referência aos filmes da Disney e podemos ver o
nome do diretor de Dumbo, Tim Burton.
Você também deve estar atento às notícias sobre acontecimentos gerais no Brasil e no
mundo, estreia de filmes, premiações, arte etc. Assim, saberia que o filme Dumbo recebeu
prêmios, foi bem comentado e elogiado por muitos críticos de cinema, que, indicam-no como
um dos melhores filmes do ano.
No que diz respeito ao cinema, o diretor Tim Burton é considerado um ótimo profissional
e suas obras geralmente são apreciadas e julgadas com boa classificação quando lançadas.
Sobre as alternativas para resolver nossa questão, vejamos uma por uma.
Na letra A, “Disney has produced the movie four times in different versions” – as palavras
produced, movie, four times e diferente versions, ajudam a compreender a afirmativa
completa, que seria: “Disney produziu o filme quatro vezes em diferentes versões”.
O número quatro, que poderia gerar conflito de interpretação, no texto, aparece com
“th” no final, indicando um número ordinal (“th” no final de números terminados em 4, 5, 6,
7, 8, 9, e 0, sendo 1, 2 e 3 exceções, em que 1st é first, 2nd, second e 3rd third. Os outros, como
o próprio exemplo 4, acrescenta “th” no fim, 4th – fourth e assim por diante.) Há, também, a
palavra “quarter”, semelhante ao número quatro. Mas, “quarter” quer dizer um quarto (1/4)
, representando uma porcentagem de 25% de um todo e não se refere ao numeral 4.
Pelo significado que as palavras cognatas nos remetem, percebemos que a alternativa
“A” está incorreta porque o filme não foi produzido 4 vezes e sim, é o 4º premiado como
remake e está no topo entre os preferidos pela mídia e na área cinematográfica.
Na letra B, haveria a necessidade de se conhecer a palavra “cast”, que aparece no final
do todos os filmes para mostrar quem participa deles, pois “cast” significa elenco. Assim, a
letra “B”, “Dumbo is a movie that follows the same cast as Mary Poppins Returns.”, seria
“Dumbo é um filme que segue o mesmo elenco que o filme O Retorno de Mary Poppins” e
saberíamos que está incorreta a alternativa porque o elenco não é o mesmo – as premiações
que são comuns aos filmes citados no artigo, como é possível julgar pelas técnicas aprendidas
e também há a tradução dos textos no final desse material, conforme já foi dito – para
aprimorar seus conhecimentos.
Na letra C, a palavra “second”, que significa segundo, afirma que o filme Capitão Marvel
foi o segundo premiado. (“Captain Marvel was the second movie to get awarded after
Dumbo” – Capitão Marvel foi o segundo filme a ser premiado depois de Dumbo.) Mas, no
texto, afirma-se o contrário nas últimas duas linhas – “...the second biggest debut for a release
this year, behind Captain Marvel” – “... a segunda maior estreia de um lançamento deste ano,
atrás do Capitão Marvel.” A letra “C” está incorreta.
A letra D, “Tim Burton did all the remake animated classic movies”, possui uma palavra
perigosa – “all” – que significa todas, todos, tudo, depende do contexto. Geralmente,
alternativas que afirmam algo usando esse termo, generalizam demais e por isso, quase
sempre são falsas. Na alternativa “D”, logo, “Tim Burton did all the remake animated classic
movies.” seria “Tim Burton fez todos os remakes de filmes de animação clássicos.”, o que não
é verdade. Os filmes são de diretores diferentes.
A letra E, “Dumbo movie has already received more than £6 million up to now.”, significa
que o filme Dumbo recebeu mais de 6 milhões até agora. Se você não conseguisse ler a frase
inteira da alternativa, o verbo “received” com o termo “more” e o número 6 milhões, leva
você à conclusão que é verdadeira, já que no artigo afirma-se isso: “... has begun with a solid
£6.08m...” – “...começou com sólidos 6 milhões de libras...”
É importante sempre lembrar-se de que, em todos os exercícios desse material,
apresentarei a tradução dos textos no final e, na maioria dos exercícios, senão em todos, não
será preciso que você os traduze para resolvê-los.
Com as técnicas e prática constante, a resposta será automática.
Agora, teremos outras questões para praticar o início do curso, considerando que,
adiante, as questões ficarão mais simples de serem resolvidas e você pode, inclusive, voltar e
respondê-las todas novamente para testar a evolução dos seus estudos!
Então, atenção! Vamos juntos, aprimorar sua prática!
TEXT Howard Gardner: ‘Multiple intelligences’ are not ‘learning styles’ by Valerie Strauss
The fields of psychology and education were revolutionized 30 years ago when we now
worldrenowned psychologist Howard Gardner published his 1983 book Frames of Mind: The
Theory of Multiple Intelligences, which detailed a new model of human intelligence that
went beyond the traditional view that there was a single kind that could be measured by
standardized tests.
Gardner’s theory initially listed seven intelligences which work together: linguistic, logical-
mathematical, musical, bodily-kinesthetic, interpersonal and intrapersonal; he later added
an eighth, naturalist intelligence and says there may be a few more. The theory became
highly popular with K-12¹ educators around the world seeking ways to reach students who
did not respond to traditional approaches, but over time, ‘multiple intelligences’ somehow
became synonymous with the concept of ‘learning styles’. In this important post, Gardner
explains why the former is not the latter.
It’s been 30 years since I developed the notion of ‘multiple intelligences’. I have been
gratified by the interest shown in this idea and the ways it’s been used in schools, museums,
and business around the world. But one unanticipated consequence has driven me to
distraction and that’s the tendency of many people, including persons whom I cherish, to
credit me with the notion of ‘learning styles’ or to collapse ‘multiple intelligences’ with
‘learning styles’. It’s high time to relieve my pain and to set the record straight.
First a word about ‘MI theory’. On the basis of research in several disciplines, including the
study of how human capacities are represented in the brain, I developed the idea that each
of us has a number of relatively independent mental faculties, which can be termed our
‘multiple intelligences’. The basic idea is simplicity itself. A belief in a single intelligence
assumes that we have one central, all-purpose computer, and it determines how well we
perform in every sector of life. In contrast, a belief in multiple intelligences assumes that
human beings have 7 to 10 distinct intelligences.
Even before I spoke and wrote about ‘MI’, the term ‘learning styles’ was being bandied about
in educational circles. The idea, reasonable enough on the surface, is that all children (indeed
all of us) have distinctive minds and personalities. Accordingly, it makes sense to find out
about learners and to teach and nurture them in ways that are appropriate, that they value,
and above all, are effective.
Two problems: first, the notion of ‘learning styles’ is itself not coherent. Those who use this
term do not define the criteria for a style, nor where styles come from, how they are
recognized/ assessed/ exploited. Say that Johnny is said to have a learning style that is
‘impulsive’. Does that mean that Johnny is ‘impulsive’ about everything? How do we know
this? What does this imply about teaching? Should we teach ‘impulsively’, or should we
compensate by ‘teaching reflectively’? What of learning style is ‘right-brained’ or visual or
tactile? Same issues apply.
Problem #2: when researchers have tried to identify learning styles, teach consistently with
those styles, and examine outcomes, there is not persuasive evidence that the learning style
analysis produces more effective outcomes than a ‘one size fits all approach’. Of course, the
learning style analysis might have been inadequate. Or even if it is on the mark, the fact that
one intervention did not work does not mean that the concept of learning styles is fatally
imperfect; another intervention might have proved effective. Absence of evidence does not
prove non-existence of a phenomenon; it signals to educational researchers: ‘back to the
drawing boards’.
Here’s my considered judgment about the best way to analyze this lexical terrain:
Intelligence: We all have the multiple intelligences. But we signed out, as a strong
intelligence, an area where the person has considerable computational power. Style or
learning style: A hypothesis of how an individual approaches the range of materials. If an
individual has a ‘reflective style’, he/she is hypothesized to be reflective about the full range
of materials. We cannot assume that reflectiveness in writing necessarily signals
reflectiveness in one’s interaction with the others.
Senses: Sometimes people speak about a ‘visual’ learner or an ‘auditory’ learner. The
implication is that some people learn through their eyes, others through their ears. This
notion is incoherent. Both spatial information and reading occur with the eyes, but they
make use of entirely different cognitive faculties. What matters is the power of the mental
computer, the intelligence that acts upon that sensory information once picked up.
These distinctions are consequential. If people want to talk about ‘an impulsive style’ or a
‘visual learner’, that’s their prerogative. But they should recognize that these labels may be
unhelpful, at best, and ill-conceived at worst.
In contrast, there is strong evidence that human beings have a range of intelligences and
that strength (or weakness) in one intelligence does not predict strength (or weakness) in
any other intelligences. All of us exhibit jagged profiles of intelligences. There are common
sense ways of assessing our own intelligences, and even if it seems appropriate, we can take
a more formal test battery. And then, as teachers, parents, or selfassessors, we can decide
how best to make use of this information.
02 (AFA/2017) - In the sentence “there was a single kind that could be measured by
standardized tests”, it is possible to find an option to substitute the pronoun accordingly in
a) when.
b) which
c) how.
d) whom.
03 (AFA/2017) - In the fragment “why the former is not the latter”, the highlighted words
refer to
a) multiple intelligences / learning style.
b) over time / theory.
c) ways to reach students / traditional approaches.
d) traditional approaches / K-12 educators.
05 (AFA/2017) - In the sentence “it’s been 30 years since I developed the notion of ‘multiple
intelligences’”, the contraction refers to
a) It has.
b) It been.
c) It is.
d) It was.
06 (AFA/2017) - Mark the option which shows the appropriate question tag for the sentence
“one unanticipated consequence has driven me to distraction”.
Hasn’t driven it?
Not has it?
Has it?
Hasn’t it?
07 (AFA/2017) - Mark the option that shows synonyms for the underlined expressions in
“it’s high time to relieve my pain and to set the record straight”.
a) An important brake / to register.
b) An ordinary condition / to show the discussion.
c) A belated explanation / to make myself clearly understood.
d) An unusual hour / to comprehend an argument.
08 (AFA/2017) - Choose the best option to change the sentence “human capacities are
represented in the brain” (4th paragraph) , into the active form.
The brain _______________ human capacities.
a) has represented
b) represents
c) has been represented
d) representing
10 (AFA/2017) - Mark the alternative in which the problems described in paragraphs 6 and
7 are correctly summarized.
a) The idea of teaching distinct leaning styles and their consistence were questionable
concepts when researches started.
b) Educational researchers have found that an impulsive learning style causes problems in
its outcomes.
c) There are proofs that different learning styles exist and produce positive results.
d) The notion of learning styles and the outcomes observed when teaching based on them
need further studies.
(2019/ITA) - Questão 01
A ( ) o chefe está criticando um jornal concorrente por não verificar fatos, não se apoiar em
B ( ) o jornalista justifica o seu chefe o porquê de escrever matérias que não respeitam o
C ( ) O jornalista salienta que aquele tipo de matéria é o que causa mais repercussão; ainda
D ( ) após a crítica do chefe, o jornalista concorda em seguir o código de ética dos jornalistas
Questão 2. (ITA/2019)
EXCETO:
A ( ) lies
B ( ) testing
C ( ) shows
D ( ) clicks
E ( ) likes
Questão 3
De acordo com o texto, Fumio:
A ( ) já foi casado, mas está solteiro no momento.
B ( ) morou em Nakameguro por 10 anos.
C ( ) mudou-se de Tóquio recentemente.
D ( ) é editor em uma agência de publicidade.
E ( ) mudou-se porque precisava quitar dívidas.
Questão 4
Antes da mudança, Fumio acumulava bens materiais porque:
A ( ) queria vendê-los quando chegasse à velhice.
B ( ) costumava julgar as pessoas pelos carros que possuíam.
C ( ) queria desfrutar deles sem se preocupar com o futuro.
D ( ) acreditava que as posses aumentariam a sua autoestima e felicidade.
E ( ) desejava impressionar a mulher que amava por meio de suas posses.
Questão 5
Todas as frases abaixo usam a forma comparativa do adjetivo, EXCETO:
A ( ) The rent is cheaper, (linha 3)
B ( ) …you reduce your possessions to the least possible. (linha 9)
C ( ) …the more we have, the happier we will be. (linha 13)
D ( ) I feel more content now than I ever did in the past. (linha 19)
E ( ) But by having fewer things around, (linha 36)
Questão 1 - (IME/2019)
PARA AS QUESTÕES de 1 a 10, RESPONDA DE ACORDO COM O TEXTO A SEGUIR.
CORPORATE CONTROL AND GLOBAL GOVERNANCE OF MARINE GENETIC RESOURCES
INTRODUCTION
The prospect of the ocean generating a new era of “blue growth” is increasingly finding its
way into national and international policy documents around the world and has spurred a
rush to claim ocean space and resources. If economic activities in coastal and offshore areas
are to expand in an equitable and sustainable manner, in line with the Sustainable
Development Goals (SDGs), progress is needed toward addressing multiple and potentially
conflicting uses of ocean space within national jurisdictions, in addition to developing a
consistent and transparent legal framework for the vast areas beyond national jurisdiction
(ABNJ). These areas cover 64% of the world’s ocean and 47% of the Earth’s surface yet remain
poorly understood or described. Marine organisms have evolved to thrive in the extremes of
pressure, temperature, chemistry, and darkness found in the ocean, resulting in unique
adaptations that make them the object of commercial interest, particularly for biomedical
and industrial applications. By 2025, the global market for marine biotechnology is projected
to reach $6.4 billion, spanning a broad range of commercial purposes for the pharmaceutical,
biofuel, and chemical industries. One way to ensure exclusive access to these potential
economic benefits is through patents associated with “marine genetic resources” (MGRs).
Although the term MGRs has never been formally described, it suggests a subset of “genetic
resources”, which have been defined under the Convention on Biological Diversity (CBD) as
“genetic material of actual or potential value”.____________________. The adoption of the
Nagoya Protocol in 2010 represented an important step within the international policy arena
to define obligations associated with monetary and nonmonetary benefit sharing of genetic
resources and their products sourced from within national jurisdictions. No such mechanism
currently exists for ABNJ.
(...)
BLASIAK, R.; JOUFFRAY, JB.; WABNITZ, C.; SUNDSTROM, E. e OSTERBLOM, H. Adaptado de Corporate control and global governance
of marine genetic resources. In: Science Advances. Disponível em <[Link] content/4/6/[Link]>.
Acesso em: 07/08/2018.
a) Corporations intend to use patents associated with deep-sea marine genetic resources to
guarantee they are the only ones to profit.
b) Industries willing to use the genetic material of organisms which have adapted to deep
sea environment must follow the Nagoya Protocol no matter where they are exploring the
sea.
c) The international policy has already established the most profitable type of commercial
use for some specific genetic resources.
d) Equitable and sustainable development depend on laws defining the non-commercial use
of the genes from marine organisms.
e) Pharmaceutical, biofuel, and chemical industries are obliged to invest in a broad range of
the marine environment until 2025.
a) Ocean space and resources have had their ownership completely established.'
b) There is no legal doctrine regarding the uses of ocean space beyond national jurisdiction.
c) Although “blue growth” is not economically attractive, some organizations need to own
ocean space.
d) A good deal of knowledge has already been gathered about ocean space beyond national
jurisdiction.
e) Corporate institutions have studied more than half of our planet's surface. (A) Ocean
space and resources have had their ownership completely established.
Questão 06 – IME/2013:
08 – Questão EAM/2019
09 – Questão EEAR
10 – Questão ESPCEX
11 - Questão EFOMM
Gabarito
AFA
01. B 02. B
05. A 06. D
07. C 08. B
09. B 10. D
ITA
1. B 2. C
3. B 4. D
5. B
IME
1. A 2. B
3. B 4. D
5. E 6. ESCRITA
OUTRAS QUESTÕES:
7. B 8. B
9. B 10. C
11. D
TEXT Howard Gardner: ‘Multiple intelligences’ are not ‘learning styles’ by Valerie Strauss
The fields of psychology and education were revolutionized 30 years ago when we now
worldrenowned psychologist Howard Gardner published his 1983 book Frames of Mind: The
Theory of Multiple Intelligences, which detailed a new model of human intelligence that
went beyond the traditional view that there was a single kind that could be measured by
standardized tests.
Gardner’s theory initially listed seven intelligences which work together: linguistic, logical-
mathematical, musical, bodily-kinesthetic, interpersonal and intrapersonal; he later added
an eighth, naturalist intelligence and says there may be a few more. The theory became
highly popular with K-12¹ educators around the world seeking ways to reach students who
did not respond to traditional approaches, but over time, ‘multiple intelligences’ somehow
became synonymous with the concept of ‘learning styles’. In this important post, Gardner
explains why the former is not the latter.
It’s been 30 years since I developed the notion of ‘multiple intelligences’. I have been
gratified by the interest shown in this idea and the ways it’s been used in schools, museums,
and business around the world. But one unanticipated consequence has driven me to
distraction and that’s the tendency of many people, including persons whom I cherish, to
credit me with the notion of ‘learning styles’ or to collapse ‘multiple intelligences’ with
‘learning styles’. It’s high time to relieve my pain and to set the record straight.
First a word about ‘MI theory’. On the basis of research in several disciplines, including the
study of how human capacities are represented in the brain, I developed the idea that each
of us has a number of relatively independent mental faculties, which can be termed our
‘multiple intelligences’. The basic idea is simplicity itself. A belief in a single intelligence
assumes that we have one central, all-purpose computer, and it determines how well we
perform in every sector of life. In contrast, a belief in multiple intelligences assumes that
human beings have 7 to 10 distinct intelligences.
Even before I spoke and wrote about ‘MI’, the term ‘learning styles’ was being bandied about
in educational circles. The idea, reasonable enough on the surface, is that all children (indeed
all of us) have distinctive minds and personalities. Accordingly, it makes sense to find out
about learners and to teach and nurture them in ways that are appropriate, that they value,
and above all, are effective.
Two problems: first, the notion of ‘learning styles’ is itself not coherent. Those who use this
term do not define the criteria for a style, nor where styles come from, how they are
recognized/ assessed/ exploited. Say that Johnny is said to have a learning style that is
‘impulsive’. Does that mean that Johnny is ‘impulsive’ about everything? How do we know
this? What does this imply about teaching? Should we teach ‘impulsively’, or should we
compensate by ‘teaching reflectively’? What of learning style is ‘right-brained’ or visual or
tactile? Same issues apply.
Problem #2: when researchers have tried to identify learning styles, teach consistently with
those styles, and examine outcomes, there is not persuasive evidence that the learning style
analysis produces more effective outcomes than a ‘one size fits all approach’. Of course, the
learning style analysis might have been inadequate. Or even if it is on the mark, the fact that
one intervention did not work does not mean that the concept of learning styles is fatally
imperfect; another intervention might have proved effective. Absence of evidence does not
prove non-existence of a phenomenon; it signals to educational researchers: ‘back to the
drawing boards’.
Here’s my considered judgment about the best way to analyze this lexical terrain:
Intelligence: We all have the multiple intelligences. But we signed out, as a strong
intelligence, an area where the person has considerable computational power. Style or
learning style: A hypothesis of how an individual approaches the range of materials. If an
individual has a ‘reflective style’, he/she is hypothesized to be reflective about the full range
of materials. We cannot assume that reflectiveness in writing necessarily signals
reflectiveness in one’s interaction with the others.
Senses: Sometimes people speak about a ‘visual’ learner or an ‘auditory’ learner. The
implication is that some people learn through their eyes, others through their ears. This
notion is incoherent. Both spatial information and reading occur with the eyes, but they
make use of entirely different cognitive faculties. What matters is the power of the mental
computer, the intelligence that acts upon that sensory information once picked up.
These distinctions are consequential. If people want to talk about ‘an impulsive style’ or a
‘visual learner’, that’s their prerogative. But they should recognize that these labels may be
unhelpful, at best, and ill-conceived at worst.
In contrast, there is strong evidence that human beings have a range of intelligences and
that strength (or weakness) in one intelligence does not predict strength (or weakness) in
any other intelligences. All of us exhibit jagged profiles of intelligences. There are common
sense ways of assessing our own intelligences, and even if it seems appropriate, we can take
a more formal test battery. And then, as teachers, parents, or selfassessors, we can decide
how best to make use of this information.
Na letra A, há um erro ao afirmar que o texto tem como objetivo (o verbo aims indica
objetivo) destacar (highlight) diferentes barreiras mentais relacionadas ao aprendizado
(aims at highlighting distinctive mind barriers related to learning.) Na realidade, o texto foca
no trabalho de Howard Gardner.
A letra B representa exatamente a ideia do texto: provides the reader with a bird’s-eye-
view of Gardner’s landmark publication. Ele fornece (provides) ao leitor uma visão geral
da publicação de Gardner. Alternativa correta.
A alternativa C erra ao dizer que o texto desenvolve implicações mentais e psicológicas:
develops a considerable set of psychological and mental implications. Na verdade, o texto
trata da diferença entre múltiplas inteligências (multiple intelligences) e estilos de
aprendizado (learning styles).
A alternativa D está incorreta porque diz que há preocupações (concerns) pelo fato de serem
necessários 30 anos para medir a inteligência de alguém: concerns about spending 30 years
to measure people’s intelligence. Na realidade, o trabalho de Gardner foi publicado
aproximadamente 30 anos atrás. Portanto, o texto relaciona “30 anos” com a publicação do
trabalho de Gardner, e não com o tempo de mensuração da inteligência.
OBS.: note que os verbos são utilizados no presente e que todas as alternativas se iniciam
com verbos acrescidos de “S”, pois o sujeito text pode ser substituído pelo termo it,
pronome que estudaremos adiante, numa outra aula para aprimorar esses conceitos
também. Sabemos que os verbos cujos sujeitos sejam HE/SHE/IT são acrescidos de “S” no
tempo verbal simple present, conforme a teoria estudada nessa aula.
02 (AFA/2017) - In the sentence “there was a single kind that could be measured by
standardized tests”, it is possible to find an option to substitute the pronoun accordingly in
a) when.
b) which
c) how.
d) whom.
03 (AFA/2017) - In the fragment “why the former is not the latter”, the highlighted words
refer to
a) multiple intelligences / learning style.
b) over time / theory.
c) ways to reach students / traditional approaches.
d) traditional approaches / K-12 educators.
É importante entender que former e latter são palavras usadas para designar “anterior” e
“posterior”, respectivamente. Portanto, o trecho significa: o porquê de o anterior não ser o
posterior. Nesse caso, former e latter se referem a expressões anteriormente citadas no
texto. Former retoma “multiple intelligences” enquanto latter retoma “learning style”.
“multiple intelligences” é citado anteriormente no texto em relação a “learning style”. Isso
permite compreender de forma clara porque former se refere a “multiple intelligences” e
latter se refere a “learning styles”.
A alternativa A está correta. Ela está completamente de acordo com a explicação dada
acima.
A alternativa B está incorreta. Former e latter são palavras utilizadas para retomar palavras
anteriormente citadas. Mas essas palavras são, normalmente, substantivos. Portanto, over
time não poderia ser retomado por former nem por latter.
As alternativas C e D são incorretas. Pode-se entender porque essas alternativas estão
incorretas analisando a explicação acima, na qual expliquei como os termos former e latter.
05 (AFA/2017) - In the sentence “it’s been 30 years since I developed the notion of ‘multiple
intelligences’”, the contraction refers to
a) It has.
b) It been.
c) It is.
d) It was.
06 (AFA/2017) - Mark the option which shows the appropriate question tag for the sentence
“one unanticipated consequence has driven me to distraction”.
Hasn’t driven it?
Not has it?
Has it?
Hasn’t it?
É importante entender que as “question tags” tem uma estrutura específica. Elas servem
para o interlocutor pedir uma confirmação da ideia apresentada. Essa confirmação precisa
ser dada utilizando a mesma estrutura apresentada na afirmação.
Ex.: you are a doctor, aren’t you? (você é um médico, não é?)
A alternativa A está incorreta. O verbo principal “driven” não deveria estar dentro da
estrutura da “question tag”.
A alternativa B está incorreta. A palavra “not” não pode aparecer antes de “has” na estrutura
de uma pergunta. Isso torna a estrutura incorreta.
A alternativa C está incorreta. A “question tag” deve aparecer sempre negando a afirmação.
Se a frase é afirmativa, a “question tag” deve vir na negativa. Já quando a frase é negativa,
a “question tag” deve vir na afirmativa.
A alternativa D está correta. “Hasn’t it” é a “question tag” correta para acompanhar a frase
do enunciado. Podemos substituir o sujeito da oração “one unanticipated consequence”
por “it” e, então, teríamos a frase: It has driven me to distraction. A “question tag”
apropriada para esta frase seria: It has driven me to distraction, hasn’t it?.
07 (AFA/2017) - Mark the option that shows synonyms for the underlined expressions in
“it’s high time to relieve my pain and to set the record straight”.
a) An important brake / to register.
b) An ordinary condition / to show the discussion.
c) A belated explanation / to make myself clearly understood.
d) An unusual hour / to comprehend an argument.
A alternativa A está incorreta. O trecho não fala freio(brake) em momento algum. Nesse
caso, “record” não tem a ver com “register”(registrar), e sim com esclarecer, porque
“record” não tem significado isolado na frase. A significação vem de toda a expressão
sublinhada.
A alternativa B está incorreta. “high time” não significa condição extraordinária, mas sim
uma ideia oposta a isso. Na segunda parte, a ideia não é mostrar(show) a discussão, mas sim
esclarecer ideias.
A alternativa C está correta. “Belated” é uma palavra que é utilizada para dizer que algo
já passou da hora de ser feito. Isso confere o mesmo significado dado à expressão “high
time”. Na segunda parte, fazer-se entender de forma clara é exatamente a ideia da
expressão “to set the record straight”.
A alternativa D está incorreta. “Uma hora incomum” não define bem a expressão “high time”
e, por isso, não pode ser considerada sinônima desta. Na segunda parte, temos uma
definição parecida, mas ainda diferente. Compreender um argumento é diferente de se
fazer compreendido.
08 (AFA/2017) - Choose the best option to change the sentence “human capacities are
represented in the brain” (4th paragraph) , into the active form.
The brain _______________ human capacities.
a) has represented
b) represents
c) has been represented
d) representing
O enunciado pede que transformemos uma frase da voz passiva para a voz ativa. A frase no
enunciado diz: As capacidades humanas são representadas no cérebro. Devemos, então,
dizer: O cérebro representa as capacidades humanas.
A alternativa A está incorreta. “Has represented” daria a ideia de “tem representado”, e
não de “representa”. O problema está, portanto, no tempo verbal empregado.
A alternativa B está correta. “Represents” dá a ideia de “representa”, que é exatamente o
tempo verbal adequado para transformar esta frase na voz ativa. O “S” adicionado ao final
do verbo é necessário, pois trata-se de um verbo conjugado na terceira pessoa do singular
(IT) do “Simple Present”.
A alternativa C está incorreta. “Has been represented” tem a ideia de “tem sido
representado”, e não de “representa”. O erro está no tempo verbal empregado.
A alternativa D está incorreta. “Representing” tem a ideia de “representando”, e não de
“representa”. O tempo verbal é inadequado.
A alternativa A está incorreta. O texto diz que o conceito de inteligência múltipla diz que
humanos tem de 7 a 10 inteligências distintas, não o conceito de inteligência única.
A alternativa B está correta. É exatamente isso que diz o texto, o cérebro não funciona
como um único computador que comanda todas as nossas aptidões e habilidades, mas sim
como vários deles relativamente autônomos comandando as diferentes habilidades que
possuímos.
A alternativa C está incorreta. Não há um computador único que comanda todas as
inteligências. De acordo com o parágrafo, essas inteligências são distintas e relativamente
independentes.
A alternativa D está incorreta. A alternativa define o conceito de múltiplas inteligências mas
atribui essa definição ao conceito de inteligência única. Este é, portanto, o equívoco da
alternativa.
10 (AFA/2017) - Mark the alternative in which the problems described in paragraphs 6 and
7 are correctly summarized.
a) The idea of teaching distinct leaning styles and their consistence were questionable
concepts when researches started.
b) Educational researchers have found that an impulsive learning style causes problems in
its outcomes.
c) There are proofs that different learning styles exist and produce positive results.
d) The notion of learning styles and the outcomes observed when teaching based on them
need further studies.
(2019/ITA) - Questão 1
Comentários:
Para responder essa questão assim como todas que apresentam imagens, deve-se “ler” a
imagem antes do que está escrito nos balões. Veja como o rosto dos personagens muda
Em uma análise superficial, nos primeiros balões, é possível ver que o “chefe”, como é
chamado nas alternativas, estava nervoso, chamando a atenção do outro homem, que mal
entende do que se trata. No terceiro quadrinho, o “chefe” já se mostra surpreso e
compreendendo a possível justificativa do outro homem.
No último quadrinho, o “chefe” está satisfeito com alguma coisa e joga fora o livro que tem
na mão, intitulado código de ética, palavra cognata, similar ao significado em Português.
Conseguiu perceber esses “passos” para começar a solucionar a questão? No final do
material, como você já sabe, há a tradução da tirinha para aprimoramento de vocabulário,
apesar de que você não precisa traduzir para encontrar a solução. Vamos ver?
A alternativa A afirma que o chefe está criticando um jornal “concorrente”, quando ele está
discutindo sobre seu próprio jornal. Não há indícios de nada que remeta à palavra
concorrente nem a citação de outro jornal.
Na alternativa B, o funcionário justifica que, as matérias que ele usa no jornal, ainda que
fora do código de conduta, são as mais bem aceitas. É possível saber isso pela presença dos
termos “likes” e maior número de “clicks”. Portanto, é a alternativa correta de acordo com
os quadrinhos. Vejamos o que torna as outras alternativas erradas de acordo com a tirinha.
Na letra D, afirma-se que o funcionário concorda em usar o código de conduta e isso não é
verdade, já que no último quadrinho, o “chefe” acaba jogando fora o código de conduta.
Na alternativa E, alega-se que seguir princípios éticos causa prejuízo e isso não condiz com
a tirinha. Nada nos balões remetem ao termo prejuízo e, o assunto sobre “não usar” o código
interessou ao “chefe”, que , joga fora o código.
Questão 2.
No contexto da tirinha acima, todas as palavras pertencem à mesma classe gramatical,
EXCETO:
A ( ) lies
B ( ) testing
C ( ) shows
D ( ) clicks
E ( ) likes
Comentários:
Na letra B, a palavra testing = teste e não “testando” no gerúndio porque não tem a
estrutura de gerúndio com verbo to be, que estudaremos na aula de verbos. É outro
substantivo.
A letra E aponta a palavra “likes” = “curtidas”, outro substantivo, fácil de ser identificado
pois algumas pessoas dizem “like” ao invés de “curtidas” para demonstrar que gostaram de
algo, um post, uma foto nas redes sociais etc.
Questão 3
De acordo com o texto, Fumio:
A ( ) já foi casado, mas está solteiro no momento.
B ( ) morou em Nakameguro por 10 anos.
C ( ) mudou-se de Tóquio recentemente.
D ( ) é editor em uma agência de publicidade.
E ( ) mudou-se porque precisava quitar dívidas.
Comentários:
Na letra A, diz que Fumio já foi casado. A palavra “never” na linha 1 mostra que ele nunca se
casou. A alternativa correta é a letra B, pois, no texto, encontramos, com facilidade, a frase
em que se afirma que Fumio morou em Nakameguro por 10 anos – “...where I lived for a
decade.”
Na letra B, dizendo que Fumio morou em Nakameguro por 10 anos é a alternativa certa, já
que essa informação pode ser encontrada no texto, linhas 2 e 3:“I recently moved from the
Nakameguro neighbourhood, where I lived for a decade.”
Na letra C, diz que Fumio se ele se mudou para Tóquio recentemente, mas na verdade,
percebe-se na linha 2, que ele se mudou de Tóquio para Fudamae: “...from a neighbourhood
in Tokio ... to Fudamae...”.
A letra D, diz que ele é editor em uma agência de publicidade, mas, na linha 2, a palavra
“publishing” é publicar e não publicidade. O falso cognato aqui atrapalhou quem se
confundiu e marcou essa alternativa enquanto ajudou quem sabe que publish é publicar e
não significa publicidade.
Na letra E, diz que ele se mudou para quitar dívidas, mas, “ele disse tchau às coisas materiais
e decidiu viver com poucas coisas e ser mais feliz”, como podemos ver na linha 18: “So, I said
goodbye to a lot of things”
Questão 4
Antes da mudança, Fumio acumulava bens materiais porque:
A ( ) queria vendê-los quando chegasse à velhice.
B ( ) costumava julgar as pessoas pelos carros que possuíam.
C ( ) queria desfrutar deles sem se preocupar com o futuro.
D ( ) acreditava que as posses aumentariam a sua autoestima e felicidade.
E ( ) desejava impressionar a mulher que amava por meio de suas posses.
Comentários:
Você já sabe que a tradução do texto está no fim do material, mas, com as técnicas, após
sua leitura em busca de palavras facilitadoras, vamos analisar as possíveis respostas:
A letra A, diz que Fumio queria vender seus bens quando chegasse à velhice, mas ele não
queria vender. Só os possuía e desistiu e vendeu tudo: “I honestly don’t care about things
(...) anymore” linhas 6 e 7.
Na letra B, diz que Fumio costumava julgar as pessoas pelos carros que possuíam e não há
essa informação no texto.
A letra C, diz que Fumio queria desfrutar de seus bens sem se preocupar com o futuro, mas
ele não afirmar isso em nenhum momento do texto.
A alternativa correta é a letra D, pois, no texto fica claro que ele acreditava que as posses
aumentariam a sua autoestima e felicidade.
Na letra E, diz que Fumio desejava impressionar a mulher que amava por meio de suas
posses, mas ele não diz isso no texto.
Questão 5
Todas as frases abaixo usam a forma comparativa do adjetivo, EXCETO:
A ( ) The rent is cheaper, (linha 3)
B ( ) …you reduce your possessions to the least possible. (linha 9)
C ( ) …the more we have, the happier we will be. (linha 13)
D ( ) I feel more content now than I ever did in the past. (linha 19)
E ( ) But by having fewer things around, (linha 36)
Comentários:
A aula preparada exclusivamente sobre adjetivos vai ensinar você todas as formas de se
comparar em Inglês. Vejamos as alternativas com meu auxílio nesse momento:
A letra A, “cheaper” é comparativo de “cheap” através da adição do -er no fim do adjetivo
por ser um adjetivo curto, de até 5 letras.
A alternativa correta é a letra B, pois não há estrutura de comparação na frase, que também
aprenderemos no decorrer do curso.
Na letra C, “happier” é comparativo de “happy” através da adição do -er no fim do adjetivo
por ser um adjetivo curto, de até 5 letras.
A letra D, “more content” é comparativo de “content” através da adição de “more” antes do
adjetivo, já que é adjetivo longo, com mais de 6 letras.
Questões IME
These areas cover 64% of the world’s ocean and 47% of the Earth’s surface yet remain poorly
understood or described. Marine organisms have evolved to thrive in the extremes of pressure,
temperature, chemistry, and darkness found in the ocean, resulting in unique adaptations that
make them the object of commercial interest, particularly for biomedical and industrial
applications. By 2025, the global market for marine biotechnology is projected to reach $6.4
billion, spanning a broad range of commercial purposes for the pharmaceutical, biofuel, and
chemical industries. One way to ensure exclusive access to these potential economic benefits is
through patents associated with “marine genetic resources” (MGRs).
Although the term MGRs has never been formally described, it suggests a subset of “genetic
resources”, which have been defined under the Convention on Biological Diversity (CBD) as
“genetic material of actual or potential value”.____________________. The adoption of the
Nagoya Protocol in 2010 represented an important step within the international policy arena to
define obligations associated with monetary and nonmonetary benefit sharing of genetic
resources and their products sourced from within national jurisdictions. No such mechanism
currently exists for ABNJ.
(...)
BLASIAK, R.; JOUFFRAY, JB.; WABNITZ, C.; SUNDSTROM, E. e OSTERBLOM, H. Adaptado de Corporate control and global governance
of marine genetic resources. In: Science Advances. Disponível em <[Link] content/4/6/[Link]>.
Acesso em: 07/08/2018.
Comentários:
Na letra “A”, “Corporations intend to use patents associated with deep-sea marine genetic
resources to guarantee they are the only ones to profit”, se você souber a palavra “profit”,
lucro em Português, percebemos que o termo “lucro” aparece no texto no momento que se
fala de recursos genéticos marinhos – “deep-sea marine genetics”, de que trata a alternativa
“A”. Encontramos o que procuramos – a alternativa certa. Mas, para nos certificar, vamos
analisar as outras.
Na letra “B”, “Industries willing to use the genetic material of organisms which have adapted
to deep sea environment must follow the Nagoya Protocol no matter where they are
exploring the sea”, mesmo que você não soubesse a tradução inteira da frase (e não precisa
saber mesmo) o termo “no matter where”, que é “não importa onde”, é perigoso.
Geralmente, quando se diz “não importa onde, não importa quando, não importa como”,
precisamos detectar se essas palavras estão realmente no texto, senão é alternativa falsa. É
uma afirmação muito melindrosa, suscetível ao erro. E aqui, falsa.
Na letra “C”, “The international policy has already established the most profitable type of
commercial use for some specific genetic resources”, a palavra “already” (já em Inglês)
também é outro exemplo de palavra que, se não estiver presente no texto ou evidências de
que já foi feito algo, a alternativa é falsa. E não há no texto, parte que comprove que já foi
feito algo. É falsa.
A alternativa “D”, “Equitable and sustainable development depend on laws defining the non-
commercial use of the genes from marine organisms”, o verbo depender é cognato e, afirma
que o desenvolvimento sustentável depende de leis – “sustainable development depend on
laws..” e, no texto, diz que precisam de avanços na lei e não que dependem de leis –
“…progress is needed toward (...) uses of ocean space within national jurisdictions…”.
Alternativa incorreta.
A alternativa “E” aponta que “Pharmaceutical, biofuel, and chemical industries are obliged
to invest in a broad range of the marine environment until 2025”, se você pensasse que
significa “são obrigadas”, seria falsa porque não são obrigadas e sim, se fala em precisa-se,
com o termo “in need”. E, além disso, “are obliged” pode também significar “são
agradecidas” ao invés de obrigadas, porque pode ser um falso cognato, dependendo da
frase. Aqui, iria reforçar que a frase está falsa.
Comentários:
Através da leitura da lista de falsos cognatos, nessa aula apresentada, você saberia que
policy é um falso cognato, que significa ideais políticos e não polícia, que seria police.
Na letra A, as palavras ocean e documents são cognatas, mas policy não. Falsa.
Na letra B, as palavras ocean e national são cognatas, mas policy não. Falsa.
Na letra C, as palavras prospect e documents são cognatas, mas policy não. Falsa.
A letra D, as palavras ocean, economic e documents são cognatas. Alternativa correta.
A letra E, as palavras progress e documents são cognatas, mas policy não. Falsa.
Comentários:
A palavra poor é fácil, significa pobre. Na aula de advérbios, há a explicação do uso da
terminação -ly para a maior parte desses advérbios – poorly unsderstood quer dizer mal-
entendido, mal compreendido.
A palavra pobre não tem relação com dinheiro na frase em questão. Então, vejamos as
alternativas abaixo, qual pode substituir (replace) a expressão poorly unsderstood.
Na letra A, B, C e D, todas envolvem dinheiro (money) nos termos sugeridos a mudar. A única
alternativa, que não liga a odeia de poorly com nada monetário, é a letra E, que, inclusive,
é a alternativa correta. Mas vejamos uma a uma para te ajudar a analisar a resposta.
Na letra A, understanding with no money é entendimento sem dinheiro.
Na letra B, got it with lack of money é conseguir com falta de dinheiro.
Na letra C, no money is required é dinheiro não é exigido.
A letra D, no money, no understanding é sem dinheiro, sem entendimento.
A letra E, difficultly understood é dificilmente entendido, ou seja, mal compreendido, a
resposta correta.
Questão 6 – IME/2013:
As provas do IME exigem a escrita de parágrafos em Inglês, dos quais temos que praticar,
para que seu vocabulário aumente e você possa desenvolver ideias para alcançar o número
de palavras solicitadas.
Você pode, por exemplo, usar palavras da própria pergunta para iniciar seu parágrafo, como
no tema 1, na pergunta “Do you agree that studying can be stressful?”, e você escreve:
“I agree that studying can be stressful because…” para outras ideias surgirem.
Nesse momento, o certo é buscar palavras cognatas para que você se sinta mais confiante,
tais como difficult, routine, problems, patience, dedication etc, como esse exemplo de
parágrafo:
I agree that studying can be stressful because it is very difficult to have a routine where you
study very much. You have to forget problems and dedicate.
Perceba que a repetição da pergunta ajudou você e, faça a contagem de palavras, para
que não ultrapasse o limite permitido, como acima, máximo 30 – usamos 29.
Nas últimas provas, o IME exigiu de 30 a 50 palavras, e poderíamos acrescentar essa
frase ao parágrafo acima, veja: “When you study with attention, you probably get good
results in the future”, usando outros cognatos e atingindo, agora, 43 palavras, contando o
parágrafo exemplo e o acréscimo que fiz. Continue treinando e faremos muitos outros
exercícios nas próximas aulas.
Comentários:
Um advogado [...] eu trabalhei me disse que ele ficou impressionado porque eu não tinha
medo [...] nada. Eu não fazia ideia [...] ele estava falando. Eu tenho medo [...] tudo”.
Na letra A, a partir de “to” já sabemos que a alternativa é incorreta, pois “Eu não fazia ideia
para o que ele estava falando” não corresponde ao sentido correto do contexto, e sim “Eu
não fazia ideia do que ele estava falando” – ou seja, aqui o termo correto seria “about”
(sobre ou de). É possível fazer essa distinção observando “o que” (what), que determina o
uso de about, já que ele fala sobre ou de algo.
Na letra B, a partir de “at” já sabemos que a alternativa é incorreta, pois “Um advogado com
quem eu trabalhei” é o correto, e não “Um advogado em que eu trabalhei”. É possível fazer
essa distinção observando “advogado” – uma pessoa e não um local de trabalho.
Na letra C, todos os termos estão corretos. “Um advogado com quem eu trabalhei me disse
que ele ficou impressionado porque eu não tinha medo de nada. Eu não fazia ideia do/sobre
o que ele estava falando. Eu tenho medo de tudo”. Alternativa correta.
Na letra D, assim como na alternativa B, a partir de “at” já sabemos que a alternativa é
incorreta.
Na letra E, a partir de “for” já sabemos que a alternativa é incorreta, pois “porque eu não
tinha medo para nada” não corresponde ao sentido correto do contexto, e sim “porque eu
não tinha medo de nada” – ou seja, aqui o termo correto seria “of” (de).
08 – Questão EAM/2019
Comentários:
O texto se refere ao Loch Ness, ou Lago Ness. No primeiro parágrafo, o autor afirma “Loch
Ness é um lago”, e adiante “As pessoas dizem que há um monstro nele, chamado Nessie”.
Na letra A, Inverness é incorreto. Inverness é o local próximo onde se encontra o lago, e até
mesmo a figura do texto nos ajuda a ver que o trecho só pode se referir ao próprio lago.
Alternativa incorreta.
Na letra B, “o lago” está correto. O autor fala do lago Ness antes de dizer que as pessoas
dizem que nele (in it) há um monstro. Alternativa correta.
Na letra C, “Nessie” é incorreto. “As pessoas dizem que há um monstro nele, chamado
Nessie” – Nessie é o nome do suposto monstro, portanto o pronome não poderia se referir
a ele. Alternativa incorreta.
Na letra D, “as pessoas” é incorreto. “As pessoas dizem que há um monstro nele, chamado
Nessie” – o pronome não pode se referir a “as pessoas”, pois isso não estabelece um sentido
correto ao contexto. Alternativa incorreta.
Na letra E, “o monstro” é incorreto. “As pessoas dizem que há um monstro nele, chamado
Nessie” – “o monstro” já é citado, não há como o pronome se referir a ele. Alternativa
incorreta.
09 – Questão EEAR
Comentários:
Na letra A, “goose” (ganso) e “woman” (mulher) estão no singular. Alternativa incorreta.
Na letra B, todas as palavras estão na forma plural irregular. Mouse – Mice; Child – Children;
Goose – Geese; Woman – Women. Alternativa correta.
Na letra C, “mouses” é a forma plural incorreta – o correto é “mice” (ratos); “kids” (crianças)
está no plural, mas não é a forma plural irregular (kid – kids); “goose” (ganso) está no
singular. Alternativa incorreta.
Na letra D, “child” (criança) e “woman” (mulher) não estão na forma plural. Alternativa
incorreta.
10 – Questão ESPCEX
Comentários:
Na letra B, “beco sem saída” é incorreto, pois não corresponde ao mesmo sentido de grace
period (prazo de tolerância). Alternativa incorreta.
Na letra C, “tempo extra” está correto, pois serve como um sinônimo para grace period
(prazo de tolerância). Alternativa correta.
Na letra D, “alvo” é incorreto, pois não corresponde ao mesmo sentido de grace period
(prazo de tolerância). Alternativa incorreta.
11 - Questão EFOMM
Comentários:
“Ela foi acometida [...] uma asma severa”.
Na letra A, “a” é incorreto. O termo não corresponde à regência do verbo. Alternativa
incorreta.
Na letra B, “por” é incorreto. Apesar de fazer sentido na tradução, o termo não corresponde
à regência do verbo. Alternativa incorreta.
Na letra C, “de” é incorreto. O termo não corresponde à regência do verbo. Alternativa
incorreta.
Na letra D, “com” está correto. “Ela foi acometida com uma asma severa”. Alternativa
correta.
Na letra E, “em” é incorreto. O termo não corresponde à regência do verbo. Alternativa
incorreta.
Considerações finais
Parabéns pela nossa primeira aula concluída, um passo a mais até a sua aprovação! Eu sei que a
prova exige que você saiba muitas estruturas, vocábulos e interpretação de textos em Inglês. Mas, dia
após dia, você vai se acostumando com o ritmo das aulas, que preparei de maneira equilibrada para cada
conteúdo a ser estudado.
E, adaptando-se às aulas dinâmicas aqui apresentadas, você ficará cada vez mais confiante e
seguro dos seus resultados. Vai dar certo e levará à sua aprovação!
Outro detalhe importante para seu sucesso nos estudos, é fazer listas de vocabulário das palavras
que você achou difíceis a cada aula, em cada exercício ou lista, a fim de reescrevê-las e então, recordá-las
nos momentos de pausa entre as aulas.
Minha sugestão é que você faça a leitura dessas palavras consideradas “novas” para vê-las
novamente. Isso te ajudará nas questões em que esses vocábulos reaparecem. Acontece muito com a
classe dos verbos, por exemplo.
A cada lista de exercício resolvida ou mesmo a cada exercício que você faça, perceberá como fica
mais fácil identificar um verbo já visto no tempo passado ou particípio. É sua conquista de etapas e que
tornará você, um candidato mais bem preparado e confiante para realizar uma excelente prova.
É importante lembrar também do nosso Fórum de dúvidas, exclusivo do Estratégia Militares.
Será minha forma de responder, no prazo máximo de 48 horas, o que mais você precise saber para
que os conteúdos fiquem ainda mais claros em seus estudos, certo?
Referências bibliográficas
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Leitura e compreensão de textos. Salvador, Ba UFBA, 1995, p. 64.
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2019. Consultado em 03/04/2019 às 22:09. Disponível na Internet em
[Link]
Traduções
ADEUS COISAS, OLÁ MINIMALISMO: PODE VIVER COM MENOS TORNÁ-LO MAIS FELIZ?
Fumio Sasaki possui um colchão dobrável, três camisas e quatro pares de meias. Depois de decidir a
desprezo posses, ele começou a se sentir mais feliz. Ele explica o porquê.
Deixe-me falar um pouco sobre mim. Tenho 35 anos, homem, solteiro, nunca fui casado. Eu trabalho
como editor de uma editora. Recentemente me mudei do bairro de Nakameguro, em Tóquio, onde vivi
por uma década, para um bairro chamado Fudomae em uma parte diferente da cidade. O aluguel é mais
barato, mas o movimento praticamente limpou minhas economias. Alguns de vocês podem pensar que
eu sou um perdedor: um adulto solteiro com pouco dinheiro. O velho eu teria sido muito envergonhado
para admitir tudo isso. Eu estava cheio de orgulho inútil. Mas eu honestamente não me importo com
coisas assim mais. A razão é muito simples: Estou perfeitamente feliz assim como eu sou. O motivo? Eu
me livrei da maioria dos meus bens materiais. Minimalismo é um estilo de vida em que você reduzir suas
posses ao menos possível. Viver com apenas os fundamentos nua não só forneceu benefícios superficiais,
como o prazer de uma sala arrumada ou a simples facilidade de limpeza, ele também levou a uma
mudança mais fundamental. Me deu uma chance de pensar no que realmente significa ser feliz.
Pensamos que quanto mais tivermos, mais felizes seremos. Nunca sabemos o que o amanhã pode trazer,
por isso recolhemos e salvamos o máximo que pudermos. Isso significa que precisamos de muito
dinheiro, então gradualmente começamos a julgar as pessoas por quanto dinheiro eles têm. Você se
convence de que precisa ganhar muito dinheiro para não perder o sucesso. E para você ganhar dinheiro,
você precisa de todos os outros para gastar o seu dinheiro. E assim vai. Então eu disse adeus a um monte
de coisas, muitas das quais eu tinha por anos. E ainda agora eu vivo cada dia com um espírito mais feliz.
Eu sinto mais conteúdo agora do que eu já fiz no passado. Nem sempre fui minimalista. Eu costumava
comprar um monte de coisas, acreditando que todos esses bens aumentariam a minha autoestima e
levar a uma vida mais feliz. Eu adorava colecionar um monte de coisas inúteis, e eu não podia jogar nada
fora. Eu era um colecionador natural de quinquilharias que eu pensei que me fez uma pessoa
interessante. Ao mesmo tempo, porém, eu estava sempre comparando-me com outras pessoas que
tinham mais ou melhores coisas, o que muitas vezes me fez infeliz. Eu não conseguia me concentrar em
nada, e eu estava sempre perdendo tempo. O álcool era a minha fuga, e eu não tratava as mulheres de
forma justa. Eu não tentei mudar; Eu pensei que tudo isso era apenas parte de quem eu era, e eu merecia
ser infeliz. O meu apartamento não era horrivelmente confuso; Se minha namorada estava vindo para o
fim de semana, eu poderia fazer o suficiente arrumando para torná-lo parecer apresentável. Em um dia
usual, entretanto, havia uns livros empilhados em toda parte porque não havia bastante quarto em
minhas estantes. A maioria eu tinha manuseado através de uma ou duas vezes, pensando que eu iria lê-
los quando eu tinha tempo. O armário estava lotado com o que costumava ser a minha roupa favorita, a
maioria dos quais eu só usava algumas vezes. O quarto estava cheio de todas as coisas que eu tinha
tomado como passatempos e, em seguida, cansado de. Uma guitarra e um amplificador, cobertos com
poeira. Pastas de trabalho inglês conversacional eu planejava estudar uma vez que eu tinha mais tempo
livre. Mesmo uma câmera antiga fabulosa, que é claro que eu nunca tinha colocado um rolo de filme em.
Pode soar como se eu estou exagerando quando eu digo que eu comecei a se tornar uma nova pessoa.
Alguém me disse: "tudo que você fez é jogar fora as coisas", o que é verdade. Mas por ter menos coisas
ao redor, eu comecei a me sentir mais feliz a cada dia. Estou lentamente começando a entender o que é
felicidade. Se você é qualquer coisa como eu costumava ser-miserável, constantemente comparando-se
com os outros, ou apenas acreditando que sua vida é uma porcaria-eu acho que você deve tentar dizer
adeus a algumas de suas coisas. [...] Todos querem ser felizes. Mas tentar comprar a felicidade só nos faz
feliz por um tempo.
O efeito Dunning-Kruger
O efeito Dunning-Kruger é um tipo de viés cognitivo em que as pessoas acreditam que são
mais inteligentes e mais capazes do que realmente são. Essencialmente, pessoas com baixa
habilidade não possuem as habilidades necessárias para reconhecer sua própria
incompetência. A combinação de baixa autoconsciência e baixa capacidade cognitiva os leva
a superestimar suas próprias capacidades.
O termo empresta um nome científico e uma explicação para um problema que muitas
pessoas reconhecem imediatamente - que os tolos são cegos para sua própria tolice. Como
Charles Darwin escreveu em seu livro The Descent of Man, "A ignorância gera mais confiança
do que o conhecimento".
(Adaptado de [Link]
4160740)
The teaching strategy for grammar presented in the document aims to simplify understanding by contextualizing grammar rules and integrating them effectively into reading and comprehension exercises. Unlike typical perceptions that view grammar as a set of complicated and rigid rules, this approach focuses on practical applications and patterns, such as the placement of adjectives before nouns in English, to facilitate easier learning and improve comprehension skills .
The document differentiates 'multiple intelligences' from 'learning styles' by emphasizing that multiple intelligences represent distinct cognitive abilities that operate independently, whereas learning styles suggest personalized methods of processing information. One common misconception identified is the conflation of these two concepts, leading people to erroneously attribute the idea of learning styles to Gardner's theory. Gardner stresses that learning styles, often associated with the best way an individual learns (e.g., visual or kinesthetic preferences), should not be confused with the varied types of intelligence, which do not dictate how individuals learn best .
Misconceptions might arise from equating multiple intelligences with learning styles by mistakenly believing that addressing a specific learning style can improve an individual's weaker intelligence, which is not the case. The document clarifies this confusion by highlighting that multiple intelligences describe independent cognitive abilities rather than preferred ways of learning. Gardner elucidates that while everyone has unique cognitive profiles, these are separate from learning styles, which suggest how information might best be acquired by individuals .
Grammar plays a crucial role in reading comprehension and exam success as it underpins the structure and meaning of sentences in English. The document suggests grammar should be approached practically and contextually, rather than just theoretically. Understanding grammatical rules, like the correct order of adjectives and nouns, helps students interpret and answer questions accurately in exams. The recommended approach is to integrate grammar into reading practice, thereby enabling learners to see how rules apply in real texts and improving overall comprehension .
Understanding false cognates is essential in language learning because they can lead to misunderstandings and incorrect interpretations. Although these words look similar to words in the learner's native language, they differ significantly in meaning. Recognizing false cognates helps avoid mistakes and enhances comprehension during exams, thus improving the learner's ability to accurately respond to exam questions .
Howard Gardner's theory of multiple intelligences challenges the traditional notion of a single, standardized measurement of intelligence. By proposing that intelligence encompasses a variety of independent faculties, such as linguistic, logical-mathematical, and musical intelligences, his theory broadens the understanding of human capabilities. This is significant because it offers educators alternative approaches to cater to different learning needs and styles, promoting a more personalized educational experience. However, Gardner distinguishes his theory from the concept of learning styles, which he finds often mistakenly conflated .
The document suggests that students use the knowledge of multiple intelligences to tailor their learning experiences according to their strengths. By identifying which intelligences they possess more prominently, students can focus on strategies that align with these strengths, such as developing interpersonal interactions, incorporating musical patterns in study regimes, or applying logical reasoning to problem-solving. This tailored approach can enhance engagement and effectiveness in learning by leveraging students' natural abilities and preferences .
The main techniques discussed for effective reading in English are skimming and scanning. Skimming involves quickly reading through a text to grasp the main idea or general overview without focusing on details. It's useful for understanding the gist of a passage and connecting ideas to form a general sense, even with unknown words. Scanning, on the other hand, is a technique where the reader looks for specific information or keywords in the text, such as dates, names, or particular facts. It is used to locate precise information needed to answer specific questions in exams .
The skimming technique assists in dealing with unknown vocabulary by encouraging readers to infer meanings through context rather than focusing on unfamiliar words. This method allows readers to gain a sense of the overall topic and the connection between ideas, facilitating comprehension without needing to stop and understand every unknown term. By focusing on the general sense of the passage, skimming helps readers attribute provisional meanings to unknown words, aligning them with the general narrative .
Relying solely on scanning as a reading technique might lead readers to miss the broader context or main idea of a text, as this method focuses on locating specific information rather than understanding the passage as a whole. While scanning is effective for finding particular facts or details quickly, it can limit comprehension by not engaging with the text's overarching themes or implications. Therefore, it's important to balance scanning with comprehensive reading strategies like skimming to ensure a fuller understanding of the material .