11-O RESSEGURO
No åmoite de um livro que se reporta ao mar e à utilização pelo Homem de la
Ambiente, no relacionado com o transporte por essa via, a que os seguros dos
Interesses em risco estão associados, cabe, em sede separada, uma alusão, ainda
Que breve, so instituto do “Resseguro”.
Os Seguradores começaram por aceitar correr riscos dentro das suas possibilida-
Des de os conservarem inteiramenie por conta própria.
Mas, à medida que o comércio por mar se expande, a dificuldade de subscrever
Por conta própria exclusivamente val-se acentuando.
É óbvio que, iniciainente, quando a necessidade de procurar quem compartici-
Passe do risco subscrio suice, o “Pesseguro” teria uma base de contratacao isolada
E directa, com caracteristica aleatória, logo facultativa.
É no decurso do Seculo XIX, e com a revolução industrial, posterior à comercial,
Que o instituto do Rasseguro comie desenvolver, pela
De formas
Flexíveis de coberturas e a necessidade de criar especialização nos mercados do
Seguro, la que inicialmente, as organizações de seguros tanto praticavam o seguro
Directo como o Hosseguro.
Virao a surgir os contratos automaticos cobrndo de forma sistematica, os segu-
Os aceites por um Segurador num deientiinado ramo
Com o evoluir, surgem as Companhas profissionais, especializadas, dedicando-
-se, em exclusivo, ao Resseguro.
É curioso que o mercado ingies de esseguros viria só a desenvolver-se is no
Século XX. Sendo a primeira Resseguradora profissional inglesa a Mercantile and
General”
Muito cedo, nos primorcios da sua actividade, compreenderam os Ressegurado-
Res que quer a sua estabilidade, quer a sua expansão, só seriam possíveis se
Baseadas numa ampla repartição de riscos, espalhando-os por congéneres noutros
Mercados.
O Resseguro tem, nos nossos dias, a maior importància na economia mundial,
Como processo de estabilização das economias particulares de cada pais, pelos com
Tributos no suporte de prejuizos.
A definição legal de Resseguro, no que diz respeito Portugal, encontra-se no
Art. 430.º do Código Comercial Português, de Veiga Beirão, no qual se lè:
“O Segurador pode Ressegurar por outrem o objecto que segurou.
Ressegurar não é mais que assegurar por via de uma modalidade especifica de
Seguro uma responsabilidade sobre um risco que originariamente se tomou.
Não nos podemos alongar ein explanações de ordem técnica, pela vastidão cue
215
o assunto proporcionaria, pelo que — em tracos gerais – afloraremos algumas no-
coes e conceitos básicos sobre tipos de contratos e sua evolução.
Já vimos que, fundamentalmente, o objectivo do Resseguro é uma repartição de
responsabilidade
A Seguradora que procura quem com ela reparta a responsabilidade que assu-
miu, chama-se "cedente", tomando a posição de ressegurada".
parte da responsabilidade cedida, chama-se de "prioridade", "excedente",
"quota-parte", "fatia" (ou "tranche"), "excesso", consoante os tipos dos contratos
negociados entre a Cedente e o seu Ressegurador.
"Ressegurador", será, pois, a entidade que aceita à Cedente repartir com ela o
risco
Se esse Ressegurador, por sua vez, delibera fazer participar outrem no risco,
estaremos em presença de uma situação de "retrocessão".
O Ressegurador toma uma posição de retro-cedente, tomando o novo contrato o
nome de "retrocessão".
O valor que cada interveniente no esquema toma à sua responsabilidade efec-
tiva, chama-se de retenção", correspondendo em certo tipo de tratados ao que se
define como "pleno" (máximo que lhe é possível ou que decide reter) ou "linha"
(parte aliquota da responsabilidade total segura).
Verifica-se, pois, coder haver uma lata dispersão de risco por varios mercados,
não sendo inédito, poder voltar uma parte, por via do mecanismo da retrocessão, ao
Segurador inicial, se este aceitar resseguros.
Em principio, a responsabilidade é sempre repartida nas condições originais,
pode sê-lo em condições mais restritas, mas nunca em condições mais amplas,
Os Resseguradores podem, em principio, controlar as liquidações originalmente
feitas, ainda mesmo que, pelo tipo de contrato assinado, possam ter de seguir a sorte
da cedente
Porém, no caso dos Resseguros negociados individualmente, que se designam
por facultativos, pode haver, inclusivamente, uma cláusula que passa para o Resse-
gurador o controle das reclamações, cerceando, ou eliminando mesmo, a autonomia
da gestão do processo de sinistro.
Tal cláusula designa-se por claims cooperation clause".
Para uma classe de negócios com certa individualização de riscos e não
abrangendo, pois, a generalidade do negócio que possa aparecer à cedente, podem
negociar-se contratos específicos a que se dá o nome de "open-cover".
O tipo de tratados de Resseguro tem, historicamente, sofrido a evolução da
própria técnica do Resseguro e, igualmente, a evolução técnica e de implantação das
companhias Cedentes.
Os tratados de Resseguro dividem-se, hoje, fundamentalmente, em:
Nāc proporcionais
-Excesso de perdas
-Stop Loss
Proporcionais
--- Quota-parte
- Excedente
- Facultativo/Obrigatório
Sob o ponto de vista histórico e da evolução do Resseguro, o tipo de tratado de
Quota-parte, está relacionado com a infância do Resseguro ou com os primeiros anos
De actividade de uma Seguradora (Cedente) enquanto esta não adquire uma expe-
Riência, um know-how, ou uma implementação no mercado, que lhe permitam gran-
Gear a confiança dos Resseguradores.
Neste tipo de tratados, de todo e qualquer seguro, há sempre uma participação
Do Segurador Cedente, em percentagem fixa, sendo o excedente dessa percentagem,
Até aos 100% da subscrição de riscos, cedido ao tratado.
Num tratado, pode haver um só Ressegurador, ou mais do que um Ressegu-
Rador.
Nos casos de quota-parte, porém, normalmente, há um só Ressegurador.
A Cedente negoceia com ele, envia-lhe, no decurso dos seus negócios, mapas
De todos os seguros que subscreveu, com todos os pormenores de cobertura, quanto
A riscos, condições e faxas.
Não raramente, tem que abordar o Ressegurador, previamente, para a aceitação
De um contrato.
No caso do tratado por excedente o Segurador só cede ao contrato, os valores
Que ultrapassem aquele valor fixado como de sua retenção.
Se os valores subscritos como responsabilidade estiverem abaixo dessa reten-
Ção, não há lugar a Resseguro, como é obvio, visto não funcionar aqui a proporcio-
Nalidade constante score todo e qualquer seguro subscrito.
Por outro lado, como se intere, só é cedido ao Ressegurador o valor que exce-
Der o do pleno.
Porém, haverá um limite para a cedência.
Ela é fixada em “X” número de plenos” de retenção, a que também se dá o
Nome, neste tipo de tratado, de “inhas”,
Assim um tratado é de 20 linhas, 30 linhas – o que for – quando o máximo de
Cedência ao Ressegurador(es) for de 20 ou 30 vezes o valor da retenção.
Pode a Companhia Cedente ter um volume de negócio tal
, que, muitas vezes, os
Capitais num só risco, não caibam dentro deste tratado
Assim, é normal, à medida que se alargam os negócios directos de uma Segura-
Dora, esta ter de negociar um novo tratado de excedente. Enquanto o volume de
Negócio não o justificar, haverá só casos de ponta a negociar, então, quanto à parte
Sem cobertura automática assegurada, em facultativo puro.
O tratado, digamos de segunda geração, necessário para o negócio incremen-
Tado de Cedente, chama-se de 2 excedente, passando, o que existia, a chamar-se
De 1.º excedente.
Um tratado de 2.° excedente tem, por norma, um número de linhas inferior ao de
1.º excedente
É raro que existam, por cedente, mais de 2 tratados de excedente como necessi-
Dade.
Se o seu volume de negócios atingiu uma expressão financeira tal que outras
Soluções têm de ser encaradas e as atraz referidas já não são suficientes, estaremos
Perante necessidades pontuais, que se resolvem por tratados de gestão mista – os
Facuitativos/obrigatórios – ou perante necessidades de alteração da filosofia da Ce-
Dente perante a problemática do resseguro, já que a autonomia atingida pressupõe a
Necessidade de soluções de politica financeira a administrativa a determinar modifica-
Ções na filosofia do Resseguro
Antes, porém, de voitar a esta situação de ponta cumpre-nos dizer que o Resse-
Guro implica, dentro das Seguradoras, um trabalho administrativo altamente complexo
Num estacio intermédio, entre a altura em que o tratado de quota-parte era sufi-
Ciente e este em que há um desafogo financeiro mas um estrangulamento administra-
Tivo, é que surgem os chamados tratados em que não há proporcionalidade na repar-
Ticão dos riscos: - Os Excessos de Perda e os Stop Loss.
Historicamente, os Excessos de Perda, surgem em duas fases.
Numa primeira, o tratado é negociado no interesse de todos os participantes nas
Responsabilidades. São os chamados “Tratados de Excessos de Perda” de conta
Comum.
Cedente e Resseguradores, desejam estar protegidos quanto a sinistros de valor
Elevado e, assim, procuram Resseguradores que os protejam.
Pode haver necessidade de um ou mais tratados, cujo custo será menor, à
Medida que as tranches crescem.
Cedente e Resseguradores fixam um valor como limite de seu prejuízo em
Circunstância negociadas, ou por mero valor, ou por situações calamitosas, procuran-
Do Resseguradores que garantam sinistros de valor superior aquele limite inicial e até
Um valor superior a este fixado no tratado.
É a esta fatia de valor que se chama a “tranche”, que terá o nome de “2.
Tranche”, havendo “2ª fatia” nesse tratado, ou coberta por tratado separado.
Quando, em função da sua carteira, encaixe de prémios ou perspectivas de
Rentabilidade num ramo, uma Seguradora pretender garantir um lucro indexado a uma
situação, o que representa já uma fase avançada de autonomia económico-financeira-
-admnistrativa, a Cedente, com ou sem Resseguradores, negoceia com outros
Resseguradores um tratado de “stop-loss” o que lhe permite ter os prejuízos limita-
Dos a uma expressão percentual dos prémios encaixados.
Já dissemos que o apoio do Resseguro pode ser assegurado por um ou mais
Resseguradores, sendo este último caso o corrente nos tratados de Excedente em
Relação ao valor da cedência, cada Ressegurador participa numa percentagem fixa,
Mas como nem todo o seguro directo é cedido – pois pode cair no pleno da
Cedente – não se confunde a situação com a dos tratados proporcionais do tipo
Quota-parte (rigidos), embora o tratamento de cada situação, em caso de sinistro,
Leve a ter de encontrar as proporcionalidades das participações.
Já dissemos que a complexidade administrativa do tratamento do Resseguro
Sobe à medida que se implanta uma Seguradora.
Podemos, agora, dizer, então, que atingida uma expressão de autonomia nas
Várias frentes a que aludimos, o que permitirá à Seguradora, por si só, encarar
Responsabilidades elevadas, a necessidade do Resseguro, pela lei dos grande núme-
Ros, reduzir-se-á na sua expressão.
Será a altura de eliminar complexidades administrativas.
Gradualmente, a Cedente poderá limitar-se a ter tratados de Excesso de Perdas
e/ou de Stop-Loss eliminando um sector especializado para o tratamento administrati-
vo do Resseguro ou atingir o top da simplicidade em que só o tratado de tipo
stop-loss resolveria o seu problema de partilha de risco.
Esta situação, in limine” ideal é, na prática, um pouco utópica, já que a posição
Ideal de uma Seguradora é uma “figura” que não é estratificável, pelo aleatório do
Próprio risco, que constitue a profissão do Segurador, já que no mercado de Resse-
Guros o tipo de tratado único de “stop-loss” não é de muito agrado dos Ressegura-
Dores profissionais.
Julgamos ter dado o panorama possível do que é o Resseguro, seus fins e
Noções correntes básicas, sem cairmos em pormenores, por excesso, fora do propó-
Sito desejado.
12. OS CLUBES DE PROTECÇÃO E INDEMNIZAÇÃO
12.1 – Considerações gerais
12.2 -Organização e funcionamento
12.3 – Area de cobertura de riscos
12.3.1. Classe !
12.3.2 Classe II
12.3.3 --- Classe 1!
12.3.4 Classe IV
12.3.5 – Classe V
12.1 – CONSIDERAÇÕES GERAIS
Os chamados Clubes de Protecção e indemnização, vulgarmente conhecidos por
Clubes ou, aindapor P. & i. (na pronuncia original inglesa) são associações de
Armadores que surgiram, no Reino Unido, durante o Século XVIII, tendo em vista,
Uma auto-proteccão, em regimen de mutualidade, de riscos que, ou não encontravam
Cobertura junto das seguradoras de navios ou, se a encontravam, ela era reduzida ou
Em condições consideradas onerosas.
Explica-se pelo seu nascimento em Inglaterra que, ainda hoje, seja ali que se
Encontra o maior número de Clubes, ou, pelo menos, as entidades a quem é com-
Fiada a sua gestão.
Os Clubes não têm fins lucrativos, do que diferem dos seguradores e, em princi-
Pio, cobrem riscos e responsabilidades não abrangidos pelas apolices das segurado-
Ras tradicionais.
No seu início, o custo dos seguros, só por si, não explica o seu aparecimento,
Pois o que na realidade, fundamentalmente, esteve na base da sua expansão foi o
Facto de, em matéria de riscos de colisão, ou seja da cobertura conhecida por
Running down clause” as seguradoras deixarem por cobrir ¼ da responsabilidade
Emergente, a ficar, obrigatoriamente, por conta dos armadores, o que, na prática,
Constituia uma franquia a cargo daqueles.
Os armadores, por isso, associam-se, correndo, em mutualidade, esse ¼ não
Segurável.
A situação viria a inverter-se, posteriormente, quer porque os seguradores tradi-
Cionais alargaram coberturas, quer porque alguns Clubes não acompanharam a situação ou
não poderam suportar os encargos inerentes à mutualidade assumida, tornada anti-
económica. por falta de variedade e número dos riscos suportados Nos seus primeiros tempos,
os Clubes começaram por cobrir os danos pessoais ou a vida dos passageiros e tripulantes, que
não eram cobertos pelos seguradores A breve trecho viriam a cobrir os danos nas cargas cuja
responsabilidade fosse tradicionais dos cascos. imputável aos armadores. As coberturas hoje
possíveis abrangem uma gama alargada de situações. 12.2 -ORGANIZAÇÃO E
FUNCIONAMENTO Já acima dissemos que os Clubes são associações para as quais os
armadores entram, contribuindo com uma participação financeira, para os gastos de
administra- ção e para a liquidação dos prejuízos que afectem um armador membro da
associa- ção. Aqui, dado que o Clube, como referimos, não tem interesse lucrativo, a comparti-
cipação de cada associado que se designa por "call" - é dependente dos resultados que se
verifiquern. Será menor, se cada associado não icr chamado a pagar um ajustamento, porque a
anuidade dos riscos correu excepcionalmente bem, será maior, se, para além da chamada
inicial, vier a ter de suportar esses pedidos complementares de ajustamento. A organização
corno ja referimos, é gerida, normalmente, por sociedades gesto- ras que dessa gestão se
encarregam. Os armadores "entram" para o Clube, confiando àquele a cobertura, por regimen
mútuo, dos riscos que pretenderem, dentro das disponibilidades oferecidas pelo Clube. A
chamada" (call) inicial é paga em função das classes de cobertura, dos navios entrados, sua
tonelagem e, por vezes, tráfego a que adstritos. As "chamadas" complementares são definidas
estatutariamente em função da evolução e do comportamento dos resultados da protecção
garantida, consoante as necessidades e os recursos ao Clube. Cada armador procurará
resolver, dentro de limites razoáveis, discutindo-os direc- tamente junto dos reclamantes, as
questões litigiosas que tiver, embora assistido pelo Clube, que suportará as indemnizações que
vierem a ser fixadas. O objectivo destas associações é, pois, assistir, aconselhar, segurar,
indemnizar e, de um modo geral, defender os interesses dos seus associados. Além de Clubes
para armadores, há hoje Clubes para "brokers" do shipping e para agentes transitários. A
protecção dada por um Clube implica a existência de uma rede jurídica disponivel em qualquer
parte co mundo e a possibilidade de deslocação de técnicos a
Qualquer lugar, se soluções locais não estiverem à sua disposição.
Os estatutos estabelecem as “rules” (regras) aplicáveis à gestão técnica dos
Clubes e fixam, em regra, as classes de riscos.
O número de membros é variável e ilimitado
Os Clubes devem estar preparados para dar o apoio necessário ao armador
Emanente das situações novas criadas pelo surgir de responsabilidades legais por
Leis de qualquer pais impostas aos armadores.
As situações de poluição por óleos, ou combustíveis, ou petróleo, são exemplo
Do que deixamos dito.
Em sede própria foi referido em livro inserido na obra de que o presente faz
Parte o esquema “TOVALOP” e a Convenção sobre responsabilidade civil por danos
Devidos à poluição.
12.3 – ÁREA DE COBERTURA DE RISCOS
Serão variaveis, em aspectos de pormenor, as regras dos diversos Clubes aplica-
Veis às classes de riscos, mas os riscos cobertos, são, de Clube para Clube, funda-
Mentalmente, os mesmos.
Os riscos agrupam-se por classes, numeradas, em caracteres romanos, de la V.
Classe por Classe. Damos, de seguida, os riscos, normalmente, por cada uma
Abrangidos, numa forma sumária.
Há, ainda, uma regra que é comum aos vários Clubes, chamada de “Omnibus
Rule”, pela qual fica à discrição geral da gestão do Clube pagar reclamações inusita-
Das que não caiem no grupo das classes.
12.3.1 – Classe 1
Cobre:
- ¼ da responsabilidade em colisão não abrangida pela Cláusula tradicio-
Nal “R.D.C.” dos seguradores de cascos.
- Inclui danos pessoais, perdas de vidas, mortes e doenças de tripulantes.
12.3.2 – Classe !
Cobre:
- A responsabilidade do transportador de cargas, para com os donos destas
Ou os adquirentes de direitos sobre elas.
12.3.3 – Classe
Cobre:
- Os riscos de guerra, em cascos, que não sejam, eventualmente, segurá-
Veis no mercado de seguros de cascos.
12.3.4 – Classe IV
Cobre:
- Os mesmos riscos de guerra, em relação à fretes e desembolsos, quando
Não cobertos pelo referido mercado.
12.3.5 – Ciasse V
Cobre:
- Os prejuízos de defesa dos associados contra terceiros, designadamente
Prestando garantias, cauções ou fianças, para evitar arrestos ou deten-
Ções do navio.
- Penalidades.
- Obricações de reflutuação ou demolição de navios naufragados.
- Responsabilidades relacionadas com o emprego de rebocadores.
Os exemplos dados ‘não significam que as coberturas sejam rigorosamente só
Estas ou que as classes indicadas rigidamente abranjam o tipo de riscos nelas indica-
Dos.
Por exemplo, certos gastos de Avaria Grossa não liquidados por segurador do
Casco ou não reembolsadas, a título de contribuição, pelos responsáveis pela carga,
Podem, também, ser aceites, como riscos, pelos Clubes.