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Projeto Pedagógico Escola João Cruciani

1. Este documento apresenta o projeto político-pedagógico da Escola Municipal Padre João Cruciani em Curitiba. 2. A escola oferece Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos e Educação Integral. 3. O projeto descreve a filosofia, princípios, objetivos e bases norteadoras dos currículos de cada modalidade ofertada na escola.

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Bruno Ortega
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Projeto Pedagógico Escola João Cruciani

1. Este documento apresenta o projeto político-pedagógico da Escola Municipal Padre João Cruciani em Curitiba. 2. A escola oferece Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos e Educação Integral. 3. O projeto descreve a filosofia, princípios, objetivos e bases norteadoras dos currículos de cada modalidade ofertada na escola.

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PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA

SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO


ESCOLA MUNICIPAL PADRE JOÃO CRUCIANI - EIEF

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO

Curitiba - Paraná
2017

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PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA
SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO
ESCOLA MUNICIPAL PADRE JOÃO CRUCIANI - EIEF

SUMÁRIO

1.1 Identificação 4

1.2 Caracterização da instituição e da comunidade escolar, seu entorno e/ou território: condições
socioeconômicas, culturais. 6

1.3 Organização do espaço físico 9

1.4 Acessibilidade 11

1.5 Caracterização dos profissionais da instituição 11

2. ETAPAS E MODALIDADES OFERTADAS. 18

3. REGIME ESCOLAR 19

3.1 Dias letivos e carga horária anual 19

3.2 Calendário Escolar 20

3.3 Matriz Curricular 21

3.4 Turmas e horários (EI, EF, EJA, EE) 26

4. FILOSOFIA E PRINCÍPIOS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS 26

4.1 CONCEPÇÕES 27

4.1.1 Concepção de sociedade 27

4.1.2 Concepção de ser humano 28

4.1.3 Concepção de educação 29

4.2 Princípios e Fins 29

4.2.1 Da instituição 30

4.2.2 Gestão escolar 31

4.2.3 Conselho de escola 31

4.2.4 Instituição auxiliar – Associação de Pais, Professores e Funcionários (APPF) 32

4.3 Objetivos de cada Modalidade 32

4.3.1 Educação Infantil 32

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ESCOLA MUNICIPAL PADRE JOÃO CRUCIANI - EIEF

4.3.2 Educação Em Tempo Integral 33

4.3.3 Ensino Fundamental 34

4.3.4 Educação de Jovens e Adultos 35

4.3.5 Educação Inclusiva 37

5. BASES NORTEADORAS PARA A ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO


EDUCATIVO 38

5.1 Currículo do Ensino Fundamental 39

5.2 Currículo da Educação Infantil 39

5.3 Currículo da Educação em Tempo Integral 40

5.4 Currículo da Educação de Jovens e Adultos 41

5.5 Educação das Relações Étnico-Raciais e Ensino de História e Cultura Afro Brasileira e Indígena
41

5.6 Projetos e Programas 42

5.7 Avaliação da Aprendizagem 47

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 52

ANEXOS 58

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ESCOLA MUNICIPAL PADRE JOÃO CRUCIANI - EIEF

1.1 Identificação

Nome da instituição: Escola Municipal Padre João Cruciani - EIEF


Endereço completo: José Gonçalves Junior, 259 - Campo Comprido – Curitiba - Paraná
Telefone: 3274-5025
CNPJ: 76417005/0001-86
E-mail: [email protected]
Equipe gestora:
Direção: Beatriz Maria Zoppo – decreto nº 1388/14
Vice-direção: Adriana Helena Miranda Borth – decreto nº 1388/14
Pedagogas: Claudia Luiza Rodrigues da Silva – manhã
Adalgisa de Bassi Michailev - tarde
Articulador pedagógico da EJA: Sonia Mara Moreira Gavanski

1.1.1 Identificação da Unidade de Educação Integral:


Unidade de Educação Integral Padre João Cruciani
Rua da Divina Providência, 1435
CEP: 80310010
Fone: 3274-1900
E-mail: [email protected]
Articuladora pedagógica da Educação Integral: Cristiane Aparecida de Paula Gaspar Pinto

A Escola Municipal Padre João Cruciani – Educação Infantil e Ensino Fundamental foi criada
pelo Decreto nº 1182/79 de 20 de agosto de 1.979. Seu funcionamento deu-se a partir de 09 de
julho de 1.979, através do ato de autorização de funcionamento pela Resolução nº 3029/82 de 23
de novembro de 1.982, Diário Oficial nº 1428 de 06 de dezembro de 1.982. Está localizada à Rua
José Gonçalves Júnior, 259, no bairro Campo Comprido.
O Regimento Escolar, organizado pelo coletivo da Escola, foi aprovado pelo Parecer nº
012/2000 – E.E/ S. M. E., em 27 de novembro de 2000.
A biblioteca escolar começou a funcionar regularmente no período da manhã e da tarde no
ano de 2007, mas sua inauguração se deu em março de 2009. O nome da biblioteca foi escolhido a

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partir de nomes sugeridos pelos estudantes e posteriormente foi feita uma votação com a
comunidade escolar, ficando escolhido o nome MUNDO MÀGICO DA LEITURA. Atualmente, a
biblioteca está aberta a toda comunidade local, com horários específicos e estando aberta nos
períodos manhã, tarde e noite, desde que haja profissional em Regime Integral de Trabalho
liberado para essa função. São desenvolvidos projetos de leitura, contação de história e
valorização da leitura como mais um fator de aprendizado, tanto aos estudantes como a toda a
comunidade local.
A Educação de Jovens e Adultos da escola teve seu programa aprovado para a Rede
Municipal de Ensino pela deliberação nº 005/91, de 08 de fevereiro de 1991, do CEE/PR, através
do ato de autorização de funcionamento pela resolução nº 1.132/ 2002. Atualmente existe uma
grande procura por esta modalidade na região por existirem ainda um grande número de pessoas
não alfabetizadas conforme demonstrado pelo censo 2010, onde mostra que no entorno da escola
existe um percentual de 2,7 % de pessoas não alfabetizadas. O perfil dos estudantes da escola
Padre João Cruciani que frequentam essa modalidade de ensino apresenta uma característica que
a difere das demais escolas, que é um grande número de estudantes portadores de necessidades
especiais oriundos da Instituição Pequenos Cotolengo do Paraná, perfazendo um total de 30%,
sendo que a faixa etária dos alunos matriculados é de 20 a 70 anos.
A Educação em tempo integral na Escola Municipal Padre João Cruciani, teve início no final
do ano de 2008, onde a escola assumiu o projeto antes coordenado pela Unilivre, Piá Eco União,
localizado na Rua Waldemar Cavanha s/n. Neste local eram atendidos um total de 20 crianças no
turno da manhã e 20 crianças no turno da tarde, e o deslocamento desta Unidade até a escola era
encargo dos responsáveis pelo estudante. A UEI permaneceu neste local durante o ano de 2009 e
no início de 2010, pois havia duas salas ociosas no prédio da escola, o que fez com que a
Educação em tempo integral passasse a ser atendida na própria escola, não atendendo mais no
antigo prédio. E este foi repassado para FAS.
A UEI permaneceu no prédio da escola nos anos de dois mil e dez ao final de dois mil e treze,
quando teve sua junção com a ECO Dom Luis Orione, onde passou a ter o nome de Unidade de
Educação Integral Padre João Cruciani, e está localizado na Rua da Divina Providência, nº 1435,
no bairro de Santa Quitéria.
A proposta de oferta da Educação Infantil atende ao disposto na Deliberação nº 003/99 do
CEE de 03/03/1999 e a matrícula inicial e o Processo de reclassificação atendendo ao disposto na
Deliberação nº 09/01 do CEE de 01/10/2001. A primeira turma de Educação Infantil na Escola

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Municipal Padre João Cruciani teve seu início no ano de 2002 com apenas uma turma no período
da tarde, o que permanece até hoje por não ter demanda por esta faixa etária.

1.2 Caracterização da instituição e da comunidade escolar, seu entorno e/ou território:


condições socioeconômicas, culturais.

A comunidade escolar abrange os bairros do Campo Comprido e Santa Quitéria e a


caracterização desta comunidade aconteceu a partir de um questionário enviado às famílias dos
estudantes. No momento da investigação a escola possuía um total de 248 famílias, porém
retornaram apenas 200 questionários respondidos.
Os dados são referentes à renda familiar, à tradição religiosa, benefícios recebidos do
governo, escolaridade dos pais dos estudantes, a forma como as crianças vêm até a escola, quais
são os hábitos de leitura da família e se tem acesso à internet. Encontram-se registrados nos
gráficos a seguir:

FONTE: Questionário enviado aos pais.

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FONTE: Questionário enviado aos pais.

NÃO RESPONDERAM

FONTE: Questionário enviado aos pais.

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FONTE: Questionário enviado aos pais.

FONTE: Questionário enviado aos pais.

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POR SEMANA

FONTE: Questionário enviado aos pais.

FONTE: Questionário enviado aos pais.

1.3 Organização do espaço físico

“O espaço é antes de mais nada luz: a luz que nos permite tanto a nós como à criança vê-lo,
conhecê-lo e, portanto ao mesmo tempo, compreendê-lo, recordá-lo, talvez para sempre”.
(BATTINI citado por FORNEIRO, 1998 p. 231).
Os espaços existentes na escola Padre João Cruciani estão organizados em uma turma de
educação infantil no período da tarde e cinco turmas do 1º ao 5º ano nos períodos da manhã e
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tarde e três turmas de EJA no período noturno. Toda essa oferta dividida em seis salas de aula. A
escola oferece atendimento na Unidade de Educação Integral com duas turmas de vinte alunos
cada, em cada período, totalizando oitenta estudantes atendidos na unidade.
Segundo Libâneo (2004, p. 205) a organização do espaço físico “refere-se à previsão e
racionalização do uso de recursos humanos, materiais, físicos, financeiros, informacionais, que são
os meios de trabalho pelos quais se asseguram a efetividade dos processos de ensino e
aprendizagem.”
Os demais espaços oferecidos pela escola são a biblioteca, sala de informática com projetor
multimídia, uma sala de estudos pedagógicos, refeitório de funcionários, cozinha de
responsabilidade da Risotolândia, um banheiro para professores, três banheiros femininos e três
banheiros masculinos, um banheiro adaptado para alunos portadores de necessidades especiais,
sala de direção, sala da pedagoga, almoxarifado, secretaria, depósito para materiais de limpeza,
quadra de esportes aberta, parque e área verde.
A Unidade de Educação Integral conta com duas salas de aula, usadas para a realização das
Práticas Educativas, sendo que os(as) estudantes são distribuídos em duas turmas por período,
um laboratório de informática usado para pesquisas, uma sala multimídia utilizada pela Prática de
Ciência e Tecnologias, uma sala da coordenação, um banheiro feminino e um banheiro masculino,
uma cozinha sendo de responsabilidade da Risotolândia, um almoxarifado, depósito de materiais
de limpeza, uma horta, uma cancha de areia, uma cancha pequena de cimento e um parquinho de
madeira.
A escola concebe a organização dos espaços garantindo a educação a todos os estudantes
preocupando-se em organizar e reorganizar esses espaços a fim de contemplar todas as áreas da
educação básica, priorizando planejar o trabalho pedagógico que contemple tanto a seleção
significativa de conhecimentos como o uso para além de um espaço físico, mas sim que represente
lembranças e relações, que marquem profundamente a vida dos estudantes e contribuam para
suas aprendizagens, com objetivo de atingir as ações que serão propostas.
No recreio são oferecidos para as crianças jogos e brinquedos sendo monitorado por inspetor,
que orienta e cuida da segurança de todos.
Para os estudantes do período integral é oferecido almoço no período das 12h00min às
13h00min. A mantenedora disponibiliza um ônibus fretado para o transporte dos estudantes entre
as unidades. Os estudantes que estão na escola, partem em direção à UEI às 12h10min. Enquanto
isso, os estudantes que estão na UEI almoçam, sendo servidos pela funcionária da Risotolândia,

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com o apoio de um auxiliar de serviços escolares. Após o almoço fazem higiene bucal. Com a
chegada do ônibus na UEI, os estudantes provenientes da escola almoçam e os que estavam na
UEI partem para a escola. Os que chegam à escola participam de atividades com brinquedos
disponibilizados em cantos. Repete-se a rotina do primeiro grupo na UEI e também participam de
atividades com brinquedos disponibilizados em cantos. Nesse período as crianças têm tempo livre,
em que escolhem atividades disponibilizadas pelo profissional que os acompanha. No horário das
13h00min, as professoras os recebem em sala.
Os materiais didáticos pedagógicos de uso comum estão sempre acessíveis em armários
específicos destinados para este fim.

1.4 Acessibilidade

A maioria dos espaços oferecidos na escola atende as necessidades de aprendizagem da


educação infantil ao 5º ano, como por exemplo, rampa de acesso, banheiros e mobiliários com
adaptações. No entanto alguns espaços necessitam de melhorias. Os espaços da UEI não foram
adaptados para acessibilidade devendo ser implantados futuramente.
Em relação as adequações arquitetônicas na estrutura física para a acessibilidade de crianças
com deficiência, e para atende-las com qualidade e respeito em nosso espaço, buscaremos
parceria com o Núcleo Regional da Educação e Coordenadoria de Obras da Secretaria Municipal
de Educação, para as possíveis adequações.

1.5 Caracterização dos profissionais da instituição

A rotina pedagógica da escola necessita da definição clara das funções e papéis de cada um
dos envolvidos e estar centrada em seu papel principal, que é ensinar, em detrimento de tantas
outras tarefas que permeiam o cotidiano da escola. A capacidade funcional da Escola Municipal
Padre João Cruciani abrange:
 Equipe pedagógico-administrativa, sendo um(uma) diretor(a), um(uma) vice-diretor(a),
dois(duas) profissionais para suporte técnico-pedagógico, um(uma) articuladora da

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Unidade de Educação Integral e um(uma) articuladora da Educação de Jovens e


Adultos;
 Equipe docente, sendo 38 professores (as);
 Equipe administrativa, sendo um(uma) agente administrativo(a) na função de
secretário(a) escolar e dois(duas) agentes administrativos(as) na função de apoio
escolar;
 Equipe auxiliar de serviços escolares, sendo três profissionais na função de
inspetor(a);
 Equipe terceirizada, sendo cinco auxiliares de limpeza e três auxiliares de
alimentação, distribuídos(as) nos dois prédios da escola.
As funções das equipes gestora, docente, administrativa e auxiliar de serviços escolares
estão descritas no Regimento Escolar, sendo que a equipe gestora organiza a integração das
ações ao longo do ano letivo entre os períodos de trabalho e entre as unidades de Educação
Integral e Ensino Fundamental.
A equipe escolar é formada pelos(pelas) profissionais do magistério, apoio administrativo e
apoio escolar. É composta por 44 funcionários(as), sendo quatro com ensino médio e 40
graduados(as) (três com duas graduações) em:

GRADUAÇÃO

PEDAGOGIA
NORMAL SUPERIOR
LETRAS
EDUCAÇÃO FÍSICA
OUTROS

FONTE: Fichas de identificação dos profissionais da escola.

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 Pedagogia - 27

 Normal superior - 4

 Letras português/inglês - 4

 Educação física - 2

 Artes visuais - 1

 Segurança do trabalho -1

 Psicologia - 1

 Secretariado - 1

 Serviço social - 1

Desses graduados(as), 26 possuem especialização (nove com 2 especializações), sendo:

FONTE:
Fichas de identificação dos profissionais da escola.

 Sete em Educação Especial

 Oito em Psicopedagogia

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 Quatro em Educação Infantil

 Dois em Gestão escolar

 Dois em Educação inclusiva

 Dois em Alfabetização e letramento

 Dois em Literatura

 Um em Ensino fundamental

 Um em Otimização do trabalho pedagógico

 Um em Psicomotricidade

 Um em Pedagogia terapêutica

 Um em Pedagogia hospitalar

 Um em Práticas inovadoras aplicadas à educação

 Um em Educação de Jovens e Adultos

 Um em Pedagogia empresarial

 Um em Educação física escolar

O padrão de formação dos (das) profissionais que atuam nessa unidade escolar mostra a
preocupação com a qualidade de ensino, refletida pela quantidade de profissionais com graduação
e pós-graduação, pois 90,90% dos (das) profissionais lotados aqui possuem nível superior e
destes, 65% possuem pós-graduação em área da educação.
Uma Boa Escola precisa pautar suas ações no trabalho coletivo, o que dá uma chance maior
de sucesso, pois se subentende que há a responsabilização de todos os envolvidos e unidade de
ações. E com esse entendimento, a escola pautada pelos princípios da democracia, autonomia,
trabalho coletivo, equidade e interesse público busca a excelência em educação.
No quadro de profissionais do magistério 31 professores (as) possuem um padrão na unidade
sendo que 16 atuam pela manhã, 15 à tarde. Três professores (as) possuem dois padrões na

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unidade e 13 completam o quadro com RIT (Regime Integral de trabalho), sendo três pela manhã,
seis à tarde e quatro à noite.

FONTE:
Fichas de identificação dos profissionais da escola.

O tempo de atuação dos profissionais varia:

FONTE:
Fichas de identificação dos profissionais da escola.

 Quatro profissionais atuam até dois anos;

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 Vinte e três profissionais atuam de dois a dez anos;

 Dezessete profissionais atuam há mais de dez anos.

O que determina a rotatividade são os (as) profissionais com vaga provisória que ao final de
cada ano precisam participar do processo de remanejamento ofertado pela mantenedora e os
profissionais de RIT, sem oferta de difícil provimento. São disponibilizados profissionais de apoio à
inclusão para os alunos com deficiência dependentes para a realização de suas atividades diárias,
de acordo com estudo de cada caso pela representante da SME NRE e laudos médicos, em
regime de RIT.
Identificou-se que nos dois últimos anos os professores dessa instituição realizaram diversos
cursos, destacando maior participação nos de: língua portuguesa, matemática e educação integral.

1.5.1 Plano de formação continuada

Formação continuada pode ser compreendida como uma necessidade contínua no


desenvolvimento do educador, uma vez que este precisa de uma formação sólida e de qualidade, e
a natureza do seu trabalho faz com que este profissional da educação se atualize constantemente
nos conhecimentos da sociedade, ficando implícita a função social da escola.

O entendimento da formação continuada realizado na escola pressupõe a superação da


fragmentação do trabalho pedagógico e busca alcançar mudanças significativas da práxis
pedagógicas. (A concepção da formação continuada. Texto referência do 2º dia da SEP
2014).

Para o plano de formação continuada na instituição escolar embasado no artigo 67 da


LDBEN Lei nº 9394/96 “os sistemas de ensino promoverão a valorização dos Profissionais do
Magistério, assegurando-lhes, inclusive nos termos dos estatutos e dos planos de carreira do
magistério público, o aperfeiçoamento profissional continuado e período reservado a estudos,
planejamento e avaliação, incluído na carga horária de trabalho”.
Desta forma, a formação continuada deve ocorrer em dois momentos:
- cursos, seminários, encontros e palestras ofertadas pelas SME;

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- a partir da organização interna da escola: nas permanências, por meio de planejamento,


estudo e avaliação, oportunizando momentos de reflexão como palestras, debates, textos,
seminários com trocas de experiências.
São procedimentos e movimentos para integração dos turnos escolares, previstos em
calendário e que funcionam também como momentos de formação continuada, as Reuniões de
Organização do Trabalho Pedagógico (OTP), específicas para a UEI – conforme regulamentação
de Instrução Normativa Anual da SME, assessoramentos nas unidades escolares, permanências
concentradas, Encontros de Semana de Estudos Pedagógicos (SEPs).
A lei nº 11.738/2008 do PSPN (Piso Salarial Profissional Nacional) institui “§ 4º Na
composição da jornada de trabalho, observar-se-á o limite de 2/3 (dois terços) da carga horária
para o desempenho das atividades de interação com os educandos.” (BRASIL, 2008).
A Rede Municipal de Ensino organizou-se para que 33% da carga horária do(da) professor(a)
sejam destinados para a realização de estudos, planejamento e avaliação, com a presença do(a)
pedagogo(a) como aporte teórico metodológico, tendo a participação dos pares por turma, período
este denominado como “permanência”. Assim, o tempo destinado à permanência engloba as sete
horas-aula em que o(a) professor(a) não exerce função de docência, mas desempenha outras
atividades inerentes a essa função, na escola. Para os (as) profissionais que atuam na UEI o
cálculo é realizado de acordo com a porcentagem.

O trabalho do professor vai muito além de ministrar aulas. Para que sua atuação tenha mais
qualidade, o professor precisa, além de uma consistente formação inicial, qualificar-se
permanentemente e cumprir tarefas que envolvem a melhor preparação de suas atividades
em sala de aula, bem como tempo e tranquilidade para avaliar corretamente a aprendizagem
e o desenvolvimento de seus estudantes. (BRASIL, p. 07. 2008).

Neste sentido, a melhoria da qualidade do processo de ensino não está vinculada apenas a
um percentual de horas de permanência, mas também na importância da formação continuada e a
consciência em cumprir o seu papel e desempenhar a sua função social de democratização do
conhecimento. A organização do trabalho envolve as dimensões individuais e coletivas, sendo que
na primeira desenvolve as atividades práticas que sua função demanda e na segunda realizará
estudos, leituras, discussões e pesquisas com a equipe docente e equipe pedagógica da escola ou
em cursos ofertados pela mantenedora, em seu Plano de Formação Continuada.

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2. Etapas e modalidades ofertadas.

A Escola Municipal Padre João Cruciani – Educação Infantil e Ensino Fundamental atende a
Educação Básica nas etapas da Educação Infantil e os anos iniciais do Ensino Fundamental,
Educação de Jovens e Adultos e Educação Integral com as seguintes especificações:
- Educação Infantil com oferta do Pré-escolar para crianças na faixa etária de 5 anos;
- Ensino Fundamental com oferta dos cinco anos iniciais organizados em dois Ciclos, de acordo
com a legislação vigente, conforme segue:
a) Ciclo I organizado em três anos – 1º, 2º e 3º anos. Destinado aos(as) educandos(as) a partir de
seis anos completos, classificados ou reclassificados para o mesmo.
b) Ciclo II organizado em dois anos – 4º e 5º anos – Destinado aos alunos que concluíram o Ciclo I
ou classificados ou reclassificados para o mesmo.
A Educação de Jovens e Adultos, programa aprovado para a Rede Municipal de Ensino, pela
deliberação nº 005/91, de 08 de fevereiro de 1.991, do CEE/PR, através do ato de autorização de
funcionamento pela resolução nº 1.132 de 2.002, é equivalente aos cinco primeiros anos do Ensino
Fundamental – EJA Fase I – 1º e 2º períodos - onde são atendidos conforme nível de
aprendizagem, sendo que o primeiro período compreende as turmas de alfabetização, segundo e
terceiro anos e o segundo período o quarto e quinto ano do Ensino Fundamental, em função da
demanda existente, destinada a jovens e adultos que não cursaram e/ou não concluíram os
estudos regulares em idade apropriada, com idade mínima de 15 anos respeitando a deliberação
05/2010- CEE/PR e a Instrução Normativa 04/2016
O tempo ampliado, de acordo com o Currículo do Ensino Fundamental é uma estratégia que
visa à qualificação das atividades pedagógicas.

A educação enquanto processo intencional tem na escola seu ambiente institucionalizado,


cuja função social remete ao ensino e à aprendizagem de todos(as) as(os) estudantes em
sua integralidade, considerando os aspectos cognitivos, afetivos, motores, históricos, sociais
entre outros, ou seja, em todas as suas dimensões. (Currículo do Ensino Fundamental:
versão preliminar VOLUME I, p. 19)

A Unidade de Educação Integral atende no período de contraturno estudantes do 1º ao 5º


ano, provenientes da Escola Municipal Padre João Cruciani, com idades entre 06 a 11 anos. A
ampliação do tempo escolar deve promover a integração entre o conhecimento e a dimensão
humana e sistematiza “uma rotina de nove horas diárias e articula as áreas do conhecimento e os
saberes escolares às práticas voltadas à leitura e escrita, à arte, ao esporte, ao lazer, à cultura, à

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educação ambiental à experimentação científica e ao uso das tecnologias”, conforme o Currículo


do Ensino Fundamental (2016, p.18). Para que a escola possa efetivar seu projeto de educação
integral, é necessário que a equipe diretiva da unidade assuma que as atribuições do articulador
referem-se a uma função operacional, em que deve reforçar o trabalho da equipe gestora da
unidade na articulação entre os turnos, acompanhando a rotina dos estudantes durante o dia letivo
e dos professores dentro de suas práticas, conforme estabelece o documento Critérios de escolha
dos Coordenadores de CEI, UEI e Escola com oferta de Educação Integral, emitido pelo
Departamento de Ensino Fundamental da SME, estabelecido como critérios para articuladores
2016.

3. Regime Escolar

A escola funciona em três turnos distintos, sendo os horários: manhã, das 08h00min às
12h00min; tarde, das 13h00min às 17h00min e noite, das 18h00min às 22h00min. A Unidade de
Educação integral funciona das 08h00min às 17h00min com deslocamento dos alunos no horário
de almoço através do transporte escolar concedido pela mantenedora.

3.1 Dias letivos e carga horária anual

A carga horária para o Ensino Fundamental respeita a legislação vigentes sendo 200 dias
letivos com oitocentas horas, sendo exigida dessa carga horária a frequência mínima de 75% para
os estudantes do ensino fundamental e 60% para crianças da pré-escola. Distribuídas nas
disciplinas da base nacional comum, conforme resolução nº 7, de 14 de dezembro de 2010 -
CNE/CEB: “A carga horária mínima anual do Ensino Fundamental regular será de 800 oitocentas
horas relógio, distribuídas em, pelo menos, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar”.
A Educação Infantil segue os dias letivos e a carga horária anual da Escola, distribuídos
conforme a Legislação vigente em sua especificidade de trabalho.
Para a Educação de Jovens e Adultos Fase I a carga horária total do curso é 1200 horas,
sendo 600 horas para o 1º período (ciclo I) e 600 horas para o 2º período (ciclo II), conforme Matriz
Curricular respeitando a deliberação 05/2010- CEE/PR e a Instrução Normativa 04/2016.
A Unidade de Educação Integral segue os dias letivos e a carga horária anual da Escola
atendendo a especificidade de dispensa de alunos para quatro reuniões de Organização do
Trabalho Pedagógico (OTP), sendo definidas no calendário escolar. São 800h para os

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componentes curriculares e 800h para as práticas educativas da Educação em Tempo Integral, que
são Prática de Ciências e Tecnologias, Práticas Artísticas, Prática de Educação Ambiental, Prática
de Movimento e Iniciação Desportiva e Prática de Acompanhamento Pedagógica organizada em
oficinas de Língua Portuguesa e Matemática, totalizando 200 dias letivos e 200 horas para o
período de almoço. A Prática de Ciência e Tecnologias além das atividades da própria prática
oferece a Oficina de Lego. Em Educação Ambiental também é oferecida a Oficina de Horta e
dentro do Acompanhamento Pedagógico de Língua Portuguesa é trabalhado o Projeto Ler e
Pensar em parceria com o Instituto GRPCOM.
Dentro de algumas leis brasileiras, a educação em tempo integral já encontra amparo como
na Lei de Diretrizes e Bases de 1996 (art. 34 e 87), no Plano Nacional de Educação na meta 6 que
diz: oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de educação básica e
também no Projeto de Lei 413/11 que torna, a partir de 2013 obrigatório o ensino fundamental
regular em tempo integral, com jornada escolar de, pelo menos, sete horas diárias e com 960 horas
anuais.

3.2 Calendário Escolar

O calendário escolar (Anexo) é elaborado anualmente de acordo com a legislação vigente.


São previstos duzentos dias letivos e oitocentas horas aula, e mais onze dias para Organização do
Trabalho Pedagógico, reuniões, conselho de classe e formação continuada. As modalidades de
Educação Infantil, Educação de Jovens e Adultos e Educação em Tempo Integral seguem o
calendário do Ensino Fundamental, conforme descrito anteriormente. A validação final é realizada
em reunião de Conselho de escola representado por todos os segmentos. As reuniões são
destinadas para organização do trabalho pedagógico, bem como definição de metas e elaboração
do plano de ação para o ano letivo e os projetos que serão desenvolvidos no decorrer deste.
Atualmente a unidade desenvolve os seguintes projetos: Diversidade e Educação em Direitos
Humanos, Ler e Pensar, Erradicação do Trabalho Infantil, Projeto anual da Biblioteca Escolar e
Projetos de trabalho destinados aos sábados letivos, sendo que um deles é destinado à festa
junina. O tema Bullying é discutido nas atividades diárias em sala de aula, incluindo reflexões sobre
Educação em Direitos Humanos, portanto não se trabalha um projeto isolado sobre o tema, uma
vez que a comunidade escolar entende que são interligados e perpassam todo o cotidiano da
escola. Leal (2015, p. 158) afirma que

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O ser humano é uma máquina de sentimentos recheada de enorme manancial de


preconceitos. A sociedade vem procurando minimizar o preconceito existente entre seus
indivíduos, utilizando-se de ações e campanhas educativas, leis mais rigorosas e contando
com a evolução do pensamento humano. Apesar do entendimento de que o preconceito
precisa ser combatido, observa-se que, na penumbra do cotidiano, a condenação continua
viva. (grifo do autor).
É previsto no calendário período de avaliação trimestral interna de acordo com o cronograma
da escola, envolvendo as áreas do conhecimento Língua Portuguesa, Matemática, Ciências,
História e Geografia. As alterações no calendário que se fizerem necessárias são previamente
apresentadas ao Núcleo Regional de Educação, através de ofício, para considerações e
aprovação, sendo alterações estas apresentadas e aprovadas, anteriormente, pelo Conselho da
Escola.
As quatro reuniões previstas em calendário de OTP na unidade de Educação Integral têm
duração de duas horas e acontecem com entrada atrasada no período da manhã e saída
antecipada no período da tarde. Neste momento são priorizados estudos, elaboração dos projetos
trimestrais e conselho de classe coletivo.
As reuniões de Conselho de Classe, “órgão consultivo, normativo e deliberativo em assuntos
didático-pedagógicos, com o objetivo de avaliar o processo ensino-aprendizagem, propondo
procedimentos adequados a cada caso” (regimento escolar, p. 15), do ensino regular e educação
infantil são realizadas trimestralmente preferencialmente nos dias de hora atividade dos
professores regentes de todas as áreas do conhecimento, com presença da Equipe Pedagógico
Administrativa (EPA). Neste momento são efetivadas discussões reais do processo ensino
aprendizagem e de proposições de ações e melhorias desse processo através de instrumentos
com o registro do desempenho acadêmico individual dos estudantes. Todos os conselhos de
classe são registrados em livro ata próprio para este fim.
Na Educação de Jovens e Adultos o conselho de classe é realizado semestralmente com a
presença da articuladora da EJA e coordenadora da EJA – NRE, com registro em ata.

3.3 Matriz Curricular

Ensino Fundamental

Na organização curricular é que se dispõe qual a intenção educativa e qual/quais


concepção/ões estão determinadas no processo pedagógico, como fim da tomada de decisões da

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própria escola e externas a sua organização. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais
Gerais para a Educação Básica (Parecer CNE/CEB nº7/2010 e Resolução CNE/CEB nº 4/2010),
uma das maneiras de se conceber o currículo é entendê-lo como constituído pelas experiências
escolares que se desdobram em torno do conhecimento, permeadas pelas relações sociais,
buscando articular vivências e saberes dos alunos com os conhecimentos historicamente
acumulados e contribuindo para construir as identidades dos estudantes. (Diretrizes Curriculares
Nacionais 2013 – p. 112). A Resolução CNE/CEB 7/2010, expressa:

Art. 10 O currículo do Ensino Fundamental tem uma base nacional comum, complementada
em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar por uma parte diversificada.
Art. 11 A base nacional comum e a parte diversificada do currículo do Ensino Fundamental
constituem um todo integrado e não podem ser consideradas como dois blocos distintos.

A Deliberação nº014/99, em seu artigo 5º estabelece que “a matriz curricular decorrente de


proposta pedagógica deve ser utilizada como instrumento gerencial, respeitando a obrigatoriedade
do estudo da língua portuguesa, da matemática, da arte e de educação física, o conhecimento de
mundo físico e da realidade social e política.”
A matriz curricular utilizada por essa unidade escolar é a proposta pela mantenedora,
atualmente em revisão e aperfeiçoamento e proposta em versão preliminar acompanhando a
construção da Base Nacional Comum Curricular. O Plano Curricular proposto apresenta os
componentes curriculares organizados por ano e por trimestre, contendo os objetivos de
aprendizagem, conteúdos e critérios de avaliação. Vem acompanhada de Mapa Curricular que
apresenta a gradação dos conteúdos por trimestre para visão ampliada destes. É referencial para
subsidiar o trabalho pedagógico da escola, que estabelece os seus objetivos de trabalho a partir de
suas necessidades, experiências, demandas e particularidades, a partir da reflexão sobre a prática,
para a formação integral do estudante. A Organização Curricular é composta por 8 componentes
curriculares e 5 práticas educativas:
Práticas de Acompanhamento Pedagógico
Práticas Artísticas
Práticas do Movimento e Iniciação Esportiva
Práticas de Educação Ambiental
Práticas de Ciência e Tecnologias

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Para o planejamento de suas aulas o professor deve considerar o plano curricular, o


planejamento de ensino previsto para o trimestre, ter clareza dos objetivos, definir as melhores
estratégias e encaminhamentos para atingi-los, além de considerar tempos e espaços escolares,
pois eles também constituem o currículo escolar. “No planejamento de ensino deve-se considerar a
gradação dos conteúdos numa perspectiva de retomada, continuidade e ampliação, reafirmando a
autoridade pedagógica necessária aos profissionais da educação, no sentido do domínio dos
conteúdos e na escolha das melhores formas de ensinar considerando os documentos oficiais
vigentes.” (Currículo do Ensino Fundamental: versão preliminar VOLUME I, 2016, p. 09). Ao
realizar suas escolhas o professor busca favorecer a aprendizagem, e o trabalho organiza-se na
forma de atividades permanentes (aquelas realizadas regularmente, de forma sistemática),
sequências didáticas (trabalho organizado em sequência durante certo período de tempo), projetos
didáticos (organização de propostas contextualizadas) e em atividades de sistematização (síntese
de conhecimentos trabalhados).

Educação Infantil
Assim como no ensino fundamental, a matriz curricular utilizada por essa unidade escolar é a
proposta pela mantenedora, atualmente em revisão e aperfeiçoamento conforme Caderno de
Estudos – Versão Preliminar para revisão das Diretrizes Curriculares Municipais para a Educação
Infantil destaca da importância dos saberes que as crianças já possuem que são relevantes para
refletir no conjunto de ações que serão efetivadas nos contextos pedagógicos planejados e
vivenciados pelas crianças. Essas práticas precisam levam em consideração o tempo das crianças
e respeitando o ritmo de cada uma delas.
O Parecer nº 20/09 relata que “Educar cuidando inclui acolher, garantir a segurança, mas
também alimentar a curiosidade, a ludicidade e a expressividade infantis.” (BRASIL, 2010, p.10)

Educação de Jovens e Adultos


A escola precisa acolher diferente saberes, culturas, olhares, formações para que possa
assegurar o acesso e permanência de todos, incluindo jovens e adultos no processo educacional.
O trabalho é realizado no sentido de articular os eixos de trabalho (Ciência, Cultura, Trabalho e
Tempo) com os conteúdos definidos pelo Currículo e Plano Curricular do Ensino Fundamental de
Curitiba para serem sistematizados, de forma flexível, de modo que o trabalho aconteça de forma
individualizada e significativa, com atenção às diferentes necessidades, de forma diversificada,

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valorizando o percurso de cada estudante. A ação pedagógica pretende ser reflexiva e crítica,
voltada para as questões sociais.
As Diretrizes Nacionais definem que os conteúdos sistematizados são definidos nos
componentes curriculares, associados com as áreas de conhecimento: Linguagens, Códigos e
suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias;
Ciências Humanas e suas Tecnologias. Conforme a Lei n.º10.741/2003) devem permear o
desenvolvimento dos conteúdos da Base Nacional Comum e da Parte Diversificada do currículo
(BRASIL, 2010, p.14b).

Cuidar e educar significa compreender o direito à educação parte do principio da formação da


pessoa em sua essência humana. Trata-se de considerar o cuidado no sentido profundo do
que seja o acolhimento de todos – crianças, adolescentes, jovens e adultos- com respeito e,
com atenção adequada, de estudantes com deficiência, jovens e adultos defasadas na
relação idade-escolaridade, indígenas, afrodescendentes, quilombola e povos do campo.
(DCN, p. 17)

Os componentes curriculares e áreas do conhecimento da EJA estão distribuídos conforme


exposto nas Diretrizes Curriculares para a Educação de Jovens e Adultos Fase I (p.28), elaborados
em 2012 de acordo com o Parecer 306/2012 / SME de 14/12/2012, atendendo a Resolução 03/10
do CNE/CEB e a Resolução 04/10 do CNE/CEB e Deliberação 05/10 do CEE/PR, apresentados no
quadro abaixo.

Figura 1- Fonte: Diretrizes Curriculares para EJA, 2012. p. 28

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Os conteúdos devem suceder-se numa ordem crescente de acordo com os referenciais,


articulando os temas à vida cotidiana das pessoas.

Educação Integral

A oferta do período integral ocorre no turno contrário ao desenvolvimento dos componentes


curriculares. Neste tempo ampliado busca-se ofertar oportunidades e situações que promovem
aprendizagens significativas e emancipadoras, revestidas de caráter exploratório e vivencial e
protagonizadas por todos os envolvidos na relação de ensino-aprendizagem. Defender uma
educação em período integral é propor uma educação que pensa o ser humano em todas as suas
dimensões. É possibilitar que os alunos tenham acesso a condições que jamais teriam se
permanecessem voltados apenas para a base nacional comum.
A educação integral é trabalhada através de práticas educativas apontadas pelas Diretrizes
Curriculares para a Educação Municipal de Curitiba, articulando aos objetivos de aprendizagem
propostos com intencionalidade às práticas de leitura, escrita, arte, esporte, lazer, cultura,
educação ambiental, experimentação científica e uso de tecnologias.
Assim, propõe-se a extensão da carga horária de cinco horas diárias (além das quatro horas
do componente curricular da base nacional comum), nas quais prevê o atendimento de atividades
de caráter educativo que contribuem para a formação integral do estudante, organizadas em
oficinas de práticas diferenciadas. A Prática Educativa se organiza em diferentes oficinas, em que
as possibilidades de organização dos planos de aula são iguais às modalidades organizativas do
tempo didático, podendo ser organizadas em forma de Sequência Didática, Projeto Didático ou
Atividades Permanentes, escolhidas a critério do professor levando em conta o interesse dos
alunos. A temporalidade na organização das oficinas dependerá do planejamento da oficina, isto é
de seus objetivos e condições para efetivação. Segundo Coelho (2004, p.205), “o tempo de
permanência do aluno na escola necessita de cuidado prévio, de não reproduzir em dobro as
práticas pedagógicas aplicadas na Base Nacional Comum, pois senão seria “mais do mesmo”.
O trabalho educativo é desenvolvido nas Práticas do Acompanhamento Pedagógico Língua
Portuguesa e Matemática, nas Práticas Artísticas, Práticas do Movimento e Iniciação Desportiva,
Práticas de Educação Ambiental Ciência e Tecnologias planejadas coletiva e intencionalmente, em
ações que integram a busca pelo desenvolvimento intelectual e emocional dos estudantes e o seu
bem-estar com relação à alimentação, higiene, segurança e proteção.

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Todas as atividades propostas para esse tempo ampliado tentarão apresentar desafios,
possibilitando a reflexão, o exercício da autonomia, da capacidade investigativa, inventiva e
criadora, assim como o desenvolvimento de funções como a memória, a atenção, a concentração,
a coordenação motora, o raciocínio lógico, o domínio da leitura, enfim, habilidades que contribuirão
para o desempenho escolar e para a formação integral.
A articulação dos componentes curriculares acontece através da interdisciplinaridade,
ampliando as possibilidades educativas conectadas aos objetivos educacionais da unidade escolar
e propostos pelo Plano Curricular vigente.

3.4 Turmas e horários (EI, EF, EJA, EE)


A unidade escolar conta com turmas da educação infantil, do ensino fundamental fase I,
Educação de Jovens e Adultos e Educação em Tempo Integral.
A educação infantil conta com disponibilidade de uma turma no período matutino e uma turma
no vespertino, com no máximo 25 alunos por turma.
O ensino fundamental atende o ciclo I, que corresponde ao 1º, 2º e 3º anos, com capacidade
de até no máximo 30 alunos, sendo uma turma por ano em cada período. E ao ciclo II, que
corresponde ao 4º e 5º anos, com capacidade para até 35 alunos por turma, sendo uma turma de
cada ano por turno.
A escola tem capacidade para até quatro turmas na EJA FASE I, destinadas a 1º e 2º
períodos, distribuídos em turmas multisseriadas do 1º ao 5º ano.
A Unidade de Educação Integral conta com duas turmas em cada turno, com capacidade para
até 20 alunos por turma. As práticas educativas estão divididas em antes e depois do recreio.
Todos os dias têm acompanhamento pedagógico (uma hora diária) e as demais práticas estão
dividas no decorrer da semana, nos demais horários.

4. Filosofia e Princípios didático-pedagógicos

O Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Padre João Cruciani tem por objetivo
buscar estratégias para diferentes momentos do trabalho pedagógico – administrativo, definindo
caminhos a serem percorridos coletivamente. Este tem seu objetivo pautado conforme Souza et.
AL. (2005, p.2):

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No que diz respeito ao planejamento educacional, a determinação dos pontos de chegada vai
do anúncio de grandes finalidades, de caráter mais abrangente, que apontem para a função
social que a escola tem a desempenhar, até a demarcação de objetivos e metas mais
imediatos que indiquem caminhos visíveis para a realização do trabalho educativo.

Neste sentido o presente Projeto assume um caráter intencional consciente, que é o de


promover ações partindo da realidade local com metas previamente estruturadas para se
chegar a melhoria do trabalho educativo, consequentemente em prol de uma BOA escola. Para
Kramer (1997, p. 05):

Uma proposta pedagógica é um caminho, não é lugar. Uma proposta pedagógica é


construída no caminho, no caminhar. Toda proposta pedagógica precisa ser contada. Toda
proposta contém uma aposta. Nasce de uma realidade que pergunta e é também busca de
uma resposta. Toda proposta é situada, traz consigo o lugar de onde fala e a gama de
valores que a constitui; traz também as dificuldades que enfrenta, os problemas que precisam
ser superados e a direção que orienta.

Neste sentido, a BOA escola deriva dos princípios da equidade, trabalho coletivo,
democracia, autonomia e interesse público, cumprindo sua função social e respeitando as
concepções de sociedade, ser humano e educação.

4.1 CONCEPÇÕES

4.1.1 Concepção de sociedade

Vivemos em uma sociedade, onde o fluxo de informação e conhecimento acontece de forma


muito rápida. Os recursos tecnológicos hoje existentes fazem com que o modo de viver, pensar e
agir das pessoas se modifiquem criando uma inteligência coletiva ( LEVY, 1993). Com isso a
escola não pode ficar alheia a esse processo e deve ter clareza de qual é o novo perfil da
sociedade contemporânea e mais ainda que perfil de sociedade queremos formar.
Uma sociedade envolta a tantas mudanças em que prevaleça a ajuda mútua, que reconheça
os seus direitos, mas que também esteja consciente de seus deveres. Uma sociedade

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democrática, ética, crítica autônoma, comprometida com a vida coletiva, livre de preconceito
respeitando a todas as diferenças.

4.1.2 Concepção de ser humano

Partindo do pressuposto que o ser humano é um ser social, que por natureza necessita de
relações para potencializar suas habilidades e evoluir, constata-se então, que ele pode ser definido
como o conjunto das relações sociais, das quais participa de forma ativa e reflexiva,
compreendendo assim, que as ações desenvolvidas por ele fazem parte de um fator de construção
partilhada. Por partilhada entende-se tanto a função de transformar, construir e compreender suas
relações sociais, como seu próprio modo de agir através da capacidade de despertar, desenvolver
e modificar o mundo conforme suas necessidades e do coletivo.
Para compreender como o ser humano constitui essa forma de capacidade partilhada, de
forma ativa, social e histórica, a concepção de Karl Marx que reflete sobre o trabalho como
elemento essencial para a constituição do ser humano, é crucial. Isto, pois, o trabalho é o agente
capacitador da humanização do indivíduo, já que após entendimento e novo conhecimento
adquirido, ele retorna a refletir e assimilar, para que cada vez mais suas potencialidades sejam
complexas e perfeitas.
Contemplando a essência humanizadora abordada, o que mais humano do que ter direito à
educação? Sendo assim, quanto mais o ser humano sofre as influências do meio, mais ele vive e
se autoconstrói. Assim, a educação assume o papel de mediar e desenvolver as capacidades
sociais necessárias à construção da própria sociedade. Ou seja, formar seres humanos capazes de
distinguir o certo do errado, ter em suas ações autônomas, o discernimento de estabelecer criticas
construtivas nos diferentes momentos de sua vida e tornar-se um cidadão capaz de atuar
conscientemente na sociedade, apto para viver e conviver, transcendendo tempos e espaços
escolares. O sujeito deve ser formado para ser livre e independente, autônomo e consciente da
ética.

Cada criança apresenta um ritmo e uma forma própria de colocar-se nos relacionamentos e
nas interações, de manifestar emoções e curiosidade, e elabora um modo próprio de agir nas
diversas situações que vivencia desde o nascimento conforme experimenta sensações de
desconforto ou de incerteza diante de aspectos novos que lhe geram necessidades e

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desejos, e lhe exigem novas respostas. Assim busca compreender o mundo e a si mesma,
testando de alguma forma as significações que constrói, modificando-as continuamente em
cada interação, seja com outro ser humano, seja com objetos. (DCN, 2013, p. 88)

4.1.3 Concepção de educação

Pode-se dizer que educação “é a ação que o ser humano exerce voluntária e
conscientemente sobre si mesmo ou sobre o outro ser humano de certas representações de sua
própria ação e da natureza, dos modos e das consequências dessa ação”. (TARDIF, 2014, p. 151).
A educação é considerada fundamental para a formação dos seres humanos, pois é
extremamente importante e rica em valores, realidades e significados. É uma prática que passa
pelo entendimento da natureza humana.
Para Saviani (1991) o trabalho educativo é o ato de produzir, direta e intencionalmente em
cada indivíduo, a humanidade que é produzida histórica e coletivamente pelo conjunto de homens.

...encantar, entusiasmar, seduzir, apontar possibilidades e realizar novos conhecimentos e


práticas. O conhecimento se constrói com base em constantes desafios, atividades
significativas que excitem a curiosidade, a imaginação e a criatividade (MORAN, 2007, p.
167).

No texto das Diretrizes Curriculares Nacionais está demarcado que a educação escolar
precisa ser abalizada pela ética e valores, como o a liberdade, justiça social, pluralidade,
solidariedade e sustentabilidade. Assim, busca atingir seu objetivo maior, que é o desenvolvimento
pleno do estudante, em suas dimensões individual e social, para que possa agir como cidadão
consciente de seus direitos e deveres. É uma concepção de educação integral do indivíduo que
deve permear o trabalho educativo, onde “cuidar e educar são, ao mesmo tempo, princípios e atos
que orientam e dão sentido aos processos de ensino, de aprendizagem e de construção da pessoa
humana em suas múltiplas dimensões.” (Resolução CNE/CEB Nº 7/201, p. 18)

4.2 Princípios e Fins

A Escola Municipal Padre João Cruciani está pautada nos princípios e pressupostos da
Equidade, Trabalho Coletivo, Democracia, autonomia e interesse público, cumprindo sua função
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social, trabalhando por uma educação onde os estudantes deixem de ser meros receptores de
informações e passem a ser protagonistas de sua aprendizagem. Entende-se por Democracia as
práticas e ações através de discussões por parte de todos os segmentos envolvidos. Autonomia
que permita decisões informadas e esclarecidas para tomadas de decisões desde que vinculada ao
direito à educação de qualidade para todos e todas. Interesse público atuar e operar em espaços
públicos garantindo que todos os estudantes acessem e fruam dos bens sociais, escolarização e
vivências escolares, tornando-os detentores do direito já garantido constitucionalmente; Trabalho
Coletivo pautado no trabalho coletivo este deverá ser o condutor da organização e prática
curricular garantindo a participação ativa e paritária de todos os segmentos da escola; Equidade
propõe igualdade no acesso e a fruição ao direito à educação, conduzindo uma ação educativa
equalizadora, compreendendo e respeitando o estudante nas suas particularidades e diferenças.

O grande desafio do atual momento histórico, no que diz respeito ao direito à educação, é
fazer com que ele seja além de garantido e efetivado por meio de medidas de universalização
do acesso e da permanência, uma experiência enriquecedora do ponto de vista humano,
político e social, e que consubstancie, de fato, um projeto de emancipação e inserção social.
Portanto, que o direito à educação tenha como pressuposto um ensino de qualidade para
todos e que não (re) produza mecanismos de diferenciação e de exclusão social. (OLIVEIRA;
ARAÚJO, 2004, P. 17)

4.2.1 Da instituição
O trabalho da escola Padre João Cruciani vai muito além do que apenas um lugar de
transmissão e apropriação de conhecimento. Priorizam-se encaminhamentos escolares que
exerçam papel de trabalho como um todo no indivíduo. Conforme Wallon (1975) citado por Souza
(2005, p. 4, grifo do original):

Para que a aprendizagem ocorra, um conjunto de condições necessitam estar satisfeitas:


a emoção, a imitação, a motricidade e o socius, isto é, a condição da interação social.
Esses quatro elementos marcados por uma estreita interdependência, geram a
possibilidade de que cada um de nós possa se apropriar dos elementos culturais, objeto
de nossa formação. Na ausência de qualquer um deles esse processo ocorre de forma
limitada.
Fica evidente que um trabalho educativo eficiente se dá através da internalização
do conceito da verdadeira função social da escola.

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4.2.2 Gestão escolar


A gestão democrática, modelo de gestão compartilhada na atual sociedade, objetiva uma
gestão onde todos os envolvidos no processo educacional assumam a responsabilidade em
trabalhar por uma educação de qualidade, descentralizando responsabilidades e delegando
atribuições onde todos assumam a co-participação na gestão escolar.

Dirigir e coordenar são tarefas que canalizam o esforço coletivo das pessoas para os
objetivos e metas estabelecidos. Tanto os pedagogos especialistas quanto os professores
precisam estar aptos para dirigir e coordenar, em alguma instância de seu exercício
profissional. A direção (...) é pôr em ação, de forma integrada e articulada, todos os
elementos do processo organizacional. (LIBÂNEO, 2004, p. 215).

Assim objetiva-se que todos trabalhando juntos, unam suas forças para lutar por um espaço
educacional de excelência, sendo a gestão democrática mais um instrumento em busca dessa
qualidade de ensino, balizada pelos princípios da educação pública, que é de todos e para todos.

4.2.3 Conselho de escola


O Conselho de Escola, órgão colegiado organizado na Escola para promover a Democracia
exercendo uma gestão compartilhada, foram criados a partir da Constituição Federal de 1988
(artigo 206, item VI) e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9394 de 1996 (
artigo 14, incisos I e II), que estabelecem a gestão democrática da educação pública.
Formado por um grupo de pessoas que foram eleitas nos diferentes segmentos, pais,
professores, funcionários e estudantes para discutir situações, problemas, melhorias, mudanças,
enfim, ideias, propostas, reivindicações de quem usufrui da educação pública contribuindo para a
construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
O Conselho de Escola se configura como um permanente espaço de debate e articulação
entre os vários setores da escola, para atender às necessidades comuns e aos encaminhamentos
necessários à solução de problemas administrativos, pedagógicos e financeiros. Discutir, deliberar,
normatizar, aconselhar e fiscalizar as ações da Escola, além de debater e aprovar, em última
instância, o currículo e o Plano de Ação da Escola são atribuições que estão devidamente

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regulamentadas em estatuto próprio, estando claras as definições dos direitos e dos deveres dos
conselheiros, a forma de convocação de reuniões e a sua periodicidade, dentre outras questões.

4.2.4 Instituição auxiliar – Associação de Pais, Professores e Funcionários (APPF)


Na Escola Municipal Padre João Cruciani – Educação Infantil e Ensino Fundamental, a
Associação de Pais, Professores e Funcionários (APPF) é uma instituição jurídica, que representa
os reais interesses dos pais, professores e funcionários das unidades escolares, promovendo
ações que oportunizem a integração família/ escola/ comunidade. Tem por objetivo integrar a
comunidade escolar, visando sempre a sua realidade na discussão da política educacional para a
democratização do ensino e a conquista da gestão colegiada, bem como representar os reais
interesses da comunidade escolar junto a escola, contribuindo dessa forma para a melhoria da
qualidade de ensino. Possui função consultiva, deliberativa e fiscal das verbas dos recursos
próprios bem como as recebidas em âmbito federal e municipal.A sua representatividade e sua
regularidade está de acordo com estatuto e regimento próprio da Associação.

4.3 Objetivos de cada Modalidade

4.3.1 Educação Infantil


A Educação Infantil tem por finalidade criar condições para o desenvolvimento integral das
crianças. Portanto faz-se necessário entender a infância como um período da vida do ser humano
onde se inicia o contato e a interação com o meio, fase em que se desenvolver física, cognitiva e
emocional. É a fase no qual a criança constrói sua identidade, seus princípios, valores e
concepções, aprendendo a olhar o mundo e a entendê-lo.

Promover o desenvolvimento integral das crianças de zero a cinco anos de idade garantindo
a cada uma delas o acesso a processos de construção de conhecimentos e a aprendizagem
de diferentes linguagens, assim como o direito à proteção, à saúde, à liberdade, ao respeito,
à dignidade, à brincadeira, à convivência e integração com outras crianças. (PARECER
20/2009, p.09)

A criança é sujeito histórico e de direitos que se desenvolvem nas interações, relações e


práticas cotidianas a ela disponibilizadas e por ela estabelecidas com adultos e crianças de
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diferentes idades nos grupos e contextos culturais nos quais se insere. Nessas condições ela faz
amizades, brinca com água ou terra, faz-de-conta, deseja, aprende, observa, conversa,
experimenta, questiona, constrói sentidos sobre o mundo e sua identidade pessoal e coletiva
produzindo cultura.
Para isso faz-se necessário entender que educar é propiciar situações de brincadeira e
aprendizagens orientadas de forma integrada e que possa contribuir para o desenvolvimento das
capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com os outros, em uma atitude básica
de aceitação, respeito e confiança, bem como o acesso pelas crianças aos conhecimentos mais
amplos da realidade social e cultural, de explorar o seu ambiente: o espaço em que está os objetos
que a rodeiam, suas características e seus usos e os elementos que compõem a natureza e a
sociedade.
Assim a criança busca compreender o mundo e a si mesma, testando de alguma forma as
significações que constrói, modificando-as continuamente em cada interação, seja com outro ser
humano, seja com objetos.
O brincar dá à criança oportunidade para imitar as situações vividas e para construir o novo
conhecimento, conforme ela reconstrói histórias, dá significado aos objetos, interage com
diferentes parceiros, vão construindo significados compartilhados, a partir das quais a criança
aprende como agir aos valores e normas da cultura de seu ambiente. Nesse processo e deve-se
considerar que as crianças aprendem coisas que lhe são muito significativas, quando interagem
com os adultos e com crianças mais velhas construídas assim as culturas infantis.

4.3.2 Educação Em Tempo Integral


Pode-se pensar a educação integral como princípio para a organização do currículo em que a
ênfase recai na integração dos conhecimentos a partir de abordagens interdisciplinares,
transdisciplinares e transversais, onde se questiona a fragmentação do conhecimento humano,
próprio da ciência moderna, e propõe-se a articulação curricular como meio de contemplar o
conhecimento de forma abrangente, integral, a partir de experiências e conhecimentos diversos,
considerando que não há um único modo de ensinar e de aprender.
A concepção de educação integral é aquela que considera o sujeito em sua condição
multidimensional, não apenas na sua dimensão cognitiva, como também na compreensão de um
sujeito que é sujeito corpóreo, tem afetos e está inserido num contexto de relações. Isso vale dizer
a compreensão de um sujeito que deve ser considerado em sua dimensão biopsicossocial.
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Esse desenvolvimento afetivo, cognitivo e social, na perspectiva de uma Educação Integral,


pode ser desenvolvido na articulação de projetos que ampliem experiências, ofereçam novas
possibilidades às crianças, dentro e fora da escola, de construção de múltiplos sentidos.
No entanto é preciso lembrar que não somente o acesso a escola é importante, mas devemos
sim garantir a permanência, sem evasão e repetência, sendo imprescindível propor uma ação
pedagógica organizada, onde se dê ênfase ao desenvolvimento integral do aluno, cuja metodologia
estabeleça e aglutine conhecimentos, fazendo conexão com as necessidades dos educandos, que
envolva a vida prática, voltada para a solução de questões que inquietam ou estimulam a vida
cotidiana e que por isso mesmo, exerce forte motivação e interesse.
Neste tempo ampliado busca-se ofertar oportunidades e situações que promovem
aprendizagens significativas e emancipadoras, revestidas de caráter exploratório e vivencial e
protagonizadas por todos os envolvidos na relação de ensino-aprendizagem. Assim, defender uma
educação em período integral é propor uma educação que pensa o ser humano em todas as suas
dimensões. É possibilitar que os alunos tenham acesso a condições que jamais teriam se
permanecessem voltados apenas para a base nacional comum.
A educação em tempo integral é organizada nas práticas educativas apontadas pelas
Diretrizes Curriculares para a Educação Municipal de Curitiba: Acompanhamento pedagógico de
Língua Portuguesa e Matemática; Práticas de Educação Ambiental; Práticas de Ciência e
Tecnologias; Práticas de Movimento e de Iniciação Desportiva; Práticas Artísticas.

4.3.3 Ensino Fundamental


A escola pública de qualidade tem como base de suas ações os princípios da equidade,
trabalho coletivo, democracia, autonomia e interesse público, e sua responsabilidade maior é
garantir aprendizagem de qualidade, articulando a democratização de suas ações e
proporcionando o direito de aprender a todos os estudantes, com a formação básica do cidadão. O
objetivo desta unidade escolar é o de garantir um ensino de qualidade, valorizando o profissional
da educação e garantindo acesso a todos os estudantes e a participação de todos os envolvidos.
De acordo com a LDB 9394/96, em seu artigo 32:

O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública,
iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão,
mediante:

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I - o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio


da leitura, da escrita e do cálculo;
II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes
e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
III - o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de
conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de
tolerância recíproca em que se assenta a vida social.

A etapa do Ensino Fundamental dos Anos Iniciais, que compreende do 1º ao 5º ano é dividida
em dois ciclos, sendo que o ciclo I envolve o processo de alfabetização e vai do 1° ao 3°ano. Já o
ciclo II, 4° e 5° ano, busca-se aprofundar os conhecimentos adquiridos pelos alunos, assim como,
torná-lo mais crítico, reflexivo, preparando para a próxima etapa de ensino.

4.3.4 Educação de Jovens e Adultos


A proposta para a Educação de Jovens e Adultos na Rede Municipal de Ensino estabelece
como objetivo principal “oportunizar o acesso, a permanência e a continuidade dos estudos a todos
aqueles que não tiveram essa oportunidade em idade própria, proporcionando-lhes um
aprendizado por meio de metodologia diferenciada que leve em consideração a realidade cultural,
o nível de seus conhecimentos, a história de cada um, a condição socioeconômica e a diversidade
étnico-racial, territorial, de gênero, dentre outras” (Diretrizes Curriculares para a EJA –p. 9). Tal
orientação parte de uma construção coletiva da prática pedagógica, que deve transcorrer de forma
interdisciplinar, com trabalho em equipe, visando a superação da fragmentação de conteúdos.

A reorganização pedagógica da EJA, objetiva desenvolver processos de formação humana,


articulados aos contextos sócio-históricos, que minimizem a exclusão e garantam aos
estudantes jovens e adultos o acesso, a permanência e o sucesso para que percebam a
escolarização como direito fundamental para o exercício pleno da cidadania e do
autoconhecimento, buscando a convivência em uma sociedade mais justa e igualitária.
(Diretrizes Curriculares para a EJA – p. 11)

Atualmente existe uma grande procura por esta modalidade na região por existir ainda um
grande número de pessoas não alfabetizadas conforme demonstrado pelo censo 2010, onde
mostra que no entorno da escola existe um percentual de 2,7 % de pessoas não alfabetizadas. O
perfil dos (das) estudantes da escola Padre João Cruciani apresenta uma característica que a
difere das demais escolas, que é um grande número de estudantes portadores (as) de

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necessidades especiais oriundos da Instituição Pequeno Cotolengo do Paraná, perfazendo um total


de 30%, sendo que a faixa etária dos alunos matriculados é de 20 a 70 anos. A Portaria 17/2012
estabelece:

Art. 5.º Para ofertar a Educação de Jovens e Adultos – Fase I – a Instituição de Ensino
deve ter, no mínimo, 15 (quinze) estudantes matriculados e para a abertura de outras turmas
será considerada a capacidade de 25 (vinte e cinco) estudantes matriculados por turmas.
§ 1.º Quando houver demanda para o primeiro período da Educação de Jovens e
Adultos – Fase I – alfabetização – a Instituição de Ensino poderá abrir uma turma com, no
mínimo, 10(dez) estudantes.

O funcionamento desta modalidade de ensino acontece no período noturno, das 18h às 22h,
sendo que os (as) professores (as) têm direito permanência, para estudo e planejamento,
distribuídas em quatro horas no mesmo dia, com dispensa dos estudantes, às sextas-feiras. E
quando a quando a escola ofertar até três turmas de EJA fase I, o articulador ministrará duas aulas
por turma durante a semana para atender a hora atividade do professor, com atividades de
acompanhamento pedagógico, enfatizando leitura e escrita, conforme a Orientação 01/2015 quanto
às funções deste.

Art. 9.º O Corpo docente da EJA – Fase I – é constituído por profissionais do Quadro Próprio
do Magistério da Secretaria Municipal da Educação, com vaga fixa, no turno noturno, e por
profissionais do Quadro Próprio do Magistério da Secretaria Municipal da Educação que
optarem pelo Regime Integral de Trabalho – RIT, desde que estes profissionais possam
cumprir o horário estabelecido nesta Portaria.

Quanto à avaliação dos estudantes, esta deve permitir a realimentação do currículo,


conteúdos e metodologia utilizados e segue as orientações das Diretrizes Curriculares para a EJA:

De acordo com o previsto na LDB n.º 9.394/96 – sobre avaliação do rendimento escolar nos
dispositivos legais decorrentes e as normas complementares emitidas pelos Sistemas de
Ensino, bem como contidas na Deliberação n.º 007/99 do CEE (Conselho Estadual de
Educação), enfatizam que a avaliação deve ser entendida como um dos aspectos do ensino
que analisa e interpreta os dados da aprendizagem e do próprio trabalho desenvolvido, com a
finalidade de melhoria do de ensino e da aprendizagem. (p.35)

Nesse sentido as ações devem prever critérios claros e estratégias para os diferentes níveis
e necessidades de aprendizagem, de forma a adequar a prática pedagógica. Não se organiza um
momento específico para avaliação, pois esta acontece diariamente, a partir do plano especial de
estudos e adequações curriculares de acordo com o desempenho acadêmico de cada estudante,

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como estabelece a Instrução Normativa 08/2013, e tem caráter processual, formativo e


participativo, de forma contínua, cumulativa e diagnóstica valorizando todos os avanços.
Nas salas da EJA observa-se grande diversidade de estudantes quanto à idade, níveis de
conhecimento, experiências e expectativas de vida, entre outros. O acolhimento dos estudantes
egressos do ensino fundamental regular para EJA, bem como os egressos de classe especial é
realizado a partir da matrícula, conforme a legislação vigente. O estudante deve ter a idade mínima
de quinze anos completos. O estudante proveniente de classe especial necessita fazer adaptação
por três meses frequentando as duas modalidades, alternando a frequência, começando com duas
vezes semanais, depois três vezes até poder frequentar todo o período de aulas da EJA, sendo
desligado da modalidade classe especial.

Art. 6.º Cabe à Coordenadoria de Atendimento às Necessidades Especiais, à Gerência da


EJA e ao Coordenador da EJA do NRE pertinente orientar os profissionais que atuam em
turmas de EJA – Fase I – com inclusão de estudantes com deficiência, nos
encaminhamentos pedagógicos.(Portaria 17/2012).

É assegurada matrícula em qualquer período do ano e também o aproveitamento de


estudos e a participação em processos de classificação e reclassificação.
Cabe ao (à) articulador(a) da EJA acompanhar e organizar todo o descrito acima, além de
participar de momentos de formação continuada, permanências, assessorar os(as) regentes de
turma, além de coordenar os processos de elaboração e registro da documentação escolar de
todos os estudantes da modalidade.

4.3.5 Educação Inclusiva


De acordo com a Política Nacional da Educação Especial na perspectiva da Educação
Inclusiva (2008) considera-se público alvo da Inclusão Escolar, educandos com Deficiências,
Transtornos Globais do Desenvolvimento e Altas Habilidades/Superdotação. Na perspectiva da
Inclusão Escolar a escola deve oportunizar ações efetivas para a sua aprendizagem, objetivando o
desenvolvimento de sua independência e autonomia para o exercício da autonomia. A Resolução
Nº4/2010, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais, define:

Art. 29. A Educação Especial, como modalidade transversal a todos os níveis, etapas e
modalidades de ensino, é parte integrante da educação regular, devendo ser prevista no
projeto político-pedagógico da unidade escolar.
§ 1º Os sistemas de ensino devem matricular os estudantes com deficiência, transtornos
globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas classes comuns do ensino

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regular e no Atendimento Educacional Especializado (AEE), complementar ou suplementar à


escolarização, ofertado em salas de recursos multifuncionais ou em centros de AEE da rede
pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos.

Sendo assim, toda pessoa tem direito à educação de qualidade, pois toda pessoa tem
potencial para aprender, independente de suas particularidades, e suas necessidades devem ser
atendidas em suas singularidades com o uso de estratégias e processos de avaliação
diversificados e diferenciados.
Para a escola a inclusão se apresenta como desafio que estimula, flexibiliza relações e
proporciona o direito para que todos sejam estimulados em suas capacidades e atendidos em suas
necessidades.
O estudante de inclusão inserido na escola participa das atividades propostas, contribuindo
com seu potencial para os projetos e programas da instituição. Em seu processo de inclusão
levam-se em conta suas necessidades específicas, respeitando a legislação vigente, contando com
profissional de apoio, com redução do número de alunos em classe ou redução de sua carga
horária diária conforme indicação do caso.
Também estão disponíveis pela mantenedora em outras unidades de educação, conforme a
necessidade do estudante a partir de Avaliação Diagnóstica Psioeducacional o atendimento em
Sala de Recursos, Sala de Recursos de Altas Habilidades, Classe Especial, atendimento
especializado em Centros Municipais de Atendimento Especializado (CMAE). Os CMAEs (Centros
Municipais de Atendimentos Especializados) realizam um trabalho específico através de dois
serviços: Avaliação Diagnóstica Psicoeducacional e Atendimento Terapêutico-Educacional com
suporte de caráter preventivo, através de serviços especializados. Os CMAEs são composto por
equipes de profissionais da Secretaria Municipal da Educação e Secretaria Municipal da Saúde:
professores especializados em reeducação visual e auditiva, pedagogos especializados,
psicólogos, fonoaudiólogos; contando ainda na sua estrutura organizacional: um diretor, assistente
administrativo e profissional de apoio. Para oportunizar a continuidade ou a inserção no ensino
comum dos (das) estudantes hospitalizados(as) ou em tratamento de saúde impedidos(as)
temporariamente de frequentar a escola. A mantenedora oferece Atendimento Pedagógico
Domiciliar e o Programa de Escolarização Hospitalar.

5. Bases Norteadoras para a Organização e Desenvolvimento do Trabalho Educativo

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5.1 Currículo do Ensino Fundamental


A Resolução CNE/CEB Nº7/2011 (Art. 9º, p. 03) estabelece que o currículo do Ensino
Fundamental deve ser composto pelas “experiências escolares que se desdobram em torno do
conhecimento, permeadas pelas relações sociais, buscando articular vivências e saberes dos
alunos com os conhecimentos historicamente acumulados e contribuindo para construir as
identidades dos estudantes.” A Rede Municipal de Ensino de Curitiba apresenta:

O Currículo do Ensino Fundamental foi produzido atendendo as nossas necessidades de uma


maior definição dos conteúdos, objetivos de aprendizagem e critérios de avaliação a serem
trabalhados em cada ano do ciclo. Destacamos que a opção pelo trabalho com os conteúdos
por ano se insere numa perspectiva integradora do conhecimento. A análise dos documentos
curriculares precisa, portanto, compreender as relações entre as suas restrições e
possibilidades de ação, ou seja, o que é viabilizado ou dificultado a partir deles. A perspectiva
de trabalho em ciclos de aprendizagem considera a necessidade de retomar determinados
conhecimentos que não foram assimilados pelos/as estudantes em outros anos ao longo do
processo pedagógico. Dessa forma, o planejamento do ensino e o plano das aulas será
retomado constantemente tendo em vista às aprendizagens efetivadas e as que estão em
processo. Nesse sentido, currículo, planejamento e avaliação são elementos indissociáveis
do trabalho pedagógico. (Currículo do Ensino Fundamental: versão preliminar VOLUME I –
p.8)

A escola segue o proposto no Currículo do Ensino Fundamental pela Secretaria Municipal de


Educação, que estabelece a unidade em sua matriz curricular para todos os seus estabelecimentos
de ensino.

5.2 Currículo da Educação Infantil


A educação infantil ofertada na escola tem como finalidade o conjunto de práticas que
buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem
parte do patrimônio cultural, artístico, científico e tecnológico e, portanto, segue as diretrizes
curriculares nacionais e as orientações curriculares para a educação infantil do município.
A educação infantil visa o desenvolvimento integral das crianças, este trabalho pedagógico é
organizado em atividades permanentes (cantos de atividades diversificadas, roda de conversa,
hora da leitura, hora do conto), sequências didáticas, projetos.

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O processo de construção de aprendizagens significativas consiste em estabelecer relações


entre o que a criança já sabe e aquilo que é novo. Quando propiciamos a criança a ser
protagonista do seu próprio conhecimento, assim sendo o trabalho possibilita a criança
experimentar, dialogar, explorar e levantar hipóteses a partir de seus conhecimentos prévios os
reelaborando e aprofundando saberes. O protagonismo infantil leva a criança a ser dono de sua
própria história e o professor de ser mediador proporcionando avanços significativos nas
aprendizagens das crianças.

5.3 Currículo da Educação em Tempo Integral


O currículo deve ser entendido como um eixo dinâmico, integrador e estimulador de todas as
ações projetadas e desenvolvidas pela escola. O currículo da escola com jornada ampliada
sistematiza em seu Projeto Político Pedagógico uma rotina de nove horas diárias e articula as
áreas do conhecimento e os saberes escolares às práticas voltadas à leitura e escrita, à arte, ao
esporte, ao lazer, à cultura, à educação ambiental, à experimentação científica e ao uso das
tecnologias, ampliando as oportunidades de aprendizagem dos educandos com o enriquecimento
do currículo. O foco, portanto, é a ampliação das oportunidades de aprendizagem. Um processo
que permita às crianças a apropriação de conhecimentos por intermédio de experiências
socialmente relevantes.
O currículo deve contemplar não só um conjunto de ações desenvolvidas na escola, mas
também pela escola, independente de seus limites de fisicalidade. Somente a ampliação do tempo
pedagógico, a flexibilidade de suas ações e a ressignificação de seus espaços permitirão que a
escola possa avançar.
A reorganização curricular para a Rede Municipal de Curitiba, proposta pelo Currículo do
Ensino Fundamental, assim como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), foi organizado em
quatro áreas do conhecimento: Linguagens (Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Arte
e Educação Física); Matemática (Matemática); Ciências da Natureza (Ciências) e Ciências
Humanas (Geografia, Ensino Religioso, História) e as Práticas Educativas são organizadas de
acordo com disposição, sendo pareadas pela área afim. A prática de Acompanhamento
Pedagógico acompanha os componentes curriculares de Língua Portuguesa e Matemática, nas
áreas do Conhecimento Linguagens e Matemática. A Prática de Ciência e Tecnologias segue o
proposto pela área do Conhecimento de Ciências da Natureza. A Prática de Educação Ambiental
acompanha o proposto para História e Geografia pela área de Ciências Humanas. A Prática do
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Movimento e Iniciação Desportiva e Práticas Artísticas seguem o proposto pelos componentes


Educação Física e Arte, respectivamente, na área Linguagens.

5.4 Currículo da Educação de Jovens e Adultos

Para o melhor encaminhamento, que atenda e respeite as diferenças, a escola dentro da


Educação de Jovens e Adultos, organiza o trabalho pedagógico de maneira diferenciada,
considerando que os Jovens e Adultos tem uma realidade cultural e um nível de subjetividade
bastante diferente em relação às crianças, sendo necessária a adequação das metodologias
empregadas nessa modalidade de ensino, bem como aos alunos de inclusão, respeitando-se as
diferentes formas de aprender.
O principal foco da Educação de Jovens e Adultos é oportunizar o acesso, a permanência e a
continuidade dos estudos a todos aqueles que não o fizeram em idade própria, proporcionando-
lhes um aprendizado de forma diferenciada, que leve em consideração a realidade sociocultural e
econômica, a história de cada um, a diversidade étnico-racial e de gênero, facilitando a sua
inserção no mundo do trabalho e o exercício da sua cidadania. O conhecimento prévio serve como
disparador para organizar os conhecimentos formais, tornando uma troca de saberes e
aprendizado, onde cada estudante tem autonomia para administrar o seu tempo.
A Secretaria Municipal da Educação de Curitiba propõe um trabalho com os componentes
curriculares, articulando os eixos com os conteúdos definidos pelo Currículo e o Plano Curricular do
Ensino Fundamental de Curitiba para serem estudados, de acordo com as Diretrizes Curriculares
da Educação de Jovens e Adultos – Fase I do Ensino Fundamental da Secretaria Municipal da
Educação de Curitiba.

5.5 Educação das Relações Étnico-Raciais e Ensino de História e Cultura Afro Brasileira e
Indígena

O estudo da interface segregacionismo e educação oferece uma possibilidade de colocar num


mesmo cenário a problemática de duas temáticas de inquestionável importância. Quando se
contempla as relações sociais dentro do espaço escolar, questiona-se até que ponto ele está

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sendo coerente com sua função social quando se propõe a ser um espaço que preserva a
diversidade, responsável pela promoção da equidade.
O aprofundamento sobre as questões de gênero, orientação sexual, racial permitirá ao
estudante uma visão mais ampla de mundo, favorecendo o respeito à diversidade.
O trabalho com as questões de gênero, orientação sexual, indígena e étnico racial valorizam a
diversidade dentro do contexto social, promovendo o respeito que todo o ser humano necessita,
sem distinção de qualquer natureza, como prevê a Constituição Federal.
Como objetivo geral do trabalho desenvolvido destaca-se reconhecer e valorizar os Direitos
humanos, partindo de um processo de conhecimento e respeito de nossas identidades, herança
cultural, a diversidade étnica, racial e de gênero com o intuito de resgatar e fomentar atitudes
individuais e coletivas contra o segregacionismo e a favor do respeito às diferenças. Propõe-se
abordar a criatividade, ludicidade e relação interpessoal, através das diferentes linguagens
artísticas, propiciando aos alunos um trabalho rico e prazeroso sobre os direitos humanos,
ensinando a respeitar os Direitos Humanos, aprendendo a lidar com as diferenças dentro e fora da
escola, educando para a perceber a igualdade de todo ser humano, rompendo com estigmas, com
linguagens explicitadas ou não de inferioridade das minorias.
O trabalho propõe uma metodologia de sensibilização e reflexão, diálogo e interação entre
os estudantes, respeitando as Leis 10.639/2003, 11.645/2008 regulamentada pela Deliberação
CEE 04/2006, e a transversalidade ao longo do ano letivo. Na Escola Municipal Padre João
Cruciani na primeira reunião do ano letivo com toda a equipe escolar organiza-se a Comissão Local
de Educação em Direitos Humanos atendendo a deliberação do CEE/PR nº 04/06 e a Lei
no 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Nessa mesma reunião é elaborado o esboço do Plano de Ação
da Educação em Direitos Humanos como também a definição de atividades que os anos de ensino
participarão. A comissão é responsável por participar dos eventos externos relacionados ao tema e
repassar aos demais profissionais as discussões efetivadas e organizar o Relatório Final com as
ações realizadas na unidade.

5.6 Projetos e Programas

A escola articula e desenvolve projetos que visam contribuir com o processo pedagógico e a
formação integral do estudante, em parceria com instituições públicas e privadas e com a Rede
Municipal de Ensino.
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5.6.1 Rede de Proteção, FICA, Bolsa-Família e Erradicação do Trabalho Infantil

Trabalho integrado, intersetorial e multidisciplinar dos vários órgãos da administração


municipal, de instituições parceiras e Conselho Tutelar voltado para o atendimento das Crianças e
Adolescentes em situação de risco para a violência, a Rede de Proteção propõe ações políticas e
sociais de enfrentamento a essa questão a partir de estratégias de prevenção, assistência e
proteção. A escola faz parte desse processo, pois está em contato direto com crianças e quando
percebe situações de risco a elas encaminha denúncia ao Conselho Tutelar via Notificação
Obrigatória sigilosa e realiza acompanhamento dos casos notificados via participação em reuniões
que integram os órgãos envolvidos.
Para garantia do direito à educação aos estudantes, a escola e os profissionais da educação
têm suas atribuições para a prevenção e enfrentamento à baixa frequência, ao abandono e à
evasão escolar. Toda a escola deve estar envolvida no combate à evasão escolar, sendo que cada
ator do processo tem seu papel específico nessa ação, conforme orientações referenciais
propostas, propondo estratégias que facilitem a ação pedagógica inclusiva e motivadora, com olhar
ampliado para a formação do cidadão crítico e atuante na sociedade.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) n.° 9.394/96, artigo 5º, fala sobre o
acesso ao ensino fundamental como direito público subjetivo e compete aos estados e municípios
zelar pela frequência à escola. Também estabelece a responsabilidade da instituição de ensino
quanto a informar pais e responsáveis sobre a frequência e rendimento dos estudantes e define a
participação dos docentes nesse processo de integração.

O município de Curitiba formalizou o Termo de Cooperação que normatiza que as escolas


municipais devem após ter realizado todas as ações de sua responsabilidade, emitir e
encaminhar a FICA ao Conselho Tutelar, sempre que o(a) estudante tiver cinco faltas
consecutivas e sete alternadas no período de 30 dias, quando não justificadas pela
família. Importante afirmar que devem ser considerados 30 dias corridos após a
identificação da primeira falta e que todas as ações realizadas devem ser
documentadas. (PMC/SME – 2016 p. 31- grifo do original).

O Programa Bolsa Família (PBF) é uma política pública de redução da pobreza e da


desigualdade, e entre as principais condições estão à frequência e o rendimento escolar das
crianças e dos adolescentes. Todas as crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos devem estar
devidamente matriculados (Emenda Constitucional 59/2009), sendo que, para as crianças de 4 e 5

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anos, a frequência escolar mensal mínima deverá ser de 60% da carga horária, enquanto que, para
os(as) estudantes entre 6 e 17 anos, a frequência mínima deverá ser de 75% (Lei n.° 9.394/96 –
LDB – inciso VI do artigo 24 e inciso IV do artigo 31).
O Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) visa retirar crianças e adolescentes
com idade inferior a 16 anos da prática do trabalho precoce, exceto quando na condição de
aprendiz, a partir de 14 anos. É executado por meio do Programa Bolsa Família, com
acompanhamento familiar e serviços socioassistenciais.

5.6.2 Ler e Pensar

Projeto em parceria com o Jornal Gazeta do Povo – Instituto GRPCOM - de incentivo à leitura
e cidadania por meio da mídia jornal que trabalha com leitura e informação, de forma a contribuir
para o desenvolvimento dos estudantes em sua cidadania, nos aspectos da compreensão e visão
do mundo a sua volta. O uso do jornal contribui para o aprimoramento da expressão dos alunos, e
ajuda a desenvolver reflexão e visão crítica, melhor compreensão dos acontecimentos da
sociedade e incentiva a atuação efetiva na realidade em que estão inseridos .

5.6.3 Conhecer para Prevenir

O programa “Defesa Civil na Educação – Conhecer Para Prevenir (CPP)” é uma ação
conjunta das Secretarias Municipais da Defesa Social (SMDS) e da Educação (SME). Tem o
objetivo de orientar a comunidade escolar quanto aos procedimentos e medidas a serem adotadas
diante de situações emergenciais, como acidentes e desastres, além de prevenir para minimizar
danos e prejuízos.
Seu objetivo é de promover a mudança cultural através da educação, esclarecimento e
orientação dos cidadãos a respeito da conceituação e importância das atividades de defesa civil,
especialmente do papel da população na realização destas, orientando a comunidade escolar e
vizinhança para que ela desenvolva ações de prevenção e tenha planos eficientes de abandono do
local, em caso de necessidade, para que a escola se torne um ambiente mais seguro.

5.6.4 Ação Saudável

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É um programa em parceria com o Instituto Esporte Educação (IEE), INMED Brasil e


Mondelez International Foundation, que visa contribuir para a formação do cidadão crítico e
participativo, por meio da educação física e do esporte e através da horta escolar, favorecendo o
desenvolvimento da comunidade local. Tem como objetivo contribuir para a formação de
professores, gestores públicos, lideranças comunitárias e de organizações sociais, por meio de
formação teórica e prática em esporte educacional e cultivo de horta, desenvolvendo instrumentos
pedagógicos e de gestão para as redes públicas municipais.
O programa também tem como objetivo melhorar a saúde e a qualidade de vida dos
estudantes, suas famílias e da comunidade. Essa organização (ONG) disponibiliza materiais e
insumos para o trabalho com a horta escolar e alimentação saudável.

5.6.5 Programa Dinheiro Direto na Escola – PDDE

O PDDE consiste na assistência financeira às escolas públicas da educação básica das redes
estaduais, municipais e do Distrito Federal e às escolas privadas de educação especial mantidas
por entidades sem fins lucrativos, com o propósito de contribuir para o provimento das
necessidades prioritárias dos estabelecimentos educacionais beneficiários, como a aquisição de
material permanente; manutenção, conservação e pequenos reparos da unidade escolar; aquisição
de material de consumo necessário ao funcionamento da escola; avaliação de aprendizagem;
implementação de projeto pedagógico; e desenvolvimento de atividades educacionais. A verba é
enviada anualmente, em parcela única, os recursos do programa são transferidos de acordo com o
número de alunos, de acordo com o censo escolar do ano anterior ao do repasse. A escola, em
reunião junto ao Conselho de Escola e Associação de Pais e Professores, conversa sobre as
prioridades da escola e faz a escolha a que o dinheiro será destinado no ano seguinte: material de
capital ou material de consumo.

PDDE Mais Educação

O Programa Mais Educação instituído pela Portaria Interministerial nº 17/2007 e Decreto nº


7.083, de 27 de janeiro de 2010, integra as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação
(PDE) e é operacionalizado pela Secretaria de Educação Básica (SEB) por meio do Programa
Dinheiro Direta na Escola (PDDE).

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É um programa com orientações específicas para sua utilização, de acordo com o manual
operacional da Educação Integral e seu aporte enriquece o trabalho com as práticas educativas já
desenvolvidas.
Para utilização dos recursos dos diferentes programas (Mais Educação, Escola Sustentável e
Mais Cultura), a escola precisa relacionar as atividades do Programa Mais Educação com as
práticas educativas após discutir coletivamente a organização do trabalho em cada prática
educativa e ou especificidade do programa para então definir prioridades para o uso da verba.
A última adesão ao Programa Mais Educação que a Unidade de Educação Integral Padre
João Cruciani no início do 4º bimestre de 2014.

Fundo Rotativo

A partir de 2016, a Prefeitura de Curitiba mudou a forma de repasse de recursos financeiros


descentralizados, foi criado então o Programa Fundo Rotativo para Unidades Educacionais da
Secretaria Municipal de Educação. O projeto garante agilidade e autonomia administrativa na
gestão de recursos para o pagamento de despesas relacionado à execução de serviços de
manutenção, pequenos reparos e aquisição de materiais para atividade educacional. Pela
proposta, os diretores das unidades serão os gestores do programa. Dessa maneira o sistema
passa a ser informatizado para a prestação de contas, controle de repasses e visualização das
despesas que poderão ser consultados e acompanhados pela comunidade em geral.
O programa é um instrumento ágil de repasse de recursos que garante aos diretores maior
autonomia, conforme determinado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), e amplia a
transparência em relação aos gatos da educação.
Com a extinção dos convênios vigentes com as APPFs, passa a ser papel do diretor como
gestor do programa zelar pela correta utilização e gerenciamento dos recursos repassados
bimestralmente para as unidades. Caberá a Associação de Pais e Funcionários em conjunto com o
Conselho Escolar e demais Órgãos de Controle Interno e Externo o exercício da fiscalização e
aplicação dos recursos.
A prestação de contas será feita de forma documental e on-line, por meio do Sistema Gestão
de Recursos Financeiros.

Programa Escola Acessível

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O Programa Escola Acessível constitui uma medida estruturante para a consolidação de um


sistema educacional inclusivo, concorrendo para a efetivação da meta de inclusão plena, condição
indispensável para uma educação de qualidade. O processo de transferência dos recursos
financeiros de custeio para acessibilidade é feito diretamente às unidades executoras das escolas.
Em 2010, de acordo com a Resolução MEC/FNDE nº10/2010, alterada pela Resolução FNDE/CD
n° 3/2010, o Programa Escola Acessível atendeu as escolas públicas de educação básica das
redes estaduais, municipais e distrital, contempladas no período de 2005 a 2008, pelo Programa
Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais, que registraram no Censo Escolar
MEC/INEP/2009, matrículas de estudantes público alvo da educação especial, em classes comuns
do ensino regular.
O Programa Escola Acessível objetiva, prioritariamente, a acessibilidade e inclusão de alunos
com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação
matriculados em classes comuns do ensino regular, assegurando-lhes o direito de compartilharem
os espaços comuns de aprendizagem, por meio da acessibilidade ao ambiente físico, aos recursos
didáticos e pedagógicos e às comunicações e informações.
Sendo assim, cabe à escola elaborar Plano de Atendimento por meio do Sistema Integrado de
Planejamento, Orçamento e Finanças do Ministério da Educação – SIMEC, Observar, durante a
elaboração do plano de atendimento, as normas de acessibilidade previstas pela ABNT/NBR/9050;
remeter à Secretaria de educação à qual se vincula, por meio do SIMEC, o plano de atendimento,
para validação; Proceder à execução e prestação de conta dos recursos do Programa, nos moldes
e sob a égide da Resolução FNDE nº 27/2011; Zelar para que a prestação referida no item anterior,
contenha os lançamentos correspondentes e seja acompanhada dos comprovantes referentes à
destinação dada aos recursos liberados sob o amparo da Resolução FNDE nº 27/2011; Fazer
constar dos documentos probatórios das despesas realizadas com os recursos financeiros de
custeio e capital (notas fiscais, faturas, recibos) a expressão “pagos com recursos do
FNDE/PDDE/Acessibilidade”; Garantir livre acesso às suas dependências a representantes do
MEC/SECADI/FNDE, quando em missão de acompanhamento e auditoria.

5.7 Avaliação da Aprendizagem

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Avaliação da aprendizagem faz parte do processo metodológico, como elemento integrador,


no qual estudante e professor fazem parte desse processo. Ela permite que ambos conheçam o
progresso alcançado e que o professor reelabore a sua prática pedagógica, quando necessário. Os
critérios da avaliação estão vinculados à organização curricular e têm diferentes funções no
processo ensino-aprendizagem.
Para entender esse processo é necessário o registro dessas produções e como será os
instrumentos de coletas de dados da aprendizagem e do próprio ensino.
Através da avaliação formativa o professor compartilha o resultado com os alunos e esses
são parte integrante do processo, que após formulará novas práticas educativas que contemple a
aprendizagem global.
Juntamente pode-se usar uma avaliação diagnóstica que analisa os conhecimentos
específicos dos alunos antes de iniciar atividades e a avaliação processual que combina vários
recursos para mensurar o aprendizado.
Avaliar levando em conta os instrumentos permite acompanhar a construção do
conhecimento, identificam eventuais problemas, dificuldades e corrigi-las antes de avançar. Esse
mapeamento de resultados informa-se os estudantes atingiram os objetivos e em que deverá
investir mais esforços para a superação das dificuldades na aprendizagem.

5.7.1 Concepção de Avaliação numa Perspectiva de Inclusão

A avaliação é um instrumento de diagnóstico que permite não só verificar o nível de


aprendizagem do estudante, como também aferir os processos de ensino utilizados pelo professor,
que possibilitem a readequação de seus encaminhamentos e favorecer a aprendizagem. Em vista
do exposto, a consequência da avaliação é conhecermos o quanto sabe o aluno e se atingiu os
objetivos estabelecidos, mas também conhecer o ensino realizado, pois assim como variam as
práticas de avaliação utilizadas, variam as intenções ao seu uso.
No que se refere à inclusão, é preciso oportunizar para os alunos que precisam necessidades
diferenciadas e especializadas de atendimento a chance de participar de todas as atividades e
rotinas da escola, para além da matrícula. Isso requer um cuidado e preparo para realizar um
trabalho específico, com adaptações que supram suas carências, incluindo pensar em uma
avaliação que supere a exclusão e o fracasso escolar, respeitando as diferenças e que ajude a
enriquecer o sujeito, eliminando barreiras e levando em conta as necessidades específicas.

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5.7.2 Avaliação na Escola Padre João Cruciani


O processo de avaliação na escola ocorre trimestralmente durante o ano letivo. Por ser um
processo constante, alimenta-se um portfólio ao longo da jornada escolar do estudante que reúne
suas principais produções. A finalidade dessa coletânea é registrar o desenvolvimento do
estudante e proporcionar ao professor do ano subsequente tomar conhecimento daquilo que já foi
desenvolvido com o estudante.
A equipe pedagógica se reúne para elaborar atividades avaliativas formais que reúne os
conteúdos trabalhados no trimestre e outros aspectos são avaliados nos trabalhos em grupo, nas
produções, discussões e observações realizadas em sala de aula. Uma vez detectada as
dificuldades individuais dos estudantes o professor corregente atua como mediador da
aprendizagem ao fazer as devidas adequações metodológicas, além de atuar como apoio
pedagógico nas atividades diárias. A corregente registra suas intervenções no PAPI (Plano de
apoio individualizado) para o acompanhamento individual de cada estudante.
A organização do ensino em Ciclos de Aprendizagem prevê progressão contínua de todos
os/as estudantes, portanto, é nessa perspectiva que o trabalho pedagógico é planejado, com
compreensão de que o processo avaliativo é composto pela perspectiva formativa da avaliação,
que deve ser diagnóstica e somativa, onde é parte do processo e não apenas fim e que é preciso
investir em ações que acompanhem o/a estudante durante todo o seu processo de escolarização,
de forma a garantir o direito à aprendizagem e ao sucesso na vida escolar.
A RME de Curitiba, visando garantir a unidade dos instrumentos de registro e comunicação
do desempenho acadêmico de todos/as os/as estudantes, está em processo de elaboração de
documentos unificados que atendam essa finalidade. Assim que esta proposta for implementada
esta unidade passará a utilizar os documentos oficiais da SME de Curitiba.
Nas Práticas Educativas da Educação em Tempo Integral não existe um modelo de
instrumento único de avaliação, pois como tem caráter formativo e participativo, com o objetivo de
redimensionar a prática pedagógica, sendo contínuo, o registro do processo avaliativo é por meio
do Portfólio e Parecer Descritivo trimestral, conforme organização da unidade escolar.
Para a Educação Infantil avaliar é ressignificar o olhar sobre a criança e seu desenvolvimento
refletindo a ação, num acompanhamento contínuo de observação, de registro e de documentação
fazendo reflexões constantes na prática educativa, visando atividades individuais e em grupos.

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De acordo com o art. 31 da Lei de Diretrizes e Bases da educação Nacional nº 9394/96, a


avaliação da criança da educação infantil “far-se-á mediante acompanhamento e registro do seu
desenvolvimento, sem objetivo de promoção mesmo para o acesso ao Ensino Fundamental.”
“A avaliação focaliza as necessidades e experiências infantis, considerando os diferentes
momentos do desenvolvimento, bem como os aspectos referentes ao universo cultural...”
(Diretrizes Curriculares Municipais de Curitiba, vol. 2, p. 31). O registro desta avaliação se dará
com parecer descritivo individual, e ocorre semestralmente a partir de observações de avanços
individuais e aprendizagens significativas de cada criança.

5.7.3 Processos de Regularização da Vida Escolar


Os processos de regularização da vida escolar dos/as estudantes, seguirão normas vigentes
na Rede Municipal de Ensino.

CLASSIFICAÇÃO

A classificação do/a estudante em qualquer série/ano/período/etapa/ciclo/fase do ensino


fundamental, exceto para 1ª série/ano, independente de escolaridade anterior, dar-se-á de acordo
com o disposto na LDBEN n° 9394/96 Art. 24, Inciso II, alíneas a, b, c, na Del. Nº 09/01 – CEE/PR
Arts. 21,22,23 e 27, na Deliberação nº 05/2010-CEE/PR Art. 11 e Instrução Normativa Municipal
vigente.
Os processos de Classificação poderão ocorrer:
 Para estudantes transferidos/as de escolas de outro município/estado sem documentação
legal comprobatória.
 Para estudantes transferidos de escolas do exterior sem documentação legal e com domínio
da Língua Portuguesa.
 Para classificação de estudantes transferidos de escolas do exterior sem documentação
legal e sem domínio da Língua Portuguesa (Art. 35 - Del.09/01 CEE/PR)

RECLASSIFICAÇÃO

A Reclassificação do/a estudante dar-se-á de acordo com o disposto na LDBEN n° 9394/96,


Art. 23, parágrafo 1° e Art. 24, inciso V, alínea c e Del. N° 09/01 – CEE/PR Art. 24 e 27 e Parecer
nº 721/07 – CEE/PR e Del. CME nº 01/2015 e Instrução Normativa Municipal vigente, ficando
estipulada a data limite até o término do 1.º trimestre letivo para efetivar o processo.
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LACUNA DE SÉRIE

A lacuna ocorre quando não há registro de um dos anos da série/ano/período de uma ou


mais áreas do conhecimento no histórico escolar (neste último caso, somente para anos finais do
ensino fundamental). O processo de regularização de vida escolar por lacuna de série/ano/período
ou lacuna de um componente curricular dar-se-á de acordo com a Deliberação n.º 09/01 – CEE/PR
– Deliberação nº 07/05 – CEE/PR e Instrução Normativa Municipal vigente.

5.7.4 Organização do Conselho de Classe

Concomitante ao processo de avaliação ocorre o conselho de classe, que visa discutir e


analisar o processo de avaliação de aprendizagem dos estudantes. A partir disso, a tomada de
decisões para estabelecer novas intervenções e estratégias necessárias para a adequação das
práticas pedagógicas, encaminhamentos metodológicos e a organização dos conteúdos
curriculares, que contribuam para a aprendizagem do estudante.
Conforme a Instrução Normativa nº 5 de 26 de abril de 2016, o Conselho de Classe será
realizado trimestralmente, conforme o calendário escolar vigente, com a participação da
comunidade escolar, e será organizado em três etapas:
 Pré-Conselho: levantamento preliminar de dados dos estudantes, levando em
consideração a metodologia adotada, instrumentos de avaliação, relações em sala de
aula e contexto de vida dos estudantes.
 Conselho de Classe: discussão dos dados levantados no pré-conselho, com análise dos
resultados de cada estudante, para tomada de decisão e levantamento de ações
concretas para a superação das dificuldades. Todo o processo será registrado em ata
digitada, seguindo o disposto sobre a Comunicação Oficial do Município.
 Pós-Conselho: é o momento de encaminhar as ações previstas no Conselho de Classe e
prevê retomada do planejamento, adequações e/ou mudanças na metodologia,
informação aos responsáveis sobre o aproveitamento escolar do/a estudante e solicitar
e/ou retomar encaminhamentos necessários (médicos, terapias, Ficha de Comunicação
de Aluno Ausente, Notificação Obrigatória ao Conselho Tutelar).
O Conselho de Classe final será realizado ao final do ano letivo, considerando as informações
obtidas de todo o processo avaliativo. Nesse momento serão tomadas as decisões sobre a
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progressão ou retenção do estudante, de acordo com a concepção dos ciclos de aprendizagem. A


progressão do/da estudante poderá ser simples, onde prosseguirá normalmente seus estudos
dentro do mesmo ciclo ou quando promovido/da para outro ciclo; ou a progressão poderá ser com
necessidade de apoio pedagógico quando o/a estudante apresenta dificuldades significativas de
aprendizagem, sendo acompanhado de um plano de apoio específico.

5.7.5 Avaliação Institucional

Processo de diagnóstico da instituição nos aspectos da gestão administrativa, pedagógica, de


pessoas, de recursos físicos, materiais, financeiros e outros que se fizerem necessário, para
deflagrar a reflexão e o debate, envolvendo a comunidade escolar, a fim de aprimorar as ações
educativas da escola. Essa avaliação ocorre anualmente seguindo roteiro estabelecido pela
mantenedora, em data estabelecida no calendário vigente

6. Referências Bibliográficas

ARROYO, Miguel G. Currículo, Terrítório em Disputa. Petrópolis: Vozes, 2013.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Nº. 9394/96.

BRASIL. Resolução CNE/CEB 7/2010. Diário Oficial da União, Brasília, 15 de dezembro de 2010. Disponível
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BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil. Brasília :
MEC, SEB, 2010.

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Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral. Brasília: MEC, SEB, DICEI,
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BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Universidade Federal do Paraná. Centro
Interdisciplinar de Formação Continuada de Professores. Planejamento e Trabalho Coletivo. Vol 2.
Curitiba: Editora da UFPR, 2005.

BRASIL. Lei nº11738/2008. Piso Salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da
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BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Estudo
Sobre a Lei do Piso Salarial. Brasília: MEC.
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=10241-estudo-sobre-lei-
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BRASIL.Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (2007). Convenção sobre os Direitos
das Pessoas com Deficiência: Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência: decreto legislativo nº 186, de 09 de julho de 2008: decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. --
4. ed., rev. e atual. – Brasília : Secretaria de Direitos Humanos, Secretaria Nacional de Promoção dos
Direitos da Pessoa com Deficiência, 2011.

CURITIBA, Secretaria Municipal da Educação. Currículo do Ensino Fundamental: versão preliminar


VOLUME I, 2016

CURITIBA, Secretaria Municipal da Educação. Diretrizes Curriculares para a Educação Municipal de


Curitiba. Curitiba,

CURITIBA. Secretaria Municipal da Educação. Diretrizes Municipais da Educação Infantil: caderno de


estudos. Curitiba 2015

CURITIBA. Secretaria Municipal da Educação. Diretrizes Curriculares para a Educação de Jovens e


Adultos Fase I Curitiba – Paraná 2012

CURITIBA. Secretaria Municipal da Educação. Coordenadoria Técnica – Estrutura e Funcionamento de


Ensino . Instrução Normativa 08/2013. Curitiba – Paraná 2013.

CURITIBA. Secretaria Municipal da Educação. Departamento de Ensino Fundamental. Coordenadoria de


Políticas Educacionais para Jovens e Adultos. Orientação para atendimento às escolas no período
noturno - nº 01/2015. Curitiba- Paraná, 2015.

CURITIBA. Secretaria Municipal da Educação. Departamento de Ensino Fundamental. Gerência da


Educação de Jovens e Adultos. PORTARIA N.º 17/2012. Curitiba – Paraná, 2012.

CURY, Carlos Roberto Jamil. A gestão democrática na escola e o direito à educação. RBPAE – v.23,
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FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. São Paulo: Paz e Terra, 23ª edição, 1966.

KRAMER, Sonia. Propostas pedagógicas ou curriculares: Subsídios para uma leitura crítica.
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LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5ª Ed. Goiânia: Editora
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Disponível em http://www.educacao.curitiba.pr.gov.br/conteudo/articuladoras/7553 Acesso em 14/10/2016.
Lei Federal Nº 9.394/96 – LDBEN

Lei Federal Nº 12.796/13 – Altera a Lei Nº 9.394/96 de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as
diretrizes e bases da educação nacional, para dispor sobre a formação dos profissionais e dar outras
providências.

Lei Federal Nº 11.700/08 - Acrescenta inciso X ao caput do art. 4o da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de
1996, para assegurar vaga na escola pública de educação infantil ou de ensino fundamental mais próxima
de sua residência a toda criança a partir dos 4 (quatro) anos de idade.

Lei Nº 12.013/09 - Altera o art. 12 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, determinando às


instituições de ensino obrigatoriedade no envio de informações escolares aos pais, conviventes ou não com
seus filhos.

Lei Nº 12.287/10 - Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases
da educação nacional, no tocante ao ensino da arte.

Lei No 10.793/03- Altera a redação do art. 26, § 3o, e do art. 92 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de
1996, que "estabelece as diretrizes e bases da educação nacional", e dá outras providências.

Lei Nº 12.608/12- Institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil - PNPDEC, dispõe sobre o
Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil - SINPDEC e o Conselho Nacional de Proteção e Defesa Civil -
CONPDEC, autoriza a criação de sistema de informações e monitoramento de desastres e dá outras
providências.

Lei Nº 13.006/14- Acrescenta § 8o ao art. 26 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece
as diretrizes e bases da educação nacional, para obrigar a exibição de filmes de produção nacional nas
escolas de educação básica.

Lei Nº 13.010/14 - Altera a Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente),
para estabelecer o direito da criança e do adolescente de serem educados e cuidados sem o uso de
castigos físicos ou de tratamento cruel ou degradante, e altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996.

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Lei Nº 11.645/08 - Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9
de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo
oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

Lei Nº 11.274/06- Altera a redação dos Arts. 29, 30, 32 e 87 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996,
que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, dispondo sobre a duração de 9 (nove) anos
para o ensino fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos 6 (seis) anos de idade.

Lei Nº 11.525/07 - Acrescenta § 5o ao art. 32 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para incluir
conteúdo que trate dos direitos das crianças e dos adolescentes no currículo do ensino fundamental.

Lei Federal Nº 9.795/99 – de 27/04/99 – Dispõe sobre a Educação Ambiental e institui a política
nacional da Educação Ambiental.

Lei Federal Nº 8.069/90 – ECA

Lei Federal Nº 7.853/89 – matricula compulsória

Lei Federal Nº 13.185/2015 – Institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying).

Resolução Nº 4/10 - Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.

Resolução CNE/CEB Nº 07 de 14 de dezembro de 2010 – Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o


Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.

Resolução CNE/CEB Nº 05/09 e Parecer CNE/CEB Nº 20/09 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Infantil

Resolução CNE/CEB Nº 03/05 de 03/08/05 – Ampliação do Ensino Fundamental para 09 anos.

Resolução CNE/CEB Nº 02/01 – Diretrizes Nacionais para a Educação Especial

Resolução CNE/CEB Nº 01/04, Parecer CNE/CEB 03/04 e Deliberação CEE/PR Nº 04/06 – Diretrizes
Curriculares para a Educação das Relações Étnico-Raciais.

Lei Estadual Nº 17505 - de 11/01/2013 - Institui a Política Estadual de Educação Ambiental e o Sistema
de Educação Ambiental e adota outras providências.

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Lei Estadual Nº 17677 de 10/09/2013 – Proíbe a cobrança de valores adicionais – sobretaxas para
matrícula ou mensalidades de estudantes com deficiências.

Decreto 9958 - 23 de Janeiro de 2014 - Regulamenta o Art. 7º, 8º e 9º da Lei nº. 17.505, de 11 de Janeiro de
2013, que institui a Política Estadual de Educação Ambiental.

Deliberação Nº 14/99 – e Indicação 04/99 CEE/PR – Proposta Pedagógica

Deliberação Nº 16/99 – e Indicação Nº 07/99/CEE/PR – Regimento Escolar

Lei Ordinária de Curitiba nº 13.632/2010 - Dispõe sobre a política “Antibullying” nas Instituições de
Ensino de Curitiba

Deliberação Nº 02/2012 – CME – Normas e Princípios para a Educação Infantil no Sistema Municipal
de Ensino de Curitiba- SISMEN

Indicação CME/CGS nº 1/2012 - Projeto Político-Pedagógico – concepção e fundamentos

Recomendações Administrativas Nº 001/2010 – Ministério Público/PR – Disponível em:

http://www.cidadedoconhecimento.org.br/cidadedoconhecimento/legislacao/arquivos/legislacao_178.pdf

Recomendações Administrativas Nº 002/2010 – Ministério Público/PR – Disponível em:

http://www.cidadedoconhecimento.org.br/cidadedoconhecimento/legislacao/arquivos/legislacao_179.pdf

Curitiba, 10 de fevereiro de 2017.

_____________________________
Diretor (a)

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ANEXOS

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RELAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA UNIDADE

EQUIPE PEDAGÓGICO-ADMINISTRATIVA
Beatriz Maria Zoppo Diretora
Adriana Helena Miranda Borth Vice-diretora
Adalgisa de Bassi Michailev Pedagoga - T
Claudia Luiza Rodrigues da Silva Pedagoga - M
Cristiane Aparecida de Paula Pinto Articuladora UEI – M e T
Sonia Mara Moreira Gavanski Articuladora da EJA - N

PROFESSORAS
Adriana Vannuchi Luber Ciências e corregência - T
Ana Claudia Silveira dos Santos Ciências e corregência – M e T
Ana Paula Dallagassa Rossetin Regente 3º ano – T
Andrea Spisla Regente 2º ano - M
Angela Maria Vianna Regente 3º ano - M
Ariane Lopes Professora de Arte – M e T
Barbara Cristina Esmanhotto Regente Práticas Artísticas- M
Camila de Carvalho Ferreira Professora Educação Física - T
Carla Patrícia dos Santos Wrubel Ciências e corregência - M
Carolina Bortolasso Fontoura Regente Educação Infantil - T
Cássia Pereira dos Santos Regente Educação Ambiental - T
Catia Fernandes Barbosa Fonseca Ciências e corregência - T
Claudia Luzia Dias Vianna Professora Educação Física - M
Clarissa Beninca Berger Regente Prática Ciências e Tecnologias - M
Cleide Stall de Souza Regente de 2º ano - T
Danielle Regina Kleinke Ferrer Regente de 5º ano - T
Emidia do Rocio Zaleski Rampaneli Regente de 4º ano - T
Fernando Soares Ramos Auxiliar de serviços escolares - UEI
Indiamara Drongek Orlandi Ciências e corregência - M
Jabay Vasconcelos de Andrade Auxiliar Administrativo - laudo

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Jaqueline Cordeiro Rauchback Auxiliar de serviços escolares


Jennifer Ribeiro de Brito Araujo Regente de Prática Artística - T
Kelen Poss de Oliveira Regente de Prática Ciência e Tecnologias - T
Kelli Rossetim Regente de 1º ano - M
Marceli Scardazan Barbosa Ciências e corregência – M e T
Maristela Torricilas Machado Profissional do magistério – laudo T
Marlene Francisca Malinoski Regente EJA – RIT N
Nadia Miranda Rodrigues Regente EJA – RIT N
Rita de Cássia Almeida França Regente Prática Educação Ambiental - M
Roberta Tassi Schwambach Regente de 4º ano – M/ Ciências e corregência - T
Rose Mari dos Santos Aumann Secretária
Roseli de Lima Regente EJA – RIT N
Silvia Borowski Mendes Profissional do magistério – laudo M
Simone de Biasi Fonseca Regente de 1º ano - T

PROFISSIONAIS DE APOIO A ALUNOS DE INCLUSÃO

Ana Paula Dalagassa Rossetin UEI M


Emídia do Rocio Zaleski Rampaneli 5º ano M
Jaqueline do Rocio da Rocha 1º ano M
Sandra Aparecida Albine Carneiro 2º ano T
Silmara Schwarzbach Bettega 3º ano T
Vivian Assumpção 1 º ano T

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