1. Pe 1.
15-16
2. Breves notas conceituais
Santificação é um o processo realizado por Deus com a cooperação do homem pelo qual
somos libertos dos pecados e nos tornamos cada vez mais semelhantes a Jesus.
Ponto importante a se destacar na santificação é seu caráter cooperativo, onde Deus e o
homem atuam em conjunto.
Deus:
Na cruz cristo conquistou a santificação (liberdade do pecado) para nós (1. Co
1.30)
Vida de cristo tornou-se exemplo para nós ( 1 Pe 2.21; 1 Jo 2.26).
Deus atua na correção (Hb. 12.5-11) e i
ncute em nós o seu querer e nos dá capacidade de realizá-lo (Fp 2.13).
o Espírito Santo quem nos guia (Rm. 8.14),
Faz inimizade contra os desejos pecaminosos (Gl. 5.16-17),
Nos ajuda em nossas fraquezas (Rm. 8.26) e
Gera em nós o seus bons frutos ( Gl. 5.22).
Do homem falaremos adiante
1.1 Estágios da santificação
Um estático com início na regeneração; ou outro contínuo e progressivo por toda a vida
terrena; e outro estabilizado por toda vida celestial. Vejamos cada um individualmente.
1.1.1 Primeiro estágio
O primeiro estágio em parte se confunde com a regeneração, pois é nela que tem início.
Neste estágio o homem sofre uma mudança moral interna. Nele o homem é liberto do
pecado, há uma reorientação moral, no sentido de não haver mais um irrefreável desejo
pelo pecado, não há mais amor as coisas pecaminosas. Vemos a expressão da existência
desta fase nos textos em que Paulo fala da santificação como algo pronto e acabado:
“santificados”(1 Co. 6.11; at. 20.32).
Sendo assim, este é momento no qual nos tornamos mortos para o pecado, e o pecado
perde o domínio sobre nós. Em contra partida, nos tornamos escravos da justiça (Rm
6.11-14,17-18).
1.1.1 Segundo estágio
O segundo estágio ocorre por toda a vida terrena. A ordem das escrituras é clara: “sede
perfeitos como perfeito é o vosso Pai” ( Mt. 5.48), ou ainda “assim como é santo aquele
que vos chamou, sejam santos vocês também”(1. Pe 1.16). Portanto a vontade de Deus é
quenos santifiquemos (1. Ts. 4.3).
Todavia, a bíblia também deixa clara nossa corruptibilidade, mostrando que nossa
santificação não é como uma linha retilínea e uniforme em escala ascendente. Mas, sim
uma linha cheia de altos de baixo, mas em escala ascendente. Isto porque o cristão pode
pecar, não há quem não peque ( 1 Rs. 8.46; Pv 20.9), e aquele que diz o contrário é
mentiroso ( 1 Jo 1.8). Como Tiago disse “todos tropeçamos em muitas coisas” (Tg. 3.2)
Em suma, santificação é um progresso com altos e baixos, mas sempre em escala
ascendente. Aqui o crente é transformado de gloria em gloria para se conformar a imagem
de Cristo ( 2. Co 3.18). Embora sem conseguir chegar a perfeição na terra, o homem
prossegue cada dia na perseverança de alcançá-la, tendo sempre como objetivo final a
imagem de Cristo (Fp 3.12-14).
1.1.3 Terceiro estágio
O terceiro estágio é a completude da santificação. Ocorre após nossa morte quando
ganharemos um corpo livre por completo de todo pecado. Nesta vida ainda estamos
sujeitos ao pecado, nosso corpo ainda é corruptível e nossa alma enganável. Todavia,
haverá um dia em que nós seremos transformados e livres não só do domínio, mas de
qualquer influencia do pecado para todo o sempre. (Fp 3.21; 1Co 15.23,49)
Outro ponto importante a se destacar na santificação é seu caráter cooperativo, onde
Deus e o homem atuam em conjunto.
Por outro lado, é dever do homem purificar a si mesmo (2Co. 7.1; 1 Jo 3.3), mortificar o
corpo oferecendo-o como sacrifício (Rm 12.1; 6.13; 8.13). Deste modo, o homem se
santifica ao se abster de todo tipo de pecado (Ts. 4.3; Tm. 2.2; Ef. 4.17; Cl. 3.5 etc.) e
praticar aquilo é justo e reto (Fp. 4.8-9; Cl.3.1).
A receita para a uma vida de santidade é antiga e sem atalhos: oração ( Ef. 6.18; Fp 4.6; 1
Ts. 5.17), leitura da palavra ( Mt. 4.4; Sl. 119.9, 105) adoração (Ef. 5.18-20); comunhão
com os irmãos (Hb 10.24-25; Ef 4.2-3; 1 Ts. 5.11), Jejum ( Mt. 4.2; 6.16-17; Lc 5.35; At.
13.2; 14.23) etc.
3. Porque o Homem deve se santificar?
3.1Em resposta ao amor de Deus
O amor é um sentimento que domina toda nossa alma e determina nossas vontades e
desejos fazendo-nos felizes.
A imagem, o jeito, a fala, o sorriso, as feições e expressões faciais da pessoa amada
aparecem com tanta freqüência à mente do amante e se lhe apresenta como algo tão
doce e encantador que é quase natural que quem ama passe a imitar a pessoa
amada. Desta forma o amor molda a alma do amante de modo a torná-la cada vez
mais semelhante ao amado.
Sendo assim, o melhor meio de melhorar a nossa alma, vontade e conduta é dedicar
amor a quem tem grandes perfeições. Quanto mais perfeições tiver o objeto de nosso
amor, mais perfeições passaremos a ter.
Por isso, devemos sempre ter Deus como objeto de nosso amor, pois as perfeições
divinas são incomparáveis. Devemos sempre ter as perfeições divinas diante nós para
sermos moldados por ela ( 2 Co. 3 18)
O amor é o maior poder temos e é uma insensatez dá-lo a coisas indignas.
Pois ao darmos o amor para alguém damos tudo o que temos. O que ama não apenas
dá tudo o tem, mas também busca adquirir novas para ao amado, se essas coisas
deixam o amado feliz.
O amor é melhor presente que podemos dar a Deus.
Os mais altos prazeres, os mais excelsos deleites e a mais intensa alegria decorrem
de um amor bem direcionado.
O que estraga o amor e torna em algo aflitivo e danoso é dedicá-lo a alguém que não
é (1) suficientemente digno do amor, ou que (2) não tem vontade de retribuí-lo, (3) ou
que as constantes ausências nos obstar do prazer de sua companhia, (4) ou que por
ser muito infeliz gere em nós muitas preocupações.
“ O perfeito amor é um esécie de auto-abandono, um vagar para fora de nós mesmo.
È uma espécie de morte voluntárioa na qual aquele que ama morre par asi mesmo e
partos os seus interesse, não pensando mais neles nem se perocupando mais com
ele, só querendo saber e fazer o que agrada e gratifica a parte amada por ele. E assim
ele se sente desmoronar por completo, se não encontra afeto recíproco. Ele
negligencia a si mesmo, e o outro nem liga.
Mas se é amado, revive, por assim dizer, e vive na alma e no cuidado da pessoa que
ele ama. E agora começa a pensar em seus próprios interesses, não tanto porque são
seus como porque o ser amado se agrada em envolver-se neles positivamente e se
torna preciso para si porque o é para o outro”
Deus jamais negará seu amor a alma que está decidida a amá-lo e que almeja agradá-
lo mais do qualquer outra coisa.
O amor é perturbado pela ausência da pessoa amada. Sempre que nos despedimos de
alguém que amamos nosso coração se parte, quando a ausência é momentânea a dor é
grande, mas quando é talvez eterna, como a morte, a dor é indizível. Tudo o que
queremos é ter a pessoa próxima e contamos os dias e as horas para o reencontro.
O amor dedicado a Deus não sofre desse problema, pois Deus sempre está presente.
O amor também é perturbado quando a pessoa amada está passando momentos de dor e
tristeza, o amante também se abate e se entristece. Mas o amor a Deus não correr esse
risco, porque Deus é plena e eternamente feliz em si mesmo, e seu humor não está
condicionado a circunstancia da vida.
Portanto, amar a Deus faz com que o homem experimente a plenitude dos prazeres da
vida. Estar diante de Deus passa a ser a melhor coisa do mundo, e servi-lo e agradá-lo
passa ser um exercício prazeroso. Pois quem ama orienta sua felicidade pela felicidade
do amado, os interesses de quem ama são frequentemente suprimidos e anulados para
que passe a vigor os interesses do amado.
Neste sentido, os deveres religiosos são chatos, sem graça, inquietante e desperezível
para quem não ama a Deus. Mas para quem o ama esses deveres são verdadeiras fontes
de prazer.
Quem ama a Deus está sempre atento para não fazer coisas que desagradem o seu
Amado, repelem imediatamente qualquer atitude afronte a Deus e dão concretude aos
mandamentos explícitos, mas também aquele não explícitos buscando sempre novos
meios e formas de agradar o Amado.
Quem ama a Deus busca a pureza “ que consiste no desprezo pelos prazes sensuais e
na resoluta disposição para suportar as dores e aflições com as quais nos defrontamos
durante o cumprimento do nosso dever”
Não se pode conceber escravidão mais desprezível que a escravidão do homem as suas
próprias ganâncias, nem vitória maior que as que realiza sobre elas.
Na busca da pureza qualquer coisa que suje a alma também a pertuba. Os prazeres
carnais vem como drogas que no momentos do uso ocorre êxtase, mas quando passam
os seus efeitos só sobra o caco, o desespero, o vazio, e a tristeza.
Maior nível alcança aquele não apenas rejeita os prazeres nocivos, mas também o
unúteis ou inocente
Esta é a forma da verdadeira santidade. Essa é a sua motivação, seu motor propulsor.
Mas muitos poderão quedar-se desanimados, achando ser impossível tal coisa. Dizem
para si mesmo que se fosse apenas algo exterior ele certamente o poderia fazer, mas
sendo um sentimento tão profundo ele não é capaz gerar e nutrir. E por isso desistem,
Ma por que nos render a esse pensamento?
Deus não tem prazer na sua destruição. Ele trabalhou para a sua salvação. Não há
porque pensar que ele não te ama. Ele é compassivo, conhece as nossas fraqueza ( Hb
7. 24,25). Ele enviou o Espirito Santo para no ajudar.
É verdadeiro que sem Deus é impossível alcançar tamanho estado na alma. Mas não
devermos esperar tudo isso seja feito sem que haja um esforço nosso.
“Não devemos ficar ociosos no fosso e esperar até que o Onipotente nos tire de lá: não,
não!”.
Temos que nos empenhar, temos que lutar, dar tudo de nós, fazer o máximo possível e
então esperar que nosso trabalho não seja vão no senhor (1 Co 15.58)
É Deus quem fazer crescer a planta, mas não se pode negar a importância do trabalho do
agricultor.
Então, o que fazer? O qual caminho devemos seguir para chegar àquela disposição de
espírito e estado de natureza? Qual o caminho para a santidade?
4. Os deveres cristãos
4.1Devemos evitar toda a espécie de pecado
Um dos maiores problemas de nossa era é que estamos mais assustados com a
santidade do com o pecado.
Os pregadores mudaram seu vocabulários.
A igreja perdeu a noção de eternidade
Primeiro deve-se tomar uma decisão, uma resolução, deve resolver querer ser santo.
Sem uma séria e comprometida resolução nada é possível.
Devemos resolver abandonar toda a prática pecaminosa, tudo que é mal, tudo que
subjuga a alma.
É uma declaração de guerra. Guerra contra o pecado, sem possibilidade de bandeira
branca. Não haverá paz até que o ultimo ultimo esteja estirado chão.
Por certo, o inimigo continuará de pé de permitirmos que ele se alimente. Lembrem-se
como eram feitas as guerras antigamente, com os cercos. Cortar comida, água,
energia é ainda hoje a primeira medida para se deter uma rebelião.
Ainda que nossa natureza tenha sido contaminada ainda temos controle sobre nossos
membros, sentidos e pensamentos
4.2Conhecer o inimigo
Antes de declararmos guerra devemos conhecer o inimigo.
Os inimigos são nossos, é verdade, que muitos de nós temos inimigos em comum, mas
devemos olhar para aqueles que nos afronta diariamente.
Quais são os pecados lhe acediam? Qual a conduta da qual você movido pelos seus
interesses não consegue deixar de particar?
Quanto orgulho há na suas conversar com amigos? Quanto capricho há nas suas
vontades? Quanta vaidade há nos seus costumes?
Saiba essa luta é diária, nela você será humilhado, se sentirá um nada um impotente, um
dia regozijará pelas vitórias e noutros será assolapado por uma derrota sem precedentes
Só conheceremos de forma correta nosso inimigo de olharmos o que bíblia diz a respeito
deles, se olharmos que ele são.
Somente conhecendo os nossos inimigos poderemos traçar as estratégias corretas.
Nossas estratégias devem seguir o nosso mapa, e as informações que foram colhidas do
inimigo. Nosso mapa é a bíblia.
Só podemos purificar o nosso caminho se observarmos conforme a sua palavra (Sl.
119:9).
Nunca despreze qualquer dos seus inimigos. Nunca pense que um pecado é
insignificante. Nutra por todo e qualquer pecado um ódio terrível. Não perca a capacidade
de se indignar contra o pecado.
3.1 Identificar os soldados mais perigos
Certo é que pelo nossa natureza alguns pegados são prazerosos para nós, nós gostamos
tanto de estar com eles, que matá-lo será como matar a si mesmo ou arrancar um
membro de seu próprio corpo.
Esses são os mais perigosos, os mais nocivos, são contra eles que o nosso dedo
possivelmente vai vacilar em apertar o gatilho.
Não pense que se fazer satisfazer tanto um pecado chegar um momento que vc enjoará
dele.
4.3Pense no desastre que seria se você perdesse essa guerra
Pensar nas conseqüência do pecado pode lhe animar a manter-se firme na guerra.
Imagine o que acontecerá se você perder essa guerra.
Utilize portanto o mesmo principio egoístico que te fazer pecar para jogar contra o inimigo.
Se o que faz pegar é prazer egoístico, então pense no preço que você que pagar para tê-
lo.
Pense no quão grave e terrível é ofender o Deus todo poderoso. Não só o todo poderoso,
mas também de quem dependemos. Não é racional ofender alguém que basta retirar a
sua misericórdia e você estará perdido.
Que a situação de um pecador nas mãos de um Deus irado é a mais desesperadora
possível.
Sempre que a vida é passageira e que amanhã você pode não estar mais aqui para
contar a história A vida é breve e morte logo chegará e quando você morrer levará
consigo apenas a angústia e o temor por ter vivido uma vida pecaminosa.
E tão logo após a morte estará desnudo, sem desculpas, sem argumentos, desarmado de
qualquer defesa diante de um justo e imparcial juiz. Um juiz que tudo sabe que trará a sua
memória todos os seus erros. Suas pequenas fraudes, coisinha pequenas que você sabia
ser errado, mas achou dava para passar desapercebidos. Aqueles pecados que niguém
sabe, só seu melhor amigo. Ou ainda aqueles pecados que você tem vergonha de contar
até mesmo para o seu melhor amigo.
Não haverá trevas diante do Deus das luzes, ele julgará sem piedade. ( 1 Co. 4.5
É bom pensar nos horrores desta condenação. Em ver como é terrível o inferno e os
termos aterrorizantes que a bíblia usa para descrevê-lo.
Quem dentre nós habitará as labaredas eternas Is 33.14
Esses temores não são para nos tornar bom, mas podem servir para refrear nossa
vontade de cometer pecados. Nossa vontade de desistir da guerra
4.4Devemos manter a vigilância sempre
Devemos o tempo todo buscar manter vigilante nossas intenções. Sondar nossos
corações e examinar nossos sentimentos saber de onde estão vindo e para onde estão
indo.
Uma boa prática é antes de dormir provarmos todas as nossas ações do dia para saber o
que fizemos bom ou de ruim.
Buscar perceber em qual momento exata se passou a ser tomado por determinada
inclinação e em qual momento se passou a ceder para ela.
Isto para que no próximo dia não venhamos mais cometê-los. Além disso, é importante
orar a Deus para que ajude a resistir a essas tentações no dia seguinte.
4.5 Devemos morrer
Existem no cristianismo uma grande tendência ao suicídio
No cristianismo há uma violenta tendência contra o nosso ego.
Contra nossos desejos seja por álcool, pornografia, dinheiro, elogios, aprovação, poder,
fama, mulher/homens.
Nossas indiferencias, nossa injustiças,
Devemos nos abster da prática de muitas coisas licitas, mas que são inúteis. Coisas não
nos provocam mal, mas também não nos provoca nenhum bem esperiritual.
Se tirarmos de nossos corações esse inofensivos prazeres mundanos, logo nossa alguma
buscará algo mais sublime.
A nossa alma é constantemente inclinada para os prazeres mundanos. Nos costumamos
nos deleitar e ter afetos por coisas e objetos criados, ou com simples entretenimentos.
Devemos nos perguntar qual o objetivo dessas coisas? Podem elas satisfazer os desejos
de nossas almas? Não já experimentamos isso e agora estamos novamente a fazê-lo?
4.6Praticar conscientemente ações dedicadas a fortalecer o Espíto
Frequentar o culto. Dar ouvido à palavra. Louvar a Deus com reverência. Exortar os
outros a servi-lo
Se hoje você não pode dizer ama a Deus de todo o seu coração, no mínimo reconheça
que tem o dever de fazê-lo
3.8 considerar seriamente as verdades do cristianimos
Vivemos em uma tempo que os cristão não mais debatem e estudam as verdade bíblicas.
Apenas aceitam o que meia dúzia falam e fica nessa superficialidade religiosa.
Devemos ler e estudar a escrituras de forma sejamos verdadeiramente convencidos pelas
suas respostas às indagações humanas.
Devemos nos demorar em sua meditação até não apenas sejamos convencidos por elas,
mas que elas passa a influenciar nossas atitudes
Consideremos o explendoros fato de que Deus desce e habitou entre nós, encarnando-
se. Ele venceu a morte para nos dar vida. Que agora está acentado no céu, mas não está
apático, antes advoga nossas causas diante do pai. Que o Espírto Santo nos foi dado que
é Deus vivendo em nós.
4.7Devemos considerar a grandeza e beleza divina
Para fazer brotar o amor em nossos corações enchamos as nossas mente de Deus. De
seu amor e graça. Nada é tão poderoso para cativar o amor do que saber que é amado.
Ter sempre em mente as perfeições da natureza divina, seus atributos e sua obras.
Contemplá-lo nas coisa criadas isso fará com nossa alma torne-se própria a receber e
amor de Deus que é despejado em nossos corações.
Lembre-se que Deus não está longe, ele está perto “nele vivemos, nos movemos e
existimos” ( 17.27,28).
Contemplemos especialmente a representação visível de Deus, a exata expressão
pessoas de sua gloria: Jesus (Hb. 1.3).
Devemos meditar na bondade de Deus em nos criar, nos preservar, nos assistir com
alimento e vestes
4.8Devemos lembrar os homens tem relação com Deu
4.9Devemos lembrar o ceu