N-2689 Contec Operação de Oleoduto Terrestre e Submarino: - Público
N-2689 Contec Operação de Oleoduto Terrestre e Submarino: - Público
CONTEC
Comissão de Normalização
Técnica Operação de Oleoduto Terrestre e
Submarino
SC-13
Oleodutos e Gasodutos
2a Emenda
NOTA 1 A(s) nova(s) página(s) com a(s) alteração(ões) efetuada(s) está(ão) colocada(s) na(s)
posição(ões) correspondente(s).
NOTA 2 A(s) página(s) emendada(s), com a indicação da data da emenda, está(ão) colocada(s) no
final da norma, em ordem cronológica, e não devem ser utilizada(s).
- Subseção 12.1.4
Alteração do texto.
- Seção 12
Exclusão da Nota.
- Subseção 12.1.1
- Subseção 12.2.2
- Subseção 12.2.5.1
Alteração do texto.
Procedimento
Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
SC - 13 CONTEC - Subcomissão Autora.
Oleodutos e Gasodutos As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a
seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a
justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os
trabalhos para alteração desta Norma.
Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são
comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas
Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as
Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos
representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a
cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são
elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas
sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.
Sumário
Prefácio.................................................................................................................................................... 4
1 Escopo ................................................................................................................................................. 4
4 Termos e Definições............................................................................................................................ 6
5 Documentação .................................................................................................................................... 9
2
-PÚBLICO-
7.9 Operações Sem o Monitoramento das Variáveis de Processo em Tempo Real ................ 18
14 Auditoria........................................................................................................................................... 26
3
-PÚBLICO-
Prefácio
Esta norma cancela e incorpora a PETROBRAS N-2240, com as devidas atualizações e adaptações.
O conceito de operação adotado para o título desta norma passa a ter um caráter mais abrangente,
englobando as atividades operacionais desenvolvidas ao longo de toda vida do oleoduto, desde a
pré-operação até uma eventual desativação. A principal alteração nesta revisão “B” refere-se ao
alinhamento com o Regulamento Técnico ANP no 2/2011.
1 Escopo
1.1 Esta norma fixa as condições exigíveis e estabelece as diretrizes e responsabilidades relativas à
coordenação, controle e supervisão, a serem seguidas na operação de oleodutos de transporte e
transferência, terrestres e submarinos, para movimentação de petróleo, seus derivados,
biocombustíveis, álcoois, amônia, oxigenados e água, visando a segurança operacional, a qualidade
dos produtos e a preservação do meio ambiente.
1.2 Para a consecução deste objetivo devem ser estabelecidos e implementados procedimentos
operacionais específicos para cada oleoduto.
1.3 Esta Norma se aplica a oleodutos de propriedade das empresas do sistema PETROBRAS ou de
UOTs quando operados por empresas do sistema PETROBRAS.
a) oleodutos submarinos das áreas de produção que movimentam petróleo bruto ainda não
tratado até sua especificação final de petróleo;
b) tubulações de carga e, ou descarga de vagões-tanque e caminhões-tanque;
c) tubulações de carga e, ou descarga de navios "offshore", exceto os sistemas de
monobóias de carga e, ou descarga de navios interligados a terminais;
d) linhas de produção e de coleta de petróleo "onshore" e "offshore";
e) dutos de água de injeção em poços;
f) adutoras;
g) tubulações internas à área industrial.
1.5 Esta norma deve ser aplicada a partir da data de sua edição.
2 Referências Normativas
4
-PÚBLICO-
3 Simbolos e Siglas
PE - Padrão de Execução;
PR - Protocolo de Responsabilidades;
UO - Unidade Operacional;
5
-PÚBLICO-
4 Termos e Definições
4.1
abertura ou quebra de coluna líquida
interrupção da coluna de liquido em um ponto do duto devido à queda de pressão, abaixo da pressão
de vapor do produto. Esta vaporização local rompe, parcial ou totalmente, a continuidade entre o
escoamento a montante e a jusante
4.2
centro de controle operacional
centro responsável pela coordenação, supervisão e controle das operações dos oleodutos
4.3
controle centralizado
controle, supervisão e coordenação operacional realizados com monitoramento das variáveis de
processo em tempo real por um CCO
4.4
controle distribuído
controle, supervisão e coordenação operacional realizados pelas UOs envolvidas e, ou UOTs,
conforme limites de responsabilidade definidos, de comum acordo, no PMO ou em procedimento
específico
4.5
delegação
transferência procedimentada da responsabilidade do monitoramento e/ou controle de uma variável
crítica de processo de uma operação
4.6
dVa
método de detecção de vazamento no qual é apurada a diferença entre volumes recebidos e
expedidos durante operação em oleoduto
4.7
equipamentos e instrumentos críticos
equipamentos e instrumentos considerados fundamentais para segurança das operações dos
sistemas de oleodutos
4.8
espaço vazio
corresponde ao volume a ser preenchido no oleoduto quando do início do bombeamento até a
estabilização do processo
4.9
especificação final de petróleo
níveis de salinidade, água e sedimentos recomendáveis na corrente de petróleo após a separação e
tratamento
6
-PÚBLICO-
4.10
expedidor
UO ou UOT de origem do produto transferido
4.11
gerenciamento de alarmes
processo e práticas para conceber, projetar, documentar, operar, monitorar e manter um sistema de
alarmes
4.12
hierarquia operacional
limites de responsabilidades e atribuições dos participantes da operação de um oleoduto, definidos no
PMO ou em PE
4.13
injeção
adição de qualquer produto em um oleoduto em operação
4.14
intermediário
UO ou UOTs localizada entre o expedidor e o recebedor e que possa de alguma forma interferir nas
variáveis de processo, alinhamentos, injeções, sangrias e operação pulmão
4.15
item de bombeamento
código atribuído a um determinado volume de produto em função de suas características de origem e
qualidade, com o propósito de conferir rastreabilidade
4.16
ocorrências anormais
situações em que o comportamento das variáveis de processo não são condizentes com os
parâmetros operacionais definidos para as etapas de regime transitório, regime permanente e
repouso
4.17
“offshore”
refere-se às instalações de exploração e de produção de petróleo, localizadas no mar territorial, na
plataforma continental e na zona econômica exclusiva
4.18
“onshore”
refere-se às instalações de exploração e de produção de petróleo, localizadas no continente ou na
orla marítima
4.19
operação de oleoduto
conjunto de atividades envolvendo a movimentação de produtos, em regime contínuo e prolongado,
através do oleoduto
4.20
operação pulmão
operação de envio e recebimento de produto ocorrendo simultaneamente em um mesmo tanque
7
-PÚBLICO-
4.21
órgão operacional
entidade organizacional responsável pela coordenação, supervisão e controle das operações
4.2.2
padrão crítico
documento que descreve tarefa considerada perigosa ou que possa gerar impacto na segurança
operacional do duto
4.23
Padrão de Execução (PE)
documento de aplicação local que descreve uma ou mais tarefas, de forma detalhada, podendo ser
um desdobramento do PMO
4.24
planos e procedimentos
conjunto de informações documentadas relativas às atividades da pré-operação, operação e
situações de emergência elaboradas para um oleoduto
4.25
PMO
documento elaborado em comum acordo pelas UOs, CCO e UOT diretamente envolvidos na
operação de um sistema de oleodutos
4.26
produto
qualquer líquido movimentado no oleoduto, ou seja, petróleo, seus derivados, biocombustíveis,
álcoois, amônia, oxigenados e água
4.27
produto aquecido
produto que apresenta alta viscosidade a temperatura ambiente e/ou alto ponto de fluidez,
necessitando de aquecimento para escoamento
4.28
programação
conjunto de informações documentadas relativas aos principais dados de uma operação de
transferência de produto
4.29
pronto a operar
informação que retrata a situação dos alinhamentos e demais instalações em prontas condições para
iniciar ou reiniciar as operações
4.30
recebedor
UO ou UOT de destino do produto transferido
8
-PÚBLICO-
4.31
regime permanente
corresponde às condições de escoamento do duto nas quais todos os parâmetros operacionais, em
qualquer ponto ao longo do duto, permanecem aproximadamente constantes durante um período de
tempo
4.32
regime transitório
corresponde às condições de escoamento do duto nas quais há variações significativas de um ou
mais parâmetros operacionais - ao longo do mesmo - durante um período de tempo
4.33
sangria
retirada parcial de produto, ao longo do oleoduto, dentro de uma mesma operação, sem interrupção
do bombeamento
4.34
sistema de oleoduto
sistema composto por um ou mais oleodutos, interligados ou não, destinado ao transporte ou
transferência de produtos líquidos, incluindo as instalações associadas
4.35
Unidade Operacional (UO)
subdivisão geograficamente distinta de um órgão operacional do sistema PETROBRAS, ou ainda, o
próprio órgão quando não houver subdivisões geográficas
4.36
Unidade Operacional de Terceiro (UOT)
pessoas jurídicas externas ao sistema PETROBRAS e envolvidas nas operações de dutos com o
sistema PETROBRAS
4.37
variáveis críticas de controle de processo
variáveis consideradas críticas para garantir o controle das operações dos oleodutos, tais como:
pressão, vazão, temperatura (para operações com produtos aquecidos ou refrigerados) e densidade
(para corte de interface remota)
4.38
virada de fluxo
desvio total do fluxo de produto, dentro de uma mesma operação, alterando o alinhamento para
novo(s) recebedor(es) sem interrupção do bombeamento
5 Documentação
Devem estar disponíveis no CCO e nas UOs, para pleno uso dos técnicos da área de operação, os
seguintes documentos atualizados relativos a cada oleoduto:
9
-PÚBLICO-
5.1.2 O manual de operação deve ser revisado sempre que houver alteração nos itens listados em
5.1.1 visando sua atualização ou quando necessário para seu aperfeiçoamento.
5.1.3 A versão atualizada do manual de operação deve estar disponível e acessível para todo o
pessoal envolvido na operação.
5.1.4 As versões anteriores do manual de operação devem ser arquivadas pelo período mínimo de 5
anos após a data de sua revisão, substituição ou cancelamento.
5.2 PMO
Documento a ser elaborado pelas UOs, CCO e UOTs, envolvidos na operação do oleoduto,
estabelecendo critérios executivos operacionais.
5.2.1 Abrangência
O PMO deve definir claramente sua abrangência e responsabilidades em relação às UOs e UOTs
envolvidas, bem como em relação aos limites físicos do oleoduto.
NOTA Admite-se um único PMO para mais de um oleoduto, quando houver o tratamento unificado
de assuntos comuns.
5.2.2.1 Definição da hierarquia operacional, dos valores dos espaços vazios no sistema caso
existam, da diferença dos volumes acumulados (dVa) e seus limites, da diferença das vazões
instantâneas quando couber, para orientação das etapas de preparação, regime transitório, regime
permanente e repouso.
10
-PÚBLICO-
5.2.2.2 Estabelecimento dos limites operacionais e de segurança das variáveis críticas de controle de
processo com base no manual de operação do duto e, ou dados fornecidos pelo órgão da engenharia
de processo responsável pelo oleoduto, contemplando todas as etapas e os possíveis cenários de
operação.
5.2.2.4 Definição dos pressupostos do pronto a operar incluindo também a definição dos
interlocutores e dos responsáveis pela emissão do pronto a operar.
5.2.2.6 Estabelecimento das ações para as ocorrências anormais relacionadas à segurança e aos
riscos ambientais, inclusive critérios para a interrupção da operação.
NOTA A estruturação do PMO deve atender aos padrões de elaboração de documentos do Órgão
Operacional.
5.2.3.2 O PMO ou procedimento específico deve ser revisado e atualizado sempre que houver
mudanças nos critérios ou nos procedimentos estabelecidos.
5.2.3.3 As versões anteriores do PMO ou procedimento específico devem ser arquivadas por
5 (cinco) anos, após sua revisão.
11
-PÚBLICO-
5.3.1 Todo oleoduto, instalação ou sistema de oleodutos deve ser abrangido por um PRE e este
deve ser elaborado conforme requisitos da PETROBRAS N-2644 e do RTDT.
5.3.2 O acionamento para atendimento em casos de emergência deve ser realizado pelo CCO ou
pela Unidade responsável pelo local da ocorrência, onde não houver CCO.
5.4.1 Quando duas ou mais empresas estiverem envolvidas na operação de um oleoduto, seja como
transportador ou como recebedor dos produtos transportados, deve ser estabelecido um Protocolo de
Responsabilidade (PR) entre elas, com o objetivo de definir as responsabilidades de operação e de
preservação da integridade das instalações.
5.4.2 O PR deve ser elaborado por representantes formalmente indicados pelas empresas
envolvidas na operação e ser aprovado por seus gerentes operacionais. Deve, no mínimo:
5.4.3 O PR deve ser revisado sempre que necessário, de acordo com os critérios estabelecidos
pelas empresas envolvidas.
5.4.4 O PR deve ser arquivado pelas empresas por 5 (cinco) anos, após sua revisão.
6 Pré-Operação
6.1 Introdução
12
-PÚBLICO-
NOTA 1 No caso de oleoduto terrestre, esta fase deve ser precedida pelo seu condicionamento,
conforme previsto na PETROBRAS N-464. No caso de oleoduto submarino a pré-operação
deve ser precedida pelas etapas de pré-comissionamento, conforme previsto na
PETROBRAS N-462.
NOTA 2 As atividades (a) e (b) devem ser conduzidas por uma equipe multidisciplinar a ser
constituída por técnicos das atividades de: operação, manutenção, projeto, SMS,
integridade e do órgão responsável pelo projeto/construção e montagem.
6.2 Coordenação
A pré-operação deve ser coordenada pela UO responsável pelo oleoduto, assistida pelos órgãos
responsáveis pelo projeto/construção e montagem, incluindo os responsáveis pelo gerenciamento da
integridade e executada por todas as UO e UOT envolvidas. A UO responsável deve nomear um
coordenador geral para condução das atividades de pré-operação.
6.3 Planejamento
O planejamento das atividades de pré-operação deve conter, entre outros, os seguintes itens:
a) manual de operação;
b) licenças e autorizações necessárias;
c) “data book” da instalação conforme previsto nas PETROBRAS N-462 e N-464;
d) protocolo de Responsabilidades, PMO ou Procedimento específico, devidamente
assinados;
e) PRE;
f) definição de todos os recursos necessários, tais como: equipe técnica, de apoio e
equipamentos disponíveis para atender a necessidade de execução de qualquer serviço
de instalação e/ou reparo durante a pré-operação, meios de acesso seguro à faixa do
oleoduto para veículos pesados, equipamentos de telecomunicação devidamente
testados para garantir comunicação de voz e dados de modo adequado e confiável;
“pigs” e gases inertes caso utilizados;
g) treinamento específico e distribuição da documentação necessária aos envolvidos;
h) informação prévia às comunidades vizinhas, autoridades locais e órgãos públicos por
onde passa o oleoduto;
i) matriz de responsabilidade para cada atividade;
j) APR envolvendo as UO, UOT e órgãos responsáveis pela construção;
k) disponibilidade do fluido de operação;
l) procedimento de pré-operação, incluindo:
— cálculos e simulações hidráulicas, a fim de determinar as condições operacionais
previstas, tais como, vazões, pressões, tempos de enchimento, passagem de “pig”
em válvulas, controle de pressão na chegada, etc.;especificação dos “pig” a serem
utilizados e procedimento de passagem dos mesmos, conforme PETROBRAS
N-2634;
— sistemas provisórios de descarte de fluidos;
— sistema adequado e confiável de comunicação abrangendo o oleoduto como um
todo, com procedimentos e critérios estabelecidos;
— mapas de acesso às instalações;
— lista de verificação a ser aplicada antes do início da pré-operação, incluindo
confirmação de alinhamentos;
m) definir responsável pela emissão de relatório técnico da pré-operação.
6.4 Execução
6.4.1 Deve ser realizada pela UO responsável pelo oleoduto, com participação dos órgãos de
projeto, construção e montagem e demais UO e/ou UOT envolvidas.
13
-PÚBLICO-
6.4.2 No início do enchimento do oleoduto com o fluído de operação, utilizar “pig” separador na
interface com o gás inerte ou água contidos no oleoduto, exceto nos oleodutos não pigáveis.
6.5 Registro
6.5.1 Durante a pré-operação deve ser elaborado um relatório detalhado descrevendo a cronologia
dos eventos operacionais, anomalias verificadas, ações de correção implementadas e
recomendações. Este relatório deve ser divulgado e disponibilizado a todos os envolvidos.
6.5.2 Toda documentação gerada para a pré-operação deve ser numerada e arquivada no sistema
de documentação técnica da UO responsável pelo oleoduto.
7 Operação
7.1.2 As variáveis de processo devem ser monitoradas, preferencialmente em tempo real, com o
estabelecimento de limites de alarmes.
7.1.3 Recomenda-se que todos os oleodutos sejam mantidos sem abertura de coluna em todas as
etapas operacionais e tenham o monitoramento e controle de suas variáveis de processo em tempo
real e de forma centralizada. [Prática Recomendada]
7.1.4 Recomenda-se que todo sistema de oleoduto possua uma sistemática de gerenciamento de
alarmes a fim de minimizá-los e otimizá-los. [Prática Recomendada]
7.2 Registros
7.2.1 Devem ser registradas todas ações tomadas nas etapas operacionais definidas nessa norma.
Estes registros devem estar associados ao momento da ocorrência e aos envolvidos.
7.2.2 Quando a ação é de informar, deve ser registrado também o conteúdo da informação e pessoal
envolvido nos contatos efetuados.
7.2.3 Deve ser estabelecida sistemática para identificar, coletar, indexar, acessar, arquivar,
armazenar, manter e dispor os registros escritos, os registros de voz e os registros de dados. Estes
registros devem ser mantidos, no mínimo, por 90 dias, após o fechamento da operação.
14
-PÚBLICO-
7.2.4 Nos casos de ocorrências anormais, todos os registros devem permanecer disponíveis durante
todo o período da análise da ocorrência.
7.3 Delegação
a) no CCO:
— disponibilidade do oleoduto a ser utilizado;
— previsão de início, término e interrupções;
— previsão de operação com “pigs”;
— conformidade do produto programado com o produto a ser movimentado;
— quantidade do produto disponível no expedidor para atender ao programado;
— compatibilidade das características dos produtos a serem movimentados com o
oleoduto a ser utilizado e seu inventário;
b) na UO:
— disponibilidade do oleoduto a ser utilizado;
— previsão de início, término e interrupções;
— garantia pela UO expedidora, da entrada de produto especificado ou obter a
liberação, do mesmo, para fins de sua movimentação, bem como, se a quantidade a
ser movimentada atende ao programado;
— garantia pela UO recebedora da verificação e especificação do produto
remanescente e do espaço disponível nos tanques para atender ao programado;
— previsão de operação com “pig”;
— compatibilidade das características dos produtos a serem movimentados com o
oleoduto a ser utilizado e seu inventário, quando a operação não for centralizada;
— destinos das interfaces;
NOTA 1 Caso algum destes requisitos não possa ser cumprido, informar a área de programação
para reavaliação.
NOTA 2 Produto com características físicas tais como viscosidade, ponto de fluidez, densidade,
BSW, teor de H2S, ácidos ou compostos corrosivos com valores incompatíveis com os
limites estabelecidos para o oleoduto, só pode ser movimentado após validação técnica e
negociação entre a Logística e o responsável pelo oleoduto, antes da programação da
movimentação.
Nesta etapa devem ser realizadas as atividades necessárias para o início da operação, consistindo
na preparação propriamente dita e no pronto a operar.
15
-PÚBLICO-
7.5.1 Preparação
a) ao CCO:
— informar aos envolvidos, quando aplicável: seqüência de itens de bombeamento e
previsão de lançamento de “pig”;
— informar, ainda, aos envolvidos: horários previstos de início, término e interrupções da
operação; vazão esperada ou quantidade de bombas;
— efetuar as medições necessárias à operação;
— efetuar o alinhamento do oleoduto de acordo com a hierarquia operacional definida;
— formalizar o pronto a operar imediatamente após a preparação do sistema conforme
7.5.2 desta Norma;
— informar às UOs envolvidas imediatamente antes do início efetivo da operação;
b) às UOs e UOTs:
— efetuar as medições necessárias à operação;
— confirmar a disponibilidade do oleoduto e do sistema de segurança;
— efetuar o alinhamento do oleoduto de acordo com a hierarquia operacional definida;
— confirmar a disponibilidade dos equipamentos e instrumentos críticos para operação
do oleoduto;
— formalizar o pronto a operar imediatamente após a preparação do sistema conforme
7.5.2 desta Norma.
7.5.2.1 UO e UOTs com operação local em regime de turno ininterrupto de revezamento: deve ser
emitido o pronto a operar antes do início/reinício da operação ou antes de virada de fluxo, com
validade de 1 hora a partir da sua emissão, desde que não haja alterações nas condições originais.
7.5.2.2 UO e UOTs com operação local sem regime de turno ininterrupto de revezamento: deve ser
emitido o pronto a operar antes do início/reinício da operação ou antes da virada de fluxo, com seu
prazo de validade definido em PMO.
16
-PÚBLICO-
7.5.2.5 Nos casos de bombeamento em controle distribuído com intermediários, a hora de referência,
para a validade do pronto a operar, é a da emissão pelo recebedor final. Esta informação deve
constar de todos os pronto a operar subseqüentes.
7.5.2.6 O pronto a operar deve ser emitido com registro, atendendo os critérios estabelecidos no
PMO.
7.6.3 Considera-se encerrado o regime transitório após a estabilização das condições de pressão e
vazão.
a) efetuar os ajustes dos alarmes das variáveis de processo, conforme PMO e, ou padrões
de execução;
b) acompanhar e, ou controlar de forma sistemática as variáveis de processo de modo a
mantê-las dentro dos parâmetros definidos no PMO e\ou padrões de execução;
c) informar aos envolvidos na operação, conforme definido no PMO, os seguintes eventos:
— surtos de pressão ou vazão que desestabilizem a operação;
— alteração na densidade ou quantidade do produto;
— passagem ou chegada de interfaces ou “pigs”;
— término do item de bombeamento;
— troca de tanque;
17
-PÚBLICO-
— virada de fluxo;
— alteração de alinhamento e, ou da quantidade de bombas;
— início ou término das operações de sangria ou injeção.
a) todos os envolvidos devem efetuar os ajustes dos alarmes das variáveis de processo,
nas suas respectivas áreas, conforme PMO e\ou padrões de execução;
b) todos os envolvidos devem acompanhar e, ou controlar de forma sistemática as variáveis
de processo nas suas respectivas áreas de modo a mantê-las dentro dos parâmetros
definidos no PMO e/ ou padrões de execução;
c) todos os envolvidos na operação devem informar e, ou serem informados, conforme
definido no PMO, quando da ocorrência dos seguintes eventos:
— surtos de pressão ou vazão que desestabilizem a operação;
— alteração na qualidade ou quantidade do produto;
— passagem ou chegada de interfaces ou “pigs”;
— término do item de bombeamento;
— troca de tanque;
— virada de fluxo;
— alteração de alinhamento e, ou da quantidade de bombas;
— início ou término das operações de sangria ou injeção.
7.7.4 Nas operações de virada de fluxo a UO ou UOT responsável pela virada deve permanecer
monitorando as variáveis de processo até o regime permanente.
7.9.1 As UOs envolvidas devem elaborar estudos de análise de risco, definindo procedimentos de
segurança e mecanismos de controle e monitoramento que permitam a identificação de qualquer
anormalidade no sistema, nas etapas dos regimes transitório, permanente e de repouso.
a) a vazão;
b) a pressão;
c) a temperatura, para produtos aquecidos ou refrigerados.
7.9.3 Os valores obtidos entre as UOs e, ou UOTs envolvidas na operação devem ser comparados
no prazo máximo de 15 minutos, após suas medições.
18
-PÚBLICO-
7.10.1 Durante a operação, deve ser calculada em intervalos máximos de 1 hora, a diferença entre
os volumes acumulados recebido e expedido (dVa); considerar o espaço vazio, se houver.
7.10.2 Caso as diferenças apresentem valores fora dos limites estabelecidos no PMO, considerando
também a tendência desses valores, devem ser tomadas as ações previstas no PMO e, ou padrão de
execução.
7.10.4 Recomenda-se que para cálculo de dVa seja adotado 7.10.3 e), desta Norma. [Prática
Recomendada]
De forma complementar, para controle centralizado, um oleoduto ou sistema de oleoduto pode ser
monitorado comparando-se a vazão de entrada com a vazão de saída em tempo real.
Os critérios para a execução de uma operação pulmão devem constar no PMO e, ou procedimento
específico.
8.2.1 A PMOA do oleoduto é estabelecida logo após a construção em função da pressão para a qual
foi projetado e testado. Entretanto, com o passar do tempo, a PMOA de um oleoduto pode ser
limitada ou reduzida pelas seguintes ocorrências:
19
-PÚBLICO-
8.2.2 A PMOA deve ser reavaliada e revalidada (ou revisada) pelo responsável pelo Gerenciamento
da Integridade da UO para quaisquer das ocorrências mencionadas no 8.2.1, observando-se os
requisitos das PETROBRAS N-1487, N-2098, N-2786, N-2727 e N-2737.
Para a elevação da PMOA a valores acima da PMOA corrente, os seguintes requisitos devem ser
atendidos:
9.1 A injeção de produtos químicos, tais como, inibidor de corrosão, redutor de atrito, marcadores,
aditivos e outros, deve constar em procedimento específico.
9.2 A injeção de redutor de atrito deve ser precedida de uma avaliação hidráulica e mecânica, para
condições operacionais normais e incidentais, visando identificar e mitigar possíveis ultrapassagens
dos limites admissíveis do duto (PMOA; potencia dos motores; necessidade de reajustes de
instrumentos, e outros).
As operações de rotina operacional, realizadas com “pig”, devem atender aos requisitos da
PETROBRAS N-2634.
11.1 Introdução
11.1.1 Este item aplica-se aos serviços de intervenção em oleodutos, que exijam a sua retirada de
operação.
20
-PÚBLICO-
11.2 Coordenação
Deve ser exercida pela UO responsável pelo oleoduto, nomeando um coordenador e com a
participação dos demais envolvidos.
11.3 Planejamento
11.3.1 No planejamento dos serviços de intervenção devem ser observados os requisitos das
PETROBRAS N-2727 e N-2737.
11.3.2 O planejamento das atividades de condicionamento deve conter ainda, os seguintes itens:
Após a intervenção, para o retorno a operação, seguir o disposto na Seção 6 desta Norma.
12 Desativação de Oleoduto
21
-PÚBLICO-
12.1.1.1 Deve ser desenvolvido um plano de desativação temporária para do oleoduto ou trecho de
duto, seus componentes e complementos, visando à manutenção da integridade estrutural e condição
operacional das instalações desativadas, segurança das pessoas, do meio ambiente e atendimento
às exigências legais. O plano de desativação temporária deve conter no mínimo:
a) motivo da desativação;
b) identificação dos elementos críticos;
c) período previsto para a desativação;
d) procedimento de deslocamento do produto e limpeza do oleoduto e, quando necessário,
secagem e inertização do mesmo;
e) previsão de destinação de produtos ou resíduos gerados pela desativação segundo a
legislação vigente;
f) detalhamento do condicionamento do oleoduto ou trecho do duto para a desativação;
g) identificação dos órgãos que devem ser comunicados para as respectivas autorizações
prévias e realização dos serviços;
h) análise de risco.
12.1.1.2 O plano de desativação temporária deve ser mantido e atualizado durante o período da
desativação até o seu retorno à operação.
12.1.1.3 Os documentos e registros da desativação temporária devem ser mantidos por 5 (cinco)
anos após o retorno do oleoduto à operação.
12.1.2.1 A desativação deve ser precedida pelo completo deslocamento do produto e limpeza do
oleoduto.
12.1.2.2 Deve ser executada a separação física do oleoduto desativado de todos os demais sistemas
em operação.
12.1.2.3 Deve ser mantida a interligação elétrica do oleoduto desativado com o sistema de proteção
catódica e continuado o monitoramento de potenciais de proteção.
12.1.3.1 Deve ser elaborado plano de retorno operacional do oleoduto ou trecho do duto, após o
período de desativação temporária, contendo no mínimo:
12.1.3.2 Os documentos e registros do retorno operacional devem ser mantidos por 5 (cinco) anos
após o retorno do oleoduto à operação.
22
-PÚBLICO-
Para dutos sob a abrangência do RTDT, a desativação temporária do oleoduto e seu retorno à
operação, devem ser informados à ANP com antecedência de 60 (sessenta) dias, devendo os planos
mencionados em 12.1.1 e 12.1.3 serem mantidos à disposição da ANP.
12.2.2.1 Deve ser desenvolvido plano de desativação permanente para o oleoduto ou trecho de duto, seus
componentes, complementos e faixa de dutos, visando à segurança operacional dos sistemas e instalações
ainda em operação e possível uso do terreno, a segurança das pessoas, a proteção do meio ambiente e
atendimento às exigências legais. O plano de desativação permanente deve conter no mínimo:
a) motivo da desativação;
b) alternativa de suprimento do mercado;
c) definição das opções de desativação ao longo da faixa de dutos;
d) identificação dos elementos críticos;
e) identificação dos órgãos que devem ser comunicados para as respectivas autorizações
pertinentes para a execução dos serviços;
f) procedimento de deslocamento do produto, limpeza e inertização do oleoduto ou trecho
do duto;
g) previsão de destinação de produtos ou resíduos segundo a legislação vigente;
h) detalhamento do condicionamento do oleoduto ou trecho do duto para a desativação;
i) tratamento a ser dado a cada cruzamento, travessia e estrutura interferente;
j) tratamento a ser dado ao sistema de proteção catódica;
k) plano de ação para atender às eventuais exigências do órgão ambiental, com jurisdição
sobre a área, para desativação do oleoduto, incluindo os aspectos relacionados à
recuperação ambiental;
l) análise de risco.
12.2.3.1 A desativação deve ser precedida pelo completo deslocamento do produto e limpeza do
oleoduto.
12.2.3.2 Deve ser executada a separação física do oleoduto desativado de todos os demais sistemas
em operação.
23
-PÚBLICO-
12.2.3.3 O sistema de proteção catódica deve ter o tratamento conforme estabelecido em 12.2.2.1 j).
Para que a desativação permanente do oleoduto ou trecho do duto seja realizada sem a completa
remoção das instalações, os seguintes itens devem ser atendidos:
12.2.5.1 Deve ser solicitada a aprovação da desativação permanente junto à ANP considerando o
prazo de antecedência previsto nos regulamentos pertinentes e considerando o início dos serviços de
campo, enviando:
12.2.5.2 O início dos serviços de campo pela UO responsável do duto está condicionado à respectiva
aprovação da ANP.
12.2.6.1 Deve ser comunicado à ANP a conclusão dos serviços de desativação permanente,
enviando o atestado de desativação do oleoduto, expedido por entidade técnica terceirizada
especializada, confirmando que os serviços foram executados conforme o plano de desativação
permanente.
13 Qualificação de Pessoal
NOTA Cada UO deve definir os padrões críticos para a atividade de operação de oleoduto.
24
-PÚBLICO-
13.1.3 O programa de treinamento da UO deve prever que pessoas em fase de treinamento para
qualificação executem tarefas descritas nos padrões críticos, desde que orientadas e observadas por
pessoa qualificada.
13.1.4 O programa de treinamento da UO deve prever novo treinamento de pessoa qualificada se:
a) for identificado que uma falha na execução de um padrão crítico contribuiu para uma
anomalia;
b) ocorrer mudança que provoque revisão do padrão crítico para o qual a pessoa estava
qualificada;
13.1.6 Com base na classificação de funções estabelecida, a UO deve associar os padrões críticos a
cada função e estabelecer os níveis de treinamento, competência e conhecimento específicos das
mesmas, que habilitem a força de trabalho.
13.1.8 O programa de treinamento da UO deve ser revisado e atualizado sempre que necessário e
no mínimo a cada 3 (três) anos.
13.1.9 Os documentos do programa de treinamento devem ser arquivados pela UO por 3 (três) anos
após sua substituição.
13.2.1 A UO deve assegurar que as empresas de serviços contratados tenham pessoal qualificado
para a execução dos padrões críticos.
13.2.2 A UO deve assegurar que o pessoal das empresas de serviços contratados está qualificado
utilizando os critérios estabelecidos em 13.1.
25
-PÚBLICO-
14 Auditoria
O cumprimento desta norma deve ser verificado através de um programa de auditorias formalmente
estabelecido.
Operações em condições não previstas nesta norma só devem ser efetuadas após avaliação de
riscos e definição de medidas complementares específicas. Esta avaliação deve ser documentada e
aprovada pelos gerentes maiores dos órgãos envolvidos.
26
-PÚBLICO-
Membros
ÍNDICE DE REVISÕES
REV. A
Partes Atingidas Descrição da Alteração
1e2 Revisados
3 Incluído
6 Incluído
7 Revisado e Renumerado
8 a 12 Incluídos
13 e 14 Revisados e Renumerados
15 Renumerado
REV. B
Partes Atingidas Descrição da Alteração
Todas Revisadas
IR 1/1
-PÚBLICO-
11.2 Coordenação
Deve ser exercida pela UO responsável pelo oleoduto, nomeando um coordenador e com a
participação dos demais envolvidos.
11.3 Planejamento
11.3.1 No planejamento dos serviços de intervenção devem ser observados os requisitos das
PETROBRAS N-2727 e N-2737.
11.3.2 O planejamento das atividades de condicionamento deve conter ainda, os seguintes itens:
Após a intervenção, para o retorno a operação, seguir o disposto na Seção 6 desta Norma.
12 Desativação de Oleoduto
NOTA Neste capitulo, “informação à ANP” não é aplicável a dutos submarinos, exceto se houver
regulamentação específica.
21
-PÚBLICO-
12.1.1.1 Deve ser desenvolvido um plano de desativação temporária para do oleoduto ou trecho de
duto, seus componentes e complementos, visando à manutenção da integridade estrutural e condição
operacional das instalações desativadas, segurança das pessoas, do meio ambiente e atendimento
às exigências legais. O plano de desativação temporária deve conter no mínimo:
a) motivo da desativação;
b) identificação dos elementos críticos;
c) período previsto para a desativação;
d) procedimento de deslocamento do produto e limpeza do oleoduto e, quando necessário,
secagem e inertização do mesmo;
e) previsão de destinação de produtos ou resíduos gerados pela desativação segundo a
legislação vigente;
f) detalhamento do condicionamento do oleoduto ou trecho do duto para a desativação;
g) identificação dos órgãos que devem ser comunicados para as respectivas autorizações
prévias e realização dos serviços;
12.1.1.2 O plano de desativação temporária deve ser mantido e atualizado durante o período da
desativação até o seu retorno à operação.
12.1.1.3 Os documentos e registros da desativação temporária devem ser mantidos por 5 (cinco)
anos após o retorno do oleoduto à operação.
12.1.2.1 A desativação deve ser precedida pelo completo deslocamento do produto e limpeza do
oleoduto.
12.1.2.2 Deve ser executada a separação física do oleoduto desativado de todos os demais sistemas
em operação.
12.1.2.3 Deve ser mantida a interligação elétrica do oleoduto desativado com o sistema de proteção
catódica e continuado o monitoramento de potenciais de proteção.
12.1.3.1 Deve ser elaborado plano de retorno operacional do oleoduto ou trecho do duto, após o
período de desativação temporária, contendo no mínimo:
12.1.3.2 Os documentos e registros do retorno operacional devem ser mantidos por 5 (cinco) anos
após o retorno do oleoduto à operação.
22
-PÚBLICO-
Para dutos sob a abrangência do RTDT, a desativação temporária do oleoduto e seu retorno à
operação, devem ser informados à ANP com antecedência de 60 (sessenta) dias, devendo os planos
mencionados em 12.1.1 e 12.1.3 serem mantidos à disposição da ANP.
12.2.2.1 Deve ser desenvolvido plano de desativação permanente para o oleoduto ou trecho de duto,
seus componentes, complementos e faixa de dutos, visando à segurança operacional dos sistemas e
instalações ainda em operação e possível uso do terreno, a segurança das pessoas, a proteção do
meio ambiente e atendimento às exigências legais. O plano de desativação permanente deve conter
no mínimo:
a) motivo da desativação;
b) alternativa de suprimento do mercado;
c) definição das opções de desativação ao longo da faixa de dutos;
d) identificação dos elementos críticos;
e) identificação dos órgãos que devem ser comunicados para as respectivas autorizações
pertinentes para a execução dos serviços;
f) procedimento de deslocamento do produto, limpeza e inertização do oleoduto ou trecho
do duto;
g) previsão de destinação de produtos ou resíduos segundo a legislação vigente;
h) detalhamento do condicionamento do oleoduto ou trecho do duto para a desativação;
i) tratamento a ser dado a cada cruzamento, travessia e estrutura interferente;
j) tratamento a ser dado ao sistema de proteção catódica;
k) plano de ação para atender às eventuais exigências do órgão ambiental, com jurisdição
sobre a área, para desativação do oleoduto, incluindo os aspectos relacionados à
recuperação ambiental.
12.2.3.1 A desativação deve ser precedida pelo completo deslocamento do produto e limpeza do
oleoduto.
12.2.3.2 Deve ser executada a separação física do oleoduto desativado de todos os demais sistemas
em operação.
23
-PÚBLICO-
12.2.3.3 O sistema de proteção catódica deve ter o tratamento conforme estabelecido em 12.2.2.1 j).
Para que a desativação permanente do oleoduto ou trecho do duto seja realizada sem a completa
remoção das instalações, os seguintes itens devem ser atendidos:
12.2.5.1 Deve ser solicitada a aprovação da desativação permanente à ANP com, no mínimo, 90
dias de antecedência da data prevista para o início dos serviços de campo, enviando:
12.2.5.2 O início dos serviços de campo pela UO responsável do duto está condicionado à respectiva
aprovação da ANP.
12.2.6.1 Deve ser comunicado à ANP a conclusão dos serviços de desativação permanente,
enviando o atestado de desativação do oleoduto, expedido por entidade técnica terceirizada
especializada, confirmando que os serviços foram executados conforme o plano de desativação
permanente.
13 Qualificação de Pessoal
NOTA Cada UO deve definir os padrões críticos para a atividade de operação de oleoduto.
24
-PÚBLICO-
A desativação temporária do oleoduto e seu retorno à operação, deve ser informado à ANP com
antecedência de 60 (sessenta) dias, devendo os planos mencionados em 12.1.1 e 12.1.3 serem
mantidos à disposição da ANP.
12.2.2.1 Deve ser desenvolvido plano de desativação permanente para o oleoduto ou trecho de duto,
seus componentes, complementos e faixa de dutos, visando à segurança operacional dos sistemas e
instalações ainda em operação e possível uso do terreno, a segurança das pessoas, a proteção do
meio ambiente e atendimento às exigências legais. O plano de desativação permanente deve conter
no mínimo:
a) motivo da desativação;
b) alternativa de suprimento do mercado;
c) definição das opções de desativação ao longo da faixa de dutos;
d) identificação dos elementos críticos;
e) identificação dos órgãos que devem ser comunicados para as respectivas autorizações
pertinentes para a execução dos serviços;
f) procedimento de deslocamento do produto, limpeza e inertização do oleoduto ou trecho
do duto;
g) previsão de destinação de produtos ou resíduos segundo a legislação vigente;
h) detalhamento do condicionamento do oleoduto ou trecho do duto para a desativação;
i) tratamento a ser dado a cada cruzamento, travessia e estrutura interferente;
j) tratamento a ser dado ao sistema de proteção catódica;
k) plano de ação para atender às eventuais exigências do órgão ambiental, com jurisdição
sobre a área, para desativação do oleoduto, incluindo os aspectos relacionados à
recuperação ambiental.
12.2.3.1 A desativação deve ser precedida pelo completo deslocamento do produto e limpeza do
oleoduto.
12.2.3.2 Deve ser executada a separação física do oleoduto desativado de todos os demais sistemas
em operação.
23