Apostila
Apostila
A1
IF
2.500
Panorama da obesidade
IF
6.4 A1 Philip B. Maffetone, Ivan Rivera-Dominguez, Paul B. Laursen. Overfat
and Underfat: New Terms and Definitions Long Overdue. Frontiers in
Public Health, 2017; 4
2
Qual
estratégia?
Aumento
Paleo?
da PTN?
Restrição
Restrição de
de CHO? Calorias?
Estimular
mudança Restrição
no Padrão de LIP?
Alim?
IF
A1
44.4
3
Perda de peso com restrição calórica
A1
IF
72.406
Grelina Testosterona
Cortisol T3 livre
Inflamação Adiponectina
TSH TMB
T3r Serotonina
Expressão genética LHS
Oxidação lipídica
CCK
PYY
Amilina
GLP-1
A1
IF
3.863
4
Após 1 ano de redução de peso...
IF
A1 72.406
5
Definição de low carb
6
Low carb diet!
IF
4.370
A1
7
Asiáticos
• LCHF com mais MUFAS e PUFAS e proteínas vegetais OU LCHF com mais
gorduras saturadas.
Resultados:
• Aumento de HDLc em todos os grupos;
• LC com maior consumo de vegetais reduziu PCR;
• LC com maior consumo de proteína vegetal e MUFA + PUFA e menores
consumos de SFA pode ser favorável para reduzir fatores de risco
cardiometabólico.
8
Quais são as
recomendações vigentes
para carboidratos?
9
A gordura como vilã
A1
IF
72.406
10
AS PESQUISAS
REALIZADAS ERAM
“CONFIÁVEIS?”
A1
IF
16.54
11
Orientações dietéticas foram introduzidas para 220 milhões de americanos e 56
milhões de britânicos em 1983 SEM PROVAS a partir de ECRs – estudos
epidemiológicos e com interesses comerciais.
12
250 a 300 gramas de CHO/dia;
55% da ingestão diária.
Sharma, N. R., and G. H. R. Rao. "Diabetes Management: Expectations and Limitations." J Diabetes
Metab 7.662 (2016): 2.
IF
0.32 B2
13
O estudo epidoemiológico incluiu 135.335 pessoas de 18 países diferentes nos
cinco continentes durante sete anos. O objetivo foi avaliar mortalidade total, infarto
fatal e não fatal, AVC e a relação com o consumo de macronutrientes.
14
A ingestão elevada de carboidratos foi associada com maior risco de
mortalidade total, enquanto que a gordura total e os tipos individuais de gordura
estavam relacionados a menor mortalidade total.
15
Gordura saturada e risco de DCV
IF
A1
6.926
A1
IF
72.406
16
Aterosclerose – atrelado somente ao LDL?
17
rica em colágeno. As placas estáveis caracterizam-se por predomínio de colágeno,
organizado em capa fibrosa espessa, escassas células inflamatórias e núcleo lipídico de
proporções menores. As instáveis apresentam atividade inflamatória intensa,
especialmente nas suas bordas laterais, com grande atividade proteolítica, núcleo
lipídico proeminente e capa fibrótica tênue. A ruptura desta capa expõe material
lipídico altamente trombogênico, levando à formação de um trombo sobrejacente.
Este processo, também conhecido por aterotrombose, é um dos principais
determinantes das manifestações clínicas da aterosclerose.
Estudo com pacientes hospitalizados com DCV: quase 50% dos pacientes
tinham níveis NORMAIS de LDL-colesterol.
Wood, Thomas R., et al. "The cardiovascular risk reduction benefits of
IF a low-carbohydrate diet outweigh the potential increase in LDL-
A2
3.706 cholesterol." British Journal of Nutrition 115.06 (2016): 1126-1128.
18
19
Low Carb High fat
EQUAÇÃO:
Equação de Friedewald (Friedewald, 1972) estima o nível plasmático de LDL-colesterol
através das concentrações plasmáticas de colesterol total;
Colesterol total, HDL-C e TG usando a equação de Friedewald – sempre que o
TG CAIR o LDL irá aumentar.
20
1- Reduzir o LDLc? Reduz de 10% a 20% DCV.
2- Aumentar o HDLc? Em 13% - reduz 36% no risco de morte por doença coronariana
ou infarto do miocárdio.
Carboidratos engordam?
21
Kaplan, H. et al (2017). Coronary atherosclerosis in indigenous South
American Tsimane: a cross-sectional cohort study. The Lancet.
• 14% de proteínas;
• 14% de gorduras;
• 72% de carboidratos;
• Apresenta os menores índices de doença coronariana relatados até o
momento Um Tsiname de 80 anos possui idade vascular de um americano de
50.
22
Homens e meninos caçando(Bolívia)
The Lancet, 2017
23
• 8) Momento consumido - a resposta lipogênica ao consumo de carboidratos
após o jejum noturno ou no pós-treino intenso é menor do que no período
noturno, sem exercícios e antes de dormir.
• 9) Sexo;
• 10) Idade;
• 11) Composição corporal.
Como o metabolismo
responde à restrição de
carboidrato?
24
maior risco de desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2 (DM2), hipertensão arterial
sistêmica (HAS), dislipidemia, aterosclerose, níveis aumentados de ácido úrico,
alterações dos fatores fibrinolíticos, entre outras desordens.
A resistência à insulina refere-se a uma reduzida sensibilidade tecidual à ação
da insulina, gerando importantes complicações metabólicas. Para superar essa
resistência e buscar a manutenção da homeostase da glicose, o pâncreas secreta
quantidades cada vez maiores de insulina, resultando em hiperinsulinemia. Quanto
mais resistente à insulina o indivíduo for, maior será seu grau de hiperinsulinemia
compensatória e maior será a oportunidade de o indivíduo desenvolver anormalidades
biológicas.
NAVES, A. Nutrição clínica funcional: obesidade. São Paulo:
Valéria paschoal Editora, Ltda., 2014.
Índice de HOMA
O índice HOMA, descrito por Matthews et al., pode ser calculado de duas
maneiras: a estimativa da RI, na qual HOMA-RI = insulinemia de jejum (mU/L) x
glicemia de jejum (mmol/L)/22,5; e a determinação da capacidade funcional das
células beta (BcC), onde HOMA-BcC = (20 x insulinemia de jejum [mU/L])/(glicemia de
jejum [mmol/L] - 3,5). Por ser estimado simplesmente a partir da determinação da
insulinemia e da glicemia de jejum, vem sendo amplamente utilizado e referido na
literatura, sobretudo em estudos populacionais.
25
OLIVEIRA, E. P. et al. Índice HOMA (homeostasis model
assessment) na prática clínica: uma revisão. J Bras Patol Med
Lab, v. 41, n. 4, p. 237-43, agosto, 2005.
IF B1
2.341
26
A ativação da termogênese inicia-se pela ativação do sistema nervoso simpático
e de seus receptores adrenérgicos. A via mais significativa e mais estudada é a via da
estimulação β-adrenérgica, sendo o β3-adrenoreceptor o mais importante.
O β3-adrenoreceptor geralmente acopla-se a proteínas Gs para promover a
termogênese. A partir dessa etapa, o sinal termogênico da noradrenalina é mediado
pela adenilil ciclase que, uma vez ativa, converte o ATP em AMPc.
Em seguida, esse segundo mensageiro ativa a proteína quinase A, a qual pode
fosforilar proteínas citosólicas, tais como a lipase hormônio sensível (ativação) e a
perilipina (desativação), a fim de estimular a via lipolítica; e proteínas nucleares, como
o fator de transcrição CREB, a qual ativa a transcrição de genes, incluindo o gene da
UCP-1.
UCP-1 Termogenina - é uma proteína transmembranar encontrada
na mitocôndria do tecido adiposo marrom. – termogênese. A fosforilação da lipase
hormônio sensível e da perilipina, estimulam a lipólise do triaciglicerol das gotículas de
gordura do adipócito, resultando em liberação de glicerol e de ácidos graxos dentro da
célula, sendo a maioria deles conduzidos para mitocôndria, onde servem como
substrato para termogênese e ativando a UCP-1.
27
Na restrição de carboidratos
28
Compostos farmacêuticos e pequenos ingredientes nutricionais bioativos que
aparecem capazes de amplificar o exercício-resposta.
Aminoácidos
Chá
Epicatequinas
verde
Miméticos
do
exercício
Cafeína Quercetina
Resveratrol
29
Cúrcuma longa – Extrato seco padronizado com no
mínimo 95% de curcuminoides – 400mg.
Contraindicação:
30
Ativador de AMPK;
Melhora sensibilidade à insulina;
Redução da expressão gênica para lipogênese;
Redução de peso, TGL.
11 obesos
30 dias
31
SIRT-1 é um membro da família de histonas desacetilases e inúmeras outras
proteínas que participam do reparo do ácido desoxirribonucleico (DNA), da
progressão do ciclo celular, do metabolismo energético e do controle do
envelhecimento.
Co-ativadores de fatores de transcrição da família PGC-1α controlam a
expressão de genes envolvidos no metabolismo lipídico e glicídico no fígado. A
PGC-1 α é translocada do citosol para o núcleo, no qual promove a transcrição de
genes envolvidos no transporte de ácidos graxos, oxidação de gorduras e
fosforilação oxidativa.
Dois sensores metabólicos, AMPK e SIRT-1, além de produzirem efeitos
benéficos na homeostase da glicose e na ação da insulina, afetam diretamente a
atividade de PGC-1 α por meio da fosforilação e desacetilação, respectivamente.
Em mamíferos, SIRT-1 demonstrou aumentar PGC-1 α, e promover a função
mitocondrial, aumentando a eficiência energética e prevenindo diabetes, além de
proteger contra distúrbios metabólicos induzidos pela dieta.
A1
IF
5.606
32
Uma deficiência relative na disponibilidade de carboidratos, como uma
restrição calórica, pode ser um estímulo tão forte in vivo para a ativação da via AMPK-
SIRT-1-PGC-1 α. Nesse estudo observou-se que a composição hipercalórica,
hiperlipídica e hipoglicidica, aumentou a atividade dessa via, indicando que o baixo
teor de carboidratos pode ser suficiente para sua ativação.
A1
IF
5.878
33
Tanner, Charles J., et al. "Muscle fiber type is associated with obesity and
IF weight loss." American Journal of Physiology-Endocrinology and
A1 4.142 Metabolism 282.6 (2002): E1191-E1196.
34
Fibras musculares
35
PGC 1α
36
Obesidade e genética
37
Silenciamento de genes
• LOW CARB; IF
• FTO; A2 2.797
• MC4R;
• PPARgama2.
38
• Disposição física/cognitiva;
• Prevenção de doenças crônico degenerativas;
• Doenças articulares;
• Redução de gordura visceral;
• Psoríase;
• Densidade mineral óssea;
• Tireoidite de Hashimoto;
• Fertilidade.
A1
IF B1
1.890
Am J Perinatol. 1999;16:489-495.
39
Diabetes Care. 2007;30:561-567 IF
A1
11.857
Seizure. 2009;18:237-440
IF B1
2.448
IF
A2
2.631
40
• Acne;
• Câncer;
• Doenças neurológicas;
• Longevidade.
41
significativa. O espectro de lesão hepática varia de esteatose macrovesicular simples
para esteato-hepatite, fibrose avançada e cirrose. A esteatose hepática é, talvez, a
causa principal de morbidade e mortalidade ligadas a doenças do fígado, com
potencial para progredir para insuficiência hepática.
NAVES, A. Nutrição Clínica funcional: Obesidade. São Paulo:
Valeria Paschoal Editora Ltda., 2014.
42
Em um estudo paralelo de 3 meses.
• Dieta de 1100 kcal / dia (<50 g CHO / dia e ≈10% da energia total).
• COMPARADA A Dieta de 1100 kcal - (180 g / dia e ≈65% da energia total).
• Triglicerídeos intra-hepáticos diminuiu em cerca de 30% na dieta baixa em
carboidratos e de apenas 10% em elevado teor de carboidratos.
IF
A1 Gastroenterology, 136 (2009), pp. 1552–1560.
18.392
2 semanas de
intervenção low carb
(<20 g/ d) OU Dieta
hipocalórica?
43
IF
A1
6.926 J Clin Nutr. 2011;93(5):1048-1052.
44
Dezenas de estudos clínicos têm
investigado o sucesso de planos com baixo
teor de carboidratos e cetogênicos no
EMAGRECIMENTO.
45
PUJOL, A. P. Estratégia Low Carb. Camboriú, SC: Ed. do
Autor, 2017.
46
Ann Intern Med 2010; 153: 147–57.
Ann Intern Med 2004; 140: 769–77.
Ann Intern Med 2004; 140: 778–85.
IF
J Intern Med 2010; 267: 452–61. A1
7.98
47
Low carb x low fat
6 semanas a 2 anos.
1797 pacientes
48
Probabilidades na perda de peso e estimativa de
risco cardiovascular nos últimos 10 anos:
Dietas de baixo carboidrato levam à uma maior perda de peso e redução nos
fatores de risco de doença cardíaca, quando comparado com dietas de baixa gordura!
A probabilidade de uma maior perda de peso associada com baixo carboidrato
era 99%, enquanto a redução do risco de doença cardíaca com baixo carboidrato era >
98%.
49
Estudo de 2 anos de intervenção
Dieta do mediterrâneo:
Dieta low fat: 1500 kcal 1500 kcal mulher; 1800
mulher; 1800 kcal kcal homem, 35% lip
homem, 30% lip (azeite de oliva e
oleaginosas).
50
Resposta da low carb conforme sensibilidade à insulina
44 obesas
IMC de 30 a 35 kg /m2
23 a 53 anos
Intervenção de 16 semanas
51
Insulin Sensitivity Determines the Effectiveness of Dietary Macronutrient Composition on
Weight Loss in Obese Women
N=9
LC= 40%
52
diabéticos são muito mais suscetíveis a perder peso em uma dieta com maior foco na
qualidade do teor de carboidratos e quantidade dos carboidratos.
Hjorth, M.F., Ritz, C., Blaak, E.E., Saris, W.H.M., Lan gin, D., Poulsen, S.K., et
al., 2017. Pretreatment fasting plasma glucose and insulin modify dietary
IF A1 weight loss success: results from three randomized clinical trials. Am. J. Clin.
6.926 Nutr. (In press).
53
Shai, Iris, et al. "Weight loss with a low-carbohydrate,
IF
Mediterranean, or low-fat diet." New England Journal of
72.406 A1
Medicine 359.3 (2008): 229-241.
54
Dieta cetogênica mediterrânea espanhola
31 obesos
12 semanas
55
Consumo moderado de vinho
tinto (200 – 400 ml/dia).
NUTRIENTE DOSE
CARBONATO DE CÁLCIO 1500 mg
VITAMINA E 10 mg
VITAMINA C 60 mg
VITAMINA B1 1,4 mg
56
NUTRIENTE DOSE
VITAMINA K 30 mcg
CÁLCIO 120 mg
POTÁSSIO 40 mg
FÓSFORO 126,3 mg
FERRO 8 mg
MAGNÉSIO 45 mg
NUTRIENTE DOSE
COBRE 0,9 mg
ZINCO 8 mg
MANGANÊS 1,8 mg
IODO 75 mcg
MOLIBDÊNIO 45 mcg
BORO 70 mcg
CLORO 21 mg
CROMO 25 mcg
NÍQUEL 5 mcg
SELÊNIO 55 mcg
57
58
Low carb e massa muscular
Ocorre proteólise
muscular?
RETENÇÃO DE MM É ≠ DE HIPERTROFIA!
59
Restrição Calórica versus Restrição de carboidratos em ganho de força e espessura muscular
IF
B1
1.797
60
O CRD é um método plausível para manter a massa muscular durante os
programas de restrição de energia.
61
Low carb/VLCD e proteólise muscular
KB exportado para
cérebro e músculos
62
Estímulo adrenérgico
• Inibição de proteólise
Corpos cetônicos
Aumento do GH
• Leucina
63
SANDRI, M. et al. PGC-1 protects skeletal muscle from atrophy by
FI
suppressing FoxO3 action and atrophy-specific gene
9.661 A1
transcription. Proceedings Of The National Academy Of
Sciences, [s.l.], v. 103, n. 44, p.16260-16265, 19 out. 2006.
64
Low carb e hipertrofia
65
66
Saciedade - estudo intervenção 12 meses
OU
67
Saciedade
68
Então o efeito promotor da
saciedade é proveniente
da proteína? Ou seria da
gordura?
A2 IF
3.057
J Am Diet Assoc 1997, 97:S63–S69
J Am Diet Assoc 2004, 104:1151–1153.
69
Óleo de coco e saciedade
A1 IF
4.350
A cetose induz
saciedade?
70
IF
3.057
A2
71
Maioria dos estudos com LCD ou VLCD
72
Insulina pode aumentar o apetite
IF
A1 Metabolism. 1985;34:826-3.
5.777
IF
Appetite. 1995;24:43-54. A2
3.403
IF
72.406 A1 Engl J Med. 1993;329:977-86.
73
IF Obesity.Volume 19, Issue 10, pages 1963-1970, 6 SEP 2012 DOI:
3.873 A1 10.1038/oby.2011.62.http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1038/ob
y.2011.62/full#f3.
Há vantagem metabólica
na low carb?
74
Efeito térmico das proteínas
75
Dietas hiperproteicas
Mínima influência do EFA no GET e somente no início.
Dieta cetogênica
X
Mediterrânea
X
Hipocalórica por 40 dias
76
É a TMB que altera na
cetose?
77
Adesão/preferência
IF
3.211 A2
Metanálise de estudos de longa duração (≥ 1 ano) de dieta low fat (< 30%) - 15
estudos clínicos.
78
Resposta da low carb conforme sensibilidade à insulina
44 obesas
IMC de 30 a 35 kg/ m2
23 a 53 anos
Intervenção de 16 semanas
79
Insulin Sensitivity Determines the Effectiveness of Dietary Macronutrient Composition on
Weight Loss in Obese Women
n=9
LC= 40%
80
Índice de HOMA
81
LOW CARB
Café da manhã
Low-fat Low-carb
5 ml
82
Lanche da manhã
Low-fat Low-carb
Almoço
Low-fat Low-carb
5 ml 10 ml
83
Lanche da tarde
Low-fat Low-carb
20 ml
25g
Jantar
Low-fat Low-carb
5 ml 10 ml
84
Ceia
Low-fat Low-carb
Low-fat
Calorias 1514,1
Carboidratos 53,17% 201,26g
Proteínas 22,25% 84,23g
Lipídios 24,58% 41,35g
Fibras 49,78g
Low-carb
Calorias 1508,68
Carboidratos 21,59% 81,42g
Proteínas 29,32% 110,6g
Lipídios 49,08% 82,27g
Fibras 30,45g
85
O que mais importa na resposta glicêmica é a quantidade
86
64g DE CARBOIDRATO
Saladas = 4g
100g de batata doce= 18g 100g feijão= 15g
87
A qualidade do carboidrato
30g de carboidratos
30g de carboidratos
Carboidratos de má qualidade
• Estão associados com ganho de peso em longo prazo, diabetes mellitus e CVD;
• Maior risco: mulheres e predispostos à resistência à insulina e dislipidemia
aterogênica;
• Menor risco: em homens e em pessoas mais jovens, magros com prática
regular de exercício físico.
88
açúcar,
xarope de glicose,
açúcar líquido invertido
xarope de açúcar
frutose
maltodextrina,
amido modificado
89
açúcar
açúcar invertido
90
A QUALIDADE DE
CARBOIDRATO É MUITO
IMPORTANTE!
91
2 colheres de sopa de linhaça
Potentes carotenóides
Proteína 3,8g que suportam a saúde
Fibra dietética 5,6g ocular.
Magnésio 81mg
Luteína e zeaxantina 134mcg
Ácidos graxos poli-insaturados totais 5,9g
92
A1 IF
4.145
93
IF van de Wouw, Marcel, et al. "Microbiota-Gut-Brain Axis:
A1 4.145 Modulator of Host Metabolism and Appetite." The Journal of
Nutrition 147.5 (2017): 727-745.
Brownlee, Iain A., et al. "Dietary fibre and weight loss: Where are we
now?." Food Hydrocolloids 68 (2017): 186-191.
94
IF
A2 3.706
95
Low carb restrita e AGCC
Constipação intestinal!
Dao, Maria Carlota, et al. "Losing weight for a better health: Role for
the gut microbiota." Clinical Nutrition Experimental 6 (2016): 39-58.
• Polidextrose;
• Banana verde;
• Amido resistente do milho;
• Psyllium;
• Dextrina do trigo;
• Goma acácia purificada (Fibregum®);
• FOS;
• Inulina.
96
Grão íntegro
• Endosperma (amido);
• Farelo (fibra, proteína, vitaminas B,
minerais, flavonoides, tocoferóis);
• Germen (proteína, ácidos graxos,
antioxidantes, fitoquímicos).
IF
A1 Circulation 133.2 (2016): 187-225
19.309
Prepare as farinhas
em casa!
97
Elevada concentração de compostos fenólicos como, por exemplo, os ácidos
fenólicos, antocianinas (pp. luteolinidinas e apigeninidinas) e taninos, além do
conteúdo de fibra alimentar. Uma boa fonte de vitaminas lipossolúveis e do complexo
B, como tiamina, riboflavina e piridoxina. O cereal é fonte de minerais como o fósforo,
o potássio e o zinco.
98
Aveia- Aventramidas
Shengmin; CHU, YiFang. Whole grain oats, more than just a fiber:
IF role of unique phytochemicals. Molecular Nutrition & Food Research,
A1
4.323
2017.
99
O tamanho do grão e a microbiota
100
Mingau de aveia
Beta glucana
• β-glucana;
• Beta-glucan Plus – 22%;
• Farelo de aveia - 6%;
• Aveia em flocos - 3%.
101
Frutose
102
Açúcar de adição/ sacarose e frutose
103
Rippe, James M., and Theodore J. Angelopoulos. "Added Sugars and
Health: What Do We Really Know?." Nutrition in Lifestyle Medicine.
Springer International Publishing, 2017. 369-386.
104
Controvérsia da frutose
105
Teor de polifenóis em frutas brasileiras
106
Participantes:
IMC médio de 22,3 kg/m2
Após 8 semanas:
Consumo de frutose ↑ em 200% no grupo das frutas.
↑ no consumo de frutose não modificou a concentração de gordura no
fígado, não induziu alterações na gordura abdominal subcutânea ou na gordura
abdominal visceral;
107
Frutose proveniente das frutas, mesmo num contexto de calorias extras, não
foi prejudicial a esses parâmetros metabólicos.
PLoS One. 2016 Jan 20;11(1):e0147149.
Há um limite para o
consumo diário de
frutose?
108
IF
4.145
A1
109
IF
6.077
A1
110
Frutas Quantidade Carboidrato (g) Frutose (g)
Mamão (papaya) 100 g 11,0 4,0
Manga 100 g 15,0 5,0
Melão 100 g 9,1 3,0
Melancia 100 g 7,5 3,3
Mirtilo 100 g 14,5 5,0
Morango 100 g 8,0 2,4
Nectarina 100 g 10,5 1,4
Pera 100 g 15,2 6,4
Pêssego 100 g 9,5 1,5
Tangerina 100 g 13,3 2,4
Uva 100 g 11,0 1,8
Fonte: USDA
111
gastrointestinais e regulação do comportamento cerebral por meio da sinalização
neuronal bidirecional do eixo intestino-cérebro.
Enquanto a maioria dos nutrientes é absorvido no duodeno durante o processo
de digestão, a fibra dietética permanece intacta até atingir o cólon que é habitado pela
microbiota intestinal. Dessa forma, a designação de um carboidrato como “fibra
dietética” é feita quando os polímeros de três ou mais unidades, isto é,
polissacarídeos, passam do intestino delgado para o ambiente colônico sem ser
digeridos.
Os MACs são carboidratos que resistem à digestão pelo intestino humano, mas
podem ser metabolizados pela microbiota intestinal que fermenta e produz ácidos
graxos de cadeia curta ou metaboliza em compostos fenólicos.
Os MACs estão presentes abundantemente em fibras dietéticas vegetais e
representam a fonte principal de energia para as bactérias intestinais, de modo que a
abundância e a variedade de MACs podem modular a composição e a função
microbiana intestinal.
Os carboidratos para fermentação de micro-organismos intestinais podem
prover de uma variedade de fontes, incluindo glicanos dietéticos animais ou derivados
do hospedeiro; glicanos sintetizados por outros micro-organismos, que são
transportados por alimentos (por exemplo, a parede celular de leveduras) ou por
micro-organismos do intestino residente e glicano de material vegetal dietético,
comumente referido como fibra dietética, que é o alimento mais comum para a
microbiota de muitos seres humanos.
Exemplos de MACs são: o amido resistente, polissacarídeos não amiláceos e os
prebióticos.
Já os prebióticos refere-se a ingredientes alimentícios não digeríveis ou
substâncias que passam pelo trato gastrointestinal superior sem serem digeridos e que
ao chegar no intestino grosso, são metabolizados e estimulam o crescimento e/ou
atividade de bactérias promotoras de saúde, principalmente as espécies de
Lactobacillus e Bifidobactérias.
112
Nem toda fibra é prebiótica e nem todo prebiótico e um carboidrato. Isso
porque há exemplos de compostos que não são carboidratos, mas que ainda assim são
metabolizados por micro-organismos no intestino e provavelmente intermediam
efeitos benéficos através da modulação da microbiota intestinal. Por exemplo,
polifenois tais como curcumina, o resveratrol e a proantocianidinas são metabolizados
por micro-organismos intestinais, sendo esse processo parte da sua bioativação.
• Legumes;
• Verduras;
• Raízes;
• Leguminosas;
• Oleaginosas;
• Frutas íntegras;
• Sementes;
• AMIDO RESISTENTE.
113
Polifenois
Os polifenois dietéticos são compostos naturais que ocorrem em plantas,
incluindo alimentos como frutas, vegetais, cereais, chás, café e vinho. Quimicamente,
os polifenois são um grande grupo heterogêneo de compostos caracterizados por
grupos de fenilo hidroxiladas. Com base na sua estrutura química e complexidade, os
polifenois são classificados em flavonoides e não flavonoides.
PUJOL, A. P. Estratégia low carb. Camboriú, SC: Ed. do Autor, 2017.
114
• Chá verde;
• Morosil;
• Cacau;
• Resveratrol;
• Curcumina;
• Antocianinas.
Nozes - níveis mais elevados de ômega-3 e ômega-6 (47%) e o mais alto nível
de polifenois antioxidantes.
IF
B1
1.444
IF
A1
11.123
115
Quercetina
IF
3.092
A2
116
IF A1
4.529
Quercetina
Nome científico
mg/kgᵇ
Produto
Malus pumila (apple) Maçã 36
Capsicum annuum (red chili) Pimenta vermelha 800
Mangifera indica Ubá (mango) Manga 469
Morus alba (mulberry) Amora 359
Brassica oleracea (broccoli) Brócolis 219
117
Kaempferol
Curcumina
118
119
IF A2
3.08
6
120
Ácido clorogênico;
Ácido protocatequina;
Ácido p-cumárico.
• Achocolatados;
• Açúcar;
• Arroz branco;
• Arroz integral;
• Pães integrais industrializados com farinha branca;
• Barra de cereal;
• Biscoitos;
• Doces;
• Farinhas refinadas;
• Flocos de milho;
• Granola com açúcar, mel;
• Massas e pães brancos;
• Farinha de arroz, polvilho, tapioca;
• Amido de milho;
• Farinha de mandioca;
• Purê de batatas;
• Massas brancas;
• Sucos de frutas industrializados ou naturais principalmente coados;
• Leite;
• Refrigerantes;
• Produtos alimentícios com açúcar de adição.
121
Resposta insulinêmica ao leite
Glicose
IF
A2
3.706
Leite (200ml)
122
NÃO INTOLERANTES À LACTOSE
DEVEM CONSUMIR LÁCTEOS
SEM LACTOSE?
IF
3.775 A2
123
IF
A2
3.247
Produtos industrializados sem glúten são feitos, em geral, com amido de milho, farinha
de arroz, fécula de batata, soja e outros carboidratos insulinogênicos.
Estes produtos são capazes de elevar mais a glicemia do que o próprio trigo.
124
ALIMENTO CARBOIDRATOS (g)
Linhaça 43,3
Pinhão 43,9
Chia 49,3
Farinha de Berinjela 55
Farinha de banana verde 65
Farinha de centeio
integral 73,3
Farinha de trigo 75,1
Farinha de arroz integral 76
Farinha de milho 79,1
Farinha de arroz 80
Fécula de mandioca 81,1
Polvilho azedo 86
Polvilho doce 86,8
125
10 mulheres
10 homens
126
IF
A1
5.487
127
A noite:
TMB antes de comer: 70 kcal a menos;
TMB pós prandial: 143 kcal a menos.
128
IF
A1
4.259
129
HIPERGLICEMIA
120-140 mg/dl: a função das células beta cai significativamente em 60% e isso
parece ocorrer igualmente em pessoas eutróficas e obesas.
A disfunção das células beta pancreáticas leva progressivamente à resistência à
insulina, redução da secreção da insulina e diabetes tipo 2.
130
Grau de variabilidade interindividual de resposta glicêmica
131
Estratégia para redução da glicemia pós prandial
Banana Canela
verde
Ziam®
Vinagre
Polifenois
Psyllium
Probióticos
Pectina
Prebióticos
Chia Inulina
132
Fibras insolúveis na glicemia
Arq Bras Endocrinol Metab vol.53 no.5 São Paulo July 2009.
133
Fibras solúveis na redução a glicemia
Canela
• 5 g de canela em pó ↓ a glicemia pós-prandial;
• 6 g adicionado a um pudim de arroz melhorou a resposta glicêmica;
• Chá de canela: (60 g) foram embebidos em 1 litro de água;
• Após 24 h à temperatura ambiente, a solução de canela foi aquecida durante
30 min a 100°C e depois filtrou-se, à temperatura ambiente.
134
Cinnamomum verum (extrato seco padronizado a 10% de polifenois) - 150mg a
250 mg.
Vinagre de maçã
• Resistência à insulina;
• Ácido acético ativa a enzima AMPK - que aumenta a biogênese mitocondrial e
estimula a oxidação lipídica, principalmente na região abdominal;
• Retardo E.G.
(McCarty, 2014)
(Reznick & Shulman, 2006)
(Ceddia, 2013; Hardie & Ashford, 2014)
(Kondo et al., 2009)
135
Estudos mostram que o consumo do vinagre de maçã combate a resistência à
insulina (Maryam et al., 2015), protege o fígado de fumantes (Omar et al., 2015) e não
fumantes (Omar et al., 2016), inclusive em diabéticos. Reduz o estresse oxidativo e
inflamação em pacientes com câncer de mama, quando associado a uma dieta rica em
outros polifenóis (Dragan et al., 2007). Quanto à perda de peso o vinagre vem sido
utilizado há muito tempo. Existem relatos na literatura desde 1820. Mas funciona? O
vinagre é uma forma de baixa caloria para temperar saladas. Além disso, a solução
diluída de ácido acético (4g/100 mL) demanda energia do organismo para sua
metabolização (Kohn, 2015). De fato, o consumo de ácido acético (McCarty, 2014)
ativa a enzima AMPK (Proteína quinase ativada pelo AMP), que aumenta a biogênese
mitocondrial (Reznick & Shulman, 2006) e estimula a queima de gordura (Ceddia,
2013; Hardie & Ashford, 2014), principalmente na região abdominal (Kondo et al.,
2009).
136
• Com as refeições;
• 10g;
• Efeito em Carboidratos complexos;
• Sem efeito para monossacarídeo;
• Redução de 20% na glicemia PP.
Efeito:
• Saciedade;
• Anti-hiperlipidêmicos;
• Hipoglicemiantes;
• Parece prevenir o risco aterogênico.
Chá verde
137
• 120 mulheres com excesso de gordura corporal foram distribuídas em um dos
quatro grupos de intervenção: Controle, Chá Verde (1g de extrato de chá verde
seco/dia padronizado a 50% de polifenois); Metformina (1g/dia); Chá Verde +
Metformina (1g de cada).
• Após 12 semanas de intervenção, o chá verde demonstrou efeito positivo em
relação ao controle glicêmico.
138
-18%
Sonia, Steffi, Fiastuti Witjaksono, and Rahmawati Ridwan. "Effect of
cooling of cooked white rice on resistant starch content and glycemic
response."Asia Pacific journal of clinical nutrition 24.4 (2015): 620-
625.
139
Chá hipoglicemiante:
• 25g de canela em pau (Cinnamomum
zeylanicum) (casca);
• 1 colher de sobremesa (1g) de pata de
vaca (Bauhinia forficata) (folhas);
• 1 colher de sobremesa (3g) de chá verde
(Camellia sinensis) (folhas);
• 1 litro de água.
• Modo de preparo: Colocar a canela em 1
litro de água fria e deixar de molho por
24h. Levar, ferver por 30 minutos e
desligar o fogo. Quando a água atingir
85°C adicionar a pata de vaca e o chá
verde. Deixa em infusão por 10 minutos.
Consumir 1 xícara (200ml) após as
refeições com carboidratos.
140
Adoçantes e controvérsias
IF Nutrition. 2013;29:1293–1299
A2
3.420
Para adoçar
Adoçante Stevia;
Xilitol e outros poliois.
141
Xilitol e eritritol versus glicose
142
Dieta hiperproteica e emagrecimento
Várias meta-análises de estudos com dietas proteicas de curto e longo prazo
(mais de 1 ano) e rigorosamente controlados mostraram maior perda de peso e
gordura corporal e preservação da massa magra após dietas de restrição energética
com maior proteína do que após dietas de restrição energética de baixa proteína.
Br J Nutr 2013;110:781–9
IF
A2
3.706
IF
A1
4.370
Eur J Nutr 2013;52:317–25.
Eur J Clin Nutr 2012;66:780–8.
IF
A2
3.706
Br J Nutr 2013;110:1178–87.
IF
A2
3.211
Nutr J 2013;12:48.
143
IF
B1
2.066
Ingestão mais elevada de proteína (2,0 a 3,0 g / kg / d) são mais favoráveis para a
redução de gordura.
144
Proteína e função renal
IF
B1
2.060
145
Tempo máximo após uma refeição com proteína para estímulo de síntese proteica – 4
a 5 horas.
IF
A1
4.145
Distribuição de 30g de proteína no café da manhã, almoço e jantar foi 25% melhor na
SMP do que 10g/15g/65g.
IF
A1
5.957
146
• 0,18 a 0,30g de proteínas por quilo por REFEIÇÃO parece provocar as taxas
máximas de síntese muscular proteica.
• Média 0,25g/kg/refeição;
• Média 0,40g/kg de massa magra/refeição.
147
A ingestão de 40 g de proteína de alta qualidade após um treino full body (em
vez de apenas as pernas) foi superior em estimular a resposta do crescimento
muscular em comparação com 20 g.
Antes de dormir...
A1
IF
4.145
148
A1
IF
12.589
↓Ingestão de proteína
durante a meia idade.
Otimiza a longevidade.
149
Proteína animal/vegetal
• Peixes;
• Ovos;
• Frango (preferencialmente orgânico);
• Carne suína;
• Carne de gado (com moderação);
• Whey Protein;
• Proteína isolada do arroz/ ervilha, batata;
• Queijos (com moderação);
• Iogurtes probióticos (verificar ingredientes);
• Leguminosas (quinoa, amaranto, feijão, lentilha, ervilha, grão de bico, homus).
150
Reduziu significativamente a glicemia pós-prandial e insulinemia em
comparação com a refeição de referência.
IF A1
6.929
151
IOGURTES PROTEICOS LOW CARB:
152
E O QUEIJO?
153
Este plano alimentar
possui qual
composição?
Refeição Quantidade Alimento
Café da Manhã 200 ml Café
65 g Ovo
5g Linhaça dourada
3 ml Óleo de coco extra virgem
10 g Farinha de coco
Lanche da Manhã 100g Frutas vermelhas
20 g Castanha do Brasil
75 g Peito de frango
150g Legumes e verduras
Almoço
10 ml Azeite de oliva extravirgem
20 g Queijo meia cura
80g Batata doce cozida
10 g Chocolate 70% cacau
Lanche da Tarde
60g Atum
10 ml Azeite de oliva extravirgem
100 g Filé de peixe
154
Tabela de Macronutrientes
CAL 1522
CHO 73,51 g 18,56%
PTN 94,94 g 23,96%
LIP 101,21 g 57,48%
FIB 34,89 g
LIP SAT 6.3%
Lipídios bons e
distribuídos
155
A dieta rica em gordura prejudica a função do peptídeo-1 do tipo glucagon.
IF
A2
2.778
156
1) Aumento da permeabilidade intestinal;
2) Aumento do processo inflamatório por ativação de TLR4 e TLR2;
3) Disbiose intestinal, redução da diversidade microbiana e aumento da relação
Firmicutes/Bacteroidetes;
4) Formação secundária de ácido tauroquólico contribuindo para a disbiose e
resposta imune inflamatória, via Th1;
5) Estresse no Retículo Endoplasmático com ativação de UPR que promove
morte celular;
6) Redução do gasto energético pós prandial (quando comparada com o azeite
de oliva);
7) Inibição do escurecimento do tecido adiposo branco (que influencia
diretamente no gasto energético basal);
8) Aumento do risco para Câncer de mama. Aumenta o potencial metastático
das células iniciadoras de metástases CD36 +;
9) Aumento do risco para diabetes e resistência à insulina;
10) Piora do quadro de Esteatose Hepática (evolução para Esteato Hepatite);
157
11)Redução da ação do PGC-1α (um marcador da biogênese mitocondrial);
12) Indução do estresse oxidativo do tecido adiposo;
13) Expressão de genes relacionados ao metabolismo lipídico para obesidade
no intestino delgado distal;
14) Geram respostas pró inflamatórias no hipotálamo produzindo resistência
molecular e funcional aos hormônios anorexigênicos insulina e leptina.
Abacate;
Óleo de gergelim;
Azeite de oliva;
Óleo de abacate;
Óleo de macadâmica;
Óleo de semente de uva;
Nozes;
Noz Pecã;
Castanhas;
Amêndoas;
Pistache;
Macadâmia;
Linhaça;
Chia;
Sementes de abóbora;
Azeitonas;
Sementes de girassol.
158
Consumir com cautela!
159
Proporção gordura e açúcar
A razão
Hiperfagia
gordura:35% Áreas de
(mesmo quando
carboidrato 65% recompensa
já saciado)
160
Adequações à high fat/high protein
Qualidade dos
Carboidratos e
Gorduras
Proteínas vegetais
Probioticos/
Prebióticos
Omega 3
Fibras
Min 25g/1000 kcal
Fitoquímicos/
Polifenóis/
Micronutrientes
Água
• Fibras;
• Prebióticos;
• Fruto-oligosacchardies (FOS);
• Inulina;
• Galacto-oligossacarídeos (GOS);
• Beta glucanos;
• Pectina;
• Amido resistente;
• Alimentos fermentados;
• Probióticos.
161
PROBIOTICOTERAPIA – segunda fase OBESIDADE
Frontiers in Immunology, v. 8, p.
548, 2017.
IF
6.429 A1
162
163
Microbiota intestinal
Prescrição
164
• Polifenois;
• Prebióticos;
• Probióticos.
MACs
165
Micronutrientes – avaliar o plano
Livro: www.institutoanapaulapujol.com.br
166