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Apostila 3

Este documento discute antropometria, um método para avaliar a composição corporal através de medidas como dobras cutâneas, circunferências e diâmetros. Detalha quais medidas podem ser utilizadas e os resultados que podem ser obtidos, como IMC, percentual de gordura e massa magra. Também discute os principais protocolos para estimar o percentual de gordura corporal.

Enviado por

Suellen Franco
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Apostila 3

Este documento discute antropometria, um método para avaliar a composição corporal através de medidas como dobras cutâneas, circunferências e diâmetros. Detalha quais medidas podem ser utilizadas e os resultados que podem ser obtidos, como IMC, percentual de gordura e massa magra. Também discute os principais protocolos para estimar o percentual de gordura corporal.

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by

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A N u d
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FR ail:
m
E-
INTRODUÇÃO

O QUE É ANTROPOMETRIA?

y
É um método utilizado para avaliar a composição corporal a partir das principais
b
j o l
medidas de superfície: espessura de dobras cutâneas, circunferências ou diâmetros dos
u
segmentos corporais, amplitude óssea e o comprimento dos segmentos corporais, além
P
l a
da massa e altura. Através da sua aplicação pode-se observar as alterações nas medidas
u
a Pa
corporais referentes a prática de exercício físico e alimentação.
O
An R
O acompanhamento do resultado pode ser feito através da observação da
to ST
CA
comparação das medidas feitas no paciente em um determinado período ou através da
i t u
n st
aplicação desses números em protocolos afim de estimar a quantidade de massa magra,
DE
oI m
massa gorda e massa livre de gordura, entre outros.
N c o
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L a il.
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DOBRAS CUTÂNEAS
r S U h ot
oÉpconsiderada a
um dosarmétodos o
de mensuração @ de gordura corporal mais
r
P na área f t p c
utilizado
i s o clínica, osendo o mais empregado a n para obtenção de informação
relacionadan à quantidade d fr
ia de gordura e suatrodistribuição no organismo. Esse método
O
avalia a densidade c
n corporal, s principalmente, o montante de gordura
determinando,
corporal. ÉLuma c e
i opção C O c a
barata, nãoeinvasiva e de fácil aplicabilidade. Sua realização,
A N
contudo, requer treinamento u d
prolongado e supervisão para que se obtenham
R : s
F
resultados confiáveis.
a il
m
E-
QUAIS MEDIDAS PODEM SER UTILIZADAS?
Básicos:

 Peso;
 Altura;

Dobras cutâneas (mm):

 Dobra tricipital (TR);


 Dobra abdominal (AB);
 Dobra axilar média (AX);
 Dobra torácica (TC);
 Dobra panturrilha (PM);
 Dobra bicipital (BC);
 Dobra subescapular (SE);
 Dobra coxa (CX);
 Dobra suprailíaca (SI);
 Dobra supraespinhal (SES);
Circunferências (cm):

 Pescoço;
 Tórax; y
 l b
Ombro;
u j o
 Cintura; P
 Quadril;
u la
 Abdômen;
a Pa O
 R
An
Braço relaxado;
 Braço contraído;
to ST
 Antebraço; i t u CA
 Coxa proximal; nst DE
 Coxa medial; oI N c om
 d
Coxa distal; ed L L E
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 da
Panturrilha;
ie SUE ho
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ro ósseos:
Diâmetros
f t p a c o
P Diâmetro o do úmero; o a n
i s d r
 O
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Diâmetro docpunho; tr of
 Diâmetro e ndo fêmur;O a s
Li c C e c
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F RA il: s
RESULTADOS QUE PODEM
- ma SER OBTIDOS:
 IMC; E
 Risco metabólico por Relação da Cintura/ Quadril;
 Percentual de Gordura;
 Classificação do % de gordura;
 Peso de gordura;
 Peso ósseo;
 Massa magra;
 Peso residual;
 Massa livre de gordura;
 Somatório de dobras;
 Densidade corporal;

PUJOL, Ana Paula. Nutrição aplicada à estética. 2d. Rio de


Janeiro: Rubio. 2020. 568 p.
Lohman TG, Roche AF, Martorell R. Anthropometric
standardization reference manual. Champaign: Human
Kinetics Books, Abridged ed., 1988. p. 183.
Heyward VH, Wagner DR. Applied body composition
assessment. 2nd ed. Champaign: Human Kinetics, 2004. p.
268.

l by
u jo
QUAL O MELHOR PROTOCOLO a PPARA ESTIMAR
l
PERCENTUAL DEPGORDURA? au
n a R O
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Algumas considerações: t i tu CA
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d o E N c o
d e L L a il.
d a uma indicação. A melhor U E tm
r e
Cada fórmula ipossui S predição de gordura
h o corporal vai depender da
o p
idade, sexo, estado
r a
nutricional e nível de atividade
o @ física do paciente.
Pr ft p a c
i s o o a n
d fr
On ncia s tr o
Os resultadosic e Ode gordura a
c variam de cada fórmula, por isso, ao atender o
L de percentuais
N C
paciente, deve-se d e
utilizar sempre a mesma fórmula.
A s u
FR ail:
m
E-

PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Protocolo de Lohman (1986):

- Crianças e adolescentes (6 a 17 anos)


- Meninos e meninas brancas e negras
Classificação de Lohman:
Tabela 1 – Interpretação dos valores de gordura corporal de adolescentes

Meninos (%) Meninas (%)


Muito baixo <5 < 12
Baixo 05 -10 12 – 15
by
Ótimo 11 -20 l
16 – 25
j o
Moderadamente alto
Alto
21 – 25
26 – 31 P u 26 – 30
31 - 36
Muito alto > 31 u la > 36
Fonte: Lohman (1986)
a Pa O
An R
ST
o Brasileira de NutriçãoA Esportiva, São Paulo, v. 9, n.
tRevista
i t u
t 53, p.498-505. Set./Out. C
s E 201. ISSN 1981-9927

o In N
D
omde equações
d Bouth DR,
E
Matheus c
il. para estimativa
SC, Behenck MS. Validação
L específicas e generalizadas
d e L
antropométricas a
d a U E
do percentual tm em estudantes de
de gordura corporal
ir e S o
h São Paulo: Rev Bras Educ
Educação Física do sexo masculino.
o p a @
r Fís Esporte. 2015; 29(1):13-23.
o
P r f t p a c
i s o o n TG. Advances in body composition
Lohman TG. In:aLohman
d r
ofMonograph Number 3. Champaign: Human
On ncia tr
assessment.
s Publishers, 1992.
Kinetics
c e O c a
Li N C d e
A s u
FR ail:
PARA ADULTOS m
E-
Protocolo de Guedes (1991):
Desenvolveram suas equações com adultos jovens, universitários da
Universidade Federal de Santa Maria (RS)

- Homens (17 a 27 anos)


- Mulheres (17 a 27 anos)
Guedes DP, Guedes JRRP. Proposição de equações para

predição da quantidade de gordura corporal em adultos

jovens. Semina: Rev Cultural e Científica da Universidade

Estadual de Londrina. 1991; 21:61-70.


Guedes DP. Estudo da gordura corporal através da

mensuração dos valores de densidade corporal e da

espessura de dobras cutâneas em universitários. 1 v.

Dissertação (Mestrado). Curso de Educação Física,

y
Universidade Federal de Santa Maria. Santa Maria-RS, 1985.
b
j o l
P u
Protocolo Petroski (1995):
u l a
Pa O
Desenvolveram suas equações na Universidade Federal de Santa Maria (SC).
a
An R
ST
Equações generalizadas para estimativa de densidade corporal de não atletas, de ambos
os sexos e idades entre 18 a 66 anos.
t uto CA
st i
n DE
d oI E N c om
- Homens (16 a 66 anos)
d e L L a il.
- Mulheres (18daa51 anos) U E tm
ir e S h o
o p r a @
Petroski EL. Desenvolvimento
o e validação de equações
P r f t p a generalizadas paracestimativa da densidade corporal em
i s o o n
adultos. 126 [Link] (Doutorado), Universidade Federal de
d ofSanta Maria-RS, 1995.
On ncia tr
Santa Maria.
s
i c e O c a
L NC (1980):
Protocolo Jackson eAPollock u de
R l : s
F i
a para estimativa de densidade corporal de não atletas,
Equações generalizadas
de ambos os sexos. - m
E

- Homens (18 a 61 anos)


- Mulheres (18 a 55 anos)

Jackson AS, Pollock ML. Generalized equations for predicting


body density for men. Br J Nutr. 1978; 40(3):497-504.

Jackson AS, Pollock ML, Ward A. Generalized equations for


predicting body density of women. Med Sci in Sports
Exerc.1980; 12(3):175-81.
PARA ATLETAS

Protocolo Faulkner (1968):

- Nadadores
b y
j o l
CARNAVAL, Paulo Eduardo. Medidas e avaliações: em
u
ciências do esporte. 2 ed. Rio de Janeiro: Sprint, 1997.
P
la
FERNANDES FILHO, José. A prática da avaliação física, testes,
u
a Pa
medidas e avaliações físicas em escolares, atletas e
O
academias de ginástica. 2 ed, Rio de Janeiro: Shape, 2003.
An R
PARA OBESOS
to ST
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n st DE
oI
Protocolo Weltman et. al. (1987): N c om
d ed L L E
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da UE m
- Homens obesos (24 a 68 anos)
t
rie
- Mulheres obesas (20 a 60 anos)
p a S ho
ro a r o @
P o f t p COSTA, Roberto nc
Fernandes da. “Valores Referenciais de
i s d o Somatórias fr
de a
Dobras Cutâneas em Moradores da Cidade de
O n c i a o
Santos –rSp, de 20 a 69 Anos de Idade”. (Tese de Livre
n s t -Universidade de São Paulo Escola de Educação
e O a
Docência)
Lic N C d e c e Esporte, São Paulo, 2001.
Física
A s u
FR ail:
Algumas considerações: m
E-
Quando o paciente obeso emagrece, deve-se manter usando a mesma fórmula de Weltman?
Não, é necessário mudar para uma fórmula indicada a indivíduos eutróficos.
Lembrando que após a mudança, não deve comparar a fórmula antiga com a nova.

O mesmo vale quando o paciente tráz a avaliação de outro profissional. Como o percetual
depende da técnica do avaliador e da fórmula, sempre haverá percentuais de gordura
diferentes.
COMO CLASSIFICAR O PERCENTUAL DE GORDURA?

A classificação dependerá da fórmula escolhida


by
j o l
P u
A maioria das fórmulas de predição do percentual de gordura não possui
uma classificação própria
u la
a Pa O
An R
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Algumas opções:
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d ed L L E
a il.
da UE m
ACSM (2000):
t
p rie a S ho
ro a r o @
P o
Risco f t p Homens n c Mulheres
i s d o fr a
O nRisco A
i a 5%
r o 8%
Abaixo da média
e nc O a
6s – t14% 9 – 22%

Lidac médiaNC c 15%


Média 23%
Acima d e 16 – 24% 24 – 31%
A u
Risco BR
F e desordem i l : sassociadas à25% 32%
Risco A: risco de doenças
m a desnutrição; Risco B: risco de doenças associadas à

E-
obesidade

Pollock e Wilmore (1993) apud Monteiro (2007):

Classificação do %G para homens:

Nível/ Idade 18 - 25 26 - 35 36 - 45 46 - 55 56 – 65
Excelente 4 a 6% 8 a 11% 10 a 14% 12 a 16% 13 a 18%
Bom 8 a 10% 12 a 15% 16 a 18% 18 a 20% 20 a 21%
Abaixo da 12 a 13% 16 a 18% 19 a 21% 21 a 23% 22 a 23%
média
Média 14 a 16% 18 a 20% 21 a 23% 24 a 25% 24 a 25%
Acima da 17 a 20% 22 a 24% 24 a 25% 26 a 27% 26 a 27%
média
Ruim 20 a 24% 24 a 27% 27 a 29% 28 a 30% 28 a 30%
Muito ruim 26 a 36% 28 a 36% 30 a 39% 32 a 38% 32 a 38%
Classificação do %G para mulheres:

Nível/ Idade 18 - 25 26 - 35 36 - 45 46 - 55 56 – 65
Excelente 13 a 16% 14 a 16% 16 a 19% 17 a 21% 18 a 22%
Bom 17 a 19% 18 a 20% 20 a 23% 23 a 25% 24 a 26%
Abaixo da 20 a 22% 21 a 23% 24 a 26% 26 a 28% 27 a 29%
média
b y
Média 23 a 25% 24 a 25% 27 a 29%
j l
29oa 31% 30 a 32%
Acima da 26 a 28% 27 a 29% 30 a 32% u
P 32 a 34% 33 a 35%
média
u la
Pa
Ruim 29 a 31% 31 a 33% 33 a 36% 35 a 38% 36 a 38%
Muito ruim 33 a 43% 36 a 49% a
38 a 48% O
39 a 50%
R
39 a 49%
An ST
t uto CA
Morrow et. al. (2003):
st i
n DE
oI
d E N c om
Tabela de classificação
d e – mulheres não atletas: L L a il.
da U E tmde acordo com a
Valoresie
r normativos S
para % gordura o
de mulheres não-atletas
h
p r a idade @
ro
PClassificação f t 18-25 p a 26-35 36-45 co 46-55 56-65 ≥ 66
i s o o a n 18-22 18-23 16-18
Bem magro
n d
13-17 13-18
ia 18-20 19-21 tro20-23 r
15-19
f
O
Magro
n c s 23-25 24-26 22-25
Mais magro que e a 21-23 O 22-23 ca 24-26 26-28 28-30 27-29
médiaLic C e
N24-25 ud24-26 27-29 29-31 31-33 30-32
A
Média
Mais gordo doFque
R i l :s
a
m26-28 27-30 30-32 32-34 34-36 33-35
a média
Gordo
-
E 29-31 31-35 33-36 36-38 36-38 36-38
Muito gordo 33-43 36-48 39-48 40-49 39-46 39-40

Tabela de classificação – homens não atletas:

Valores normativos para % gordura de homens não-atletas de acordo com a idade


Classificação 18-25 26-35 36-45 46-55 56-65 ≥ 66
Bem magro 4-7 8-12 10-14 12-16 15-18 15-18
Magro 8-10 13-15 16-18 18-20 19-21 19-21
Mais magro que a
11-13 16-18 19-21 21-23 22-24 22-23
média
Média 14-16 19-21 22-24 24-25 24-26 24-25
Mais gordo do que
18-20 22-24 25-26 26-28 26-28 25-27
a média
Gordo 22-26 25-28 27-29 29-31 29-31 28-30
Muito gordo 28-37 30-37 30-38 32-38 32-38 31-38
Foss & Keteyian (2000):

Tabela de classificação para mulheres:

Percentual de gordura de mulheres sugerido para o esporte, a saúde e a aptidão


física by
Classificação % gordura j o l
Gordura essencial 3-8P u
Maioria dos atletas
u la
12-22
Saúde ótima
Obesidade limítrofe a Pa 16-25
30-24 O
An R
to ST
i t u CA
st
Tabela de classificação para homens:
n D E
Percentual de gordura I
o de homens sugerido N
para o esporte, a saúde eoamaptidão
d L
física E il. c
d e L a
d a
Classificação
U E m
% gordura
t1-5
ir eMaioria dos atletas a S
Gordura essencial o
h 5-13
o p r o @
Pr f t
Saúde ótimapa c 12-18
i s o o a n
n Obesidade
i a d
limítrofe
o fr 22-27
O n c s tr
e O ca
Lic N C d e
A s u
FR ail:
Lohman (1992): m
E-
Tabela de classificação para mulheres:

Classificação do risco à saúde para mulheres pelo % G


Classificação % gordura
Riscoa ≤8
Abaixo da média 9-22
Média 23
Acima da média 24-31
Riscob ≥ 32
a
Risco de doenças associadas à desnutrição e bRisco de doenças associadas à obesidade
Tabela de classificação para homens:

Classificação do risco à saúde para homens pelo % G


Classificação % gordura
a
Risco ≤5
Abaixo da média 6-14
Média 15
by
Acima da média 16-24
j o l
Riscob ≥ 25
P u
a
Risco de doenças associadas à desnutrição e Risco de doenças a
b

u lassociadas à obesidade
P a
n a R O
A S T
t o
t i tu CA
I ns DE
SOMATÓRIO
d o DEE NDOBRAS .com
d e L L a il
d a U E tmespessura das dobras
ir e •Utiliza-seSdiretamente o somatório o
h (milímetros) como uma
de
p
o é? ft r a
cutâneas @
(SD) em valores absolutos
o a adiposidade corporal, sem a
Orque
P p a
alternativa para avaliar comcprecisão
iso ado•Otransformação em %G a n
n i somatório do o fr de dobras cutâneas (S6D, S8D ou S9D)
conjunto
O nc O st r
e a
Lic C
N segmentos
•Possibilitae ca análise de quantidade de gordura como um todo por
d corporais como: somente com medidas de membros
A s u
VantagensFR :
lsuperiores,
i•Permite membros inferiores ou tronco

m a descartar as equações de predição de gordura corporal e


E- seus respectivos questionamentos
•Escassez de estudos populacionais que proponham valores
referenciais de espessura de dobras cutâneas ou do SD para
Limitações indivíduos adultos de acordo com a idade e sexo
•Não estima massa magra

ACKLAND, T.R; STEWART, A. D. Assessing Body Composition.


The Encycopaedia of Sports Medicine: na IOC Medical
Commission Publication, v 19, p-88-101, 2014
PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Classificação do índice de adiposidade corporal proposta por Lohman para crianças e


adolescentes:

Meninos y
bMeninas
DC (mm) TR + DC (mm)
l
jo TR +
%G u %G
Muito baixo
SE
5 5 u la P SE
5-10 7-11
Baixo 10 10
a Pa 15
O 14
Nível ótimo 15-25
An
13-20 20-30 R 18-25
Moderadamente
to ST
CA
25-30 20-24 30-35 29
alto
i t u
Alto 35-40
n st 28-31
DE 40-45 32-38
Muito alto
oI
40-55 31-42 N 50-55 39-43
c om
ed L E il.
DC= Dobras cutâneas: TR= tricipital; SE= subescapular; %G=porcentagem de gordura
d L a
da UE t m
LAZZOLI, J K. et al. Atividade física e saúde na infância e
ho
p rie r a S
adolescência. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v 4,
@
ro f t p a n 4, p 107-109, 1998.
c o
P o o a n
i s d r
On ncia tr of
e O a s
Li c C e c
A N u d
s
FR ail:
m
E-
PARA HOMENS ADULTOS
Pollock
IDADE – HOMENS ADULTOS
(PT+AB+CX) <22 23-27 28-32 33-37 38-42 43-47 48-52 53-57 >58
8-10 1,3 1,8 2,3 2,9 3,4 3,9 4,5 5,0 5,5
by
11-13
14-16
2,2
3,2
2,8
3,8
3,3
4,3
3,8
4,8
4,4
5,4
4,9
5,9
5,5
j o
6,4
l 6,0
7,0
6,5
7,5
17-19 4,2 4,7 5,3 5,8 6,3 6,9 P u7,4 8,0 8,5
20-22 5,1 5,7 6,2 6,8 7,3 ul a
7,8 8,4 8,9 9,5
23-25
26-28
6,1
7,0
6,6
7,6
7,2
8,1
7,7
8,7 a Pa
8,3
9,2
8,8
9,8
9,4
10,3 O
9,9
10,9
10,5
11,4
An R
29-31 8,0 8,5 9,1
to
9,6 10,2 10,7
ST
11,3 11,8 12,4
32-34 8,9 9,4 10,0
i t u 10,5 11,1 11,6
CA12,2 12,8 13,3
35-37 9,8 1,4
n st
10,9 11,5 12,0
DE
12,6 13,1 13,7 14,2

oI m
38-40 10,7 11,3 11,8 12,4 12,9 13,5 14,0 14,6 15,2
N c o
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41-43 11,6 12,2 12,7 13,3 13,8 14,4 15,0 15,5 16,1
44-46 12,5
d 13,1 13,6 L
14,2 L 14,7 15,3 15,9 a il.
16,4 17,0
47-49
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50-52
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17,6 18,2 18,8
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17,9 18,5 19,1 19,7
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56-58 o
16,0 16,5
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59-61
62-64 On ncia
16,8
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PARA MULHERES ADULTAS
Pollock
IDADE – MULHERES ADULTAS
(TC+SI+CX) <22 23-27 28-32 33-37 38-42 43-47 48-52 53-57 >58
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PARA MULHERES ADULTAS
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IDADE – PETROSKI MULHERES ADULTAS


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PARA HOMENS ADULTOS
Petroski

IDADE – PETROSKI HOMENS ADULTOS


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119-121 29,6 30,6 31,6 32,6 33,6 34,6 35,5 36,6 37,5
122-124 30,1 31,0 32,0 33,0 34,0 35,0 36,0 37,0 38,0
125-127 30,5 31,4 32,4 33,4 34,4 35,4 36,4 37,4 38,4
128-130 30,8 31,8 32,8 33,8 34,8 35,8 36,8 37,8 38,8
PARA HOMENS E MULHERES ADULTOS
Durmin e Womerslay:

by
j o l
P u
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a Pa O
An R
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i t u CA
n st DE
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FR ail:
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Preocupe-se primeiro a P em medirRbem... O depois
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A veja o resto!ST
t o
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I ns DE m
d o E N c o
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r uma melhor padronização S o
h Conheça a ISAK:
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Quer garantir r a das dobras cutâneas?
o @
Pr f t p a c
iso ado n
n i o fra
OISAK (International
n c tr
Society for the Advancement
s of Kinanthropometry)
e O ca
Lic N C d e
A s u
FR ail: Cineantropometria A Sociedade Internacional para o Avanço da
(ISAK) foi fundada como uma
- m organização de indivíduos cujo esforço científico e
E profissional está relacionado à cinantropometria.

O objetivo do ISAK é criar e manter uma rede


internacional de colegas que representam a
comunidade mundial, transcendendo geografia,
política e os limites de disciplinas separadas, a fim de
estabelecer uma área dinâmica de empreendimento
científico.

A cinantropometria é a área da ciência que se preocupa com a medição da


composição do corpo humano. Como resultado das mudanças nos estilos de vida,
nutrição, níveis de atividade e composição étnica das populações, mudanças na
distribuição das dimensões corporais estão ocorrendo para sempre. A cinantropometria
é a interface entre anatomia e movimento. Ele mede o corpo humano e determina sua
capacidade de função e movimento em uma variedade de configurações.
O ISAK desenvolveu padrões internacionais para avaliação antropométrica e um
esquema internacional de credenciamento de antropometria (IAAS). O esquema de
acreditação é baseado no conceito de uma hierarquia de quatro níveis. Um elemento-
chave nele é a manutenção objetiva da garantia de qualidade, exigindo que todos os
níveis tinham que atender ao erro técnico inicial de medição (TEM).

b y
Saiba mais em: [Link] jo l
P u
l a
P au
PASSO A PASSO DAnaANTROPOMETRIA: R O
A S T
t o
O que precisamos
t i tu CA
(confira na aula prática):

I ns DE m
d o E N c o
d e L L a il.
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Pr f t p a c
iso ado n
n i o fra
O n c s tr
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Lic N C d e
A s u
FR ail:
1. EQUIPAMENTOS:

m
E-

*Não pode usar fita métrica de costura

Plicômetro:

Plicômetros NÃO medem gordura corporal!


São equipamentos que medem espessuras (em mm) de dobras cutâneas/DOCs
(trata-se de uma dupla camada de pele e, predominantemente, de tecido adiposo
subcutâneo adjacente).

Forma correta de utilizar o plicômetro: y


l b
u j o
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ul
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An R
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INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
d E N c om
d e L L a il.
 Não realizar
d E de exercício físico;tm
a as medidas após aUprática
r
 A dobraie deve ser destacada S
com ho
o polegar e indicador;
p ra
 roEfetuar a tleitura com oacompasso o
entre 2 a 4seg; @
P Evitar duas f
o medidas p c
ndobra;
i s d o consecutivas na mesmar a
 O n do compasso
A ponta c ia deve estar localizada
tr of aproximadamente a 1cm do polegar
e
e indicador;n O a s
c
i a dobraCcutânea durante
 NãoLsoltar
c
e a leitura do compasso.
A N u d
s
FR ail:
m
E- de reproduzir as medidas, a padronização das técnicas e a utilização
A capacidade do avaliador
de instrumentos calibrados e precisos são fatores determinantes para a obtenção de dados
confiáveis!

Daronco et al. Medidas e avaliação dos


exercícios físicos e saúde. 2014; Costa RF.
Composição corporal: teoria e prática da
avaliação. São Paulo: Manole: 2001.
DOBRAS CUTÂNEAS NA PRÁTICA
Imagens retiradas da aula “Prática antropométrica”

Imagem 1 - Dobra cutânea abdominal


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FR ail:
Imagem 2 - Dobra cutânea
- m suprailíaca
E
Imagem 3 - Dobra cutânea subescapular

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O n c ia tr of
Imagem 4 - Dobra
e ncutâneaOdo tríceps as
Li c C e c
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FR ail:
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E-
Imagem 5 - Dobra cutânea do bíceps

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Imagem 6 - Dobra cutâneaOda coxa mediala s
Li c C e c
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E-
Imagem 7 - Dobra cutânea da panturrilha

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FR ail:
m
E- ACESSE A AULA “PRÁTICA ANTROPOMÉTRICA” E VEJA
O PASSO-A-PASSO DAS MARCAÇÕES,
CIRCUNFERÊNCIAS E A AFERIÇÃO DAS DOBRAS
CUTÂNEAS

Outras dobras cutâneas que não são abordadas na aula prática:


Dobra torácica
1. Como marcar o ponto anatômico:
Em homens: a medida deve ser feita no ponto médio entre a linha axilar anterior e o
mamilo
by
j o l
Em mulheres: a medida deve ser feita, em média, 2 dedos abaixo da linha axilar
anterior.
P u
u l a
2. Como realizar a dobra: a Pa O
An R
Deve-se pinçar com o adipômetro na medida indicada acima e S osTdedos devem segurar
t o
a dobra 1cm acima da marcaçã[Link]
t CA
I ns DE m
d o E N c o
Conforme apresentado
d e na imagem abaixo:LL a il.
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o 8 – Dobra torácica a r a o @
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Imagem
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FR ail:
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E-
Dobra axilar média

1. Como marcar o ponto anatômico:


A dobra deve ser medida na porção medial da axila, na altura do osso esterno e abaixo
by
do processo xifoide.
j o l
P u
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Pa
2. Como realizar a dobra:
a R O
An
Deve-se pinçar com o adipômetro no sentido diagonal. Os dedos devem segurar a
dobra 1cm acima da marcação.
to ST
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Conforme apresentado na o imagem abaixo: EN om
d L il. c
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Imagem 9r– Dobra axilar média S ho
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AVALIAÇÃO DE COMPOSIÇÃO CORPORAL

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Porque nós recebemos pacientes com diferentes
n objetivos: ST
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FR ail:
m
E-

Todos buscam a mudança na composição corporal

O nutricionista precisa fazer a avaliação da composição corporal para identificar os resultados


e evoluções que o paciente irá apresentar ao longo do tratamento e a necessidade de ajustar
o tratamento no decorrer das avaliações.

Exemplo de duas mulheres com a mesma altura, mesmo peso, mas diferenças na
composição corporal:
by
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r fazer a avaliação daocomposição
ro Por isso,
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fundamental c corporal.
P o o n
n is
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O n c s tr
Para cada e pacienteOe perfil, há cauma estratégia nutricional e você
Lic C
N saberuse e
d a sua estratégia deu certo.
A
precisa s
FR ail:
m
E-

Ex. um paciente estava perdendo peso, mas ao avaliar, notou-se do peso


que ele havia perdido, 50% foi de gordura e 50% foi de massa magra, sendo
que o ideal é perder 70% de gordura e apenas 30% de massa magra. Através
da avaliação corporal pode-se fazer uma adequação na dieta e no treino para que ele
pudesse otimizar os seus resultados.
Vantagens de fazer a avaliação da composição corporal:

y
lb
Para determinar a eficácia de uma intervenção.
jo
P u
ula corporal
Para monitorar metas de composição
a
a P O
A
Para avaliar o risco de lesões. Por T R mineral
nexemplo, a baixa densidade
to do risco de fraturaApor
óssea está associada ao aumento S estresse ósseo.
t i tu C
In s DE
Para auxiliar no estabelecimento
o de metas om
N de composição corporal.
e d
L L E
a i l.c
a d E tm sarcopenia
ir d
Paraeavaliação de doenças metabólicas
S U o
– câncer, renal,
h
o p r a o @
Pr f t p a c
iso ado n
n i o fra
Outilizaçãoncno consultório, é benéfico
Além da s tr para:
L i ce C O
e c a
 Quem precisa N
A
ter uma visão
u d sobre a fisiopatologia da fraqueza adquirida na UTI
e disfunção Rdiafragmática
l : s induzida pelo ventilador.
F
 Para os que avaliam i
a conteúdo extracelular - diálise, pré e pós-anestesia.
- m
 Pesquisas mostram que 50 khz foi utilizada com sucesso como uma ferramenta
E
para avaliar o manejo de fluidos em pacientes criticamente enfermos.

MÉTODOS APRESENTADOS NESSA AULA:

SCANNER
DEXA ULTRASSOM SCANNER 3D BIOIMPEDÂNCIA
CORPORAL
IMPORTANTE:
A principal limitação de todas as avaliações de composição corporal é
que elas são baseadas em suposições.
A única maneira realmente precisa de avaliar a composição corporal é
a análise de cadáveres (isto é, a dissecção).
b y
j o l
Ainda há a pesagem hidrostática, RM e TC.P u
u la
a Pa O
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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Li separadamente
Este estudo apresentou C
que somente
e c
os exames de imagem são capazes de quantificar
A N au d subcutânea da gordura visceral.
gordura
s
FR ail:
m
E-
Sendo que a Ressonância Magnética (RM) e
Tomografia Computadorizada (TC) representam o
“padrão-ouro”

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

FATORES QUE INFLUENCIAM NA MEDIÇÃO:


A medição da composição corporal pode ser influenciada por muitos fatores, incluindo:
 Atividade física anterior;
 A técnica;
 Estado de jejum/ alimentação;
 Estado de hidratação;
 Entre outros.

Para garantir com que a composição corporal tenha um resultado fidedigno é muito
importante que as medições sejam padronizadas o máximo possível. Garantindo a
precisão das medidas e a confiabilidade com a repetição. y
l b
u j o
P
TODAS AS TÉCNICAS SÃO FALHAS – Por isso a importância da
a
u l
padronização do avaliado e do equipamento

a Pa O
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MODELOSsDE i t u
t COMPOSIÇÃOECORPORAL: CA
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Pr f t p a c
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A s u
FR ail:
m
E-

1 compartimento: massa corporal


2 compartimentos: massa gorda e massa livre de gordura
 A massa corporal é o peso total do indivíduo.
 A segmentação mais comum é a divisão dessa massa corporal em 2
compartimentos: massa gorda (gordura corporal existente no corpo desde
subcutânea até visceral) e a massa livre de gordura (tudo aquilo que não é
gordura, como órgãos, musculo, ossos e água).

Outros exemplos:

b y
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Legenda: 1C = 1 compartimento; 2C= 2u d
compartimentos; 3C= 3 compartimentos; 4C= 4 compartimentos
R : s
F a il
m
E- KURIYAN, Rebecca. Body composition
techniques. The Indian journal of medical
research, v. 148, n. 5, p. 648, 2018.

Quanto mais compartimentos são medidos, menos erros existem nas estimativas de composição
corporal

EQUIPAMENTOS

DEXA
O método DEXA (absortometria de raio – x de dupla energia) avalia:
 Gordura corporal; Duas energias de raio-X (alta e baixa)
 Músculo;
 Mineral ósseo total do corpo;

O princípio do DEXA é que a atenuação dos raios X com altas e baixas energias de
fótons é mensurável e depende das propriedades do tecido subjacente. As variações na
by
atenuação dos raios X através dos tecidos são causadas por diferenças na densidade e
j o l
u
composição química da gordura, do LT e do osso. O DEXA é rápido, tem baixa exposição
P
u la
à radiação e requer pouca habilidade técnica e preparo por parte do indivíduo. As

a Pa O
imagens podem ser divididas em componentes de osso e tecido mole usando dois níveis
An T R
de energia diferentes. Embora DEXA seja o padrão ouro paraS medições de densidade
t o A
mineral óssea, também é usado tpara i tu estimar a gordura corporal
C total e regional e a LTM.
s E
o In D
N tem [Link] omnicho para
A absortometria dedraio-x de dupla energiaE(DEXA)
d e L L a il
a mineral óssea Udesde
medir a densidade
d E sua aprovação tpela m Food and Drug
rie (FDA) para uso clínico
Administration Sem 1988. h o
o p r a o @
Pr f t p a c
i s o o KRUGH, Marissa;
a nLANGAKER, Michelle D. Dual Energy Xray
d r
of (DEXA). In: StatPearls [Internet]. StatPearls
On ncia r
Absorptiometry
t
s 2019.
c e O a
Publishing,
c
Li NC d e
R A s u KURIYAN, Rebecca. Body composition techniques. The Indian
F il :
m a journal of medical research, v. 148, n. 5, p. 648, 2018.

E-

Para a medição:
 A pessoa deita-se e um feixe de
raios-X passa na direção posterior-
anterior para um detector.
 O método DEXA tem a capacidade
de avaliar a composição corporal
regional e total.

Uma varredura leva cerca de 10-20 minutos, expondo os


indivíduos a doses mínimas de radiação
SAIBA MAIS
Como funciona o DEXA

by
j o l
P u
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A N u d
s
FR ail:
m
E-o título do vídeo no Youtube ou acesse pelo link:
Digite
[Link]

O método DEXA assume que a quantidade de gordura sobre o osso é igual à


quantidade de gordura sobre o tecido ósseo, quando, na verdade, ela varia e esta é uma
grande desvantagem em usar DEXA para estimar o %GC.

O DEXA tem se mostrado mais preciso do que métodos de densidade corporal,


para estimar a gordura corporal total. A análise DEXA pressupõe uma hidratação
constante do tecido mole magro, mas a hidratação varia com a idade, sexo e doença e
esta pode ser uma possível limitação. A repetibilidade (CV) na faixa de 1-2 por cento BF
e 0,5-2 por cento para LT foi relatada para DEXA.
O DEXA tem sido usado para análise da composição corporal em uma ampla
gama de aplicações clínicas.

KURIYAN, Rebecca. Body composition techniques. The Indian


journal of medical research, v. 148, n. 5, p. 648, 2018.

b y
j o l
ACKLAND TR, LOHMAN TG, SUNDGOT-BORGEN J, et al.
u
Current status of body composition assessment in sport:
P
ul a
review and position statement on behalf of the ad hoc
a
P group on body composition
research working health and
a O
n under the auspicesTRof the I.O.C. Medical
performance,
o A S
utCommission. A
Sports Med. 2012;42(3):227-249.
C
s tit E
o In N
D
om
d L E il. c
Vantagens:
d e L a
a E
ir e
 Capaz d
de diferenciar gordura, S U
massa magra e tecido h otm
ósseo;
p e não invasivo; ara
 oRápido
o @
P
r f t p c
Baixa
i s
exposição
o à radiação;
o a n
 Possibilidade
n de d
ia repetidas; trof
obtenção de medidas; r
 OSeguro para n cmedidas s
c e O c a
Li
 Alta precisão e
N
exatidão.
C Erro
d e de 2 a 3%.
A s u
FR ail:
Desvantagens:
E -m
 Não é portátil;
 Custo elevado;
 Variabilidade de calibração do instrumento, procedimentos, hardware e
software, versão entre fabricantes;
 Espessura corporal e estado de hidratação podem influenciar as medições;
 Contraindicado na gravidez;
 Incapacidade de discriminar os diferentes tipos de gordura
(visceral, subcutânea e intramuscular);
 Requer habilidades técnicas específicas e experiências do
operador.

CENICCOLA, Guilherme Duprat et al. Current technologies in


body composition assessment: advantages and
disadvantages. Nutrition, v. 62, p. 25-31, 2019.
Exemplos de DEXA:

Marca: Lunar iDXA


by
Site: [Link] j o l
P u
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Li (DMS C e c
Marca: ESTRATOS N Imaging)ud
A
F R i l :s
ma
Site: [Link]

E -

Marca: Unigamma plus


Site: [Link]

by
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i s d ULTRASSOM r
On ncia tr of
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Li c C e c
A N u d
s
FR ail: O ultrassom transmite com segurança ondas
m
E- sonoras de alta frequência para o corpo por meio de
um dispositivo conhecido como transdutor.
O som viaja na forma de uma onda cíclica e
os humanos podem detectar o som com uma
frequência na faixa de cerca de 20 a 20.000 Hz. O
ultrassom opera em uma frequência > 20 KHz e
frequências > 2 MHz são usadas para imagens
ultrassônicas. Cristais piezoelétricos no transdutor
da cabeça de varredura produzem pulsos de ultrassom.
O feixe de ultrassom é transmitido através da pele. Quando o feixe entra em
contato com uma interface de tecido (por exemplo, pele-gordura subcutânea, músculo
adiposo e osso muscular), ele é parcialmente refletido de volta para o transdutor como
um eco. Assim, o transdutor tem uma dupla função de transmitir e receber o ultrassom.
Os ecos são convertidos em sinais para processamento pelo transdutor. A força
de cada onda refletida é representada por um ponto, e a posição do ponto representa
a profundidade da qual o eco foi recebido. Os pontos são combinados para formar uma
imagem. O princípio fundamental da imagem de ultrassom é a reflexão das ondas de
ultrassom do tecido no caminho do feixe. A quantidade de som refletido depende das
mudanças na impedância acústica entre duas interfaces de tecido. A impedância
acústica é o produto da densidade do tecido e da velocidade acústica.

by
j o l
P u
WAGNER, Dale R. Ultrasound as a tool to assess body
fat. Journal of obesity, v. 2013, 2013.
ul a
a Pa O
Artigos sobre a ultrassom:
An R
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i t u CA
n st DE
oI N c om
d ed L L E
a il.
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FR ail:
m
E-
by
j o l
Utilização do ultrassom: P u
u l a
a Pa O
An R
1. O gel é colocado na cabeça do transdutor e/
to ST
ou na pele no local a ser medido.
A
i t u C
I n st D E
2. Com o ultrassom ligado, o transdutor é
o deslizado pelo local de medição sem
N o m perda de
d E
L com a pele. ail.
contato c
d e L
d a U E3. Uma varredura tleva m apenas alguns
ir e S h o
o p r a segundos.
@
o digitalizada, a imagem no
Pr f t p a c
iso ado
4. Depois n de
n i monitor
o frapode ser salva para análise.
O n c s tr
e O ca
Lic N C d e
A s u WAGNER, Dale R. Ultrasound as a tool to assess body

FR ail: fat. Journal of obesity, v. 2013, 2013.

m
E-
Modelo BodyMetrix

O BodyMetrix é uma ferramenta de livre estudo que


possibilita o escaneamento de qualquer área desejada

 Pode ser feito em crianças e gestantes também.


 O BodyMetrix tem validado em seu software diversos protocolos de avaliação,
sendo possível obter resultados de 1 a 7 áreas escaneadas.
 Ou seja, o que irá definir as áreas de escaneamento é o protocolo selecionado
previamente pelo profissional.
 O US tem a função “aumentar profundidade”, função que permite avaliar obesos
mórbidos.
Vantagens:
 Portátil;
 Não invasivo;
 Confiabilidade satisfatória intra e inter avaliador; y
 Avaliar mudanças longitudinais nos músculos; l b
 u j o
Visualizar espessura muscular e de gordura, além da qualidade muscular;
 Seguro para medidas repetidas; a P
u l
Pa
 Não exige preparação prévia para realização da avaliação, já que os resultados
a O
gerados por ele não são afetados por nível de hidratação, consumo de cafeína
R
An
ou horas de sono, diferentemente das bioimpedâncias.
ST
t uto CA
st i
n DE
Desvantagens:
oI
d E N c om
 Custo de 17 d ea 20 mil; L L a il.
 Falta de d apontos de corte para fazer U E diagnósticos; tm
r i e
 Dependendo S
do protocoloaescolhido pode levar em média
o
h 15 minutos;
o p r
aclínicos e acordo sobrecseu @
o uso;
Pr Escassez f t
de protocolosp n
iso por situações
Limitada
n a d o de edema excessivo. fra
O c i tr o
e n s
Lic C O CENICCOLA,
e ca Guilherme Duprat et al. Current technologies in body
A N u d
R : scomposition assessment: advantages and
F a il disadvantages. Nutrition, v. 62, p. 25-31, 2019.
m
E-
Exemplos de ultrassom:

Marca: BodyMatrix

Site: [Link]
by
j o l
P u
ul a
a Pa O
An R
to ST
i t u CA
n st DE
oI N c om
d ed L L E
a il.
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p rie r a S
@
ro f t p a c o
P o o a n
i s d r
On ncia tr of
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Li c C e c
A N u d
s
FR ail:
m
E-
Marca: MuscleSound

Site: [Link]

by
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SCANNER CORPORAL c o
P o o a n
i s d r
On ncia tr of
e O a s
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A N u d
s
FR ail:
m
E-
O Scanner Corporal é um sistema de laser que
faz uma varredura tridimensional do corpo.
b y
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to A ST
t i t u
BRETSCHNEIDER, Thorsten et [Link] of the body scanner as
E quantification of body shape. Skin
nsa measuring tool for a Drapid
I
o Research and Technology, N v. 15, n. 3, p. 364-369, o m
d L E il. c 2009.

d e L a
d a U E tm
Analisa: r i e S h o
o p r a o @
Pr A pessoa f t p a c
da frente esquerda;
isodireita;ado n
 Frente
n i o fra
 OTraseira; nc
s tr
ice
 Esquerda;
L C O
e ca
N
 Traseira simultaneamente.
A u d
R 3Dilde s
: 360º da pessoa digitalizada.
Permitindo umaFimagem a
m
E-
Ao contrário de outras tecnologias de digitalização, o
scanner baseado em laser produz informações de cores RGB,
permitindo a identificação de pontos de referência codificados
por cores para extração de dados. Sua fabricação e
desenvolvimento está em conformidade com a Food and Drug
Administration (Departamento de Saúde e Serviços Humanos
dos EUA) e é seguro com relação aos olhos (Classe 1).
HARBIN, Michelle M. et al. Validation of a three-dimensional
body scanner for body composition measures. European
journal of clinical nutrition, v. 72, n. 8, p. 1191-1194, 2018.

BRETSCHNEIDER, Thorsten et al. Validation of the body


scanner as a measuring tool for a rapid quantification of body
shape. Skin Research and Technology, v. 15, n. 3, p. 364-369,
2009.
Vantagens:
 Menos demorado do que as medições manuais – 10 a 12
segundos;
 Não invasivo e “automático”; y
 Mais precisão do que as medições manuais. l b
u j o
a P
u l
Desvantagens:
a Pa O
 Não portátil;
An R
 Custo elevado;
to ST
 Não tem no Brasil; i t u CA
 n
Subestima o % de gordura; st DE
 oI N
Diminuição da precisão entre os indivíduos com adiposidade aumentada; c om
 ed L L E
a il.
Comparado a pesagem hidrostática e bioimpedância não foi validado pela baixa
d
da UE t m
precisão, provavelmente resultante de inconsistências no algoritmo de análise.
ho
p rie r a S
@
ro f t p a c o
P o o BRETSCHNEIDER, Thorsten a n et al. Validation of the body scanner as
i s d r
ffor a rapid quantification of body shape. Skin
On ncia a measuring tool
Research and t r o
s Technology, v. 15, n. 3, p. 364-369, 2009.
c e O c a
Li N C HARBIN, d e Michelle M. et al. Validation of a three-dimensional body
R A s u
scanner for body composition measures. European journal of
F il : clinical nutrition, v. 72, n. 8, p. 1191-1194, 2018
m a
E-
Exemplos de scanners:
SAIBA MAIS
by
Como funciona a BODYGEE j o l
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A N u d
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FR ail:
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E-o título do vídeo no Youtube ou acesse pelo link:
Digite
[Link]

Características do BODYGEE:

A imagem é scaneada
Gera imagens 3D
com duas câmeras,
fotorealísticas: + Tecnologia suíça
sendo uma de
estético
infravermelho

Captura 3D do corpo Avaliação postural


Não sofre interferências de fatores que podem ocorrer no caso dos outros tipos de
y
avaliações citados, como erro na captura das dobras cutâneas, restrições alimentares prévias,
b
o l
nível de hidratação e ciclo menstrual, no caso das mulheres, que afetam o processo.
j
P u
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Algumas imagens:
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Circunferências e formas
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corporais
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E-

Postura
Mede composição corporal
só por equação

by
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Aluguel da BODYGEE:
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A N u d US$ 120
s
FR ail: Valor mensal do
software
- m
E

Análise de impedância bioelétrica (BIA)

Método utilizado para estimar composição corporal em diferentes condições clínicas,


como:
 Câncer;
 Doenças renais;
 Gestantes (retenção de líquido);
 Sarcopenia e idosos;
 Obesidade.
Podem ser classificados com base no número de frequências elétricas: frequência
única, multifrequencial e espectroscopia de bioimpedância.

b y
BÖHM, Astrid; HEITMANN, B. L. European journal of clinical
o l
nutrition, v. 67, n. 1, p. S79-S85, 2013.
j
P u
BUFFA, Roberto et al., Nutrition, v. 35, p. 1-5, 2017.

u la
KYLE, Ursula G. et al., Clinical nutrition, v. 23, n. 5, p. 1226-
1243, 2004.
a Pa O
An R
ST
EARTHMAN, Carrie P. Journal of Parenteral and Enteral

t uto
Nutrition, v. 39, n. 7, p. 787-822, 2015.
CA
st i
DE
Alguns artigos:
n
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N u d
RA icom
Em comparação
F l : s a DEXA, a análise de impedância bioelétrica
MULTIFREQUENCIAL subestima
m a a massa gorda corporal total e superestima a massa livre
de gordura em adultos -
E jovens saudáveis.
A BIA deve, portanto, ser usada com cautela na medição da composição corporal
total em mulheres e homens com> 25% de gordura corporal total.
Embora estatisticamente significativa, a pequena diferença (~4%) entre os
métodos indica que o BIA pode ser usado alternadamente com DEXA na medição da
massa livre de gordura apendicular em adultos jovens saudáveis.
by
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n st DE
oI
Objetivo do estudo foi examinar a precisão da composição corporal prevista pela
N om
c
Análise de Impedância Bioelétrica Multifrequência (MF-BIA) em comparação com (DXA)
d ed
em 749 adultos com obesidade. L L E
a il.
da
ie a composição corporal
Mediu-se UE
S de 749 adultos com h ot m
obesidade Comparado com
p r r a
o DXA,oo MF-BIA subestimou significativamente @ de gordura em 4,33% nos
percentual
r
P (P <0,001), f t p a c o
homens
i s o porém o a n
superestimou % percentual de gordura em 0,50% nas
mulheres n( P<0,001). a
i d ofr
O c
ncorrigidasOpelas equações tr
s de correção estabelecidas neste estudo, as
Depois de
i c e c a
diferenças L C d
diminuíramNsignificativamente.e Portanto, o MF-BIA (TANITA MC-180) pode
precisar ser corrigido s u
RA na ilestimativa da composição corporal para adultos com
F :
ma
obesidade.

E -

Comparar as estimativas da composição corporal usando dois métodos


diferentes de análise de impedância bioelétrica (BIA) com absorciometria de raio-X
duplo (DEXA)
Comparado com o DXA, o MF-BIA (multifrequencia) e o SF-BIA (frequência única)
avaliaram com precisão as mudanças na composição corporal com a perda de peso, mas,
em comparação com o SF-BIA, o MF-BIA forneceu estimativas transversais superiores da
composição corporal.

by
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ul
DEXA a BIA MULTI

a Pa O
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CA
BIA MONO
i t u
n st DE
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FR ail:
m
E-
O silicone foi reconhecido como tecido adiposo. A diferença na gordura corporal total
(aproximadamente 600 g) foi consistente com a quantidade usada.

Concluímos que as próteses mamárias de silicone afetam a avaliação da composição


corporal por DEXA
 A aplicação das próteses de silicone, mediu-se o corpo total e as regiões
separadamente;
 Corpo total: apenas a área óssea, o conteúdo mineral ósseo (BMC) e a densidade
mineral óssea (DMO) aumentaram significativamente;
l by
u jo
 Na região do tronco: conteúdo mineral ósseo foi superestimado. Massa magra e
massa adiposa teve uma superestimação pequena
a Pe significativa;
l
 Não houve mudança na composição observada
P au na cabeça, braços e pernas.
n a R O
A S T
t o
t i tu CA
Vantagens: I ns DE m
d o E N c o
 Portátil;
d e L L a il.
 Custo dea2 a 100mil;
d U E tm
ir e e não invasivo; a S
 Rápido h o
p simples e reproduzível;
 oMuito r @
Pr Seguroopara
ft medidas p a
repetidas. nco
is d o fra
n i a o
O n c s tr
e O ca
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Desvantagens:
N C d e
 Limitada pelo
R A estado des u
hidratação – Hidratação na FFM
F l :
i é fixada em 73%;
a
(massa livre de gordura)
m
E- necessária para cada população.
 Equação específica

BRETSCHNEIDER, Thorsten et al. Validation of the body


scanner as a measuring tool for a rapid quantification of body
shape. Skin Research and Technology, v. 15, n. 3, p. 364-369,
2009.

Escalas BIA de frequência única são normalmente usadas, permitindo que apenas água corporal seja
medida;

Multifrequencial - várias escalas de frequência são usadas, - mensura água


extracelular e água intracelular.
A precisão e exatidão são influenciados por vários fatores:
 Paciente (grau de adiposidade, estado de fluido e eletrolítico, temperatura da
pele. Preparo para o exame) by
j o l
 Fatores ambientais (temperatura ambiente, proximidade de superfícies
metálicas e dispositivos eletrônicos) P u
 Eletrodos novos, calibração do aparelho e cabos u la
a Pa O
BÖHM, Astrid; HEITMANN, B. L. European journal of clinical
An R
ST
nutrition, v. 67, n. 1, p. S79-S85, 2013; BUFFA, Roberto et al.,

t uto
Nutrition, v. 35, p. 1-5, 2017; KYLE, Ursula G. et al., Clinical
CA
st i nutrition, v. 23, n. 5, p. 1226-1243, 2004; EARTHMAN, Carrie

n DE
P. Journal of Parenteral and Enteral Nutrition, v. 39, n. 7, p.
oI 787-822, 2015.
N c om
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ro f t p a c o
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Onparanociexame
Preparo a tr of
1) Jejumic dee3 horas (água
O c as
e alimentos);
L N C d e
2) Não consumir s u
RAbebidail:alcoólica 24 horas anteriores ao exame;
F
- ma
3) Não consumir medicamentos diuréticos nos 7 dias que antecedem o exame;
4) Não estar no E período menstrual ou pré menstrual (3 dias que antecedem a
menstruação e nos 3 primeiros dias do fluxo menstrual);
5) Não passar cremes ou óleos nas mãos e pés;

6) No momento do exame retirar adornos (brincos, anéis, pulseiras, etc);


7) Não realizar atividade física extenuante nas 24 horas que antecedem o exame;
8) Urinar nos 30 minutos que antecedem o exame;
9) Não conduzir o teste após sauna ou drenagem linfática (intervalo indicado de 12
horas de sauna ou massagem de drenagem linfática).

O exame não é recomendado para usuários de Marca-Passo

Exemplos de bioimpedância:
50Khz
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la 50Khz
P au
n a R O
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50K
hz Com relatório
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1KHz
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5KHz d oI E N c om
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50KHz UES ho
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p r r a @
ro 250KHz
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On 500 c a 1000KHz trof
iKHz
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FR ail:
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E- ~ R$ 100.000,00
Como escolher a bioimpedância?

b y
Número de eletrodos (8); j o l
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Emissão de relatório; u la
a Pa O
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Segmentar (5 - braço direito, braço esquerdo, tronco, perna direita
e perna esquerda);
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n st Custo;
DE
d oI E N c o m
d L L (1KHz,
eMultifrequencial/espectroscopia
KHz e 1000KHz) para diferenciar a il. 500
5KHz, 50KHz, 250KHz,
água intra de extracelular.
d a U E tm
ir e S h o
p r a @
P ro f t p a c o
iso ado n
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Preços e planos:
n i o
O n c s tr
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Lic N C d e
A s u
FR ail:
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E-

Site: [Link]
O Instituto Ana Paula Pujol afirma que não há conflitos de
by
interesses em relação as marcas de equipamentos indicadas no curso.
j o l
Estas foram citadas apenas a fim de caráter educacional, seguindo as
P u
orientações do Art. 60 do Código de Ética do Nutricionista (CFN, 2018).
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CFN. Código de Ética e de conduta do

n st DE
nutricionista. Disponível em:
oI [Link]
N c om
d ed L L E il.
content/uploads/2018/04/codigo-de-
a
da UE m
[Link]
t
p rie a S ho
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P o f t p nc
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FR ail:
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