Processos e Modelos de Design Thinking
Processos e Modelos de Design Thinking
THINKING
AULA 2
CONTEXTUALIZANDO
2
versão com legenda em português está disponível em
<[Link]
=pt-br>. Esse vídeo é relevante por mostrar o discurso que permeava o momento
histórico em que o design thinking era lançado e apresentar um horizonte
expandido para a prática do design. Também é importante por, de certa forma,
resumir as principais ideias do best seller de Brown (2010), Design thinking: uma
metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias, que foi lançado na
mesma época e é referência básica sobre os processos de design thinking.
Nesta aula vamos entender como se deu a rápida difusão do design
thinking por outras áreas do conhecimento, bem como a evolução do seu
modelo. O papel da Ideo e da [Link] (Instituto de Design da Universidade de
Stanford Hasso Plattner) nesse processo foi relevante; contudo, é necessário
destacar que foi a adoção dessa abordagem por outras áreas – como pelas
áreas de gestão e tecnologia da informação – que permitiu a efetiva projeção do
design thinking para um público mais amplo, bem como ofereceu novas
perspectivas para as suas práticas, em termos de processo e de ferramentas.
3
Victor Papanek (1972), com seu livro Design for the real world: human
ecology and social change (Design para o mundo real: ecologia humana e
mudança social, tradução nossa), lançado em 1972, sugere um design mais
voltado para os aspectos humanos e ambientais e, uma década depois, o
britânico Cross (2001) publicou Designerly ways of knowing (Modos de saber do
designer, tradução nossa), que foca no modo de pensamento do design. Nesse
sentido, outra importante contribuição aconteceu na década de 1980, quando
Lawson (2005) lançou o livro How designers think: the design process
demystified (“Como os designers pensam: o processo de design
desmistificado”). Esse livro, em português, está disponível para leitura na
Biblioteca Virtual Pearson.
O referencial teórico do design thinking se constituiu ao longo de meio
século e, na década de 1990, ele começou a ser esboçado com o surgimento
das primeiras conferências sobre o tema e as primeiras aplicações práticas do
conceito. Na mesma época, foi criada a empresa americana Ideo, que, ao longo
daquela década, se destacou atuando em projetos de design para diferentes
indústrias e com uma abordagem focada em inovação. Para Liedtka (2015), a
estratégia da Ideo de certa forma reflete a evolução do design thinking. A
empresa focava inicialmente em design de produtos e expandiu seu portifólio
para design de serviços e estratégias, assim como para educação e sistemas
sociais.
Baseados na expertise de design da empresa, os principais executivos da
Ideo começaram a desenvolver ações em universidades e na mídia, com o intuito
de apresentar a nova abordagem de design, menos focada nos aspectos formais
e estéticos e mais voltada para a inovação. O livro The art of innovation: lessons
in creativity from Ideo, America's leading design firm, lançado em 2001 por Tom
Kelley e Jonathan Littman (2016), foi uma dessas iniciativas. Naquele mesmo
ano, segundo Lockwood (2009), aparece o primeiro registro do termo design
thinker para denominar o profissional que atuasse em processos de design
thinking.
Em 2003, a Ideo passa a utilizar oficialmente o termo design thinking para
denominar a sua abordagem de design e, no ano seguinte, David Kelley, um dos
seus criadores, funda a [Link], também conhecida como Instituto de Design
da Universidade de Stanford Hasso Plattner. Essa iniciativa é relevante por dois
aspectos: primeiramente, por ela não se configurar como uma escola tradicional
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de design e por ter um apelo multidisciplinar; e, também, por ter sido viabilizada
por meio de doação da empresa SAP, uma empresa da área de tecnologia da
informação pioneira em práticas de design thinking.
Nos anos seguintes, a mídia norte-americana começou a dedicar atenção
ao tema pois corporações globais como a P&G estavam desenvolvendo
programas baseados no design thinking. O burburinho foi se intensificando e, em
2006, o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, teve o design como tema
principal. Contudo, a ação que colocou o design, particularmente o design
thinking, em evidência no mundo corporativo foi o artigo de Brown (2008), CEO
da Ideo, publicado na Harvard Business Review. O artigo teve ampla
repercussão em diferentes setores e ainda hoje é considerado uma referência
sobre o tema.
Logo no ano seguinte, o mesmo Brown (2010) lançou o best-seller Design
thinking: uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias, talvez
a melhor bibliografia sobre o assunto. Quase simultaneamente, Martin (2010),
professor canadense da área de gestão, lançou o livro Design de negócios: por
que o design thinking se tornará a próxima vantagem competitiva dos negócios
e como se beneficiar disso, que insere a abordagem do design thinking no
contexto dos negócios. Nessa esteira, Liedtka e Ogilvie (2011a), profissionais da
área de gestão e com experiência em práticas de design thinking, lançaram o
livro Design for growth: a design thinking tool kit for managers (“Design para o
crescimento: um kit de ferramentas de design thinking para gerentes”, tradução
nossa). O que se viu a partir do lançamento dessas publicações foi a
disseminação do design thinking em diversas outras áreas como de saúde e de
educação, mas principalmente nas de gestão e de negócios, devido ao seu foco
em inovação.
Faz-se necessário um distanciamento histórico para identificar os fatos
recentes mais relevantes do design thinking; contudo, contemporaneamente,
podemos verificar uma intensa movimentação no ambiente organizacional e no
de negócios voltados para a inovação. Conforme afirmam Chang, Kim e Joo
(2013), corporações globais como Apple e Samsung adotam o design thinking.
Startups de diferentes setores usam o design thinking para estruturar e
desenvolver seus negócios. Consultorias em inovação com foco em design
thinking são cada vez mais requisitadas.
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Na última década, o design thinking também se tornou um tópico de
estudo obrigatório em cursos de graduação e pós-graduação nas áreas de
gestão, negócios e inovação das melhores universidades mundiais. Segundo
Wrigley, Mosely e Tomitsch (2018), essa popularidade também tem levado
profissionais de diversas outras áreas a investir em cursos a distância sobre
design thinking e inovação. Ao mesmo tempo, entre pesquisadores e
acadêmicos o design thinking tornou-se tema de intensa pesquisa, revelada por
meio de artigos e edições especiais de revistas científicas, bem como tópico de
discussão em eventos importantes de várias áreas do conhecimento.
De acordo com Canfield e Bernardes (2017), o design thinking foi
introduzido no Brasil em 2010 pelos consultores Tenny Pinheiro e Luis Alt, por
meio de um curso na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em
São Paulo. Pinheiro e Alt (2011) também são autores do livro Design thinking
brasil: empatia, colaboração e experimentação para pessoas, negócios e
sociedade. No Brasil, o design thinking tem sido utilizado por diversas
organizações em diferentes setores, contudo ainda não existem estudos
consistentes sobre essas práticas. Uma exceção é a empresa brasileira MJV
([S.d.]), de consultoria na área de tecnologia e inovação e que atua em diversas
cidades do Brasil e exterior (ver <[Link] Ela é conhecida por
suas práticas de design thinking e disponibiliza on-line e gratuitamente a
publicação Design thinking: inovação em negócios (Vianna et al., 2012), que
virou referência sobre o tema no Brasil:
<[Link]
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Um modelo de design thinking é uma descrição simplificada dos princípios
teóricos e dos métodos que estruturam a abordagem da organização e de como
eles se articulam na prática. De acordo com Tschimmel (2012), modelos de
design apresentam processo dividido em estágios para facilitar o planejamento
das atividades e, no caso do design thinking, descrevem as fases do processo
criativo de solução de problemas. Segundo a autora, trata-se de um sistema
iterativo cujas fases tendem a se sobrepor umas às outras.
Os modelos a seguir foram desenvolvidos com base na expertise em
design thinking desenvolvido por empresas, instituições e profissionais e, de
certa forma, refletem as áreas em que estes atuam com mais intensidade. Com
exceção do modelo proposto por Liedtka e Ogilvie (2011b), os demais
apresentam clara inspiração no modelo pioneiro da Ideo. Cabe destacar que
cada modelo dimensiona o escopo das suas etapas ou fases de forma distinta.
A prototipação, por exemplo, em alguns modelos, está relacionada ao refino de
ideias e, noutros, relaciona-se a um processo de finalização.
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Figura 1 – Modelo de design thinking da Ideo
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Figura 2 – Modelo de design thinking da [Link]
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Figura 3 – Modelo de design thinking de Jeanne Liedtka e Tim Ogilvie
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Figura 4 – Modelo de design thinking do Design Council
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Fonte: Stickdorn; Schneider, 2014.
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2.7 Modelo da MJV
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TEMA 3 – PROCESSOS DO DESIGN THINKING
14
deles. O modelo da [Link], além de ser um dos mais referenciados nos
estudos e nas práticas de design thinking, por ser mais detalhado, permite um
aprofundamento maior para se entender o processo. Nas próximas aulas, esse
será o modelo de design thinking que norteará nossos estudos sobre os
processos de design thinking.
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estabelecimento de parceria, prototipação viva, roadmap, peça-piloto,
lucro sustentável, modelos de crescimento, definição da equipe de
projeto, definição de sucesso, medição e avaliação, lista de recursos,
mantendo obtenção de feedback, estratégia de apresentação, estratégia
de financiamento.
• [Link] Resources (S.d.): mentalidade de iniciante, o quê?/como?/por
quê?, preparação de entrevista, entrevista empática, usuários extremos,
compartilhamento e resgate de histórias, mapa de jornada, poderes dos
10, matriz 2 x 2, escada por quê?/como?, ponto de vista, diretrizes de
design, perguntas como poderíamos?, fogueira, brainstorming, facilitando
o brainstorming, seleção de brainstorming, imposição de restrições,
prototipação empática, improvisação para vivenciar,
cenas/adereços/papéis, testagem com usuários, prototipação para
decisão, identificação de variáveis, prototipação centrada no usuário,
prototipação mágico de Oz, matriz de captura de feedback, storytelling,
eu gosto!/eu quero!/e se?, dados empáticos, revisão de portifólio,
investigação empática, saltos da surpresa para o insight, descrição de
conceitos, yes, and! Brainstorm, empatia análoga, gravação de vídeo,
edição de vídeo.
• Jeanne Liedtka e Tim Ogilvie (2011c): visualização, mapa de jornada,
análise da cadeia de valor, mapa mental, brainstorming, desenvolvimento
de conceito, teste de conceitos, prototipagem rápida, cocriação, learning
launch.
• Design Council (The Design, [S.d.]): criando um espaço de projeto,
observação, vivenciando a experiência do usuário, brainstorming,
escolhendo uma amostra, enquete quantitativa, visualização rápida,
esperanças e medos, grupo focal, critérios de avaliação, comparando
anotações, motivações e obstáculos, mapa de jornada do consumidor,
perfil de personagem, cenário, role-playing, blueprint de serviço,
prototipação física, definição de fases, teste final, avaliação, feedback
loop, banco de métodos.
• Design thinking de serviços (Stickdorn; Schneider, 2014): mapa de
stakeholders, safári de serviços, shadowing, mapa de jornada do usuário,
entrevistas contextuais, os cinco porquês, sondagem cultural, etnografia
móvel, um dia na vida, mapa de expectativas, personas, geração de
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ideias, e se...?, criação de cenários, storyboard, maquete de mesa,
protótipo do serviço, encenação do serviço, desenvolvimento ágil,
cocriação, storytelling, blueprint de serviços, dramatização do serviço,
mapa de ciclo de vida do usuário, business model canvas.
• IBM Corporation (2018): esperanças e medos, mapa de stakeholders,
mapa de empatia, mapa de cenários, vinhetas de boas ideias, grade de
prioridades, declaração de necessidades, storyboarding, suposições e
questionamentos, grade de feedback, roadmap baseado em experiência.
• MJV Tecnologia e Inovação (Vianna et al., 2012): reenquadramento,
pesquisa exploratória, pesquisa desk, entrevistas, cadernos de
sensibilização, sessão generativa, um dia na vida, sombra, cartões de
insight, diagrama de afinidades, mapa conceitual, critérios norteadores,
personas, mapa de empatia, jornada do usuário, blueprint, brainstorming,
workshop de cocriação, cardápio de ideias, matriz de posicionamento,
protótipo de papel, modelo de volume, encenação, storyboard, protótipo
de serviços.
Apesar de alguns modelos ofertarem um leque de opções de ferramentas
para atuar com design thinking e outros serem mais concisos, há algumas que
são recorrentes. Ao analisarmos a listagem anterior, de certa forma podemos
reiterar o trabalho de Micheli et al. (2018), que, após densa pesquisa na literatura
sobre design thinking, identificaram oito ferramentas essenciais: métodos
etnográficos, personas, mapa de jornada, brainstorming, mapa mental,
visualização, prototipação e experimentos de campo.
Ainda com relação às ferramentas de design thinking, Tschimmel (2012)
sugere classificá-las em: ferramentas para observação, empatia e definição do
problema do projeto (tais como observação, mapa mental e de informação,
persona e mapa de empatia), ferramentas para geração e experimentação de
ideias (tais como brainstorming, visualização, confrontação visual e semântica),
ferramentas para elaboração e desenvolvimento (tais como storyboard,
prototipação rápida) e ferramentas para comunicação e implementação
(storytelling, experiências de aprendizagem, testagem). Em geral, cada modelo
de design thinking tem alocado um conjunto de ferramentas para cada fase, de
modo a guiar e otimizar o processo de trabalho. Nas próximas aulas veremos em
detalhes as ferramentas mais usadas nos processos de design thinking, bem
como sua inserção em cada etapa dos modelos.
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As ferramentas utilizadas pelo design thinking, em sua maioria, não foram
desenvolvidas para esse fim específico. Dada a natureza multidisciplinar dessa
área, houve apropriação de ferramentas e técnicas das áreas de gestão,
marketing, psicologia, antropologia, do próprio design, entre outras. Em muitos
casos, houve adaptação das ferramentas para torná-las mais flexíveis aos
contextos de trabalho em design thinking. Esses ajustes também se fizeram
necessários para, de certa forma, torná-las acessíveis a profissionais de distintos
backgrounds que trabalham como design thinkers. Um aspecto interessante em
relação às ferramentas é que, no âmbito do design thinking, exatamente para se
garantir a aplicação das ferramentas de forma adequada, criou-se a cultura de
se elaborar kits extremamente detalhados. A Ideo (2009), a [Link]
(Resources, S.d.), o Design Council (S.d.), a IBM Corporation (2018), a MJV
Tecnologia e Inovação (Vianna et al., 2012), entre outras organizações,
disponibilizam suas versões gratuitamente on-line, respectivamente nos
seguintes links:
• <[Link]
• <[Link]
• <[Link]
double-diamond>;
• <[Link]
• <[Link]
negocios>.
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repetição de etapas ou fases de um processo e é uma atividade fundamental
para se solucionar criativamente um problema. A iteração é vista como uma
estratégia e uma oportunidade para aprofundamento das ideias e das possíveis
soluções e, com isso, para minimizar problemas no resultado final.
A natureza do design thinking é essencialmente iterativa e se estrutura
em ciclos, séries ou loops de repetição que, geralmente, visam à
experimentação, por meio de prototipação e testagem das soluções. Nesse
sentido, as soluções podem ser modificadas ou novas soluções podem ser
desenvolvidas. Na verdade, como afirma Liedtka (2015), a iteração pode ser
entendida como um processo de aprendizagem, por meio da experimentação. A
autora destaca ainda que os ciclos iterativos também podem ser utilizados para
explorar as pesquisas com usuários, bem como para desenvolver insights e
critérios para o projeto. Kleinsmann, Valkenburg e Sluijs (2017) sintetizam essa
dinâmica. Para eles, o design thinking, como processo, faz iterações desde o
momento da definição do problema até a sua solução, de modo a se redefinir
constantemente as limitações do projeto.
Mais do que uma estratégia relacionada a tentativa e erro, por meio da
exploração do pensamento convergente e divergente, as séries de iterações
levam a modificações e melhorias na solução. Os ciclos iterativos do design
thinking permitem alternar constantemente entre o momento criativo e o
momento de feedback. A etapa de prototipação, mais especificamente a
prototipação rápida e de baixa resolução, é talvez o momento em que essa
dinâmica fica mais evidente. A iteração é fundamental, mas não significa
necessariamente um procedimento exaustivo e sem fim. Condicionantes do
projeto tais como tempo, orçamento, tecnologias e pessoal devem ser
articuladas de modo a se permitir que haja espaço para iterações, ao longo do
processo.
Em relação à cocriação, Liedtka (2011, tradução nossa) afirma que se
trata do “processo de engajamento de um consumidor potencial no
desenvolvimento de novas ofertas de negócio” e que, entre outras ações,
envolve a observação de como ele se relaciona com os protótipos e, por meio
de iterações, permite o aprimoramento da solução. Liedtka e Ogilvie (2011c)
também sugerem que a cocriação é um modo efetivo de redução de riscos, pois
engaja o usuário no processo de design e ajuda a atender melhor às suas
necessidades.
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A cocriação pode acontecer também em etapas iniciais do design
thinking, seja no momento da inspiração, quando o usuário expressa sua relação
com o problema, seja no momento da ideação, quando ele apresenta sua
perspectiva para a solução do problema. Nesse sentido, Tschimmel (2012)
complementa que a abordagem centrada no ser humano, do design thinking, se
realiza por meio de métodos participativos de cocriação que refletem uma
mudança do design feito para o usuário para um design feito com o usuário. A
autora sugere, inclusive, que essa abordagem afeta positivamente o processo
criativo e a inovação.
TROCANDO IDEIAS
NA PRÁTICA
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FINALIZANDO
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