Emenda da Norma PETROBRAS N-464 J
Emenda da Norma PETROBRAS N-464 J
CONTEC
Comissão de Normalização
Técnica Construção, Montagem e Condicionamento
de Duto Terrestre
SC-13
Oleoduto e Gasoduto
1a Emenda
Esta é a 1a Emenda da PETROBRAS N-464 REV. J, e se destina a modificar o seu texto na(s)
parte(s) indicada(s) a seguir:
NOTA 1 A(s) nova(s) página(s) com a(s) alteração(ões) efetuada(s) está(ão) colocada(s) na(s)
posição(ões) correspondente(s).
NOTA 2 A(s) página(s) emendada(s), com a indicação da data da emenda, está(ão) colocada(s) no
final da norma, em ordem cronológica, e não devem ser utilizada(s).
1a Emenda
2
-PÚBLICO-
Procedimento
Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
SC - 13 CONTEC - Subcomissão Autora.
Oleoduto e Gasoduto As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a
seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a
justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os
trabalhos para alteração desta Norma.
Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são
comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas
Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as
Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos
representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a
cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são
elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas
sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.
Sumário
1 Escopo................................................................................................................................................. 3
3 Termos e Definições............................................................................................................................ 6
7 Ensaio Hidrostático............................................................................................................................ 31
8 Condicionamento............................................................................................................................... 33
2
-PÚBLICO-
Prefácio
A sequência das subseções desta Norma segue a mesma utilizada pela norma base ABNT NBR
15280-2:2005.
A construção, montagem e condicionamento de dutos terrestres devem estar de acordo com a ABNT
NBR 15280-2:2005, complementada com as seguintes alterações, conforme definições abaixo
estabelecidas. A informação de cada subseção deve ser lida como se segue, toda vez que iniciada com:
1 Escopo (Substituição)
1.1 Substituição
1.2 Adoção
1.3 Novo
3
-PÚBLICO-
ABNT NBR 5425 - Guia para Inspeção por Amostragem no Controle e Certificação de
Qualidade;
ABNT NBR 5427 - Guia para Utilização da Norma ABNT NBR 5426 - Planos de
Amostragem e Procedimentos na Inspeção por Atributos;
ABNT NBR 15273 - Indústrias de Petróleo e Gás Natural – Curvas por Indução para
Sistema de Transporte por Dutos;
4
-PÚBLICO-
ABNT NBR 15637-1 - Cintas Planas Manufaturadas, com Fitas Tecidas com Fios Sintéticos
de Alta Tenacidade Formados por Multifilamentos;
API RP 1110 - Pressure Testing of Steel Pipelines for the Transportation of Gas, Petroleum
Gas, Hazardous Liquids, Highly Volatile Liquids or Carbon Dioxide;
ASME B 31.4 - Pipeline Transportation Systems for Liquid Hydrocarbons and Other Liquids;
ASME BPVC Section IX - Qualification Standard for Welding and Brazing Procedures,
Welders, Brazers, and Welding and Brazing Operators;
ASTM A370 - Standard Test Methods and Definitions for Mechanical Testing of Steel
Products;
ASTM D792 - Standard Test Methods for Density and Specific Gravity (Relative Density) of
Plastics by Displacement;
ASTM D882 - Standard Test Method for Tensile Properties of Thin Plastic Sheeting;
ASTM D1505 - Standard Test Method for Density of Plastics by the Density-Gradient
Technique;
ASTM E1961 - Standard Practice for Mechanized Ultrasonic Testing of Girth Welds Using
Zonal Discrimination With Focused Search Units;
AWS C4.1 SET - Oxygen Cutting Surface Roughness Gauge and Chart for Criteria
Describing Oxygen Cut Surfaces Wall Chart and Gauge;
BSI PD 8010-1 - Code of Practice for Pipelines - Part 1: Steel Pipelines on Land;
MSS SP 55 - Quality Standard for Steel Castings for Valves, Flanges, Fittings and Other
Piping Components - Visual Method for Evaluation of Surface Irregularities
5
-PÚBLICO-
Para os efeitos deste documento aplicam-se os termos e definições da ABNT NBR 15280-2.
4.1 Adoção.
4.2 Adição
4.3 Adoção.
4.4 Modificação
Nos procedimentos devem estar indicados os critérios de segurança, meio ambiente e saúde
ocupacional a serem seguidos, em cada uma das atividades de sua abrangência. Devem ser
observados os requisitos mínimos contidos em 4.4.1 a 4.4.22.
4.4.1 Adoção.
4.4.2 Adoção.
4.4.3 Adoção.
4.4.4 Adoção.
4.4.5 Adoção.
4.4.6 Adoção.
4.4.7 Adição.
e) verificação do nível mínimo nos tanques de combustível, antes do início de operação em terreno
íngreme.
4.4.8 Adoção.
4.4.9 Adição
NOTA Recomenda-se a utilização de barreira física, delimitando a área onde deve ser evitado o
trânsito de equipamentos sobre os dutos. [Prática Recomendada]
6
-PÚBLICO-
4.4.10 Adoção.
4.4.11 Adoção.
4.4.12 Adoção.
4.4.13 Novo
Por meio de profissional habilitado, a montadora deve desenvolver um plano de controle da erosão
durante a etapa de construção. O plano deve conter procedimentos, medidas, estruturas e ações que
visem ao atendimento dos seguintes requisitos:
4.4.14 Novo
Todo trabalhador deve ser treinado periodicamente nos aspectos de segurança, meio ambiente e
saúde, consoante o estabelecido nos requisitos de segurança, meio ambiente e saúde para a
atividade.
4.4.15 Novo
Todos os dias, antes do início das atividades de construção, os encarregados dos serviços devem ser
realizar palestras direcionadas aos seus comandados, abordando temas relacionados com aspectos
de segurança, meio ambiente e saúde.
4.4.16 Novo
Devem ser recolhidas as sobras de materiais utilizados nas atividades construtivas, as quais devem
ser transportadas para o canteiro da obra, de onde devem ser enviadas para local adequado, visando
impedir que venham a provocar impacto ambiental.
4.4.17 Novo
4.4.18 Novo
As tubulações, mangueiras de alta pressão e acessórios provisórios, devem ser fornecidas com
certificado de qualidade, inspecionados e pré-testados, antes de sua utilização.
4.4.19 Novo
7
-PÚBLICO-
4.4.20 Novo
Deve ser analisado o impacto ambiental causado pelo volume, vazão e qualidade da água captada e
descartada.
4.4.21 Novo
A energia da água de descarte deve ser dissipada por meio de instalação de difusor na tubulação de
descarte ou outro meio que impeça a erosão do terreno.
4.4.22 Novo
No descarte da água deve-se utilizar sistema para decantação de resíduos sólidos existentes na água
antes de sua reintegração ao meio ambiente.
4.5 Substituição
A construção e a montagem dos dutos devem ser executadas por pessoal técnico que atenda no
mínimo aos critérios de qualificação relacionados em 4.5.1 a 4.5.4.
4.5.1 Adoção.
Os inspetores de soldagem devem ser certificados por entidades acreditadas pelo INMETRO de
acordo com a ABNT NBR 14842 ou por entidades internacionais que atendam aos requisitos da
ISO 17024, sendo neste caso necessária a aprovação prévia pela PETROBRAS.
4.5.3 Substituição
Os inspetores de END devem ser certificados de acordo com a ABNT NBR NM ISO 9712.
4.6 Adoção.
4.7.1 Adoção.
4.7.2 Substituição
Os documentos técnicos devem ser elaborados em meio digital, conforme PETROBRAS N-381
(padrões), PETROBRAS N-2064 (revisões) e PETROBRAS N-1710 (numeração), atendendo às
prescrições definidas no projeto.
4.7.3 Adoção.
8
-PÚBLICO-
5 Requisitos Específicos
5.1 Adoção.
8-A
-PÚBLICO-
5.2.1 Adoção.
5.2.2 Tubos
[Link] Substituição
O armazenamento e a preservação dos tubos devem obedecer aos requisitos mínimos exigíveis para
as seguintes condições:
[Link] Substituição
Para o manuseio dos tubos durante o carregamento e o descarregamento, devem ser utilizadas
cintas de náilon (ou material similar), conforme ABNT NBR 15637-1, com largura apropriada ou
ganchos especiais (patolas), para evitar danos nos tubos. Estes ganchos devem ser revestidos de
material mais macio que o material do tubo, sendo os ganchos projetados para conformarem-se à
curvatura interna dos tubos. Os tubos revestidos podem ser movimentados nos pátios de
armazenamento, por empilhadeiras com garfos estendidos, protegidos com borracha ou plástico.
[Link] Adoção.
[Link] Adoção.
[Link] Adoção.
[Link] Adoção.
[Link] Adoção.
[Link] Adoção.
[Link] Adoção.
[Link] Adoção.
[Link] Adoção.
[Link] Adoção.
9
-PÚBLICO-
[Link] Substituição
O número máximo de camadas de tubos, revestidos ou não, deve ser estabelecido pela
PETROBRAS N-2719.
[Link] Adoção.
[Link] Novo
O armazenamento de tubos nas proximidades de linhas de transmissão deve atender aos seguintes
critérios:
5.2.3 Adoção.
5.2.4 Adoção.
5.2.5 Adoção.
5.2.6 Adoção.
5.2.7 Adoção.
[Link] Adoção.
[Link] Remoção
[Link] Remoção
[Link] Remoção
[Link] Remoção
[Link] Adoção
[Link] Adoção
5.2.9 Adoção.
10
-PÚBLICO-
5.2.10 Adoção.
[Link] Substituição
Os locais de armazenamento das tintas, vernizes, graxas, solventes e diluentes devem ser cobertos,
bem ventilados, não sujeitos a temperaturas superiores a 40 °C, protegidos contra centelhas,
descargas atmosféricas e raios diretos do sol.
[Link] Adoção.
[Link] Adoção.
10-A
-PÚBLICO-
[Link] Substituição
O armazenamento deve ser feito de forma tal que possibilite a retirada em primeiro lugar do material
mais antigo e que a movimentação seja feita de forma a evitar danos.
5.3.1 Adoção.
5.3.2 Substituição
A diretriz projetada somente pode ser alterada mediante análise prévia de viabilidade, considerando
eventuais implicações no dimensionamento hidráulico e mecânico do duto, licenciamento ambiental e
liberação cadastral e jurídica da nova faixa. O levantamento planialtimétrico cadastral e jurídico da
faixa de domínio e a apresentação de resultados da diretriz modificada devem ser executados de
acordo com a PETROBRAS N-2624.
5.3.3 Substituição
A locação da posição e cobertura de outros dutos, cabos de fibra ótica e outras interferências
eventualmente existentes, em relação ao eixo da faixa e à superfície do terreno, deve ser feita de
acordo com os seguintes critérios:
[Link] Adoção.
[Link] Adoção.
[Link] Substituição
11
-PÚBLICO-
[Link] Adoção.
[Link] Adoção.
[Link] Adoção.
[Link] Adoção.
[Link] Modificação
5.4.2 Adoção
[Link] Adoção.
[Link] Modificação
[Link] Adoção
[Link] Adoção
[Link] Adoção
[Link] Adoção
[Link] Adoção
5.5.1 Substituição
A pista deve ser aberta com a largura determinada para a faixa de domínio.
NOTA Quando a diretriz atravessar trechos especiais, tais como pomares, jardins, matas, reservas
florestais e áreas de reflorestamento, entre outros, recomenda-se que a pista seja aberta
com a largura estritamente necessária ao lançamento do duto, evitando-se o rebaixamento
do nível do terreno original. [Prática Recomendada]
5.5.2 Adoção.
5.5.3 Adoção.
11-A
-PÚBLICO-
5.5.4 Substituição
A camada superior do solo removida, composta de matéria orgânica (inclusive folhas e galhos), deve
ser estocada para posterior reposição nos taludes de corte, nos aterros, na própria pista e nas áreas
de descarte, quando da restauração, devendo ser evitada a sua contaminação pela mistura com
outros materiais retirados da pista.
5.5.5 Substituição
5.5.6 Adoção.
5.5.7 Adoção.
5.5.8 Adoção.
5.5.9 Adoção.
5.5.10 Adoção.
5.5.11 Adoção.
5.5.12 Adoção.
5.5.13 Adoção.
5.5.14 Adoção.
5.5.15 Adoção.
5.5.16 Adoção.
5.5.17 Adoção.
5.5.18 Adoção.
5.5.19 Adoção.
5.5.20 Modificação
12
-PÚBLICO-
5.5.21 Adoção.
5.5.22 Adoção.
5.5.23 Adoção.
5.5.24 Adoção.
5.6.1 Adoção.
5.6.2 Adoção.
5.6.3 Adoção.
5.6.4 Adoção.
5.6.5 Adoção.
5.6.6 Adoção.
5.6.7 Modificação
5.6.8 Adoção.
5.6.9 Adoção.
5.6.10 Adoção
5.7.1 Substituição
Na execução dos serviços de abertura da vala devem ser atendidos os requisitos e informações a
seguir, fornecidos pelo projeto executivo.
5.7.2 Adoção.
5.7.3 Adição
Devem estar indicadas, em planta, as diretrizes dos dutos existentes e os pontos detectados com
cobertura insuficiente.
13
-PÚBLICO-
5.7.4 Substituição
A locação e a sinalização da posição do eixo da vala em relação a outros dutos existentes devem ser
feitas observando-se os critérios previstos no 5.3.3.
5.7.5 Substituição
A abertura da vala deve ser programada em função das demais frentes de serviço, de modo a mantê-
la aberta o menor tempo possível.
NOTA Recomenda-se que a abertura e preparação da vala sejam realizadas somente após a
preparação da coluna para abaixamento, exceto no caso mencionado em 5.8.11 e em áreas
que apresentem interferências subterrâneas que possam influenciar o projeto da coluna a
ser abaixada. [Prática Recomendada].
5.7.6 Adoção.
5.7.7 Adoção.
5.7.8 Adoção.
5.7.9 Adoção.
5.7.10 Substituição
j) em áreas urbanas ou junto a faixas de rodovias, as valas abertas, além das cercas previstas na
alínea i, devem dispor de sinalização luminosa para uso noturno.
k) nas transições entre diferentes profundidades de vala, recomenda-se que a concordância do fundo
da vala seja compatível com o curvamento natural do tubo utilizado. [Prática Recomendada]
5.7.11 Adoção.
13-A
-PÚBLICO-
5.7.12 Adição
Nota: recomenda-se que os materiais provenientes da escavação da vala não sejam dispostos sobre
dutos existentes. Caso isso não seja possível devem ser adotadas medidas adicionais visando evitar
danos aos dutos existentes, no momento da retirada deste material para a cobertura da vala.
5.7.13 Adoção.
5.7.14 Adoção.
5.7.15 Substituição
5.7.16 Novo
Nos locais de tie-ins e diques em faixas com dutos existentes, devem ser instaladas estacas com cor
diferenciada e na altura visível mínima de 1,25 m, deslocadas 0,8 m da geratriz lateral do duto
existente para o lado do duto em construção e interligadas com fita zebrada. Esta marcação tem por
objetivo definir o limite físico máximo para escavação.
5.7.17 Novo
Nas escavações em áreas alagadas realizadas com escavadeiras instaladas em cima de balsas ou
flutuantes, a sua movimentação e alinhamento devem ser feitos por dois guinchos posicionados
próximos a cada margem, tracionando alternadamente o conjunto.
5.8 Transporte, Distribuição e Manuseio (Incluindo Carga e Descarga) de Tubos e Outros Materiais
5.8.1 Adoção.
5.8.2 Adoção.
5.8.3 Adoção.
5.8.4 Adoção.
5.8.5 Adoção.
5.8.6 Adoção.
5.8.7 Adoção.
5.8.8 Adoção.
5.8.9 Adoção.
14
-PÚBLICO-
5.8.10 Adoção.
5.8.11 Adoção.
5.8.12 Substituição
Nas rampas, com inclinação longitudinal igual ou superior a 20º, deve ser executada ancoragem
provisória dos tubos distribuídos na pista, para evitar o seu deslizamento ou rolamento. A ancoragem
provisória deve ser executada nas duas extremidades de cada tubo, utilizando na extremidade inferior
um calço de topo e na extremidade superior dois calços laterais.
5.8.13 Adoção.
5.8.14 Adoção.
5.8.15 Adoção.
5.9.1 Substituição
O curvamento de tubos a frio ou natural deve atender à ABNT NBR 15280-2, ao disposto na ABNT
NBR 15280-1 para oleodutos e na ABNT NBR 12712 para gasodutos. O curvamento a quente por
indução deve atender à ABNT NBR 15273 e aos requisitos de projeto.
NOTA Para o curvamento por indução devem ser selecionados os tubos disponíveis no canteiro
com maior espessura real e maior carbono equivalente.
5.9.2 Adoção.
5.9.3 Adoção.
[Link] Adoção.
[Link] Modificação
[Link] Adoção.
5.9.4 Substituição
d) todos os tubos curvados devem ser inspecionados por passagem de gabarito interno para verificar
se a ovalização está dentro do prescrito na alínea a.
15
-PÚBLICO-
e) para a determinação do diâmetro da placa do gabarito, deve ser utilizada a seguinte equação:
DP = 0,975D - 2e
Onde:
DP = diâmetro da placa, em mm;
D = diâmetro externo do tubo, em mm;
e = espessura nominal de parede do tubo, em mm.
t) no caso de oleodutos utilizando tubos com costura longitudinal, a localização da costura após a
montagem deve atender ao disposto no 5.11.7.
5.9.5 Adoção.
5.9.6 Modificação
5.9.7 Adoção.
5.9.8 Adoção.
5.10.1 Adoção.
5.10.2 Adoção.
5.10.3 Adoção.
5.10.4 Adoção.
5.10.5 Novo
Nas travessias, cruzamentos e onde indicado no projeto, as juntas de campo de tubos revestidos
externamente com concreto, devem ser igualmente concretadas com as mesmas características
construtivas utilizadas nos tubos.
5.10.6 Novo
5.11 Soldagem
16
-PÚBLICO-
5.11.1 Substituição
5.11.2 Adoção.
5.11.3 Adoção.
5.11.4 Adoção.
[Link] Novo
Na qualificação do procedimento de soldagem deve também ser realizada a inspeção das juntas
soldadas, por radiografia conforme a PETROBRAS N-1595, ou ultrassom automatizado conforme
PETROBRAS N-2803.
[Link] Novo
Na qualificação do procedimento de soldagem deve ser incluído o ensaio Charpy-V no metal de solda
e na ZTA, conforme descrito abaixo:
[Link] Novo
17
-PÚBLICO-
[Link] Novo
Mesmo quando estiverem sendo utilizados consumíveis homologados pela FBTS, deve ser emitida
uma EPS específica para cada marca comercial aplicada.
[Link] Novo
Nos casos em que as propriedades mecânicas (limite de escoamento e limite de resistência à tração)
dos consumíveis de soldagem, especificadas pela AWS aplicável, forem inferiores às propriedades
mecânicas nominais do tubo, são exigidos os seguintes ensaios para cada lote do consumível:
5.11.5 Adoção.
5.11.6 Adoção.
5.11.7 Adoção.
5.11.8 Adoção.
5.11.9 Adoção.
5.11.10 Substituição
Todos os biséis de campo dos tubos devem ser feitos utilizando equipamento mecânico, equipamento
de biselar a oxi-gás ou método manual, respeitando-se os requisitos da norma de fabricação do tubo
e o descrito no 5.11.2.
5.11.11 Adoção.
5.11.12 Adoção.
5.11.13 Adoção.
5.11.14 Adoção.
5.11.15 Adoção.
5.11.16 Adoção.
5.11.17 Adoção.
18
-PÚBLICO-
5.11.18 Adoção.
5.11.19 Substituição
Quando for usado acoplador de alinhamento externo, o comprimento do primeiro passe de solda deve
ser simetricamente distribuído em pelo menos 50 % da circunferência, antes da remoção do
acoplador, devendo também atender ao 5.11.21, quanto à movimentação da coluna.
NOTA No acoplamento de tubos para soldagem de tie-ins não devem ser geradas tensões
residuais que possam comprometer a integridade do duto durante a sua vida útil. Para tanto,
devem ser atendidas às seguintes orientações:
a) nas extremidades das colunas a serem soldadas devem estar descobertos, no mínimo,
dois tubos de cada lado;
b) o duto não deve estar pré-tensionado, ou seja, permanecer alinhado sem a aplicação de
esforço externo;
c) não é permitido o reparo em solda de interligação (tie-in).
5.11.20 Adoção.
5.11.21 Adoção.
5.11.22 Adoção.
5.11.23 Adoção.
5.11.24 Substituição
No acoplamento de tubos de espessuras nominais diferentes devem ser usados os padrões do ASME
B 31.4, para oleodutos, e ABNT NBR 12712, para gasodutos.
5.11.25 Adoção.
5.11.26 Substituição
A umidade das peças deve ser removida por meio de secagem com chama não concentrada, similar
ao previsto no 5.11.6.
5.11.27 Adoção.
5.11.28 Adoção.
5.11.29 Adoção.
5.11.30 Adoção.
5.11.31 Adoção.
19
-PÚBLICO-
5.11.32 Adoção.
5.11.33 Adoção.
5.11.34 Adoção.
5.11.35 Adoção.
5.11.36 Adoção.
5.11.37 Adoção.
5.11.38 Adoção.
5.11.39 Adoção.
5.11.40 Remoção.
5.11.41 Adoção.
5.11.42 Adoção.
5.11.43 Adoção.
5.11.44 Substituição
5.11.45 Adoção.
5.11.46 Adoção.
5.11.47 Adoção.
5.11.48 Novo
A soldagem das colunas em terrenos com inclinação igual ou superior a 20º, deve ser precedida pela
instalação de dispositivos para escoramento ou ancoragem da coluna, ou ambos. Os dispositivos
utilizados devem ser dimensionados para resistir a um valor superior ao peso próprio da coluna
depois de finalizada.
NOTA Caso haja necessidade de corte da coluna, em algum ponto da rampa, deve ser adotado o
mesmo critério para os trechos separados pelo corte.
20
-PÚBLICO-
5.12.1 Substituição
5.12.2 Adoção.
5.12.3 Adoção.
5.12.4 Novo
Quando for adotado o processo de gamagrafia, devem estar previstas no procedimento executivo
atividades prévias de informação a comunidade, isolamento e controle de radiação.
5.12.5 Novo
Devem ser definidas área e forma adequada, para a guarda da fonte radioativa, sem prejuízo para a
comunidade circundante a esta área, em conformidade com a legislação específica.
5.13.1 Substituição
Todas as juntas de campo de dutos enterrados dotados de revestimento anticorrosivo externo devem
ser revestidas de acordo com a PETROBRAS N-2328. Todas as juntas de campo de dutos
enterrados, dotados de isolamento térmico, devem ser revestidas e isoladas.
5.13.2 Substituição
5.13.3 Substituição
21
-PÚBLICO-
5.13.4 Adoção.
5.13.5 Adoção.
5.13.6 Adoção.
5.13.7 Substituição
A compatibilidade do revestimento da junta de campo com o revestimento original do tubo deve ser
conforme definida na PETROBRAS N-2328.
5.13.8 Remoção.
5.13.9 Novo
Devem ser realizados inspeção visual e ensaio de descontinuidade no recebimento dos tubos com
revestimento anticorrosivo e imediatamente antes do lançamento do duto na vala. Nos tubos isolados
termicamente somente deve ser realizada inspeção visual. Os danos encontrados nos tubos com
revestimento anticorrosivo devem ser reparados conforme PETROBRAS N-2911.
5.13.10 Novo
Nos trechos aéreos deve ser executada pintura externa nos tubos não revestidos, de acordo com a
PETROBRAS N-442, atendendo às condições ambientais estabelecidas no projeto. Nos trechos
aéreos de dutos operando com produtos aquecidos, onde não houver o isolamento térmico em
poliuretano, o isolamento deve ser executado conforme PETROBRAS N-250, garantindo na
superfície externa uma temperatura abaixo de 60°C.
5.14.1 Substituição
O abaixamento da coluna na vala somente pode ser iniciado após o exame das condições de
integridade da coluna, do revestimento ou do isolamento térmico e da vala, visando principalmente:
22
-PÚBLICO-
5.14.2 Adoção.
5.14.3 Adoção.
5.14.4 Adoção.
5.14.5 Substituição
NOTA Recomenda-se que sejam instaladas estacas de madeira na lateral oposta da vala, com
indicação dos números das juntas, visando posicionar a coluna dentro da vala, conforme
previsto no projeto executivo. [Prática Recomendada].
5.14.6 Adoção.
5.14.7 Adoção.
5.14.8 Adoção.
5.14.9 Adoção.
5.14.10 Adoção.
5.14.11 Substituição
Antes de ser iniciada a cobertura de qualquer trecho, devem ser reparados todos os danos porventura
causados no revestimento, no isolamento térmico ou nos tubos, durante a operação de abaixamento.
5.14.12 Adição
Recomenda-se ainda envelopar o duto com material capaz de reter os sedimentos e que ao mesmo
tempo deixe passar a água como geotêxtil.
5.14.13 Modificação
Substituir “as recomendações” por “os requisitos” e “ASME B 31.4” por “ABNT NBR 15280-1”
5.14.14 Adoção.
5.14.15 Substituição
Todo trecho abaixado deve ser imediatamente interligado ao sistema de proteção catódica, utilizando,
se necessário, sistema provisório.
5.15.1 Adoção.
5.15.2 Adoção.
23
-PÚBLICO-
5.15.4 Adoção.
5.15.5 Adoção.
5.15.6 Adoção.
5.15.7 Adoção.
5.15.8 Modificação
Substituir “as seguintes recomendações gerais devem ser observadas” por “os seguintes requisitos
devem ser atendidos”.
5.15.9 Adoção.
5.15.10 Novo
A cobertura deve atender ao definido no projeto básico, tendo os seguintes valores mínimos:
a) áreas em uso para cultura mecanizada, ou com possibilidade futura, áreas urbanas,
industriais ou com possibilidade de ocupação: 1,20 m;
b) cruzamentos e travessias, conforme projeto;
c) áreas escavadas em rocha consolidada, com utilização de explosivo ou martelete
pneumático: 0,60 m;
d) demais áreas: 1,00 m.
NOTA Em caso de matacões ou rochas localizadas, deve ser utilizado o critério descritos em a), b)
ou d), que melhor defina as condições locais.
5.16.1 Adoção.
5.16.2 Adoção.
5.16.3 Substituição
O material retirado na operação de restauração e limpeza da pista, logradouro ou terrenos deve ser
depositado em local adequado, de modo a evitar destruição ou dano à propriedade de terceiros, bem
como a obstrução de vias de acesso, cursos d'água, escoamento de águas pluviais e canais de
drenagem.
5.16.4 Substituição
24
-PÚBLICO-
NOTA Recomenda-se empregar espécies vegetais com profundidades de raízes diferentes, para a
recomposição vegetal em taludes de corte, aterros ou taludes naturais, evitando-se a
utilização de grama em placa.
24-A
-PÚBLICO-
5.16.5 Adoção.
5.16.6 Adoção.
5.16.7 Adoção.
5.16.8 Substituição
A restauração deve ser tal que o material da pista, logradouro ou terrenos utilizados nos serviços de
construção não seja transportado pelas águas das chuvas e depositado em mananciais, açudes,
estradas, bocas de lobo, sarjetas, calçadas ou benfeitorias.
5.16.9 Adoção.
5.16.10 Adoção.
5.16.11 Adoção.
5.16.12 Adoção.
5.16.13 Substituição
A restauração da pista, logradouro ou terreno utilizado nos serviços de construção, já com obras de
proteção executadas anteriormente, deve ser compatível com estas, exceto quando previsto em
contrário no projeto.
5.16.14 Substituição
Os serviços de drenagem superficial devem ser realizados em função das características das áreas
atravessadas quanto à constituição do solo, topografia (declividade e comprimento de rampas),
pluviosidade, condições de cobertura vegetal e tolerâncias de perda de solo em função do ambiente
adjacente a faixa. Estes serviços visam proporcionar a proteção dos eventuais taludes formados com
a abertura da pista, a proteção da pista propriamente dita, principalmente em encostas com
declividade superior a 5° e a proteção de terrenos de terceiros em função das eventuais alterações na
drenagem natural das áreas ocasionada pela implantação do duto.
5.16.15 Substituição
O projeto executivo de drenagem, a ser elaborado por profissional qualificado, deve ser definido em
função das condições locais e da área de contribuição, atendendo no mínimo às seguintes
recomendações:
a) a drenagem superficial da pista deve evitar o escoamento de águas pluviais sobre a vala,
dirigindo, sempre que possível, sua descarga lateral para o pé do talude, onde devem
ser captadas e direcionadas para fora da pista. Devem ser tomadas as providências
necessárias para evitar qualquer impacto negativo nas áreas envolvidas. Caso não seja
possível evitar o escoamento de águas pluviais sobre a vala, devem ser adotadas
medidas adicionais de proteção que garantam a integridade do duto dentro da vala;
b) recomenda-se que o sistema de drenagem da pista em encosta (rampa) seja realizado
por meio de leiras dispostas transversalmente ao sentido do fluxo de água, com
caimento para suas extremidades. As leiras devem ser conformadas no próprio terreno,
evitando-se a escavação da sua base. Quando essa escavação for necessária, a
mesma deve ser estabilizada com material granular como pedregulho e pedra
amarroada ou biomanta própria para revestimento de canaleta;
25
-PÚBLICO-
5.16.16 Substituição
A proteção vegetal deve ser sempre realizada na pista, encostas e terrenos impactados pela
construção, sujeitos à erosão superficial ou que, por qualquer motivo, requeiram o restabelecimento
da vegetação. A execução dos serviços de recomposição vegetal deve ser supervisionada por
profissional habilitado sob responsabilidade da executante e atender às seguintes recomendações:
a) toda área onde houve trânsito de veículos pesados ou máquinas deve ser escarificada
antes da recomposição vegetal em pelo menos 30 cm de profundidade. No caso de
presença de estruturas de drenagem subterrâneas podem ser adotadas profundidades
menores;
b) deve ser priorizado o uso de espécies nativas de gramíneas e herbáceas, adequadas
para o controle de erosão nas áreas a serem protegidas, sem provocar riscos à
integridade do duto ou impedimentos à inspeção da faixa de dutos;
c) recomenda-se utilizar espécies de gramíneas que não ultrapassem 80 cm de altura
quando em estágio maduro, a proteção vegetal da pista, salvo quando estas forem
exigidas pelos proprietários;
d) excetuando-se as áreas suscetíveis à erosão, pode ser utilizada revegetação natural
(sem semeadura ou plantio), somente nas áreas onde o solo orgânico foi preservado,
inclusive com a presença de propágulos ou sementes de espécies vegetais;
e) onde a inclinação for superior a 5º, a semeadura deve ser seguida pela colocação de
dispositivo que previna a lixiviação das sementes e a perda de solo por erosão (exemplo:
biomanta antierosiva), até o desenvolvimento da vegetação.
5.16.17 Substituição
A definição das áreas que requerem proteção, a descrição dos métodos de semeadura, preparo do
terreno, análise e correção dos solos, controle de pragas e adubações devem ser objeto de projeto
executivo específico de proteção e restauração, a ser elaborado por profissional habilitado de
responsabilidade da executante.
26
-PÚBLICO-
5.16.18 Substituição
Cuidados especiais devem ser tomados na restauração dos terrenos cultivados pela construção, para
assegurar que estes possam ser utilizados independentemente de qualquer outro serviço adicional
por parte dos proprietários. Todas as pedras, raízes, galhos e outros materiais depositados na faixa
devem ser retirados e eliminados todos os obstáculos e irregularidades do terreno resultantes dos
serviços de construção, além da reposição da cobertura de terra vegetal existente antes da abertura
da pista.
5.16.19 Adoção.
5.16.20 Adoção.
[Link] Novo
No caso de restauração dos terrenos utilizados durante os serviços de construção, devem ser
obedecidos os mesmos requisitos estabelecidos para a restauração de pista.
[Link] Novo
Arbustos, folhas, serrapilheira, galhos e madeiras podem ser utilizados como material de proteção
contra erosão pós-construção, desde que condizente com os requisitos dos órgãos ambientais.
5.16.21 Substituição
O tipo de vegetação a ser utilizado na proteção vegetal deve ser definido pelo projeto específico
citado em 5.16.17.
5.17.1 Modificação
5.17.2 Adoção.
5.17.3 Substituição
Em regiões urbanas ou industriais, devem ser instaladas telas de segurança com fitas de aviso sobre
placas de concreto de proteção mecânica do duto, enterradas ao longo do alinhamento do duto,
conforme prescrito em 5.15.9.
5.17.4 Adoção.
27
-PÚBLICO-
5.18.1 Modificação
27-A
-PÚBLICO-
5.18.2 Substituição
A montagem e instalação dos complementos devem ser executadas de acordo com os documentos
de projeto, a ABNT NBR 15280-1, para oleodutos, a ABNT NBR 12712, para gasodutos, e os
procedimentos específicos da companhia operadora, observando-se as prescrições de 4.5.1, 5.11.4,
5.11.43 e 5.12.1. A montagem e instalação dos lançadores e recebedores de "pig" devem ser
executadas de acordo com a PETROBRAS N-505.
5.18.3 Adoção.
5.18.4 Adoção.
5.18.5 Adoção.
5.18.6 Adoção.
5.18.7 Adoção.
5.18.8 Adoção.
5.19.1 Modificação
5.19.2 Modificação
5.19.3 Adoção.
5.19.4 Adição.
d) [Prática Recomendada].
5.19.5 Adoção.
5.19.6 Substituição
A instalação de tubo-camisa em cruzamentos sob ruas, rodovias e ferrovias deve atender aos
seguintes requisitos gerais, além daqueles estabelecidos no projeto:
a) deve ser verificado se não há condutividade elétrica entre o tubo-camisa e o duto antes dos
fechamentos dos tie-ins;
b) deve ser assegurada a limpeza interna do tubo-camisa, bem como a livre passagem do duto pelo
seu interior;
28
-PÚBLICO-
c) devem ser utilizados tubos concretados para evitar o contato direto com o tubo camisa, facilitando
a introdução e a retirada do trecho;
d) as extremidades do tubo camisa devem ser vedadas para impedir a infiltração de água e, sólidos
finos.
5.19.7 Substituição
Durante a execução das travessias de corpos d’água navegáveis e cruzamentos deve ser instalada a
sinalização adequada, inclusive a noturna, para a segurança da navegação ou tráfego, atendendo a
todas as condições e exigências do órgão responsável pela operação da via atravessada.
28-A
-PÚBLICO-
5.19.8 Adoção.
5.19.9 Adoção.
5.19.10 Substituição
Em caso de travessia enterrada ou sobre o leito, devem ser atendidos os seguintes requisitos gerais:
g) nas travessias de rios e lagos que tenham projeto específico o duto deve ser ensaiado
hidrostaticamente antes do lançamento, conforme 7.8, com as juntas ainda sem revestimento;
h) após o lançamento, o trecho deve ser percorrido por pig com placa calibradora, conforme 6.6.8,
impulsionado por ar comprimido;
j) a cobertura da vala deve ser realizada imediatamente após a inspeção do trecho.
5.19.11 Remoção.
5.19.12 Novo
5.19.13 Novo
Levantamentos batimétricos devem ser realizados nas travessias, cuja largura for superior a 50 m e a
solução não seja por furo direcional ou que tenham sido objeto de projeto específico, após o seu
lançamento e antes da sua interligação com as demais seções, visando comparar o perfil projetado
com o construído. Estas informações devem constar também nos desenhos “como construído” em
detalhe específico, inclusive nos registros eletrônicos dos dados e interpretação oriunda do
levantamento de campo.
[Link] Novo
[Link] Novo
29
-PÚBLICO-
5.19.14 Novo
Nos cruzamentos ou paralelismo com linhas de transmissão de energia elétrica de alta tensão (69 kV
ou superior), devem ser atendidos os seguintes requisitos:
a) aterrar tubos, equipamentos ou veículos, sempre que houver proximidade com linhas de
transmissão elétricas, que possam provocar interferência ou indução de tensão nos tubos,
equipamentos, veículos ou outras estruturas, colocando em risco a integridade física das
pessoas envolvidas nos serviços;
b) afastamento mínimo entre o duto e os cabos de aterramento existentes da linha de
transmissão deve ser 3 m;
c) solicitar à operadora do sistema o remanejamento de eventual cabo contrapeso
(aterramento) no vão do cruzamento entre as torres de sustentação dos cabos condutores;
d) restringir a utilização de explosivos na faixa de domínio de linhas de transmissão, ficando a
utilização eventual à aprovação e acompanhamento pela companhia operadora do sistema;
e) cruzar perpendicularmente a faixa de domínio da linha de transmissão, no centro do vão
entre duas torres ou postes, sem interferir com seus cabos de aterramento;
f) verificar o potencial alternado da coluna após o seu abaixamento, aterrando a coluna em
caso de potencial superior a 20 VCA.
6.1 Adoção.
6.2 Adoção.
6.3 Modificação
f) nas extremidades dos trechos para ensaio devem ser instaladas cabeças de ensaio, linhas de
captação e descarte de água, todas adequadamente dimensionadas, visando minimizar possíveis
danos ao meio ambiente e permitir o controle da pressão no trecho, assegurando a integridade das
pessoas envolvidas nas atividades e das instalações existentes;
6.4 Substituição
a) análise prévia por entidade reconhecida, com base em amostras coletadas nos pontos
de captação, de forma a determinar sua composição química e microbiológica e definir a
necessidade de emprego de produtos anticorrosivos;
b) parâmetros a serem analisados apresentados na Tabela C.8;
c) métodos de análise e formas de preservação das amostras descritas no APHA 4500;
d) adição de produtos químicos à água, tais como sequestrante de oxigênio e biocida,
condicionada à aprovação prévia do órgão ambiental competente;
e) oleodutos e gasodutos de gás não processado podem dispensar a dosagem de produtos
químicos comerciais, independente do tempo de hibernação, caso a água atenda ao
padrão de qualidade determinado na Tabela C.8. A água deve atender aos critérios da
Tabela C.9 caso não atenda aos parâmetros da Tabela C.8.
30
-PÚBLICO-
f) gasodutos de gás natural processado ou gás carbônico seco devem dosar sequestrante
de oxigênio conforme Tabela C.9 para evitar a formação de produtos de corrosão (óxidos
de ferro). A dosagem de biocida depende da avaliação dos resultados das análises
microbiológicas da água, conforme critérios estabelecidos na Tabela C.8. A água deve
atender aos critérios da Tabela C.9 caso não atenda aos parâmetros da Tabela C.8.
NOTA A dosagem de sequestrante pode ser dispensada no caso de gasodutos com revestimento
interno, na qual o condicionamento do trecho seja iniciado no prazo máximo de 24 horas,
após a aprovação do ensaio hidrostático.
6.5 Adoção.
6.6 Adoção.
6.6.1 Adoção.
6.6.2 Adoção.
6.6.3 Adoção.
6.6.4 Adoção.
6.6.5 Remoção.
6.6.6 Adoção.
6.6.7 Adoção.
6.6.8 Adição.
NOTA No caso de dutos com revestimento interno, a placa calibradora deve ser de alumínio.
6.6.9 Adoção.
6.6.10 Adoção.
6.6.11 Modificação
6.7 Adoção.
7 Ensaio Hidrostático
7.1 Adoção.
31
-PÚBLICO-
7.2 Substituição
a) o ensaio hidrostático de cada trecho do duto deve ser realizado após a execução das respectivas
etapas de abaixamento, cobertura, limpeza, enchimento e calibração;
7.3 Modificação
7.4 Adoção.
7.5 Adoção.
7.6 Adoção.
7.7 Adoção.
7.8 Adoção.
7.9.1 Substituição
A água do ensaio hidrostático deve atender aos requisitos do item 6.4, independente do tempo de
permanência no duto.
7.9.2 Substituição
Após a conclusão do ensaio hidrostático e antes do esvaziamento do trecho ensaiado, deve ser
realizada a inspeção dimensional interna do duto, utilizando pig geométrico.
[Link] Novo
Os critérios de aceitação das anomalias detectadas devem ser conforme a ABNT NBR 15280-1, para
oleoduto, e ABNT NBR 12712, para gasoduto.
[Link] Novo
Além dos critérios citados no [Link], devem ser consideradas inaceitáveis as ovalizações superiores
a 5 % (diferença entre o maior e o menor dos diâmetros externos, medidos numa mesma seção do
tubo), em qualquer extensão.
32
-PÚBLICO-
[Link] Novo
As anomalias consideradas como inaceitáveis devem ser confirmadas através de inspeção no campo
(correlação), com a remoção do revestimento anticorrosivo externo do tubo.
[Link] Novo
As anomalias confirmadas como inaceitáveis devem ser corrigidas mediante o corte e substituição do
tubo, ou parte deste, na região afetada.
[Link] Novo
Deve ser emitido relatório de inspeção por pig geométrico, registrando todas as anomalias
detectadas, acompanhado de laudo técnico, de acordo com os critérios de aceitação e resultados da
inspeção de campo.
7.9.3 Adoção.
7.9.4 Adoção.
7.10 Substituição
Devem ser gerados registros da execução de cada ensaio hidrostático e inspeção dimensional interna
do duto, contendo, no mínimo, as seguintes informações:
7.12 Adoção.
8 Condicionamento
8.1 Substituição
As atividades descritas a seguir são as mínimas necessárias para colocar o duto em condições de ser
pré-operado com o produto previsto, tratando-se do condicionamento após o ensaio hidrostático e
passagem de pig geométrico (sem não conformidade).
8.2 Substituição
d) previsão de instalação, no descarte, de medidor de vazão e válvula que permita o controle do fluxo
durante o esvaziamento do duto;
33
-PÚBLICO-
8.3 Adição
[Prática Recomendada]
8.4 Adoção.
8.5 Remoção.
8.6 Adoção.
8.7 Novo
Esvaziamento.
8.7.1 Novo
8.7.2 Novo
A remoção da água deve ser realizada com a utilização de pigs do tipo solid cast, deslocados por ar
comprimido ou gás inerte.
NOTA Em casos especiais em que o duto seja operado imediatamente após o esvaziamento e o
produto permita dispensar a secagem, a remoção da água pode ser feita utilizando pig ou
uma bateria de pigs deslocados pelo próprio produto previsto para o duto.
8.7.3 Novo
Deve ser garantida uma contrapressão no descarte, de forma a assegurar o deslocamento do pig em
uma velocidade inferior a 2,0 m/s, para evitar a formação de bolsões de ar.
8.8 Novo
Secagem.
8.8.1 Novo
Considera-se secagem a remoção total da água livre remanescente do esvaziamento, bem como a
remoção da água adsorvida a parede do duto até a condição de ponto de orvalho (PO) requerida.
8.8.2 Novo
A secagem do duto ou trecho do duto deve ser iniciada imediatamente após o seu esvaziamento.
8.8.3 Novo
Priorizar os locais de montagem das válvulas de bloqueio para injeção e descarte do fluido de
secagem, considerando também aspectos de topografia do terreno, extensão do trecho e facilidades
de montagem da unidade de secagem.
34
-PÚBLICO-
8.8.4 Novo
A operação de secagem deve ser iniciada pela eliminação de água livre com a utilização de pigs
espuma de baixa densidade, intercalados com pigs selados, deslocados pelo fluido de secagem (ar
comprimido), com velocidades entre 0,2 m/s a 1,0 m/s.
8.8.5 Novo
Devem ser passados pigs espuma de baixa densidade e pigs selados em quantidade suficiente, até
que seja alcançado o requisito “seco ao toque”, na superfície do pig quando da sua retirada da linha.
8.8.6 Novo
Uma vez atingido o requisito “seco ao toque” todas as atividades de passagem de pig subseqüentes,
devem empregar ar seco ou gás inerte (nitrogênio).
NOTA Quando for empregado nitrogênio devem ser avaliados os riscos e adotadas medidas de
controle para garantir a segurança.
8.8.7 Novo
Uma vez atingido o requisito “seco ao toque” deve ser realizada uma limpeza primária para a
remoção de óxidos, areia e resíduos metálicos no duto e facilitar a etapa final da secagem, na
seqüência descrita em [Link] a [Link].
[Link] Novo
Inicialmente devem ser lançadas, no mínimo, quatro baterias de pigs, consistindo de pig raspador
com escovas de material que não danifique o revestimento interno, e pig espuma de baixa densidade,
com intervalo mínimo de 30 minutos entre baterias.
NOTA O lançamento de baterias de pigs deve cessar somente quando os pigs raspadores sejam
recebidos com as escovas íntegras e com baixa impregnação de material removido.
[Link] Novo
Após a passagem das baterias de pigs citadas no item anterior, devem ser passados pigs de espuma
de baixa densidade em quantidade suficiente, até que a seção transversal do pig revele uma
profundidade de penetração de sujeira inferior a 3/4 pol.
[Link] Novo
Em seguida devem ser lançadas, no mínimo, duas baterias constituídas de pigs de espuma e pigs
magnéticos de limpeza.
[Link] Novo
Os magnetos devem ser fabricados em blocos de neodímio-ferro-boro grau 35, ou grau superior, com
espaçamento máximo dos blocos à parede interna do duto igual a 15 % do diâmetro.
35
-PÚBLICO-
[Link] Novo
O pig deve ser pesado antes e depois da passagem, a fim de se verificar a quantidade de elementos
aderidos.
[Link] Novo
A passagem de pigs poderá ser cessada e a limpeza considerada concluída quando a quantidade de
resíduos metálicos, aderida ao pig, for inferior a 50 g/km.
8.8.8 Novo
Concluída a limpeza primária, a subsequente soldagem dos tie-ins e a montagem dos complementos,
deve ser reiniciada a secagem da linha para retirada da água remanescente até que seja alcançada a
seguinte condição de ponto de orvalho estabilizado no lançador, no recebedor e em todas as válvulas
de bloqueio:
NOTA 1 Considera-se que o ponto de orvalho do fluido está estabilizado quando os valores das
medições (de ponto de orvalho) não variam ao longo de um período de tempo de 24 horas.
NOTA 2 Deve ser assegurado que os drenos e vents do corpo das válvulas foram abertos
previamente a operação de secagem das válvulas.
8.8.9 Novo
A medição do ponto de orvalho deve ser feita com medidor eletrônico aferido e calibrado.
NOTA Medidores de espelho resfriado, não são adequados para medições sucessivas e devem
ser utilizados apenas para verificação do funcionamento e calibração dos medidores
eletrônicos.
8.8.10 Novo
A operação de retirada de água adsorvida de acordo com o critério estabelecido no 8.8.8 deve ser
realizada através da passagem de pig espuma de baixa densidade e sopragem simples com ar super
seco ou nitrogênio.
8.8.11 Novo
Uma vez alcançados os valores de ponto de orvalho (estabilizados ou não) dispostos no 8.8.8 devem
ser lançadas, no mínimo, mais uma bateria de pig raspador (escovas) e pig espuma de baixa
densidade e outra bateria de pig espuma e pig magnético, para realizar uma limpeza final.
8.8.12 Novo
A passagem de pigs pode ser finalizada e a limpeza final considerada concluída quando atendidos os
respectivos critérios dos [Link] e [Link].
36
-PÚBLICO-
8.8.13 Novo
No final do processo de secagem, depois de concluídas as passagens de pigs, deve ser realizada
uma sopragem simples, com as válvulas intermediárias colocadas na posição meio aberta para a
drenagem e secagem dos internos.
8.8.14 Novo
Opcionalmente ao uso de ar super seco ou nitrogênio, pode ser utilizada a secagem a vácuo
atendendo ao critério de aceitação descrito no 8.8.8.
8.9 Novo
Inertização.
8.9.1 Novo
Entende-se por inertização do duto, a operação de preenchimento completo com gás inerte
(nitrogênio), até que seja atingida pressão igual ou superior a 0,5 kgf/cm2 man.
8.9.2 Novo
Uma vez concluída a secagem, as válvulas devem ser completamente abertas e os drenos e vents do
corpo fechados, para que seja iniciada a inertização do duto.
8.9.3 Novo
O preenchimento do duto com nitrogênio ou selo de nitrogênio deve ser realizado através da
passagem de um número mínimo de três pigs espuma de baixa densidade com capa e dois pigs copo
de poliuretano, intercalados entre os pigs espuma, para redução do volume da interface nitrogênio/ar.
8.9.4 Novo
Deve ser assegurado um espaçamento mínimo de 1 km entre os pigs, bem como a contrapressão
deve ser regulada de modo a garantir que os pigs mantenham velocidade entre 0,2 m/s e 2,0 m/s.
8.9.5 Novo
A inertização é considerada concluída quando os pigs tiverem percorrido a totalidade do duto, sem
danos ou excessivo desgaste que possam ter afetado a sua eficiência.
9.1 Substituição
Decorrido um tempo mínimo de 1 mês após a cobertura do duto e a realização do ensaio hidrostático
no trecho, deve ser efetuado um levantamento de falhas do revestimento externo, através do método
de atenuação de corrente (PCM), complementado pelo A-frame. Na aplicação desse método são
necessárias a perfeita localização e demarcação do traçado do duto e o seu isolamento elétrico de
outros dutos existentes.
37
-PÚBLICO-
9.1.1 Remoção.
9.1.2 Remoção.
9.2 Adoção.
Caput novo: O sistema de proteção catódica deve ser projetado e instalado de acordo com a
PETROBRAS N-2298.
10.1 Remoção.
10.2 Remoção.
10.3 Remoção.
11.1 Substituição
11.2 Adoção.
11.3 Adoção.
11.4 Modificação
11.5 Adoção.
11.6 Adoção.
11.7 Adoção.
11.8 Adoção.
11.9 Adoção.
38
-PÚBLICO-
11.10 Adoção.
11.11 Adoção.
11.12 Adoção.
11.13 Substituição
Todos os desenhos citados no 11.1 devem ser elaborados em formato digital, abrangendo no máximo
1 000 m de faixa.
11.14 Substituição
Todos os desenhos citados no 11.2 devem ser elaborados em formato digital, em escala horizontal de
1:200.
11.15 Substituição
Efetuar o georeferenciamento do duto em toda a sua extensão, incluindo as juntas soldadas, pontos
notáveis, origem, destino, entroncamentos, saídas de ramais; as coordenadas UTM usadas devem
especificar o DATUM definido pelo projeto.
11.16 Novo
39
-PÚBLICO-
40
-PÚBLICO-
B.1 Geral
B.1.1 Adoção.
B.1.2 Adoção.
B.1.3 Adoção.
B.1.4 Adoção.
B.1.5 Novo
Todos os materiais metálicos, quando não identificados e não certificados, devem ser submetidos aos
ensaios de reconhecimento de aços e ligas metálicas conforme PETROBRAS N-1592, confrontando
o seu resultado com a especificação solicitada.
B.2 Tubos
B.2.1 Adoção.
B.2.2 Adoção.
B.2.3 Adição.
NOTA 1 Rejeição na inspeção por amostragem indica a necessidade da ampliação desta inspeção
para 100 % dos tubos, nas características rejeitadas;
NOTA 2 A inspeção do estado do revestimento anticorrosivo ou isolamento térmico deve ser
realizada em 100 % dos tubos.
B.2.4 Modificação
B.2.5 Adoção.
B.3 Adoção.
B.4 Adoção.
B.5 Válvulas
B.5.1 Adoção.
41
-PÚBLICO-
B.5.2 Adoção.
B.5.3 Adição
Nas válvulas com acionamento pneumático deve ser realizado ensaio de acionamento do conjunto
válvula e atuador, utilizando gás inerte (nitrogênio).
B.5.4 Adoção
B.5.5 Substituição
Deve ser verificado se as seguintes características das válvulas estão de acordo com as
especificações de projeto, normas referenciadas e documentos emitidos pelo fabricante.
B.5.6 Adoção.
B.5.7 Adição
A água a ser utilizada deve ter qualidade compatível com a especificada no 6.4.
B.5.8 Adoção.
B.6 Adoção.
B.7 Adoção.
B.8 Adoção.
B.9 Adoção.
B.10 Adoção.
B.11 Adoção.
B.12 Adoção.
B.13 Remoção.
42
-PÚBLICO-
Valores especificados
Propriedades Métodos de ensaio
Mínimo Máximo
Cor Alaranjado-Segurança 1867 Visual
Preto 0010 (inclusive o desenho
Inscrição -
da chama)
Variação de espessura (%) -0 +20 Micrômetro
Variação de largura (%) 10 Escala
Densidade (g/cm3) 0,915 0,930 ASTM D1505
Alongamento na ruptura (%) > 400 - ASTM D882
Tensão na ruptura (MPa) 17 22 ASTM D882
NOTA 1 Soldagem por brasagem da fita na tela.
NOTA 2 Aplicar camada de filme de polietileno incolor sobre as inscrições.
NOTA 3 As cores devem atender aos requisitos da PETROBRAS N-1219.
Valores especificados
Propriedades Métodos de Ensaio
Mínimo Máximo
Cor Amarelo-Segurança 2586 Visual
Variação no diâmetro do fio (%) -0 +20 Paquímetro
Densidade (g/cm3) 0,940 0,965 ASTM D792, Método B
Alongamento no escoamento (%) 7 ASTM D638, CP tipo IV
Tensão no escoamento (MPa) 25 ASTM D638, CP tipo IV
NOTA A cor deve atender aos requisitos da PETROBRAS N-1219.
43
-PÚBLICO-
44
-PÚBLICO-
45
-PÚBLICO-
Pressão
50 % da mínima pressão
de teste hidrostático
Linha elástica
Linha teórica
Extrapolação
Pressão de
coluna estática
Volume de ar Volume de água
adicionada
46
-PÚBLICO-
0,5 mm
MB ZAC MS ZAC MB
0,5 mm
0,2 mm
0,5 mm
MB ZAC MS ZAC MB
0,2 mm
47
-PÚBLICO -
ÍNDICE DE REVISÕES
REV. A, B, C, D, E e F
Não existe índice de revisões
REV. G
Partes Atingidas Descrição da Alteração
1.3 Incluída
2 Revisada
3 Revisada
4 Excluída
4.2.7 Excluída
4.8.5 Excluída
4.10.6 Excluída
4.13.7 Excluída
5 Renumerada
5.1.1 Incluída
[Link] Incluída
4.6.9 Renumerada
[Link] Revisada
[Link] Revisada
[Link] Revisada
[Link] Revisada
[Link] Incluída
[Link] Revisada
[Link] Incluída
[Link] Incluída
[Link] Revisada
5.5 Revisada
IR 1/8
-PÚBLICO -
REV. G
Partes Atingidas Descrição da Alteração
5.6.6 Revisada
5.7.5 Revisada
5.10.7 Revisada
5.13.4 Revisada
5.13.13 Revisada
5.13.16 Revisada
5.13.17 Incluída
5.14.1 Revisada
5.16.5 Revisada
TABELA 1 Incluída
6 Incluída
7 Renumerada
8 Incluída
9.3 Incluída
9.4 Renumerada
ANEXO A Incluída
ANEXO B Renumerada
IR 2/8
-PÚBLICO -
REV. H
Partes Atingidas Descrição da Alteração
Todas Revisadas
REV. J
Partes Atingidas Descrição da Alteração
1a3 Revisadas
4 Incluída
4.1 Incluída
4.4.8 Renumerada
4.6 Incluída
4.7 Renumerada
4.7.3 Renumerada
5 Revisada e renumerada
5.1 Renumerada
5.2.1 Incluída
5.2.2 Renumerada
[Link] Renumerada
IR 3/8
-PÚBLICO -
REV. J
Partes Atingidas Descrição da Alteração
5.4 Incluída
5.5.21 Incluída
5.6 Incluída
5.7 Renumerada
5.7.4 Incluída
5.7.7 Incluída
5.7.11 Incluída
5.7.16 Incluída
5.9.5 Incluída
5.9.7 Incluída
IR 4/8
-PÚBLICO -
REV. J
Partes Atingidas Descrição da Alteração
5.11 Renumerada
5.11.2 Incluída
5.11.20 Incluída
5.11.40 Removida
5.11.48 Incluída
5.14.13 Incluída
5.14.15 Incluída
5.15 Incluída
IR 5/8
-PÚBLICO -
REV. J
Partes Atingidas Descrição da Alteração
5.16.3 Incluída
5.16.4 Renumerada
5.16.21 Removida
5.18 Renumerada
5.18.2 Incluída
5.19.11 Removida
6 Renumerada
6.1 Incluída
6.6 Incluída
6.6.5 Removida
6.6.10 Incluída
IR 6/8
-PÚBLICO -
REV. J
Partes Atingidas Descrição da Alteração
7.9 Incluída
7.9.1 Removida
[Link] Incluída
7.11 Incluída
8 Renumerada
8.5 Incluída
8.8 Renumerada
8.8.1 Incluída
8.9 Renumerada
9 Renumerada
10 Incluída
11 Revisada
11.1 Revisada
11.15 Incluída
11.16 Renumerada
IR 7/8
-PÚBLICO -
REV. J
Partes Atingidas Descrição da Alteração
Anexo A Incluída
Anexo B Incluída
Anexo C Incluída
IR 8/8
-PÚBLICO-
1 Escopo (Substituição)
1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para construção, montagem e condicionamento de dutos
terrestres.
1.2 Esta Norma se aplica a projetos iniciados a partir da data de sua edição e também a instalações
já existentes, quando da sua manutenção, desde que citada nas normas específicas.
1.3 A sequência das subseções desta Norma segue a mesma utilizada pela ABNT
NBR 15280-2:2005.
1.4 A construção, montagem e condicionamento de dutos terrestres devem estar de acordo com a
ABNT NBR 15280-2:2005, complementada com as seguintes alterações, conforme definições
abaixo estabelecidas. A informação de cada subseção deve ser lida como se segue, toda vez que
iniciada com:
1.5 Esta Norma se aplica a projetos iniciados a partir da data de sua edição e também a instalações
já existentes, quando da sua manutenção, desde que citada nas normas específicas.
3
-PÚBLICO-
ABNT NBR 15637-1 - Cintas Planas Manufaturadas, com Fitas Tecidas com Fios Sintéticos
de Alta Tenacidade Formados por Multifilamentos;
API RP 1110 - Pressure Testing of Steel Pipelines for the Transportation of Gas, Petroleum
Gas, Hazardous Liquids, Highly Volatile Liquids or Carbon Dioxide;
ASME B 31.4 - Pipeline Transportation Systems for Liquid Hydrocarbons and Other Liquids;
ASME BPVC Section IX - Qualification Standard for Welding and Brazing Procedures,
Welders, Brazers, and Welding and Brazing Operators;
ASTM A370 - Standard Test Methods and Definitions for Mechanical Testing of Steel
Products;
ASTM D792 - Standard Test Methods for Density and Specific Gravity (Relative Density) of
Plastics by Displacement;
ASTM D882 - Standard Test Method for Tensile Properties of Thin Plastic Sheeting;
ASTM D1505 - Standard Test Method for Density of Plastics by the Density-Gradient
Technique;
ASTM E1961 - Standard Practice for Mechanized Ultrasonic Testing of Girth Welds Using
Zonal Discrimination With Focused Search Units;
AWS C4.1 SET - Oxygen Cutting Surface Roughness Gauge and Chart for Criteria
Describing Oxygen Cut Surfaces Wall Chart and Gauge;
BSI PD 8010-1 - Code of Practice for Pipelines - Part 1: Steel Pipelines on Land;
MSS SP 55 - Quality Standard for Steel Castings for Valves, Flanges, Fittings and Other
Piping Components - Visual Method for Evaluation of Surface Irregularities.
5
-PÚBLICO-
Para os efeitos deste documento aplicam-se os termos e definições da ABNT NBR 15280-2.
4.1 Adoção.
4.2 Adição
4.3 Adoção.
4.4 Modificação
Nos procedimentos devem estar indicados os critérios de segurança, meio ambiente e saúde
ocupacional a serem seguidos, em cada uma das atividades de sua abrangência. Devem ser
observados os requisitos mínimos contidos em 4.4.1 a 4.4.22.
4.4.1 Adoção.
4.4.2 Adoção.
4.4.3 Adoção.
4.4.4 Adoção.
4.4.5 Adoção.
4.4.6 Adoção.
4.4.7 Adição.
e) verificação do nível mínimo nos tanques de combustível, antes do início de operação em terreno
íngreme.
4.4.8 Adoção.
4.4.9 Substituição
Nas faixas de dutos existentes, deve ser evitado o trânsito de equipamentos sobre os dutos,
utilizando fita de segurança provisória. Caso não seja possível, deve ser realizado estudo de
influência das cargas externas de terra e tráfego sobre todos os dutos existentes na faixa de domínio
visando, caso necessário, definir critérios para incluir medidas de proteção, tais como execução de
sobrecobertura ou estiva.
6
-PÚBLICO-
4.4.20 Novo
Deve ser analisado o impacto ambiental causado pelo volume, vazão e qualidade da água captada e
descartada.
4.4.21 Novo
A energia da água de descarte deve ser dissipada por meio de instalação de difusor na tubulação de
descarte ou outro meio que impeça a erosão do terreno.
4.4.22 Novo
No descarte da água deve-se utilizar sistema para decantação de resíduos sólidos existentes na água
antes de sua reintegração ao meio ambiente.
4.5 Adoção.
4.5.1 Adoção.
4.5.2 Substituição
Os inspetores de soldagem devem ser certificados por entidades acreditadas pelo INMETRO de
acordo com a ABNT NBR 14842 ou por entidades internacionais que atendam aos requisitos da
ISO 17024, sendo neste caso necessária a aprovação prévia pela PETROBRAS e norma principal
aplicável.
4.5.3 Substituição
Os inspetores de END devem ser certificados de acordo com a ABNT NBR NM ISO 9712.
4.6 Adoção.
4.7.1 Adoção.
4.7.2 Substituição
Os documentos técnicos devem ser elaborados em meio digital, conforme PETROBRAS N-381
(padrões), PETROBRAS N-2064 (revisões) e PETROBRAS N-1710 (numeração), atendendo às
prescrições definidas no projeto.
4.7.3 Adoção.
5 Requisitos Específicos
5.1 Adoção.
8
-PÚBLICO-
[Link] Substituição
O número máximo de camadas de tubos, revestidos ou não, deve ser estabelecido pela
PETROBRAS N-2719.
[Link] Adoção.
[Link] Novo
O armazenamento de tubos nas proximidades de linhas de transmissão deve atender aos seguintes
critérios:
5.2.3 Adoção.
5.2.4 Adoção.
5.2.5 Adoção.
5.2.6 Adoção.
5.2.7 Adoção.
5.2.8 Adoção.
5.2.9 Adoção.
5.2.10 Adoção.
[Link] Substituição
Os locais de armazenamento das tintas, vernizes, graxas, solventes e diluentes devem ser cobertos,
bem ventilados, não sujeitos a temperaturas superiores a 40 °C, protegidos contra centelhas,
descargas atmosféricas e raios diretos do sol.
[Link] Adoção.
[Link] Adoção.
10
-PÚBLICO-
[Link] Substituição
O armazenamento deve ser feito de forma tal que possibilite a retirada em primeiro lugar do material
mais antigo e que a movimentação seja feita de forma a evitar danos.
5.3.1 Adoção.
5.3.2 Substituição
A diretriz projetada somente pode ser alterada mediante análise prévia de viabilidade, considerando
eventuais implicações no dimensionamento hidráulico e mecânico do duto, licenciamento ambiental e
liberação cadastral e jurídica da nova faixa. O levantamento planialtimétrico cadastral e jurídico da
faixa de domínio e a apresentação de resultados da diretriz modificada devem ser executados de
acordo com a PETROBRAS N-2624.
5.3.3 Substituição
A locação da posição e cobertura de outros dutos, cabos de fibra ótica e outras interferências
eventualmente existentes, em relação ao eixo da faixa e à superfície do terreno, deve ser feita de
acordo com os seguintes critérios:
5.4 Adoção.
5.5.1 Adoção.
5.5.2 Adoção.
5.5.3 Adoção.
11
-PÚBLICO-
5.5.4 Substituição
A camada superior do solo removida, composta de matéria orgânica (inclusive folhas e galhos), deve
ser estocada para posterior reposição nos taludes de corte, nos aterros, na própria pista e nas áreas
de descarte, quando da restauração, devendo ser evitada a sua contaminação pela mistura com
outros materiais retirados da pista.
5.5.5 Substituição
5.5.6 Adoção.
5.5.7 Adoção.
5.5.8 Adoção.
5.5.9 Adoção.
5.5.10 Adoção.
5.5.11 Adoção.
5.5.12 Adoção.
5.5.13 Adoção.
5.5.14 Adoção.
5.5.15 Adoção.
5.5.16 Adoção.
5.5.17 Adoção.
5.5.18 Adoção.
5.5.19 Adoção.
5.5.20 Adoção.
12
-PÚBLICO-
5.5.21 Adoção.
5.5.22 Adoção.
5.5.23 Adoção.
5.5.24 Adoção.
5.6 Adoção.
5.7.1 Adoção.
5.7.2 Adoção.
5.7.3 Adição
Devem estar indicadas, em planta, as diretrizes dos dutos existentes e os pontos detectados com
cobertura insuficiente.
5.7.4 Substituição
A locação e a sinalização da posição do eixo da vala em relação a outros dutos existentes devem ser
feitas observando-se os critérios previstos no 5.3.3.
5.7.5 Adoção.
5.7.6 Adoção.
5.7.7 Adoção.
5.7.8 Adoção.
5.7.9 Adoção.
5.7.10 Substituição
j) em áreas urbanas ou junto a faixas de rodovias, as valas abertas, além das cercas previstas na
alínea i, devem dispor de sinalização luminosa para uso noturno.
5.7.11 Adoção.
13
-PÚBLICO-
5.7.12 Adição
Nota: recomenda-se que os materiais provenientes da escavação da vala não sejam dispostos sobre
dutos existentes. Caso isso não seja possível devem ser adotadas medidas adicionais visando evitar
danos aos dutos existentes, no momento da retirada deste material para a cobertura da vala.
5.7.13 Adoção.
5.7.14 Adoção.
5.7.15 Adoção.
5.7.16 Novo
Nos locais de tie-ins e diques em faixas com dutos existentes, devem ser instaladas estacas com cor
diferenciada e na altura visível mínima de 1,25 m, deslocadas 0,8 m da geratriz lateral do duto
existente para o lado do duto em construção e interligadas com fita zebrada. Esta marcação tem por
objetivo definir o limite físico máximo para escavação.
5.7.17 Novo
Nas escavações em áreas alagadas realizadas com escavadeiras instaladas em cima de balsas ou
flutuantes, a sua movimentação e alinhamento devem ser feitos por dois guinchos posicionados
próximos a cada margem, tracionando alternadamente o conjunto.
5.8 Transporte, Distribuição e Manuseio (Incluindo Carga e Descarga) de Tubos e Outros Materiais
5.8.1 Adoção.
5.8.2 Adoção.
5.8.3 Adoção.
5.8.4 Adoção.
5.8.5 Adoção.
5.8.6 Adoção.
5.8.7 Adoção.
5.8.8 Adoção.
5.8.9 Adoção.
14
-PÚBLICO-
5.11.18 Adoção.
5.11.19 Substituição
Quando for usado acoplador de alinhamento externo, o comprimento do primeiro passe de solda deve
ser simetricamente distribuído em pelo menos 50 % da circunferência, antes da remoção do
acoplador, devendo também atender ao 5.11.21, quanto à movimentação da coluna.
NOTA No acoplamento de tubos para soldagem de tie-ins não devem ser geradas tensões
residuais que possam comprometer a integridade do duto durante a sua vida útil. Para
tanto, devem ser atendidas às seguintes orientações:
a) nas extremidades das colunas a serem soldadas devem estar descobertos, no mínimo,
dois tubos de cada lado;
b) o duto não deve estar pré-tensionado, ou seja, permanecer alinhado sem a aplicação de
esforço externo;
c) não é permitido o reparo em solda de interligação (tie-in).
5.11.20 Adoção.
5.11.21 Adoção.
5.11.22 Adoção.
5.11.23 Adoção.
5.11.24 Adição.
Nota: Recomenda-se substituir o ensaio de ultrassom por radiografia no caso de transição de paredes
com chanfro interno.
5.11.25 Adoção.
5.11.26 Substituição
A umidade das peças deve ser removida por meio de secagem com chama não concentrada, similar
ao previsto no 5.11.6.
5.11.27 Adoção.
5.11.28 Adoção.
5.11.29 Adoção.
5.11.30 Adoção.
5.11.31 Adoção.
19
-PÚBLICO-
5.14.2 Adoção.
5.14.3 Adoção.
5.14.4 Adoção.
5.14.5 Adoção.
5.14.6 Adoção.
5.14.7 Adoção.
5.14.8 Adoção.
5.14.9 Adoção.
5.14.10 Adoção.
5.14.11 Substituição
Antes de ser iniciada a cobertura de qualquer trecho, devem ser reparados todos os danos
porventura causados no revestimento, no isolamento térmico ou nos tubos, durante a operação de
abaixamento.
5.14.12 Adição
Recomenda-se ainda envelopar o duto com material capaz de reter os sedimentos e que ao mesmo
tempo deixe passar a água como geotêxtil.
5.14.13 Modificação
5.14.14 Adoção.
5.14.15 Substituição
Todo trecho abaixado deve ser imediatamente interligado ao sistema de proteção catódica, utilizando,
se necessário, sistema provisório.
5.15.1 Adoção.
5.15.2 Adoção.
23
-PÚBLICO-
5.15.4 Adoção.
5.15.5 Adoção.
5.15.6 Adoção.
5.15.7 Adoção.
5.15.8 Adoção.
5.15.9 Adoção
5.15.10 Novo
A cobertura deve atender ao definido no projeto básico, tendo os seguintes valores mínimos:
a) áreas em uso para cultura mecanizada, ou com possibilidade futura, áreas urbanas,
industriais ou com possibilidade de ocupação: 1,20 m;
b) cruzamentos e travessias, conforme projeto;
c) áreas escavadas em rocha consolidada, com utilização de explosivo ou martelete
pneumático: 0,60 m;
d) demais áreas: 1,00 m.
NOTA Em caso de matacões ou rochas localizadas, deve ser utilizado o critério descritos em a), b)
ou d), que melhor defina as condições locais.
5.16.1 Adoção.
5.16.2 Adoção.
5.16.3 Substituição
O material retirado na operação de restauração e limpeza da pista, logradouro ou terrenos deve ser
depositado em local adequado, de modo a evitar destruição ou dano à propriedade de terceiros, bem
como a obstrução de vias de acesso, cursos d'água, escoamento de águas pluviais e canais de
drenagem.
5.16.4 Substituição
NOTA Recomenda-se empregar espécies vegetais com profundidades de raízes diferentes, para a
recomposição vegetal em taludes de corte, aterros ou taludes naturais, evitando-se a
utilização de grama em placa.
24
-PÚBLICO-
5.16.18 Substituição
Cuidados especiais devem ser tomados na restauração dos terrenos cultivados pela construção, para
assegurar que estes possam ser utilizados independentemente de qualquer outro serviço adicional
por parte dos proprietários. Todas as pedras, raízes, galhos e outros materiais depositados na faixa
devem ser retirados e eliminados todos os obstáculos e irregularidades do terreno resultantes dos
serviços de construção, além da reposição da cobertura de terra vegetal existente antes da abertura
da pista.
5.16.19 Adoção.
5.16.20 Adoção.
[Link] Novo
No caso de restauração dos terrenos utilizados durante os serviços de construção, devem ser
obedecidos os mesmos requisitos estabelecidos para a restauração de pista.
[Link] Novo
Arbustos, folhas, serrapilheira, galhos e madeiras podem ser utilizados como material de proteção
contra erosão pós-construção, desde que condizente com os requisitos dos órgãos ambientais.
5.16.21 Remoção.
5.17.1 Modificação
5.17.2 Adoção.
5.17.3 Adoção.
5.17.4 Adoção.
5.18.1 Adoção.
27
-PÚBLICO-
5.18.2 Modificação
5.18.3 Adoção.
5.18.4 Adoção.
5.18.5 Adoção.
5.18.6 Adoção.
5.18.7 Adoção.
5.18.8 Adoção.
5.19.1 Modificação
5.19.2 Adoção.
5.19.3 Adoção.
5.19.4 Adoção.
5.19.5 Adoção.
5.19.6 Adição
c) devem ser utilizados tubos concretados para evitar o contato direto com o tubo camisa, facilitando
a introdução e a retirada do trecho;
d) as extremidades do tubo camisa devem ser vedadas para impedir a infiltração de água e, sólidos
finos.
5.19.7 Substituição
Durante a execução das travessias de corpos d’água navegáveis e cruzamentos deve ser instalada a
sinalização adequada, inclusive a noturna, para a segurança da navegação ou tráfego, atendendo a
todas as condições e exigências do órgão responsável pela operação da via atravessada.
28
-PÚBLICO-
5.19.8 Adoção.
5.19.9 Adoção.
5.19.10 Substituição
g) nas travessias de rios e lagos que tenham projeto específico o duto deve ser ensaiado
hidrostaticamente antes do lançamento, conforme 7.8, com as juntas ainda sem revestimento;
h) após o lançamento, o trecho deve ser percorrido por pig com placa calibradora, conforme 6.6.8,
impulsionado por ar comprimido;
5.19.11 Remoção.
5.19.12 Novo
5.19.13 Novo
Levantamentos batimétricos devem ser realizados nas travessias, cuja largura for superior a 50 m e a
solução não seja por furo direcional ou que tenham sido objeto de projeto específico, após o seu
lançamento e antes da sua interligação com as demais seções, visando comparar o perfil projetado
com o construído. Estas informações devem constar também nos desenhos “como construído” em
detalhe específico, inclusive nos registros eletrônicos dos dados e interpretação oriunda do
levantamento de campo.
[Link] Novo
[Link] Novo
29
-PÚBLICO-
7.2 Substituição
a) o ensaio hidrostático de cada trecho do duto deve ser realizado após a execução das respectivas
etapas de abaixamento, cobertura, limpeza, enchimento e calibração;
7.3 Adoção.
7.4 Adoção.
7.5 Adoção.
7.6 Adoção.
7.7 Adoção.
7.8 Adoção.
7.9.1 Remoção.
7.9.2 Substituição
Após a conclusão do ensaio hidrostático e antes do esvaziamento do trecho ensaiado, deve ser
realizada a inspeção dimensional interna do duto, utilizando pig geométrico.
[Link] Novo
Os critérios de aceitação das anomalias detectadas devem ser conforme a ABNT NBR 15280-1, para
oleoduto, e ABNT NBR 12712, para gasoduto.
[Link] Novo
Além dos critérios citados no [Link], devem ser consideradas inaceitáveis as ovalizações superiores
a 5 % (diferença entre o maior e o menor dos diâmetros externos, medidos numa mesma seção do
tubo), em qualquer extensão.
32
-PÚBLICO-
[Link] Novo
As anomalias consideradas como inaceitáveis devem ser confirmadas através de inspeção no campo
(correlação), com a remoção do revestimento anticorrosivo externo do tubo.
[Link] Novo
As anomalias confirmadas como inaceitáveis devem ser corrigidas mediante o corte e substituição do
tubo, ou parte deste, na região afetada.
[Link] Novo
Deve ser emitido relatório de inspeção por pig geométrico, registrando todas as anomalias
detectadas, acompanhado de laudo técnico, de acordo com os critérios de aceitação e resultados da
inspeção de campo.
7.9.3 Adoção.
7.9.4 Adoção.
7.10 Substituição
Devem ser gerados registros da execução de cada ensaio hidrostático e inspeção dimensional interna
do duto, contendo, no mínimo, as seguintes informações:
7.11 Adoção.
7.12 Adoção.
8 Condicionamento
8.1 Substituição
As atividades descritas a seguir são as mínimas necessárias para colocar o duto em condições de ser
pré-operado com o produto previsto, tratando-se do condicionamento após o ensaio hidrostático e
passagem de pig geométrico (sem não conformidade).
8.2 Substituição
d) previsão de instalação, no descarte, de medidor de vazão e válvula que permita o controle do fluxo
durante o esvaziamento do duto;
33
-PÚBLICO-
8.3 Adoção.
8.4 Adoção.
8.5 Remoção.
8.6 Adoção.
8.7 Novo
Esvaziamento.
8.7.1 Novo
8.7.2 Novo
A remoção da água deve ser realizada com a utilização de pigs do tipo solid cast, deslocados por ar
comprimido ou gás inerte.
NOTA Em casos especiais em que o duto seja operado imediatamente após o esvaziamento e o
produto permita dispensar a secagem, a remoção da água pode ser feita utilizando pig ou
uma bateria de pigs deslocados pelo próprio produto previsto para o duto.
8.7.3 Novo
Deve ser garantida uma contrapressão no descarte, de forma a assegurar o deslocamento do pig em
uma velocidade inferior a 2,0 m/s, para evitar a formação de bolsões de ar.
8.8 Novo
Secagem.
8.8.1 Novo
Considera-se secagem a remoção total da água livre remanescente do esvaziamento, bem como a
remoção da água adsorvida a parede do duto até a condição de ponto de orvalho (PO) requerida.
8.8.2 Novo
A secagem do duto ou trecho do duto deve ser iniciada imediatamente após o seu esvaziamento.
8.8.3 Novo
Priorizar os locais de montagem das válvulas de bloqueio para injeção e descarte do fluido de
secagem, considerando também aspectos de topografia do terreno, extensão do trecho e facilidades
de montagem da unidade de secagem.
34