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Atividade de Ensino Religioso Pademia - 2020

O documento discute como diferentes religiões veem a pandemia de COVID-19. Muitas religiões acreditam que a pandemia estava prevista em suas escrituras sagradas e pode levar as pessoas a se voltarem mais para a fé e espiritualidade. A pandemia também serve como um momento para a humanidade refletir sobre como vive de forma mais consumista e egoísta, e buscar evolução espiritual.
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Atividade de Ensino Religioso Pademia - 2020

O documento discute como diferentes religiões veem a pandemia de COVID-19. Muitas religiões acreditam que a pandemia estava prevista em suas escrituras sagradas e pode levar as pessoas a se voltarem mais para a fé e espiritualidade. A pandemia também serve como um momento para a humanidade refletir sobre como vive de forma mais consumista e egoísta, e buscar evolução espiritual.
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ATIVIDADE DE ENSINO RELIGIOSO

ALUNO (A): ____________________________________________


A FÉ EM TEMPOS DE PANDEMIA
O impacto provocado pela pandemia do novo coronavírus não escolhe cor, gênero, classe social
ou religião. Para muitos dos que alimentam alguma crença, inclusive, a crise na saúde era fato previsto e
requer, bem mais do que o distanciamento social recomendado pelas autoridades sanitárias, reflexão e
disposição para mudanças.
Do judaísmo ao cristianismo, passando pelo budismo e religiões de matriz africana, há uma
compreensão de que, ao mesmo tempo em que provoca sofrimento, o momento atual também pode
contribuir para a evolução das pessoas.
As religiões acreditam
"A maioria absoluta das igrejas entende que estão se cumprindo previsões bíblicas, no que diz
respeito aos princípios de dores relatados (Mateus, capítulo 24). São dias difíceis"
Para superar as adversidades, um pastor ressalta que os fiéis são orientados a buscar mais a Deus.
“Como no exemplo de Paulo, quando uma víbora venenosa o mordeu e mal algum lhe fez, pois, pela fé,
vencemos qualquer obstáculo”, acrescenta, com mais uma citação das Escrituras. Na leitura da Torá, os
judeus também encontram respostas para os desafios da atualidade. “Muitos dos fatos que aprendemos
nas leituras semanais conferem maior credibilidade às informações de nossos antepassados, de conceitos
religiosos e espirituais, e fortalecem nossa fé. Um dos eventos que aconteceriam antes da vinda do
Messias era exatamente uma pandemia como a de agora. Outro é a invasão de cidades por animais
selvagens, coisa que está ocorrendo na Europa”, sinaliza o presidente da Congregação Israelita Capixaba
(Cicapi), Alfredo Silbermam.
"Um momento que, para nós, é excepcional, mas não tem nada de excepcionalidade. É uma
transição planetária. A Terra está classificada num processo para um mundo de regeneração. Então,
esses flagelos destruidores, como as grandes catástrofes ou a pandemia, servem para mudança. No
último livro da codificação diz que os tempos são chegados, e um estudioso fala sobre essa necessidade
de mudança, como se fosse uma purificação" Segundo um estudioso da religião, a sociedade está ligada
ao consumismo de maneira exacerbada e transformou-se na “geração selfie”, muito mais preocupada
consigo. “Isso faz com que nos tornemos menos empáticos, mais egoístas e orgulhosos. O que ocorre
agora é uma parada em que temos a oportunidade de estar conosco mesmo e de refletir.”
O ser humano não está se respeitando, nem à natureza. Essa pandemia serve para cada um
reavaliar como está vivendo nos dias de hoje. Não é só o ter, o poder e o prazer que resolvem. A vida é
mais que isso”, sustenta o frei que, durante o Oitavário deste ano, com o Convento praticamente vazio
devido às medidas de isolamento social, fez suas orações do alto da pedra voltado para Vitória. “Pedi que
sumisse essa doença, que tivesse uma cura, que essas dificuldades acabassem. O mundo todo sofre; é
o povo de Deus que sofre por isso”, completa.
É importante que as pessoas tomem consciência da “impermanência”, ou seja, que tudo sempre
muda. E, segundo a praticante do budismo, quando há esse entendimento, cria-se menos expectativas,
frustrações e, consequentemente, menos sofrimento. Um estudioso ressalta que, na umbanda, sempre se
espera que as pessoas busquem a evolução espiritual. “Sabemos que existem várias provações em curso
na Terra, pois ainda estamos no nível de expiação. Desejamos mesmo, rogamos ao Criador, que todos
possam ter refletido e que busquem o progresso espiritual, porque essa é a única riqueza que levamos
quando desencarnamos”, finaliza.
Para os mais tradicionais do judaísmo, o mundo não mais voltará a ser como conhecido antes da
pandemia, mas a expectativa é de que as relações humanas sejam mais valorizadas.

ATIVIDADES SOBRE O QUE VOCÊ APRENDEU


1. Para você, a pandemia do Coronavírus afetou a fé e a crença das pessoas? Por quê?

2. Segundo o que foi estudado, de que maneira a chegada da pandemia está relacionada com profecias
religiosas? Você acredita nisso?

3. Que hábitos podem ser aperfeiçoados no comportamento das pessoas quando a pandemia passar e a
vida voltar a sua normalidade?

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