Suale Amade
Transporte de Sedimento
(Curso de Gestão Ambiental e Desenvolvimento Comunitário)
Universidade Rovuma
Angoche - NPL
2021
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Suale Amade
Transporte de Sedimento
(Curso de Gestão Ambiental e Desenvolvimento Comunitário)
O presente trabalho é de caracter
avaliactivo da cadeira de Hidrologia a ser
entregue e apresentado o docente:
dr. Antonio Guzia
Universidade Rovuma
Angoche - NPL
2021
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Índice
1. Introdução............................................................................................................................ 4
2. Transporte de Sedimentos ................................................................................................... 5
2.1. Sedimentos coesivos .................................................................................................... 5
2.1.1. Deposição ............................................................................................................. 6
2.1.2. Erosão ................................................................................................................... 7
2.2. Sedimentos não-coesivos ............................................................................................. 9
2.2.1. Transporte sólido por arrastamento ...................................................................... 9
2.2.2. Transporte sólido em suspensão ......................................................................... 12
2.2.3. Transporte sólido total ........................................................................................ 15
3. Conclusão .......................................................................................................................... 16
4. Bibliografia........................................................................................................................ 17
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1. Introdução
O ocorrente trabalho tem como a sua coêrencia apresentar todo referente ao transporte de
seddimentos, que obricará a introduzir também os sedimentos coesivos e não-coesivos para
falar de forma sucessiva dos transportes sedimentares.
Tem se como o principal objectivo a alcançar com a realização deste trabalho é a
caracterização hidrodinâmica e de transporte sedimentar.
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2. Transporte de Sedimentos
Os sedimentos são encontrados em dois tipos coesivos e não-coesivos. Os sedimentos
coesivos são particulas de pequenas dimensões ( 62 m) que apresentam caracteristicas de
agregação devido a forças físico-químicas de atracção entre as particulas. Movem-se em
grupos em forma de flocos e agregados e normalmente são constituidos por argilas, detritos
orgânicos e inorgânicos e bactérias. Por seu lado, as areias fazem parte da categoria dos
sedimentos não-coesivos movimemtam-se individualmente sob a acção hidrodinâmica do
escoamento e doseu peso próprio.
2.1.Sedimentos coesivos
Neste capitulo procede-se a uma breve descrição dos fenómenos de erosão e deposição de
sedimentos coesivos.
Figura a cima: Ciclo de deposição e ressuspensão de sedimentos coesivos (adaptado de
Maggi, 2005).
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Segundo Mingxiao Xie et al. (2010), os sedimentos localizados em zonas de costa enlameada
são geralmente finos e coesivos, e o seu transporte é dirigido pelas acções combinadas das
ondas e de correntes. O processo de sedimentação é extremamente complicado e aparecem
outros mecanismos associados tais como: floculação, consolidação, deposição e erosão.
Na figura a cima adaptada do trabalho realizado por Maggi em 2005, é possível observar, de
forma simples, a conjugação da maioria dos mecanismos referidos.
Apesar da importância de todos os fenómenos, no âmbito deste trabalho será dado maior
relevo aos mecanismos de deposição e erosão, para estimativa das taxas de transporte e
posterior representação das condições actuais de transporte sedimentar que se verificam em
toda a Laguna.
A análise de valores representativos dos diversos parâmetros e as expressões que permitem a
estimativa de valores é apresentada de forma sucinta.
2.1.1. Deposição
Segundo Huang et al. (2006), Mehta e Partheniades efectuaram estudos em laboratório, sobre
o comportamento dos sedimentos coesivos na deposição, verificando que esta é controlada
pela tensão tangencial no fundo, por processos de turbulência em zonas perto do fundo, pela
velocidade de queda das partículas, pelo tipo de sedimento, pela altura de água do
escoamento, pela concentração de matéria particulada em suspensão e pela constituição iónica
do fluido da suspensão.
De acordo com Huang et al. (2006), a deposição acontece quando a tensão tangencial no
fundo é inferior a uma determinada tensão tangencial crítica de deposição. Desta forma,
somente os flóculos com suficiente resistência ao corte é que suportam as tensões tangenciais
no fundo, e se depositam.
A deposição de sedimentos coesivos pode ser de dois tipos: total e parcial. Quando a tensão
tangencial no fundo (τ) é inferior à tensão tangencial crítica de deposição total (τd,total), todas
as partículas de sedimentos e flóculos são depositadas. A deposição parcial ocorre quando a
tensão tangencial no fundo é superior à tensão tangencial crítica de deposição total, mas
inferior à tensão tangencial crítica de deposição parcial. Neste intervalo de valores da tensão
tangencial no fundo, os flóculos com ligações fortes são depositados e os flóculos com
ligações fracas permanecem em suspensão. Contudo, o conhecimento actual dos valores da
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tensão tangencial crítica de deposição total e parcial não são bem compreendidos (Huang et
al., 2006).
Para a quantificação da deposição, a taxa de deposição total (Qd) pode ser estimada à custa da
fórmula de Krone (expressão que se segue), ou através de levantamentos hidrográficos
(JAPA, 1989).
De seguida apresentam-se os parâmetros necessários ao cálculo da taxa de deposição total,
pela fórmula de Krone, a seleccionada para prosseguir no processo de cálculo. Esta equação
depende da concentração de matéria particulada em suspensão (Cs), da velocidade de queda
(ws) e da probabilidade de deposição (Pd) (Alves, 2009).
2.1.2. Erosão
Araújo (2004), refere que a erosão é caracterizada por dois parâmetros: pela erosão crítica,
que corresponde à velocidade do escoamento a partir da qual começa a erosão, e pela taxa de
erosão, que representa a quantidade de sedimentos que a erosão reduz num determinado
tempo.
Segundo Alves (2009), a erosão ocorre quando a tensão tangencial no fundo é superior à
tensão tangencial crítica de erosão superficial (τcr,es). Mehta (de acordo com Alves, 2009),
referiu que a erosão varia com a magnitude da tensão tangencial no fundo, apresentando
vários modos de erosão dos sedimentos coesivos, nomeadamente, erosão superficial de
flóculos do fundo (ocorre flóculo por flóculo devido a quebras inter-partículas e ligações
electromecânicas), erosão gravítica (ocorre uma falha geotécnica no fundo, fazendo com que
os materiais acima dele fiquem suspensos no escoamento) e arrastamento de lama fluida (os
sedimentos do fundo formam com a água uma mistura fluida, o que destabiliza a interface
sedimento-água e, em seguida, a lama fluida é arrastada do fundo).
Como se verifica, a erosão dos sedimentos coesivos é um mecanismo complexo, pois depende
de uma série de factores, o que leva a que as equações conhecidas sejam de natureza empírica
(Alves, 2009). A equação para a determinação da taxa de erosão superficial (Qes) apresentada
por Ariathurai e Partheniades, é expressa por:
8
( )
{ }
Os parâmetros necessários ao cálculo da expressão a cima são a constante da taxa de erosão
superficial (Mes), a tensão tangencial no fundo (τ) e a tensão tangencial crítica de erosão
superficial (τcr,es). Estes três argumentos são desenvolvidos de seguida
Constante da taxa de erosão superficial (Mes)
De acordo com Araújo (2004), a constante da taxa de erosão superficial (Mes) depende de
parâmetros físico-químicos, que determinam as forças inter-partículas características dos
sedimentos coesivos. Esta constante toma valores consoantes à massa volúmica dos
sedimentos, a qual pode variar em profundidade e no tempo (Huang et al., 2006). Hwang e
Mehta apresentam uma fórmula:
( )
O valor de massa volúmica molhada do depósito (ρm), pode ser estimado laboratorialmente.
Tensão tangencial crítica de erosão superficial (τcr,es)
Para determinar a tensão tangencial crítica de erosão superficial (τcr,es) podem-se referir duas
formulações. A fórmula 2.08, de Hwang e Mehta:
( )
Nesta expressão os valores propostos para as várias parcelas são: aes = 0,883, bes = 0,2, ces =
0,05 e ρl = 1,065 g/cm3 (de acordo com o indicado por Alves, 2009). Por outro lado,
Nicholson e O’Connor propõem:
( )
Segundo Alves (2009), τrd = 0,08 N/m2, A = 0,5 x 10-3 N/m5/2/kg3/2, B = 1,5 e ρrd = 80
kg/m3.
De acordo com Costa e Coelho (2010), Lopes et al. em trabalhos desenvolvidos em 2000,
apresentam um valor de 0,2 N/m2 para a tensão tangencial crítica de erosão nos canais do
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Norte da Ria e por seu lado, em estudos realizados em 2007, Lopes e Dias, admitem
igualmente τcr,es = 0,2 N/m2, não especificando o local da Laguna.
2.2.Sedimentos não-coesivos
O transporte sólido total corresponde ao conjunto do material transportado pelo escoamento
de um curso hídrico, quer em suspensão, quer por arrastamento. Estes dois modos de
transporte são em geral analisados separadamente, no entanto, não é possível definir
isoladamente as duas parcelas de transporte, nem considerar que estas são independentes
(Português, 2008).
Existem várias formulações para o cálculo do transporte sólido total de sedimentos não-
coesivos.
Português (2008), apresenta as expressões propostas por Shen e Hung, Eugelund e Hansen,
Ackens e White, Karin e Kennedy e Van Rijn. Pelo conhecimento prévio da expressão
proposta por Van Rijn, será esta a adoptada para as análises desenvolvidas no âmbito deste
trabalho.
2.2.1. Transporte sólido por arrastamento
Van Rijn, em 1984, apresentou a expressão 2.10 para o cálculo do caudal sólido por
arrastamento, cuja derivação considerou a altura de saltação das partículas, a sua velocidade e
a concentração do material transportado. Com base nas equações do movimento, determinou a
altura de saltação e a velocidade das partículas, e recorreu a resultados experimentais para
determinar a concentração dos sedimentos na camada de transporte por arrastamento. Esta
expressão resulta adequadamente para valores do diâmetro mediano de areias (D50) entre os
0,2 mm e os 2 mm (Português, 2008).
1,5
[( ) ]
A expressão enumerada acima depende de vários parâmetros, os quais por sua vez, para serem
calculados, também dependem de inúmeros argumentos. Desta forma, opta-se por referenciar
cada parâmetro de cálculo em separado, indicando todas as expressões necessárias à obtenção
da estimativa final desta parcela de transporte sólido.
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Parâmetro adimensional de capacidade de transporte (T)
De acordo com Cardoso (1998), Van Rijn adoptou para o cálculo da capacidade de transporte
a expressão 2.11. Esta expressão depende dos valores das tensões de arrastamento no fundo e
respectivo valor crítico, ou na mesma relação, em função dos quadrados das velocidades de
atrito no fundo.
( ) ( )
( )
Velocidade de atrito junto ao fundo, associada ao escoamento sobre leito plano
(u’*)
Da mesma forma, Cardoso (1998), apresenta a expressão 2.12 para a estimativa da velocidade
de atrito. Esta depende da velocidade média de escoamento, da aceleração da gravidade (valor
constante) e de um parâmetro C’, definido posteriormente.
Parcela do coeficiente de Chézy associada a k’ (C’)
( )
Em conformidade com Cardoso (1998), na expressão 2.13, o R representa o raio hidráulico e
k’ a rugosidade do fundo, é estimada como sendo igual ao triplo do D90.
Velocidade de atrito junto ao fundo, correspondente ao início do transporte
sólido (u*c)
A velocidade de atrito junto ao fundo, correspondente à situação crítica de início do transporte
sólido pode ser obtida, segundo Cardoso (1998), pela curva de Shields. Por seu lado, Van Rijn
forneceu expressões analíticas para o seu cálculo, tendo em conta o valor crítico do parâmetro
de Shields (Ycr).
( )
√
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Pesos volúmicos e Diâmetro mediano de peneiração (D50)
Na expressão 2.14, entram o peso volúmico do grão do material sólido, γs, neste caso, das
diferentes classes de areias existentes na Ria de Aveiro e o peso volúmico da água, γw.
O D50 é o diâmetro mediano de peneiração, ou seja, o diâmetro de peneiração tal que 50% em
peso é mais fino. É uma característica dos sedimentos obtida principalmente através de
ensaios laboratoriais. O mais útil e conveniente método para a análise do tamanho das
partículas é a utilização da curva de distribuição granulométrica. A partir desta curva, é
possível retirar os vários diâmetros de peneiração, que correspondem ao diâmetro de
peneiração tal que n% em peso é mais fino (Português, 2008).
Na tabela a baixo, encontram-se diferentes gamas de diâmetros de areias, parte delas
consideradas neste trabalho.
Tabela de Classificação das areias.
Classe Grama de diâmetros
Areia muito fina 0,62 μm a 0,125 mm
Areia fina 0,125 mm a 0,25 mm
Areia média 0,25 mm a 0,50 mm
Areia grosseira 0, 50 mm a 1,00 mm
Areia muito grosseira 1,00 mm a 2,00 mm
Parâmetro de Shields correspondente ao início do movimento (Ycr)
De acordo com Cardoso (1998),
( )
( )
( )
( )
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Parâmetro adimensional que caracteriza o diâmetro do material do fundo (D*)
O diâmetro adimensional do material do fundo considera propriedades da água e dos
sedimentos:
⁄
( )
* +
Densidade do grão das partículas (s)
Um parâmetro directamente relacionado com os pesos volúmicos é a densidade do grão das
partículas de material sólido (s). Esta resulta do quociente entre a massa volúmica das
partículas e a massa volúmica da água e varia com a composição mineralógica.
A composição dos sedimentos originados pela erosão hídrica é geralmente de quartzo e
feldspato, com densidade usual de cerca de 2,65 (Português, 2008).
Viscosidade cinemática da água (ν)
A viscosidade cinemática da água depende da temperatura, mas pode considerar-se o valor de
1 x 10-6 m2/s.
2.2.2. Transporte sólido em suspensão
De forma a prever o caudal sólido em suspensão, em 1984, Van Rijn apresentou uma fórmula
baseada na concentração de sedimentos, numa altura de referência (Ca). Esta deve ser
avaliada a um nível de referência za (Português, 2008).
Tal como o cálculo do transporte sólido por arrastamento, também a expressão para
determinar o transporte sólido em suspensão envolve o prévio conhecimento de vários
argumentos, os quais se definem de seguida, de acordo com Cardoso (1998).
Variável auxiliar definida por Van Rijn (Fr)
( ) ( )
( ) ( )
A expressão a cima, provém de Cardoso (1998).
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Distância do fundo (za), para a qual se supõe conhecida a concentração de
referência.
A concentração de referência, Ca, deve ser avaliada à distância za, dada por metade da altura
, das configurações de fundo ou pela rugosidade equivalente de Nikuradse,
k = k’ = 3D90 (no caso de não se conhecerem essas configurações), com um mínimo de 0,01h
(Cardoso, 1998).
A expressão a baixo traduz o exposto.
Altura das configurações de fundo ()
Uma vez iniciado o transporte sólido por arrastamento, o escoamento da água sobre um fundo
móvel interage com este, modelando-o e dando origem a diferentes configurações do fundo. A
natureza das interacções entre o fundo e o fluido e as configurações que daí resultam
dependem da velocidade, da profundidade do escoamento, das propriedades do fluido e do
material granular do fundo (Português, 2008).
De acordo com Português (2008), vem:
( ) ( ( )) ( )
Tensão crítica de arrastamento (τc)
Em concordância com Português (2008), Van Rijn em 1984, deduziu a expressão a baixo,
para o cálculo da tensão crítica, tendo em conta o valor crítico do parâmetro de Shields (Ycr),
os pesos volúmicos dos sedimentos e da água e a dimensão das partículas.
( )
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Tensão média de arrastamento no fundo (τ0)
A tensão tangencial na direcção do escoamento aumenta linearmente com o acréscimo da
distância à superfície e é máxima junto ao fundo. É aqui designada por tensão de arrastamento
τ0. Esta tensão relaciona-se com o peso volúmico do fluido (γ), com o raio hidráulico (R), e
com o declive da linha de energia (J) que normalmente se considera igual ao declive do fundo
(i) para canais pouco inclinados (Português, 2008).
Quando o valor de tensão de arrastamento supera o valor crítico, há condições para haver
transporte sedimentar.
Número de Rousse corrigido segundo Van Rijn (y’*)
O número de Rousse corrigido intervém no cálculo da variável auxiliar Fr.
De acordo com Cardoso (1998), vem:
Na expressão, k corresponde à rugosidade absoluta equivalente de Nikuradse e toma
normalmente o valor de 0,4.
Velocidade de queda das partículas em suspensão (ws)
Van Rijn apresenta a expressão a baixo para o cálculo da velocidade de sedimentação, que
depende fundamentalmente do diâmetro representativo do material transportado em suspensão
(Ds).
( )
{ * + }
[( ) ]
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Diâmetro representativo do material transportado em suspensão (Ds)
[ ( ) ( )]
Na equação a cima, o coeficiente de graduação (σD) é o indicador da aproximação da curva
granulométrica a uma distribuição log-normal, ou seja, representa o desvio-padrão da curva
de distribuição granulométrica que caracteriza a mistura de sedimentos (Cardoso, 1998). O
valor deste parâmetro depende dos diâmetros de peneiração, mas normalmente adopta-se um
valor entre 2,0 e 2,5.
Razão entre o coeficiente de difusão de sedimentos e a viscosidade aparente (β’)
( )
Correcção introduzida por Van Rijn no número de Rousse (j ’)
De acordo com Cardoso (1998), a correcção do número de Rousse é dada por:
( ) ( )
Concentração de referência observada à distância za do fundo (Ca)
Por fim, a concentração de referência, estimada a uma distância za do fundo:
2.2.3. Transporte sólido total
Em suma, Van Rijn propôs a expressão a baixo para o cálculo do transporte sólido total,
baseada na soma das parcelas correspondentes ao transporte por arrastamento e em suspensão
(Coelho et al., 2007).
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3. Conclusão
No trabalho Descrevem-se as formas adoptadas para estimar os mecanismos de deposição e
de erosão de sedimentos coesivos, e o transporte total sólido de sedimentos não-coesivos,
resultante da soma do caudal sólido por arrastamento e do caudal sólido em suspensão.
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4. Bibliografia
Alves, M. (2009), Mecanismos de Erosão e Deposição de Sedimentos Coesivos, PhD Thesis,
Universidade de Aveiro, 61 p.
Araújo, M. A. V. C. (2004), Erosion Mechanisms In Marine Sediments, PhD Thesis,
Universidade do Minho, 284 p.
Araújo, I. G. B. (2005), Sea Level Variability: Examples from the Atlantic Coast of Europe,
PhD Thesis, Faculty of Science – School of Ocean & Earth Science, University of
Southampton, 411 p.
Cardoso, A. H. (1998), Hidráulica Fluvial, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 314 p.
Coelho, C., Cardoso, C. e Dias, J. M. (2008), Os Muros das Marinhas de Sal de Aveiro,
Projecto Interreg SAL – Sal do Atlântico, Relatório Final, Universidade de Aveiro, 46 p.
Coelho, C., Facão, A., Rodrigues, P. e Silva, P. (2007), Comportamento Sedimentar na
Embocadura da Barra de Aveiro.
Costa, S. e Coelho, C. (2010), Suspended Sediment concentration importance on cohesive
sediment settling velocity, Universidade de Aveiro, 12p (ainda não publicado).
Ferreira Gomes, L. M. e Ladeira F. L. (1989), Características geotécnicas dos lodos de Aveiro
(nota prévia), Geociências, Revista da Universidade de Aveiro, Volume. 4, fas. 1, 39-44 p.
Huang, J., Hilldale, R. C. e Greimann, B. P. (2006), Erosion and Sedimentation Manual, U.S.
Department of the Interior Bureau of Reclamation, Technical Service Center Sedimentation
and River Hydraulics Group, Denver, Colorado.
18
Lopes, J. F., Dias, J. M. e Dekeyser, I. (2006), Numerical modelling of cohesive sediments
transport in the Ria de Aveiro lagoon, Portugal, Journal of Hydrology.
Maggi, F. (2005), Flocculation dynamics of cohesive sediment, PhD Thesis, Politecnico di
Torino, Italia, 139p.
Mingxiao, X. W. Z. W. G. (2010), A validation concept for cohesive sediment transport
model and application on Lianyungang Harbor, China, Coastal Engineering 57, 585-596 p.