Manual Técnico de Manutenção de Trilhos
Manual Técnico de Manutenção de Trilhos
2007
1. Sumário
[Link]ções 1.1
[Link]´s 2.1
[Link]ção 4.1
[Link] 5.1
[Link] a Pé 5.1
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
Curitiba – PR
Capa Nomine
• DORMENTE DE CONCRETO
• TRILHOS
Deverá ser prospectado por pessoal habilitado, em todas as curvas nos trechos A, B,
C e D, em tráfego, utilizando o medidor de desgaste para cada perfil de trilho. Anotar
o resultado e informar o motivo da substituição no Formulário de prospecção de
trilho, o qual será enviado à Gerência de Via Permanente. Anotar também os
resultados no formulário quadro resumo. Os trilhos poderão ser substituídos por
desgaste ou por defeitos como a ondulação, entre outros, sendo os critérios para o
desgaste os limites da tabela (ver figuras página 14) e para ondulação ou outros
defeitos observar os riscos de acidentes por fratura de trilho ou desnivelamento de
linha. O Analista e o Supervisor de Via Permanente, de posse das medições, devem
inspecionar os trilhos relacionados para substituição e validar ou alterar a
prospecção. Executar estudo para permuta dos TR de curva para TR de reta
(principalmente nos trechos do corredor de exportação – “A”).
• LASTRO
• FERRAGENS DE AMV´s
• Critério do check/auditoria
BOLETO 63 62 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44 43 42 41
DESGASTE HORIZ.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22
DESGASTE VERT.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS TR-40 - Bitola Larga, VMA de 30 Km/h e 20t/eixo
BOLETO 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44 43 42
DESGASTE HORIZ.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
DESGASTE VERT.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS TR-40 - Bitola Estreita, VMA de 30 Km/h e 20t/eixo
BOLETO 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44 43 42
DESGASTE HORIZ.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
DESGASTE VERT.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS TR-45 - Bitola Larga, VMA de 40 Km/h e 20t/eixo
BOLETO 65 64 63 62 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44
DESGASTE HORIZ.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21
DESGASTE VERT.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS TR-45 - Bitola Estreita, VMA de 40 Km/h e 20t/eixo
BOLETO 65 64 63 62 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44
DESGASTE HORIZ.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21
DESGASTE VERT.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS TR-45 - Bitola Estreita, VMA de 50 Km/h e 20t/eixo
BOLETO 65 64 63 62 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44
DESGASTE HORIZ.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21
DESGASTE VERT.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS TR-50 - Bitola Larga VMA de 45 Km/h e 26,25t/eixo
BOLETO 64 63 62 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44
DESGASTE HORIZ.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21
DESGASTE VERT.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS TR-50 - Bitola Estreita, VMA de 53 Km/h e 20t/eixo
BOLETO 64 63 62 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44
DESGASTE HORIZ.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21
DESGASTE VERT.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS TR-54 - Bitola Estreita/Central do Paraná, VMA de 60 Km/h e 25t/eixo
BOLETO
DESGASTE HORIZ.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25
DESGASTE VERT.
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS TR-55 - Bitola Larga, VMA de 55 Km/h e 26,25 t/eixo
BOLETO
DESGASTE HORIZ.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25
DESGASTE VERT.
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS TR-57 - Bitola Larga, 27,5 t/eixo, VMA de 60 Km/h
BOLETO 69 68 67 66 65 64 63 62 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44
DESGASTE HORIZ.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25
DESGASTE VERT.
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS TR-57 - Bitola Estreita, 25 t/eixo, VMA de 60 Km/h
BOLETO 69 68 67 66 65 64 63 62 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44
DESGASTE HORIZ.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25
DESGASTE VERT.
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS UIC60 - Bitola Larga dormente de madeira, 30t/eixo, VMA de 60 Km/h
BOLETO 72 71 70 69 68 67 66 65 64 63 62 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44
DESGASTE HORIZ.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28
DESGASTE VERT.
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS UIC60 - Bitola Larga dormente de concreto, 30t/eixo, VMA de 80 Km/h
BOLETO 72 71 70 69 68 67 66 65 64 63 62 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44
DESGASTE HORIZ.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28
DESGASTE VERT.
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS GB60 - Bitola Larga dormente de madeira, 30 t/eixo, VMA de 60 Km/h
BOLETO 71 70 69 68 67 66 65 64 63 62 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44 43 42 41 40 39 38 37 36 35 34 33 32 31 30 29 28 27 26 25
DESGASTE HORIZ.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46
DESGASTE VERT.
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS GB60 - Bitola Estreita dormente de madeira, 25 t/eixo, VMA de 60 Km/h
BOLETO 71 70 69 68 67 66 65 64 63 62 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44 43 42 41 40 39 38 37 36 35 34 33 32 31 30 29 28 27 26 25
DESGASTE HORIZ.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46
DESGASTE VERT.
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS TR68 Aço Carbono - Bitola Larga dormente de madeira, 30 t/eixo, VMA de 60 Km/h
BOLETO 71 70 69 68 67 66 65 64 63 62 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44 43 42 41 40 39 38 37 36 35 34 33 32 31 30 29 28 27
DESGASTE HORIZ.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44
DESGASTE VERT.
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
TABELA PARA SUBSTITUIÇÃO / INVERSÃO DE TRILHOS TR68 NIÓBIO - Bitola Larga dormente de madeira, 30 t/eixo, VMA de 60 Km/h
BOLETO 71 70 69 68 67 66 65 64 63 62 61 60 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44 43 42 41 40 39 38 37 36 35 34 33 32 31 30 29 28 27
DESGASTE HORIZ.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44
DESGASTE VERT.
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
INVERSÃO SUBSTITUIÇÃO
EXECUTAR INVERSÃO EXECUTAR SUBSTITUIÇÃO - (fora da tolerância)
[Link] periodicamente os desgastes horizontais e verticais, ondulações ou
outros defeitos nas seções críticas das curvas.
OBS1 - Devido à bitola mista, existem três campos para as filas (pernas de trilho).
Adotaremos, para as bitolas estreita e larga, fila 1 como a perna esquerda e fila 2 e 3
como a perna direita para a bitola estreita e larga respectivamente.
OBS2 - Para a bitola mista, fila 1 é a perna de trilho comum à estreita e larga, a fila 2
é a perna de trilho apenas da estreita, já a fila 3 é a perna de trilho apenas da larga.
3. Prospecção de Dormentes de
3. Prospecção de Dormentes de Madeira
• Critério do check/auditoria
- apresentar afundamento que prejudique a bitola da linha e não seja possível fazer a
inversão de face ou o entalhe do mesmo (região da serra - Morretes a Roça Nova e
Evangelista de Souza a Paratinga);
- apresentar uma ou mais fixações inutilizadas e não for possível a recuperação das
mesmas, comprometendo a bitola;
Capítulo 2 – AMV´s
1. AMV Manual
Descrição
As UPs deverão informar quais são as linhas com maior fluxo de tráfego, dentro dos
grandes pátios, de maneira que os amvs localizados sobre aquelas linhas possam
ter uma manutenção diferenciada para se evitar a paralisação do trafego dos trens
diretos durante a passagem por grandes pátios.
2- As inspeções para fins de manutenção, das partes móveis dos amvs, localizados
nas linhas principal e de cruzamento deverão ser realizadas de acordo com o trecho
e dispositivos de acionamento conforme tabela:
Os desvios encontrados durante a inspeção deverão ser anotados nas folhas de
rondas, formulário - Relatório de Ronda, neste deverão estar indicados os principais
desvios, problemas encontrados e a programação para solução dos desvios e a data
da solução dos desvios.
1 - FUNCIONAMENTO
A agulha deve ajustar-se perfeitamente ao trilho de encosto, o qual deve estar isento
de rebarbas para permitir o perfeito encaixe. A pressão deve ser regulada através
dos materiais ajustáveis, balancim e ou barras de conjugação ajustáveis, quando não
for possível, ter materiais ajustáveis, a pressão deverá ser ajustada através da
colocação de calços junto à agulha e punhos ou no aparelho de manobra.
Placas deslizantes sujas e/ou sem lubrificação: limpar e/ou lubrificadas placas.
A areia que normalmente fica sobre o lastro entre os dormentes embaixo das peças
móveis deve ser retirada periodicamente. Fica proibido o uso de óleo queimado ou
outro tipo de óleo para lubrificar as placas deslizantes.
Inspeção no tirante
O tirante deverá ser inspecionado para verificar se não existem eventuais rachaduras
ou fissuras e nas soldas existente em seu corpo. Caso sejam encontrados indícios
desses problemas, as barras deverão ser substituídas imediatamente.
Ação: Todos os parafusos de ligação não devem estar soltos. Devem estar providos
de arruelas, porcas e contra pinos.
2- APARELHO DE MANOBRA
Aplicar pressão suficiente para fechar as agulhas junto aos trilhos de encosto.
Rosca oxidada: engraxar rosca para desoxidar e manter engraxada para evitar
oxidação. Não sendo possível desoxidar providenciar a substituição
9 - ALINHAMENTO
Trilhos das agulhas desalinhados mais que 5 mm em 12m de comprimento: realinhar
trilhos AMV em geral desalinhado mais que 5 mm em 12m de comprimento: realinhar
trilhos
Região dos trilhos de encosto, trilhos de ligações, jacarés e contra trilhos com
fixação deficiente: re-apertar, completar ou substituir fixação, no caso dos contra
trilhos (CT) verificar aperto do tirefonds e aperto dos parafusos do CT junto ao trilho
de encosto do contra trilho.
Juntas com fixação deficiente: reapertar, completar ou substituir fixação. AMV em
geral com fixação deficiente: reapertar, completar ou substituir fixação.
12 - APARELHO DE MANOBRA
Inspeção interna deficiente: Desmontar o conjunto e identificar os componentes
internos avariados ou que necessitem de retífica ou reparação. Promover a
recuperação ou substituição dos mesmos. Antes de colocar na linha realizar testes
para avaliar desempenho.
Região das agulhas com lastro contaminado: limpar e deixar isento de sujeiras
(barro, areia, graxas). Ou de qualquer outro objeto que possa provocar acidente
AMV em geral com lastro contaminado:
limpar e deixar isento de sujeiras (barro, areia, graxo). Ou de qualquer outro objeto
que possa provocar acidente
Sempre o responsável pela manutenção e inspeção dos amvs deverá promover a
limpeza de qualquer detrito, principalmente objetos metálicos, areia, madeira, etc,
que estejam sobre o lastro próximo ao amv e ou peças móveis.
2. AMV Elétrico
Descrição
1 - FUNCIONAMENTO
Placas deslizantes sujas e/ou sem lubrificação: limpar e/ou lubrificadas placas.
É proibido usar excesso de lubrificação, pode-se usar graxa.
As barras de conjugação também deverão ser lubrificadas para permitir o perfeito
deslizamentos embaixo dos trilhos.
A areia, que normalmente fica sobre o lastro entre os dormentes, embaixo das peças
móveis deve ser retirada periodicamente.
Fica proibido o uso de óleo queimado ou outro tipo de óleo para lubrificar as placas
deslizantes.
2 - MÁQUINA DE CHAVE
Barra de travamento: Caso as porcas que unem a barra aos suportes das agulhas
estiverem soltas, solicitar a imediata presença do pessoal da sinalização. Igualmente
verificar o parafuso que faz a ligação com a maquina de chave verificar se não
existem rachaduras.
3.3. No coice
6 - INSPEÇÃO NO COICE
Rosca oxidada: engraxar rosca para desoxidar e manter engraxada para evitar
oxidação. Não sendo possível desoxidar, providenciar a substituição. Cadeado
emperrado: lubrificar para desemperrar e manter lubrificado para não emperrar. Não
sendo possível desemperrar providenciar substituição.
Trilhos das agulhas desalinhados mais que 5mm em 12m de comprimento: realinhar
trilhos.
AMV em geral desalinhado mais que 5mm em 12m de comprimento: realinhar trilhos.
Região dos trilhos de encosto, trilhos de ligações, jacarés e contra trilhos com fi-
xação deficiente: re-apertar, completar ou substituir fixação, no caso dos contra
trilhos (CT) verificar aperto dos tirefonds e aperto dos parafusos do CT junto ao trilho
de encosto do contra trilho
Juntas com fixação deficiente: reapertar, completar ou substituir fixação AMV em
geral com fixação deficiente: reapertar, completar ou substituir fixação.
13 - LIMPEZA DE LASTRO
Região das agulhas com lastro contaminado: limpar e deixar isento de sujeiras
(barro, areia, graxas). Ou de qualquer outro objeto que possa provocar acidente.
AMV em geral com lastro contaminado: limpar e deixar isento de sujeiras (barro,
areia, graxo). Ou de qualquer outro objeto que possa provocar acidente
Sempre o responsável pela manutenção e inspeção dos amvs deverá promover a
limpeza de qualquer detrito, principalmente objetos metálicos, areia, madeira, etc,
que esteja sobre o lastro próximo ao amv e ou peças móveis.
3. AMV Chave de Mola
CHAVE DE MOLA BV – dispositivo semi-automático com a finalidade de movimentar
as agulhas dos AMVS, acionado pelas rodas dos trens, e composto por cilindro
hidráulico e aparelho de manobra manual.
2- As inspeções para fins de manutenção, das partes móveis dos amvs, localizados
nas linhas principal e de cruzamento deverão ser realizadas de acordo com trecho e
dispositivos de acionamento conforme tabela:
Os desvios encontrados durante a inspeção deverão ser anotados em formulário
apropriado, neste deverão estar indicados os principais desvios, problemas
encontrados e a programação para solução dos desvios e a data da solução dos
desvios.
O presente procedimento estabelece um checklist, anexo CHAVE DE MOLA BATE e
VOLTA, os itens nele contidos relacionam os mais importantes itens a serem
verificados de maneira a reduzir a probabilidade de falha dos equipamentos ou
degradação de serviços executados.
1-FUNCIONAMENTO
A barra de conjugação ajustada deverá ser inspecionada nas roscas dos tirantes
para verificar se não existem eventuais trincas ou fissuras. As soldas que unem as
porcas do tirante ao corpo da barra, devem ser inspecionadas caso sejam
encontrados indícios trincas ou fissuras as barras deverão ser substituídas
imediatamente.
Os amvs 1:10 têm duas barras de conjugação, uma dita principal e outra secundária.
Os amvs 1:14 têm três barras de conjugação, uma dita principal e outras duas
secundárias.
Faz parte da inspeção das barras de conjugação a seguinte verificação:
Aperto dos seguintes parafusos
Agulha x Punho
Punho x Barra de Conjugação
Ação: Todos os parafusos não devem estar soltos. Devem estar providos de
arruelas, porcas e Contra pinos firmemente dispostos
2 - APARELHO DE MANOBRA
Aplicar pressão suficiente para fechar as agulhas junto aos trilhos de encosto.
10-ALINHAMENTO
Trilhos das agulhas desalinhados mais que 5 mm em 12 m de comprimento:
realinhar trilhos
AMV em geral desalinhado mais que 5 mm em 12 m de comprimento: realinhar
trilhos
15 - LIMPEZA DE LASTRO
BITOLA NO COICE
A bitola neste ponto deve estar compreendida entre 1000 mm < BITOLA < 1005 mm,
eventuais distorções devem ser corrigidas.
Para reta
Para desviada
No AMV em geral: nivelar todo o aparelho, O Amv deverá estar isento de laqueados
em toda sua extensão principalmente na região dos trilhos de encosto.
Os Amvs deverão estar nivelados tanto transversais quanto longitudinalmente
CADASTRO
Deverão ser informados para fins de cadastro no SAP os seguintes dados dos amvs:
Agulhas
-direita / esquerda
-detalhe de ponta direito / esquerdo
-comprimento
Trilho de Encosto
-direito
-esquerdo
-reto
-dobrado
-curvado
-comprimento do avanço direito
-comprimento do avanço esquerdo
Jacaré
-Abertura L1
-Abertura L2
-Comprimento Total
-Abertura
TABELA DE JACARÉS
PEÇAS COM DESGASTE
O supervisor responsável pela manutenção do AMV deverá informar e solicitar
a substituição das peças que apresentam desgaste.
Agulha com desgaste lateral superior a 5 mm e/ou desgaste vertical superior a 4 mm:
substituir agulha.
Trilho de encosto com desgaste superior
a 5 mm: substituir trilho de encosto
Placa deslizante com desgaste vertical superior a 3 mm: substituir placa
Capítulo 3
Condução Auto de Linha
1. Trafegar em Passagem de Nível
1º Passo
Antes de iniciar a viagem testar sistema de freios, conforme manual do operador.
Desvios
Sistema de freios ineficiente.
Ações Necessárias
Providenciar a reparação ou comunicar a Oficina/Posto de Mecanização.
2º Passo
Certificar-se do funcionamento da buzina e dos faróis.
Desvios
Buzina e/ou faróis não funcionam.
Ações Necessárias
Providenciar a reparação ou comunicar a Oficina/Posto de Mecanização.
3º Passo
Trafegar conforme a norma n.º 218 do RO (Faróis Acesos ).
4º Passo
Observar e obedecer a sinalização existente ao longo do trecho.
Desvios
Não existe sinalização.
Ações Necessárias
Ao aproximar-se de PN´s ‘’Clandestinas’’, proceder conforme norma n.º 216 e reduzir
a velocidade.
5º Passo
Ao aproximar-se de uma PN, buzinar conforme norma n.º 216 do RO e reduzir a
velocidade.
6º Passo
Observar se a via está obstruída.
Desvios
Via Obstruída.
Ações Necessárias
Parar o equipamento, avisar o CCO, avaliar a gravidade da situação e providenciar a
liberação da via.
7º Passo
Analisar a boa visibilidade da PN.
Desvios
Pouca ou sem visibilidade.
Ações Necessárias
Parar, descer do veículo ferroviário/ máquina, sinalizar a PN e retornar ao
equipamento para avançar com segurança.
8º Passo
Caso ocorra a proximidade de veículos rodoviários na PN, buzinar conforme norma
n.º 216 do RO e trafegar com velocidade restrita.
9º Passo
No caso de tráfego intenso, havendo PN com cancela, aviso sonoro e sinaleiro
alerta, seguir com atenção na velocidade do trecho.
Desvios
a)Existem apenas um ou dois tipos de sinalização;
b)Não existe sinalização.
Ações Necessárias
Seguir com velocidade restrita.
Parar, descer do veículo ferroviário/ máquina, sinalizar a PN e retornar ao
equipamento para avançar com segurança.
10º Passo
Nesta mesma situação acima, quando trafegarem dois ou mais equipamentos de
correção geométrica, a velocidade deve ser restrita e é necessário observar a
distância de 50m e 100m, entre uma máquina e outra, garantindo desta forma que a
sinalização da PN permaneça acionada.
1. Acender a luz amarela instalada na parte superior frontal interna do veículo, antes
de iniciar o deslocamento;
2. Informar aos ocupantes que a referida luz amarela significa que estão em
procedimento de ronda de linha e que a velocidade máxima estabelecida para esta
situação é de 40 km/h.
2. Informar a todos os ocupantes que a referida luz vermelha significa que estão em
deslocamento com licença permissiva. Portanto, há outro veículo ferroviário ou um
trem de serviço ou até um trem de carga ocupando o mesmo trecho. Sendo assim, a
velocidade estabelecida para estas situações é a de velocidade restrita, conforme
orientações do RO;
[Link]és do rádio ou GPS, manter contato com o outro equipamento ferroviário que
está na mesma licença, informando periodicamente a sua posição no trecho;
Capítulo 4 – Manutenção
1. Inspeção de linha em PN
1 - Com uma soca de linha, bater no boleto do trilho em toda a extensão da PN,
identificando através do som emitido (cristalino ou oco), se o trilho está bom ou
apresenta algum defeito.
5 - Providências:
Bitola Aberta: executar correções.
Trilho Quebrado: constatada a quebra do trilho deve-se providenciar a troca
imediatamente. A circulação só poderá ser autorizada pelo supervisor de linha com a
presença de vigia munido de rádio para comunicação com o maquinista.
Dormentes podres: efetuar troca de dormentes mediante programação mantendo
os limites de bitola.
Contra-trilho solto ou em cota superior ao permitido: a fixação do contra-trilho bem
como o rebaixamento deve ser executado imediatamente após a identificação.
Drenagem deficiente: programar serviços de limpeza bem como melhoria da
drenagem em 30 dias.
Juntas baixas: restringir velocidade compatível com o empeno, programando os
serviços de nivelamento.
3. Correção de Bitola
Capítulo 5 – Ronda
1. Ronda a Pé
Descrição
1 – Percorrer todo o trecho determinado conforme escala observando a linha
como um todo, especialmente os pontos de maior risco a segurança do
tráfego.
5.1 – Deve-se, sempre, verificar situações que possam diminuir a resistência dos
trilhos. Os rondantes deverão observar também se os trilhos apresentam Defeitos
no Patim, Boleto ou Alma e anotar com caneta industrial (na alma do TR indicando
o local do defeito com uma seta) os códigos conforme o seguinte:
Notas:
• Também poderão ser feitas a pé rondas especiais no caso de chuva forte, frio ou
calor intenso.
• O rondante deverá ter conhecimento (ou treinamento) de Via Permanente.
• O rondante deverá ter treinamento do regulamento de operações (comunicação /
sinalização).
• Para marcação dos defeitos deve ser seguido o padrão de urgente determinado
pelo corporativo.
Capítulo 5 – BITOLA
A. Como medir
A Bitola pode ser medida com régua milimétrica, com o carrinho de bitola, carro
controle e mais comumente com trena ou similares.
Cuidados na medição:
Carrinho de bitola e régua milimétrica:
Nos trilhos com excesso de desgaste vertical e rebarba no boleto, o resultado
da medição pode ser errado;
Com trena:
As trenas possuem uma folga entre a cantoneira e a fita. Esta folga deve
existir exatamente para compensar a espessura da cantoneira. Quando
medimos internamente, que é o caso para bitola, devemos eliminar esta folga;
Sempre medir na linha de bitola, ou seja, na face interna do boleto paralela ao
eixo do trilho, que se origina em um ponto situado a 16 mm de distância da
parte superior do boleto do trilho;
A medida deve ser feita, quando em curva, do trilho inferior para o superior,
posicionando a cantoneira sob (abaixo) a rebarba (quando o trilho oferece
condições);
Somar este
deslocamento a
bitola estática
B. Limites de Bitola
BITOLA LIMITES OBSERVAÇÃO
C. Correção de bitola
AÇÕES
Interromper
Fazer inspeção Limite de
imediatamente o Restrição
imediata no Limite de dias Freqüência de dias para Programar
trafego, fazendo de
RAIOS BITOLA local com para reforço da monitoramento a correção correção Observação
correção velocidade
registro (sim ou fixação (dias) da bitola (dias) definitiva definitiva
emergencial (sim (Km/h)
não) (dias)
ou não)
fazer junto com verificar também
a correção condição de risco de
bitola>=1040 sim sim 20 diário 3
emergencial, de fratura de trilho devido
imediato a desgaste vertical
verificar também
R<=120 m
condição de risco de
1039>=bitola>1035 não sim 20 1 3 5
fratura de trilho devido
a desgaste vertical
verificar também
condição de risco de
1035>=bitola>1030 não sim não 3 5 7
fratura de trilho devido
a desgaste vertical
verificar também
condição de risco de
1030>=bitola>1025 não não não não 5 10
fratura de trilho devido
a desgaste vertical
fazer junto com verificar também
Bitola Estreita
verificar também
condição de risco de
1039>=bitola>1035 não sim 20 3 5 7
fratura de trilho devido
a desgaste vertical
verificar também
condição de risco de
1035>=bitola>1030 não não não não 7 15
fratura de trilho devido
a desgaste vertical
verificar também
condição de risco de
1030>=bitola>1025 não não não não 7 sim
fratura de trilho devido
a desgaste vertical
fazer junto com verificar também
a correção condição de risco de
bitola>=1040 sim sim 20 diário 5
emergencial, de fratura de trilho devido
imediato a desgaste vertical
verificar também
condição de risco de
R>250m
Interromper
Fazer inspeção Limite de
imediatamente o Restrição
imediata no Limite de dias Freqüência de dias para Programar
trafego, fazendo de
RAIOS BITOLA local com para reforço da monitoramento a correção correção Observação
correção velocidade
registro (sim ou fixação (dias) da bitola (dias) definitiva definitiva
emergencial (sim (Km/h)
não) (dias)
ou não)
verificar também
condição de risco de
1639>=bitola>1635 não sim 20 1 3 5
R<=200 m
verificar também
condição de risco de
1635>=bitola>1630 não sim não 3 5 7
fratura de trilho devido
a desgaste vertical
verificar também
condição de risco de
1630>=bitola>1625 não não não não 5 10
fratura de trilho devido
a desgaste vertical
verificar também
200m<R<450m
condição de risco de
1639>=bitola>1635 não sim 20 3 5 7
fratura de trilho devido
a desgaste vertical
verificar também
condição de risco de
1635>=bitola>1630 não não não não 7 15
fratura de trilho devido
a desgaste vertical
verificar também
condição de risco de
1630>=bitola>1625 não não não não 7 sim
fratura de trilho devido
a desgaste vertical
verificar também
condição de risco de
1639>=bitola>1635 não sim 20 3 5 7
fratura de trilho devido
R>450m
a desgaste vertical
verificar também
condição de risco de
1635>=bitola>1630 não sim não não 7 20
fratura de trilho devido
a desgaste vertical
verificar também
condição de risco de
1630>=bitola>1625 não não não não 14 sim
fratura de trilho devido
a desgaste vertical
NO
EMPENO ENTRE EIXOS DO MESMO TRUQUE
EMPENO
A. O que é
É a diferença nas medidas de superelevação, quando em curva, ou
nivelamento transversal quando em tangente, tomadas em dois pontos na linha.
Quando o empeno ultrapassa certos limites especificados em função da velocidade,
para um dado veículo ferroviário, podemos ter um descarrilamento.
B. Como medir
Para medir usamos régua milimétrica, ou régua para medir superelevação. A
distância entre uma medida do nivelamento e outra (base rígida) é adotada como a
medida entre eixos de rodeiros do mesmo truque, sendo 1575 mm para a bitola
estreita e 1739 para a bitola larga.
Ex: Para medirmos o empeno no ponto P de uma curva, marcamos no trilho, os
pontos A e B, para ambos os lados (crescente e decrescente da quilometragem) a
distância da base rígida estipulada (1575 mm para estreita e 1739 mm para a larga).
Depois lemos na régua milimétrica as três medidas, A, P e B. O empeno deve ser
verificado de A para P e de B para P. Teremos portanto dois valores para empeno,
P-A e P-B.
1,575 mm ou
1,739 mm
A P B
C. Limites Figura 1
Para bitola estreita usaremos:
192 x D
E=
V
Para bitola larga usaremos:
300 x D
E=
V
D = base rígida em metros
V = velocidade em Km/h
Para base rígida de 1,575 m e 1,739 m para bitola estreita e larga respectivamente,
teremos:
300
E= para bitola estreita
V
e
520
E= para bitola larga
V
Portanto teríamos estas duas tabelas:
Bitola Estreita
Velocidade
60 55 50 45 40 35 30 25 20 15 10
(Km/h)
Empeno
5 5,5 6,0 7 7,5 9 10 12 15 20 30
(mm)
Bitola Larga
Velocidade
90 85 80 75 70 65 60 55 50 45 40 35 30 25 20 15
(Km/h)
Empeno
6 6 6,5 7 7 8 9 9,5 10 12 13 15 17 21 26 35
(mm)
Teremos que analisar o empeno no ponto P para os dois lados da via, ou seja │P-
A│e │P-B│.
Como │P-A│=11 mm e │P-B│= 6 mm, concluímos que há risco de acidente devido a
empenamento da via no ponto P, em relação ao ponto A, onde o limite (7,5 mm) não
é respeitado para a velocidade de 40 Km/h.
Logo a correção, ou a restrição de velocidade deveria ser imediata.
Para inspeção dos rondantes, a tabela usada deve ser a da “Padronização dos
defeitos Urgentes das Rondas”.
Revisão 05/2008 elaborada por: Silvio Ricardo Santos Ascenção
Revisado por: José Paulo Filippin
Colaboradores: Fábio Rocha Machado, Francisco Hipólito Martins da Silva, Jean Carlos dos
Santos, Rafael Augusto Casellato, Valdecir Bevilacqua, Volmar Cavalheiro dos Santos.